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Sistemática do gênero Gymnanthes Sw. (Hippomaneae, Euphorbiaceae)OLIVEIRA, Luciana dos Santos Dias de 26 February 2014 (has links)
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Previous issue date: 2014-02-26 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / Hippomaneae is one of the most diverse and complex tribes of Euphorbioideae subfamily (Euphorbiaceae). Of its 33 genera, about 10 have not yet been reviewed and with problematic boundaries. Among these, stood out Gymnanthes to be considered one of the most difficult taxonomy of genera of the tribe, as a result of intra- and intergeneric limits poorly understood and present several nomenclatural and classification problems. In this sense, this thesis aimed to review the neotropical species of Gymnanthes from the morphological analysis. We examined about 5,000 specimens from 93 herbaria, of which 36 were visited, and specimens collected in the field. The results are presented in the form of four papers. (1) In the study of taxonomic revision, a new constituency for Gymnanthes is hereby established which shall comprise 16 species versus the 45 estimated in previous treatments. Of these, 12 species are found in the Neotropics, two in Africa and two in Asia, with the greatest diversity in Central America (8 spp). 26 are proposed sinonimizações five new combinations lectotipificações and 27, and a neotype. Eight names were excluded from the concept of Gymnanthes and transferred to Actinostemon. (2) In the second manuscript, was performed to lectotipificação of Gymnanthes klotzschiana and the transfer of Actinostemon unciformis for your concept. (3) Based on the analysis of species Actinostemon, gender near Gymnanthes, was described in the third article, the species A. roselii. This is easily recognized by the size of staminate címulas bracts, the globoid leaf buds and in the presence of sepals staminate flowers and pistillate. Finally, (4) the last item brought the mapping of the geographical distribution of Gymnanthes boticario, a well-collected species, but just described. It was observed that Gymnanthes boticario shows a distribution pattern associated with semi-arid environments, more precisely the dry forests. A correlation of their distribution with the theory of Pleistocenic Arc was still drawn. It was found that G. boticario supports the Pleistocene theory by presenting a pattern of disjunct distribution within the field of dry forests. Were also cited the first G. boticario records in Bolivia, Paraguay and the Pantanal hillside forests (Mato Grosso do South). The work also addressed the fact that the new species to be described are not necessarily rare or endemic taxa strictly, as reported in the literature. Although Gymnanthes boticario have been described recently (2010), were found by the year of its publication, 81 fish over 18 herbal over 50 duplicates found in 21 institutions, resulting in a total of 131 herbarium specimens distributed in 25 herbaria six different countries (Germany, Bolivia, Brazil, USA, UK and Switzerland). Soon, G. boticario is a common kind of example and well collected that took a long time to be recognized as a new taxon, showing that the new species remain to be described are not necessarily endemic or remote areas with difficult access. / Hippomaneae é uma das tribos mais diversas e complexas da subfamília Euphorbioideae (Euphorbiaceae). Dos seus 33 gêneros, cerca de 10 ainda não foram revisados e apresentam delimitações problemáticas. Dentre estes, destacava-se Gymnanthes por ser considerado um dos gêneros de taxonomia mais difícil da tribo, em decorrência de limites intra e intergenéricos pouco compreendidos e por apresentar diversos problemas nomenclaturais e de tipificação. Neste sentido, a presente tese teve como objetivo revisar as espécies neotropicais de Gymnanthes a partir da análise morfológica. Foram examinados cerca de 5.000 exemplares provenientes de 93 herbários, dos quais 36 foram visitados, além de espécimes coletados em campo. Os resultados são apresentados na forma de quatro artigos científicos. (1) No estudo de revisão taxonômica, uma nova circunscrição para Gymnanthes é aqui estabelecida que passa a compreender 16 espécies em contraposição as 45 estimadas em tratamentos anteriores. Dessas, 12 espécies são encontradas nos Neotrópicos, duas na África e duas na Ásia, com maior diversidade na América Central (8 spp). São propostas 26 sinonimizações, cinco novas combinações e 27 lectotipificações, além de um neótipo. Oito nomes foram excluídos do conceito de Gymnanthes e transferidos para Actinostemon. (2) No segundo manuscrito, foi procedida a lectotipificação de Gymnanthes klotzschiana e a transferência de Actinostemon unciformis para o seu conceito. (3) A partir da análise de espécies de Actinostemon, gênero próximo de Gymnanthes, foi descrito, no terceiro artigo, a espécie A. roselii. Esta é facilmente reconhecida pelo tamanho das brácteas das címulas estaminadas, pelas gemas foliares globoides e pela presença de sépalas nas flores estaminadas e pistiladas. Por fim, (4) o último artigo trouxe o mapeamento da distribuição geográfica de Gymnanthes boticario, uma espécie bem coletada, mas recém-descrita. Foi observado que Gymnanthes boticario apresenta um padrão de distribuição associado a ambientes semiáridos, mais precisamente as Florestas Secas. Uma correlação da sua distribuição com a teoria do Arco Pleistocênico foi ainda traçada. Verificou-se que G. boticario corrobora a teoria pleistocênica por apresentar um padrão de distribuição disjunto dentro do domínio das Florestas Secas. Foram ainda citados os primeiros registros de G. boticario na Bolívia, Paraguai e para as florestas de encosta do Pantanal (Mato Grosso do Sul). O trabalho também abordou o fato de que as novas espécies a serem descritas não são necessariamente táxons raros ou estritamente endêmicos, como relatado na literatura. Apesar de Gymnanthes boticario ter sido descrita recentemente (2010), foram encontrados, até o ano da sua publicação, 81 espécimes distribuídos em 18 herbários com mais de 50 duplicatas encontradas em 21 instituições, resultando num total de 131 exsicatas distribuídas em 25 herbários de seis países diferentes (Alemanha, Bolívia, Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Suíça). Logo, G. boticario é um exemplo de espécie comum e bem coletada que levou muito tempo para ser reconhecida como um novo táxon, demostrando que as espécies novas que ainda restam para serem descritas não são necessariamente endêmicas ou de áreas distantes e de difícil acesso.
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Sistemática do gênero Amasonia L. nom. cons. (Lamiaceae)SANTOS, Juliana Silva dos 15 February 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011-02-15 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / Amasonia L. (Lamiaceae - Ajugoideae), there is the difficult distinction between its species, which makes it complex, and also because little is known about its relationship with related genera. This study aimed to perform a morphological cladistic analysis of the Amasonia genus, to contribute with understanding of its interspecific relationships, and provide subsidies for the correct identification of its taxa. For the taxonomic study were analyzed voucher specimens and from collections held in the Central West region of Brazil. For the cladistic analysis were selected 42 characters of 13 species, of which eight belong to the Amasonia, three Aegiphila and a representative of the genus Clerodendrum and other of Tetraclea. The morphological matrix was developed through the program Nexus Data Editor, version 5.0 and analyzed by Paup 4.0 by the method of maximal parsimony. Were found three equally parsimonious trees with consistence index (CI) = 0, 6852 and a retention index (RI) = 0,7018. Were recognized eight species in the genus: A. angustifolia, A. arborea, A. calycina, A. campestris, A. hirta, A. lasiocaulis, A. obovata and A. spruceana, mainly dispersed in the savanna formation in Midwest Brazil and in the forests of the Amazon domain. Three synonyms were proposed: Amasonia campestris var. surinamensis Moldenke synonymized to A. campestris; A. hirta var. paraensis Moldenke and A. lasiocaulis var. macrophylla Moldenke synonymized to A. lasiocaulis. Amasonia emerged as a monophyletic genus and it had the clade formed by Tetraclea and Clerodendrum as the closest sister group. Amasonia hirta was pointed as a basal group and sister group to the other species. Aegiphila was shown as paraphyletic, but due to its low sampling in this study, few inferences about the genus could be done. / Amasonia L. (Lamiaceae - Ajugoideae), destaca-se pela difícil distinção entre suas espécies, o que o torna complexo, e também pelo pouco conhecimento sobre sua relação com gêneros afins. Este trabalho objetivou conhecer a filogenia do gênero Amasonia com base em dados morfológicos a fim de contribuir para um maior entendimento das relações interespecíficas do gênero, bem como fornecer subsídios para a correta identificação de seus táxons. Para o estudo taxonômico foram analisadas coleções de herbários e espécimes provenientes de coletas realizadas na região Centro-Oeste do Brasil. Para a análise cladística foram levantados 42 caracteres de 13 espécies, das quais oito pertencentes a Amasonia, três a Aegiphila e um representante dos gêneros Clerodendrum e Tetraclea. A matriz morfológica foi desenvolvida através do programa Nexus Data Editor, versão 5.0 e analisada pelo Paup 4.0 pelo método de máxima parcimônia. Foram encontradas três árvores igualmente parcimoniosas com índices de consistência (IC) = 0, 6852 e retenção (IR) = 0, 7018. Foram reconhecidas oito espécies para o gênero: A. angustifolia, A. arborea, A. calycina, A. campestris, A. hirta, A. lasiocaulis, A. obovata e A. spruceana, distribuídas principalmente no cerrado da região Centro-Oeste do Brasil e nas florestas de domínio amazônico, incluindo ambientes savanóides. Três sinonimizações são propostas: Amasonia campestris var. surinamensis Moldenke sinonimizada à A. campestris; A. hirta var. paraensis Moldenke e A. lasiocaulis var. macrophylla Moldenke sinonimizadas à A. lasiocaulis. Amasonia emergiu como um gênero monofilético e teve como grupo irmão o clado formado por Clerodendrum e Tetraclea. Amasonia hirta foi apontada como espécie basal e grupo irmão das demais espécies. Aegiphila surgiu como um grupo parafilético, mas devido a sua baixa amostragem neste trabalho, poucas inferências sobre o gênero puderam ser feitas.
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Sistematica filogenetica e biologia floral de Pogoniinae sul-americanas, e revisão taxonomica e analise das ceras epicuticulares do genero Cleistes Rich. ex Lindl. (Orchidaceae) / Phylogeny and floral biology of South American Pogoniinae, and taxonomic revision and analysis of the epicuticular waxes of the genus Cleistes Rich. ex Lindl. (Orchidaceae)Pansarin, Emerson Ricardo 28 June 2005 (has links)
Orientador: Marlies Sazima / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-04T22:48:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2005 / Resumo: Neste trabalho foi realizada a revisão taxonômica, o estudo químico e micromorfológico das ceras epicuticulares, bem como estudados os processos de polinização e os polinizadores de representantes sul-americanos do gênero Cleistes. Foi, também, elaborada uma hipótese filogenética da subtribo Pogoniinae com base em caracteres morfológicos e moleculares, através do seqüenciamento das regiões ITS (nrDNA), e rps16 e trnL-F (cpDNA). O gênero Cleistes apresenta 17 espécies distribuídas entre as Américas Central e do Sul, ocorrendo principalmente em regiões de cerrado do Brasil central. Três dessas espécies foram descritas durante a elaboração do presente trabalho e estão aqui apresentadas. Através do estudo da hipótese filogenética de Pogoniinae foi verificado que essa subtribo apresenta dois clados bem sustentados. Um clado é norte-americano-asiático, e inclui os gêneros Pogonia, Isotria e as espécies norte-americanas de Cleistes. O outro é centro-sul-americano e inclui as espécies de Cleistes distribuídas entre as Américas Central e do Sul. Com o desenvolvimento do presente estudo, incluindo a maioria das espécies de Cleistes nas análises, pode ser demonstrado que esse gênero é parafilético, concordando com os dados publicados por Cameron & Chase (1999). As espécies norte-americanas de Cleistes estão mais relacionadas com os gêneros norte-americano-asiáticos Isotria e Pogonia do que com as espécies centro-sul-americanas de Cleistes. A subtribo Pogoniinae também é parafilética. O saprofítico gênero Pogoniopsis está mais relacionado com representantes dos gêneros Galeola e Cyrtosia (Galeolinae) do que com os demais gêneros pertencentes à subtribo Pogoniinae. Duckeella, um gênero endêmico da Amazônia e irmão das Pogoniinae, não apresenta os caracteres sinapomórficos que define essa subtribo, devendo ser transferido para a subtribo Duckeellinae. Espécies de Cleistes apresentam micromorfologia das ceras epicuticulares existentes nas folhas variando desde lisas, com grânulos, ou até formando placas. As ceras epicuticulares de Cleistes são constituídas principalmente por álcoois, ácidos e ésteres. A composição química das ceras epicuticulares das folhas de espécies de Cleistes é muito variável entre espécies, podendo ser usada na delimitação específica dentro do gênero. Espécies de Cleistes, assim como as demais Pogoniinae, são polinizadas principalmente por abelhas, embora C. libonii apresente beija-flores do gênero Phaethornis como co-polinizadores. Espécies sul-americanas de Cleistes apresentam picos de floração, em que todos os botões maduros de cada planta abrem simultaneamente no mesmo dia. As flores das espécies estudadas são pouco duráveis (geralmente um dia), e oferecem néctar aos polinizadores. O néctar é produzido em nectários glandulares da base do labelo das flores. Para os gêneros norte-americano-asiáticos esses nectários estão ausentes e as abelhas são atraídas às flores por engano. Esse estudo sustenta a hipótese de evolução de flores de engano para flores de néctar / Abstract: The taxonomic revision, the micromorphological and chemical study of the epicuticular waxes, as well as the pollination processes and pollinators of the genus Cleistes were reported. A phylogenetic inference within Cleistes and among genera of subtribe Pogoniinae was also established, based on morphology and nrDNA (ITS) and cpDNA (trnL-F and rps16) sequence data, and using maximum parsimony. The genus Cleistes includes 17 species distributed among Central and South America, occurring mainly in ¿cerrado¿ areas of Central Brazil. Three of these species are new and were described in the present study. The phylogenetic study of Pogoniinae showed that this subtribe presents two well-supported clades. One clade is North-American-Asiatic and includes the genera Isotria, Pogonia and the North-American species of Cleistes. The other clade is Central-South-American and includes the species of Cleistes occurring in Central and South America. The genus Cleistes, in agreement to Cameron & Chase (1999), is paraphyletic. The North American species of Cleistes are more related to the North American-Asiatic genera Isotria and Pogonia than to the remaining species of Cleistes. The subtribe Pogoniinae is also paraphyletic. The saprophytic genus Pogoniopsis is more related with Galeola and Cyrtosia (Galeolinae) than to the remaining genera currently recognized within subtribe Pogoniinae. The Amazonian genus Duckeella, sister of all remainder of Pogoniinae, lacks the synapomorphic characters that define this subtribe, and should be transferred to the subtribe Duckeellinae. Species of the genus Cleistes present micromorphology of the epicuticular waxes of the leaves varying from a singular film to forming granules or platelets. The epicuticular waxes in Cleistes are constituted mainly by alcohols, acids and esters. The chemical compounds of epicuticular waxes of Cleistes were very variable among species, and may be used for specific delimitation within the genus. Species of Cleistes, as for remaining Pogoniinae, are pollinated mainly by bees, although C. libonii is co-pollinated by hermit hummingbirds. The South American species of Cleistes presents flowering peaks, in which all mature buds of each plant flowering simultaneously on the same day. The studied species produced short-lived flowers (generally one day), which offer nectar as reward produced by two nectariferous glands on the basis of the lip. For the North American-Asiatic genera these nectariferous glands are absent and the floral visitors are attracted by deceit. This study supports the evolution of deceptive flowers to nectar flowers / Doutorado / Biologia Vegetal / Doutor em Biologia Vegetal
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Leguminosae no Planalto Residual do Urucum, oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil : inventario, taxonomia e similaridade floristica / Leguminosae of the Planalto Residual do Urucum, western of Pantanal of Mato Grosso do Sul State, Brazil : floristic survey, taxonomy and floristic similaritySilva, Rosilene Rodrigues 17 October 2006 (has links)
Orientador: Ana Maria Goulart de Azevedo Tozzi / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-07T08:27:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2006 / Resumo: Leguminosae é a terceira família de Angiospermas com cerca de 36 tribos, 727 gêneros e aproximadamente 19.327 espécies. A família é cosmopolita e está constituída por três subfamílias: Caesalpinioideae, Mimosoideae e Papilionoideae (Faboideae). O Pantanal sul-matogrossense é caracterizado por planícies de depósitos sedimentares, com altitudes entre 100 e 200m, onde se destacam morros isolados com até 1065 m como o Planalto Residual do Urucum composto de sete serras. O principal objetivo deste estudo é o inventário de Leguminosae no Planalto Residual do Urucum, Mato Grosso do Sul, para conhecimento da flora, fornecer a descrição dos táxons e a comparação da flora de Leguminosae entre as serras, evidenciando os padrões de similaridade. A tese consiste de quatro capítulos: 1. Leguminosae do Planalto Residual do Urucum, oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil. Foram encontrados no total 129 espécies (128 nativos e 1 subespontâneo), pertencentes a 55 gêneros. A subfamília Papilionoideae foi a mais representativa com 68 espécies, seguida de Mimosoideae com 36 e Caesalpinioideae com 25 espécies. Dentre as serras, a de Santa Cruz foi a que apresentou a maior riqueza específica, em contraposição com a Tromba dos Macacos, na qual foi obtido o menor
número de táxons. 2. Novas ocorrências de Leguminosae para o estado do Mato Grosso do Sul. Foram registradas 11 novas ocorrências, uma de Caesalpinioideae, cinco de Mimosoideae e cinco de Papiliohoideae demostrando a necessidade de coletas mais intensivas no estado. 3. Estudo taxonômico das Leguminosae nativas no Planalto Residual do Urucum, oeste do Pantanal do
Mato Grosso do Sul, Brasil. Descrições de 129 espécies, ilustrações de 25 táxons, chave para gêneros e espécies e táxons infragenéricos encontrados no planalto. 4. Comparação da flora de Leguminosae entre as serras do Planalto Residual do Urucum: evidência de padrões de similaridade. Uma matriz binária baseada na presença/ausência das espécies em cada serra foi usada. Os dados foram processados através de análise multivariada de agrupamento (UPGMA) e de ordenação (PC O and DCA), usando o índice Jaccard. Os resultados mostram três conjuntos florísticos particulares: O primeiro formado pelas Serras do Urucum, São Domingos, Santa Cruz e Tromba dos Macacos. O segundo, formado pelas Serras do Jacadigo e Grande e o terceiro representado pela Serra do Rabichão. Os tipos de fitofisionomias estão associados a esta similaridade e dissimilaridade no que diz respeito a composição de espécies entre as serras do planalto. Um total de 39 táxons foi exclusivo de uma das sete serras estudadas, dos quais oito espécies são de Caesalpinioideae, 10 de Mimosoideae e 21 de Papilionoideae. Nove táxons ocorreram nas sete serras, sendo Mimosoideae a subfamília com o maior número de espécies comuns (5), seguida de Papilionoideae (3) e Caesalpinioideae (1) / Abstract: The family Leguminosae is the third largest family of angiosperms comprising 36 tribes, 727 genera and ca. 19.327 species. Leguminosae is nearly cosmopolitan and it is currently divided into three subfamilies: Caesalpinioideae, Mimosoideae and Papilionoideae (Faboideae). The Pantanal of southern Mato Grosso do Sul is characterized by presenting sedimentary deposit plains, altitude varying between 100 - 200 m and isolated hills (1065 m). The plateau is one of these isolated hills and it is constituted by seven mountains range. The main objectives of this study were: to carry out a floristic survey of the Leguminosae of the Planalto Residual do Urucum (Mato Grosso do Sul State), where the local flora is poorly documented; to provide descriptions for all species collected; to compare the legume flora among the seven mountains range and to establish similatity patterns among them. The thesis has been divided in four chapters. 1. Leguminosae of the Planalto Residual do Urucum, western Pantanal (Mato Grosso do Sul State). A total of 129 species (128 native and 1 subespontaneous) were found, belonging to 55 genera. The subfamily Papilionoideae was the most richest in number of species with 68 species, ,followed by Mimosoideae with 36 species and Caesalpinioideae with 25 species. Among the mountains, Santa Cruz was the richest serra in terms of numbers of species. While, Tromba dos Macacos was the poorest serra in number of species. 2. New occurrences of LegumiJ;lOsae for the State of Mato Grosso do Sul. Eleven new records are reported, of which belong to one Caesalpinioideae, five to the Mimosoideae and to the five Papilionoideae. These new records
show how important it is to study the regional flora and how necessary it is to carry out an intensive search for species within the state. 3. Taxonomic study of the native Leguminosae of the Planalto Residual do Urucum, western Pantanal region, Mato Grosso do Sul State. Descriptions of 129 species and illustrations of 25 taxa, as well as keys for all genera and infrageneric taxa are provided. 4. Floristic comparison of Leguminosae among the mountains of Planalto Residual do Urucum: evidence of similarity patterns. A binary matrix based on presence and absence of species on each mountain was used. The data were analysed using cluster analysis
(UPGMA) and ordination (PCO and DCA), Jaccard Index. The results showed the existance of three floristic units: the first formed by the Urucum, São Domingos, Santa Cruz and Tromba dos Macacos, mountains; the second, formed by the "Serras" of Jacadigo and Grande, and the third established to the Serra do Rabichão. The phytsiognomic types are associated to the similarity patterns recognized, in sofar as the composition of species is concerned. A total of 39 taxa were exclusive of one of the serras studied, with Caesalpinioideae (8), Mimosoideae (10) and Papilionoideae (21). Nine taxa occured in all serras, with Mimosoideae being the subfamily with the largest number of common species (5), followed by Papilionoideae (3) and Caesalpinioideae (1) / Doutorado / Biologia Vegetal / Doutor em Biologia Vegetal
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Aspectos taxonomicos, geneticos e reprodutivos de Pterodon pubescens (Benth.) Benth. e P. emarginatus Vog. (Leguminosae, Dipteryxeae) / Taxonomic, genetic and reproductive aspects of Pterodon pubescens (Benth.) Benth. e P. emarginatus Vog. (Leguminosae, Dipteryxeae)Rocha, Dulce Maria Sucena da 04 July 2006 (has links)
Orientador: Paulo Yoshio Kageyama / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-09T02:11:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2006 / Resumo: Este trabalho utilizou marcadores moleculares do tipo RAPD e caracteres morfológicos para estudar a variação encontrada dentro de P. emargiantus sensu Lewis (Fabaceae, Papilionoideae, Dipteryxeae). O objetivo foi verificar se o dimorfismo observado dentro deste taxon pode ser interpretado como variação dentro de uma mesma espécie ou se é indicativo de que P. emarginatus sensu Lewis engloba mais de uma entidade taxonômica, e neste caso, qual a relação entre cada uma dessas entidades bem como qual a melhor forma de nomeá-las. Lewis em uma publicação sobre Legumes da Bahia, considerou P. pubescens (Benth.) Benth. e P. polygalaeflorus (Benth.) Benth. Como sinônimos de P. emarginatus Vog. e, desde então, vêm sendo consideradas como tais em vários bancos de dados botânicos. Entretanto, P.emarginatus, como proposto por Lewis, é uma espécie dimórfica com indivíduos de flores róseas, folhas pubescentes e com folíolos de ápice levemente retuso e indivíduos de flores roxas, folhas glabras e com folíolos de ápice fortemente emarginado. Não foram encontradas populações mistas contendo indivíduos das duas morfos (rósea e roxa) de P. emarginatus sensu Lewis. Os resultados obtidos, tanto para dados moleculares como para os morfológicos são concordantes e separam as duas formas (rósea e roxa) de P.emarginatus sensu Lewis. A análise molecular mostrou que 74% da variância encontrada é explicada pela diferença entre as formas rósea e roxa. A análise canônica discriminante empregada para analisar as diferenças entre as formas baseado em dados morfológicos, permite separar as duas formas (r=0,963 p<0,0001). As análises anteriores, juntamente com os fototipos dos três taxa, permitiram concluir que P. polygalaeflorus é sinônimo de P. emarginatus Vog. e P.pubescens deve ser mantida como espécie distinta / Abstract: RAPD markers and morphological characters were employed in order to study the variation observed in Pterodon emarginatus sensu Lewis (Fabaceae, Papilionoideae, Dipteryxeae). The objective was to verify if the dimorphism observed in this taxon could be interpreted as variation within a species or if it indicates that P. emarginatus sensu Lewis contains more than one taxonomical entity and in this case, what is the relationship of them and how would be the best way to denominate them. In a publication about the legume species of Bahia (Brazil), Lewis has considered both P. pubescens (Benth.) Benth. and P. polygalaeflorus (Benth.) Benth. as synonyms of P. emarginatus Vog.. Since then, these two
species have been treated as synonyms of P. emarginatus in many botanical databanks. However, P.emarginatus as proposed by Lewis, is a dimorphic species presenting individuals with pink flowers, pubescent leaves, and retuse folioles apex as well as plants with purple (violet) flowers, glabrous leaves and strong emarginate folioles apex. There is no mixed population of the two morphs (pink and violet) of P.emarginatus sensu Lewis in the field. The results of the AMOVA for RAPD markers showed that 74% of the observed variance was due to the difference between morphs pink and violet. The canonical discriminant analysis for morphological data agrees with molecular data showing a good separation of the two morphs (r= 0,963 p<0,0001). Those analyses together with the phototypes for the three taxa under study indicate that P.polygalaeflorus is a synonym of P.emarginatus and P.pubescens should be maintained as a separate species / Doutorado / Biologia Vegetal / Doutor em Biologia Vegetal
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Vochysiaceae na Serra do Cipo, Minas Gerais, Brasil / Vochysiaceae of Serra do Cipo, MG, BrazilShimizu, Gustavo Hiroaki, 1985- 14 August 2018 (has links)
Orientador: Kikyo Yamamoto / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-14T21:22:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2009 / Resumo: O presente trabalho apresenta o tratamento taxonômico das espécies de Vochysiaceae ocorrentes na Serra do Cipó, Minas Gerais, realizado por meio de material herborizado e observações no campo. A Serra do Cipó compreende porção do segmento meridional da Cadeia do Espinhaço, sendo caracterizada por solos rasos e arenosos, ácidos e pobres em nutrientes, onde são comuns as formações quartzíticas na forma de estruturas rochosas dobradas e os afloramentos areníticos. A vegetação é composta predominantemente por campos rupestres associados a outros tipos vegetacionais, como cerrados e matas. Foram encontradas 22 espécies, pertencentes a quatro gêneros: Callisthene (4 spp.), Qualea (4 spp.), Salvertia (1 sp.) e Vochysia (13 spp.). São propostas as sinonimizações de Vochysia cipoana Stafleu e V. martiana Stafleu com V. rotundifolia Mart. e V. pygmaea Bong., respectivamente, e o reconhecimento de uma nova espécie de Vochysia, denominada Vochysia sp. 1, e de uma nova subespécie, C. microphylla subsp. 1. As espécies que estão distribuídas em formações florestais (matas, matas de galeria, capões de mata, cerradões) são: C. erythroclada, C. major, C. minor, V. acuminata, V. dasyantha, V. emarginata, V. rectiflora, V. schwackeana e V. tucanorum e em formações savânicas (cerrados e campos rupestres) são: C. microphylla, Q. cordata, Q. grandiflora, Q. multiflora, Q. parviflora, S. convallariodora, V. discolor, V. elliptica, V. pygmaea, V. rotundifolia, V. rufa, V. thyrsoidea, V. tucanorum e Vochysia sp. 1. Seis dessas espécies são endêmicas de Minas Gerais, sendo Vochysia sp. 1 a única exclusiva da Serra do Cipó. São apresentados chaves de identificação para os gêneros e espécies, descrições, ilustrações e comentários sobre taxonomia, morfologia, distribuição e fenologia. Durante o presente levantamento não houve nenhum mês do ano sem pelo menos uma espécie em flor ou fruto. Abril foi o mês com o maior número de espécies em flor, sendo as espécies Vochysia acuminata, V. elliptica e V. pygmaea as únicas que apresentaram registros de floração em todos os meses do ano. Já julho e setembro foram os meses com maior número de espécies em fruto. A comparação florística com outras 11 localidades revelou que a Serra do Cipó apresenta o maior número de espécies entre os levantamentos analisados. Diamantina foi a região com mais espécies em comum com a Serra do Cipó, havendo três espécies que ocorrem apenas nessas duas localidades. / Abstract: This work presents a taxonomic treatment of species of Vochysiaceae occurring in Serra do Cipó, Minas Gerais, conducted by herbarium and field observations. Serra do Cipó comprises part of the southern segment of the Espinhaço Range, characterized by shallow, sandy, acidic and nutrient-poor soils, in which are common quartzite formations in the form of folded rock structures and sandstone outcrops. The vegetation is mostly comprised of "campos rupestres" associated with other vegetation types such as "cerrados" and forests. We have found 22 species belonging to four genera: Callisthene (4 spp.), Qualea (4 spp.), Salvertia (1 sp.) and Vochysia (13 spp.). There are proposed synonymizations of Vochysia cipoana Stafleu and V. martiana Stafleu with V. rotundifolia Mart. and V. pygmaea Bong., respectively, and the recognition of a new species of Vochysia named Vochysia sp. 1, and a new subespecies, C. microphylla subsp. 1. The species distributed in forest formations (forests, gallery forests, "capões de mata", "cerradões") are: C. erythroclada, C. major, C. minor, V. acuminata, V. dasyantha, V. emarginata, V. rectiflora, V. schwackeana and V. tucanorum, and in savanna formations ("cerrado" and "campo rupestre") are: C. microphylla, Q. cordata, Q. grandiflora, Q. multiflora, Q. parviflora, S. convallariodora, V. discolor, V. elliptica, V. pygmaea, V. rotundifolia, V. rufa, V. thyrsoidea, V. tucanorum and Vochysia sp. 1. Six of these species are endemic to Minas Gerais, and Vochysia sp. 1 is the only exclusive of Serra do Cipó. There are presented identification keys to genera and species, descriptions, illustrations and comments on taxonomy, morphology, distribution and phenology. During this survey there was no month of the year without at least one species in flower or fruit. April was the month with the largest number of species in bloom, and the species Vochysia acuminata, V. elliptica and V. pygmaea were the ones with records of flowering in all months of the year. July and September were the months with the highest number of species in fruit. The floristic comparison with 11 other localities showed that the Serra do Cipó has the highest number of species among the surveys analyzed. Diamantina was the region with more species in common with the Serra do Cipó, with three species occurring only in these two localities. / Mestrado / Mestre em Biologia Vegetal
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Estudos taxonomicos em Cambessedesia DC. (Melastomataceae) / Taxonomic studies in Cambessedesia DC. (Melastomataceae)Rodrigues, Karina Fidanza 12 March 2009 (has links)
Orientador: Angela Borges Martins / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-15T02:27:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2009 / Resumo: Este trabalho trata da re-avaliação taxonômica do gênero Cambessedesia DC., com chave de identificação para todos os táxons, descrições, sinonímias, relação do material examinado, comentários sobre as afinidades taxonômicas baseados em caracteres morfológicos, a distribuição geográfica, acompanhados de ilustrações e mapas de distribuição para as espécies. Com base no estudo de cerca de 3.000 exsicatas provenientes de 17 herbários nacionais e 17 estrangeiros, associado a diversas observações de campo e a estudos inéditos para o grupo tais como a análise das sementes, tricomas, emergências e estames sob microscopia eletrônica de varredura, 27 espécies são reconhecidas, das quais três são novas. Foram efetuadas as seguintes alterações infragenéricas e infra-específicas: sinonimização de Cambessedesia sect. Cambessedesia e Cambessedesia sect. Pyramia; o epíteto de C. hilariana foi substituído pelo epíteto específico fasciculata, por ser prioritário; C. arenaria e C. tiradentensis foram consideradas sinônimos de C. corymbosa e, C. espora subsp. ilicifolia, sinônimo de C. espora; C. longifolia e C. bahiana foram elevadas ao status específico. Foram designados 13 lectótipos e quatro neótipos. O gênero Cambessedesia é caracterizado por apresentar espécies com folhas frequentemente adicionais axilares reduzidas e dispostas em braquiblastos (algumas vezes assumindo forma de fascículos) ou verticiladas apenas em C. weddellii, flores 5-(6-) meras, pétalas bicolores (predominantemente vermelho-alaranjadas com base amarela), ou monocromáticas (amarelas ou branco-amareladas), estames 10 (-12), (5 apenas em C. semidecandra); anteras com conectivo espessado dorsalmente e eventualmente com pequeno cálcar na base, sem apêndices ventrais; cápsulas com sementes depresso-ovais, densamente ou esparsamente tuberculadas, antirafe na maioria das vezes mais desenvolvida que a rafe. Este gênero é endêmico no Brasil, onde foram detectados três padrões gerais de distribuição geográfica de suas espécies: amplo, endêmico (endêmico na Serra do Espinhaço-MG, endêmico na Chapada Diamantina-BA, endêmico na Chapada dos Veadeiros-GO) e disjunto. Dentre as 27 espécies deste gênero apenas C. fasciculata e C. espora apresentam distribuição geográfica mais ampla. Os dados apresentados no presente trabalho poderão futuramente contribuir para outros estudos filogenéticos em Cambessedesia. / Abstract: A taxonomic re-evaluation of the genus Cambessedesia DC. is conducted, including identification key for all taxa, descriptions, synonymies, list of examined materials, comments about taxonomic affinities based on morphological traits, observations on habitat and distribution, as well as illustrations and distribution maps for all analyzed species. The studies were based on the analysis of 3.000 exsiccatae from 17 national herbaria and 17 herbaria of foreign countries, which was associated with diverse field observations and with inedited scanning electron microscopy examinations of seeds, trichomes, emergencies and stamens. A total of 27 species were identified and two of them were recognized as new The following infrageneric and infraspecific modifications were derived from the taxonomic re-evaluation: Cambessedesia sect. Cambessedesia and Cambessedesia sect. Pyramia are considered synonymies; the epithet C. hilariana was replaced by the epithet fasciculata, because of its priority; C. arenaria and C. tiradentensis were considered synonym of C. corymbosa and C. espora subsp. ilicifolia synonym of C. espora; C. longifolia and C. bahiana were elevated to the specific status. A total of 13 lectotypes and four neotypes were designated. The genus Cambessedesia is characterized by species with opposite leaves, frequently with additional axillary leaves that are small and arranged in brachiblasts, occasionally fasciculate, or verticillate in C. weddellii only. The flowers are 5-(6-) merous with bicolor petals that are red-orange colored and have a yellow base, or that are monochromatic yellow or white-yellowish; stamens 10(-12), 5 in C. semidecandra, and the anther connective is dorsally thickened, often with a calcar at the base, without ventral appendages. The capsules contain oval-depressed seeds that are densely or sparsely tuberculate and, almost always, the anti-raphe is more developed than the raphe. Cambessedesia is endemic to Brazil, where three general patterns of geographic distribution were identified for its species: widely distributed, endemic (Espinhaço Mountains (MG), Chapada Diamantina (BA) and Chapada dos Veadeiros (GO) and disjunct Among the 27 identified species, only C. fasciculata and C. espora are widely distributed. The data in the present work contributes to further understand the systematic of Cambessedesia and are potentially useful for future phylogenetic in this genus. / Doutorado / Biologia Vegetal / Doutor em Biologia Vegetal
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Revisão taxonomica e analise cladistica do genero Dichorisandra J.C. Mikan (Commelinaceae) / Taxonomic revision and cladistic analysis of DichorisandraAona, Lidyanne Yuriko Saleme 31 January 2008 (has links)
Orientador: Maria do Carmo Estanislau do Amaral / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-10T18:13:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2008 / Resumo: Dichorisandra é o maior gênero da subtribo Dichorisandrinae, essencialmente neotropical e caracterizado pelas anteras de deiscência poricida ou rimosa e funcionalmente poricida e sementes ariladas. São ervas perenes, eretas ou escandentes, às vezes com folhas em rosetas próximas ao solo, ocupando, principalmente, o interior de matas. A última revisão de Dichorisandra tem mais de 110 anos e o objetivo principal do presente trabalho foi elaborar a revisão taxonômica do gênero, avaliando novas coletas e espécies que foram descritas desde então. O estudo taxonômico foi realizado a partir de material depositado em herbários nacionais e internacionais e provenientes de coletas principalmente dos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Os 63 binômios até então publicados foram reduzidos a 30 espécies. São propostas 24 sinonimizações novas e uma nova combinação. Também estão sendo propostas 24 espécies provenientes do Brasil (a maioria delas da Bahia), Panamá, Equador, Peru e Guiana Francesa. Além da revisão taxonômica, foi realizada a análise cladística do gênero Dichorisandra a partir de caracteres morfológicos e macromoleculares (trnL-F, rsp 16 e rpl 16) visando investigar as relações de parentesco entre as espécies e reavaliar o potencial de caracteres morfológicos na identificação de espécies. As matrizes foram analisadas sob o critério de parcimônia. Os clados não são fortemente sustentados na análise de 'bootstrap¿ e a extrema variação de caracteres morfológicos encontrada dentro do gênero demonstra a dificuldade na definição de grupos monofiléticos / Abstract: The neotropical genus Dichorisandra is the largest within the subtribe Dichorisandrinae, being characterized by its poricidal anthers (sometimes opening by slits but functionally poricidal) and its arillated seeds. The plants are perennial, herbaceous, sometimes with a leaf rosette close to the ground, and live mostly within forests. The last revision of the genus dates from over 110 years ago, and the present work aims to present an up-to-date revision for the genus, evaluating a large volume of new records, including the taxa described after fhe first revision was published. The taxonomic studies were based on material held in national and international herbaria and field work focussing the particularly species rich Brazilian states of Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo and Bahia. The 63 published names were reduced to 30 accepted species, and 24 synonymies and a new combination are proposed. Twenty four new species from Brasil (mostly from Bahia), Panama, Ecuador, Peru and French Guiana were discovered. Apart from the taxonomic revision, a cladistic analysis of the genus was performed with basis on morphologic and macromolecular characters (trnL-F intergenic spacer, rsp 16 and rpl 16 introns) aiming to investigate the species relationships and the re-evaluation of the morphological characters used to determine the species. The matrixes obtained were analyzed under the criterium of parcimony. The clades within the genus are not strongly supported in the 'bootstrap¿ analysis, as the extreme morphological variation found amongst and within species has made it very difficult to define monophyletic groups / Doutorado / Doutor em Biologia Vegetal
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Família scenedesmaceae (chlorophyceae, sphaeropleales) no estado de Goiás: biodiversidade e distribuição geográficaOliveira, Renato Silva 04 March 2015 (has links)
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Previous issue date: 2015-03-04 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás - FAPEG / Scenedesmaceae Oltmans are Chlorophyta cenobial fresh water cocoides belonging to the order Sphaeropleales (Luerssen) emend Deason. This family of algae for some decades was classified in Chlorococcales sensu latu based only on cytomorphological criteria. Subsequently, ultrastructural and molecular data confirmed the need to reposition some families and genders. Fifteen genera were considered for the family Scenedesmaceae according to published works until the validity of this work. Scenedesmaceae comprises 3 subfamilies: Scenedesmoidea, Desmodesmoidea and Coelastroidea, the latter not contemplated in this study. The number of papers for Brazil is representative, but in Goiás it is still scarce, a fact that motivated the present study. The objective of this work was to perform an inventory of planktonic Scenedesmaceae morphospecies in the State of Goiás covering the main hydrographic regions of the state. A floristic inventory of Scenedesmaceae from the State of Goiás was carried out between March 2013 and December 2014. This study was carried out with collections from different localities, covering the three hydrographic regions and different environments (lentic and lotic). The samples were fixed in Transeau solution and later deposited in the UFG Herbarium. The study was based on collections of raw water or 25 μm network for phytoplankton material. Scanning electron microscopy and scanning electron microscopy were performed. The classification system adopted was that of Krienitz and Bock published in 2012, with some adaptations of Hegewald and collaborators in the works of 2010 and 2013. A total of 220 samples from 18 municipalities in the State of Goiás were analyzed. The algae obtained from natural populations were described, commented and microphotographed, and when necessary the phenotypic plasticity was reported together with taxonomic considerations. Desmodesmus communis, Desmodesmus maximus and Scenedesmus ellipticus were the common species, 13 taxa were registered with the ultrastructure and eight species were first mentioned for the State. / Scenedesmaceae Oltmans são Chlorophyta cenobiais cocoides dulciaquícolas pertencentes à ordem Sphaeropleales (Luerssen) emend Deason. Esta família de algas durante algumas décadas foi classificada em Chlorococcales sensu latu com base apenas em critérios citomorfológicos. Posteriormente dados ultraestruturais e moleculares confirmaram a necessidade do reposicionamento de algumas famílias e gêneros. Foram considerados 15 gêneros para a família Scenedesmaceae de acordo com trabalhos publicados até a vigência deste trabalho. Scenedesmaceae compreende 3 subfamílias: Scenedesmoidea, Desmodesmoidea e Coelastroidea, esta última não contemplada neste estudo. O número de trabalhos para o Brasil é representativo, no entanto em Goiás ainda é escasso, fato que motivou o presente estudo. O objetivo deste trabalho foi realizar um inventário de morfoespécies de Scenedesmaceae planctônicas no Estado de Goiás abrangendo as principais regiões hidrográficas do estado. Entre março de 2013 e dezembro de 2014 foi realizado um inventário florístico das Scenedesmaceae do Estado de Goiás. Este estudo foi realizado com coletas de diferentes localidades contemplando as três regiões hidrográficas e diferentes ambientes (lênticos e lóticos). As amostras foram fixadas em solução de Transeau e posteriormente depositadas no Herbário UFG. O estudo foi fundamentado em coletas de água bruta ou rede de 25 µm para material fitoplanctônico. Efetuou-se a análise em microscopia óptica e eletrônica de varredura. O sistema de classificação adotado foi o de Krienitz e Bock publicado em 2012, com algumas adaptações de Hegewald e colaboradores nos trabalhos de 2010 e 2013. No total 220 amostras oriundas de 18 municípios do Estado de Goiás foram analisadas. Utilizou-se as algas provenientes de populações naturais sendo estas descritas, comentadas e microfotografadas, e quando necessário relatado a plasticidade fenotípica juntamente com considerações taxonômicas. Foram registrados 33 táxons para o Estado, o gênero Desmodesmus foi o mais representativo com 20 táxons, Desmodesmus communis, Desmodesmus maximus e Scenedesmus ellipticus foram as espécies comuns, 13 táxons foram registrados com a ultraestrutura e oito espécies foram citadas pela primeira vez para o Estado.
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Filogenia do gênero Erythrina L. (Leguminosae, Papilionoideae, Phaseoleae) e revisão taxonômica das espécies ocorrentes no Brasil / Phylogeny of the genus Erythrina L. (Leguminosae, Papilionoideae, Phaseoleae) and taxonomic revision of the species found in BrazilMartins, Milena Ventrichi, 1982- 25 August 2018 (has links)
Orientador: Ana Maria Goulart de Azevedo Tozzi / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-25T17:46:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2014 / Resumo: Erythrina L. é o terceiro maior gênero da tribo Phaseoleae, com 120 espécies, tradicionalmente subdivididas em cinco subgêneros e 27 seções. Possui distribuição pantropical, com 70 espécies na região neotropical, 38 espécies na África e Madagascar e 12 espécies na Ásia e Austrália. O gênero é caracterizado pelo hábito arbóreo a arbustivo, ramos e/ou caule armados, estipelas glandulares e tricomas ramificados, além da grande diversidade morfológica das flores. Muitas espécies de Erythrina apresentam importância econômica, sobretudo na indústria farmacêutica. No Brasil, a identidade das espécies utilizadas como medicamento nem sempre é confiável, devido ao uso do nome popular "mulungu" que pode se referir a qualquer das espécies do gênero. Estudos filogenéticos moleculares têm sustentado o monofiletismo de Erythrina, mas têm demonstrado que suas categorias infragenéricas precisam de maior esclarecimento. O objetivo deste trabalho foi à realização de estudos filogenéticos e a revisão taxonômica das espécies que ocorrem no Brasil, visando contribuir com a taxonomia e filogenia do gênero. O estudo filogenético baseou-se em sequências do marcador molecular ITS do DNA nuclear, analisadas através dos métodos de análise de máxima parcimônia e de análise bayesiana; enquanto que os estudos taxonômicos revisionais e morfológicos fundamentaram-se nos procedimentos tradicionais. O capitulo 1 trata da filogenia do gênero Erythrina, foram amostradas 75 espécies, as quais representam expressiva diversidade morfológica e geográfica do gênero. As análises cladísticas confirmaram o monofiletismo do gênero e indicaram que os subgêneros Erythrina, Erythraster e Chirocalyx são parafiléticos. Não foi possível ter evidências concretas do monofilestismo do subgênero Micropteryx, devido ao baixo valor de sustentação em ambas as análises. No capítulo 2 é apresentada a revisão taxonômica das espécies do gênero que ocorrem no Brasil. Foram reconhecidos 11 espécies nativas e 26 sinônimos taxonômicos. Dois nomes específicos foram restabelecidos, Erythrina mulungu Mart. ex Benth. como nome válido para E. dominguezii Hassl. e E. martii Colla como nome válido para E. falcata Benth.. Foram propostos três novos sinônimos e 12 lectotipificações. As espécies nativas ocorrentes no Brasil e E. variegata L., espécie exótica amplamente cultivada no Brasil como ornamental, foram descritas, ilustradas e tiveram dados sobre distribuição geográfica, habitat, épocas de floração e frutificação e polinização e dispersão atualizados. Foi elaborada uma chave para a correta identificação das espécies revisadas, incluindo as usadas como medicamento fitoterápico / Abstract: Erythrina L. is the third largest genus of the Phaseoleae tribe, with 120 species traditionally subdivided into five subgenera and 27 sections. Species of Erythrina have Pantropical distribution, with 70 species in the Neotropics, 38 species in Africa and Madagascar and 12 species in Asia and Australia. It is mainly characterized by arboreal and shrubby habit, branches and/or armed stem, presence of glandular stipels and branched trichomes, besides the great diversity of the flowers. Many species of Erythrina are ornamental and some are of great economic importance, particularly in the pharmaceutical industry. In Brazil, the identity of the species used as medicine is not always reliable due to the use of the common name "mulungu" which can refer to any species of the genus. Molecular phylogenetic studies have supported the monophyletism of Erythrina but have shown that most infrageneric categories that need further clarification. The objective of this study was to perform phylogenetic studies and a taxonomic revision of the species occurring in Brazil, aiming to contribute to the taxonomy and phylogeny of the genus. The phylogenetic study was based on molecular marker obtained from nuclear (ITS) DNA, analyzed using parsimony and Bayesian methods; while the revisional morphological and taxonomic studies were based on traditional procedures. The Chapter 1, concerning the phylogeny of genus Erythrina, 75 species were sampled, which represent significant morphological and geographical diversity of the genus. Cladistic analyzes confirmed the monophyly of the genus and indicated that subgeneras Erythrina, Erythraster and Chirocalyx are paraphyletic. Could not have concrete evidence of the subgenus monofilestismo Micropteryx, due to the low amount of support in both analyzes. Chapter 2 is a taxonomic revision of the genus occurring in Brazil, resulted in the recognition of 11 native species and 26 taxonomic synonyms. Two specific names were reinstated. Erythrina mulungu Mart. ex Benth. as valid for E. dominguezii Hassl. and E. martii Colla as valid for E. falcata Benth.. Three new synonymizations and 12 lectotypifications were also proposed. The native species occurring in Brazil and E. variegata L., exotic species widely grown as an ornamental in Brazil, are described, illustrated and had data on geographic distribution, habitat, flowering and fruiting times, and pollination and dispersal updated. A key to the correct identification of revised species, including those used as herbal medicine was developed / Doutorado / Biologia Vegetal / Doutora em Biologia Vegetal
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