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Terrorismo internacional.Babul Karmy, Isabel Cristina January 2004 (has links)
Memoria (licenciado en ciencias jurídicas y sociales) / Existen fenómenos de diversa índole que no pueden ser comprendidos fácilmente por el ser humano. Tanto su origen, como su desarrollo siguen siendo incógnitas incontrolables por la comunidad internacional.
El terrorismo internacional es uno de ellos. Innumerables han sido los intentos por definirlo, mas ninguna acepción parece suficiente. Los Estados han regulado dicho fenómeno, mas no han podido controlarlo ni mucho menos erradicarlo.
Se escogió el presente tema dada la creciente importancia que ha adquirido a nivel mundial y la preocupación por parte de los Estados por eliminarlo.
En el presente trabajo, se analizará el actual tratamiento del terrorismo en sus diversas formas de expresión, así como también se estudiarán los mecanismos adoptados por los Estados para fortalecer la cooperación entre ellos, sobre la base del Derecho Internacional.
Se visualizará al terrorismo como una amenaza a la paz y a la seguridad internacionales, y otras acepciones relacionadas. Asimismo, se tratará desde el punto de vista de delito contra el Derecho Internacional.
También se analizarán los principales acontecimientos terroristas de las últimas décadas, y las consecuencias que éstos conllevan en la sociedad internacional contemporánea
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[en] THE WAR ON TERROR AND THE TRI-BORDER AREA IN UNITED STATES SECURITY AGENDA / [pt] A GUERRA AO TERROR E A TRÍPLICE FRONTEIRA NA AGENDA DE SEGURANÇA DOS ESTADOS UNIDOSARTHUR BERNARDES DO AMARAL 06 March 2009 (has links)
[pt] A presente pesquisa trabalha a questões da Tríplice
Fronteira. Pelo termo, entendo
as múltiplas dinâmicas político-históricas associadas
direta ou indiretamente à suposta
atuação de agentes do terrorismo internacional ou seus
financiadores na região onde
confluem as fronteiras de Brasil, Argentina e Paraguai.
Analiso o processo de representação
desta área como potencial foco de ameaça à segurança dos
Estados Unidos: em outras
palavras, estudo o processo de securitização da Tríplice
Fronteira. Após uma breve
introdução sobre esta região e os parâmetros metodológicos
que orientam minha pesquisa,
promovo um diálogo entre a teoria da securitização da
Escola de Copenhague e a literatura
da Geopolítica Crítica para pensar a articulação de
discursos hegemônicos sobre a Tríplice
Fronteira. Em seguida, analiso (1) a Política Externa do
governo George W. Bush, (2) o
relacionamento histórico entre os Estados Unidos e o
fenômeno do terrorismo político e,
por fim, (3) as formas de inserção da América Latina na
agenda de segurança dos Estados
Unidos. A aná¡lise dos discursos norte-americanos sobre a
Tríplice Fronteira me permite,
por fim, mapear as diferentes fases históricas do processo
de representação discursiva deste
espaço como um foco de ameaça e assim entender tanto os
métodos quanto as formas
através das quais a Tríplice Fronteira foi inserida na
agenda norte-americana de Guerra ao
Terror. / [en] This research deals with the issue of the Tri-border Area.
By this term, I mean the
political and historical dynamics directly or indirectly
related to the alleged presence of
international terrorism agents or theirs sponsors in the
region where the borders of Brazil,
Argentina and Paraguay meet. I focus my attention on the
process of representation of this
area as a potential source of threats to the security of
the United States: in other words, I
analyze the process of securitization of the Tri-border
Area. After a brief introduction about
this region and the methodological parameters that guide my
research, I promote a dialogue
between the Copenhagen School's Securitization Theory and
the Critical Geopolitics
literature as a way of thinking about the articulation of
hegemonic discourses about the Triborder
Area. Then I examine (1) U.S. Foreign Policy under George
W. Bush, (2) the
historical relationship between the United States and the
phenomenon of political terrorism
and, finally, (3) the ways in which Latin America has been
present in security concern of
the United States. Analyzing the discourses about the Tri-
border Area I map the distinct
historical periods related to the discursive representation
of this space as a source of threat
so that I can understand both the methods and that ways by
which the Tri-border area has
been included in the War on Terror.
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Percepção de ameaça terrorista nos jogos olímpicos: um estudo de caso sobre a cidade-sede São Paulo nas Olimpíadas Rio 2016 / Perception of terrorist threat in the Olympic games: a case study on the city of São Paulo in the Rio 2016 OlympicsSousa, Alexandre Rodrigues de 28 September 2017 (has links)
Esta pesquisa tem como objeto de estudo a percepção de ameaça terrorista em São Paulo, no contexto dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Os objetivos da pesquisa foram caracterizar a percepção da população de São Paulo em relação à ameaça terrorista e dimensionar a efetividade do programa governamental de sensibilização contra ameaça terrorista concebido em proveito da segurança durante os jogos olímpicos. Ao longo de seis meses, de fevereiro a julho de 2016, o autor integrou a equipe do programa e participou da capacitação de 4.287 (quatro mil duzentos e oitenta e sete) profissionais dos setores de turismo, segurança pública e defesa. A pesquisa adota o método do estudo de caso e a base de dados é composta por 1.109 (um mil cento e nove) formulários de pesquisa. Com base em 13 (treze) características do terrorismo extraídas das obras de Alex Schmid, David Rapoport e Martha Crenshaw, o pesquisador investiga a percepção de ameaça terrorista no grupo amostral, obtendo como resultado os seguintes elementos: fanatismo e/ou extremismo religioso (85,57%); violência física e/ou psicológica (62,23%); intimidação, medo e incerteza (60,90%); objetivos políticos (55,37%); uso das redes sociais (53,22%); planejamento (51,79%); estratégia (50,77%); indivíduos isolados (45,04%); grupos não estatais (37,56%); propaganda (36,34%); vítimas aleatoriamente escolhidas (35,41%); clandestinidade (33,98%); ação tática (17,60%). Quanto ao programa governamental de sensibilização contra ameaça terrorista, os resultados apontam um aumento de 34,31% (trinta e quatro vírgula trinta e um por cento) no índice de percepção dos concludentes do curso, indicando a efetividade do instrumento. / The object of this research is the perception of terrorist threat in São Paulo, in the context of the Olympic Games Rio 2016. The objectives of the research were to characterize the population\'s perception of the terrorist threat and to assess the effectiveness of the government\'s program of sensitization against terrorist threats designed to improve resilience during the Olympic Games. Over the course of six months, from February to July 2016, the author joined the program team and participated in the training of 4,287 ( four thousand two hundred and eighty-seven) professionals in the tourism, public security and defense sectors. The research adopts the case study method and the database is made up of 1,109 (one thousand one hundred and nine) research forms. Based on (13) thirteen characteristics of terrorism extracted from the works of Alex Schmid, David Rapoport and Martha Crenshaw, the researcher investigates the perception of terrorist threat in the sample group, resulting in the following elements: fanaticism and / or religious extremism (85 , 57%); physical and / or psychological violence (62.23%); intimidation, fear and uncertainty (60.90%); political objectives (55.37%); use of social networks (53.22%); planning (51.79%); strategy (50.77%); isolated individuals (45.04%); non-state groups (37.56%); advertising (36.34%); randomly selected victims (35.41%); clandestinely (33.98%); tactical action (17.60%). As for the government\'s program to raise awareness against terrorist threats, the results indicate a 34.31% (thirty-four point thirty-one percent) increase in the perception of the conclusive students of the course, indicating the effectiveness of the instrument.
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Percepção de ameaça terrorista nos jogos olímpicos: um estudo de caso sobre a cidade-sede São Paulo nas Olimpíadas Rio 2016 / Perception of terrorist threat in the Olympic games: a case study on the city of São Paulo in the Rio 2016 OlympicsAlexandre Rodrigues de Sousa 28 September 2017 (has links)
Esta pesquisa tem como objeto de estudo a percepção de ameaça terrorista em São Paulo, no contexto dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Os objetivos da pesquisa foram caracterizar a percepção da população de São Paulo em relação à ameaça terrorista e dimensionar a efetividade do programa governamental de sensibilização contra ameaça terrorista concebido em proveito da segurança durante os jogos olímpicos. Ao longo de seis meses, de fevereiro a julho de 2016, o autor integrou a equipe do programa e participou da capacitação de 4.287 (quatro mil duzentos e oitenta e sete) profissionais dos setores de turismo, segurança pública e defesa. A pesquisa adota o método do estudo de caso e a base de dados é composta por 1.109 (um mil cento e nove) formulários de pesquisa. Com base em 13 (treze) características do terrorismo extraídas das obras de Alex Schmid, David Rapoport e Martha Crenshaw, o pesquisador investiga a percepção de ameaça terrorista no grupo amostral, obtendo como resultado os seguintes elementos: fanatismo e/ou extremismo religioso (85,57%); violência física e/ou psicológica (62,23%); intimidação, medo e incerteza (60,90%); objetivos políticos (55,37%); uso das redes sociais (53,22%); planejamento (51,79%); estratégia (50,77%); indivíduos isolados (45,04%); grupos não estatais (37,56%); propaganda (36,34%); vítimas aleatoriamente escolhidas (35,41%); clandestinidade (33,98%); ação tática (17,60%). Quanto ao programa governamental de sensibilização contra ameaça terrorista, os resultados apontam um aumento de 34,31% (trinta e quatro vírgula trinta e um por cento) no índice de percepção dos concludentes do curso, indicando a efetividade do instrumento. / The object of this research is the perception of terrorist threat in São Paulo, in the context of the Olympic Games Rio 2016. The objectives of the research were to characterize the population\'s perception of the terrorist threat and to assess the effectiveness of the government\'s program of sensitization against terrorist threats designed to improve resilience during the Olympic Games. Over the course of six months, from February to July 2016, the author joined the program team and participated in the training of 4,287 ( four thousand two hundred and eighty-seven) professionals in the tourism, public security and defense sectors. The research adopts the case study method and the database is made up of 1,109 (one thousand one hundred and nine) research forms. Based on (13) thirteen characteristics of terrorism extracted from the works of Alex Schmid, David Rapoport and Martha Crenshaw, the researcher investigates the perception of terrorist threat in the sample group, resulting in the following elements: fanaticism and / or religious extremism (85 , 57%); physical and / or psychological violence (62.23%); intimidation, fear and uncertainty (60.90%); political objectives (55.37%); use of social networks (53.22%); planning (51.79%); strategy (50.77%); isolated individuals (45.04%); non-state groups (37.56%); advertising (36.34%); randomly selected victims (35.41%); clandestinely (33.98%); tactical action (17.60%). As for the government\'s program to raise awareness against terrorist threats, the results indicate a 34.31% (thirty-four point thirty-one percent) increase in the perception of the conclusive students of the course, indicating the effectiveness of the instrument.
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Ciberterrorismo: Un nuevo desafío para el Derecho Internacional HumanitarioParedes Puente de la Vega, María Graciela 16 September 2021 (has links)
El ciberespacio es un escenario nuevo de confrontación con el terrorismo,
un escenario que requiere una mirada distinta por parte del Derecho
Internacional y es que, sobre la materia, surgen varias dudas, sin embargo,
la columna vertebral del presente artículo se limita a contestar solo a una:
¿Los ataques de ciberterrorismo perpetrados por el DAESH se encuentran
previstos en la definición de terrorismo y por ende, encuentran regulación
en el Derecho Internacional Humanitario? Para responderla será necesario
abordar, en primer lugar, la problemática para el consenso en la definición
de terrorismo, ya que a partir de ella y del análisis de la doctrina y
jurisprudencia se podrán desarrollar las características principales del
fénomeno con el fin de contar con una definición propia. En segundo lugar,
es menester analizar la regulación desde la perspectiva del Derecho
Internacional Humanitario, es decir, lo que se señala sobre el fenómeno
desde el Derecho de Ginebra. Finalmente, y con el panorama claro, se dara
paso al tercer punto, el que busca explicar al ciberterrorismo como una
nueva modalidad terrorista. Todo el análisis anterior sirve para apoyar una
única respuesta y es que finalmente los ataques de ciberterrorismo
perpetrados por el DAESH sí se encuentran previstos en la definición de
terrorismo, y con ello, tienen regulación desde el Derecho Internacional
Humanitario. / Cyberspace is a new scenario of confrontation with terrorism, a scenario
that requires a different perspective of International Law and is that point
several doubts arise, however, the mainstay of this article is limited to
answering only one of those question: Are the cyberterrorist attacks
perpetrated by the DAESH included in the definition of terrorism and
therefore have regulation in International Humanitarian Law? In order to
answer this question, it will be necessary to address, first of all, the problem
of reaching a consensus on the definition of terrorism, since it is on the
basis of this definition and an analysis of the doctrine and case law that the
main characteristics of the phenomenon can be developed in order to have
a definition of its own. Secondly, it is necessary to analyze the regulation
from the perspective of International Humanitarian Law, that is, what is
indicated about the phenomenon from the Law of Geneva. Finally, and with
a clear overview, we will move on to the third point, which seeks to explain
cyberterrorism as a new form of terrorism. All of the above analysis serves
to support a single response, and that is that finally the cyberterrorist
attacks perpetrated by the DAESH are included in the definition of terrorism,
and therefore are regulated by International Humanitarian Law.
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Legítima defesa ou represália? O uso da força no conflito armado de 2001 no Afeganistão / Self-defense or reprisal? the use of force in the armed conflict of 2001 in AfghanistanSaraiva, Rodrigo Motta 14 May 2009 (has links)
Esta dissertação tem por objetivo analisar as ações militares lideradas pelos EUA no Afeganistão, em 2001, como resposta aos notórios ataques terroristas de 11 de setembro daquele ano contra o WTC e o pentágono, tendo como o foco confrontar os argumentos jurídico-políticos dos EUA utilizados no sentido de qualificar suas ações militares no referido conflito armado pretensamente sob a égide da legítima defesa, com os argumentos jurídicos trazidos pelas normas, usos e costumes e doutrina do direito internacional. Na primeira parte do trabalho, são relatados, mediante a utilização da doutrina internacional, e de documentos de política externa, os fatos envolvendo o conflito armado no Afeganistão de 2001, expondo os principais acontecimentos, segundo uma ordem cronológica, abordando também as Resoluções da ONU sobre tais eventos. Também será exposta uma breve síntese contendo uma contextualização histórica e geopolítica sobre o Afeganistão. Na segunda parte do trabalho, são destacadas algumas das seqüelas produzidas por tais fatos, quais sejam: a Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, lançada em 2002, também conhecida como a \'Doutrina Bush\', com a respectiva política de ataques preventivos; e a subseqüente e polêmica invasão militar norte-americana ao Iraque em 2003, que ficou conhecida como a Segunda Guerra do Golfo. Finalmente, na terceira parte do trabalho, faz-se um enfrentamento mais direto dos argumentos utilizados pelos EUA para legitimar, sob o manto da legítima defesa individual ou coletiva, o uso da força contra o Afeganistão, expondo, para tanto, contra-argumentos lastreados no Direito Internacional vigente, contendo, em primeiro lugar, a evolução histórica da regulação do uso da força e do sistema de segurança coletiva, a imperatividade das normas internacionais que autorizam o uso da força, e suas exceções legítimas. Demonstrada a solidez dos arts. 2 (4) e 51 da Carta da ONU, e da Resolução 3314/74 da Assembléia-Geral da ONU, \"Definição de Agressão\", conclui-se pela ausência, no conflito objeto deste estudo, do elemento caracterizador da legítima defesa, o ato de agressão atribuível a um determinado Estado (o Afeganistão); da usurpação das limitações ao seu exercício: a proporcionalidade e provisoriedade da situação criada; bem como alertando-se sobre os riscos inerentes na redução dos requisitos previstos pelo artigo 51 da Carta das Nações Unidas. / This dissertation aims to analyze the actions led by the U.S. military forces in Afghanistan, in 2001, in response to the notorious terrorist attacks occurred on 11 September 2001 against the WTC and the Pentagon, mainly focusing on comparing all legal and political arguments which U.S. claim to qualify their military actions in the aforementioned armed conflict under the aegis of self-defense, with the legal arguments brought by the rules, practices and customs of international law and doctrine. In the first part of the work, by using the international doctrine, and documents of foreign policy, the facts involving the armed conflict in Afghanistan in 2001 are reported outlining the main events, according to a chronological order, and also addressing the UN Resolutions on such events. It will also be exposed on a brief contextualization of Afghanistan\'s history and geopolitical situation. In the second part of work, some of the sequels produced by such facts are highlighted, which are the following: the U.S. National Security Strategy, launched in 2002, also known as the \'Bush Doctrine\', containing its policy of preventive attacks, and also the subsequent and controversy U.S. military invasion of Iraq in 2003, which would became known as the Second Gulf War. Finally, in the third part of the work, there will be a more direct confrontation between the arguments used to legitimize the U. S. actions against Afghanistan, under the mantle of individual or collective self-defense, and therefore the counter-arguments supported by the existing international law, that will inc1ude, firstly, the historical evolution of the regulation of the use of force and the collective security system, the imperative international law that grants the legitimate exceptions for the use of force. Whereas there will be demonstrated the consistency of the artic1es 2 (4) and 51 of the UN Charter and the Resolution 3314/74 of the UN General Assembly, \"Definition of Aggression\" it is conc1uded that in this specific armed conflict, an essential element of self-defense is not present: an aggression attributable to a specific state (Afghanistan); and also are missing all the limitations required during self-defense exercise: the proportionality and the provisional character of the created situation in Afghanistan; lastly it is underlined the inherent risks of reducing the requirements established by Article 51 of the UN Charter.
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Uma análise jurídico-penal do processo de criminalização do terrorismo internacional : obstáculos dogmáticos na tipificação do fenômeno e novas perspectivas de enfrentamento / A legal-criminal analysis of the criminalization process of international terrorism : dogmatic obstacles in the typification of the phenomenon and new perspectives of confrontingMachado Júnior, Elisio Augusto de Souza 30 April 2018 (has links)
Fundação de Apoio a Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe - FAPITEC/SE / The research presents a critical approach about the dogmatic obstacles identified in cases of
international terrorism typification. Considering the assumptions of systemic validity of
criminal law, the research, through the method of review and comparative analysis of
international documents, questions the scientificity in the choice for the autonomous
criminalization of conduits to him related. The criminal law has suffered with the inflows of
the globalisation process, requiring the overcoming of old dogmas. This new dynamic has
guided the abandonment to the rigidity of a criminal science focused on the national scope,
putting the problem about terrorism in an international plan. There is, indeed, a clear need for
concepts and ways of coping so far used should undergo a thorough review. Terrorism is the
most emblematic example of this new order, where the criminal types edited, due to the own
terminological vagueness, by reason of their own terminological imprecision, disfigured a
series of elementary precepts legitimating, from the principle of legality, the valid imputation
of a conduct. The research seeks to assess whether there is legitimacy in the use of criminal
law to deal with international terrorism, analyzing if the international criminal law and
humanitarian law, isolated or in combination, would not be more appropriate ways to that
adopt a minimally harmful output to the rights and fundamental guarantees committed in the
process of criminalization. / A pesquisa apresenta uma abordagem crítica acerca dos obstáculos dogmáticos identificados
na tipificação do terrorismo internacional. Considerando os pressupostos de validade
sistêmica do direito penal, a pesquisa, por meio do método de revisão bibliográfica e análise
comparada de documentos internacionais, questiona a racionalidade na escolha pela
criminalização autônoma de condutas a ele relacionadas. O direito penal sofreu com os
influxos do processo de globalização, passando a exigir a superação de antigas estruturas e
construções clássicas. Essa nova dinâmica tem orientado o abandono à rigidez de uma ciência
penal voltada ao âmbito de aplicação nacional, colocando o problema acerca do terrorismo
num plano internacional. Há, com efeito, uma clara necessidade de que conceitos e caminhos
de enfrentamento até então utilizados devam passar por uma profunda reanálise. O terrorismo
é o exemplo mais emblemático dessa nova ordem, onde os tipos penais editados, em razão da
própria imprecisão terminológica, desfiguraram uma série de preceitos elementares que
legitimam, a partir do princípio da legalidade, a válida imputação de uma conduta. A pesquisa
busca avaliar se há validade na utilização do direito penal interno para lidar com o terrorismo
internacional, analisando se o direito penal internacional e direito humanitário, isolados ou
conjuntamente, não seriam caminhos mais adequados para que se adote uma saída
minimamente danosa aos direitos e garantias fundamentais comprometidos no processo de
criminalização. / São Cristóvão, SE
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Legítima defesa ou represália? O uso da força no conflito armado de 2001 no Afeganistão / Self-defense or reprisal? the use of force in the armed conflict of 2001 in AfghanistanRodrigo Motta Saraiva 14 May 2009 (has links)
Esta dissertação tem por objetivo analisar as ações militares lideradas pelos EUA no Afeganistão, em 2001, como resposta aos notórios ataques terroristas de 11 de setembro daquele ano contra o WTC e o pentágono, tendo como o foco confrontar os argumentos jurídico-políticos dos EUA utilizados no sentido de qualificar suas ações militares no referido conflito armado pretensamente sob a égide da legítima defesa, com os argumentos jurídicos trazidos pelas normas, usos e costumes e doutrina do direito internacional. Na primeira parte do trabalho, são relatados, mediante a utilização da doutrina internacional, e de documentos de política externa, os fatos envolvendo o conflito armado no Afeganistão de 2001, expondo os principais acontecimentos, segundo uma ordem cronológica, abordando também as Resoluções da ONU sobre tais eventos. Também será exposta uma breve síntese contendo uma contextualização histórica e geopolítica sobre o Afeganistão. Na segunda parte do trabalho, são destacadas algumas das seqüelas produzidas por tais fatos, quais sejam: a Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, lançada em 2002, também conhecida como a \'Doutrina Bush\', com a respectiva política de ataques preventivos; e a subseqüente e polêmica invasão militar norte-americana ao Iraque em 2003, que ficou conhecida como a Segunda Guerra do Golfo. Finalmente, na terceira parte do trabalho, faz-se um enfrentamento mais direto dos argumentos utilizados pelos EUA para legitimar, sob o manto da legítima defesa individual ou coletiva, o uso da força contra o Afeganistão, expondo, para tanto, contra-argumentos lastreados no Direito Internacional vigente, contendo, em primeiro lugar, a evolução histórica da regulação do uso da força e do sistema de segurança coletiva, a imperatividade das normas internacionais que autorizam o uso da força, e suas exceções legítimas. Demonstrada a solidez dos arts. 2 (4) e 51 da Carta da ONU, e da Resolução 3314/74 da Assembléia-Geral da ONU, \"Definição de Agressão\", conclui-se pela ausência, no conflito objeto deste estudo, do elemento caracterizador da legítima defesa, o ato de agressão atribuível a um determinado Estado (o Afeganistão); da usurpação das limitações ao seu exercício: a proporcionalidade e provisoriedade da situação criada; bem como alertando-se sobre os riscos inerentes na redução dos requisitos previstos pelo artigo 51 da Carta das Nações Unidas. / This dissertation aims to analyze the actions led by the U.S. military forces in Afghanistan, in 2001, in response to the notorious terrorist attacks occurred on 11 September 2001 against the WTC and the Pentagon, mainly focusing on comparing all legal and political arguments which U.S. claim to qualify their military actions in the aforementioned armed conflict under the aegis of self-defense, with the legal arguments brought by the rules, practices and customs of international law and doctrine. In the first part of the work, by using the international doctrine, and documents of foreign policy, the facts involving the armed conflict in Afghanistan in 2001 are reported outlining the main events, according to a chronological order, and also addressing the UN Resolutions on such events. It will also be exposed on a brief contextualization of Afghanistan\'s history and geopolitical situation. In the second part of work, some of the sequels produced by such facts are highlighted, which are the following: the U.S. National Security Strategy, launched in 2002, also known as the \'Bush Doctrine\', containing its policy of preventive attacks, and also the subsequent and controversy U.S. military invasion of Iraq in 2003, which would became known as the Second Gulf War. Finally, in the third part of the work, there will be a more direct confrontation between the arguments used to legitimize the U. S. actions against Afghanistan, under the mantle of individual or collective self-defense, and therefore the counter-arguments supported by the existing international law, that will inc1ude, firstly, the historical evolution of the regulation of the use of force and the collective security system, the imperative international law that grants the legitimate exceptions for the use of force. Whereas there will be demonstrated the consistency of the artic1es 2 (4) and 51 of the UN Charter and the Resolution 3314/74 of the UN General Assembly, \"Definition of Aggression\" it is conc1uded that in this specific armed conflict, an essential element of self-defense is not present: an aggression attributable to a specific state (Afghanistan); and also are missing all the limitations required during self-defense exercise: the proportionality and the provisional character of the created situation in Afghanistan; lastly it is underlined the inherent risks of reducing the requirements established by Article 51 of the UN Charter.
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