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Macroscópia do encéfalo de catetos (Pecari tajacu, Linnaeus, 1758) / Macroscopy of the encephalon of collared peccaries (Pecari tajacu, Linnaeus, 1758)Saraiva, Júlio César dos Reis 31 July 2017 (has links)
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Previous issue date: 2017-07-31 / The collared peccary (Pecari tajacu), a small-sized, omnivorous and diurnal animal, lives in groups of up to 20 animals in several areas of Brazil, the Brazilian northeast included. It is easily adapted to captive breeding and stands out in relation to cattle as an alternative protein source for human consumption, in addition to other commercial applications, posing less damage to the environment. Because there is a scarcity of studies addressing this animal, this work aimed to perform craniometry and morphometry of its cranium, as well as to describe the morphology of the encephalon and its arterial vascularization, in ventral view. We used 14 animals that died of natural causes. These had both their carotid arteries cannulated and fixation in 10% formaldehyde was then performed. From that total, ten animals were injected with latex solution, duly stained, in order to make the blood vessels evident. The skin, as well as the musculature, were rebounded. Craniometric measurements were performed. Subsequently, the encephalons were removed from the crania for measurement, dissection and description. Photographs were taken for demonstration of the structures and, after collection, the database was assembled. In the statistical analysis of the metric data, unpaired Student's t-test and Pearson’s correlation study were conducted. Thus, a significant difference was observed between the male and female collared peccaries, with regard to the Total Head Length, as well as to the face length, the cranium width, face width, and right cerebral hemisphere length, always with higher values for males. In females, the left cerebral hemisphere is wider than the right one. There was a positive correlation between the variable total head length and the right cerebral hemisphere width, in both males and females. The brain-to-body weight ratio of the collared peccaries was, on average, 0.42%. This is a gyrencephalic animal with a developed neocortex, although without evidence of sulci and gyri symmetry between the right and left cerebral hemispheres, nor between the different specimens. The arterial vascularization of the base of the encephalon is presented as a closed circuit, which is dependent on the carotid artery of the encephalon, both the antimeres, and the basilar artery, in all the analyzed specimens. The middle cerebral arteries ranged from one to three vessels, originating from the rostral branch of the cerebral carotid artery. The basilar artery results from the confluence of the vertebral arteries of both the antimeres and the ventral spinal artery. This species tends to fit into type II, of De Vriese's classification / O cateto (Pecari tajacu), animal de pequeno porte, onívoro e de hábitos diurnos, vive em grupos de até 20 animais em diversas áreas do Brasil, inclusive no nordeste brasileiro. É de fácil adaptação à criação em cativeiro e se destaca em relação ao gado como fonte alternativa de proteína na alimentação humana, além de outras aplicações comerciais, com menor dano ao meio ambiente, pois necessita de uma menor área para sua criação. Por tratar-se de um animal ainda pouco estudado, este trabalho objetivou realizar a craniometria e a morfometria de seu encéfalo, bem como descrever a morfologia encefálica e sua vascularização arterial, em vista ventral. Foram utilizados 14 animais que vieram a óbito por causas naturais. Estes tiveram ambas suas artérias carótidas canuladas e, em seguida, realizou-se a fixação em formaldeído a 10%. Deste total, dez animais foram injetados com solução de látex, devidamente corado, para evidenciação dos vasos sanguíneos. A pele foi rebatida, bem como a musculatura. Foram realizadas as medidas craniométricas. Posteriormente, os encéfalos foram retirados dos crânios para a sua medição, dissecação e descrição. Fotografias foram realizadas para demonstração das estruturas, bem como, após a coleta, montou-se o banco de dados. Na análise estatística dos dados métricos, foi realizado o Teste t de Student não-pareado e o estudo de correlação de Pearson. Dessa forma, observou-se que existe diferença significativa entre o comprimento total da cabeça dos catetos macho e fêmea, bem como no comprimento da face, largura do crânio, largura da face e comprimento do hemisfério cerebral direito, sempre com maiores valores para o macho. Nas fêmeas, o hemisfério cerebral esquerdo apresenta-se mais largo que o direito. Ficou evidenciada uma correlação positiva entre a variável comprimento total da cabeça e a largura do hemisfério cerebral direito, tanto nos machos como nas fêmeas. A relação peso do encéfalo/peso do corpo dos catetos foi, em média, de 0,42%. É um animal girencéfalo, com neocórtex desenvolvido, embora sem evidência de simetria dos sulcos e giros entre os hemisférios cerebrais direito e esquerdo, ou entre os diferentes espécimes. A vascularização arterial da base do encéfalo apresenta-se na forma de circuito fechado, sendo dependente da artéria carótida do encéfalo, de ambos os antímeros, e da artéria basilar, em todos os espécimes analisados. As artérias cerebrais médias variaram de um a três vasos, tendo origem a partir do ramo rostral da carótida do encéfalo. A artéria basilar resulta da confluência das artérias vertebrais de ambos os antímeros com a artéria espinal ventral. Esta espécie tende a enquadrar-se no tipo II, da classificação de De Vriese / 2017-11-27
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Sistematização das artérias da base do encéfalo e suas fontes de suprimento sanguíneo em coelho da raça Nova Zelândia (Oryctolagus cuniculus)Souza, Fernanda de January 2012 (has links)
Foram utilizados 30 encéfalos de coelhos Nova Zelândia (Oryctolagus cuniculus), injetados com látex, corado em vermelho, com objetivo de sistematizar as artérias da base do encéfalo e suas fontes de suprimento sanguíneo. Sistematizou-se a origem das fontes de suprimento sanguíneo para o encéfalo e as artérias (Aa) da face ventral do mesmo, tanto à direita (D) como à esquerda (E), com suas respectivas percentagens de aparecimento: o arco aórtico emitiu tronco braquiocefálico e artéria (A.) subclávia E (83,3%), ou tronco braquiocefálico, A. carótida comum E e A. subclávia E (16,7%). O tronco braquiocefálico lançou A. carótida comum D e E e A. subclávia D (83,3%), ou A. carótida comum D e A. subclávia D (16,7%). A. carótida comum dividiu-se em Aa carótidas externa e interna (96,7% D, 100% E). A. carótida interna D presente (96,7%) e ausente (3,3%), à E presente (100%). A. corióidea rostral D ramo colateral do ramo rostral da A. carótida interna D (83,3%), ramo colateral do ramo caudal da A. carótida interna D (16,7%), à E, ramo colateral do ramo rostral da A. carótida interna E (93,3%), ramo colateral do ramo caudal da A. carótida interna E (6,7%). A. cerebral média D e E ímpar (80%) e dupla (20%). A. cerebral rostral D com calibre médio (90%), calibre fino (6,7%), calibre muito fino (3,3%), à E, com calibre médio (76,7%), calibre fino (16,7%), calibre muito fino (6,7%). A. etmoidal interna ausente (73,3%), presente e ímpar (26,7%). A. cerebral caudal D, ímpar (66,7%), dupla (26,7%) e tripla (6,7%), à E, ímpar (63,3%) e dupla (36,7%). Ramos terminais das Aa. vertebrais D e E presentes (100%) formaram a A. basilar (100%). A. espinhal ventral ímpar presente (100%). A. cerebelar caudal D, ímpar (43,3%), ímpar com A. labiríntica isolada (26,7%) e dupla (30%), à E, ímpar (50%), ímpar com A. labiríntica isolada (6,7%), dupla (40%) e tripla (3,3%). A. trigeminal D e E presente (100%). A. cerebelar rostral D, ímpar (53,3%) e dupla (46,7%), à E, ímpar (63,3%) e dupla (36,7%). Observou-se que o círculo arterial cerebral do coelho foi fechado caudalmente (100%), rostralmente fechado (93,3%) e aberto (6,7%). O encéfalo foi suprido pelos sistemas vértebro-basilar e carotídeo. / It was utilized 30 brains of New Zealand rabbits (Oryctolagus cuniculus), injected with red stained latex. The arteries to the blood supply’s sources and to the ventral surface of the brain were systematized, on the right (R) and on the left (L) sides, with respective percentages of appearance: the aortic arch emitted the braquicephalic trunk and the left subclavian artery (83,3%); or the braquicephalic trunk, the left common carotid artery and the left subclavian artery (16,7%). The braquicephalic trunk emitted the right and the left commons carotids arteries and the right subclavian artery (83,3%); or the right common carotid artery and the right subclavian artery (16,7%). Commons carotid arteries divided into external and internal carotids arteries (96.7% on the R, 100% on the L.). The internal carotid artery, on the R, present (96,7%) and absent (3,3%), on the L, present (100%).The rostral corioidea artery, on the R, collateral branch of rostral branch of the internal carotid artery (83,3%), collateral branch of caudal branch of the internal carotid artey (16,7%), on the L, , collateral branch of rostral branch of the internal carotid artery (93,3%), collateral branch of caudal branch of the internal carotid artey (6,7%).The middle cerebral artery, on the R and on the L, single (80%) and double (20%).The rostral cerebral artery, on the R, with middle caliber (90%), thin caliber (6,7%) and much thin caliber (3,3%), on the L, with middle caliber (76,7%), thin caliber (16,7%) and much thin caliber (6,7%).The internal ethmoidal artery single, absent (73,3%), present and single (26,7%). The caudal cerebral artery, on the R, single (66,7%), double (26,7%) and triple (6,7%), on the L, single (63,3%) and double (36,,7%). The terminal branches of the right and the left vertebral arteries present (100%) were forming the basilar artery (100%). The ventral spinal artery present (100%).The caudal cerebellar artery, on the R, single (43,3%), single with labirintic artery isolated (26,7%) and double (30%), on the L, single (50%), single with labirintic artery isolated (6,7%), double (40%) and triple (3,3%).The trigeminal artery, on the R and on the L, present (100%).The rostral cerebellar artery, on the R, single (53,3%) and double (46,7%), on the L, single (63,3%) and double (36,7%). The rabbit’s cerebral arterial circle was closed caudally (100%) and it was rostrally closed (93,3%) or open (6,7%). The brain was supplied by vertebral-basilar and carotid systems.
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Sistematização das artérias da base do encéfalo, distribuição e territórios das artérias cerebrais rostral, média e caudal e da artéria mesencefálica na superfície do encéfalo em jacaré do papo-amarelo (Cayman latirostris)Almeida, Lygia Maria de January 2010 (has links)
Foram utilizados 30 encéfalos de jacaré do papo-amarelo (Cayman latirostris), injetados com látex, corado em vermelho, com objetivo de sistematizar e descrever a distribuição e territórios das artérias carótidas internas e suas principais ramificações na superfície do encéfalo. As artérias carótidas internas apresentaram uma anastomose intercarótica e a artéria oftálmica interna. Na altura da hipófise estas se dividiram num ramo rostral e num curto ramo caudal, que continuou naturalmente como artéria cerebral caudal. O ramo rostral formou a rede da artéria cerebral média, a artéria cerebral rostral e a artéria comunicante rostral. A artéria cerebral caudal antes de penetrar na fissura transversa do cérebro emitiu o Iº ramo central, e em seu interior originou a artéria diencefálica, o IIº ramo central, ramos hemisféricos occipitais e a artéria pineal. Ao abandonar a fissura, a artéria cerebral caudal, curvou-se caudodorsalmente, emergindo no pólo occipital do hemisfério cerebral, projetou-se rostralmente, sagital a fissura longitudinal do cérebro como artéria interhemisférica. Esta lançou ramos hemisféricos convexos e hemisféricos mediais para as respectivas faces dos hemisférios cerebrais, e anastomosou-se com sua homóloga contralateral formando a artéria etmoidal comum, que se dividiu nas artérias etmoidais: direita e esquerda, as quais progrediram para as cavidades nasais, vascularizando-as. O curto ramo caudal emitiu sua porção de médio calibre, que lançou as artérias mesencefálica e cerebelar ventral rostral. Esta porção do ramo caudal anastomosou-se com seu homólogo contralateral formando a artéria basilar. A artéria basilar acompanhou a fissura mediana ventral da medula oblonga, e lançou as artérias cerebelares ventrais caudais e espinhais dorsais, e abandonou a cavidade craniana como artéria espinhal ventral. A artéria mesencefálica formou as artérias tectais, cerebelar dorsal rostral e cerebelar dorsal caudal. A artéria espinhal dorsal originou a artéria trigeminal. O círculo arterial cerebral apresentou-se fechado tanto rostral como caudalmente e o suprimento sanguíneo cerebral foi feito exclusivamente pelo sistema carótico. / It was utilized 30 brains of broad- snouted Cayman (Cayman latirostris), injected with red stained latex, aiming to systematize and describe the distribution and territories of the internal carotid arteries and their main branches on the surface of the brain. The internal carotid arteries showed an anastomosis intercarótica and internal ophthalmic artery. At the level of the hypophysis divided into a rostral branch and a short caudal branch, which continued naturally as caudal cerebral artery. The rostral branch formed a middle cerebral artery network, the rostral cerebral artery and the rostral communicating artery. The caudal cerebral artery before entering the cerebral transverse fissure gave of the Iº central branch and inside emitted the diencephalic artery, the IIº central branch, occipital hemispheric branches and the pineal artery. After leaving the cerebral transverse fissure, the caudal cerebral artery curved caudodorsalwards, emerging at the occipital pole of the cerebral hemisphere and projected rostrally sagittal to the cerebral longitudinal fissure, as interhemispheric artery. This gave off convex hemispheric branches and medial hemispheric branches of the same, and anastomosed with its contralateral homologous to form the common ethmoidal artery, which divided into the ethmoidal arteries: right and left, which progressed to the nasal cavities, vascularizing them. The short caudal branch gave off his portion of medium caliber, which originated the mesencephalic and ventral rostral cerebellar arteries. This portion of the caudal branch anastomosed with its contralateral homologous to form the basilar artery. The basilar artery accompanied the ventral median fissure of medulla oblongata, and emitted the ventral caudal cerebellar artery and dorsal spinal artery, and abandoned the cranial cavity as ventral spinal artery. The mesencephalic artery formed: the tectal, dorsal rostral cerebellar and dorsal caudal cerebellar arteries. The dorsal spinal artery originated a trigeminal artery. The cerebral arterial circle was rostral and caudally closed with cerebral blood supply provided, exclusively, by the carotid system.
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Sistematização, distribuição e territórios das artérias cerebrais rostral, média e caudal na superfície do encéfalo em nutria (Myocastor coypus)Goltz, Laura Ver January 2017 (has links)
Foram utilizados 30 encéfalos de nutria (Myocastor coypus), injetados com látex, corado em vermelho, com objetivo de sistematizar e descrever a distribuição e territórios das artérias cerebrais rostral, média e caudal e suas ramificações na superfície dos hemisférios cerebrais e no tronco encefálico. A artéria carótida interna apresentou-se atrofiada, sendo o encéfalo vascularizado exclusivamente pelo sistema vértebro-basilar. A artéria vertebral penetrou pelo forame magno, e seus antímeros anastomosaram-se formando uma calibrosa artéria basilar. A artéria basilar, de grande calibre, alcançou o sulco rostral da ponte, dividiu-se em dois ramos terminais, em uma divergência de aproximadamente 90°, e lançou as artérias cerebelar rostral, cerebral caudal, hipofisária, corióidea rostral e ramos centrais para o lobo piriforme. Após, os ramos terminais da artéria basilar projetaram-se rostro-lateralmente até a altura da origem aparente do nervo oculomotor (III par craniano), e curvaram-se alcançando o trato óptico, lançando a artéria cerebral média e a artéria cerebral rostral, seu ramo terminal. A artéria cerebelar rostralemitiu um ramo tectal mesencefálico caudal, para a face caudal do colículo caudal. A artéria cerebral caudal, normalmente única, de grosso calibre, projetava-se látero-dorsalmente para o interior da fissura transversa do cérebro, lançando as artérias tectal mesencefálica rostral (componente proximal) e inter-hemisférica caudal. A artéria tectal mesencefálica rostral vascularizou a maior parte do tecto mesencefálico, e os ramos terminais das artérias tectais mesencefálicas, rostral e caudal, formaram uma rede anastomótica sobre a superfície dos colículos rostrais e caudais. A artéria inter-hemisférica caudal lançou ramos centrais, artérias corióidea caudal (esta anastomosava-se com a artéria corióidea rostral, vascularizando o diencéfalo e o hipocampo), hemisféricas occipitais (para o pólo occipital do hemisfério cerebral), ramos tectais mesencefálicos rostrais (componentes distais), e então contornava o esplênio do corpo caloso anastomosando-se “em ósculo” com a artéria inter-hemisférica rostral. A artéria cerebral média, de grande calibre, projetava-se pelo interior da fossa lateral do cérebro, lançando ramos centrais caudais e rostrais para o páleo-palio da região. Ela ultrapassou o sulco rinal lateral, formando um a dois eixos principais para a face convexa do hemisfério cerebral, originando ramos hemisféricos convexos caudais e rostrais, e suas ramificações terminais anastomosavam-se “em ósculo” no lobo parietal com os ramos das artérias hemisféricas mediais rostrais, ramo da artéria cerebral rostral. A artéria cerebral rostral, de grosso calibre, projetou-se rostro-medialmente, na altura do quiasma óptico, emitindo um ramo medial, para a fissura longitudinal do cérebro. Seu eixo principal projetava-se rostralmente, acompanhando a fissura longitudinal do cérebro, até o bulbo olfatório, continuando-se para a cavidade nasal como artéria etmoidal interna. Esta emitiu ramos centrais, hemisférico medial e artérias lateral e medial do bulbo olfatório. O ramo medial anastomosava-se com seu homólogo contralateral, quando presente, fechando o círculo arterial cerebral rostralmente, formando uma artéria comunicante rostral, mediana ímpar. Esta se bifurcou nas artérias inter-hemisféricas rostrais, que vascularizavam toda face medial dos hemisférios cerebrais, até o esplênio do corpo caloso, emitindo as artérias hemisférica rostral e hemisférica medial rostral, sendo que os ramos terminais desta alcançavam a face convexa, anastomosando-se com os ramos terminais da artéria cerebral média. / Thirty nutria brains were used (Myocastor coypus), injected with latex and stained in red, in order to systematize and describe the distribution and the territories of the rostral, middle and caudal cerebral arteries and their ramifications in the surface of cerebral hemispheres and in the brain stem in nutria. The internal carotid artery was atrophied, being the encephalic vascularized exclusively by the vertebro-basilar system. The vertebral artery penetrated the magnum foramen, and their antimeres anastomosed to form a calibrous basilar artery. The basilar artery, of great caliber, reached the rostral sulcus of the pons, divided into two terminal branches, at a divergence of approximately 90°, and launched the rostral cerebellar, caudal cerebral, hypophyseal, rostral choroid arteries and central branches to the piriform lobe. Afterwards, the terminal branches of the basilar artery were projected rostrolaterally up to the apparent origin of the oculomotor nerve (III cranial nerve), and bent over reaching the optic tract, launching the middle cerebral artery and the rostral cerebral artery, its terminal branch. The rostral cerebellar artery emitted a caudal tectal mesencephalic branch, to the caudal surface of the caudal colliculus. The caudal cerebral artery, usually unique, of large caliber, projected laterally into the transverse fissure of the brain, launching the rostral tectal mesencephalic (proximal component) and caudal inter-hemispheric arteries. The rostral tectal mesencephalic artery vascularized most of the mesencephalic roof, and the terminal branches of the tectal mesencephalic arteries, rostral and caudal, formed an anastomotic network on the surface of rostral and caudal colliculus. The caudal inter-hemispheric artery emitted central branches, caudal choroid (this anastomosis with the rostral choroidal artery, vascularizing of the diencephalon and hippocampus), occipital hemispheres artery (to the occipital pole of the cerebral hemisphere), rostrais tectral mesencephalic branches (distal components), and then bypassed the splenius of the corpus callosum anastomosing "in osculum" with the rostral inter-hemispheric artery. The medium cerebral artery, of great caliber, projected through the interior of the cerebral lateral fossa, Releasing caudal and rostrais central branches to the paleopallio region. It crossed the lateral rinal groove, forming one to two main axes to the convex surface of the cerebral hemisphere, originating caudal and rostral convex hemispheric branches, and its terminal branches anastomosed "in osculum" in the parietal lobe with the branches of the mediais rostrais hemispherics arteries, branch of the rostral cerebral artery. The rostral cerebral artery, of large caliber, projected rostro-medially, at the level of optic chiasm, emitting a medial branch, for the cerebral longitudinal fissure. Its main axis was projected rostrally, accompanying the cerebral longitudinal fissure, until the olfactory bulb, continuing to the nasal cavity as internal ethmoidal artery. It emitted central branches, medial hemispheric and lateral and medial of the olfactory bulb arteries. The medial branch was anastomosed with its contralateral homologous, when present, closing the cerebral arterial circle rostrally, forming a rostral communicating artery, unique median. This bifurcated in the inter-hemispheric rostrais arteries, which vascularized the entire medial face of the cerebral hemispheres, until the splenius of the corpus callosum, emitting the rostral hemispherical and hemispherical medial rostral arteries, being that the terminal branches of this reached the convex surface, anastomosing with the terminal branches of the middle cerebral artery.
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Sistematização das artérias da base do encéfalo, distribuição e territórios das artérias cerebrais rostral, média e caudal e da artéria mesencefálica na superfície do encéfalo em jacaré do papo-amarelo (Cayman latirostris)Almeida, Lygia Maria de January 2010 (has links)
Foram utilizados 30 encéfalos de jacaré do papo-amarelo (Cayman latirostris), injetados com látex, corado em vermelho, com objetivo de sistematizar e descrever a distribuição e territórios das artérias carótidas internas e suas principais ramificações na superfície do encéfalo. As artérias carótidas internas apresentaram uma anastomose intercarótica e a artéria oftálmica interna. Na altura da hipófise estas se dividiram num ramo rostral e num curto ramo caudal, que continuou naturalmente como artéria cerebral caudal. O ramo rostral formou a rede da artéria cerebral média, a artéria cerebral rostral e a artéria comunicante rostral. A artéria cerebral caudal antes de penetrar na fissura transversa do cérebro emitiu o Iº ramo central, e em seu interior originou a artéria diencefálica, o IIº ramo central, ramos hemisféricos occipitais e a artéria pineal. Ao abandonar a fissura, a artéria cerebral caudal, curvou-se caudodorsalmente, emergindo no pólo occipital do hemisfério cerebral, projetou-se rostralmente, sagital a fissura longitudinal do cérebro como artéria interhemisférica. Esta lançou ramos hemisféricos convexos e hemisféricos mediais para as respectivas faces dos hemisférios cerebrais, e anastomosou-se com sua homóloga contralateral formando a artéria etmoidal comum, que se dividiu nas artérias etmoidais: direita e esquerda, as quais progrediram para as cavidades nasais, vascularizando-as. O curto ramo caudal emitiu sua porção de médio calibre, que lançou as artérias mesencefálica e cerebelar ventral rostral. Esta porção do ramo caudal anastomosou-se com seu homólogo contralateral formando a artéria basilar. A artéria basilar acompanhou a fissura mediana ventral da medula oblonga, e lançou as artérias cerebelares ventrais caudais e espinhais dorsais, e abandonou a cavidade craniana como artéria espinhal ventral. A artéria mesencefálica formou as artérias tectais, cerebelar dorsal rostral e cerebelar dorsal caudal. A artéria espinhal dorsal originou a artéria trigeminal. O círculo arterial cerebral apresentou-se fechado tanto rostral como caudalmente e o suprimento sanguíneo cerebral foi feito exclusivamente pelo sistema carótico. / It was utilized 30 brains of broad- snouted Cayman (Cayman latirostris), injected with red stained latex, aiming to systematize and describe the distribution and territories of the internal carotid arteries and their main branches on the surface of the brain. The internal carotid arteries showed an anastomosis intercarótica and internal ophthalmic artery. At the level of the hypophysis divided into a rostral branch and a short caudal branch, which continued naturally as caudal cerebral artery. The rostral branch formed a middle cerebral artery network, the rostral cerebral artery and the rostral communicating artery. The caudal cerebral artery before entering the cerebral transverse fissure gave of the Iº central branch and inside emitted the diencephalic artery, the IIº central branch, occipital hemispheric branches and the pineal artery. After leaving the cerebral transverse fissure, the caudal cerebral artery curved caudodorsalwards, emerging at the occipital pole of the cerebral hemisphere and projected rostrally sagittal to the cerebral longitudinal fissure, as interhemispheric artery. This gave off convex hemispheric branches and medial hemispheric branches of the same, and anastomosed with its contralateral homologous to form the common ethmoidal artery, which divided into the ethmoidal arteries: right and left, which progressed to the nasal cavities, vascularizing them. The short caudal branch gave off his portion of medium caliber, which originated the mesencephalic and ventral rostral cerebellar arteries. This portion of the caudal branch anastomosed with its contralateral homologous to form the basilar artery. The basilar artery accompanied the ventral median fissure of medulla oblongata, and emitted the ventral caudal cerebellar artery and dorsal spinal artery, and abandoned the cranial cavity as ventral spinal artery. The mesencephalic artery formed: the tectal, dorsal rostral cerebellar and dorsal caudal cerebellar arteries. The dorsal spinal artery originated a trigeminal artery. The cerebral arterial circle was rostral and caudally closed with cerebral blood supply provided, exclusively, by the carotid system.
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Sistematização das artérias da base do encéfalo e suas fontes de suprimento sanguíneo em coelho da raça Nova Zelândia (Oryctolagus cuniculus)Souza, Fernanda de January 2012 (has links)
Foram utilizados 30 encéfalos de coelhos Nova Zelândia (Oryctolagus cuniculus), injetados com látex, corado em vermelho, com objetivo de sistematizar as artérias da base do encéfalo e suas fontes de suprimento sanguíneo. Sistematizou-se a origem das fontes de suprimento sanguíneo para o encéfalo e as artérias (Aa) da face ventral do mesmo, tanto à direita (D) como à esquerda (E), com suas respectivas percentagens de aparecimento: o arco aórtico emitiu tronco braquiocefálico e artéria (A.) subclávia E (83,3%), ou tronco braquiocefálico, A. carótida comum E e A. subclávia E (16,7%). O tronco braquiocefálico lançou A. carótida comum D e E e A. subclávia D (83,3%), ou A. carótida comum D e A. subclávia D (16,7%). A. carótida comum dividiu-se em Aa carótidas externa e interna (96,7% D, 100% E). A. carótida interna D presente (96,7%) e ausente (3,3%), à E presente (100%). A. corióidea rostral D ramo colateral do ramo rostral da A. carótida interna D (83,3%), ramo colateral do ramo caudal da A. carótida interna D (16,7%), à E, ramo colateral do ramo rostral da A. carótida interna E (93,3%), ramo colateral do ramo caudal da A. carótida interna E (6,7%). A. cerebral média D e E ímpar (80%) e dupla (20%). A. cerebral rostral D com calibre médio (90%), calibre fino (6,7%), calibre muito fino (3,3%), à E, com calibre médio (76,7%), calibre fino (16,7%), calibre muito fino (6,7%). A. etmoidal interna ausente (73,3%), presente e ímpar (26,7%). A. cerebral caudal D, ímpar (66,7%), dupla (26,7%) e tripla (6,7%), à E, ímpar (63,3%) e dupla (36,7%). Ramos terminais das Aa. vertebrais D e E presentes (100%) formaram a A. basilar (100%). A. espinhal ventral ímpar presente (100%). A. cerebelar caudal D, ímpar (43,3%), ímpar com A. labiríntica isolada (26,7%) e dupla (30%), à E, ímpar (50%), ímpar com A. labiríntica isolada (6,7%), dupla (40%) e tripla (3,3%). A. trigeminal D e E presente (100%). A. cerebelar rostral D, ímpar (53,3%) e dupla (46,7%), à E, ímpar (63,3%) e dupla (36,7%). Observou-se que o círculo arterial cerebral do coelho foi fechado caudalmente (100%), rostralmente fechado (93,3%) e aberto (6,7%). O encéfalo foi suprido pelos sistemas vértebro-basilar e carotídeo. / It was utilized 30 brains of New Zealand rabbits (Oryctolagus cuniculus), injected with red stained latex. The arteries to the blood supply’s sources and to the ventral surface of the brain were systematized, on the right (R) and on the left (L) sides, with respective percentages of appearance: the aortic arch emitted the braquicephalic trunk and the left subclavian artery (83,3%); or the braquicephalic trunk, the left common carotid artery and the left subclavian artery (16,7%). The braquicephalic trunk emitted the right and the left commons carotids arteries and the right subclavian artery (83,3%); or the right common carotid artery and the right subclavian artery (16,7%). Commons carotid arteries divided into external and internal carotids arteries (96.7% on the R, 100% on the L.). The internal carotid artery, on the R, present (96,7%) and absent (3,3%), on the L, present (100%).The rostral corioidea artery, on the R, collateral branch of rostral branch of the internal carotid artery (83,3%), collateral branch of caudal branch of the internal carotid artey (16,7%), on the L, , collateral branch of rostral branch of the internal carotid artery (93,3%), collateral branch of caudal branch of the internal carotid artey (6,7%).The middle cerebral artery, on the R and on the L, single (80%) and double (20%).The rostral cerebral artery, on the R, with middle caliber (90%), thin caliber (6,7%) and much thin caliber (3,3%), on the L, with middle caliber (76,7%), thin caliber (16,7%) and much thin caliber (6,7%).The internal ethmoidal artery single, absent (73,3%), present and single (26,7%). The caudal cerebral artery, on the R, single (66,7%), double (26,7%) and triple (6,7%), on the L, single (63,3%) and double (36,,7%). The terminal branches of the right and the left vertebral arteries present (100%) were forming the basilar artery (100%). The ventral spinal artery present (100%).The caudal cerebellar artery, on the R, single (43,3%), single with labirintic artery isolated (26,7%) and double (30%), on the L, single (50%), single with labirintic artery isolated (6,7%), double (40%) and triple (3,3%).The trigeminal artery, on the R and on the L, present (100%).The rostral cerebellar artery, on the R, single (53,3%) and double (46,7%), on the L, single (63,3%) and double (36,7%). The rabbit’s cerebral arterial circle was closed caudally (100%) and it was rostrally closed (93,3%) or open (6,7%). The brain was supplied by vertebral-basilar and carotid systems.
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Morphological and ontogenetic studies with inflorescences and flowers of Lepidagathis Willd. (Acanthaceae) / Estudos morfológicos e ontogenéticos com inflorescências e flores de Lepidagathis Willd. (Acanthaceae)Yasmin Vidal Hirao 31 August 2015 (has links)
The phylogeny of Acanthaceae, chiefly based on molecular data, confirms the monophyly of the family, however, a morphological synapomorphy to characterize it is still unknown. Apart from being well represented in our flora, the identification of its species is quite difficult due to taxonomic problems and lack of morphological studies. The family presents many morphological instabilities within genera, for example with the pattern of inflorescences. Lepidagathis Willd. serves as an example, presenting three types of inflorescence and divergent floral morphologies that have challenged its systematics. Therefore, exploring the morphology, anatomy, vascularization and development of the inflorescence and flowers, it was possible to find homologies between the studied species and speculate around its evolution. The patterns of the inflorescence were discovered to be enriched or depleted forms of the same architecture. On some species, there were more or less reproductive meristems on the axil of bracts, and therefore, more or less possibilities of developing flowers or partial inflorescences. The available phylogeny for the group suggests an equal probability of gain or loss of such reproductive meristems on the inflorescences. The development of the floral whorls on the studied species was the same, despite their different external morphology. Nevertheless, the vascularization of the flowers revealed important aspects of the floral evolution of the genus, showing that the anatomy may retain ancestral characteristics that relate the species. Thus, the display and volume of flowers of each inflorescence, and the size and arrangement of the flowers are more likely related to the pollination syndromes of each species. The results corroborate the current circumscription of Lepidagathis and encourages further investigations with Acanthaceae species that may lead to interesting discoveries on homologies and assist the phylogenetic studies with the family / A filogenia de Acanthaceae, sobretudo baseada em dados moleculares, confirma a monofilia da família, no entanto, ainda não se conhece uma sinapomorfia morfológica que a caracterize. Apesar de estar bem representada em nossa flora, a identificação de suas espécies é dificultada por problemas taxonômicos e pela falta de estudos morfológicos. A família apresenta muitas inconstâncias morfológicas dentro dos gêneros, por exemplo no padrão de inflorescências. Lepidagathis Willd. serve como exemplo, apresentando três tipos de inflorescências e morfologias florais divergentes que tem dificultado sua sistemática. Assim, explorando a morfologia, anatomia, vascularização e desenvolvimento das inflorescências e flores, foi possível encontrar homologias entre as espécies estudadas a especular sobre sua evolução. Descobriu-se que os padrões das inflorescências são formas enriquecidas ou escassas da mesma arquitetura. Em algumas espécies, existem mais ou menos meristemas reprodutivos nas axilas das brácteas e, portanto, mais ou menos possibilidades de desenvolvimento de flores e inflorescências parciais. A filogenia disponível para o grupo sugere que há uma probabilidade igual de ganho ou perda dos meristemas reprodutivos nas inflorescências. O desenvolvimento dos verticilos florais nas espécies estudadas é igual, apesar das diferenças na morfologia externa. No entanto, a vascularização revelou aspectos importantes sobre a evolução floral no gênero, mostrando que a anatomia pode reter características ancestrais que relacionam as espécies. Portanto, a disposição e o volume de flores por inflorescência e o tamanho e arranjo das flores tem mais chances de estarem relacionadas com a síndrome de polinização de cada espécie. Os resultados corroboram a circunscrição atual de Lepidagathis e encorajam mais investigações com as espécies de Acanthaceae que possam levar a descobertas importantes sobre homologias e ajudar nos estudos filogenéticos com a família
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Aspectos comparativos entre os tipos de irrigação ventricular e do nó sinoatrial em coração de gato / Comparative aspects among the irrigation types of both ventricular and sinoatrial node in catsCaio Biasi Mauro 18 December 2009 (has links)
Utilizou-se 30 corações de gatos sem raça definida, machos e fêmeas, adultos de idades variadas que não portavam nenhuma afecção cardíaca. Os corações foram injetados pela aorta torácica com Neoprene Latex 450, corados com pigmento vermelho. Verificou-se quando do predomínio da vascularização ventricular do tipo esquerda (63,34%) que a região irrigada pelo nó sinoatrial fica predominantemente na dependência do ramo proximal atrial direito (78,9%) ou com menor freqüência pelo ramo proximal atrial esquerdo (21,1%). Quando ocorreu a vascularização ventricular do tipo equilibrada (33,34%), a região ocupada pelo nó sinoatrial ficou na dependência mais frequentemente do ramo proximal atrial direito (80%), ou com menor freqüência a nutrição do nó se deu pelo ramo proximal atrial esquerdo (20%). Em um caso isolado, onde ocorreu a vascularização ventricular do tipo direita (3,34%), a nutrição da área ocupada pelo nó sinoatrial, ficou na dependência exclusiva do ramo intermédio atrial direito. Estes resultados indicam que nesta espécie não existe nenhuma relação entre a irrigação do nó sinoatrial e o tipo de vascularização ventricular. / We analyzed 30 hearts of cats without pedigree, males and females, adults of several ages. They were not carrying any heart problems. The hearts were injected by the thoracic aorta with Neoprene Latex 450 and stained with red pigment. We analyzed the prevalence of ventricular vascularization of the left type (63.34%) the irrigated region by the sinoatrial node was predominantly in the dependency of the Ramus proximalis atrii dextri (78.9%) or with less frequency by Ramus proximalis atrii sinister (21.1%). When occurred the ventricular vascularization of the type balanced (33.34%), the region occupied by the sinoatrial node was in the responsibility more often of the Ramus proximalis atrii dextri (80%) or with less frequency the nutrition of the sinoatrial node occurred by Ramus proximalis atril sinister (20%). In a singlecase, where we observed the ventricular vascularization of the right type (3.34%), the nutrition of the area occupied by the sinoatrial node, was the exclusive dependence of the Ramus intermedius atril dextri. These results showed that this specie there are no relationship between both the sinoatrial node irrigation and the type of ventricular vascularization, therefore, the nutrition of the sinoatrial node does not depend on the type of the ventricles vascularization.
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Modelo de acidente vascular encefálico em coelho para o uso de terapia celular / Model of stroke in rabbits for the use of stem cell therapyJuliana Barbosa Casals 08 July 2011 (has links)
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a segunda causa de morte mundial, anualmente mais de 20 milhões de indivíduos são acometidos por esta patologia, 5 milhões destes vão a óbito. No Brasil, é a principal causa de morte. Pesquisas demonstram que é crescente o uso de inúmeros modelos animais validos em pesquisas que buscam terapias funcionais para os Acidentes Vasculares. Numerosas espécies são usadas, ratos, coelhos, caninos, suínos, ovelhas e espécies de primatas. Um grande número de estudos tem sido realizado com células-tronco de diferentes fontes em diferentes modelos animais de lesão medular, e tentativas terapêuticas até mesmo em humanos, apresentando resultados promissores. As células-tronco ideais para a realização de transplantes devem ser imunologicamente inertes, provenientes de fontes de fácil acesso, possuir rápida expansibilidade em cultivo, apresentar capacidade de sobrevivência em longo prazo e de integração no sítio hospedeiro além de serem propícias a transfecção e expressão de genes exógenos. Os objetivos desta pesquisa são o de estabelecer um modelo de AVE em coelhos (Oryctolagus cuniculus) para o uso da terapia com células-tronco e avaliar através de Fluroscopia, avaliação comportamental, parâmetros clínicos e exame histopatológico a lesão induzida. Desta forma realizamos o delineamento experimental, a indução do acidente vascular encefálico em coelhos, o cultivo das células-troco do epitélio olfatório de cães e de coelhos, a transdução com retrovírus, a análise da expressão dos genes exógenos, a preparação de células-tronco transduzidas para transplante nos animais, a Fluroscopia, a avaliação comportamental, a avaliação macroscópica e a histológica. Desta forma o modelo experimental foi validado e comprovada a ação celular no tecido lesado via implante das células no tecido, pós-lesado, comprovado clinicamente pelos nossos resultados. Ainda podemos ressaltar que a ausência de trabalhos utilizando marcadores para o rastreamento de células-tronco após o transplante em lesões vasculares encefálicas, aliado a possibilidade de utilização desta terapêutica celular em animais com lesão vascular encefálica proveniente de traumas e diversas patologias na clínica veterinária são fatos que justificam essa pesquisa, desta forma devemos ressaltar a importância de pesquisas com terapia celular sempre visando inserções diretas e indiretas desta biotecnologia à medicina veterinária e humana. / Stroke is the second cause of death worldwide, each year more than 20 million individuals are affected by this disease, 5 million of these die. In Brazil, this is the leading cause of death. Polls show the use of numerous animal models valid in research seeking treatments for stroke functional is increasing. Numerous species are used, rats, rabbits, dogs, pigs, sheep and species of primates. A large number of studies have been done with stem cells from different sources in different animal models of spinal cord injury, and even therapeutic trials in humans, showing promising results. The ideal stem cells for the performance of transplants should be immunologically inert, from sources of easy access, have rapid expansion in culture, ability to provide long-term survival and integration in the host site as well as being suitable for transfection and expression of exogenous genes. The objectives of this research is to establish a model of stroke in rabbits (Oryctolagus cuniculus) to the use of therapy with stem cells and measure the induced lesion and its consequences by fluoroscopic, behavioral assessment, clinical parameters and histological examination. We designed the experiment, the induction of stroke in rabbits, the cell culture of the olfactory epithelium of dogs and rabbits, transduction with retroviruses, the analysis of exogenous gene expression, the preparation of transducted stem cells for transplantation in animals, fluoroscopic, the behavioral assessment, macroscopic evaluation and histology. Thus, the experimental model was validated and the cell implantation in damaged tissue was confirmed. We emphasize that the lack of studies using markers for the tracking of stem cells after transplantation into brain vascular lesions, the possibility of combined use of cell therapy in animals with vascular brain injury from trauma and various diseases in veterinary clinics are facts that justify such a search. So we must reinforce the importance of research on cell therapy to direct and indirect insertions of this biotechnology in human and veterinary medicine.
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Sistematização das artérias da base do encéfalo e suas fontes de suprimento sanguíneo em coelho da raça Nova Zelândia (Oryctolagus cuniculus)Souza, Fernanda de January 2012 (has links)
Foram utilizados 30 encéfalos de coelhos Nova Zelândia (Oryctolagus cuniculus), injetados com látex, corado em vermelho, com objetivo de sistematizar as artérias da base do encéfalo e suas fontes de suprimento sanguíneo. Sistematizou-se a origem das fontes de suprimento sanguíneo para o encéfalo e as artérias (Aa) da face ventral do mesmo, tanto à direita (D) como à esquerda (E), com suas respectivas percentagens de aparecimento: o arco aórtico emitiu tronco braquiocefálico e artéria (A.) subclávia E (83,3%), ou tronco braquiocefálico, A. carótida comum E e A. subclávia E (16,7%). O tronco braquiocefálico lançou A. carótida comum D e E e A. subclávia D (83,3%), ou A. carótida comum D e A. subclávia D (16,7%). A. carótida comum dividiu-se em Aa carótidas externa e interna (96,7% D, 100% E). A. carótida interna D presente (96,7%) e ausente (3,3%), à E presente (100%). A. corióidea rostral D ramo colateral do ramo rostral da A. carótida interna D (83,3%), ramo colateral do ramo caudal da A. carótida interna D (16,7%), à E, ramo colateral do ramo rostral da A. carótida interna E (93,3%), ramo colateral do ramo caudal da A. carótida interna E (6,7%). A. cerebral média D e E ímpar (80%) e dupla (20%). A. cerebral rostral D com calibre médio (90%), calibre fino (6,7%), calibre muito fino (3,3%), à E, com calibre médio (76,7%), calibre fino (16,7%), calibre muito fino (6,7%). A. etmoidal interna ausente (73,3%), presente e ímpar (26,7%). A. cerebral caudal D, ímpar (66,7%), dupla (26,7%) e tripla (6,7%), à E, ímpar (63,3%) e dupla (36,7%). Ramos terminais das Aa. vertebrais D e E presentes (100%) formaram a A. basilar (100%). A. espinhal ventral ímpar presente (100%). A. cerebelar caudal D, ímpar (43,3%), ímpar com A. labiríntica isolada (26,7%) e dupla (30%), à E, ímpar (50%), ímpar com A. labiríntica isolada (6,7%), dupla (40%) e tripla (3,3%). A. trigeminal D e E presente (100%). A. cerebelar rostral D, ímpar (53,3%) e dupla (46,7%), à E, ímpar (63,3%) e dupla (36,7%). Observou-se que o círculo arterial cerebral do coelho foi fechado caudalmente (100%), rostralmente fechado (93,3%) e aberto (6,7%). O encéfalo foi suprido pelos sistemas vértebro-basilar e carotídeo. / It was utilized 30 brains of New Zealand rabbits (Oryctolagus cuniculus), injected with red stained latex. The arteries to the blood supply’s sources and to the ventral surface of the brain were systematized, on the right (R) and on the left (L) sides, with respective percentages of appearance: the aortic arch emitted the braquicephalic trunk and the left subclavian artery (83,3%); or the braquicephalic trunk, the left common carotid artery and the left subclavian artery (16,7%). The braquicephalic trunk emitted the right and the left commons carotids arteries and the right subclavian artery (83,3%); or the right common carotid artery and the right subclavian artery (16,7%). Commons carotid arteries divided into external and internal carotids arteries (96.7% on the R, 100% on the L.). The internal carotid artery, on the R, present (96,7%) and absent (3,3%), on the L, present (100%).The rostral corioidea artery, on the R, collateral branch of rostral branch of the internal carotid artery (83,3%), collateral branch of caudal branch of the internal carotid artey (16,7%), on the L, , collateral branch of rostral branch of the internal carotid artery (93,3%), collateral branch of caudal branch of the internal carotid artey (6,7%).The middle cerebral artery, on the R and on the L, single (80%) and double (20%).The rostral cerebral artery, on the R, with middle caliber (90%), thin caliber (6,7%) and much thin caliber (3,3%), on the L, with middle caliber (76,7%), thin caliber (16,7%) and much thin caliber (6,7%).The internal ethmoidal artery single, absent (73,3%), present and single (26,7%). The caudal cerebral artery, on the R, single (66,7%), double (26,7%) and triple (6,7%), on the L, single (63,3%) and double (36,,7%). The terminal branches of the right and the left vertebral arteries present (100%) were forming the basilar artery (100%). The ventral spinal artery present (100%).The caudal cerebellar artery, on the R, single (43,3%), single with labirintic artery isolated (26,7%) and double (30%), on the L, single (50%), single with labirintic artery isolated (6,7%), double (40%) and triple (3,3%).The trigeminal artery, on the R and on the L, present (100%).The rostral cerebellar artery, on the R, single (53,3%) and double (46,7%), on the L, single (63,3%) and double (36,7%). The rabbit’s cerebral arterial circle was closed caudally (100%) and it was rostrally closed (93,3%) or open (6,7%). The brain was supplied by vertebral-basilar and carotid systems.
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