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DANÇA E IDENTIDADES: POSSIBILIDADES DE CONSTRUÇÃO DE AFIRMAÇÕES IDENTITÁRIAS NA DANÇA EM ARACAJUNATURESA, CAROLINA 15 January 2013 (has links)
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Dissertação_Carolina Naturesa.pdf: 1488257 bytes, checksum: 692acc40d16d8ebece3b2840a8195e2c (MD5) / Esta pesquisa introduz discussões acerca do contexto da dança na cidade de Aracaju na década de 2000, evidenciando o surgimento de novas perspectivas, principalmente em relação às buscas por identidades travadas por novas companhias de dança contemporânea da cidade, como a Cia Contempodança, a Espaço Liso Cia de Dança e a Cubos Cia de Dança. O presente trabalho apresenta questionamentos sobre a dança aracajuana e suas formas de organização para compreender a possibilidade de formação de um tipo de comunidade de dança que responda aos anseios dos artistas de dança da cidade que passam a questionar sobre suas formas de organização e produção em dança. Seus discursos identitários também se modificam a partir das relações existentes entre a dança e o contexto da cidade, com suas constantes mudanças. Estes discursos identitários demonstram uma carência de ações em comum que possam representar e responder aos anseios da área de dança da cidade. Como referências para estas discussões, a pesquisa trouxe Santos¹ (2006; 2008) e Hall (2006; 2008), com os debates sobre identidades, localidade e diversidade cultural. Bauman (2005) complementa as discussões sobre as questões trazidas pelos discursos das identidades e também embasa as discussões acerca das comunidades (Idem, 2003). As discussões sobre dança, criação, contexto e historicidade da dança são trazidas por Britto (2008). Foram realizadas entrevistas diretas com os integrantes de grupos de dança, além da observação direta de ensaios e apresentações / PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM DANÇA-ESCOLA DE DANÇA
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Corpointerface: Relações Entre Corpo e Imagem na Cena Contemporânea de Dança DissertaçãoFialho, Roberto 16 January 2013 (has links)
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (2) corpointerface.pdf: 3108887 bytes, checksum: 5eb8c213d9fb554ff400ee5b7f4c5a79 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-16T12:29:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (2) corpointerface.pdf: 3108887 bytes, checksum: 5eb8c213d9fb554ff400ee5b7f4c5a79 (MD5) / FAPESB / Esta dissertação se propõe a criar um conceito de dança intitulado corpointerface, em que, o corpo é uma interface que une sua condição biológica humana a estruturas de procedência maquínicas através da dança. Entendemos a dança como um fazer técnico do corpo; uma lin-guagem artística que pode ser pensada dentro de uma organização sistêmica. Nosso recorte está focado nas danças que possuem interfaces com a imagem audiovisual. Para isso obser-vamos os produtos/processos da dança realizados com os suportes técnicos das câmeras foto-gráficas, cinematográficas e videográficas, para constatarmos que a imagem do corpo tem sido continuamente transformada e ressignificada. As novas tecnologias da comunicação e da imagem introduziram na arte, diferentes formas para lidar com processos criativos em dança. A teoria cibernética nos orienta rumo ao mergulho na cultura digital, para entendermos que tais relações só se tornaram pertinentes, devido à troca de informações entre humanos e máquinas. O resultado dessa empreitada está pautado nas imagens de corpos recortados, frag-mentados, virtualizados e atualizados que a dança na contemporaneidade tem produzido. / Programa de Pós Graduação em Dança - Escola de Dança
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Dança: modos de estar princípios organizativos em dança contemporâneaLeste, Thembi Rosa 23 January 2013 (has links)
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mestrado thembi rosa.pdf: 654835 bytes, checksum: feda458509f544c6061af718afcbc0f2 (MD5) / FAPESB / Esta pesquisa tem como tema de investigação a composição coreográfica em dança.
Especificamente, busca aquilo que discerne a dança coreografada, arquitetada na lógica dos
encadeamentos dos passos de dança e movimentos determinados previamente, daquela
configurada por princípios organizativos.
A proposição dessa distinção emergiu dos estudos das práticas de coreógrafos que trabalham a
partir de princípios organizativos. Nestes modos compositivos, os coreógrafos, em vez de
lidarem com a composição através do encadeamento de passos regrados e com todos os
fatores de movimentos determinados, eles se preocupam com a delimitação de parâmetros que
continuamente irão desencadear padrões de movimentos instanciados em cada trabalho. Essa
especificidade parece ser uma das condições proeminentes para a instauração da dança
contemporânea. Os trabalhos de coreógrafos e dançarinos da dança pós-moderna americana,
produzida nas décadas de 60 e 70, inauguraram estes novos pressupostos para entendimentos
em dança. As produções bibliográficas desse período e das décadas seguintes, bem como os
modos de composição coreográfica reconhecidos atualmente, indicam esse modo de se estar
na dança.
A lógica compositiva em dança contemporânea coaduna com novas teorias e questionamentos
sobre corpo, cognição e linguagem que vem se estabelecendo em pesquisas trans
disciplinares. Neste viés, pressupostos da Biologia do Conhecer, formulada pelos cientistas
chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela, foram inter-relacionados ao domínio da
dança, em especial, a hipótese da organização autopoiética dos seres vivos, a noção de
organização e estrutura e o entrelaçamento entre linguagem, cognição e emoção. Afinada
com essa linha de pesquisa, a Teoria Corpomídia, proposta pelas autoras Helena Katz e
Christine Greinner, tem sido responsável pela instauração de um campo de estudos teóricos da
dança no Brasil. O foco de investigação dessa dissertação, a especificidade de se olhar para a
composição coreográfica, a dramaturgia do movimento, e o entendimento da dança pelas suas
contínuas relações são, em boa parte, ressonância desses encontros.
Além disso, a Teoria Cognitiva da Metáfora, um dos referenciais teóricos de pesquisas em
dança no Brasil, é aqui suscitada por instanciar as discussões dos modelos conceituais sobre
linguagem, podendo, assim, perturbar mitos remanescentes na área da dança. O entendimento
da metáfora como constituída pelas nossas relações corporais imbricadas aos processos
cognitivos e o questionamento das noções de representação, da existência de uma linguagem
independente das nossas ações cotidianas, incitam a proposição de instrumentos de análise
para pesquisas futuras que possam estar alinhados àquelas produzidas nessa área da
lingüística cognitiva.
A partir dessas abordagens teóricas, o propósito foi dinamizar ainda mais os fluxos entre
teoria e prática, burilar as noções sobre corpo, cognição e linguagem e reconhecer a
importância das nossas conversações para tudo aquilo que fazemos, inclusive, dançar. / Programa de Pós Graduação em Dança-Escola de Dança
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A DANÇA CONTEMPORÂNEA EM FOCO: A IILUMINAÇÃO COMO CO-AUTORA DA CENASampaio, Flaviana 25 January 2013 (has links)
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Dissertação Flaviana.pdf: 1870857 bytes, checksum: 70546aeb2a35501b84a23c3898052f69 (MD5) / FAPESB / Esta dissertação versa sobre a atribuição e tratamento da iluminação como efetiva
colaboradora na construção e configuração da cena da dança e, como meio de
ilustração do conceito, apresentamos a análise de uma obra de dança, selecionada
como fonte de discussão. Este entendimento da relação luz-dança contraria a visão
da mesma como elemento cênico, termo constantemente encontrado em livros da
área teatral para denominar a iluminação e outras informações cênicas que servem
de suporte ao trabalho artístico “propriamente dito”. Defendemos a concepção de
que, além de proporcionar visibilidade – sombra, a escolha de equipamentos,
quantidade, posições e demais possibilidades de manipulação (ou não) – a
iluminação, co-implicada com as demais informações e propostas da cena, pode
conferir, sobretudo, sentidos estruturais, conceituais e estéticos à obra. Para isto,
apresentamos o entendimento da cena da dança como sistema aberto, a partir da
Teoria Geral dos Sistemas, adotado por Ludwig Bertalanffy, Jorge Vieira e Adriana
Machado. Servimo-nos, ainda, do cruzamento de referências sobre iluminação e
espaço cênico através das obras de Jean-Jacques Roubine, Gaston Bachelard e
Jean Rosenthal. E, para ressaltar a dinâmica deste sistema, expomos, também, a
noção de ambiente proposta por Zygmunt Bauman e Johannes Birringer; e a
concepção de processos co-evolutivos tratada por Fabiana Britto. Como resultado, e
enquanto sistema, a cena da dança apresenta a iluminação numa dinâmica de coautoria
quando se criam estratégias colaborativas entre as diferentes informações
que compõem a cena e entre os profissionais envolvidos numa concepção coletiva,
onde a co/elaboração da luz normalmente está integrada na obra em seus
processos de construção e de configuração. / PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM DANÇA- ESCOLA DE DANÇA
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EMERGÊNCIAS CÊNICAS EM DANÇA: CONECTIVIDADE ENTRE DANÇARINOS NO MOMENTO CÊNICO IMPROVISADOMorais, Líria de Araújo 04 February 2013 (has links)
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dissertação liria.pdf: 3463654 bytes, checksum: 3a6302282740490cab39a8c481d21ce2 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-02-04T14:06:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1
dissertação liria.pdf: 3463654 bytes, checksum: 3a6302282740490cab39a8c481d21ce2 (MD5) / CAPES / A comunicação eficiente entre os dançarinos no ato da cena improvisada – aqui chamada conectividade – é o objeto de investigação dessa pesquisa. Para realização dessa investigação formou-se um grupo de experimento especialmente para esse estudo com artistas dançarinos, onde experimentações foram orientadas a partir de um entendimento de improvisação em cena. Na visão sistêmica da cena e dos dançarinos improvisadores como elementos desse sistema, a conectividade - parâmetro sistêmico evolutivo – é observada na função de selecionar informações como referências para que o dançarino improvisador utilize diversas combinações e invenções conectivas. A cena improvisada, onde informações se cruzam entre várias pessoas, é um tipo de auto-organização. A partir dessas idéias, juntamente com os experimentos do Radar 1, propõe-se que a conectividade entre os dançarinos se dá a partir de um acionamento específico da atenção interna/externa do corpo (uma atenção flexível) na qual o indivíduo que dança aumenta sua capacidade de prestar atenção nos seus parceiros de cena. A partir dessa atenção, consegue-se identificar padrões e recorrências no jeito como esses parceiros dançam e, dessa forma, melhorar a eficiência de conectividade na cena improvisada. Os dados aqui levantados consideram os relatos dos dançarinos que participaram do grupo Radar 1, enquanto experiências de estudo e cena para a conectividade, numa convivência entre artistas da dança. / PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM DANÇA/ESCOLA DE DANÇA
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CORPO EM DANÇA: O PAPEL DA EDUCAÇÃO SOMÁTICA NA FORMAÇÃO DE DANÇARINOS E PROFESSORESSouza, Beatriz 26 February 2013 (has links)
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Dissertação Final 2013.pdf: 589568 bytes, checksum: faf16337be1aa0212425561297e06ab5 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-02-26T17:26:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1
Dissertação Final 2013.pdf: 589568 bytes, checksum: faf16337be1aa0212425561297e06ab5 (MD5) / FAPESB / Esta pesquisa tem como tema de investigação o corpo na dança. Especificamente, olha para experiências pedagógicas em dança que fazem uso da educação somática enquanto um dos seus recursos centrais, procurando identificar influências e contribuições que essa prática possa desencadear na formação de dançarinos e professores. Partindo de uma revisão bibliográfica em torno do desenvolvimento do campo atualmente conhecido como educação somática e de uma contextualização histórica a respeito das interações desse campo com a dança, chega à análise de algumas experiências práticas. Essa análise foi construída tendo como base a observação de distintas instâncias: as aulas, a perspectiva de professores e a impressão dos alunos.
Ao revisar a bibliografia, sugere quatro princípios comuns às diversas disciplinas somáticas que são discutidos mais profundamente à luz de teorias e contribuições da ciência contemporânea. Nesse viés, pressupostos da Embodied Cognition, como a ideia de cognição construída a partir da experiência corporal, são inter-relacionados a princípios como o do continuum corpo-mente e o da percepção enquanto um instrumento de mudança de padrões de movimento automatizados. O conceito de autopoiese, por sua vez, formulado por Humberto Maturana e Francisco Varela, se afina com o princípio da construção de autonomia.
Uma vez identificados esses princípios, todo um diálogo é constituído em torno do seu confronto com algumas práticas bastante estabilizadas no ensino da dança. A análise dos dados colhidos em campo (observações de aula, entrevistas e questionários) tem uma função de elemento dinamizador da discussão, mas principalmente no sentido de fornecer parâmetros de referência a respeito de como esses princípios vêm sendo integrados na prática pedagógica em dança e os desdobramentos desses processos. Questões como entendimentos de corpo, relação professor-aluno e processos de avaliação estão entre os aspectos abordados. / Programa de Pós Graduação em Dança-Escola de Dança
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O ENSINO DA DANÇA NA ESCOLA FORMAL: UMA ANÁLISE DA INSERÇÃO DAS ACADEMIAS DE BALÉ EM ESCOLAS PRIVADAS DE SALVADORBorges, Luciane 26 February 2013 (has links)
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Dissertação Final 2013.pdf: 949950 bytes, checksum: 9c445c43ab624bdfca269c88c7ee0b91 (MD5) / CAPES / Este estudo consiste em fomentar uma análise crítico reflexiva acerca do aprendizado da prática do balé clássico no âmbito educacional privado, através de parcerias entre escolas privadas e academias de balé de Salvador. Buscou-se promover uma discussão crítica sobre o aprendizado de um modelo de dança com conteúdos pré-estabelecidos. Viu-se que a dança no contexto da escola privada não está sendo tratada de acordo com o que promulgam os PCNs/ Arte (1998), que enfatizam os conteúdos a apresentar pressupostos éticos, estéticos e políticos na formação do cidadão. Para a pesquisa foram selecionadas cinco escolas privadas que fazem parceria com academias de balé, no intuito de se analisar o porquê do balé clássico permanece sendo a prática de dança preterida nesse contexto. Assim, refletiu-se a possibilidade de propostas de dança que trabalhem aspectos criativos e transformadores, não atrelados a uma lógica de certezas, mas centrada no aluno, partícipe do seu processo de construção de conhecimento. Para fundamentar a discussão dos aspectos conceituais e construir o aporte teórico da pesquisa, foram consultados vários autores e textos, dentre os quais vale destacar as ideias de corpo/sujeito encarnado de Denise Najmanovich (2001); a teoria de corpomídia de Helena Katz (2005); a noção de educação problematizadora defendida por Paulo Freire (2010), assim como os estudos de Márcia Strazzacappa e Carla Morandi (2006), e Isabel Marques (1996; 2003); a teoria da complexidade desenvolvida por Edgar Morin (2002) e Pedro Demo (2002) e o conceito de autonomia de multidão apresentado por Isabelle Nogueira (2008). Nas conclusões desta análise, apresenta-se a noção de aprendizagem de dança como processo, investigação e experiência resultantes de trocas ininterruptas entre corpo/ambiente. / Programa de Pós Graduação em Dança-Escola de Dança
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Deficiência em cena: desafios e resistências da experiência corporal para além das eficiências dançantesTeixeira, Ana Carolina Bezerra January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Trata-se de uma investigação acerca do corpo deficiente na cena contemporânea, com base na experiência junto com a Roda Viva Cia. de Dança. O trabalho busca a reflexão sobre o corpo, até então considerado incapaz para tal prática e que inaugura, na cena, um despertar para novas possibilidades estéticas de movimento, criação e produção artística. Destarte, o papel do corpo deficiente na cena contemporânea passa a reivindicar um lugar além dos discursos do modelo institucional de inclusão e reivindica espaços de criação cênica e o acesso ao mercado de trabalho nas artes. O trabalho investiga – por meio de uma metodologia qualitativa e baseada num estudo histórico-crítico – a problemática da Dança Inclusiva e tem como objeto de investigação os corpos de bailarinos deficientes. A partir da pesquisa acerca do trabalho desses artistas, serão discutidas questões ligadas à participação do corpo deficiente na cena da dança contemporânea, problematizando aspectos como inclusão social, formação, profissionalização e autonomia artística. / Salvador
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Levanta mulher e corre a roda: dança, estética e diversidade no samba de roda de São Félix e CachoeiraAmoroso, Daniela Maria January 2009 (has links)
237f. / Submitted by Suelen Reis (suziy.ellen@gmail.com) on 2013-03-25T13:50:53Z
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Previous issue date: 2009 / Essa tese trata do samba de roda de roda de duas cidades do recôncavo baiano, São Félix e Cachoeira. Essas duas cidades estiveram historicamente envolvidas nos processos de colonização e independência da Bahia e, dessa forma, incluídas no mapa das encruzilhadas da diáspora africana. Entende-se que as relações da diáspora africana no Brasil, em especial no recôncavo, incluem o samba de roda no rol das formas de expressão da cultura do Atlântico negro. E, argumenta-se, que o elemento perceptível do parentesco entre essas formas se dá na estética. Os conceitos-chave utilizados para fortalecer esse argumento são: matriz estética, modernidade, encruzilhada e estética diaspórica. A metodologia de pesquisa utilizada se baseia nos métodos propostos pela etnocenologia. Entende-se que a imersão nas cidades foi fator condicionante da escolha e determinação do sujeito de pesquisa e da contextualização do 'eu pesquisador' no ambiente cultural do samba de roda. Elegeu-se, a partir da pesquisa in lócus, dois grupos de samba de roda, o “Filhos de Nagô” e o “Suerdieck”, de São Félix e de Cachoeira, respectivamente. A contextualização do objeto, a imersão no campo de pesquisa e a prática corporal constituíram, dessa forma, a estratégia metodológica para a compreensão sensível do samba de roda. Entende-se que a compreensão da estética do samba de roda se dá através da experiência prática e através do corpo que dança, toca, canta, se alimenta e transforma. Ele, o corpo, é o local da memória, da ancestralidade, da síncopa, da oralidade e do movimento. / Salvador
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Quando a dança é o jogo e o intérprete é jogador: do corpo ao jogo, do jogo à cenaPinho, Marcia Duarte January 2009 (has links)
237f. / Submitted by Suelen Reis (suziy.ellen@gmail.com) on 2013-03-27T16:07:39Z
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Previous issue date: 2009 / Esta investigação tem como objeto a criação em dança fundada em princípios elementares do jogo. Tomei como hipótese a idéia de que o conceito de jogo poderia ser aplicado na prática da criação cênica não só como recurso na geração de material criativo (improvisação), mas também incorporado como engrenagem e elemento estruturador da composição coreográfica, tornando-a assim permanentemente aberta às novas proposições. Esta concepção de obra como o exercício do jogo impõe à atuação do intérprete a condição de reagir em cena à situação presente, no aqui e no agora, demandando uma ação que responda à possibilidade do acaso, do efêmero e do imprevisível. Isto apartaria toda e qualquer tendência à execução mecânica de partituras conhecidas de movimento, logrando obter uma presença expressiva pela veracidade das ações que surgem em resposta à instabilidade da situação. No âmago dessa pesquisa, está a realização de dois projetos de encenação: Jogos temporários e Húmus. Duas experiências que evidenciaram em seus processos criativos a força da corporeidade cênica gerada pelas relações e situações implicadas nos jogos criados para a cena, os jogos-cena, definidos como estruturas de composição regidas por um conflito imaginário, situado em espaço e tempo próprios, oferecendo aos jogadores liberdade para atuar sobre uma gama de possibilidades imprevisíveis de ação, delimitadas por regras e norteadas por uma progressão dramática objetivando a produção de sentido e significados. Esta corporeidade exigiu atributos e competências que extrapolaram as conhecidas demandas que incidem sobre o intérprete-criador, sobretudo no que concerne a capacidade de lidar com as múltiplas associações paradoxais que as situações de jogo impõem, como aceitar as regras como aliadas da liberdade, se dispor a atingir uma profunda percepção de si em conexão com o todo à sua volta, integrar a imaginação à realidade da ação e exercer singular autonomia criativa e autoridade sobre a obra, abrindo outra perspectiva para a compreensão da noção de atuação do intérprete–jogador. / Salvador
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