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Avaliação da neuropatia autonômica urêmica em pacientes em hemodiálise e em tratamento conservador através da análise da variabilidade da frequência cardíaca

Pribbernow, Suzane Cristina Milech January 2001 (has links)
Introdução: A variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) é um marcador da modulação autonômica cardíaca e tem sido empregada para avaliação da neuropatia autonômica urêmica. A redução da VFC em pacientes com insuficiência renal crônica foi descrita em alguns estudos. Existem, entretanto, poucos relatos sobre a utilização da VFC para avaliação comparativa da neuropatia autonômica urêmica entre pacientes em hemodiálise (HD) e em tratamento conservador (TC). Também não está definida qual a influência da anemia sobre a VFC nesses pacientes. Objetivos: Avaliar as diferenças na análise da VFC no domínio do tempo entre pacientes em HD e em TC e avaliar a influência da anemia sobre a VFC. Métodos. Quinze pacientes em HD há mais de três meses e quinze pacientes com DCE abaixo de 30 ml/min foram submetidos ao registro eletrocardiográfico (ECG) de 24 horas, mantendo suas atividades habituais. Foram excluídos pacientes com diabete melito, cardiopatia ou outras patologias que afetam o sistema nervoso autônomo. HAS não foi critério de exclusão. As medicações usadas pelos pacientes foram mantidas. A partir do ECG de 24 horas foram calculados os seguintes índices: média dos intervalos RR normais (RRmed), desvio padrão de todos os intervalos RR normais (SDNN), raiz quadrada da média das diferenças sucessivas entre intervalos RR normais adjacentes (RMSSD) e percentagem das diferenças sucessivas entre os intervalos RR adjacentes normais que excedam 50ms (PNN50). Os testes Q2 e exato de Fisher foram usados para análise das variáveis categóricas e o teste t de Student para as variáveis quantitativas. O teste de correlação de Pearson e a análise de covariância foram utilizados para verificar a relação entre as variáveis. Resultados. Os grupos não diferiram quanto à distribuição de sexo e idade entre os pacientes. Os valores de hematócrito (respectivamente HD e TC: 26,33 ± 4,20 x 32,27 ± 4,39) e hemoglobina (8,41 ± 1,36 x 10,39 ± 1,69) foram significativamente diferentes entre os grupos (p = 0,001 e p = 0,002). O uso de betabloqueador foi mais freqüente no grupo TC (p = 0,02). Não havia diferença significativa entre os grupos quanto aos demais anti-hipertensivos. O índice PNN50 não tinha distribuição normal e foi analisado após transformação logarítmica. Os valores de RRmed (706,36 ± 91,43 ms x 822,67 ± 108,80 ms; p = 0,004), SDNN (93,12 ± 26,54 ms x 118,38 ± 32,97 ms; p = 0,028), RMSSD (13,79 ± 4,17 ms x 20,38 ± 7,82 ms; p = 0,008) e lnPNN50 (0,40 ± 1,38 x 1,60 ± 1,08; p = 0,013) foram significativamente menores nos pacientes em HD. A análise de covariância demonstrou que os valores de hematócrito e hemoglobina influenciaram significativamente os índices RRmed e SDNN, mas não os índices RMSSD e lnPNN50, os quais são índices vagais puros. O uso de betabloqueador teve influência significativa apenas sobre o índice RRmed. Conclusão. Os pacientes em hemodiálise apresentam redução da variabilidade da freqüência cardíaca quando comparados aos pacientes em tratamento conservador. A anemia determina redução da variabilidade da freqüência cardíaca medida pelos índices no domínio do tempo RRmed e SDNN, mas não tem influência significativa sobre os índices RMSSD e PNN50.
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Perfil socioeconômico dos pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise na região noroeste do Rio Grande do Sul/Brasil

Reali, Tatiana Zambonato January 2007 (has links)
Resumo não disponível
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Efeitos agudos do exercício aeróbio intradialítico sobre a remoção de solutos, gasometria e estresse oxidativo em pacientes com doença renal crônica

Bohm, Joseane January 2015 (has links)
A doença renal crônica (DRC) em estágio terminal é considerada um problema de saúde pública devido as suas elevadas taxas de morbidade e mortalidade. Diversas medidas são tomadas para aumentar a expectativa de vida destes pacientes. A hemodiálise é o tratamento mais comum na DRC avançada para remoção do excesso de solutos, mas favorece o sedentarismo e a limitação funcional contribuindo para o aumento de estresse oxidativo, importante fator de risco em doentes renais crônicos. O exercício físico pode ser utilizado como tratamento adjuvante para proporcionar melhora do quadro clínico, já que os efeitos crônicos de programas de treinamento aeróbio e anaeróbio são bem documentados. Este estudo avaliou os efeitos agudos do exercício aeróbio intradialítico sobre a remoção de solutos, gasometria e estresse oxidativo contribuindo para elucidar os mecanismos que levam o exercício a proporcionar benefícios a curto e longo prazo em pacientes com DRC. / End stage renal disease (ESRD) is considered a public health problem due to its high rates of morbidity and mortality. Several measures have been taken to increase the life expectancy of these patients. Hemodialysis is the most common treatment in advanced chronic kidney disease (CKD) to remove excess solutes, but favors a sedentary lifestyle and functional limitations contributing to increased oxidative stress, an important risk factor in CKD patients. Physical exercise can be used as adjunctive treatment to provide clinical improvement, since the chronic effects of aerobic and anaerobic training programs are well documented. This study assessed the acute effects of aerobic exercise on intradialytic solutes removal, blood gases, and oxidative stress, contributing to elucidate the mechanisms that lead exercise to provide short and long-term benefits in patients with CKD.
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Associação dos níveis séricos de 25-hidroxivitamina D com a expressão gênica de proteínas associadas ao podócito em pacientes com doença renal crônica

Timm, João Rodolfo Teló January 2014 (has links)
Base teórica: O efeito da vitamina D e análogos sobre a redução da albuminúria na doença renal crônica tem sido demonstrado em estudos clínicos, mas os seus efeitos sobre o podócito glomerular ainda não são claros. Objetivo: Avaliar o efeito da reposição de vitamina D3 sobre a expressão das proteínas associadas ao podócito em pacientes portadores de doença renal crônica (DRC). Métodos: Foram incluídos 27 pacientes portadores de DRC e níveis séricos reduzidos de 25-hidrovitamina D [25(OH)D], com taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) entre 15 e 89 ml/min/1,73 m2 e índice proteinúria/creatininúria (IPC) acima de 0,5. Os pacientes receberam reposição de vitamina D3 (colecalciferol) por 6 meses de acordo com o nível sérico de 25(OH)D, sendo mensurados pré e pós tratamento 25(OH)D, TFGe, IPC e outros parâmetros do metabolismo mineral e ósseo. O RNAm de nefrina, podocina, podocalixina, transient receptor potential cation channel 6 (TRPC-6) e dos fatores de crescimento vascular endotelial A (VEGF-A) e transformador beta (TGF-β1) foram quantificados em células do sedimento urinário através da reação em cadeia da polimerase em tempo real, pré e pós reposição de vitamina D3. Os RNAm dos marcadores do podócito foram correlacionados com a 25(OH)D, proteinúria e função renal no período basal e após a intervenção. Resultados: Após 6 meses de suplementação com colecalciferol, a concentração plasmática média da 25(OH)D aumentou de 19  7 ng/mL para 28  11 ng/mL (P = 0.003). A TFGe reduziu -4,71 ml/min/1,73 m2 (p=0,010 vs. basal) e não houve alteração na proteinúria após reposição de vitamina D3, bem como dos parâmetros do metabolismo mineral e ósseo. A 25(OH)D sérica correlacionou-se com a proteinúria, tanto no período basal (r=0,517, p=0,008) quanto após o tratamento (r=0,539, p=0,005). Globalmente, a variação na excreção urinária dos RNAm associados ao podócito após o tratamento não foi estatisticamente significante. Pacientes que atingiram níveis de 25(OH)D ≥20 ng/ml aos seis meses tiveram uma tendência de redução da nefrina [4,48(3,03-5,93) vs. 2,79(1,46-4,12), p=0,085] e da podocina [3,43(2,54-4,32) vs. 2,50(1,21-3,15), p=0,079]; em contrário, no grupo que permaneceu com deficiência de 25(OH)D a podocalixina aumentou significativamente [2,71(2,10- 3,42) vs. 3,63(2,64-4,52), p=0,009] e houve tendência de aumento da nefrina [3,12(2,41-3,10) vs. 4,61(2,83-6,40), p=0,072] e da podocina [3,24(2,37-4,38) vs. 3,83(2,78-4,88), p=0,091)]. Ao final de seis meses, pacientes com melhor nível de função renal (TFGe ≥30 ml/min/1,73 m2) tiveram redução do RNAm de TGF-β1 (p=0,039). Conclusão: A reposição de vitamina D3 (colecalciferol) por seis meses não reduziu a podocitúria ou a proteinúria nestes pacientes com DRC, embora tenha-se observado uma redução marginal no RNAm urinário de nefrina e podocina quando níveis suficientes de 25(OH)D foram atingidos. O uso mais precoce e mais prolongado da vitamina D3 deveria ser investigado como potencial medida de nefroproteção adicional em pacientes renais crônicos. / Background: Previous studies have demonstrated that vitamin D or analog decreases albuminuria in chronic kidney disease (CKD) patients. However, the precise mechanism underlying the potential protective effects of vitamin D on glomerular podocytes is unclear. Objective: In this study we investigated the effect of vitamin D3 supplementation on urinary podocytes protein expression. Methods: Twenty-seven CKD patients who had low baseline vitamin D [25(OH)D] levels, estimated glomerular filtration rate (eGFR) between 15 and 89 ml/min/1,73 m2, and proteinuria/creatininuria index (PCI) higher than 0,5 were studied. During 6 months, all of the patients received cholecalciferol (vitamin D3) supplementation according to 25(OH)D level. Estimated GFR, PCI, 25(OH)D levels, and bone and mineral metabolism parameters were measured at the baseline and after 6 months. In addition, messenger RNA (mRNA) of nephrin, podocin, podocalyxin, transient receptor potential cation channel 6 (TRPC-6), vascular endothelial growth factor A (VEGF-A), and transformig growth factor β1 (TGF-β1) were quantified in urinary sediment cells using real time polymerase chain reaction before and after intervention. The podocyte markers were correlated with 25(OH)D levels, proteinuria and renal function after vitamin D3 supplementation. Results: During cholecalciferol supplementation, the mean 25(OH)D concentration increased from 19  7 ng/mL at baseline to 28  11 ng/mL at month 6 (P = 0.003). Urinary proteinuria did not change after cholecalciferol supplementation. However, eGFR decreased -4.71 ml/min/1.73 m2 (p=0.010 vs. baseline. The serum levels of 25(OH)D were correlated with proteinuria in both periods: baseline (r=0.517, p=0.008) and posttreatment (r=0.539, p=0.005). Patients who reached 25(OH)D levels ≥20 mg/ml at 6 months showed a trend of lower nephrin [4.48(3.03-5.93) vs. 2.79(1.46-4.12), p=0.085] and podocin [3.43(2.54-4.32) vs. 2,50(1.21-3.15), p=0.079]. On the other side, podocalyxin levels increased significantly [2.71(2.10-3.42) vs. 3.63(2.64-4.52), p=0.009] and both nephrin and podocin also increased but these not significant statistically [nephrin: 3.12 (2.41-3.10) vs. 4.61 (2.83-6.40), p=0,072; podocin: 3.24 (2.37-4.38) vs. 3.83 (2.78-4.88), p=0.091)]. After 6 months supplementation, patients with higher levels of renal function (eGFR ≥30 ml/min/1.73 m2) showed reduction of TGF-β1 RNAm (p=0.039). Conclusion: Vitamin D3 (cholecalciferol) supplementation during 6 months did not changed proteinuria level. However, we observed a reduction of urinary nephrin and podocin mRNA in patients who reached sufficient 25(OH)D levels. Larger studies are needed to clarify whether vitamin D3 supplementation, mainly on early stages of CKD, may have beneficial effects on lowering proteinuria and on delaying progression of CKD.
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Doenca Renal em Hipertensos Portadores de Sindrome Metabolica

BRAGA, Fátima Lúcia Machado 29 September 2012 (has links)
Submitted by Lucelia Lucena (lucelia.lucena@ufpe.br) on 2015-03-11T17:46:07Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Tese-Final-Corrigida-com_catalogação-20-12-2012.pdf: 2795783 bytes, checksum: 26bcd0d9cba0704097dab538810a0ee5 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-11T17:46:07Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Tese-Final-Corrigida-com_catalogação-20-12-2012.pdf: 2795783 bytes, checksum: 26bcd0d9cba0704097dab538810a0ee5 (MD5) Previous issue date: 2012-09-29 / A doença renal crônica (DRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais com envolvimento de processo inflamatório. A elevação da pressão arterial e a presença de distúrbios metabólicos são comumente encontradas nesses pacientes. A síndrome metabólica (SM), definida pela presença de, pelo menos, três dos seguintes fatores: obesidade abdominal, hipertensão, dislipidemia e intolerância à glicose, tem sido relacionada a um maior risco de DRC. Embora a relação entre SM, biomarcadores inflamatórios e DRC tenha sido estabelecida em vários estudos, o entendimento detalhado da implicação da SM e seus componentes nesse processo ainda são limitados. O objetivo deste estudo clínico foi avaliar a função renal em pacientes hipertensos, portadores de SM, acompanhados na Clínica de Hipertensão Arterial / Hospital das Clínicas / Universidade Federal de Pernambuco. Os resultados são apresentados na forma de artigos de divulgação científica. Foram elaborados dois artigos originais, descrevendo o perfil socioeconômico, clínico, antropométrico, bioquímico e hematológico desses pacientes, bem como investigada a associação entre SM, fatores associados e marcadores inflamatórios, com o deficit da função glomerular (DFG). Este estudo transversal envolveu 1273 indivíduos adultos hipertensos, 931 mulheres e 342 homens, divididos em dois grupos, com DFG (n=1.052) e sem DFG (n=221), diagnosticados pela classificação da DRC, segundo as diretrizes da National Kidney Foundation, utilizando aequação Modification of Diet in the Renal Disease. A SM foi definida de acordo com os critérios da International Diabetes Federation. A regressão de Poisson foi utilizada para determinar as variáveis de interesse para a DRC e a razão de chances para determinar a possibilidade de ocorrência da DRC diante da SM e alterações dos marcadores inflamatórios estudados: proteína C-reativa ultrassensível (PCRus), velocidade de emossedimentação (VHS) e relação neutrófilos/linfócitos (R N/L). Foi observada uma associação entre variáveis demográficas e socioeconômicas com a DRC. A razão de prevalência (RP) foi de 1.07 [Intervalo de Confiança (IC95%) 1.01-1.14], 1.22 (IC95% 1.16-1.28), e 1.10 (IC95% 1.04-1.17), para mulheres, idade ≥ 60 anos e escolaridade < 1ºgrau, respectivamente. Entre as variáveis clínicas foi encontrada associação com o estágio três da hipertensão (RP=1.09, IC95% 1.04- 1.16), hipertensão sistólica isolada (RP=1.15, IC95% 1.06-1.24) e hipertrofia ventricular esquerda (RP=1.07, IC95% 1.02-1.12). Entre as variáveis bioquímicas, somente o colesterol total elevado (RP=1.09, IC95% 1.02-1.15), o colesterol lipoproteína de alta densidade (C-HDL) baixo (RP=1.07, IC95% 1.02-1.12) e o ácido úrico elevado (RP=1.25, IC95% 1.21-1.30) mostraram associação significativa com a DRC. No modelo de regressão, das doze variáveis testadas, o ácido úrico elevado (RP ajustada=1.23), a idade ≥ 60 anos (RP ajustada=1.21) e o sexo feminino (RP ajustada=1.11) permaneceram independentemente associados à DRC. A análise bivariada incluindo os marcadores inflamatórios revelou associação com DRC: PCRus (RP=1.72, IC95% 1.57-1.88), VHS (RP=1.52, IC95% 1.42-1.64) e R-N/L (RP=1.57, IC95% 1.46- 1.69). No modelo de regressão correspondente, constituído de 10 variáveis (p ≤ 0.20), verificou-se que três variáveis permaneceram independentemente associadas à DRC: SM (RP ajustada=1.09), PCRus (RP ajustada=1.54) e VHS (RP ajustada=1.20). Os achados evidenciaram uma associação da DRC com o ácido úrico (alto risco), idade ≥ 60 anos, sexo feminino, PCRus (alto risco), VHS e SM.
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Preditores de injúria renal aguda em pacientes submetidos ao transplante ortotópico de fígado convencional sem desvio venovenoso

Cirilo Lucena da Fonseca Neto, Olival 31 January 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:24:50Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1430_1.pdf: 2027784 bytes, checksum: 97d3fefdbfcd66925660c7203fd78c07 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2011 / Introdução: Injúria renal aguda (IRA) é uma das complicações mais comuns do transplante ortotópico de fígado (TOF). A ausência de critério universal para definição de IRA após TOF dificulta as comparações entre os estudos. A técnica convencional para o TOF consiste na excisão total da veia cava inferior retro-hepática durante a hepatectomia nativa. Controvérsias sobre o efeito da técnica convencional sem desvio venovenoso na função renal continuam. O objetivo deste estudo foi estimar a incidência e os fatores de risco de IRA entre os receptores de transplante ortotópico de fígado convencional sem desvio venovenoso (TOF-C). Métodos: Foram avaliados 375 pacientes submetidos a TOF, entre 1999 e 2009, no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, Pernambuco Brasil. Foram analisadas as variáveis pré, intra e pós-operatórias em 153 pacientes submetidos a TOF-C. O critério para a IRA foi valor da creatinina sérica (&#8805; 1,5 mg/dl) ou débito urinário (< 500 ml/24h) dentro dos primeiros três dias pós-TOF. Foi realizada análise univariada e multivariada por regressão logística. Resultados: Todos os transplantes foram realizados com enxerto de doador falecido. Sessenta pacientes (39,2%) apresentaram IRA. Idade, índice de massa corpórea (IMC), escore de Child-Turcotte-Pugh (CTP), ureia, hipertensão arterial sistêmica e creatinina sérica pré-operatória apresentaram maiores valores no grupo IRA. Durante o período intraoperatório, o grupo IRA apresentou mais síndrome de reperfusão, transfusão de concentrado de hemácias, plasma fresco e plaquetas. No pós-operatório, o tempo de permanência em ventilação mecânica e creatinina pós-operatória também foram variáveis, com diferenças significativas para o grupo IRA. Após regressão logística, a síndrome de reperfusão, a classe C do Child-Turcotte-Pugh e a creatinina sérica pós-operatória apresentaram diferenças (p=0,005; p=0,002 e p<0,0001). Conclusão: IRA após TOF-C é uma desordem comum, mas apresenta bom prognóstico. Síndrome de reperfusão, creatinina sérica no pós-operatório e Child C são fatores associados a IRA pós-TOF-C
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Uso do EuroSCORE como preditor de morbidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca

ANDRADE, Isaac Newton Guimaraes 19 February 2016 (has links)
Submitted by Fabio Sobreira Campos da Costa (fabio.sobreira@ufpe.br) on 2016-07-26T12:53:09Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) TESE ISAAC NEWTON GUIMARAES ANDRADE DIGITAL.pdf: 5924981 bytes, checksum: 481aa6cbdb8b4916d3675f5338bd96d0 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-07-26T12:53:09Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) TESE ISAAC NEWTON GUIMARAES ANDRADE DIGITAL.pdf: 5924981 bytes, checksum: 481aa6cbdb8b4916d3675f5338bd96d0 (MD5) Previous issue date: 2016-02-19 / Objetivo: Avaliar a aplicabilidade do European System for Cardiac Operative Risk Evaluation (EuroSCORE) na predição de risco de desenvolvimento das principais complicações pós-operatórias em cirurgia cardíaca: infecção do trato respiratório (ITR), acidente vascular Cerebral (AVC) e insuficiência renal dialítica (IRD).Métodos: Foram analisados, retrospectivamente, os prontuários de 900 pacientes operados no Real Hospital Português do Recife e admitidos na unidade de terapia intensiva pós-operatória. Foram incluídos todos os pacientes com prontuários completos, sendo excluídos aqueles que foram a óbito no transoperatório, submetidos a transplante ou a correção de cardiopatia congênita. Foi avaliado o desenvolvimento de ITR, AVC e IRD, sendo o EuroSCORE comparado em relação às três complicações, usando-se o teste de Mann-Whitney. A calibração do modelo para predição das morbidades estudadas foi avaliada com o teste de ajuste de bondade de Homer-Lemeshow. A acurácia do modelo foi avaliada utilizando-se a área sob a curva ROC (ASROC). Resultados: O modelo apresentou boa calibração na predição de infecção respiratória, insuficiência renal dialítica (P=0,285; P=0,789; P=0,45, respectivamente) e mostrou-se não calibrado para predição de AVC. Obteve-se boa acurácia para infecção respiratória (ASROC =0,710 e P<0,001) e insuficiência renal dialítica (ASROC=0,834 e P<0,001) e sem acurácia para acidente vascular cerebral (ASROC=0,519). Os pacientes de alto risco apresentaram maior chance de desenvolver infecção respiratória (OR=9,05; P<0,001) e insuficiência renal dialítica (OR=39,6; P<0,001). A probabilidade de desenvolver infecção respiratória e insuficiência renal dialítica foi de menos de 10% com EuroSCORE até 7 e de mais de 70% com EuroSCORE maior que 15. Conclusão: O EuroSCORE mostrou-se aplicável na predição das principais morbidades pós-operatórias em cirurgia cardíaca: infecção respiratória e insuficiência renal dialítica, apresentando adequada calibração e bom poder de discriminação. / Objective: Evaluate the applicability of the European System for Cardiac Operative Risk Evaluation (EuroSCORE) in the of risk prediction of major postoperative complications in cardiac surgery: respiratory tract infection (RTI), cerebrovascular accident (CVA) and renal failure dialytic (IRD). Methods: We retrospectively analyzed the charts of 900 patients operated on and admitted to the intensive care unit postoperatively at the Real Hospital Português of Recife. We included all patients with complete medical records, excluding those who died during surgery, underwent transplantation or correction of congenital heart disease. We evaluated the development of respiratory infection, cerebrovascular accident, and dialysis-dependent renal failure, and the EuroSCORE was compared in terms of the three complications using the Mann-Whitney test. The calibration model for predicting the morbidities being studied was evaluated using the test set of Homer-Lemeshow goodness. The accuracy of the model was assessed using the area under the ROC curve (AUROC). Results: The model showed good calibration in predicting respiratory infection, renal dialysis (P = 0.285; P = 0.789; P = 0.45, respectively) and proved not calibrated for stroke prediction. It obtained good accuracy for respiratory infection (AUROC = 0.710 and P <0.001) and renal dialysis (AUROC = 0.834 and P <0.001) and no accuracy for stroke (AUROC = 0.519). The high-risk patients were more likely to develop respiratory infection (OR=9.05, P<0.001) and dialysis-dependent renal failure (OR=39.6, P<0.001). The probability of developing respirato-ry infection and dialysis-dependent renal failure was less than 10% with EuroSCORE up to 7 and more than 70% with EuroSCORE greater than 15. Conclusion: The EuroSCORE proved to be applicable in the prediction of major postoperative morbidities in cardiac surgery: respiratory tract infection and renal failure dialitic, with proper calibration and good discrimination.
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O clearance de creatinina como uma ferramenta no prognóstico intra-hospitalar de pacientes com síndrome coronariana aguda

Almeida, Andreza Santos 23 February 2018 (has links)
Background: Renal failure (RI) is a common and treatable disease. Its presentation is frequent in patients with coronary artery disease (CAD). Numerous studies have demonstrated significant increases in morbidity and mortality in patients with Acute Coronary Syndrome (ACS) and RI. However, the current prognostic models available for SCA use little of the study of renal function as a predictive and predictive factor. Objectives: To analyze renal function in patients with Acute Coronary Syndrome through creatinine clearance and to evaluate whether there is interference of renal dysfunction in the in-hospital evolution of patients with ACS. Methods: This is a longitudinal and prospective hospital cohort study performed at the Thoracic Pain Unit (UDT) of a private hospital considered a cardiological reference in Sergipe, Brazil. Subjects of both sexes with SCA and hospitalized for investigation and treatment were used during the period from May 2012 to December 2016. A total of 401 patients were included, analyzed for the presence or absence of renal damage, followed up until hospital discharge (or death). Results: The mean age of patients was 65.4 (± 13.0) years with male predominance (58.6%). Of the 324 (80.8%) patients with acute coronary syndrome without ST-segment elevation, 165 (41.1%) were suffering from unstable angina and 159 (39.6%), myocardial infarction without ST. Among the risk factors, hypertension was more prevalent (72.5%) followed by dyslipidemia (53.6%). Regarding the distribution of hospital days, there was a median of 6 days and a mean of 9 (± 12.8) days.The mean creatinine clearance was 80.8 (± 33.6) mL/min/1.73m², in which 241 patients presented with estimated glomerular filtration rate below 90 mL/min/1.73m² (OR= 1.74; CI 95% 1.11-2.71; p= 0.015) was a predictor for events. Conclusion: Patients with acute coronary syndrome and renal failure had a greater number of days of hospitalization when compared to patients without renal injury (IRR 0.9; CI 0.9-0.9; p=0.02). Therefore, assessment of renal function is an important tool for prognostic stratification in patients with ACS. / Fundamentos: A insuficiência renal (IR) é uma enfermidade comum e tratável. Sua apresentação é frequente em pacientes portadores de doença arterial coronariana (DAC). Inúmeros estudos têm demonstrado aumentos expressivos de morbidade e mortalidade em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda (SCA) e IR. Contudo, os atuais modelos prognósticos disponíveis para SCA pouco se utilizam do estudo da função renal como fator preditivo e de prognósticos. Objetivos: Analisar a função renal em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda através do clearance de creatinina e avaliar se há interferência da disfunção renal na evolução intra-hospitalar dos pacientes com SCA. Métodos: Trata-se de um estudo de coorte hospitalar, longitudinal e prospectivo, realizado na Unidade de Dor Torácica (UDT) de um hospital privado considerado referência cardiológica em Sergipe, Brasil. Foram utilizados sujeitos de ambos os sexos, com quadro de SCA e internados para investigação e tratamento durante o período de maio de 2012 a dezembro de 2016. Foram incluídos 401 pacientes, analisados pela presença ou ausência de lesão renal, acompanhados até a alta hospitalar (ou óbito). Resultados: A média de idade dos pacientes foi de 65,4 (± 13,0) anos com predominância do sexo masculino (58,6%). Dos 324 (80,8%) pacientes que apresentaram síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST, 165 (41,1%) foram acometidos por angina instável e 159 (39,6%), infarto sem supra. Dentre os fatores de risco, a hipertensão arterial sistêmica mostrou-se mais prevalente (72,5%) seguida da dislipidemia (53,6%). Quanto à distribuição dos dias de internamento, observou-se uma média de 9 (± 12,8) dias. A média do clearance de creatinina foi de 80,8 (± 33,6) mL/min/1,73m², em que 241 pacientes apresentaram taxa de filtração glomerular estimada inferior a 90 mL/min/1,73m² (OR= 1,74; IC95% 1,11-2,71; p= 0,015) foi fator preditor para eventos. Conclusão: Pacientes com síndrome coronariana aguda e insuficiência renal apresentaram maior número de dias de internação quando comparados aos pacientes sem lesão renal (IRR 0,9; IC 0,9-0,9; p=0,02). Portanto, a avaliação da função renal é uma importante ferramenta para a estratificação prognóstica em pacientes com SCA. / Aracaju, SE
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Contribuição renal para a homeostase corporal em ratos : função da inervação renal / Renal contributions to corporal homeostasis in rats : role of renal innervation

Lutaif, Nelson Afonso 22 January 2007 (has links)
Orientador: Jose Antonio da Rocha Gontijo / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciecias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-09T08:05:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Lutaif_NelsonAfonso_D.pdf: 2278199 bytes, checksum: 2d4e7e7d11554b0032abc645e2972bac (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: Introdução: Os rins, em humanos, são responsáveis por 10% de todo o oxigênio consumido, pelo corpo, em 24 horas. Este consumo pode ser representativo de uma grande contribuição da parte renal para a termogênese global dos indivíduos. A termogênese global é constituída pela termogênese facultativa, a qual está associada à ativação da UCP e captação celular de glicose, e a termogênese obrigatória, a qual está relacionada ao consumo de oxigênio mitocondrial. Assim nós assumimos que lesões renais podem levar a alterações na termogênese global e consequentemente distúrbios nas termogênese facultativa e obrigatória. Para investigar a contribuição renal na manutenção da temperatura interna, nós estudamos ratos Sprague Dowley com: redução da massa renal (Nx), denervação (Dx) e obstrução urinária (Ox), além de dois grupos controles: SHAM e non-operative (Non). Métodos: O estudo foi realizado colocando os grupos em estudo imersos em água isotérmica (próxima a temperatura interna) para bloquear a dissipação de calor enquanto a temperatura colonica era registrada durante 30 minutos. A termogênese obrigatória foi analizada através do controle respiratório e a relação ADP/O em mitocôndrias hepaticas. As atividades da UCP1 e os sinalizadores relacionados a capatação de glicose celular : IRS1, PI3K, AKT1 e ERK1,2, foram analisados pelo método de Westernblot. Resultados: O grupo Nx apresentou temperatura inicial significativamente inferior ao grupo Dx: 36,14 ± 0,8083°C x 37,51±0,9601°C, (P<0,05). Depois de 30 minutos, o grupo Dx (40,38 ± 1,04°C) apresentou temperaturas finais significativamente mais elevadas em comparação aos grupos: Sham (39,09±0,21°C), Nx (36,14±0,8083°C) e Ox (37,22±0,4338°C) com p<0,05. O grupo Dx apresentou curvas térmicas com uma maior inclinação (slope) (0,05836±0,07683) em relação aos grupos: Sham (0,04238±0,006312), Non (0,05182±0,005546) e Ox (0,04516±0,005107) com p<0,05. Também, a área sobre a curva em relação ao grupo Nx (57,05±17,82) foi superior aos valores obtidos nos grupos Ox (35,61±7,792), Sham (41,03±3,06) e Non (39,82±5,848) com p<0,001. Nenhuma diferença foi observada entre todos os grupos com relação ao controle respiratório e a relação ADP/O. Os grupos Dx e NX apresentaram aumento das atividades da UCP1 e AKT quando comparados com os demais grupos. Conclusão: Estes resultados sugerem que os rins podem ter influência na termorregulação, contribuindo com parte do calor necessário para a manutenção da temperatura corporal. Também concluiu-se que as fibras nervosas renais estão implicadas no controle homeostático do calor, trabalhando em associação com os tecidos da gordura marrom / Abstract: Introduction: Human kidneys are responsible for 10% of whole oxygen consumed in 24 hours as a result may have a great contribution in human global thermogenesis. Global thermogenesis which is related with mitochondrial oxygen consumption. We assumed that renal injuries necessarily promotes disturbances on global thermogenesis and consequently promote a re-adaptation on facultative and obligatory thermogenesis. To investigate the renal contribution on maintenance of internal temperature, we studied Sprague Dawley rats with: (Nx) mass reduction, (Dx) denervation and (Ox) urinary tract obstruction and two controls group: sham and (Non) no-operative. Methods: The study was performed after animals¿ immersions in warm water to avoid temperature dissipation and rectal temperature was recorded. Obligatory thermogenesis was evaluated through mitochondria respiratory chain and ADP/0 ratio in hepatocytes. The UCP1 and pathways associated with glucose captation (IRS1, PI3K, AKT1 and ERK1,2) protein expression in brow adipose tissue was studied by western blot method. Results: The Nx group presented significant initial lower temperature than Dx group: 36.14±0.8083°C x 37.15±0.9601 °C, with p<0.05. After thirty minutes, Dx group presented significant higher temperature (40.38 °C) than Sham (39.09±0.21°C), Nx (36.14±0.8083°C) and Ox (37.22±0.4338°C), groups with p<0.05. The Dx group showed significant higher thermal slope curve values (0.05836±0.07683) than Sham (0.04238±0.006312), Non (0.05182 ± 0.05546) and Ox (0.04516±0.005107) with p<0.05. Also, the area under curve presented Nx group with significant higher values (57.05 ± 17.82) than Ox (35.61±7.792), Sham (41.03 ± 3.06) and Non (39.82 ± 5.848) with p<0.001. No statistical difference was observed between all groups when the mitochondrial oxygen consumption and ADP/0 ratio were studied. The Dx and Nx groups showed increase in UCP1 and AKT1 activities. Conclusions: These results suggest that kidneys may play important function on body thermoregulation, contributing to thermal generation with own metabolic activities. We also concluded that renal nerves activity plays a role in thermic homeostase control, working associated with central nervous system and brown adipose tissue / Doutorado / Medicina Experimental / Doutor em Fisiopatologia Medica
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Vacinação de hepatite B intradermica em pacientes com falencia renal cronica : imunogenicidade e seguimento / Intradermal hepatite B vaccionation in patients with advanced chronic renal filure : immunogenicity and follow-u

Morais, Eliane de Oliveira 06 November 2007 (has links)
Orientadores: Luiz Jacintho da Silva, Mariangela Ribeiro Resende / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-09T15:51:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Morais_ElianedeOliveira_D.pdf: 3278461 bytes, checksum: abbd8e7c590c9cf33a356bf37a2a2616 (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: Pacientes renais crônicos (RC) em estágio terminal dialisados ou não apresentam menores taxas de soroconversão após vacina de hepatite B. O objetivo do estudo foi avaliar de forma prospectiva a imunogenicidade da vacina de hepatite B por via intradérmica (ID) em pacientes RC (fase dialítica e pré-dialítica) com idade maior ou igual a 18 anos, bem como o seguimento dos títulos de anticorpos por um período de 12 meses. Incluídos pacientes que nunca tinham sido vacinados para hepatite B(anti-Hbs<lO) e pacientes já vacinados anteriormente, porém não respondedores (anti-Hbs<lO). Também foram avaliadas variáveis demográficas e doença de base como fatores de interferência à resposta vacinal. Dos 70 pacientes do estudo: 27 não tinham vacinação prévia (Grupo I) e 43 tinham vacinação 1M prévia (Grupo II). Os dois grupos receberam 0,25ml (5~g) ID de vacina de hepatite B (Greencross Vaccine Corporation-Life Sciences, IKsan-si, Korea-Iote-2061074 e lote WVX1O21), em ambas as faces dos antebraços, semanalmente, por um período de oito semanas, num total de 16 doses. Antes do esquema vacinal proposto, foram realizadas as seguintes sorologias: HbsAg, anti-Hbc e anti-Hbs, anti-HIV e hepatite C. Títulos de anticorpos anti-Hbs foram feitos um mês após o término do esquema vacinal, e repetidos a cada 3 meses por um período de um ano. Títulos de anticorpos maiores ou iguais a 10mUIlml foram considerados protetores. Os 70 pacientes iniciais completaram o esquema. Um total de 57(81,5%) deles apresentou soroconversão um mês após o esquema vacinal. Títulos protetores ocorreram em 22(81,5%) pacientes do grupo I e em 35(81,4%) do grupo lI. A idade, a duração do tratamento de insuficiência renal, diabetes, tabagismo e o índice de massa corporal não foram relacionados à soroconversão. Foram excluídos 11 pacientes dos 57 que apresentaram soroconversão, considerando-se para análise de seguimento somente 46 pacientes. Completaram o acompanhamento sorológico até 1 ano, 29 pacientes. Títulos protetores foram vistos em 27(58,7%) pacientes com mediana de 165mUIlml, após 12 meses de seguimento. Eventos adversos não foram considerados de relevância. Conclusões: A vacina intradérmica de hepatite B tem resposta imune adequada em falência renal crônica (CRF) e serve como alternativa para vacinação primária desses pacientes. Também deve ser considerada para esquema de revacinação de não respondedores ao calendário que utiliza a via 1Mem renais crônicos, além de ser um esquema mais rápido na aquisição de títulos protetores / Abstract: Background: HBV infection remains a significant public health problem, even with a highly effective vaccine. Patients with end-stage renal failure undergoing dialysis treatment or not present a poor response to HBV vaccination. Aim: To evaluate the immunogenicity of intradermal hepatitis B vaccination in patients with advanced chronic renal failure. Methods: A 12-month prospective study in adult (>18 years old) patients with end-stage renal failure on (or preparing to) dialysis, with or without previous HBV vaccination and antibody titers for anti-Hbs <10 mUI/mL. AlI patients received recombinant hepatitis B vaccines available in the Brazilian vaccination program during the study (Green Cross Vaccine Corporation-LG Life Sciences, Iksan-si-Korea-2061O74 and WVX1O21). Vaccination was intradermal (ID), 16 injections over eight-week period, two (0,25mL, 5mg) at each visit, one in each forearm. Patients had antibody titers assessed before vaccination, one month after and each three months for a year. Antibody titers of IOmUI/mLor more were considered protective. Results: 70 patients completed the protocol, 27 in group I (no previous vaccination) and 43 in group TI(with previous vaccination IM). Protective titers were elicited in 22(81,5%) in group I and 35(81,4%) in group TI. Age, time under dialysis, diabetes, smoking and body-mass index (BMI) were not associated with seroconversion. or the 70 patients, 24 were excluded .A total of 46 patients were followed for one year and had antibody titers assessed 30 days (46; 100%), 90(39; 84,8%), 180(36; 78,2%), 270(31; 67,4%), 360(27; 58,7%) days afterwards. Persistent protective titers > 12 months occurred in 27(58,7%), with a median antibody titer leveI of 165mUIlmL. Adverse events occured in 18(25,7%): local pruritus 17(24,3%), local hiperpigmentation 11(15,7%), hyperemia 5(7,1%), mialgia 2(2,90,10h),eadache 1(1,4%) and nausea 1(1,4%). Theyare not important. Conclusion: ID HBV vaccination is one alternative in end-stage renal failure. The more rapid acquisition of protective titers compared with intramuscular schemes is one advantage. The ID vaccine schedule seems to be an etTective option for revaccinating non-responders to 1Mschedule / Doutorado / Clinica Medica / Doutor em Clínica Médica

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