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Sedação para colonoscopia: ensaio clínico comparando propofol e fentanil associado ou não ao midazolamNeves, José Francisco Nunes Pereira das 30 August 2012 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2018-11-21T13:58:27Z
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Previous issue date: 2012-08-30 / A Colonoscopia é um dos procedimentos mais realizados. Sedação e analgesia são
fundamentais, pois diminuem ansiedade e o desconforto, minimizando riscos de
complicações e proporcionando melhores condições para o exame. Em razão disso,
os pacientes preferem que o exame seja realizado sob sedação e analgesia, embora
não tenha sido determinada, a combinação de fármacos que possibilite condições
ideais de exame com mínimo prejuízo cognitivo pós-procedimento. A combinação de
benzodiazepínicos com opióides vem sendo utilizada em procedimentos de
colonoscopia para aliviar a dor e o desconforto do paciente. Mais recentemente, o
propofol assumiu posição de destaque. Este estudo apresenta-se como o único na
literatura médica que especificamente comparou, de forma prospectiva, o uso do
propofol e fentanil associado ou não ao midazolam na sedação para colonoscopia
realizada por anestesiologista. Os objetivos do estudo foram avaliar os efeitos
colaterais da sedação, as condições de alta da sala de recuperação pós-anestésica
e a qualidade da sedação nas opiniões do endoscopista e do paciente. Além disso,
buscou-se avaliar o consumo de propofol durante a colonoscopia, com ou sem o
midazolam como pré-anestésico. Trata-se de um estudo prospectivo, randomizado,
duplo cego, que envolveu 140 pacientes submetidos à colonoscopia, no Hospital
Universitário – CAS da Universidade Federal de Juiz de Fora. Foram incluídos no
projeto os pacientes com idade entre 18 e 60 anos, ASA I e II e que assinaram o
Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram excluídos os pacientes que não
obedeciam aos critérios de inclusão ou que faziam uso de medicações com atuação
no sistema nervoso central. Os pacientes foram divididos em dois grupos. O Grupo I
recebeu, por via endovenosa, midazolam (0,05 mg.Kg-1) como pré-anestésico, cinco
minutos antes da sedação, seguido do fentanil (1 μg.Kg-1) e propofol (1 mg. Kg-1). O
Grupo II recebeu, por via endovenosa, anestesia com fentanil (1 μg. Kg-1) e propofol
(1 mg. Kg-1). Os pacientes do Grupo II apresentaram maior incidência de reação
(motora ou verbal) à introdução do colonoscópio, bradicardia (P < 0,04), hipotensão
arterial (P = 0,121) e maior consumo total de propofol (P < 0,001). A satisfação dos
pacientes foi maior no Grupo I (P = 0,006). De acordo com a metodologia
empregada, a associação de midazolam ao propofol e fentanil para sedação em
colonoscopia reduz o consumo total de propofol e cursa com maior satisfação do
paciente. / Colonoscopy is one of the most performed procedures. Sedation and analgesia are
fundamental, since decrease anxiety and discomfort, minimizing risks of
complications and providing better conditions for the exam. As a result, patients
prefer the exam to be performed under sedation and analgesia. Although, the
combination of drugs that provides ideal conditions for the examination with minimal
post-procedure cognitive impairment has not yet been defined. The combination of
benzodiazepines with opioids has been used in colonoscopy procedures to relieve
the pain and discomfort of the patient. More recently, the propofol took a prominent
position. Our study is unique in the literature, specifically comparing, prospectively,
the use of propofol and fentanyl associated or not to midazolam on sedation for
colonoscopy, performed by anesthesiologist. The objectives of the study were to
evaluate the side effects of sedation, discharge conditions from the recovery room
and quality of sedation in the opinion of the endoscopist and the patient. Evaluate the
consumption of propofol during colonoscopy with or without the midazolam as pre
anesthetic. The study was prospective, randomised, double blind and involved 140
patients submitted to colonoscopies procedures at University Hospital – CAS at the
Federal University of Juiz de Fora. All the included patients in the project were
between 18 and 60 years old, ASA I and II and they signed an informed consent.
Some other patients were excluded because they did not attend to the criteria of
inclusion or have been using medication that acts on the central nervous system. The
patients were divided in two groups. The Group I received midazolam (0.05 mg.Kg-1)
intravenously as preanesthetic five minutes before the sedation, followed by the
fentanyl (1 μg Kg-1) and propofol (1 mg/Kg-1) (EV). The Group II received anesthesia
with fentanyl (1 μg Kg-1) and propofol (1 mg/Kg-1) intravenously. The patients from
Group II showed a higher incidence of reaction (motor or verbal) to the introduction of
the colonoscope, bradycardia (P < 0.04), hypotension (P = 0.121) and a higher
consumption of propofol (P < 0.001). Patient satisfaction was higher in Group I (P =
0.006). In accordance with the methodology, the association of midazolam to propofol
and fentanyl for sedation in colonoscopy reduces the total consumption of propofol
and ensure a higher patient satisfaction.
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A utilização da sedação consciente com oxido nitroso/oxigenio (N2O/O2) em odontologiaMoura, Luiz Claudio Luna de 25 February 2005 (has links)
Orientadores: Glaucia Maria Bovi Ambrosano, Luiz Francesquini Junior / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba / Made available in DSpace on 2018-08-04T04:18:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2005 / Resumo: A história da anestesia é, indubitavelmente, tão antiga quanto a própria humanidade, uma vez que, certamente desde o início dos tempos, o homem procurou formas de aliviar a dor. Em Odontologia, o uso dos anestésicos locais têm sido amplamente admitido como parte integrante do tratamento odontológico para aliviar a dor do paciente, sem contudo haver a preocupação com o conforto e o controle da ansiedade. No controle da dor e da ansiedade, que normalmente se manifestam na presença do Cirurgião-Dentista, o uso do óxido nitroso e oxigênio é uma das técnicas mais efetivas que favorecem tanto ao paciente, quanto ao profissional durante o ato operatório. A analgesia produzida pelo seu uso se situa no estágio 1 da anestesia e no primeiro plano da analgesia, sem comprometer os reflexos vitais do paciente, permitindo inclusive a comunicação e a sua colaboração, quando solicitada, com a vantagem de se obter uma recuperação rápida e sem efeitos colaterais. Contudo, o uso da técnica do óxido nitroso e oxigênio, embora constitua uma das mais seguras técnicas de sedação consciente, é pouco conhecida, restringindo-se a um diminuto uso em hospitais e em alguns consultórios dentários. Este trabalho procurou demonstrar o quanto os Cirurgiões-Dentistas brasileiros sabem a respeito da sedação consciente em Odontologia, procurando avaliar o grau de conhecimento sobre a sedação consciente com óxido nitroso, discutindo seus aspectos legais. Para isto foram analisados os resultados de um questionário entregue aos participantes do 16° Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro, com questões relacionadas com o tema. Concluindo que o Cirurgião-Dentista pesquisado apresenta pouco conhecimento no que tange ao uso, indicação, contra-indicação, vantagens e complicações relativas à técnica de sedação consciente por meio do óxido nitroso e oxigênio, porém sabe da importância do seu uso; a analgesia relativa ou a sedação consciente de maneira geral, na Odontologia, somente poderá ser empregada por um Cirurgião-Dentista que seja comprovadamente habilitado; a sedação consciente ou analgesia relativa utilizando a mistura de óxido nitroso/oxigênio (N2O/O2) promove um controle eficiente da ansiedade e da dor durante o tratamento odontológico; a técnica de sedação consciente ou analgesia relativa com o uso do óxido nitroso não se constitui e nem se caracteriza como anestesia geral, pois a concentração de óxido nitroso e a técnica de administração são diferentes das empregadas na anestesia geral; a maioria dos Cirurgiões-Dentistas pesquisados não receberam informação de sedação consciente com uso de óxido nitroso e oxigênio durante a graduação; e a grande maioria dos Cirurgiões-Dentistas pesquisados não se utiliza deste método no consultório odontológico / Abstract: Anesthesia history is undoubtedly so old as humanity itself, once that certainly since the beginning of the times, man sought forms of alleviating pain. In Odontology, the local anesthetics' use has been widely admitted as integral part of the odontological treatment to alleviate the patient's pain however without having the concern with the comfort and the control of anxiety. In the control of pain and anxiety that usually show in Dentist¿s presence, the use of the nitrous oxide and oxygen is one of the techniques more effective that favor so much the patient, as also the professional during the operative act. The analgesia produced by its use it¿s located in anesthesia¿s stage 1 and in analgesia¿s foreground, without committing the patient's vital reflexes, inclusive allowing the communication and its
collaboration when requested, with the advantage of obtaining a fast recovery and without side effects. However, the use of the nitrous oxide and oxygen technique, although it constitutes one of the safest techniques of conscious sedation, is not very well-known, being restricted to a small use in hospitals and in some dental offices. This work tried to demonstrate how much the Brazilian Dentist know regarding the conscious sedation in Odontology, trying to evaluate the knowledge degree about the conscious sedation with nitrous oxide, discussing its legal aspects. For this were analyzed the results of a questionnaire made among the participants of the 16° International Congress of Odontology of Rio de Janeiro, with
subjects related with the theme. Concluding that the researched Dental Surgeon presents little knowledge about the use, indication, contraindication, advantages and complications relative to the technique of conscious sedation by nitrous oxide and oxygen, however knows about the importance of its use; the relative analgesia or the conscious sedation in general way in Odontology can only be used by a Dentist that is confirmed qualified; the conscious sedation or relative analgesia using the mixture of nitrous oxide/oxygen (N2O/O2) promotes an efficient control of anxiety and pain during the odontological treatment; the technique of conscious sedation or relative analgesia with the use of the nitrous oxide is not constituted and nor is characterized as general anesthesia, because the concentration of nitrous oxide and the administration technique are different from the ones applied in the general anesthesia; most of the researched Dentist didn't receive conscious sedation information with the use of nitrous oxide and oxygen during the graduation; and the great majority of the researched Dentist don't use this method in the odontological clinic / Mestrado / Odontologia Legal e Deontologia / Mestre em Odontologia Legal e Deontologia
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Efeitos da associação de azaperone e xilazina em veados-mateiros (Mazama americana) mantidos em cativeiro / Effects of azaperone and xylazine combination in captive red brockets (Mazama americana)Bárbara Giacomini Ferrari 18 December 2015 (has links)
O presente estudo objetivou determinar um protocolo para sedação de veados-mateiros (Mazama americana) que permitisse procedimentos comumente utilizados no manejo dessa espécie em cativeiro. Foram utilizados seis animais adultos, pesando 38,4 ± 5 Kg, pertencentes ao Núcleo de Pesquisa e Conservação de Cervídeos (UNESP - Jaboticabal). Os animais foram submetidos a dois tratamentos, com um intervalo mínimo de 30 dias entre eles, a saber: AX-0,5 - associação de 1 mg/kg de azaperone e 0,5 mg/kg de xilazina via intramuscular (IM) e AX-1,0 - associação de 1 mg/kg de azaperone e 1 mg/kg de xilazina (IM). A partir da administração do tratamento (0 minuto) foram avaliados os tempos para latência da sedação, para decúbito esternal, para a manipulação segura e para a manipulação sem segurança. Ainda, foram avaliados a qualidade da contenção química por meio da somatória de pontos obtida com a utilização de uma escala descritiva adaptada, a cada 10 minutos, por até 90 minutos, parâmetros fisiológicos (FC, fR, PAM e To) a cada 10 minutos, durante 60 minutos, perfil ácido-base e eletrolítico (pH, PaCO2, PaO2, HCO3-, EB, SaO2, Na+ e K+) aos 10, 30 e 60 minutos e lactato sérico aos 30 e 60 minutos pós-tratamentos. As diferenças foram consideradas significantes quando P < 0,05. O período de latência da sedação e período para os animais apresentarem decúbito esternal foram maiores em AX-0,5 (7 ± 6,6 e 12 ± 9,7 minutos, respectivamente) em relação a AX-1,0 (5 ± 2,0 e 6 ± 3,1 minutos respectivamente), porém não houve diferenças entre os grupos para os demais tempos avaliados. A qualidade da contenção química diferiu entre os grupos a partir de 60 minutos, observando-se possibilidade de manipulação sem segurança a partir de 60 minutos para AX-0,5 e de 90 minutos para AX-1,0. Não houve diferenças entre FC, fR, PAM e To e o lactato sérico entre os momentos nem entre os grupos. Em relação ao perfil ácido-base e eletrólitico, AX-0,5 apresentou diferenças em pH, HCO3-,, EB e K+, com valores aos 60 minutos superiores aos valores em 10 minutos, e AX-1,0 apresentou diferenças apenas para EB também com valores aos 60 minutos superiores aos 10 minutos. Diante dos resultados conclui-se que os dois protocolos promoveram sedação adequada e que a escolha entre eles deve ser pautada pela índole do animal. Embora não tenham ocorrido alterações fisiológicas consideráveis em nenhum dos grupos, sugere-se a suplementação de oxigênio nos primeiros 30 minutos de contenção química. / The aim of this study was to determine a sedation protocol for red brockets (Mazama Americana) that allows common handling procedures for captive individuals of this species. Six adult animals, weighing 38.4 ± 5 kg, from Núcleo de Pesquisa e Conservação de Cervídeos (UNESP - Jaboticabal) were used in the study. They underwent two treatments with a 30 days washout period: AX-0.5 with 1 mg/kg azaperone and 0.5 mg/kg xylazine, intramuscularly (IM), and AX-1.0 with 1 mg/kg azaperone and 1 mg/kg xylazine, IM. From the moment of drug administration (0 minute) latency periods for sedation, sternal recumbency, safe handling and unsafe handling were recorded. The quality of chemical restraint was quantified every 10 minutes, for up to 90 minutes, through a descriptive scale, and the physiological variables (FC, fR, PAM and To) every 10 minutes, up to 60 minutes. Acid base status and blood electrolytes (pH, PaCO2, PaO2, HCO3-, EB, SaO2, Na+ e K+) were assessed at 10, 30 and 60 minutes, while blood lactate was assessed at 30 and 60 minutes after treatment. Differences were considered significant when P < 0.05. Sedation latency periods and period for sternal recumbency were longer in AX-0.5 (7 ± 6,6 e 12 ± 9,7 minutes, respectively) in comparison to (AX-1.0 5 ± 2,0 e 6 ± 3,1 minutes respectively), however no other significant differences in periods between groups were observed. Quality of chemical restraint was significantly different between treatments after 60 minutes, when safe handling of the animals was no longer possible in AX-0.5, but only after 90 minutes in AX-1.0. No differences between FC, fR, PAM, To and blood lactate levels were observed between groups or between moments. Regarding the acid base status and blood electrolytes, animals from AX-0,5 showed significant differences in pH, HCO3-,, BE and K+ between 10 and 60 minutes, being values at 10 minutes higher. Same tendency was also observed in AX-1.0, however only for BE. In conclusion, both protocols led to adequate sedation and predilection between them should be based on the animal\'s behavior. Even though no alterations in physiological parameters were detected in any of the experimental groups, oxygen therapy is recommended for the first 30 minutes of chemical restraint in all animals.
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SEDAÇÃO EM ODONTOPEDIATRIA: PERCEPÇÕES DE ACOMPANHANTES E EQUIPE PROFISSIONAL / Pediatric dental sedation: perceptions of children s accompanying adults and a sedation teamLIMA, Alessandra Rodrigues de Almeida 16 October 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2014-07-29T15:25:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2008-10-16 / The management of a child s behavior in a dental setting is routinely accomplished
by a good communicative technique known as basic methods. Advanced me thods
(protective stabilization, sedation, and general anesthesia) have been indicated for
resistant children. When the basics methods are not enough to provide a safe and
effective treatment, Brazilian dentists seem to prefer the protective stabilization to
restrain a child. After the establishment of rules for nitrous oxide sedation in Brazil, a
change in practice can be expected. In minimal and moderate sedation, patient can
respond to every dental treatment s stimulus with cry and struggle. The purpose of
this study was to known the perceptions of sedation by accompanying adults and a
sedation team. This was a qualitative research, based on three in-depth interviews
with two groups of accompanying adults groups and one group of a dental sedation
team. Interviews were transcribed verbatim and independently analyzed by three
investigators through the thematic content method. The first analysis explored the
ACCOMPANYING ADULTS SATISFACTION; two categories emerged: the good
side (conscious, safety, satisfaction, behavior management) and the bad side
(suffering, adverse effects) of pediatric dental sedation. The second analysis
regarding the MEANINGS OF SEDATIONFOR ACCOMPANYING ADULTS
generated FOUR categories: Protective stabilization (to bind, to protect on
sedation), sedation (positive and negative side) , general anesthesia (positive point
of a view) and mothers feelings (aversion peace, fair, security, motivation). Three
categories emerged from the third interview about DENTAL TEAM PERCEPTIONS:
knowledge (technique, indication, aim, amnesia, unexpected), disappointment
(hopes, disappointment, depreciation), and difficulties (expense, accompanying
adults and care team s opposition, tendency to be better). Accompanying adults did
not accept physical restraint, but were satisfied with dental sedation despite its
limitations and saw general anesthesia as an alternative method. The dental sedation
team was aware of the sedation s advantages and flaws, but was pessimist about the
method / A utilização de métodos de controle de comportamento da criança, quer sejam
básicos (comunicativos) ou avançados (estabilização protetora, sedação e anestesia
geral), é uma constante nos consultórios de odontopediatria. A sedação realizada
em ambulatório, mantem o paciente responsivo e com isso o mesmo sente os
estímulos inerentes à prática odontológica, podendo reagir a eles com choro e
movimento. Tal procedimento já tem sua eficácia e segurança cientificamente
comprovadas, todavia não se conhece as percepções que acompanhantes e
profissionais envolvidos formulam sobre a sedação. Objetivou-se conhecer as
percepções sobre sedação segundo um grupo de acompanhantes de crianças préescolares
e equipe profissional vinculada ao atendimento sob sedação . Trata-se de
trabalho de pesquisa qualitativa e realizou-se três entrevistas abertas, com enfoques
distintos, com três grupos de indivíduos envolvidos no atendimento de crianças sob
sedação no Núcleo de Estudos em Sedação Odontológica (NESO), sendo dois
grupos de acompanhantes e um grupo com os membros da equipe profissional. O s
dados foram transcritos, lidos exaust ivamente e analisados a partir da análise de
conteúdo, modalidade temática. A análise dos dados e a apresentação dos
resultados foram feitos de forma independente para cada grupo de dados coletados
a saber: SATISFAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS da análise das entrevistas como
primeiro grupo de acompanhantes emergiram duas categorias temáticas, o Lado
Bom (consciência, segurança, satisfação, condicionamento) e Lado Ruim da
Sedação (sofrimento e efeito paradoxal) ; SIGNIFICADOS ATRIBUIDOS PELOS
ACOMANHANTES AOS MÉTODOS AVANÇADOS DE CONTROLE
COMPORTAMENTAL da análise do segundo grupo de entrevistas emergiram
quatro categorias temáticas, Estabilização Protetora (amarrar, segurar na sedação) ,
Sedação (aspectos positivos e negativos) , Anestesia Geral (aspectos positivos),
Sentimento dos Acompanhantes (revolta, tranqüilidade, medo, segurança,
motivação); PERCEPÇÕES DA EQUIPE PROFISSIONAL da análise das
entrevistas realizadas com os profissionais da equipe NESO emergiram as seguintes
categorias temáticas o Conhecimento (técnica, indicação, objetivo, amnésia e
imprevisibilidade), Frustração (expectativa, frustração e desvalorização) e Problemas
(custo, resistência de pais e profissionais e tendência a melhorar) . Considerou-se
que os acompanhantes entrevistados não aceitam a estabilização protetora para o
atendimento de suas crianças, ponderam as l imitações da técnica de sedação e
sentem-se satisfeitos apesar das limitações da mesma. E ainda, aceitam a anestesia
geral como uma alternativa à técnica de sedação . Os profissionais do NESO, por
outro lado, percebem a sedação de forma negativa e pessimista contrapondo -se à
aceitação dos acompanhantes.
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Utilização do midazolam intranasal como sedativo para tomografia em crianças / Utilization of aerosolized intranasal midazolam as a single sedative for pediatric tomographic studiesMekitarian Filho, Eduardo 11 March 2013 (has links)
Objetivos: Avaliar a segurança e a eficácia do midazolam intranasal (MIN) para sedação para tomografia em crianças, bem como a qualidade dos estudos radiológicos obtidos com esta técnica. Material e métodos: Entre dezembro de 2011 e julho de 2012, este estudo prospectivo avaliou o MIN como sedativo para crianças submetidas à tomografia sem acesso venoso. Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa e consentimento dos responsáveis, 0,4 mg/kg de MIN foi administrado, sendo feita dose adicional de 0,1 mg/kg se o nível de sedação avaliado pela Escala de Sedação de Ramsay não fosse atingida após 15 minutos da primeira dose. Os desfechos relacionados à sedação incluíram tempo para sedação e para atingir os critérios de alta; parâmetros fisiológicos como oximetria de pulso e frequência cardíaca foram registrados a cada cinco minutos até a alta. A qualidade dos exames tomográficos foi avaliada quanto à presença de artefatos de imagem e movimento. Resultados: 60 eventos de sedação foram realizados em 58 pacientes. A idade média foi de 15,5 meses, sendo 90,9% dos exames tomográficos de crânio. O tempo médio para sedação foi de 15,2 minutos (5-40) e o tempo médio para atingir os critérios de alta foi de 74,7 minutos. Eventos adversos foram observados em 5 crianças (8,4%), incluindo reação paradoxal (3), tempo de recuperação prolongado (1) e vômitos (1). Apenas 4 pacientes (6,7%) não foram adequadamente sedados com MIN. Imagens consideradas excelentes, sem artefatos, foram obtidas em 56 (93,3%) sedações. Não houve eventos como bradicardia, hipoxemia ou hipotensão. Conclusões: O midazolam intranasal, administrado via atomizador nasal, é um método simples e não-invasivo para sedação segura, eficaz e previsível para crianças na obtenção de estudos tomográficos de qualidade / Objective: To evaluate the safety, efficacy and image quality of sedation with aerosolized intranasal midazolam for pediatric CT studies. Materials and Methods: Between December 2011 to May 2012, this prospective study evaluated aerosolized intranasal (AIN) midazolam as a sedative for CT of children without intravenous access. After IRB approval and parental consent, 0,4 mg/kg of AIN midazolam was administered, and repeated with 0.1 mg/kg if adequate sedation evaluated by Ramsay Sedation Scale not achieved in 15 minutes after the first dose. Sedation outcome variables which included time to achieve sedation, to meet discharge criteria and physiological vital signs of pulse oximetry and heart rate, were recorded every five minutes until discharge. The quality of CT images was reviewed and graded for presence of motion and imaging artifacts, Results: 60 sedation encounters were performed in 58 children. Mean age was 15.5 months, and 90.9% of CT scans were brain scans. Mean time to sedation was 15.2 minutes (range 5-40) and mean time to achieve discharge criteria was 74.7 minutes. Adverse events were recorded in 5 children (8.4%) that underwent sedation - paradoxical reaction (3), prolonged recovery time (1) and vomiting (1). Only 4 patients (6.7%) failed to sedate. Excellent CT imaging, with no artifacts, were obtained in 56 (93.3%) of sedation encounters. No adverse events like bradycardia, hypoxia or hypotension were documented. Conclusions: The aerosolized route of administration of midazolam is a simple and noninvasive approach for predictable, effective and safe sedation of children for quality CT imaging studies
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Utilização do midazolam intranasal como sedativo para tomografia em crianças / Utilization of aerosolized intranasal midazolam as a single sedative for pediatric tomographic studiesEduardo Mekitarian Filho 11 March 2013 (has links)
Objetivos: Avaliar a segurança e a eficácia do midazolam intranasal (MIN) para sedação para tomografia em crianças, bem como a qualidade dos estudos radiológicos obtidos com esta técnica. Material e métodos: Entre dezembro de 2011 e julho de 2012, este estudo prospectivo avaliou o MIN como sedativo para crianças submetidas à tomografia sem acesso venoso. Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa e consentimento dos responsáveis, 0,4 mg/kg de MIN foi administrado, sendo feita dose adicional de 0,1 mg/kg se o nível de sedação avaliado pela Escala de Sedação de Ramsay não fosse atingida após 15 minutos da primeira dose. Os desfechos relacionados à sedação incluíram tempo para sedação e para atingir os critérios de alta; parâmetros fisiológicos como oximetria de pulso e frequência cardíaca foram registrados a cada cinco minutos até a alta. A qualidade dos exames tomográficos foi avaliada quanto à presença de artefatos de imagem e movimento. Resultados: 60 eventos de sedação foram realizados em 58 pacientes. A idade média foi de 15,5 meses, sendo 90,9% dos exames tomográficos de crânio. O tempo médio para sedação foi de 15,2 minutos (5-40) e o tempo médio para atingir os critérios de alta foi de 74,7 minutos. Eventos adversos foram observados em 5 crianças (8,4%), incluindo reação paradoxal (3), tempo de recuperação prolongado (1) e vômitos (1). Apenas 4 pacientes (6,7%) não foram adequadamente sedados com MIN. Imagens consideradas excelentes, sem artefatos, foram obtidas em 56 (93,3%) sedações. Não houve eventos como bradicardia, hipoxemia ou hipotensão. Conclusões: O midazolam intranasal, administrado via atomizador nasal, é um método simples e não-invasivo para sedação segura, eficaz e previsível para crianças na obtenção de estudos tomográficos de qualidade / Objective: To evaluate the safety, efficacy and image quality of sedation with aerosolized intranasal midazolam for pediatric CT studies. Materials and Methods: Between December 2011 to May 2012, this prospective study evaluated aerosolized intranasal (AIN) midazolam as a sedative for CT of children without intravenous access. After IRB approval and parental consent, 0,4 mg/kg of AIN midazolam was administered, and repeated with 0.1 mg/kg if adequate sedation evaluated by Ramsay Sedation Scale not achieved in 15 minutes after the first dose. Sedation outcome variables which included time to achieve sedation, to meet discharge criteria and physiological vital signs of pulse oximetry and heart rate, were recorded every five minutes until discharge. The quality of CT images was reviewed and graded for presence of motion and imaging artifacts, Results: 60 sedation encounters were performed in 58 children. Mean age was 15.5 months, and 90.9% of CT scans were brain scans. Mean time to sedation was 15.2 minutes (range 5-40) and mean time to achieve discharge criteria was 74.7 minutes. Adverse events were recorded in 5 children (8.4%) that underwent sedation - paradoxical reaction (3), prolonged recovery time (1) and vomiting (1). Only 4 patients (6.7%) failed to sedate. Excellent CT imaging, with no artifacts, were obtained in 56 (93.3%) of sedation encounters. No adverse events like bradycardia, hypoxia or hypotension were documented. Conclusions: The aerosolized route of administration of midazolam is a simple and noninvasive approach for predictable, effective and safe sedation of children for quality CT imaging studies
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Associação de fatores individuais e familiares com o comportamento da criança na sedação odontopediátrica / Association of individual and family factors with child behavior undergoing dental treatment with moderate sedationMachado, Geovanna de Castro Morais 13 December 2016 (has links)
Submitted by Marlene Santos (marlene.bc.ufg@gmail.com) on 2018-07-17T19:36:02Z
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Previous issue date: 2016-12-13 / Objectives: Moderate sedation is indicated to control children’s behavior during dental care, reducing anxiety and maintaining the child's well-being. However, some sedated children do not present good behavior making it difficult to perform dental procedures. This study investigated the association of possible individual factors (temperament) and family (parents’ dental anxiety, parents’ pain catastrophizing and coping strategies adopted by parents) with the children’s behavior during dental treatment under moderate sedation. Methods: A total of 110 children/parents (<7 years), referred to sedation at Dental Sedation Center (NESO) of the Faculty of Dentistry of the Federal University of Goiás, for not have cooperated during dental care, and their parents, participated of this observational study of data from two clinical trials. Children had two appointments: clinical examination and tooth restoration, with local anesthesia and rubber dam, under moderate sedation. The restorative session was filmed for further evaluation of the children's behavior by trained and calibrated observers. The behavior was assessed using the Ohio State University Behavioral Rating Scale OSUBRS. Positive behavior was considered when the children presented 80% or more of the sum of the scores 1 and 2 (quiet or crying) during the entire session. The children’s stress was evaluated through the increased cortisol levels present in the saliva, collected in three moments: arrival, 25 min after local anesthesia, and 25 min after the end of the procedure. Children’s temperament was assessed through the Children’s Behavior Questionnaire (CBQ) answered by parents. Factors related to parents’ anxiety were thus evaluated: dental anxiety using Corah Dental Anxiety Scale; level of pain catastrophizing through the Pain-Catastrophizing Scale-parents; coping strategies through Brief COPE. Data were analyzed using descriptive statistics and the Chi-square test, Friedman, Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskal Wallis or t-test for independent samples. Results: More than half of the children displayed negative behavior (n = 60 54.5%). Temperament did not associate with the negative behavior of children. Extroversion/surgency (P = 0.03) and the subscales ‘activity level’ (P = 0.04), ‘impulsivity’ (P = 0.04) and ‘smiling/laughter’ (P = 0.01) differed between behavior groups, where children with positive behavior had higher scores than those who had negative behavior. In a sample of 42 children, 31 (73.8%) were reactive to stress during local anesthesia and temperament was not associated with increased levels of children’s stress. Dental anxiety and pain catastrophizing were not associated with negative children’s behavior. Parents of children with negative behavior had higher scores in maladaptive coping and Venting subscale, and lower scores in the Acceptance subscale. Conclusion: Coping strategies adopted by the parents explained, in part, negative or positive children´s behavior. These results have shown that parental coping strategies may have protective or destructive effects on children's behavior. Temperament was not associated with negative behavior and did not influence the children´s stress during the injection of local anesthesia. However, many children were stressed during this procedure, a fact that should be always considered by the professional who assist children under moderate sedation. / Objetivos: Sedação moderada é recomendada para o controle do comportamento infantil durante o atendimento odontológico. Ainda assim, algumas crianças sedadas não colaboram dificultando o tratamento. Esse estudo investigou a associação de possíveis fatores individuais (temperamento) e familiares (ansiedade odontológica dos pais, nível de catastrofização da dor pelos pais e estratégias de coping adotadas pelos pais) com o comportamento da criança durante sedação odontopediátrica. Métodos: Um total de 110 crianças/110 acompanhantes, (< 7 anos) encaminhadas para sedação no Núcleo de Estudos em Sedação Odontológica (NESO) da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás, por não colaborarem durante atendimento odontológico, fizeram parte deste estudo observacional que usou dados de dois ensaios clínicos. As crianças foram atendidas em duas sessões: exame clínico e restauração de um dente, com anestesia local e isolamento absoluto, sob sedação moderada. A sessão do atendimento restaurador foi filmada para posterior avaliação do comportamento da criança por observadores treinados e calibrados. O comportamento foi avaliado por meio da Ohio State University Behavioral Rating Scale OSUBRS. Comportamento positivo foi considerado quando a criança apresentou 80% ou mais da soma dos escores 1 e 2 (quieto ou com choro) durante toda a sessão de atendimento. O estresse da criança foi avaliado através do aumento dos níveis de cortisol presentes na saliva coletada em três momentos: chegada, 25 minutos após anestesia local e 25 minutos após o final do procedimento. O temperamento foi avaliado usando o Children’s Behavior Questionnaire (CBQ) respondido pelos pais. Fatores relacionados à ansiedade dos pais foram assim avaliados: ansiedade odontológica usando a Escala de Ansiedade Odontológica de Corah; nível de catastrofização da dor através da Escala de Catastrofização da Dor-Pais; estratégias de coping por meio do COPE Breve. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e dos testes qui-quadrado, Friedman, Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskal Wallis ou teste t para amostras independentes. Resultados: O temperamento não se associou ao comportamento negativo das crianças. Extroversão (P=0.03) e as subescalas ‘nível de atividade’(P=0.04), ‘impulsividade’ (P=0.04) e ‘riso/sorriso’ (P=0.01) diferiram entre os grupos de comportamento, onde as crianças com comportamento positivo tiveram escores mais altos que as que tiveram comportamento negativo. Entre 42 crianças, 31 mostraram-se reativas ao estresse durante a anestesia local e o temperamento não se associou ao aumento no nível de estresse das crianças. Ansiedade odontológica e catastrofização da dor pelos pais não se associaram ao comportamento negativo das crianças. Pais de crianças com comportamento negativo apresentaram escores mais altos no coping mal-adaptativo e na subescala Desabafo e escores mais baixos na subescala de Aceitação do COPE Breve. Conclusão: Estratégias de coping adotadas pelos pais explicaram, em parte, o comportamento negativo ou positivo das crianças. Estes resultados mostraram que estratégias de enfrentamento dos pais podem ter efeitos protetores ou destrutivos sobre o comportamento das crianças. O temperamento não se associou ao comportamento negativo e nem influenciou no estresse das crianças durante a aplicação da anestesia local. No entanto, muitas crianças mostraram-se estressadas durante esse procedimento, fato que deve ser sempre considerado pelo profissional que atende crianças sob sedação moderada.
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Eficácia da sedação intranasal com midazolam e cetamina no controle comportamental de crianças submetidas a tratamento odontológico: ensaio clínico randomizado / Effectiveness of intranasal sedation with midazolam and ketamine in the behavior management control of children undergoing dental treatment: randomized clinical trialSado Filho, Joji 13 March 2017 (has links)
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Previous issue date: 2017-03-13 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / During dental treatment of children, basic or advanced behavior guidance techniques can
be used. Advanced techniques, non-pharmacological (protective stabilization) or
pharmacological (sedation and general anesthesia), are indicated when there is no
success with the basic techniques. Regarding advanced techniques, sedation has been
increasingly widespread in pediatric dentistry, although the evidence is still weak about
which sedative regime provides the greatest comfort and the lowest risk. In view of this
need to identify the best sedative regimen, the objective of this randomized, masked,
controlled, parallel-design trial was to evaluate the effectiveness of intranasal sedation
with Midazolam and Ketamine in behavioral control of preschool children undergoing
dental treatment. Eighty-four preschoolers, aged between 1.5 and 6 years old, with dental
caries and non-cooperative behavior in previous dental treatment, were randomized into
three groups: (1) Midazolam and Ketamine intranasally (MKI); (2) Midazolam and oral
ketamine (MKO); (3) Oral midazolam. In all groups, the sedative was administered by a
pediatrician or anesthesiologist, and the children received restorative treatment under
local anesthesia and rubber dam isolation. Dental treatment was performed by pediatric
dentists who, in the end, classified child behavior through the Frankl scale. The training
sessions were videotaped, and the videos were then analyzed by trained and calibrated
researchers to assess behavior using the Ohio State University Behavioral Rating Scale
(OSUBRS) scale. The need to discontinue care and to use protective stabilization was
recorded. The data obtained were organized and analyzed in the software Statistical
Package for Social Sciences (SPSS). The statistical analysis involved the description of
the data and bivariate tests, considering a level of significance of 5%. Considering as a
parameter for sedation success the "positive" or "definitely positive" behavior verified with
the Frankl scale, the following rates were observed: MKI - 50.0%; MKO - 64.3% and MO - 28.6%. Success rates differed significantly between MKO compared to MKI and MO (P
= 0.03). When comparing the groups in relation to the behavior evaluated by the OSUBRS
scale, no statistically significant difference was observed in the frequency of "quiet" (P =
0.22), "movement without crying" (P = 0.69) and "combative (P = 0.30). The groups did
not differ in assessing the number of cases in which there was a "quiet" behavior in at
least 51.7% (median) of the session duration (P = 0.27) and in the number of cases in
which the child was "combative" "In at least 24.5% (median) of the session duration (P =
0.65). The need to suspend treatment (P = 0.69) and use protective stabilization (P = 0.14)
did not differ significantly among the three groups. The results of behavior evaluation using
the Frankl and OSUBRS scale were strongly correlated (rho = -0.84, P0.01). From these
results, it was concluded that the sedative protocol MKO presented a higher success rate
in behavioral control when compared to the other groups (MKI and MO). The combination
of Midazolam and Ketamine, regardless of route of administration, was more effective in
controlling behavior than Midazolam given alone. Therefore, the use of the combination
of Midazolam and Ketamine, both orally and intranasally, is an effective alternative for
controlling the behavior of non-collaborating preschoolers. / Durante o atendimento odontológico de crianças, podem ser utilizadas técnicas básicas ou avançadas de controle do comportamento. As técnicas avançadas, não
farmacológicas (estabilização protetora) ou farmacológicas (sedação e anestesia geral),
são indicadas quando não há sucesso com as técnicas básicas. Em relação às técnicas
avançadas, a sedação tem sido cada vez mais difundida na odontopediatria, embora as
evidências ainda sejam fracas sobre qual regime sedativo proporciona o maior conforto
e menor risco. Diante dessa necessidade de se identificar o melhor regime sedativo, o
objetivo deste ensaio clínico randomizado, mascarado, controlado e de delineamento
paralelo foi avaliar a eficácia da sedação intranasal com Midazolam e Cetamina no
controle comportamental de crianças pré-escolares submetidas a atendimento
odontológico. Oitenta e quatro pré-escolares, com idade entre 1,5 e 6 anos, com cárie
dentária e comportamento não colaborador em atendimentos odontológicos anteriores,
foram randomizados em três grupos: (1) Midazolam e Cetamina por via intranasal (MKI);
(2) Midazolam e Cetamina por via oral (MKO); (3) Midazolam por via oral. Em todos os
grupos, o sedativo foi administrado por um médico pediatra ou anestesiologista, e as
crianças receberam tratamento restaurador sob anestesia local e isolamento absoluto. O
tratamento odontológico foi realizado por odontopediatras que, ao final, classificaram o
comportamento infantil por meio da escala de Frankl. As sessões de atendimento foram
filmadas e, posteriormente, os vídeos foram analisados por pesquisadores treinados e
calibrados a fim de se avaliar o comportamento usando a escala Ohio State University
Behavioral Rating Scale (OSUBRS). A necessidade de suspender o atendimento e de
utilizar estabilização protetora foi registrada. Os dados obtidos foram organizados e
analisados no software Statistical Package for Social Sciences (SPSS). A análise
estatística envolveu a descrição dos dados e testes bivariados, considerando-se um nível
de significância de 5%. Considerando-se como parâmetro para sucesso da sedação o
comportamento “positivo” ou “definitivamente positivo” verificado com a escala de Frankl,
foram observadas as seguintes taxas: MKI – 50,0%; MKO – 64,3% e MO – 28,6%. As
taxas de sucesso diferiram significativamente entre MKO em comparação com MKI e MO
(P = 0,03). Ao se comparar os grupos em relação ao comportamento avaliado pela escala
OSUBRS, não foi observada diferença estatisticamente significativa na frequência de
comportamentos “quieto” (P=0,22), “movimento sem choro” (P=0,69) e “combativo”
(P=0,30). Os grupos não diferiram ao se avaliar o número de casos em que houve
comportamento “quieto” em pelo menos 51,7% (mediana) da duração da sessão (P=0,27)
e número de casos em que a criança ficou “combativa” em, pelo menos, 24,5% (mediana)
da duração da sessão (P=0,65). A necessidade de suspender o atendimento (P=0,69) e
de utilizar estabilização protetora (P=0,14) não diferiu significativamente entre os três
grupos. Os resultados da avaliação do comportamento por meio da escala de Frankl e da OSUBRS foram fortemente correlacionados (rho = -0,84, P≤0,01). A partir destes
resultados conclui-se que o protocolo sedativo MKO apresentou maior taxa de sucesso
no controle comportamental, quando comparado aos outros grupos (MKI e MO). A
combinação de Midazolam e Cetamina, independentemente da via de administração, foi
mais eficaz para o controle do comportamento que o Midazolam administrado
isoladamente. Sendo assim, o uso da associação Midazolam e Cetamina, tanto por via
oral, quanto intranasal, é uma alternativa eficaz para o controle do comportamento de
pré-escolares não colaboradores.
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EUGENOL COMO ANESTÉSICO PARA JUNDIÁS (Rhamdia quelen) ADAPTADOS A DIFERENTES NÍVEIS DE pH, TEMPERATURA E DUREZA DA ÁGUA / EUGENOL AS ANESTHETIC FOR SILVER CATFISH (Rhamdia quelen) ADAPTED TO DIFFERENT pH, HARDNESS AND TEMPERATURE LEVELS OF THE WATERGomes, Diego Prestes 30 November 2009 (has links)
The effects of water pH, hardness and temperature on anesthesia induction and
recovery in silver catfish exposed to different concentrations of eugenol (20, 30 and 40 mg/L)
were investigated. Moreover, the effects of anesthesia and temperature on blood gases
tensions (PvO2 and PvCO2) and pH were also analyzed in juveniles I (3.5 ± 0.7 g; 7.7 ± 0.8
cm) and juveniles II (152.2 ± 3.4 g; 26.6 ± 3.3 cm) of silver catfish. Water quality and fish
size affect efficacy of eugenol in silver catfish, mainly in the lower concentrations tested.
Sedation of this species can be induced even with 20 mg/L, but for anesthesia a concentration
of at least 40 mg/L eugenol must be used to reduce the influence of the studied fish size and
water quality. Blood gases tensions and pH were affected by eugenol anesthesia only in fish
acclimated to 30 oC. / Investigou-se os efeitos do pH, dureza e temperatura da água sobre a indução à
anestesia e recuperação em jundiás expostos a diferentes concentrações de eugenol (20, 30 e
40 mg/L). Além disso, os efeitos da anestesia e temperatura sobre as pressões parciais dos
gases sanguíneos (PvO2 e PvCO2) e pH foram também analisados em juvenis I (3,5 ± 0,7 g;
7,7 ± 0,8 cm) e juvenis II (152,2 ± 3,4 g; 26,6 ± 3,3 cm) de jundiá. A qualidade da água e o
tamanho do peixe afetam a eficácia do eugenol em jundiá, principalmente nas menores
concentrações testadas. A sedação desta espécie pode ser induzida com 20 mg/L, mas para a
anestesia uma concentração de cerca de 40 mg/L de eugenol deve ser utilizada para reduzir a
influência do tamanho do peixe e da qualidade da água. As pressões parciais dos gases
sanguíneos e o pH foram afetados pelo eugenol durante a anestesia em peixes aclimatados a
30oC.
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Efeito do geraniol no comportamento e no padrão de ondas cerebrais de ratos / Effect of geraniol on the behavior and brainwave pattern of ratsMedeiros, Katty Anne Amador de Lucena 13 February 2015 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / natural molecules found in essential oils, Geraniol is one that has been extensively studied. The literature shows geraniol as an anti-inflammatory, chemo-preventive, antimicrobial, antioxidant, and neuro-protective agent. However, a lack of studies remains in covering the influence of this compound on the central nervous system. This study aimed to characterize the effect of geraniol in brainwave patterns, motor and anxiety-like behavior in Wistar rats. In the experiments, we used one hundred and eighty (180) male Wistar rats, all of them aged 3 and 4 months, from the Central Biotery and Neurophysiology Laboratory Biotery, both of Federal University of Sergipe. Behavioral tests were performed to evaluate engine components and anxiety (perforated plate and open field). We also evaluated barbiturate-induced sleeping time. We performed Electrocorticogram (ECoG) exams to characterize the pattern of brain waves. We used three different doses of geraniol in the tests: 25, 50 and 100 mg/kg. Divergences in the literature regarding the anxiolytic dose of diazepam as control in the hole-board and open field test led us to carry out a dose-response curve to determinate such dose, followed by a comparison with doses of geraniol. In the hole-board we observed that the dose of 2,0 mg/kg Diazepam increased immobility time and decreased the number and duration of rearing. There was a large increase in head-dipping time in animals treated with diazepam 0,5 mg/kg. As to the open field test, Diazepam at a dose of 5,0 mg / kg decreased distance traveled and the animals treated with this dose remained most of the time immobile. The number and duration of rearing were higher in animals treated with diazepam at a dose of 1,5 mg/kg and reduced with Diazepam 5,0 mg/kg. When testing geraniol at doses of 25, 50 and 100 mg/kg in the two apparatuses mentioned we noticed that the dose of 100 mg/kg decreased the distance traveled, the number and duration of rearing, the number and duration of head-dipping and increased immobility time in the hole-board compared to the control groups (saline and Diazepam 0,5 mg/kg). Similarly, in the open field, we observed that animals treated with geraniol (50 or 100 mg/kg) also reduced the distance traveled, the number and duration of rearing, and increased immobility time compared to the saline group and Diazepam 1,5 mg/kg . In the barbiturate-induced sleeping time test, Geraniol (100 mg/kg) did not affect sleep latency, however, increased sleep time of the animals similarly to the animals treated with diazepam 5 mg/kg. Furthermore, Geraniol (100 mg/kg) significantly increased the relative power ECoG of ultra-slow waves (0,5-1,5 Hz) and delta waves (0,5 4,0) and reduced of alfa waves (8,0-13,0 Hz). According to all gathered data, we conclude that geraniol (100 mg/kg) behaves as a hypnotic-sedative drug. / Óleos essenciais são compostos voláteis extraídos de plantas aromáticas. Entre as moléculas naturais encontradas em óleos essenciais, o Geraniol vem sendo bastante estudado. Esse já foi mostrado na literatura como um agente antimicrobiano, antioxidante, anti-inflamatório e neuroprotetor. Entretanto, ainda há escassez de estudos que abranjam a influência desse composto sobre o sistema nervoso central. Diante disso, esta pesquisa teve como objetivo caracterizar o efeito do geraniol nos padrões de ondas cerebrais, no comportamento motor e tipo ansiedade de ratos Wistar. Foram utilizados 180 ratos Wistar machos, com idade entre 3 e 4 meses, provenientes do Biotério Central e do Biotério do Laboratório de Neurofisiologia da UFS. Foram realizados testes comportamentais para avaliação de componentes motores e de ansiedade (placa perfurada e campo aberto). Também foi avaliado o tempo de sono induzido por barbitúrico. Para caracterizar o padrão de ondas cerebrais foi feito eletrocorticograma (ECoG). Foram testadas 3 doses de geraniol: 25, 50 e 100 mg/kg. Devido a divergência na literatura sobre a dose de Diazepam para controle ansiolítico nos testes da placa perfurada e campo aberto, foi realizada uma curva dose-resposta para identificação da mesma, seguida de comparação com as doses do Geraniol. Foi observado, na placa perfurada, que a dose de 2,0 mg/kg de Diazepam aumentou o tempo de imobilidade e diminuiu o número e tempo de rearing. Houve uma ampla elevação no tempo de head-dipping nos animais tratados com Diazepam 0,5 mg/kg. Quanto ao teste do campo aberto, Diazepam na dose de 5,0 mg/kg diminuiu distância percorrida, logo os animais tratados com esta dose permaneceram a maior parte do tempo imóveis. O número e tempo de rearing foram elevados nos animais tratados com Diazepam na dose de 1,5 mg/kg e reduzidos com Diazepam 5,0 mg/kg. Ao testar o Geraniol nas doses de 25, 50 e 100 mg/kg nos dois aparatos supracitados, vimos que a dose de Geraniol de 100 mg/kg diminuiu distância percorrida, número e tempo de rearing, número e tempo de head-dipping e aumentou tempo de imobilidade na placa-perfurada comparado aos grupos controles (Salina e Diazepam 0,5 mg/kg). Do mesmo modo, foi observado no campo aberto que animais tratados com Geraniol (50 e 100 mg/kg) também reduziram a distância percorrida, número e tempo de rearing e aumentaram tempo de imobilidade em relação ao grupo Salina e Diazepam 1,5 mg/kg. No teste do tempo de sono induzido por barbitúrico, Geraniol (100 mg/kg) não alterou a latência do sono, todavia elevou o tempo de sono do animal assemelhando-se aos animais tratados com Diazepam 5,0 mg/kg. Ademais, o Geraniol (100 mg/kg) aumentou significativamente a porcentagem relativa da energia de ondas ultra-lentas (0,5-1,5 Hz) e delta (0,5-4,0 Hz), e diminuiu nas ondas alfa (8,0-13,0 Hz). Diante dos dados obtidos, foi concluído que Geraniol (100 mg/kg) comporta-se como uma droga hipnótico-sedativa.
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