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A gravidade dos episódios de reação reversa em pacientes coinfectados pelo vírus da imunodeficiência humana e pela Mycobacterium leprae

Andrade, Pedro José Secchin de January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-03-28T12:47:35Z (GMT). No. of bitstreams: 2 pedro_andrade_ioc_mest_2014.pdf: 3304584 bytes, checksum: dc2b5ed4b60b8d817c420a88e8533d01 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2016-02-23 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / A hanseníase e a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) são doenças infecciosas de importância para a saúde global, e, o Brasil é um dos poucos países onde elas ainda são endêmicas. O HIV e a Mycobacterium leprae (M. leprae) interagem com a imunidade celular do hospedeiro determinando as manifestações clínicas. Assim, esperava-se que pacientes coinfectados por essas duas doenças teriam um sinergismo de alterações imunopatológicas e exuberância de sinais e sintomas dos episódios reacionais até o momento. Existem poucos estudos sobre essa coinfecção publicados na literatura. O objetivo deste trabalho foi avaliar a gravidade dos episódios de reação reversa (RR) em pacientes coinfectados pelo vírus HIV e M. leprae e compará-la ao grupo controle. É um estudo analítico de coorte retrospectivo, ocorrido entre janeiro de 1996 e setembro de 2012, realizado no Ambulatório Souza Araújo (ASA) / Laboratório de Hanseníase (LAHAN) / Fiocruz-RJ, constituído pela análise dos dados revistos nos prontuários de pacientes hansênicos e que apresentaram o primeiro episódio de reação reversa até a última dose de poliquimioterapia. Esses pacientes foram divididos em dois grupos: um de coinfectados pelo HIV e M. leprae e outro grupo HIV negativo. Foram analisadas as características epidemiológicas, evolução clínica e o uso do corticoide para o tratamento desses indivíduos. As variáveis foram analisadas durante a poliquimoterapia (PQT) e entre o primeiro e último dia de uso de prednisona, o qual pode ocorrer até, no máximo, seis meses após o início da corticoterapia Foi realizada uma análise multivariada com as variáveis de importância clínica e estatisticamente significantes entre os grupos. O total de pacientes encontrados na pesquisa foi de 31 casos HIV positivo e 67 HIV negativo. Em seguida, observou-se que no grupo controle prevaleceram os multibacilares e, nos HIV positivo, os paucibacilares. Os coinfectados apresentaram todas as formas clínicas da hanseníase, com predomínio da forma borderline tuberculoide (BT) nos dois grupos. A lesão ulcerada foi encontrada apenas no grupo HIV positivo. Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos quando se observou o teste de Mitsuda entre os BT. A maioria dos coinfectados teve o diagnóstico de hanseníase com a presença de RR e maior frequência de neurite. Apenas duas infecções oportunistas foram observadas em um paciente coinfectado durante a corticoterapia. Na maioria dos pacientes dos dois grupos, o tratamento com prednisona durou mais de seis meses e se estendeu após o término da PQT. Os coinfectados utilizaram mais corticoide do que o grupo controle. Na análise multivariada, observou-se que a reação reversa não foi mais grave nos pacientes coinfectados. De um modo geral, as manifestações clínicas foram semelhantes entre os grupos, com melhora após a corticoterapia, que foi igualmente eficaz / Leprosy and infection by hum an immunodeficiency virus (HI V ) are infectious disea ses of global health importance , and Brazil is one of the few countri es where they are still endemic . HIV and Mycobacterium leprae ( M. leprae ) interact with the cellular immunity of the host and determine clinical manifestations. Thu s, it was expected that patients co - infected with both diseases would have a synerg ism of immunopathological changes and exuberance of signs and symptoms of leprosy reactions. To date, there are few studies about this co - infection published in the literatu re. The objective of this study was to evaluate the severity o f reverse reaction (RR) episodes in patients co - infected with HIV and M. leprae and compare it to the control group. It’s an a nalytical retrospective cohort study between January 1996 and Septem ber 2012, performed at the Ambulatory Souza Araújo (ASA) / Leprosy Laboratory (LAHAN) / Fiocruz, RJ and consisting of data analysis based on medical records of leprosy patients who have presented the first episode of reverse reaction until the last dose of multiple drug therapy ( MDT ) . These patients were divided into two groups: one co - infected with HIV and M. leprae and other HIV - negative group. We analyzed the epidemiological characteristics, clinical evolution and the use of corticosteroids to treat thes e individuals. Variables were analyzed during MDT and between the first and last day of prednisone, which could occur up to a maximum of six months after the initiation of corticosteroid therapy. A multivariate analysis was performed with the variables of clinical importance and statistically significant between groups. The number of patients found in this study was 31 HIV positive cases and 67 HIV negative cases. Then, it was observed that multibacillary patients prevailed in the control group, while the p aucibacillary ones predominated in the HIV positive group. I was also observed that co - infected patients may submit all clinical forms of leprosy and predominantly borderline tuberculoid (BT) form in both groups. Ulcerated lesions were found only in the HI V - positive group. There was no statistical difference between groups when we observe the Mitsuda test between BT. Most co - infected patients w ere diagnosed with leprosy in the presence of RR and more often of neuritis. Only two opportunistic infections were observed in a co - infected patien t during corticosteroid therapy . In the m ost of two groups, prednisone lasted for more than six months and was extended after MDT. C o - infected patients used more corticosteroids than the control group. In multivariate analy sis, it was observed that the reverse reaction was not more severe in co - infected patients. In conclusion , clinical manifestations were similar in both groups, with improvement after corticosteroid therapy, w hich was equally effective.
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Desenvolvimento de linhagens TcI e TcII de Trypanosoma cruzi expressando proteínas fluorescentes para estudo da interação parasito-hospedeiro

Dias, Greicy Brisa Malaquias January 2016 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências, Florianópolis, 2016. / Made available in DSpace on 2017-05-23T04:14:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 345764.pdf: 1327591 bytes, checksum: 16526788a991cb47c5948515e0df47a4 (MD5) Previous issue date: 2016 / Surtos de doença de Chagas aguda associados à transmissão pela via oral têm sido reportados no Brasil e em outros países da América do Sul. Contudo, estudos sobre a dinâmica da infecção por via oral ainda são incipientes. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a interação in vitro e in vivo de linhagens transfectadas de T. cruzi TcI e TcII com plasmídeos pTREXRFP/GFPNeo e pROCKGFPNeo. Para tanto, foram geradas linhagens da cepa SC25 (TcI) e SC96 (TcII) expressando de maneira estável as proteínas fluorescentes RFPe GFP, respectivamente. A cepa Y expressando GFP foi utilizada em ensaios de interação parasito-hospedeiro. Estudos in vitro mostraram que a transfecção não alterou o crescimento e a capacidade de infecção das cepas. Ensaios de co-infecção em células THP-1 mostraram que misturas de parasitos TcI e TcII em diferentes proporções apresentaram níveis de infecção inferiores aos observados para as cepas em infecções isoladas eque uma mesma célula comporta a infecção pelas duas linhagens de parasitos. Triatomíneos infectados isoladamente com cada uma das cepas transfectadas apresentaram taxa de infecção semelhante. Contrariamente, infecções mistas nos insetos mostraram um predomínio de parasitos da linhagem TcII. Em camundongos a infecção pela via oral da cepa TcI não foi capaz de induzir parasitemia sanguínea detectável nos animais. Por outro lado, a cepa YGFP ocasionou parasitemia sanguínea patente e nas inoculações com misturas de TcI e TcII, apenas parasitos TcII foram detectados no sangue e tecidos de animais infectados. O tratamento de tripomastigotas da cepa SC25RFP com pepsina reduziu significativamente sua capacidade de infecção em células THP-1, sugerindo que a passagem pelo ambiente gástrico pode ter interferido negativamente na infecção de camundongos pela via oral. A avaliação histopatológica mostrou que o processo inflamatório na fase aguda foi mais intenso e com presença de parasitismo apenas no tecido cardíaco para a cepa YGFP. Na fase crônica a inflamação foi reduzida e não foram encontrados parasitos visíveis nos tecidos avaliados. Contudo, a PCR revelou a presença de DNA do parasito em todos os tecidos examinados. Os resultados do presente trabalho sugerem que a dinâmica da co-infecção está mais associada às características das cepas de T. cruzi do que a linhagem genética (DTU) à que elas pertencem. Parasitos transfectados expressando genes repórteres distintos pode ser uma ferramenta útil no estudo da dinâmica de infecção mista.<br> / Abstract : Acute Chagas' disease outbreaks associated with oral transmission have been reported in Brazil and other South American countries. However, oral infection dynamics studies are still incipient. The present work aimed to evaluate the in vitro and in vivo interaction of T. cruzi TcI and TcII transfected strains with plasmids pTREXRFP / GFPNeo and pROCKGFPNeo. Transfected SC25 (TcI) and SC96 (TcII) strains were showed stable RFP and GFP fluorescent proteins expression, respectively. Y strain expressing GFP was used in parasite-host interaction assays. In vitro studies showed that transfection did not afected the strains growth. Co-infection assays in THP-1 cells showed that mixtures of TcI and TcII parasites in different proportions had lower levels of infection than those observed for the isolated strains and that the same cell carries infection by the two strains of parasites. Triatomines infected with each transfected strains showed a similar infection rate. In contrast, mixed infections showed a predominance of TcII lineage parasites in the insect gut. In mice, oral infection with TcI strainwas not able to induce detectable blood parasitemia in the animals. On the other hand, the YGFP strain caused patent blood parasitemia and in mixed infections only TcII parasites were detected in blood and tissues of infected mice. Treatment of trypomastigotes of the SC25RFP strain with pepsin significantly reduced their ability to infect THP-1 cells, suggesting that passage through the gastric environment may have interfered with the parasite capacity to infect mice by oral route. The histopathological evaluation showed that inflammatory process was more intense in the acute phase and YGFP parasites were detected only in heart. In the chronic phase inflammation was reduced and no visible parasites were found in the evaluatedt issues. However, PCR revealed parasite DNA in all examined tissues. The present work suggest that co-infection dynamics is more associated with the T. cruzi strain characteristics than the genetic lineage (DTU) to which they belong. Transfected parasites expressing different reporter genes may be a useful tool for the study of mixed infection dynamic.
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Detecção e genotipagem de Papilomavírus Humano (HPV) e sua relação com a ocorrência de lesões cervicais em mulheres coinfectadas com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) / Detection and genotyping of human papillomavirus (HPV) and its relationship with the presence of cervical lesions in women coinfected with HIV

Badial, Rodolfo Miglioli [UNESP] 07 March 2017 (has links)
Submitted by Rodolfo Miglioli Badial null (julio.badial@terra.com.br) on 2017-03-24T21:47:33Z No. of bitstreams: 1 Dissertação de Mestrado - FINAL.pdf: 1167468 bytes, checksum: 3b67d890022ead79068bd864c511c2aa (MD5) / Approved for entry into archive by Juliano Benedito Ferreira (julianoferreira@reitoria.unesp.br) on 2017-03-29T13:24:14Z (GMT) No. of bitstreams: 1 badial_rm_me_sjrp.pdf: 1167468 bytes, checksum: 3b67d890022ead79068bd864c511c2aa (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-29T13:24:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 badial_rm_me_sjrp.pdf: 1167468 bytes, checksum: 3b67d890022ead79068bd864c511c2aa (MD5) Previous issue date: 2017-03-07 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Os papilomavírus são vírus de DNA circular fita dupla com diâmetro de aproximadamente 55 nm e forma icosaédrica. São não envelopados e podem induzir tumores epiteliais escamosos em diferentes localizações anatômicas. Eles pertencem à família Papillomaviridae e possuem um genoma de cerca de oito mil pares de bases, protegidos por proteínas do capsídeo. Mais de 200 tipos diferentes de papilomavírus humano (HPV) foram identificados e classificados em dois grupos distintos, alto risco e baixo risco, dependendo de sua associação com o desenvolvimento de câncer. A integração genômica do HPV é um mecanismo de infecção viral persistente, que eventualmente se desenvolve na fase de cancerização. Trata-se de um processo tipicamente aleatório, e pode ocorrer em qualquer local no DNA da célula hospedeira. Em alguns casos, a integração pode contribuir para o desenvolvimento do carcinoma cervical, que é precedido por lesões precursoras como neoplasia intraepitelial cervical ou lesões intraepiteliais escamosas. As infecções crônicas pelo HPV podem ser facilitadas pela coinfecção com o HIV, o que reduz a probabilidade de eliminação espontânea do HPV. Com base nisso, foi investigada a presença do HPV, bem como o seu genótipo em 80 amostras, coletadas em dois anos diferentes, de 40 pacientes coinfectadas com HIV. Como resultado, foi observada a presença do HPV em 59 amostras (73,75%) na qual, os tipos de alto risco foram predominantemente detectados (59,3%). Os tipos mais frequentes foram HPV56 (17%) seguido pelo HPV16 (15,3%). Os resultados foram correlacionados com os fatores de risco associados a coinfecção HPV/HIV apresentados pelas pacientes. Nesta análise, a carga viral do HIV foi associada à ocorrência de lesões cervicais (p=0,045). Desta forma, pode-se concluir que a maior frequência do HPV56 e HPV16 evidencia a importância de incluir o tipo 56 nas vacinas HPV uma vez que o monitoramento das pacientes infectadas pelo HPV56 poderia contribuir para um melhor prognóstico para a infecção pelo HPV. A associação entre a carga viral do HIV e as lesões confirma a importância de monitorizar as doentes coinfectadas com HIV/HPV com carga viral elevada de HIV.
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Estudo da coinfecção HIV e Hepatite B em pacientes atendidos num serviço de referência em doenças infecciosas no Piauí

Cavalcanti, Norma Cely Salmito January 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-20T12:52:34Z (GMT). No. of bitstreams: 2 norma_cavalcanti_ioc_mest_2015.pdf: 1824997 bytes, checksum: af53643b4480a1ae7fc6ec212e3804a8 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2015 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / O objetivo do presente trabalho foi determinar a prevalência de infecção pelo HBV em uma população com HIV atendida em um Serviço de Referência no Piauí. Foram incluídos no estudo 115 pacientes HIV positivos que já faziam acompanhamento ambulatorial. A presença de marcadores para as hepatites B (HBs Ag, anti-Hbc total e anti-Hbs) e C (anti-HCV) foram investigados utilizando-se a técnica de ELISA por meio de kits comerciais (Axsym\F0D2). Nas amostras HBsAg reagentes, foi realizada a detecção do HBV-DNA por PCR em tempo real utilizando-se Kits comerciais Abbott Real Time HBV (Abbott Molecular Inc., Des Plaines, USA). A frequência de positividade para os marcadores do HBV foram 3/97 (2,6%) de HBs Ag, 26/98 (22,6%) de anti-HBc e 44/87(38,3%) de anti-HBs. Nos pacientes HBs Ag reagentes, a média de HBV DNA foi de 162 ±1728,34 UI/ml. A média de CD4 nos grupos expostos ao HBV foi 18% maior que nos grupos não expostos. Além da coinfecção HIV/HBV, também foi observada a coinfecção com Hepatite C. De acordo com a classificação da organização mundial de saúde, a prevalência de Hepatite B foi moderada e a coinfecção HIV-HBV nessa população foi mais baixa do que a encontrada em outros lugares do Brasil. Mais estudos são necessários para confirmar se o uso do tenofovir pode ter impacto na diminuição da coinfecção HIV/HBV / The aim of this study was to determine the prevalence of HBV infection in a population with HIV treated at a Reference Service in Piauí. The study included 115 HIV-positive patients who were already outpatient treatment. The presence of markers for hepatitis B (HBs Ag, anti-HBc and anti-HBs) and C (anti-HCV) were tested by ELISA using commercial kits (Axsym®). In samples positives for HBsAg HBV DNA was performed by real time PCR using commercial kits Real Time HBV Abbott (Abbott Molecular Inc., Des Plaines, USA). The frequency of positivity for HBV markers were 3/97 (2.6%) HBs Ag, 26/98 (22.6%) of anti-HBc and 44/87 (38.3%) of anti-HBs. In patients HBs Ag positive the means of HBV DNA was 162 ± 1728.34 IU / ml. The average CD4 in the groups exposed to HBV was 18% higher than in non-exposed groups. In coinfection of HIV / HBV, coinfection was also observed with hepatitis C. According to the World Health Organization classification, the prevalence of hepatitis B was moderate and HBV-HIV coinfection in this population was lower than that found in other parts of Brazil. More studies are needed to confirm that the use of tenofovir can impact decreased coinfection HIV/HBV
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Prevalência e fatores de risco do HTLV em pessoas vivendo com HIV/ AIDS acompanhadas em serviço de referência no período de 2013 a 2016 – Recife – PE

RIBEIRO, Mirela Lopes 21 June 2017 (has links)
Submitted by Fernanda Rodrigues de Lima (fernanda.rlima@ufpe.br) on 2018-08-29T22:24:00Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) DISSERTAÇÃO Mirela Lopes Ribeiro.pdf: 2216257 bytes, checksum: 49fcbcbc58366871eb0657347a258122 (MD5) / Approved for entry into archive by Alice Araujo (alice.caraujo@ufpe.br) on 2018-09-10T23:09:58Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) DISSERTAÇÃO Mirela Lopes Ribeiro.pdf: 2216257 bytes, checksum: 49fcbcbc58366871eb0657347a258122 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-09-10T23:09:58Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) DISSERTAÇÃO Mirela Lopes Ribeiro.pdf: 2216257 bytes, checksum: 49fcbcbc58366871eb0657347a258122 (MD5) Previous issue date: 2017-06-21 / CAPES / O vírus linfotrópico para células T de humanos (HTLV) pode alterar a evolução clínica do vírus da imunodeficiência humana (HIV). Tanto o HTLV como o HIV compartilham as mesmas vias de transmissão e esta coinfecção pode mascarar o diagnóstico da síndrome da imunodeficiência humana (aids). O presente estudo se propôs estimar a prevalência da infecção pelo HTLV e descrever os fatores de risco para coinfecção em pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA) acompanhadas no Ambulatório de Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE), na cidade do Recife, nordeste do Brasil, no período de 2013 a 2016. Foi realizado um estudo transversal e os pacientes após a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, foram entrevistados e procedeu-se a coleta sanguínea e a análise dos prontuários. As amostras foram encaminhadas ao Setor de Virologia do Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (LIKA) da UFPE para a realização do ELISA e do teste confirmatório Western Blotting (WB). Foram incluídos no estudo 720 indivíduos vivendo com HIV/aids, dos quais 457 (63,4%) eram do sexo masculino, 347 (48,1%) solteiros, a maioria acima de 40 anos (61,5%) e 374 (51,9%) eram de cor/raça parda. A prevalência da coinfecção HTLV/HIV, determinada pelo ELISA e confirmada pelo WB, foi de 1,5% (11/720). Ressaltando que 10 foram HTLV-1 e um HTLV-2. Dos coinfectados, seis eram homens e cinco mulheres, 73% maior de 40 anos de idade e maioria de raça parda. Não foi encontrada associação entre os fatores de risco para a aquisição da coinfecção. A mediana das contagens de TCD4+ foi maior entre os coinfectados HTLV/HIV, e a mediana da primeira contagem da carga viral do HIV foi maior nos pacientes monoinfectados. A coinfecção HTLV/HIV foi baixa refletindo o perfil da população estudada, que difere de outras regiões do Brasil. / Human T-cell lymphotropic virus (HTLV) can affect the clinical evolution of human immunodeficiency virus (HIV). Both HTLV and HIV share the same transmission routes and this coinfection may mask the diagnosis of human immunodeficiency syndrome (aids). This study aimed to estimate the prevalence of HTLV infection and to describe the risk factors for coinfection in people living with HIV/aids (PLWHA), attended at the outpatient clinic of the Hospital das Clínicas of the Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE), in Recife, Northeast of Brazil, from 2013 to 2016. A cross-sectional study was performed and the patients were interviewed, after having signed the informed consent forms. The blood samples were collected and medical records were also analyzed. Samples were sent to the Virology Department of the Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (LIKA) at UFPE, for analysis using ELISA and Western Blotting (WB). A total of 720 individuals living with HIV/aids were studied, of which 457 (63.4%) were male, 347 (48.1%) were single, the majority were over 40 years old (61.5%) and 374 (51.9%) were pardo color. The prevalence of HTLV/HIV coinfection, determined by ELISA and confirmed by WB, was 1.5% (11/720). Noticing that 10 were HTLV-1 and one was HTLV-2. Among the coinfected people, six were male and five were female, 73% were over 40 years old and the marjority were pardo color. There was no association between risk factors and the coinfection. The median CD4+ T cells counts were higher among coinfected; however, the median of the first HIV viral load was higher in monoinfected patients. The HTLV/HIV coinfection was low, reflecting the profile of the studied population, which differs from other Brazilian regions.
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Associação de polimorfismos nos genes MBL e &#946;-defensina com infecção pelo HPV e/ou HIV em região anal e perianal

Mirella de Mattos Melo, Suany 31 January 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:50:46Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1547_1.pdf: 944166 bytes, checksum: da39d9541b222d67d2bd1bf6c2fab3cd (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2008 / O papilomavírus humano (HPV) é um dos mais importantes agentes etiológicos envolvidos no desenvolvimento do câncer cervical. Dois dos principais fatores de risco envolvidos no desenvolvimento dessas neoplasias malignas são infecção pelo HPV e co-infecção com doenças sexualmente transmissíveis. O sistema imunológico é responsável pelo reconhecimento e eliminação de substâncias estranhas. A proteína ligadora de manose (MBL) é uma proteína sintetizada no fígado, sendo uma das vias de ativação do sistema complemento. Polimorfismos dentro da região gênica/promotora da MBL afetam a quantidade desta proteína dentro do soro, sendo associada com um importante elemento no aparecimento de várias doenças infecciosas. O gene hBD-1 é um candidato a um gene supressor tumoral encontrado alterado em 90% de câncer renal e 82% de câncer de próstata e polimorfismos dentro da região promotora têm sido associados à susceptibilidade a várias infecções virais. Sendo assim, o presente estudo teve como objetivo verificar a existência de correlação entre polimorfismo do gene da MBL-2 e do gene da &#946; -defensina-1 com a susceptibilidade às infecções por HPV, HIV e HPV/HIV através da metodologia da PCR em tempo real. Os resultados obtidos não demonstraram associação dos polimorfismos do gene MBL-2 nos grupos estudados (HIV positivo, HPV positivo, HPV/HIV positivos). Em relação ao polimorfismo da região -44 do gene HBD-1, verificou-se associação com a susceptibilidade apenas à infecção pelo HIV entre os grupos analisados
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Prevalência e fatores de risco associados à coinfecção com vírus da hepatite B (HBV) em pacientes HIV positivos no estado do Piauí / Prevalence and risk factors associated with coinfection with hepatitis B virus (HBV) in HIV-positive patients in the state of Piauí

Aragão, Ana Luísa Eulálio Dantas January 2011 (has links)
ARAGÃO, Ana Luisa Eulálio Dantas. Prevalência e fatores de risco associados à coinfecção com vírus da hepatite tipo B (HBV) em pacientes HIV positivos no Estado do Piauí. 2011. 104 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2011. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-07-17T12:10:56Z No. of bitstreams: 1 2011_dis_aledaragão.pdf: 3643693 bytes, checksum: 84ec73320f4c9406eff73401a64aa7cc (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2013-07-18T15:26:42Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_dis_aledaragão.pdf: 3643693 bytes, checksum: 84ec73320f4c9406eff73401a64aa7cc (MD5) / Made available in DSpace on 2013-07-18T15:26:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_dis_aledaragão.pdf: 3643693 bytes, checksum: 84ec73320f4c9406eff73401a64aa7cc (MD5) Previous issue date: 2011 / The coinfection between the Human Immunodeficiency Virus (HIV) and Hepatitis B Virus (HBV) has the same transmission factors and consequently the associated risk factors explain the high prevalence of these infectious agents in our midst. This study estimated the prevalence of HIV and HBV coinfection and described the individual characteristics that act as risk factors for acquisition of coinfection, in order to use this information for advice. The sample was composed of 805 patients infected with HIV in the state of Piauí who sought the LACEN-PI for monitoring viral load and CD4 + T lymphocytes. The prevalence of Hepatitis B (HB), using the marker anti-HBc, and was 29.3% for HBsAg this value was 2.5%. The prevalence of Anti-HBc was 38.3% aged over 40 years, 38.6% for males, 31.9% among unmarried, 47.7% among retirees, 50.7% among who reported a history of jaundice, 54% among those who were diagnosed with hepatitis, 40.7% among those passing through reformatory or prison, 38.1% among non-intravenous drug users, 35.7% with sexual contact with illicit drug users, 48.8% with a preference among homosexual / bisexual, 44.9% among those who reported having sexual contact with a prostitute rare, 37.1% among those who had STD and 31.4% for those with viral load below 10,000 copies / mL of blood. We observed statistical significance between variables and the frequency of positive anti-HBc. The information in this work could be used in combat, counseling and prevention of advancement, the number of HB cases in HIV positive patients. / A coinfecção entre o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e o Vírus da Hepatite B (HBV) possui os mesmos fatores de transmissão e como consequência os fatores de risco associados, explicam a alta prevalência destes agentes infecciosos no nosso meio. O presente estudo estimou a prevalência da coinfecção HIV e HBV e descreveu as características individuais que agem como fatores de risco para aquisição desta coinfecção, com o intuito de utilizar esta informação para o aconselhamento. A amostra utilizada foi composta pelos 805 pacientes infectados com o HIV no estado do Piauí que buscaram o LACEN-PI para monitoramento da carga viral e dos linfócitos T CD4+. A prevalência da hepatite B (HB), utilizando o marcador anti-HBc total, foi de 29,3% e, para o HBsAg este valor ficou em 2,5%. A prevalência do Anti-HBc total foi 38,3% na faixa acima dos 40 anos, 38,6% para o sexo masculino, 31,9% entre os solteiros, 47,7% entre os aposentados, 50,7% entre os que relataram antecedente de icterícia, 54% entre os que tiveram hepatite com diagnóstico médico, 40,7% entre os com passagem por reformatório ou prisão, 38,1% entre usuários de droga não endovenosa, 35,7% entre os com contato sexual com usuário de droga ilícita, 48,8% entre os com preferência homossexual/bissexual, 44,9% entre os que disseram ter contato sexual raro com prostituta, 37,1% entre os que tiveram DST e 31,4% para os com carga viral abaixo de 10.000 cópias/mL de sangue. Foram observadas significâncias estatísticas entre as variáveis e a frequência de positividade do anti-HBc total. As informações deste trabalho poderão ser utilizadas no combate, aconselhamento e prevenção do avanço, do número de casos HB em pacientes HIV positivos.
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Avaliação bioquímica e hematológica de cães infectados por Ancylostoma spp. – estudo retrospectivo

Santos, Bruna dos. January 2019 (has links)
Orientador: Regina Kiomi Takahira / Resumo: Os parasitas do gênero Ancylostoma spp. são os helmintos de maior prevalência em cães no Brasil. Os relatos na literatura sobre as alterações hematológicas e bioquímicas, bem como de aspectos clínicos em cães naturalmente infectados por Ancylostoma spp. são escassos. O objetivo deste estudo retrospectivo foi avaliar aspectos epidemiológicos e clínico-patológicos de cães naturalmente infectados por Ancylostoma spp., atendidos no Hospital Veterinário da FMVZ, Unesp–campus Botucatu, no período de 2009 a 2018. Todos os dados foram obtidos a partir dos registros médicos, e um grupo controle foi criado prospectivamente. A presença de ovos de Ancylostoma spp. no teste de flutuação simples das fezes foi utilizado para selecionar os casos positivos. A prevalência geral de Ancylostoma spp. foi de 12,1% (207/1.715). Somente nos cães com Ancylostoma spp. e sem comorbidades (n=35), a mediana da contagem de eosinófilos (1,05 x 103 /µL) e a proporção de eosinofilia (34,4%) foram maiores que no grupo controle (0,45 x 103 / µL e 4,1%, respectivamente). Também nesses cães, a AUC da curva ROC foi significante (0,72), e ao utilizar ponto de corte de 0,85 x 103 / µL, obteve-se uma sensibilidade de 65,7% e uma especificidade de 70,8%. Nos cães com mais de um ano de idade com ancilostomose clínica (n=23), a diarreia (56,5%) e a hematoquezia (52,2%) foram os sinais mais relatados na anamnese. Houve diminuição significativa (P<0,05) na contagem de hemácias, hematócrito, concentrações de hemoglobina e... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The parasites of the genus Ancylostoma spp. are the most prevalent helminths in dogs in Brazil. Reports in the literature about hematological and biochemical alterations, as well as clinical aspects in naturally infected dogs with Ancylostoma spp. are rare. The aim of this retrospective study was to evaluate epidemiological and clinical-pathological aspects of dogs naturally infected with Ancylostoma spp., presented at the Veterinary Teaching Hospital of the School of Veterinary Medicine and Animal Science, Unesp – campus Botucatu, from 2009 to 2018. All data were obtained from medical records, and a control group was set up prospectively. The presence of Ancylostoma spp. eggs in feces by simple flotation test was used to select positive cases. The overall prevalence of Ancylostoma spp. was 12.1% (207 / 1,715). Only in dogs with Ancylostoma spp. and without comorbidities (n = 35), the median eosinophil blood count (1.05 x 103 /µL) and the proportion of eosinophilia (34.4%) were higher than in the control group (0.45 x 103 / µL and 4.1%, respectively). Also in these dogs, the ROC curve AUC was significant (0.72), and using a cutoff point of 0.85 x 103 / µL, a sensitivity of 65.7% and a specificity of 70.8% were obtained. In dogs older than one year old with clinical hookworm disease (n=23), diarrhea (56.5%) and dysentery (52.2%) were the most frequently reported signs in the anamnesis. There was a significant decrease (P <0.05) in red blood cell count, hematocrit, concentratio... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Estudo da influência da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis sobre a replicação do HIV e a imunidade celular em associação com os polimorfismos dos genes tlr2 e tlr4 /

Almeida Junior, Oedem Paulo de. January 2008 (has links)
Orientador: Paulo Inácio da Costa / Banca: Clarice Queico Fujimura Leite / Banca: Cleni Mara Marzocchi Machado / Resumo: A infecção produzida pelo HIV leva à debilidade do sistema imune e confere ao indivíduo infectado maior vulnerabilidade às infecções oportunistas. Neste aspecto a tuberculose e o HIV estão intimamente relacionados, uma vez que a infecção pelo vírus contribui significativamente para o aumento na incidência da tuberculose. Por outro lado, a co-infecção do HIV com outros patógenos é um importante fator exógeno que influencia a gravidade e a taxa de progressão da doença em indivíduos soro-positivos. O sistema imune pode reconhecer padrões moleculares associados à patógenos (PAMPs) através dos receptores toll-like, sendo que esta sinalização resulta na ativação de fatores de transcrição fundamentais para as respostas imune e inflamatória. A indução do HIV como conseqüência da ativação imunológica produzida por ligantes microbianos tem sido implicada como o mecanismo responsável pela elevada expressão viral observada em indivíduos co-infectados. Polimorfismos nos genes tlr, bem como nos vários componentes de seus caminhos de sinalização, têm grande importância na resposta imunológica do hospedeiro frente a vários patógenos. Neste estudo foi avaliado se a do hospedeiro infecção pelo Mycobacterium tuberculosis tem influência na replicação do HIV e na imunidade celular relacionada aos polimorfismos nos genes tlr2 e 4. Foram analisados 37 pacientes de ambos os sexos com média de idade de 41 anos. Os pacientes foram divididos em 2 grupos: grupo A (17 indivíduos portadores de HIV) e grupo B ( 20 indivíduos portadores de HIV co-infectados com M. tuberculosis); o grupo B foi subdividido em pacientes com histórico de infecção pregressa pelo M. tuberculosis (12 indivíduos designados por B') e aqueles que apresentavam manifestações clínicas da tuberculose durante as coletas (8 indivíduos designados por B'')...(Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The infection caused by the HIV virus lead to debility of the immune system and confers to the infected individual a greater vulnerability to opportunist infections. In this aspect the tuberculosis and the HIV are closely related, once that the infection by the virus significantly contribute for the increase of tuberculosis incidence. The co-infection with others pathogens is an important exogenous factor that influence the severity and the rate of progression of the disease at serum-positive patients. The Immune System can recognize pathogens associated molecular patterns (PAMPs) through the toll-like receptors, this signalization results in the activation of fundamental transcriptional factors to the immune and anti-inflammatory responses. The induction of HIV like a consequence of immunological activation produced by microbial ligands has been implicated as the responsible mechanism of the elevated viral expression observed at co-infected individuals. Polymorphisms at the tlr genes, as well as at various components of its signaling pathways, has a great importance on the immunological response of the host front various pathogens. In this study was evaluated the influence of the Mycobacterium tuberculosis at the replication of HIV and at cellular immunity related to polymorphisms at the genes tlr2 and 4. Thirty seven patients, from both sex and with age ratio of 41 years old, were analyzed. The patients were divided into two groups: group A (17 individuals HIV positive) and group B (20 coinfected HIV - M. tuberculosis individuals); the group B was divided into patients with historic of infection by M. tuberculosis (12 individuals designated by B') and those that was manifesting the symptoms of tuberculosis during the reaps (8 individuals designated by B''). The immunological profile was evaluated by the quantitative determination of phenotypes CD3+/CD4+ and CD3+/CD8+ of lymphocytes ...(Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Estudo da influência da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis sobre a replicação do HIV e a imunidade celular em associação com os polimorfismos dos genes tlr2 e tlr4

Almeida Junior, Oedem Paulo de [UNESP] 28 January 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:06Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-01-28Bitstream added on 2014-06-13T20:50:02Z : No. of bitstreams: 1 almeidajr_op_me_araiq.pdf: 464542 bytes, checksum: cd4d79303894163a1d9272d7c7a86590 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A infecção produzida pelo HIV leva à debilidade do sistema imune e confere ao indivíduo infectado maior vulnerabilidade às infecções oportunistas. Neste aspecto a tuberculose e o HIV estão intimamente relacionados, uma vez que a infecção pelo vírus contribui significativamente para o aumento na incidência da tuberculose. Por outro lado, a co-infecção do HIV com outros patógenos é um importante fator exógeno que influencia a gravidade e a taxa de progressão da doença em indivíduos soro-positivos. O sistema imune pode reconhecer padrões moleculares associados à patógenos (PAMPs) através dos receptores toll-like, sendo que esta sinalização resulta na ativação de fatores de transcrição fundamentais para as respostas imune e inflamatória. A indução do HIV como conseqüência da ativação imunológica produzida por ligantes microbianos tem sido implicada como o mecanismo responsável pela elevada expressão viral observada em indivíduos co-infectados. Polimorfismos nos genes tlr, bem como nos vários componentes de seus caminhos de sinalização, têm grande importância na resposta imunológica do hospedeiro frente a vários patógenos. Neste estudo foi avaliado se a do hospedeiro infecção pelo Mycobacterium tuberculosis tem influência na replicação do HIV e na imunidade celular relacionada aos polimorfismos nos genes tlr2 e 4. Foram analisados 37 pacientes de ambos os sexos com média de idade de 41 anos. Os pacientes foram divididos em 2 grupos: grupo A (17 indivíduos portadores de HIV) e grupo B ( 20 indivíduos portadores de HIV co-infectados com M. tuberculosis); o grupo B foi subdividido em pacientes com histórico de infecção pregressa pelo M. tuberculosis (12 indivíduos designados por B’) e aqueles que apresentavam manifestações clínicas da tuberculose durante as coletas (8 indivíduos designados por B’’)... / The infection caused by the HIV virus lead to debility of the immune system and confers to the infected individual a greater vulnerability to opportunist infections. In this aspect the tuberculosis and the HIV are closely related, once that the infection by the virus significantly contribute for the increase of tuberculosis incidence. The co-infection with others pathogens is an important exogenous factor that influence the severity and the rate of progression of the disease at serum-positive patients. The Immune System can recognize pathogens associated molecular patterns (PAMPs) through the toll-like receptors, this signalization results in the activation of fundamental transcriptional factors to the immune and anti-inflammatory responses. The induction of HIV like a consequence of immunological activation produced by microbial ligands has been implicated as the responsible mechanism of the elevated viral expression observed at co-infected individuals. Polymorphisms at the tlr genes, as well as at various components of its signaling pathways, has a great importance on the immunological response of the host front various pathogens. In this study was evaluated the influence of the Mycobacterium tuberculosis at the replication of HIV and at cellular immunity related to polymorphisms at the genes tlr2 and 4. Thirty seven patients, from both sex and with age ratio of 41 years old, were analyzed. The patients were divided into two groups: group A (17 individuals HIV positive) and group B (20 coinfected HIV – M. tuberculosis individuals); the group B was divided into patients with historic of infection by M. tuberculosis (12 individuals designated by B’) and those that was manifesting the symptoms of tuberculosis during the reaps (8 individuals designated by B’’). The immunological profile was evaluated by the quantitative determination of phenotypes CD3+/CD4+ and CD3+/CD8+ of lymphocytes ...(Complete abstract click electronic access below)

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