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Impacto da esplenectomia e ligadura da veia gástrica esquerda na colopatia de jovens portadores de esquistossomose mansônica na forma hepatoesplênica : estudo histomorfométrico

Toscano de Lucena, Maurilio January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:26:07Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo5415_1.pdf: 1058539 bytes, checksum: 451fad562a2327d35246af7885a7d76f (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2003 / O objetivo do presente estudo foi investigar o impacto no padrão histomorfométrico dos vasos na mucosa do cólon descendente e retossigmóide em jovens portadores de esquistossomose mansoni na forma hepatoesplênica submetidos a esplenectomia, ligadura da veia gástrica esquerda e autoimplante de tecido esplênico no omento maior. Foram estudados os seguintes aspectos da histomorfometria vascular da mucosa colônica: o número de vasos por campo; o diâmetro médio dos vasos; a espessura média da parede dos vasos; o índice de área vascular da mucosa colônica. O estudo foi realizado em 22 jovens portadores de esquistossomose mansônica na forma hepatoesplênica, que se submeteram a colonoscopia e biópsias do cólon descendente e retossigmóide. Os pacientes foram alocados em dois grupos: o grupo I, pósoperatório, constituído de 13 pacientes, com seguimento médio de 79 meses. Cinco pacientes eram do gênero masculino. A idade mínima foi de 13 anos e a máxima de 22 anos, com média de 18,8 ± 3,0 anos. O procedimento cirúrgico foi realizado quando os pacientes tinham entre nove e 20 anos. O grupo II, pré-operatório, era constituído por nove pacientes, sendo três do gênero masculino. A idade mínima foi de nove anos e a máxima de 20 anos, com média de 14,0 ± 3,1 anos. Nenhum dos aspectos histomorfométricos analisados dos vasos na mucosa do cólon, mostrou diferença significante entre os grupos. Pode-se concluir que, para o tamanho da amostra estudada, o procedimento cirúrgico não alterou os padrões da histomorfometria vascular na mucosa do cólon, nesses pacientes
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Produção de óxido nítrico, superóxido dismutase e interleucinas 6 e 12 por monócitos de portadores de esquistossomose mansônica, na forma hepatoesplênica, submetidos à esplenectomia e autoimplante esplênico

Roberto Carvalho Leite, Carlos January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:28:54Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo5711_1.pdf: 9976370 bytes, checksum: 3a6465f3bca56776f22c0f4faf69a8d3 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2007 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Hipertensão porta devida à esquistossomose mansônica na forma hepatoesplênica (EHE) é tratada com sucesso pela esplenectomia e ligadura da veia gástrica esquerda (ELGE). Entretanto, após a retirada do baço, ocorre um aumento no risco da sepse fulminante pósesplenectomia (SFPE), causada pelo prejuízo à função imune normal por uma alteração do sistema fagocítico mononuclear (SFM). Assim, o auto-implante de tecido esplênico tem sido proposto, em crianças, com a finalidade de restaurar a função esplênica quando a esplenectomia é necessária. A estimulação do SFM causa a liberação de espécies reativas de nitrogênio, como o óxido nítrico (?NO), e de citocinas, como as interleucinas 6 (IL-6) e 12 (IL-12), que, juntos, têm um papel essencial na morte microbiana. Neste contexto, é importante também a ação da superóxido dismutase (SOD), enzima que transforma o superóxido em peróxido de hidrogênio, um potente produto microbicida. Este estudo de corte transversal teve o objetivo de avaliar a atividade funcional das células mononucleares do sangue periférico, empregando um ensaio in vitro em pacientes com EHE submetidos à ELGE e auto-implante de tecido esplênico em bolsa no omento maior, através da análise da produção de ?NO (μmol/ml), IL-6 (μg/ml), IL-12 (μg/ml) e SOD (uSOD/mg proteína) no sobrenadante destas células. O grupo teste foi constituído de 19 pacientes com EHE submetidos, no Serviço de Cirurgia Geral da Cria nça, Hospital das Clínicas UFPE, à ELGE e auto-implante esplênico (EHE/ELGE/AI/G3). Os resultados foram comparados com três grupos, incluindo 12 pacientes com EHE não tratados (EHE/G1), 13 pacientes com EHE submetidos à ELGE (EHE/ELGE/G2) e 15 indivíduos sadios (CT/G4). Análise da produção de ?NO pelos monócitos mostrou resultados similares entre os grupos G2 (6,7 ± 0,4), G3 (7,4 ± 1,6) e G4 (8,2 ± 2,7). Entretanto, os pacientes do G1 produziram níveis baixos de ?NO (5,3 ± 1,3), quando comparados ao G3 (q= 4,285 p? 0,05) e G4 (q=5,837 p ? 0,01). Em relação à liberação de IL-6, os monócitos do G1 demonstraram reduzida habilidade em produzir esta citocina (468,0 ± 198,0), quando comparada ao G2 (628,6 ± 23,4; q=3,085 p? 0,05), G3 (632,9 ± 12,8; q=3,782 p? 0,05) e G4 (639,2 ± 32,2; q=4,332 p? 0,05). Ao contrário, nenhuma diferença estatística foi encontrada entre estes três grupos. A respeito da produção de IL-12, foram demonstradas altas quantidades desta citocina no G1 (4,6 ± 2,3), estatisticamente significante, em comparação com G2 (1,3 ± 0,6;q=4,695 p? 0,05), G3 (1,7 ± 1,3;q=4,353 p? 0,05) e G4 (2,2 ± 1,0;q=2,830 p? 0,05). Entretanto, não houve diferença estatística entre estes três grupos. A atividade da SOD foi significantemente maior no G1 (9,2 ± 3,8) e G2 (8,5 ± 3,2), em comparação com G4 (5,1 ± 2,1), enquanto sua atividade no G3 (7,3 ± 3,1) foi semelhante ao G4 (q=2,954 p? 0,05). Coletivamente, os resultados sugerem múltiplos padrões no perfil de resposta imune durante a EHE e igualmente após esplenectomia com ou sem auto-implante esplênico. Este estudo dá suporte à hipótese de que o auto- implante esplênico é capaz de manter a atividade do SFM, que pode ter contribuído para proteger os pacientes do grupo EHE/ELGE/AI da SFPE
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Associação entre esquistossomose mansônica e infecções microbianas: estudo da translocação microbiana em camundongos na fase crônica, submetidos à esplenectomia

de Magalhães Lima, Kedma 31 January 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:31:56Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo8464_1.pdf: 2678452 bytes, checksum: 1410db9c3ff1f7a57cf5a0cb9a2a5a7e (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2011 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Translocação bacteriana (TB) é a passagem de micro-organismos viáveis ou endotoxinas através da mucosa e lamina própria do trato digestório para os linfonodos mesentéricos e outros órgãos. Para que TB ocorra há necessidade da existência isolada ou em conjunto de fatores como queda da imunidade, alteração da microbiota e quebra da barreira defensiva da mucosa intestinal. Apesar dos inúmeros relatos sobre doenças bacterianas em esquistossomóticos, não foram encontrados trabalhos que elucidem a presença da TB, consequentemente, infecção e sepse na doença crônica, mesmo após esplenectomia. A esquistossomose pode provocar, além de alterações no sistema imunológico, dano ao intestino, sistema porta e linfonodos mesentéricos. Sexo e redução na evolução ponderal podem influenciar na resposta inflamatória contra Schistosoma mansoni e favorecer infecções secundárias. OBJETIVOS: Compreender as causas das coinfecções, considerando a TB e a influência da doença crônica na resistência ou susceptibilidade as infecções secundárias por componentes da microbiota intestinal, em camundongos esquistossomóticos machos e fêmeas, submetidos ou não a esplenectomia. MATERIAIS E MÉTODOS: Camundongos Swiss webster (Mus musculus) (40fêmeas/40machos) com 35 dias de nascidos foram divididos em dois grupos: esquistossomóticos (20machos/20fêmeas) e controles (20machos/20fêmeas). Noventa dias após a exposição cercariana, 20 camundongos esquistossomóticos (10machos/10fêmeas) e 20 controles (10machos/10fêmeas) foram submetidos à esplenectomia total convencional. Os animais foram pesados após 35, 80 e de 125 a 132 dias de nascidos, quando foram eutanasiados para estudo da translocação bacteriana, análises da microbiota e morfometria intestinal. Para estudo da TB, foram coletados sangue periférico e da veia porta, fragmentos de órgãos e linfonodos mesentéricos. Para a microbiota, as fezes foram coletadas da região média do intestino delgado. Segmentos desta região foram seccionados transversalmente e longitudinalmente para análise morfométrica. RESULTADOS: Na comparação entre camundongos esquistossomóticos e controles, as fêmeas infectadas apresentaram maior carga parasitária e índice esplênico. Ocorreu diminuição da evolução ponderal nos esquistossomóticos (p<0,05), que apresentaram maior variedade e quantidade de colônias bacterianas nas coproculturas. Houve redução na altura e área das vilosidades e do perímetro da superfície da mucosa no grupo esquistossomose (p=0,004, 0,003 e <0,001, respectivamente). Nas culturas, o controle apresentou negatividade em sangue, fígado e baço, e 30% (20%fêmeas/10%machos) positividade em linfonodos mesentéricos. Todas as fêmeas esquistossomóticas apresentaram bactérias em linfonodos mesentéricos, 60% em sangue porta, 50% em fígado/baço, e 30% em sangue periférico. Os linfonodos mesentéricos de 70% dos machos esquistossomóticos apresentaram positividade, sangue porta (30%), fígado/baço (20%) e nenhuma em sangue periférico.Em relação aos camundongos esplenectomizados, machos e fêmeas apresentaram redução da evolução ponderal, do 125º ao 132º dia de nascidos (p<0,0001); apresentaram maior prevalência de coproculturas positivas, tanto com relação à densidade bacteriana por espécies, quanto ao número de unidades formadoras de colônias (UFC). A análise morfométrica duodenal revelou redução na altura e área das vilosidades de machos e fêmeas esplenectomizados, quando comparado aos respectivos controles (p<0,0001). Os machos esplenectomizados apresentaram maiores taxas de TB. Na comparação entre os camundongos esquistossomóticos esplenectomizados e não-esplenectomizados, ocorreu maior redução de peso nos esquistossomóticos esplenectomizados (p<0,0001). No estudo da microbiota intestinal, foi observado aproximadamente as mesmas quantidades de colônias quando comparamos estes grupos, com diferença apenas para Staphylococcus aureus, Enterococcus faecalis e Klebsiella pneumoniae. Não houve redução na altura e área das vilosidades e do perímetro da superfície da mucosa entre esquistossomóticos esplenectomizados e não-esplenectomizados. Os camundongos esquistossomóticos esplenectomizados apresentavam-se bastante debilitados, e com maiores taxas de TB e sepse, inclusive por duas espécies bacterianas, gram-positivas e gram-negativas. CONCLUSÕES: Esquistossomose crônica modifica a evolução ponderal, morfometria e microbiota intestinal de camundongos e podem favorecer translocação, migração e sepse, principalmente em fêmeas, podendo estar relacionada ao maior parasitismo e alterações imunológicas. Além disso, a asplênia aumenta a suscetibilidade a TB, e consequentemente, doenças de origem séptica. Peso, sexo, microbiota intestinal e alterações da morfometria duodenal podem influenciar na ocorrência deste fenômeno
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Associação entre esquistossomose mansônica e translocação bacteriana / sepse: perfil de citocinas na infecção crônica em camundongos submetidos à esplenectomia

Weber Sobrinho, Carlos Roberto 12 June 2012 (has links)
Submitted by Heitor Rapela Medeiros (heitor.rapela@ufpe.br) on 2015-03-06T12:30:01Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Tese Carlos Weber.pdf: 4500309 bytes, checksum: 645a1c21d8d8f1539c1003ea4837f83d (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-06T12:30:01Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Tese Carlos Weber.pdf: 4500309 bytes, checksum: 645a1c21d8d8f1539c1003ea4837f83d (MD5) Previous issue date: 2012-06-12 / Os helmintos são amplamente reconhecidos como organismos reguladores da resposta imune do seu hospedeiro. Um imunomodulador e potente indutor da resposta Th2 é o Trematódeo Schistosoma mansoni que no Brasil, é a espécie que apresenta as taxas mais alarmantes de infecção, principalmente no Nordeste do País. É de amplo conhecimento que a esquistossomose é um fator promotor de bacterioses, sendo descrita também a interação do S. mansoni com bactérias gram-positivas e bactérias anaeróbias. Alguns estudos estabelecem que mesmo com a realização da esplenectomia, os doentes não desenvolvem quadros sépticos graves nos primeiros dias de pós-operatório, assim como não há registro de tais complicações, de forma significativa, durante a história de sua afecção. Outros verificaram a ocorrência de infecção severa pós-esplenectomia (OPSI) caracterizando-as como sepse fulminante, meningite ou pneumonia, ocasionada, na maioria dos episódios, por S. pneumoniae, N. meningitidis e H. influenzae tipo B. Desta forma, não se sabe ao certo se a esquistossomose favorece a translocação microbiana e sepse ou se, em virtude de sua resposta imunológica característica, existe uma proteção do hospedeiro vertebrado contra esse processo e suas consequências. Assim, o objetivo do presente estudo foi analisar o desenvolvimento de sepse através de alterações dos níveis de citocinas do perfil Th1 e Th2, comparando camundongos esquistossomóticos na fase crônica e sem infecção, submetidos ou não a esplenectomia. MATERIAIS E MÉTODO: 24 camundongos Swiss webster fêmeas (Mus musculus) com 35 dias de nascidos foram infectados por suspensão com aproximadamente 50 cercarias e a mesma quantidade de indivíduos foi selecionada para o grupo controle. Noventa dias após a exposição cercariana, 08 camundongos esquistossomóticos e 08 controles foram submetidos à esplenectomia total convencional, assim como 08 outros camundongos de ambos os grupos foram submetidos a cirurgia controle (Sham). Foram realizadas avaliações de contagem de ovos pelo método kato-katz 45 e 97 dias após infecção cercariana. Foram eutanasiados após 100 dias de infecção. Para estudo da Translocação bacteriana (TB), foi coletado sangue periférico, fragmentos de linfonodos mesentéricos, baço e fígado. Para a investigação da microbiota, as fezes foram coletadas da região média do intestino delgado. Foi realizado ensaio multiplex com sangue coletado por punção cardíaca para dosar os níveis séricos de IL-1β, IL-2, IL-4, Il-5, IL-10, IL-12 INF-γ, TNF-α, GM-CSF. RESULTADOS: No grupo esplenectomizado, todas as unidades amostrais tiveram sepse. O micro-organismo de maior frequência nas fezes e com TB foi a E. coli. Micro-organismos no baço, fígado e sangue foram encontrados em todos os indivíduos infectados do grupo esplenectomizados e em 62,5% dos infectados do grupo controle, sendo estes apenas no baço. A média do número de ovos por g/fezes foi maior no 45º dia que no 97º dia da infecção (p=0,005) em todos os subgrupos. Entretanto, a diferença foi encontrada apenas no subgrupo de Esplenectomizados (p<0,05), sendo a diferença na ovoposição antes e depois da esplenectomia de aproximadamente 79%. Em relação aos níveis médio de IL-2 e IL-4, não houve diferença nas comparações inter e intra-grupos, ou seja, não há efeito do procedimento nem da infecção. Observa-se que os níveis médios de IL-5 se diferenciam entre os grupos infectados e na análise intra-grupo há um aumento da IL-5 sob a condição da infecção. Diferença significativa na IL-10 foi observada quando comparados os infectados entre os três grupos, onde a média do IL-10 foi maior no grupo sem procedimento e Sham. Na avaliação dos níveis de IL-12, não foram observadas diferenças quando comparados os infectados entre grupos esplenectomizados, sham e sem procedimento. Na análise do TNF foi observada diferença quando comparados os infectados entre os grupos controle e Sham, onde a média do TNFα entre os controles foi maior. Na análise do INF observa-se grande variabilidade nos grupos infectados submetidos a esplenectomia e estresse cirúrgico, o que explica a não diferença entre eles quando comparados ao controle. Diferença no nível sérico de GM-CSF foi observada entre os infectados e não infectados do grupo Sham onde o grupo infectado apresentou concentração média maior. CONCLUSÃO: Esquistossomose crônica modifica a resposta imune e pode favorecer translocação, migração e sepse em camundongos fêmeas. Além disso, a asplênia aumenta a suscetibilidade a TB e doenças de origem séptica, por altera mesmo de maneira sutil o perfil imunológico. A polarização do perfil de resposta CD4+ influencia tais fenômenos.
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Avaliação dos níveis de citrulina no plasma de camundongos infectados por Schistosoma mansoni na forma hepatoesplênica

SIQUEIRA, Luciana Teixeira de 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:24:25Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1342_1.pdf: 3095129 bytes, checksum: a6f54dc55c3273c97f85ff5e35b19a80 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Introdução: A hipertensão porta encontrada na forma hepatoesplênica da esquistossomose mansônica traz repercussões sobre a mucosa do intestino delgado e, consequentemente, sobre a função dos enterócitos, que constituem a principal fonte de produção da citrulina circulante. Esse aminoácido é utilizado como marcador de função intestinal em algumas doenças que acometem o aparelho digestivo, podendo aplicá-lo em morbidades que levam à perda da integridade do epitélio do intestino delgado como a esquistossomose. Objetivos: Avaliar os níveis de citrulina no plasma de camundongos infectados com Schistosoma mansoni na forma hepatoesplênica, assim como investigar as repercussões morfológicas sobre a mucosa do intestino delgado, correlacionando os valores da citrulina com as alterações morfométricas da mucosa intestinal (área e altura de vilosidades e perímetro da superfície) e avaliar a influência da esplenectomia sobre os níveis plasmáticos desse aminoácido. Métodos: Foram estudados 46 camundongos, albino-Swiss, adultos, fêmeas, peso médio 40g. O estudo foi analítico, de intervenção, prospectivo. Foram selecionados dois grupos: controle - 23 animais sadios - e experimental - 23 animais infectados pelo Schistosoma mansoni, com a forma hepatoesplênica. Foram coletadas amostras de sangue para dosagem da citrulina antes e após a esplenectomia e ressecado segmento de jejuno para análise histológica e morfométrica. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Experimentação Animal do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Pernambuco. Resultados: A média de peso corporal do grupo controle foi maior em relação ao experimental com significância estatística (p=0,00062). O valor médio da citrulina no grupo experimental, antes e após a esplenectomia, foi menor que o do grupo controle (p=0,000). Após a esplenectomia houve, no grupo experimental, diminuição significante nos valores da citrulina (p=0,004). A avaliação histológica do jejuno evidenciou ovos de Schistosoma mansoni, alguns degenerados, na serosa, submucosa e lâmina própria, envoltos por granulomas formados por neutrófilos e linfócitos. Na análise morfométrica do jejuno, o grupo experimental apresentou, em média, menor altura e área das vilosidades bem como menor perímetro da superfície mucosa (p=0,003; 0,000 e 0,001, respectivamente). No grupo experimental, observou-se correlação direta entre o valor médio da citrulina após a esplenectomia e a altura e área das vilosidades (p=0,003 e 0,04, respectivamente). Não foi evidenciado correlação entre a citrulina e o perímetro da superfície da mucosa jejunal (p>0,05). Conclusão: Os níveis de citrulina estão diminuídos no plasma de camundongos esquistossomóticos e apresentaram correlação direta com as alterações das vilosidades da mucosa jejunal. Além disso, após a esplenectomia, observou-se diminuição na concentração plasmática de citrulina no grupo experimental
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Estudo comparativo da necessidade de transfusão sangüínea em pacientes submetidos à esplenectomia por púrpura trombocitopênica imune, com e sem embolização pré-operatória da artéria esplênica

Baú, Plínio Carlos January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:04:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000395298-Texto+Completo-0.pdf: 318741 bytes, checksum: 41a56bfc7c02a45cb7253931529c0a99 (MD5) Previous issue date: 2007 / Platelet and/or red blood cell transfusion is usually necessary immediately after the splenic artery ligature in patients with Immune Thrombocytopenic Purpura who are submitted to splenectomy. The purpose of this study is to test whether preoperative embolization of the splenic artery can reduce the need for transfusion of platelets and/or red blood cells. Twenty-seven consecutive patients submitted to splenectomy for purpura between October 1999 and March 2006 by the same surgical team were enrolled. The first 17 patients were not submitted to embolization and were compared to the next 10 patients in whom embolization was performed. The platelet count in the embolization group rose from an average of 7000 u/μl before the procedure to 75000 u/μl afterwards. There was no need for platelet and red blood cell transfusion in the group submitted to embolization compared to 11 patients (p=0. 001) with platelet transfusion and 8 patients (p=0. 01) with red blood cell transfusion in the group without preoperative embolization. We concluded that embolization of the splenic artery pre-splenectomy is a safe method to avoid blood transfusion in ITP patients. / A transfusão de plaquetas e/ou hemácias geralmente é realizada em pacientes submetidos à esplenectomia por Púrpura Trombocitopênica Imune (PTI). O objetivo deste estudo é testar se a embolização pré-operatória da artéria esplênica é eficaz na redução da necessidade de transfusão de hemácias ou plaquetas. Vinte e sete pacientes foram submetidos à esplenectomia por PTI de outubro de 1999 a março de 2006 pela mesma equipe cirúrgica. Os primeiros 17 pacientes não foram submetidos a embolização e foram comparados com os outros 10 indivíduos nos quais a embolização foi realizada. A contagem de plaquetas no grupo em que a embolização foi realizada subiu de uma média de 7000/mm ³ antes do procedimento, para 75000/mm³ após. Não foi necessário transfundir plaquetas ou glóbulos vermelhos no grupo submetido a embolização, comparando com 11 pacientes com transfusão de plaquetas (p=0,001) e 8 pacientes com transfusão de hemácias (p=0,01) no grupo sem embolização pré-operatória. Neste estudo, concluiu-se que a embolização pré-operatória da artéria esplênica é um método seguro e eficaz para evitar o uso de transfusões em esplenectomias por PTI.
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Influ?ncia da esplenectomia na biodistribui??o do ?cido dimercaptosucc?nico-tecn?cio-99m (99mTc-DMSA) em ratos Wistar

A?ucena, Maria Kadja Menezes Torres 29 March 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T14:13:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MariaKMTA_DISSERT.pdf: 582034 bytes, checksum: 9f5e0d0e23ccc756f0bc41df01251a1d (MD5) Previous issue date: 2010-03-29 / A esplenectomia ? indicada em doen?as hematol?gicas, hiperesplenismo grave, traumas e tem sido causa de importantes altera??es metab?licas e imunol?gicas. O objetivo do presente trabalho ? avaliar se a retirada do ba?o altera a biodistribui??o do radiof?rmaco DMSA Tc99m em ratos Wistar e se h? correla??o com poss?veis altera??es da fun??o renal. Foram usados dois grupos: esplenectomia (n=6) e controle (n=6) animais n?o operados. Ap?s 15 dias, foi administrado 0,1 ml de DMSA-Tc99m via plexo orbital (0,66 MBq). Trinta minutos depois, foram retiradas amostras do rim, cora??o, pulm?o, tire?ide, est?mago, bexiga, f?mur, sangue. Ap?s pesadas as amostras, foi determinado o percentual de radioatividade/g (% ATI/g) em cada uma delas, com o Wizard Gama Counter Perkin-Elmer . Dosadas ur?ia e creatinina s?rica, hemat?crito, plaquetas e leuc?citos. Estat?stica pelo teste t, com signific?ncia 0,05. Foi observada redu??o significante no %ATI/g no rim e sangue (p<0,05) dos animais esplenectomizados, aumento significante (p<0,05) da ur?ia (88,8?18,6mg/dL) e creatinina (0,56?0,08), comparado aos controles (51,5?1,6 e 0,37?0,02mg/dL, respectivamente) assim como leucocitose, aumento de plaquetas e redu??o de hemat?crito. Em conclus?o, a esplenectomia provocou comprometimento da fun??o renal, repercutindo na altera??o da capta??o de DMSA 99mTc pelo rim de ratos. Uma parceria entre a Unidade de Medicina Nuclear da Liga Norteriograndense Contra o C?ncer e o N?cleo de Cirurgia Experimental da Universidade Federal do Rio Grande doNorte tornou poss?vel a realiza??o deste trabalho, que contou com a participa??o de profissionais de diferentes ?reas como: Biologia, Biomedicina, Medicina Nuclear, Cirurgia Geral, Bioqu?mica e Estat?stica, atestando dessa forma o car?ter multidisciplinar do trabalho
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Esplenectomia em cães: comparação entre os acessos laparoscópico e convencional

Stedile, Rafael January 2007 (has links)
Nos últimos anos, a utilização da laparoscopia em Medicina Veterinária vem expandindo, e consequentemente a necessidade de pesquisas que determinem as vantagens, desvantagens e possíveis complicações de cada procedimento. O presente estudo tem como objetivo descrever uma técnica de esplenectomia laparoscópica, assim como as alterações decorrentes deste acesso, e compará-la ao procedimento convencional em cães. Foram utilizadas 15 cadelas hígidas, sem raça definida, com peso médio de 17,4 ±2,5kg. Os animais foram distribuídos em três grupos: grupo I - acesso convencional (por laparotomia) utilizando ligadura com ácido poliglicólico no selamento vascular do hilo esplênico, grupo II - acesso convencional (por laparotomia) com eletrocoagulador bipolar do hilo esplênico, e grupo III - acesso laparoscópico com eletrocoagulador bipolar para selamento vascular dos ramos esplênicos. Estes grupos foram avaliados em relação ao tempo cirúrgico, à perda de sangue, ao tamanho das incisões e às complicações durante e após a cirurgia. Também foram comparadas as avaliações da escala de dor e as alterações no leucograma e nas concentrações séricas da alanina aminotransferase (ALT), da fosfatase alcalina (FA), da creatina quinase (CK), da proteína C-reativa (PCR), da glicose e do cortisol no pós-operatório. Os acessos convencionais não diferiram entre si nos parâmetros avaliados. O acesso laparoscópico apresentou diferenças significativas (p<0,05) quando comparado ao convencional: maior tempo cirúrgico, menor acesso abdominal, diminuição na perda de sangue, menores concentrações de PCR, maiores níveis de CK e FA, além de pontução menor na escala de dor. A cirurgia laparoscópica apresentou menor número de complicações das feridas cirúrgicas. A ALT, cortisol, glicemia, leucograma, temperatura retal, freqüência cardíaca e freqüência respiratória pós-operatórias não diferiram significativamente entre os acessos convencional e laparoscópico. Conclui-se que a cirurgia laparoscópica é viável para esplenectomia em cães, apresentando vantagem em relação à perda de sangue, ao estresse cirúrgico e às feridas cirúrgicas, embora apresente maior tempo cirúrgico e cause aumento transitório de enzimas hepáticas e muscular. / In the last years, the use of laparoscopy in Veterinary Medicine have been expanded, and consequently the need of studies that establish advantage, disadvantage and possible complications of each procedure. The purpose of the current study is to describe a laparoscopic splenectomy technique, as well as their alterations due to this access, and to compare this to the open procedure in dogs. A total of 15 healthy female mongrel dogs were used, with mean weight 17,4 ±2,5kg. The animals were distributed in three groups: group I - conventional access (for laparotomy) using double ligation of the vessels with poliglicolic acid in the vascular sealing of the splenic hilus, group II - conventional access (for laparotomy) with bipolar electrocoagulation of the splenic hilus, and group III - laparoscopic access with bipolar electrocoagulation for vascular sealing of the splenic branches. These groups were evaluated in relation to: operative time, blood loss, size of the incisions, complications during and after the surgery. It also were compared the pain scores and the white blood cells (WBC) and the postoperative serum concentrations of the alanine aminotransferase (ALT), alkaline phosphatase (ALP), creatine kinase (CK), C-reactive protein (CRP), glucose and cortisol. Conventional accesses did not differ to each other in the evaluate parameters. Laparoscopic access presented significant differences (p <0,05) when compared to the open surgery: longer operative time, smaller abdominal acess, decrease in the blood loss, lower concentrations of CRP, higher levels of CK and ALP, besides lower scores in the pain scale. Laparoscopic surgery presented smaller number of the surgical wounds complications. No significant differences were observed between groups in the postoperative temperature, heart rate, respiratory rate, WBC, ALT, cortisol and glucose concentrations. In conclusion, the laparoscopic technique is viable for splenectomy in dogs, presenting advantage in relation to the blood loss, surgical stress and surgical wounds, however they expend more operative time and cause transitory increase in the liver and muscular enzymes.
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Repercussões teciduais pulmonares em deiferentes modelos de sepse em ratos / Monica Menezes Matte ; orientador, Sérgio Luiz Rocha

Matte, Monica Menezes January 2011 (has links)
Dissertação (mestrado) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2011 / Bibliografia: f. [37]-41 / Introdução: a sepse é a resposta sistêmica a infecção grave que atinge gravemente os pulmões e múltiplos órgãos, podendo levar à morte. Objetivo: avaliar a quantidade de células polimorfonucleares (PMN) e a espessura do septo alveolar em pulmões de ratos / Introduction: the pulmonary sepsis is a systemic response to severe infection, which severely reach the lungs and multiple organs and can lead to death. Objective: assassing the amount of polymorphonuclear cells (PMN) and the thickness of the aleolar sept
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Esplenectomia em cães: comparação entre os acessos laparoscópico e convencional

Stedile, Rafael January 2007 (has links)
Nos últimos anos, a utilização da laparoscopia em Medicina Veterinária vem expandindo, e consequentemente a necessidade de pesquisas que determinem as vantagens, desvantagens e possíveis complicações de cada procedimento. O presente estudo tem como objetivo descrever uma técnica de esplenectomia laparoscópica, assim como as alterações decorrentes deste acesso, e compará-la ao procedimento convencional em cães. Foram utilizadas 15 cadelas hígidas, sem raça definida, com peso médio de 17,4 ±2,5kg. Os animais foram distribuídos em três grupos: grupo I - acesso convencional (por laparotomia) utilizando ligadura com ácido poliglicólico no selamento vascular do hilo esplênico, grupo II - acesso convencional (por laparotomia) com eletrocoagulador bipolar do hilo esplênico, e grupo III - acesso laparoscópico com eletrocoagulador bipolar para selamento vascular dos ramos esplênicos. Estes grupos foram avaliados em relação ao tempo cirúrgico, à perda de sangue, ao tamanho das incisões e às complicações durante e após a cirurgia. Também foram comparadas as avaliações da escala de dor e as alterações no leucograma e nas concentrações séricas da alanina aminotransferase (ALT), da fosfatase alcalina (FA), da creatina quinase (CK), da proteína C-reativa (PCR), da glicose e do cortisol no pós-operatório. Os acessos convencionais não diferiram entre si nos parâmetros avaliados. O acesso laparoscópico apresentou diferenças significativas (p<0,05) quando comparado ao convencional: maior tempo cirúrgico, menor acesso abdominal, diminuição na perda de sangue, menores concentrações de PCR, maiores níveis de CK e FA, além de pontução menor na escala de dor. A cirurgia laparoscópica apresentou menor número de complicações das feridas cirúrgicas. A ALT, cortisol, glicemia, leucograma, temperatura retal, freqüência cardíaca e freqüência respiratória pós-operatórias não diferiram significativamente entre os acessos convencional e laparoscópico. Conclui-se que a cirurgia laparoscópica é viável para esplenectomia em cães, apresentando vantagem em relação à perda de sangue, ao estresse cirúrgico e às feridas cirúrgicas, embora apresente maior tempo cirúrgico e cause aumento transitório de enzimas hepáticas e muscular. / In the last years, the use of laparoscopy in Veterinary Medicine have been expanded, and consequently the need of studies that establish advantage, disadvantage and possible complications of each procedure. The purpose of the current study is to describe a laparoscopic splenectomy technique, as well as their alterations due to this access, and to compare this to the open procedure in dogs. A total of 15 healthy female mongrel dogs were used, with mean weight 17,4 ±2,5kg. The animals were distributed in three groups: group I - conventional access (for laparotomy) using double ligation of the vessels with poliglicolic acid in the vascular sealing of the splenic hilus, group II - conventional access (for laparotomy) with bipolar electrocoagulation of the splenic hilus, and group III - laparoscopic access with bipolar electrocoagulation for vascular sealing of the splenic branches. These groups were evaluated in relation to: operative time, blood loss, size of the incisions, complications during and after the surgery. It also were compared the pain scores and the white blood cells (WBC) and the postoperative serum concentrations of the alanine aminotransferase (ALT), alkaline phosphatase (ALP), creatine kinase (CK), C-reactive protein (CRP), glucose and cortisol. Conventional accesses did not differ to each other in the evaluate parameters. Laparoscopic access presented significant differences (p <0,05) when compared to the open surgery: longer operative time, smaller abdominal acess, decrease in the blood loss, lower concentrations of CRP, higher levels of CK and ALP, besides lower scores in the pain scale. Laparoscopic surgery presented smaller number of the surgical wounds complications. No significant differences were observed between groups in the postoperative temperature, heart rate, respiratory rate, WBC, ALT, cortisol and glucose concentrations. In conclusion, the laparoscopic technique is viable for splenectomy in dogs, presenting advantage in relation to the blood loss, surgical stress and surgical wounds, however they expend more operative time and cause transitory increase in the liver and muscular enzymes.

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