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Theoretical and numerical investigations of the parametric resonance of the mechanical vibrissa

Perez Tineo, Cesar Augusto 25 February 2019 (has links)
In nature, vibrissae are tactile hairs of mammals used as sensor elements for the exploring the surrounding area. These hairs, also known as whiskers, can be found in different locations on an animals body. Mystacial vibrissae are distributed over a whiskerpad on a muzzle. Carpal vibrissae are located on the downside aspect of the forelimbs of mammals. The vibrissal hair has a conical shape and grows from a special heavily innervated hair follicle incorporating a capsule of blood. As the hair itself has no receptors along its length, the vibrissa may be considered as a system for transmitting forces and torques that arise from the contact between the hair and an object to sensory receptors inside the follicle. The present thesis deals with the vibrational motion of vibrissae dur- ing natural exploratory behaviour from the mechanical point of view. The phenomenon of the parametric resonance of the vibrissa is investigated the- oretically and numerically. In the first part of this thesis, two mechanical models of an elastic beam are presented based on findings in the literature. The first model considers a straight beam with the linearly decreasing radius of the circular cross-section. The second model takes into account the circu- lar natural configuration of the cylindrical beam. Within these models, the small transverse vibration of the beam under a periodic following force at the tip are analysed using the Euler-Bernoulli beam theory and asymptotic methods of mechanics. In the second part of the thesis, the numerical analysis of the problems is performed based on the finite element method using ANSYS 16.2 software. For each model, the dynamical response of the system on the parametric excitation is simulated for different frequency values. It is shown theoretically and numerically that at specific ranges of the excitation frequency the phenomenon of the parametric resonance of the beam takes place. That means that the amplitude of vibrations of the beam increases exponentially with time, when it is stimulated within one of the frequency ranges of the parametric resonance. These ranges depend on the geometrical and material parameters of the beam model, as well as the am- plitude of the periodic excitation. / Tesis

A matriz é o elemento da paisagem mais importante para a composição de pequenos mamíferos em um mosaico amazônico de floresta e savana

Matos, Clarice Borges 06 June 2016 (has links)
Submitted by Gizele Lima (gizele.lima@inpa.gov.br) on 2017-02-15T21:13:19Z No. of bitstreams: 2 Dissertação_ClariceBorgesMatos_Final.pdf: 1092538 bytes, checksum: 6e9b49e419581ab13fecef327e1700c8 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-15T21:13:19Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação_ClariceBorgesMatos_Final.pdf: 1092538 bytes, checksum: 6e9b49e419581ab13fecef327e1700c8 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2016-06-06 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / Understanding of landscape dynamics is necessary to support decisions about reserve design that need to take into account compromises about where and how to mitigate negative impacts when disturbance is inevitable. Patch size and connectivity/isolation effects on organisms have been extensively investigated and are usually strong, but the effects may be positive or negative, which leads to misleading conclusions. The patch-connectivity perspective is a result of the binary landscape concept of habitat and non-habitat, originated in Island Biogeography and Metapopulation Theories, so the matrix variation is not considered in many studies. The matrix may influence patch quality and connectivity, and recent studies have shown that the types of matrix may have different effects on different species. We tested the effects of patch size, connectivity and matrix on non-volant small mammals in a semi-natural mosaic in eastern Amazonia (Alter do Chão village, Pará state), a region threatened with increasing cattle and soybean activities pressure. We sampled 16 standard plots in 14 forest patches and 2 continuous forest. To capture small mammals, we used 30 Sherman® and 30 Tomahawk® baited live traps and 8 pitfall traps made of 60L plastic buckets per plot, during 4 nights, in 3 field expeditions. Using GIS tools, we calculated the patch size, local connectivity with the Proximity Index, and proportions around sampled patches of the two main types of matrix present in the landscape: regrowth forest and amazonian savananna. We used onedimensional NMDS and multiple regression to test the relationships among response and predictor variables. We captured 178 individuals from 16 species and the NMDS ordination showed a general pattern of species turnover that was significantly related to the type of matrix. The local connectivity showed evidence to be related to species composition and patch size showed no significant relation. The greater the patch local connectivity, the more similar their assemblages were to those located in regrowth-forest matrix, and these assemblages were also more similar to those in the continuous-forest plots, which suggests regrowth-forest matrix is enhancing local connectivity to its patches. There were a segregation of species along the gradient from patches immersed in savanna matrix to those in regrowth-forest matrix. Most species associated with the regrowth-forest matrix were rodents, which are mostly relatively large and mainly frugivorous, while most species associated with the savanna matrix were smaller, mostly insectivorous, marsupials. As different types of matrix selected for different kinds of small-mammal assemblages, the matrix enhances small-mammal diversity in the landscape studied and this should be taken into consideration in management of the Alter do Chão Environmental Protection Area. Most small-mammal species can probably be maintained in forest fragments as long as these are surrounded by the appropriate matrix. i / Entender a dinâmica de paisagens é necessário para embasar decisões sobre o desenho de reservas, especialmente quando é preciso conciliar sobre onde e como mitigar impactos negativos quando o distúrbio é inevitável. Os efeitos do tamanho e da conectividade/isolamento de manchas sobre os organismos têm sido extensivamente estudados. Estes efeitos são fortes em geral, mas podem ser positivos ou negativos, o que leva a conclusões confusas e potencialmente enganosas. A perspectiva tamanho-conectividade é um resultado do conceito de paisagem binário de habitat e não-habitat, originado nas Teorias de Biogeografia de Ilhas e de Metapopulações, que não considera a variação na matriz. A matriz pode influenciar na qualidade e na conectividade da mancha e estudos recentes têm demonstrado que os tipos de matriz têm efeitos diferentes sobre distintas espécies. Nós testamos os efeitos de tamanho da mancha, conectividade e matriz sobre pequenos mamíferos não voadores em um mosaico semi-natural no leste da Amazônia (Alter do Chão, Pará), uma região ameaçada com a crescente pressão das atividades de pecuária e plantação de soja. Amostramos 16 parcelas padronizadas, 14 em manchas de floresta e duas em floresta contínua. Para capturar os pequenos mamíferos, utilizamos armadilhas com isca, 30 Sherman® e 30 Tomahawk®, e uma linha de armadilha de interceptação de queda com oito baldes de plástico de 60L em cada parcela, durante quatro noites, em três expedições de campo. Com ferramentas de SIG, calculamos o tamanho das manchas, a conectividade local a partir do Índice de Proximidade, e as proporções em volta de cada mancha amostrada dos dois principais tipos de matriz na paisagem: floresta em regeneração e savana amazônica. Usamos o NMDS de uma dimensão e regressão múltipla para testar as relações entre variáveis resposta e preditoras. Capturamos 178 indivíduos de 16 espécies e a ordenação com o NMDS mostrou um padrão geral de substituição de espécies, o qual foi significativamente relacionado com o tipo de matriz. A conectividade local mostrou evidências de estar positivamente relacionada com a composição de espécies, e o tamanho da mancha não teve relação significativa. Quanto maior a conectividade local das manchas, mais parecidas eram suas assembleias às das manchas situadas em matriz de floresta em regeneração, e estas assembleias eram também as mais parecidas àquelas encontradas nas parcelas de floresta contínua, o que sugere que a matriz florestal está aumentando a conectividade local de suas manchas. Houve uma segregação de espécies ao longo do gradiente de matriz. A maioria das espécies associadas à matriz de floresta em regeneração foram em geral roedores, relativamente grandes e principalmente frugívoros, ao passo que a maioria das espécies associadas à matriz de savana eram marsupiais, menores, principalmente insetívoros. Como os distintos tipos de matriz selecionam diferentes assembleias de pequenos mamíferos, a matriz aumenta a diversidade de pequenos mamíferos na paisagem estudada e isto deve ser levado em consideração no manejo da Área de Preservação Ambiental de Alter do Chão. A maior parte das espécies de pequenos mamíferos provavelmente pode ser mantida em manchas de floresta, desde que estas estejam rodeadas pela matriz apropriada. vii

Dinâmica espacial da assembleia de mamíferos de médio e grande portes em ambiente de várzea e terra firme na Amazônia Central

Alvarenga , Guilherme Costa 16 May 2017 (has links)
Submitted by Gizele Lima (gizele.lima@inpa.gov.br) on 2017-06-19T13:16:55Z No. of bitstreams: 2 Dissertação_G.C.Alvarenga_Final.pdf: 1663633 bytes, checksum: abd84b5eca7ca01b09d0805f4e56ee22 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-19T13:16:55Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação_G.C.Alvarenga_Final.pdf: 1663633 bytes, checksum: abd84b5eca7ca01b09d0805f4e56ee22 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2017-05-16 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / Studies that try to understand how mammals use the space are extremely important to improve conservation decisions. Despite the high knowledge of mammals in the Amazon forest, little is known about this group in the varzea forests. These forests are located in the lowland inundated regions of the Amazon basin, and are seasonally inundated by white-water rivers. Varzea forests were, and still are, intensively used by humans, because of the easy access and the high fertility of it soils. Beyond that, climatic changes and the actual Brazilian politics, which encourages constructions of hydroelectric plants, are direct threats to the varzea and the animals that live there. The goal of this study is understand how variations on the vegetation influence the distribution of medium and large-sized mammals in the varzea forest. For this, we executed two consecutive years of camera traps surveys during dry season in Sustainable Development Reserves Amanã and Mamirauá, Central Amazonia. Specifically, we compared the community composition of mammals between an upland forest (Amanã) and a varzea forest (Mamirauá), and we tested the response of mammal’s species to the vegetation variation in the varzea forest. The sampling grid in each reserve consisted of up to 50 baited camera trap stations and an overall sampling effort of 4075 camera trap*days. We used a pre-exist landscape mapping of Mamirauá Reserve and from it we calculated the area (km2) of the habitats inside two different scales (500 m and 1000 m) around each camera trap station. The comparison between the mammal species of upland and varzea was made with an ordination by NMDS of two dimensions and after that a Similarity Analysis (ANOSIM), both using Bray-Curtis indice. To test the influence of the varzea vegetation’s in the mammal distribution we used Generalized Linear Models (GLM) and, for the species with too many zeros, Zero- Inflated Models (ZIP/ZINB) or Hurdle Models (ZAP/ZANB). During the study, we recorded 21 medium and large-sized mammal species of 3443 records. Among this species, seven are classified as ‘vulnerable’ globally or in Brazil. As expected the community composition of mammals were different between upland and varzea forest. At the varzea we recorded only six species, while upland recorded 20 species. The mammal’s community of várzea forest presented a hierarchical subgroup pattern of the upland community, and all the species registered in the várzea have semi-arboreal habits. Tree species recorded in varzea forest were more represented there than in upland forest, which could be related with biggest populations at this region. The varzea vegetation’s were related with almost all species distributions, the exception was Leopardus wiedii. The total number of records and the composition of species were influenced by the habitat chavascal, such there were fewer records with chavascal area increase. At the same way, Didelphis marsupialis e Nasua nasua avoided areas of chavascal. N. nasua avoided too the open fields of herbaceous vegetation. The specie Coendou prehensilis was positively influenced by constant water habitats and high varzea forest, while Panthera onca avoided high varzea forest. / Entender o uso do espaço por mamíferos é extremamente importante para tomada de decisões eficazes para conservação. Na Amazônia, apesar deste grupo ser intensamente estudado, pouco se sabe sobre sua relação com as florestas de várzea. As florestas de várzea estão restritas às planícies inundáveis nas calhas dos grandes rios de água branca. Essas florestas foram, e ainda são, intensamente utilizadas pelo homem, devido ao fácil acesso e aos solos férteis. Além disso, as mudanças climáticas e as políticas de incentivo à produção energética via barragens hidrelétricas são ameaças diretas às florestas inundáveis e à fauna associada. Com intuito de melhor entender a distribuição das espécies de mamíferos de médio e grande portes na várzea, executamos dois anos consecutivos de amostragem durante a estação seca nas RDS’s Amanã e Mamirauá, Amazônia Central. Comparamos a comunidade das espécies de mamíferos entre terra firme (RDSA) e várzea (RDSM), e testamos a influência das fitofisionomias da várzea na distribuição das espécies de mamíferos lá registradas. A grade de amostragem em cada RDS consistiu de 50 estações com um par de armadilhas fotográficas iscadas. O esforço de campo total foi de 4075 armadilhas fotográficas*dia. A partir do mapeamento espacial pré-existente da RDSM nós determinamos duas escalas de buffer com raio de 500 m e 1000 m ao redor das estações fotográficas e mensuramos a área ocupada (km2) por cada classe de habitat. Para comparação entre as comunidades de mamíferos da terra firme e da várzea usamos uma ordenação por NMDS de duas dimensões e em seguida uma Análise de Similaridade (ANOSIM), ambos baseados no índice de similaridade de Bray- Curtis. Para testar a influência das fitofisionomias da várzea na distribuição dos mamíferos usamos Modelos Lineares Generalizados (GLM) e, para espécies com excesso de zeros, modelos de Zeros-Inflados (ZIP/ZINB) e modelos de Obstáculo (ZAP/ZANB). Nós registramos 21 espécies de mamíferos de médio e grande portes de um total de 3443 registros. Dentre as espécies registradas, sete são classificadas como ‘vulneráveis’ globalmente ou em listas do Brasil. Como esperado as comunidades de mamíferos foram dissimilares entre várzea e terra firme. Na várzea foram registradas apenas seis espécies, enquanto na terra firme foram 20 espécies. A comunidade de mamíferos da floresta de várzea apresentou um padrão de subgrupo hierárquico da comunidade da terra firme, sendo que todas as espécies registradas na várzea possuem hábitos semi-arborícolas. Das cinco espécies compartilhas entre os dois ambientes, três espécies foram registradas com maior frequência na várzea, o que pode estar relacionado com maiores populações nesses ambientes. As fitofisionomias da várzea influenciaram a distribuição de todos os mamíferos testados, com exceção de Leopardus wiedii. O número total de registros e a composição das espécies foram influenciados pelo chavascal, sendo que houveram menos registros com aumento da área de chavascal. Do mesmo modo, Didelphis marsupialis e Nasua nasua também evitaram o chavascal. N. nasua também foi menos registrada nos campos abertos de vegetação herbácea. A espécie Coendou prehensilis teve relação positiva com os habitats água constante e várzea alta, enquanto Panthera onca evitou a várzea alta. Este é o primeiro estudo de comunidade de mamíferos com foco em ambientes de várzea, portanto novos estudos são necessários para se entender os padrões em outras regiões de várzea, o que auxiliará diretamente no direcionamento de ações conservacionistas.

Mamíferos silvestres de médio e grande porte no planalto meridional : suas relações com a fragmentação da paisagem e a presença do gado

Cerveira, Josi Fernanda January 2005 (has links)
Resumo não disponível

Nuevos datos embriológicos sobre la evolución de elementos basipodiales en mamíferos

Ruiz Flores, Macarena 01 1900 (has links)
Tesis entregada a la Universidad De Chile en cumplimiento parcial de los requisitos para optar al Grado De Magíster en Ciencias Biológicas. / La condición basal para synapsida es tener un astrágalo que en su cara posterior articula con la cara anterior del calcáneo, ambos elementos en el mismo plano del eje dorso-vental. Además, presentan un elemento basipodial distal por cada dedo, muy similar a la estructura que encontramos en la mayoría de los reptiles actuales. Cuando entramos a la rama de los cynodontes, uno de los cambios que podemos observar en el basipodio es la disminución de elementos distales de 5 (uno por cada dedo) a 4. En la literatura siempre se describe este cambio como la fusión del elemento distal correspondiente con el dedo 5 con el correspondiente al dedo 4, en el caso de la mano: fusión del carpal distal 4 y el 5 (CD 4+5) formando el unciforme; en el caso de la pata: fusión del tarsal distal 4 y el 5 (TD 4+5) formando en cuboide. En terápsidos tempranos, el metatarso que corresponde al quinto dedo no se articula con ningún elemento del tarso, parece estar “flotando”, hasta Theria, en donde se asocia al cuboide o al metatarso del dedo 4. También, a partir de Therias troncales, se observa consistentemente la superposición de una pequeña porción del astrágalo sobre el calcáneo, condición que se incrementa en Metatheria y aún más en Placentarios, donde encontramos que en el eje dorso-ventral la superposición del astrágalo sobre el calcáneo es casi competa, es decir, el contacto ocurre entre la cara ventral del astrágalo y la cara dorsal del calcáneo. En este trabajo se encuentra que al mirar el desarrollo del esqueleto del carpo y el tarso de Mus musculus, utilizando métodos como inmunofluorescencia whole-mount, se observan cambios similares a los recién descritos en la filogenia, como el cambio de posición entre el astrágalo y calcáneo, observando en estadios tempranos (13,5dpc) que tienen una posición relativa similar a la de reptiles y que luego en el desarrollo se superponen, pasando por estadios similares al de Therias troncales, hasta finalmente llegar a la conformación de Placentarios. Con respecto al carpo se observa que se forman 5 carpales distales y que efectivamente durante el desarrollo el cuarto y quinto se fusionan, formando un solo elemento final: el unciforme. En cambio, durante el desarrollo del tarso nunca se forma un quinto tarsal distal y, por lo tanto, el cuboide no correspondería a una fusión, sino que es el tarsal distal 4 solo. También se observa que el metatarso del dedo 5 se encuentra inicialmente desalineado como en terápsidos basales, y luego se asocia, en parte al tarsal distal 4 (aunque no de la misma manera que en synapsidos basales) y en parte al metatarso del dedo 4. / The basal synapsid condition is to have an astragalus with a posterior face that contacts with the anterior calcaneum face, both elements at the same level of the dorso-ventral axis. They also present one distal basipodial element for each digit, a similar structure to what is found in reptiles. When looking at the cynodont branch, one of the changes in the basipodial structure is the reduction of basipodial distal elements from 5 (one for each digit) to 4. In the literature this change is always explained as the fusion of de distal element corresponding to the fifth digit and the corresponding to the fourth one, when looking at the hand: fusion of the 4th and 5th distal carpal forms up the unciform; When looking at the foot: fusion of the 4t and 5th distal tarsals form the cuboid. In early therapsids, metatarsal 5 does not articulate with the tarsus and has an “offset” appearance. In therians, it articulates with the cuboid or the metatarsal 4. Also, since stem Therians the overlap of a small portion of the astragalus over the calcaneum is consistently observed. This condition increases in Metatherians and even more in Placental mammals where the overlap is almost complete which means that the contact occurs between the ventral face of the astragalus and the calcaneums’s dorsal face. This work shows that when looking at the skeletal development of the carpus and tarsus in Mus musculus using whole-mount immunofluorescence, among other techniques, is possible to observe changes that are similar to those described in the phylogeny, as is the change of the astragalus-calcaneus relative position. Looking at early stages (13,5dpc) we see a structure similar to reptiles and that later in development astragalus and calcaneus overlap, passing through stages similar to stem Therians and finally arriving to the Placental mammal conformation. About the carpus it’s observed that 5 distal carpals form and later in development the fourth and fifth fusion, forming up one final element: the unciform. On the other hand, what happens in the tarsus is that a fifth distal tarsal never forms, therefore, the cuboid would not be a fusion but only the fourth distal tarsal. Metatarsal 5 is first offset, as in basal therapsids, and then articulates with de cuboid, but also with metatarsal 4. / Proyectos ANILLO ACT-172099 y FONDECYT 1150906. / Agosto 2020

Theoretical and numerical investigations of the parametric resonance of the mechanical vibrissa

Perez Tineo, Cesar Augusto 25 February 2019 (has links)
No description available.

Bioestratigrafìa y diversidad de los mamíferos del Neógeno de San Fernando y Puerta de Corral Quemado (Catamarca, Argentina)

Bonini, Ricardo Adolfo 04 April 2014 (has links)
Los afloramientos neógenos reconocidos en diversas localidades de la provincia de Catamarca, han sido el objeto de diversos estudios paleontológicos y geológicos desde fines del siglo XIX, los cuales se refieren principalmente a la abundante y diversa fauna de mamíferos fósiles que se preservó en los sedimentos aflorantes en diversas localidades del Valle de Santa María (Catamarca y Tucumán). Por el contrario, las localidades ubicadas a más de 100 Km al suroeste de este valle, tales como los afloramientos expuestos en los alrededores de la localidad de San Fernando (departamento de Belén, Catamarca), área de estudio principal de esta Tesis, fueron explorados por primera vez por el Dr. Ángel Cabrera y colaboradores del Museo de La Plata entre los años 1927 y 1930 y no volvieron a ser prospectados, desde el punto de vista de la paleontología de vertebrados, hasta la realización de este trabajo de Tesis. El presente trabajo contempla el análisis taxonómico de dos conjuntos faunísticos de mamíferos fósiles procedentes de sedimentos aflorantes aproximadamente 40 Km al norte de la ciudad de Belén, en el departamento homónimo. Además, incluye el análisis taxonómico, de las implicancias bioestratigráficas y del contexto estratigráfico del área en la que fueron recuperados nuevos ejemplares durante las campañas realizadas en el marco de esta Tesis. El primero de los conjuntos faunísticos analizados, está constituido por los materiales alojados en la División de Paleontología Vertebrados del Museo de La Plata (MLP), colectados por el Dr. Ángel Cabrera Latorre (1927, 1929 y 1930). El estudio sistemático de este conjunto de ejemplares, denominados en este trabajo “Colección Cabrera”, permitió reconocer un total de 22 especies y 21 géneros, pertenecientes a 11 familias, entre los cuales se reconoció una nueva especie del género Xotodon para el Neógeno de la provincia de Catamarca; se identificó la especie Paedotherium minor, la cual representa el primer registro procedente del Neógeno de Catamarca que con seguridad es asignado a esta especie; y se reconoció el primer registro de la especie Oxyodontherium zeballosi para el noroeste de la Argentina. Además, en el contexto de la revisión de los Litopterna del Mio-Plioceno de la Argentina, se concluyó que los ejemplares de macrauquénidos descriptos por Moreno y Mercerat (1891), i. e. “Macrauchenia” lydekkeri y “Macrauchenia” calceolata, corresponden en realidad a representantes del género Promacrauchenia. El segundo de los conjuntos faunísticos analizados está representado por los ejemplares colectados en la localidad de San Fernando (i. e. San Fernando Sur y Norte) durante las campañas realizadas en el marco de esta Tesis. Los elementos que componen este conjunto faunístico, denominado aquí “Nueva Asociación”, fueron colectados in situ con exhaustivo control de procedencia geográfica y estratigráfica, así como ubicados en perfiles estratigráficos locales y correlacionados regionalmente a partir de niveles tobáceos utilizados como estratos guía. El estudio sistemático del segundo conjunto faunístico permitió el reconocimiento de un total de 16 taxones, varios de los cuales representan primeros registros con procedencia estratigráfica y geográfica precisa para el noroeste de la Argentina (e. g. Chorobates villosissimus y Vassallia minuta). Por otra parte, se realizó la identificación taxonómica de varios ejemplares de la colección del Field Museum of Natural History of Chicago (FMNH), los cuales se encontraron representados por calcos en las colecciones del MLP y del Museo Argentino de Ciencias Naturales “Bernardino Rivadavia” (MACN). En un contexto histórico, se realizó el análisis de fuentes de información inéditas obtenidas en el despacho del Jefe de la División de Paleontología Vertebrados y en el Archivo Histórico del MLP, las cuales permitieron corroborar la ubicación de las áreas prospectadas por las expediciones del Dr. Cabrera, cuyos campamentos fueron establecidos en distintas zonas de la “cuenca” de los ríos Corral Quemado y San Fernando, y no en el Valle de Santa María, como había sido propuesto. Además, a partir de estas fuentes se obtuvo la información acerca del desempeño del Dr. Cabrera en la función de “supervisor” en el marco de la Ley 9080 de “Ruinas y yacimientos arqueológicos y paleontológicos”, durante las expediciones del FMNH del año 1926. Respecto de la estratigrafía, se realizó la reconsideración de las unidades litoestratigráficas identificadas en el área de estudio y se efectuó un análisis facial que permitió reconocer una alta variedad de subambientes registrados en los sedimentos de la Fm. Andalhuala aflorante en el área de estudio. El análisis taxonómico de la “Nueva Asociación”, contemplando su procedencia estratigráfica, su rango temporal, y teniendo en cuenta la evaluación del contexto geológico del área de estudio, permitió el reconocimiento de dos unidades bioestratigráficas: la Biozona de Asociación de Cyonasua brevirostris, identificada partir de las asociaciones de taxones registradas en San Fernando Sur y el Valle de Santa María; y la Biozona de Asociación de Phlyctaenopyga ameghini – Plaina intermedia, una nueva unidad bioestratigráfica identificada a partir de la asociación faunística registrada en San Fernando Norte, la cual abarca el lapso temporal comprendido entre aproximadamente los 5 hasta los 3,6 Ma, correspondiente al Piso Zancliano de la Escala Cronoestratigráfica Internacional.

Los mamíferos del Ensenadense (Pleistoceno Inferior-Medio) del Este de la Región Pampeana, con énfasis en los xenarthra

Soibelzon, Esteban January 2008 (has links)
El presente trabajo de tesis se basó en la hipótesis de que el Ensenadense del este de la región Pampeana incluye distintas asociaciones faunísticas en las que se pueden identificar fósiles guía que permiten una subdivisión bioestratigráfica de esta unidad cronoestratigráfica. Los sedimentos que cubren la llanura pampeana, fueron denominados a mediados del siglo XIX casi en simultaneidad por D´Orbigny y Darwin como “argille pampéenne” y “Pampean Formation”, respectivamente. No obstante, estas denominaciones parecieron no ser lo suficiente precisas o suficientes, motivo por el cual durante el siglo XX se erigieron nuevas y numerosas denominaciones para estos sedimentos (e.g. “formación pampeana”, “Pampeano”, “Pampiano”, “sedimentos pampeanos”, “Grupo pampeano”), producto de mezclas entre características litológicas y paleontológicas. Si bien en la actualidad existe cierto consenso en la antigüedad de estos sedimentos (i.e Cuaternario), históricamente se formularon diversas propuestas que incluyeron antigüedades desde terciarias a épocas muy recientes. Es Florentino Ameghino quien cristaliza la caracterización de estos sedimentos a base de su contenido faunístico. En este sentido, una primera división de su “formación pampeana” incluyó el “pampeano inferior, superior y lacustre”, posteriormente denominados “pisos u horizontes“ “ensenadense”, “bonaerense” y “lujanense”, respectivamente. Asimismo, este autor reconoció el “piso” “pampeano medio o belgranense” como correspondiente a una ingresión marina. Unos años más tarde, las excavaciones realizadas para la construcción del Puerto de Ensenada en La Plata (provincia de Buenos Aires) le sirvieron de base para dividir el “ensenadense” en dos “subpisos”: “ensenadense basal” y “ensenadense cuspidal” (por la presencia de Paedotherium bonaerense en la porción basal), a la vez que denomina como “preensenadense” las capas arenosas más inferiores de su “formación pampeana”. Estos nombres fueron utilizados posteriormente por distintos autores con connotaciones diversas, incluyendo la litoestratigráfica aunque siempre asociado a un concepto temporal generado por las asociaciones de mamíferos. En la actualidad, según un criterio cronoestratigráfico/geocronológico, con base bioestratigráfica, el Piso/Edad Ensenadense (Plioceno Superior-Pleistoceno Medio), está fundamentado en la Biozona de Mesotherium cristatum, coincidiendo espacialmente con la Formación Ensenada en el área de la Pampa Ondulada bonaerense. Los sedimentos atribuibles a este Piso se encuentran tanto al noreste de la provincia de Buenos Aires (e.g. San Pedro, Baradero) como en ciertas localidades costeras del sudeste de la región pampeana (e.g. Mar del Plata, Miramar). Fuera de Argentina, los yacimientos con fauna Ensenadense son particularmente escasos, habiéndose registrado en Bolivia y Uruguay. A los fines de correlacionar los yacimientos con fauna ensenadense, se realizaron nuevas colecciones en diferentes localidades de la región pampeana, ejecutándose asimismo intensos muestreos para la confección de perfiles magnetoestratigráficos que suministraron mayores elementos de control cronológico.

Estudio del acoplamiento excito-contráctil en el miocardio ventricular de ratas hipertensas espontáneas (SHR) y normotensas

Pérez, Néstor Gustavo January 1994 (has links)
No description available.

Revisão do gênero Galictis (Mammalia, Carnivora, Mustelidae) utilizando métodos morfológicos e moleculares

Bornholdt, Renata January 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:13:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000438122-Texto+Completo-0.pdf: 3145728 bytes, checksum: b418ed52b6536be2e9efb41f6b7dc59b (MD5) Previous issue date: 2012 / Taxonomy forms the basis for all biological sciences, since it is through this discipline that natural units are recognized and described. Without the correct delimitation, researches from other disciplines would be unable to report their results because they would not be sure about the identity of their study units. The current estimate that millions of species are still to be described reinforces the centrality of taxonomy, because is through its use that species are found, delimited and described. Carnivores are usually thought to be well-known mammals, but some of these taxa have not been described yet, while others have received little biogeographic and taxonomic attention, preventing a correct assessment of their richness and conservation status. The genus Galictis (Carnivora, Mustelidae) is an example of a little-studied mustelid from the Neotropics, one of the richest and most endangered regions of the world. Basic information, such as number of species, delimitation between them, diagnosis and geographic distribution, have never been thoroughly tested before, leading to uncertainties regarding the taxonomy of this genus. In order to perform a comprehensive revision of Galictis, morphological and molecular approaches were applied on the basis of records encompassing all the distribution of the genus. For the former approach, we analyzed skulls and skins from 22 zoological collections and the statistical tests showed the presence of two clusters of Galictis specimens, representing G. cuja and G. vittata. Phylogenetic analyses of mitochondrial and nuclear segments supported morphological results showing two monophyletic groups, corresponding again to G. cuja and G. vittata. No other morphological grouping or evidence of a third clade was recognized with our data.All these results corroborate the existence of only two species and indicate morphological characters that effectively diagnose them. These are very useful to identify museum specimens and should also help field-based work in some situations. The correct delimitation between these units allowed the investigation of some long-standing issues about the geographic distribution of Galictis species. For example, we demonstrate the exclusive presence of G. cuja in the northeastern region of Brazil, and established the southernmost limits of G. vittata in the Amazon basin. Finally, as species were well identified and characterized, it was possible to conduct phylogeographic inferences as well as analyses of intra-specific morphological variation in G. cuja. This species contains moderate to high levels of variability and some interesting geographic patterns. These included the morphological distinction of southern Chile and Argentina, the significant genetic structuring among three broad geographic domains, and the evidence of recent demographic expansion in the Brazilian southeast. The results presented here contribute to substantially enhance our knowledge on the genus Galictis, and should help enable further studies focusing on the evolutionary history of these carnivores in the Neotropics. / A taxonomia forma a base para todas as demais ciências da Biologia, uma vez que é através dessa disciplina que as unidades de vida na natureza são reconhecidas e descritas. Sem a correta delimitação das espécies, pesquisas de outras áreas não poderiam reportar seus resultados, pois não teriam a certeza da identificação das unidades de estudo. A estimativa de que existem milhões de espécies ainda para serem descritas reforça a importância da taxonomia, pois é utilizando as ferramentas dessa disciplina que as espécies são descobertas, delineadas e descritas. Mamíferos carnívoros são animais tidos como bem conhecidos; contudo, alguns táxons desse grupo ainda não foram descritos e tantos outros receberam pouca atenção biogeográfica e taxonômica, impedindo estimativas corretas de riqueza, abundância e status de conservação. O gênero Galictis (Mustelidae, Carnivora) é um exemplo de táxon ainda pouco estudado na região Neotropical, justamente uma das mais ricas e mais ameaçadas regiões do mundo. Informações básicas sobre esses mustelídeos, tais como número exato de espécies, delimitação entre elas, diagnose e distribuição geográfica das mesmas, não foram ainda investigadas com rigor, o que acarreta incertezas sobre alguns tópicos e compromete a sua taxonomia. Para realizar uma revisão taxonômica ampla de Galictis, foram realizadas análises morfológicas e moleculares com base em registros provenientes de toda a distribuição geográfica do gênero. Para a primeira técnica, foram analisados crânios e peles tombados em 22 instituições científicas, e os testes morfológicos assim como a visualização das peles evidenciaram a presença de dois conjuntos de espécimes de Galictis, representando as duas espécies usualmente reconhecidas, G. cuja e G. vittata.Análises filogenéticas com base em segmentos mitocondriais e nucleares corroboraram os resultados morfológicos, com a presença de dois clados bem apoiados que correspondem também a G. cuja e G. vittata. Nenhum outro agrupamento morfológico ou mesmo indícios de um terceiro clado no gênero foi identificado. Esses resultados confirmam a existência de duas espécies e possibilitam o reconhecimento de caracteres morfológicos diagnósticos para elas. Esses caracteres são de utilidade para a identificação de espécimes de museu e podem também auxiliar a identificação de indivíduos na natureza. Com o correto delineamento das espécies, foi possível definir a distribuição geográfica das mesmas e resolver algumas questões atualmente controversas, como a definição da ocorrência exclusiva de G. cuja na região Nordeste do Brasil e o limite austral de G. vittata para a Bacia Amazônia. Por fim, a partir da definição confiável e robusta das espécies, obtida na primeira etapa desta tese, foi possível realizar um estudo intra-específico mais detalhado com foco em G. cuja, englobando análises filogeográficas de marcadores moleculares, bem como variação morfológica ao longo de sua distribuição. Essa espécie se caracteriza de forma geral por considerável variabilidade genética e morfológica, em que se observam alguns padrões geográficos interessantes. Entre estes, pode-se destacar a diferenciação morfológica de populações do Sul do Chile e Argentina, bem como, uma estruturação genética significativa entre três grandes domínios geográficos, e evidência de uma expansão demográfica relativamente recente no sudeste brasileiro. Todos esses resultados embasam o conhecimento sobre o gênero e propiciam ferramentas para estudos futuros que visem a entender a história evolutiva de Galictis na região Neotropical.

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