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Inscri??o discursiva da subjetividade homoafetiva na G Magazine

Carvalho, Ana Maria de 18 December 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T15:06:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 AnaMC.pdf: 448318 bytes, checksum: 5a5c0dd3ce763b33b7a73047a05afa63 (MD5) Previous issue date: 2008-12-18 / This thesis, which is entitled Registration discourse of subjectivity homo affective in G Magazine, is proposed to describe / interpret modes of subjectivity that is set in the discourse of homo affective confessions, recorded in letters addressed to G Magazine. The study is based on the theories of Discourse Analysis French, with a focus in the discussions Foucaultian remarkably discursive practices that produce meanings about the processes of subjectivity and sexuality. Methodologically, the research is of appreciative/qualitative character and falls in the field of Applied Linguistics (LA), at a press that the historical and cultural reality of the subject, establishing dialogues with many other fields of knowledge, which deal of the subject matter of speech and sexuality. Data analysis indicates that the magazine G Magazine works as a discursive space, where individuals on condition that homosexual, take it as the place that it gives security to talk to you, it's worrying, because the nature of the journal it suggests a belonging to the same discursive formation - that of homo affective . Thus, some of which are felt constructed for the investigation of the letters selected for this study showed that the forms of subjectivity of such homo affective are emerging in the game of the bans, the other is that as a subject of sexuality and to materialize in operation the confession. These homo affective, in a gesture of incessant registration of alternatives to be subject to its own truth of their sexuality, to seek his party in the case, the psychologist, a referral, a "light" that can guide them in an attempt to get rid of the forms of to subject. Installs itself in this way, as a point of resistance: the attempt to dissociate itself be of some states of submission, opening itself to other ways of being subject / Esta disserta??o, que tem como t?tulo Inscri??o discursiva da subjetividade homoafetiva na G Magazine, se prop?e a descrever/interpretar modos de subjetiva??o que se configuram discursivamente nas confiss?es de homoafetivos, inscritas em cartas endere?adas ? G Magazine. O estudo fundamenta-se nas teoriza??es da An?lise do Discurso francesa, com foco nas discuss?es foucaultianas notadamente pr?ticas discursivas que produzem sentidos acerca dos processos de subjetiva??o e da sexualidade. Metodologicamente, a pesquisa ? de car?ter qualitativa/interpretativista e se insere no campo da Ling??stica Aplicada (LA), situando-se em uma abordagem que prima pela realidade hist?rico-cultural dos sujeitos, estabelecendo m?ltiplos di?logos com outros campos do saber, os quais tratam da quest?o do sujeito, do discurso e da sexualidade. A an?lise dos dados indicia que a revista G Magazine funciona como um espa?o discursivo, em que os indiv?duos na condi??o de homossexual, toma-o como o lugar que lhe confere seguran?a para falar de si, do que lhe aflige, pois a natureza da revista lhe sugere um pertencimento a uma mesma forma??o discursiva a de homoafetivo. Assim sendo, alguns dos sentidos constru?dos s?o que a investiga??o das cartas selecionadas para este trabalho, revelou que as formas de subjetiva??o de tais homoafetivos s?o emergentes do jogo das interdi??es, os outros que os constituem como sujeito de uma sexualidade e que se materializam no funcionamento da confiss?o. Esses homoafetivos, em um gesto de inscri??o incessante de alternativas para ser sujeito de sua pr?pria verdade, de sua pr?pria sexualidade, buscam do seu interlocutor, no caso, o psic?logo, um encaminhamento, uma luz que possa orient?-los, na tentativa de livrar-se das formas de assujeitamento. Instala-se, dessa forma, como um ponto de resist?ncia: o ser tenta desvincular-se de certos estados de submiss?o, abrindo-se a outros modos de ser sujeito
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Cuidado de si e hermen?utica do sujeito em Michel Foucault

Oliveira, Gilberto Benedito de 07 December 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T15:12:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 GilbertoBO_DISSERT.pdf: 1123549 bytes, checksum: bb1ea048d72b5dc112eb9e938ec8e0ee (MD5) Previous issue date: 2011-12-07 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior / The work, here present, has as its objective to present in a clear and distinct manner the object of study of Michel Foucault in his last years of teaching at the College de France, namely, the care of the self. We present the care of the self in its birth, in its origin, from the character Socrates and its development until the beginning of the Christian age. With a keen eye, we present Foucault with a work of return and rescue of the care of the self to the personal and academic discussions; we propose, from the self care, to the contemporary subject a problematization of their life so that from this questioning he creates for herself ways of life that are coherence, knowledge and care with which he has of must particular, his himself. Passing by the sources that served as the source of study for Foucault to sketch the birth of care of the self, we design the form with which Foucault has dealt with the documents that speak of the care of self. We present Socrates as one who by excellence ensures that the other will give birth to the forms of knowledge and care of the self or, in other words, we present the care of the self socratic-foucauldian as a constant worry of the other to pay attention to ways in which he conducts her life, it creates for themselves ways of being and, therefore, creates ethics of existence. We present, finally, the care of the self as the cause of continuous immanence of modes of subjectivation of the subject that configure themselves in a non-accepting a determined essence, but a continually updated form . The care of the self leads to a single relationship and educator of modes of subjectivation of the subject; he creates, on the dynamics of temporality, ethical ways of living, which are sustained by an internal coherence of the subject with herself; he admits no stationary nature in the training of the subject, always wants a more beautiful work of himself; he is not isolation, he needs and is made with the other. The care of the self is the principle and the telos of battles and conquests of the subject within his temporality and existence / O trabalho, aqui desenvolvido, tem por objetivo apresentar o objeto de estudo de Michel Foucault em seus ?ltimos anos de ensino no Coll?ge de France, a saber, o cuidado de si. Apresentamos o cuidado de si em seu nascer, em sua origem, a partir do personagem S?crates e seu desenvolvimento at? o in?cio da era crist?. Com um olhar atento, apresentamos com Foucault um trabalho de retorno e resgate do cuidado de si ?s discuss?es pessoais e acad?micas; propomos, a partir do cuidado de si, ao sujeito contempor?neo uma problematiza??o de sua vida para que desta problematiza??o ele crie para si mesmo modos de vida que sejam coer?ncia, conhecimento e cuidado com o que ele tem de mais particular, seu si mesmo. Passando pelas fontes que serviram de fonte de estudo para Foucault esbo?ar o nascimento do cuidado de si, vamos desenhando a forma com a qual Foucault tratou os documentos que falam do cuidado de si. Apresentamos S?crates como aquele que por excel?ncia faz com que os outros d?em ? luz a formas de conhecimento e cuidado pr?prios ou, em outras palavras, apresentamos o cuidado de si socr?tico-foucaultiano como um constante inquietar o outro a prestar aten??o aos modos como ele conduz sua vida, cria para si modos de ser e, consequentemente, cria ?ticas de exist?ncia. Apresentamos, enfim, o cuidado de si como causa de cont?nua iman?ncia de modos de subjetiva??o do sujeito que se configuram em um n?o aceitar uma ess?ncia determinada, mas uma forma continuamente atualizada. O cuidado de si conduz a uma rela??o ?nica e formadora de modos de subjetiva??o do sujeito; ele cria, na din?mica da temporalidade, formas ?ticas de viver que se sustentam por uma coer?ncia interna do sujeito com ele mesmo; ele n?o admite estaticidade na forma??o do sujeito, deseja sempre uma obra de si mais bela; ele n?o ? isolamento, necessita e se faz com o outro. O cuidado de si ? o princ?pio e o telos das batalhas e conquistas do sujeito dentro de sua temporalidade e exist?ncia

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