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Influenza pandêmica (H1N1) 2009 : perfil epidemiológico dos casos graves, Brasil, semanas epidemiológicas 16 a 33 de 2009

Oliveira, Wanderson Kleber de January 2011 (has links)
Em março de 2009, foram identificados os primeiros casos de vírus influenza A, não subtipado anteriormente e que levou a comunidade internacional a enfrentar a primeira pandemia do século XXI, na vigência do novo Regulamento Sanitário Internacional de 2005. No intervalo das semanas epidemiológicas 16 e 33, foram notificados 34.506 casos de síndrome respiratória aguda grave no Brasil. No Brasil, a maior incidência ocorreu nas faixas etárias de crianças ≤ 5 anos (3.8/100.000) e com idades entre 20-29 anos (4.6/100.000). Neste período os casos ficaram concentrados nas regiões sul e sudeste, com 94% dos casos notificados. A taxa de mortalidade na população durante este período foi 0.39/100.000 habitantes. Pessoas que apresentaram comorbidades relacionadas apresentaram o dobro de risco de evolução para o óbito, quando comparado às pessoas sem comorbidade. (RR = 1,89 IC 95% 1,64-2,18). Apesar do clima tropical, o Brasil foi um dos países mais afetados pela pandemia. No entanto, este evento está possibilitando o fortalecimento das ações de vigilância e assistência que serão úteis em todas as situações de emergências de saúde pública de importância nacional e internacional. / In March 2009, identified the first cases of a new influenza A virus, not subtyped previously. Without immunity, the international community suffered the first pandemic of the century, the term of the International Health Regulations 2005. Between epidemiological weeks 16 and 33, were reported 34,506 cases of severe acute respiratory syndrome in Brazil. In Brazil, the highest incidence occurred in younger children ≤ 5 year (3.8/100,000) and one at ages 20-29 years (4.6/100,000). Ninety-four percent of cases concentrated in two of Brazil’s five geographic regions – the south and southeast. . The mortality rate in the population during this period was 0.39/100,000 inhabitants. Cases with a reported comorbidity had approximately twice the risk of those without (RR=1.89; 95%CI 1.64 – 2.18). Despite the tropical climate, Brazil was one of the countries most affected by the pandemic. However, this event is allowing the strengthening of surveillance and assistance that will be useful in all situations of public health emergencies of national and international concern.
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Fatores associados à gravidade da infecção por influenza A pandêmico (H1N1) 2009 em pacientes pediátricos hospitalizados

Scotta, Marcelo Comerlato January 2012 (has links)
Introdução: A pandemia causada pelo vírus Influenza A(H1N1)pdm09 teve seu ápice entre julho e agosto de 2009 no sul do Brasil com maior incidência em crianças e adultos jovens. No período pós-pandêmico, houve um novo aumento na incidência de casos nos meses de inverno em 2011 e 2012 no Brasil, com padrão semelhante ao vírus Influenza sazonal. Como este agente persiste em circulação em nosso meio, objetivamos investigar os fatores de risco para evolução clínica desfavorável em pacientes pediátricos. Métodos: Foi realizado um estudo transversal através de revisão de prontuários de internação de pacientes com idade inferior a 14 anos e infecção por Influenza A (H1N1)pdm09 confirmada por RT-PCR durante a primeira onda pandêmica em seis hospitais terciários em Porto Alegre, Brasil. A necessidade de ventilação mecânica foi definida como desfecho e idade, doenças crônicas, codetecções de vírus ou bactérias, achados na radiografia de tórax e uso de Oseltamivir foram definidos como possíveis preditores. Resultados: Foram incluídos 120 pacientes. Na análise multivariável, a presença de doenças crônicas (Razão de prevalências: 2.613, 95% Intervalo de confiança: 1.267-5.386) e codetecção viral (Razão de prevalências: 2.43, 95% Intervalo de confiança: 1.203-4.905) foram estatisticamente associados a um pior desfecho (p<0,05). Conclusões: A presença de doenças crônicas como preditor reforça evidências prévias. Além disso, encontramos codetecção viral como um fator de risco. Estudos adicionais são necessários para confirmar esta associação. / Introduction: The pandemic caused by Influenza A(H1N1)pdm09 virus peaked between July and August 2009 in southern Brazil with the highest incidence in children and young adults. In the post-pandemic period, there was an increase in the incidence of cases in the winter months in 2011 and 2012 in Brazil, similar to seasonal Influenza virus. Since infections due to pandemic Influenza are still occurring, we aim to investigate risk factors for worse outcome in children. Methods: A cross-sectional study was performed reviewing charts of hospitalized patients younger than 14 years with RT-PCR positive for Influenza A (H1N1)pdm09 during the first pandemic wave in six tertiary centers in Porto Alegre, Brazil. We defined need of mechanical ventilation as severity outcome and age, chronic medical conditions, bacterial and viral co-detection, chest radiograph findings and use of Oseltamivir as possible predictors. Results: We included 120 patients. In a multivariable analysis, chronic medical conditions (PR: 2.613, 95% CI: 1.267-5.386) and viral co-detection (PR: 2.43, 95% CI: 1.203-4.905) were statistically associated with worse outcome (p<0,05). Conclusions: The presence of chronic medical conditions as predictor reinforces previous evidences. Furthermore, we found viral co-detection as a risk factor. Further studies are necessary to confirm this association.
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Pneumonia domiciliar associada a infecção pelo vírus p-H1N1 2009 em hospital terciário: frequência, características clínico-laboratoriais e aplicação de escores para predizer diagnóstico e prognóstico / Community-Acquired Pneumonia associated with p-H1N1 2009 infection in a tertiary hospital: frequency, clinical characteristics and applicability of scores to predict diagnosis and prognosis

Rodrigo Antonio Brandão Neto 17 December 2012 (has links)
Introdução: Em 13 de Setembro de 2009, a OMS reportou que existiam mais de 296.471 casos confirmados laboratorialmente de infecção pelo p-H1N1 2009. Ainda assim muitas questões permanecem, incluindo o papel de regras de probabilidade clínica e escores de gravidade de pneumonia adquirida na comunidade nestes pacientes. Nós descrevemos as características clínicas e epidemiológicas de pacientes internados por pneumonia adquirida na comunidade com ou sem infecção pelo p-H1N1. Objetivos: Verificar a incidência e características clínicas da pneumonia adquirida na comunidade associada com infecção pelo p-H1N1 2009, comparado as pneumonias adquiridas na comunidade sem infecção pelo p-H1N1 2009 e a aplicação de regras de probabilidade clínica e escores de gravidade de pneumonia. Métodos: Estudo observacional prospectivo avaliando pacientes consecutivos hospitalizados por pneumonia adquirida na comunidade por mais de 24 horas no HC-FMUSP. A infecção pelo p-H1N1 foi confirmada utilizando ensaios realtime PCR (RT-PCR). Os dados coletados incluíam variáveis clínicas e laboratoriais e 3 escores de gravidade de pneumonia: PSI (Pneumonia Severity Index), CURB-65 e o SMART-COP. Resultados: De 12 de julho a 17 de agosto de 2009, um total de 118 pacientes com pneumonia foram hospitalizados e RT-PCR realizado em 105 pacientes, infecção pelo p-H1N1 foi identificada em 53 pacientes. Comparado com os 52 pacientes sem infecção pelo p-H1N1, o grupo p-H1N1 apresentou significativamente mais coriza [razão de chances (RC): 6,09;intervalo de confiança 95% (IC95%): 1,72-21,52) e infiltrado bilateral (RC: 11,08; IC95%: 3,48-35,2).Um modelo clínico baseado em nossos resultados, incluindo infiltrado bilateral, febre, coriza e idade menor que 65 anos, foi capaz de predizer infecção pelo p-H1N1 2009 com sensibilidade de 90,6% e acurácia de 82% e com uma área sobre a curva (AUC) de 0,82. Nós também verificamos que, em pacientes com infecção pelo p-H1N1 2009, apenas 9,52% com escore SMART-COP entre 0-2 foram admitidos em UTI ou evoluíram para óbito intra-hospitalar comparado a 36,84% dos pacientes com escore PSI 1-2 e 51% dos pacientes com escore CURB-65 de 0-1. O prognóstico da pneumonia foi similar nos grupos com ou sem infecção pelo p-H1N1 2009. Conclusões: A pneumonia associada com infecção pelo p-H1N1 2009 possui apresentação clínica diferente de pacientes sem infecção pelo p-H1N1, entretanto, possuem prognóstico similar. Escores tradicionais de gravidade de pneumonia como PSI e CURB-65 tiveram desempenho ruim em pacientes com infecção pelo p-H1N1 e o escore SMART-COP foi o melhor preditor de internação em UTI em pacientes com pneumonia e infecção pelo p-H1N1. / Introduction: As of September 13, 2009, the WHO had reported over 296.471 laboratory-confirmed cases of p-H1N1 2009. However many questions remain unanswered, including the role of clinical prediction rules and community-acquired pneumonia severity scores. We describe clinical and epidemiologic characteristics of patients hospitalized for pneumonia at our tertiary hospital with laboratory-confirmed and laboratory-excluded H1N1 infection. Objectives: Verify the incidence and clinical characteristics of community-acquired-pneumonia associated with p-H1N1 2009 infection compared with community-acquired pneumonia without p-H1N1 infection and the applicability of clinical prediction rules and pneumonia severity scores. Methods: We prospectively reviewed medical chart in daily basis to collect data on that patients. H1N1 infection was confirmed in specimens using a real-time reverse transcriptase-polymerase-chain-reaction (RT-PCR) assay. The data collected included clinical and laboratorial variables and three pneumonia severity scores: Pneumonia Severity Index, CURB-65 and the SMART-COP rule. Results: From 12 of July through August 17, 2009, a total of 118 cases of pneumonia were hospitalized, and RT-PCR was performed in 105, indentifying p-H1N1 infection in 53 patients. Compared with the 52 patients without p-H1N1 infection , the p-H1N1 group presented significantly more often with rhinorrhoea (OR 6,09 IC 95 1,72-21,52) and bilateral infiltrates ( OR 11,08 IC 95 3,48-35,2), a clinical model based on our results and using bilateral infiltrates, fever, rhinorrhoea and age less than 65 years was capable of predict p-H1N1 infection with 90,6% sensitivity, 82% accuracy and area under the ROC curve (AUC) being 0.82. We also find that in the patients with pneumonia and p-H1N1 infection, only 9.52% of those with SMART-COP score of 0-2 presented ICU admission/in-hospital mortality, compared with 36.84% of those with PSI score of 1-2 and 51% of those with CURB-65 score of 0-1. The prognosis of pneumonia was similar in the patients with and without p-H1N1 2009 infection. Conclusions: Pneumonia associated with p-H1N1 2009 has different clinical presentation than in pneumonia patients without p-H1N1 infection, but the prognosis is similar. Traditional pneumonia severity scores like PSI and CURB-65 performed poorly in patients with p-H1N1 infection and the SMART-COP rule was the best predictor of ICU admission in pneumonia patients with p-H1N1 infection.
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Imunização contra influenza pandêmica em síndrome antifosfolípide primária: gatilho para trombose e produção de autoanticorpos? / Pandemic influenza immunization in primary antiphospholipid syndrome: a trigger to thrombosis and autoantibody production?

Hisano, Danielle Martins de Medeiros 12 February 2016 (has links)
Os pacientes com doenças reumáticas crônicas exibem um risco aumentado de contrair infecções. Consequentemente, sua vacinação é indispensável. Há relatos da produção de anticorpos antifosfolípides e tromboses após infecções e vacinação nesta população, exceto em síndrome antifosfolípide (SAF) primária. O objetivo principal deste estudo foi avaliar a curto e longo prazos um painel de anticorpos antifosfolípides após a vacinação contra influenza A/H1N1 (sem adjuvante) em SAF primária e controles saudáveis. Quarenta e cinco pacientes com SAF primária e 33 controles saudáveis foram imunizados e prospectivamente avaliados antes da vacinação e 3 semanas e 6 meses após a vacinação. Os anticorpos antifosfolípides foram determinados por ensaio imunoenzimático (ELISA) e incluíram os anticorpos IgG e IgM a seguir: anticardiolipina (aCL), anti-beta2glicoproteína I (anti-beta2GPI), anti-anexina V, anti-fosfatidilserina e anti-protrombina. O anticorpo anti-Sm foi igualmente determinado por ELISA e o anti-DNA dupla hélice, por imunofluorescência indireta. Avaliamos clinicamente à ocorrência de tromboses arterial e venosa. A frequência pré-vacinação de pelo menos um anticorpo antifosfolípide foi significativamente maior nos pacientes com SAF primária comparados aos controles (58% vs 24%, p = 0,0052). A frequência global de anticorpos antifosfolípides pré-vacinação e 03 semanas e 06 meses após a vacinação permaneceu inalterada tanto em pacientes (p = 0,89) como em controles (p = 0,83). A frequência de cada anticorpo específico nos dois grupos permaneceu estável nas três avaliações (p > 0,05). A frequência de cada anticorpo mantevese invariável nos pacientes tratados com cloroquina (p > 0,05). Em 3 semanas, 2 pacientes com SAF primária deselvolveram um anticorpo antifosfolípide novo porém transitório (aCL IgG e IgM), enquanto que em 6 meses novos anticorpos foram observados em 6 pacientes e nenhum apresentou altos títulos. Anti-Sm e anti-DNA dupla hélice foram negativos e nenhuma nova trombose arterial ou venosa foi observada durante o estudo. Este foi o primeiro estudo a demonstrar que a vacina contra influenza pandêmica em pacientes com SAF primária não induz tromboses e uma produção significante de anticorpos antifosfolípides a curto e longo prazos. (ClinicalTrials.gov, #NCT01151644). / Chronic rheumatic disease patients exhibit an increased risk for infections. Therefore, vaccination is imperative. Antiphospholipid antibodies (aPL) and thrombosis triggering after infections and vaccination in this population were reported, except for primary antiphospholipd syndrome (PAPS). Study\'s main objective was short and long-term evaluation of a panel of antiphospholipid autoantibodies following pandemic influenza A/H1N1 non-adjuvant vaccine in primary antiphospholipid syndrome patients and healthy controls. Forty-five PAPS and 33 healthy controls were immunized with A/H1N1 pandemic influenza vaccine. They were prospectively assessed at pre-vaccination, 3 weeks and 6 months after vaccination. aPL autoantibodies were determined by an enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) and included IgG/IgM: anticardiolipin (aCL), anti-beta2GPI; anti-annexin V, anti-phosphatidyl serine and antiprothrombin antibodies. Anti-Sm was determined by ELISA and anti-dsDNA by indirect immunfluorescence. Arterial and venous thrombosis were also clinically assessed. Pre-vaccination frequency of at least one aPL antibody was significantly higher in PAPS patients versus controls (58% vs. 24%, p=0.0052). The overall frequencies of aPL antibody at pre-vaccination, 3 weeks and 6 months after immunization remained unchanged in patients (p=0.89) and controls (p=0.83). The frequency of each antibody specificity for patients and controls remained stable in the three evaluated period (p > 0.05). The frequency of each antibody kept invariable in PAPS patients under chloroquine treatment (p > 0.05). At 3 weeks, 2 PAPS patients developed a new but transient aPL antibody (aCL IgG and IgM), whereas at 6 months new aPL antibodies were observed in 6 PAPS patients and none had high titer. Anti-Sm and anti-dsDNA autoantibodies were uniformly negative and no new arterial or venous thrombosis were observed throughout the study. This was the first study to demonstrate that pandemic influenza vaccine in PAPS patients does not trigger short and long-term thrombosis or a significant production of aPL related antibodies. (ClinicalTrials.gov, #NCT01151644)
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Avaliação da resposta clínica e humoral dos pacientes portadores de ICV submetidos à vacinação com antígenos protéicos e polissacarídicos / Clinical and laboratory evaluation of patients with common variable immunodeficiency before and after immunization with polysaccharide and protein antigens

Marinho, Ana Karolina Barreto Berselli 14 March 2013 (has links)
Estudos recentes têm apresentado resultados in vitro satisfatórios em pacientes com Imunodeficiência Comum Variável (ICV) que receberam vacinas contra tétano, influenza e meningococo. No entanto, existem poucos ensaios clínicos que avaliem a resposta clínica e laboratorial após a exposição a antígenos específicos. O presente estudo tem como objetivo avaliar a resposta clínica à imunização contra antígenos protéicos e polissacarídicos (influenza, H1N1 e pneumococo) em pacientes com diagnóstico de ICV seguidos no ambulatório de Imunodeficiências Primárias do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do HC-FMUSP. O diagnóstico dos pacientes foi estabelecido de acordo com os critérios da OMS / PAGID / ESID. Um grupo de 37 pacientes foi vacinado contra a influenza A (H2N3), gripe H1N1 e pneumococo e outro grupo com 16 pacientes, não foi vacinado. A avaliação clínica foi realizada através da aplicação de um score com avaliação dos seguintes parâmetros clínicos: pneumonia, sinusite, otite média, infecções de vias aéreas superiores (IVAS), amigdalites, diarréia, bronquiectasias, hospitalizações, uso de antibióticos, uso de antibióticos profiláticos, sepse e meningite. O score foi aplicado durante os 12 meses que precederam a vacinação e 12 meses posteriores à administração das vacinas. O mesmo score foi aplicado ao grupo controle, com os pacientes que não foram vacinados. A determinação da IgG contra os sorotipos do pneumococo foi feita por ELISA. A determinação da IgG específica H1N1 foi feita por hemaglutinação indireta, enquanto que a dosagem da IgG específica para influenza, por ELISA, utilizando o kit comercial RIDASCREEN ® Influenza. O grupo de pacientes vacinados incluiu 37 pacientes (51% mulheres), com idade entre 20 e 78 anos (mediana= 33 anos). Observou-se uma mediana de 7 anos de atraso no diagnóstico de ICV. A mediana de idade do grupo de pacientes (n=16, 37,5% mulheres) que não receberam a vacina foi de 41 anos e a mediana de atraso no diagnóstico foi de 8 anos. Observamos que as infecções de vias aéreas superiores (IVAS), sinusites e pneumonias foram as manifestações mais freqüentes no grupo controle. IVAS seguida por pneumonia e sinusite foram as manifestações infecciosas mais freqüentes em mulheres (80%, 78% e 55%, respectivamente). Entretanto, em homens observamos IVAS seguido por sinusite e pneumonia (78%, 65% e 35%, respectivamente). Observou-se redução significativa no score relativo ao número de infecções respiratórias superiores, sinusites e pneumonias um ano após a administração das vacinas (p <0,001). Os dados foram comparados com pacientes ICV não vacinados e neste grupo não houve diferença entre os scores dos dois períodos de 12 meses . Após a vacinação, observou-se uma tendência a aumento no título de anticorpos específicos para a H2N3, mas sem resultado significativo. Em relação aos resultados obtidos com as sorologias para o H1N1 e o pneumococo, não se observou resposta após a vacinação. Concluindo, houve redução do número de infecções, principalmente das IVAS, sinusites e pneumonias em pacientes com ICV após a vacinação contra a influenza, H1N1 e pneumococo. Embora não tenhamos encontrado correlação entre a redução do número de infecções e os títulos de anticorpos específicos para as vacinas testadas, a melhora clínica observada nos pacientes com ICV reforça o benefício da vacinação / Recent studies have shown satisfactory in vitro results in patients with CVID who received immunization against tetanus, influenza and meningococcus. However, there are only a few studies that evaluate the clinical and laboratory response after exposure to specific antigens in these patients. This study aims to evaluate the clinical response to immunization with protein and polysaccharide antigens (influenza, H1N1 and pneumococcus) in CVID patients followed at the Primary Immunodeficiency outpatient clinic of the Division of Clinical Immunology and Allergy, Hospital das Clínicas, FMUSP. CVID patients were diagnosed according the WHO/PAGID/ ESID criteria. Thirty-seven patients were immunized against influenza (H2N3), H1N1 and pneumococcal polysaccharide vaccine while another group with 16 CVID patients were not vaccinated. Clinical evaluation was performed through a score with assessment of the following parameters: pneumonia, sinusitis, otitis media, upper respiratory infections (URI), tonsillitis, diarrhea, bronchiectasis, hospitalizations, use of antibiotic therapy, and use of prophylactic antibiotics, sepsis and meningitis. The score was applied during the 12 months prior to immunization and one year after the administration of vaccines. The same score was applied to the group of CVID patients who weren´t immunized. Determination of IgG antibodies to pneumococcal serotypes was made by ELISA. H1N1-specific IgG was detected by indirect hemagglutination while the determination of influenzaspecific IgG was performed by ELISA, using the RIDASCREEN ® Influenza kit. The group of patients who were vaccinated included 37 patients (51% women), aged 20 to 78 years (mean 33 years). This group presented a median delay in the diagnosis of 7 years. The control group consisted of 16 patients (37.5% females) who were not immunized. Their median age was 41 years and the median delay in the diagnosis was 8 years. URI followed by pneumonia and sinusitis were the most frequent infections in women (80%, 78% and 55% respectively). However in men, URI followed by sinusitis and pneumonia were the most frequent (78%, 65% and 35% respectively). We observed a significant reduction in the score of URI, sinusitis and pneumonias in the year post administration of the vaccines (p <0.001). Conversely, there was no difference in the infections pre and post supposed vaccination scores in the group of CVID patients who were not immunized. There was no significant change in specific antibody titers to influenza and pneumococcus after vaccination. Regarding H1N1, there was no statistically significant production of antibodies to H1N1, although we observed a slight non-durable increase in antibody titers. In conclusion, there was a reduction in the number of infections, mainly sinusitis, URIs and pneumonias in patients with CVID vaccinated against influenza, H1N1 and pneumococcus. While we found no correlation between the reduction in the number of infections and specific antibody titers for the vaccines administered, the clinical improvement observed in CVID patients reinforces the benefit of vaccination
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Imunogenicidade e segurança da vacina contra influenza A H1N1/2009 em pacientes com artrite idiopática juvenil / Immunogenicity and safety of the influenza A H1H1/2009 vaccine in juvenile idiopathic arthritis patients

Aikawa, Nádia Emi 06 November 2012 (has links)
Introdução: A pandemia de gripe A H1N1 em junho de 2009 resultou em elevadas taxas de hospitalização entre pacientes imunodeprimidos, incluindo pacientes com artrite idiopática juvenil (AIJ). Embora a vacinação seja uma medida eficaz contra complicações da gripe pandêmica, não há estudos na literatura sobre seus efeitos na AIJ. Objetivos: Avaliar a resposta resposta da vacina contra influenza A H1N1/2009 sem adjuvante na AIJ, como uma extensão do estudo anterior de imunogenicidade e segurança em uma grande população de pacientes com doenças reumáticas juvenis. Além disso, avaliar a possível influência de dados demográficos, subtipos de AIJ, atividade da doença e do tratamento sobre a imunogenicidade e o potencial efeito deletério da vacina sobre a doença, particularmente sobre o número de articulações ativas e os marcadores inflamatórios. Métodos: 95 pacientes com AIJ e 91 controles saudáveis foram avaliados antes e 21 dias após a vacinação contra influenza A H1N1/2009 e a sorologia anti-H1N1 foi realizada por ensaio de inibição de hemaglutinação. A avaliação global de atividade da artrite por uma escala visual analógica (EVA) pelo paciente e pelo médico, o Childhood Health Assessment Questionnaire (CHAQ), o número de articulações ativas, as provas de fase aguda (VHS e PCR) e o tratamento foram avaliados antes e após a vacinação. Os eventos adversos foram também reportados. Resultados: Pacientes com AIJ e controles foram comparáveis em relação à média de idade atual (14,9 ± 3,2 vs. 14,6 ± 3,7 anos, p=0,182). A taxa de soroconversão após a vacinação foi significantemente menor nos pacientes com AIJ em relação aos controles (83,2% vs. 95,6%, p=0,008), particularmente no subtipo poliarticular (80% vs. 95,6%, p=0,0098). Os subtipos de AIJ, o número de articulações ativas, as provas de fase aguda, a EVA do paciente e do médico, o CHAQ e a frequencia de uso de DMARDs/imunossupressores foram semelhantes entre os pacientes que soroconverteram versus os que não soroconverteram (p>0,05). Em relação à segurança da vacina, não foi observada piora no número de articulações ativas e nas provas de fase aguda durante o período de estudo. Conclusão: A vacinação contra influenza A H1N1/2009 na AIJ induziu uma resposta humoral reduzida com adequado efeito protetor, independente de parâmetros da doença e tratamento, e com um perfil adequado de segurança da doença. / Introduction: The influenza H1N1 pandemic in June 2009 resulted in high hospitalization rates among immunocompromised patients, including patients with juvenile idiopathic arthritis (JIA). Although vaccination is an effective tool against pandemic flu complications, there are no studies in the literature on its effects in JIA. Objectives: To assess the immune response against the influenza A H1N1/2009 vaccine without adjuvant in JIA as an extension of previous observation of its immunogenicity and safety in a large population of patients with juvenile rheumatic diseases. Moreover to assess the possible influence of demographic data, subtypes of JIA, disease activity and treatment on the immunogenicity and the potential deleterious effect of vaccine on disease itself, particularly on the number of active joints and inflammatory markers. Methods: 95 JIA patients and 91 healthy controls were evaluated before and 21 days after vaccination against influenza A and serology for anti-H1N1 was performed by hemagglutination inhibition assay. The overall assessment of arthritis activity by a visual analogue scale (VAS) by patient and physician, the Childhood Health Assessment Questionnaire (CHAQ), the number of active joints, the acute phase reactants (ESR and CRP) and treatment were evaluated before and after vaccination. Adverse events were also reported. Results: JIA patients and controls were comparable regarding mean current age (14.9 ± 3.2 vs. 14.6 ± 3.7 years, p=0.182). After vaccination seroconversion rate was significantly lower in JIA patients compared to controls (83.2% vs. 95.6%, p=0.008), particularly in polyarticular subtype (80% vs. 95.6%, p=0.0098). JIA subtypes, number of active joints, acute phase reactants, patient and the physician VAS, CHAQ and frequency of use of DMARDs/Immunosuppressants were similar between patients with and without seroconversion (p>0.05). Regarding vaccine safety, no deterioration was observed in the number of active joints and the acute phase reactants during the study period. Conclusion: Influenza A H1N1/2009 vaccination in JIA induces a lower but effective antibody response, probably independent of disease parameters and treatment with an adequate disease safety profile.
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Soroproteção reduzida após a vacinação sem adjuvante contra influenza pandêmica A/H1N1 em pacientes com artrite reumatoide / Reduced seroprotection after pandemic A/H1N1 influenza adjuvant-free vaccination in patients with rheumatoid arthritis: implications for clinical practice

Ribeiro, Ana Cristina de Medeiros 28 June 2013 (has links)
Introdução: A vacinação contra a influenza pandêmica A/H1N1 resultou em soroproteção em mais de 85% dos indivíduos saudáveis. Entretanto, dados em pacientes com artrite reumatoide (AR) são escassos. Objetivos: O objetivo deste estudo é avaliar a imunogenicidade e a segurança em curto prazo da vacina contra influenza pandêmica A/H1N1 em pacientes com AR e a influência da atividade da doença e da medicação nesta resposta. Métodos: Trezentos e quarenta pacientes adultos com AR em seguimento e tratamento regular e 234 controles saudáveis foram examinados antes e 21 dias após receber uma dose da vacina sem adjuvante contra influenza A/California/7/2009. A atividade da doença (DAS28), o tratamento em uso e os títulos de anticorpos também foram avaliados. As taxas de soroproteção (títulos de anticorpos >= 1:40) e soroconversão (percentagem de pacientes com aumento de título de anticorpos maior ou igual a 4, se o título pré- vacinal fosse maior ou igual a 1:10; ou título pós-vacinal de pelo menos 1:40, se o título pré-vacinal era menor que 1:10), as médias geométricas dos títulos (MGT) e o fator de incremento das médias geométricas (FI-MGT) foram calculados. Os eventos adversos foram também registrados. Resultados: Os pacientes com AR e os controles tinham taxas pré-vacinais de soroproteção (10,8% vs. 11,5%) e MGT (8,0 vs. 9,3) comparáveis (p>0,05). Após a vacinação, foi observada redução significativa na resposta dos pacientes com AR versus controles (p<0,001) em todos os desfechos sorológicos: taxas de soroproteção (60,0 vs. 82,9%) e soroconversão (53,2% vs. 76,9%), MGT (57,5 vs. 122,9) e FI-MGT (7,2 vs. 13,2). A atividade de doença não prejudicou a soroproteção ou a soroconversão e se manteve estável em 97,4% dos pacientes. O metotrexato e o abatacepte foram associados à redução da resposta vacinal. A vacinação foi bem tolerada, com poucos efeitos adversos. Conclusão: Os dados confirmaram tanto a segurança em curto prazo como, diferente da maioria dos trabalhos com influenza sazonal, a redução da soroproteção em pacientes com AR, não relacionada à atividade de doença e à maioria das medicações em uso (com exceção do metotrexato e do abatacepte). A extrapolação da resposta imunológica de uma vacina para outra pode não ser possível e estratégias específicas de imunização (possivelmente em duas doses) podem ser necessárias / Background: Pandemic influenza A/H1N1 vaccination yielded seroprotection in more than 85% of healthy individuals. However, similar data are scarce in rheumatoid arthritis (RA) patients. Objectives: The objective of this study is to evaluate the immunogenicity and the short-term safety of anti- pandemic influenza A/H1N1 vaccine in RA patients, and the influence of disease activity and medication to the response. Methods: Three hundred and forty adult RA patients in regular follow-up and treatment, and 234 healthy controls were assessed before and 21 days after adjuvant-free influenza A/California/7/2009 vaccine. Disease activity (DAS28), current treatment and anti-pandemic influenza A/H1N1 antibody titres were also evaluated. Seroprotection (antibody titre >=1:40) and seroconversion (the percentage of patients with a fourfold or greater increase in antibody titre, if prevaccination titre was 1:10 or greater, or a postvaccination titre of 1:40 or greater, if prevaccination titre was less than 1:10) rates, geometric mean titres (GMT) and factor increase in geometric mean titre (FI-GMT) were calculated and adverse events registered. Results: RA patients and controls showed similar (p>0.05) prevaccination seroprotection (10.8% vs. 11.5%) and GMT (8.0 vs. 9.3). After vaccination a significant reduction (p<0.001) was observed in all endpoints in RA patients versus controls: seroprotection (60.0 vs. 82.9%; p<0.0001) and seroconversion (53.2% vs. 76.9%) rates, GMT (57.5 vs. 122.9) and FI-GMT (7.2 vs. 13.2). Disease activity did not preclude seroprotection or seroconversion and remained unchanged in 97.4% of patients. Methotrexate and abatacept were associated with reduced responses. Vaccination was well tolerated with minimal adverse events. Conclusions: The data confirmed both short-term anti-pandemic A/H1N1 vaccine safety and, different from most studies with seasonal influenza, reduced seroprotection in RA patients, unrelated to disease activity and to most medications (except methotrexate and abatacept). Extrapolation of xii immune responses from one vaccine to another may therefore not be possible and specific immunization strategies (possibly booster) may be needed
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Soroproteção reduzida após a vacinação sem adjuvante contra influenza pandêmica A/H1N1 em pacientes com artrite reumatoide / Reduced seroprotection after pandemic A/H1N1 influenza adjuvant-free vaccination in patients with rheumatoid arthritis: implications for clinical practice

Ana Cristina de Medeiros Ribeiro 28 June 2013 (has links)
Introdução: A vacinação contra a influenza pandêmica A/H1N1 resultou em soroproteção em mais de 85% dos indivíduos saudáveis. Entretanto, dados em pacientes com artrite reumatoide (AR) são escassos. Objetivos: O objetivo deste estudo é avaliar a imunogenicidade e a segurança em curto prazo da vacina contra influenza pandêmica A/H1N1 em pacientes com AR e a influência da atividade da doença e da medicação nesta resposta. Métodos: Trezentos e quarenta pacientes adultos com AR em seguimento e tratamento regular e 234 controles saudáveis foram examinados antes e 21 dias após receber uma dose da vacina sem adjuvante contra influenza A/California/7/2009. A atividade da doença (DAS28), o tratamento em uso e os títulos de anticorpos também foram avaliados. As taxas de soroproteção (títulos de anticorpos >= 1:40) e soroconversão (percentagem de pacientes com aumento de título de anticorpos maior ou igual a 4, se o título pré- vacinal fosse maior ou igual a 1:10; ou título pós-vacinal de pelo menos 1:40, se o título pré-vacinal era menor que 1:10), as médias geométricas dos títulos (MGT) e o fator de incremento das médias geométricas (FI-MGT) foram calculados. Os eventos adversos foram também registrados. Resultados: Os pacientes com AR e os controles tinham taxas pré-vacinais de soroproteção (10,8% vs. 11,5%) e MGT (8,0 vs. 9,3) comparáveis (p>0,05). Após a vacinação, foi observada redução significativa na resposta dos pacientes com AR versus controles (p<0,001) em todos os desfechos sorológicos: taxas de soroproteção (60,0 vs. 82,9%) e soroconversão (53,2% vs. 76,9%), MGT (57,5 vs. 122,9) e FI-MGT (7,2 vs. 13,2). A atividade de doença não prejudicou a soroproteção ou a soroconversão e se manteve estável em 97,4% dos pacientes. O metotrexato e o abatacepte foram associados à redução da resposta vacinal. A vacinação foi bem tolerada, com poucos efeitos adversos. Conclusão: Os dados confirmaram tanto a segurança em curto prazo como, diferente da maioria dos trabalhos com influenza sazonal, a redução da soroproteção em pacientes com AR, não relacionada à atividade de doença e à maioria das medicações em uso (com exceção do metotrexato e do abatacepte). A extrapolação da resposta imunológica de uma vacina para outra pode não ser possível e estratégias específicas de imunização (possivelmente em duas doses) podem ser necessárias / Background: Pandemic influenza A/H1N1 vaccination yielded seroprotection in more than 85% of healthy individuals. However, similar data are scarce in rheumatoid arthritis (RA) patients. Objectives: The objective of this study is to evaluate the immunogenicity and the short-term safety of anti- pandemic influenza A/H1N1 vaccine in RA patients, and the influence of disease activity and medication to the response. Methods: Three hundred and forty adult RA patients in regular follow-up and treatment, and 234 healthy controls were assessed before and 21 days after adjuvant-free influenza A/California/7/2009 vaccine. Disease activity (DAS28), current treatment and anti-pandemic influenza A/H1N1 antibody titres were also evaluated. Seroprotection (antibody titre >=1:40) and seroconversion (the percentage of patients with a fourfold or greater increase in antibody titre, if prevaccination titre was 1:10 or greater, or a postvaccination titre of 1:40 or greater, if prevaccination titre was less than 1:10) rates, geometric mean titres (GMT) and factor increase in geometric mean titre (FI-GMT) were calculated and adverse events registered. Results: RA patients and controls showed similar (p>0.05) prevaccination seroprotection (10.8% vs. 11.5%) and GMT (8.0 vs. 9.3). After vaccination a significant reduction (p<0.001) was observed in all endpoints in RA patients versus controls: seroprotection (60.0 vs. 82.9%; p<0.0001) and seroconversion (53.2% vs. 76.9%) rates, GMT (57.5 vs. 122.9) and FI-GMT (7.2 vs. 13.2). Disease activity did not preclude seroprotection or seroconversion and remained unchanged in 97.4% of patients. Methotrexate and abatacept were associated with reduced responses. Vaccination was well tolerated with minimal adverse events. Conclusions: The data confirmed both short-term anti-pandemic A/H1N1 vaccine safety and, different from most studies with seasonal influenza, reduced seroprotection in RA patients, unrelated to disease activity and to most medications (except methotrexate and abatacept). Extrapolation of xii immune responses from one vaccine to another may therefore not be possible and specific immunization strategies (possibly booster) may be needed
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Imunogenicidade e segurança da vacina contra influenza A H1N1/2009 em pacientes com artrite idiopática juvenil / Immunogenicity and safety of the influenza A H1H1/2009 vaccine in juvenile idiopathic arthritis patients

Nádia Emi Aikawa 06 November 2012 (has links)
Introdução: A pandemia de gripe A H1N1 em junho de 2009 resultou em elevadas taxas de hospitalização entre pacientes imunodeprimidos, incluindo pacientes com artrite idiopática juvenil (AIJ). Embora a vacinação seja uma medida eficaz contra complicações da gripe pandêmica, não há estudos na literatura sobre seus efeitos na AIJ. Objetivos: Avaliar a resposta resposta da vacina contra influenza A H1N1/2009 sem adjuvante na AIJ, como uma extensão do estudo anterior de imunogenicidade e segurança em uma grande população de pacientes com doenças reumáticas juvenis. Além disso, avaliar a possível influência de dados demográficos, subtipos de AIJ, atividade da doença e do tratamento sobre a imunogenicidade e o potencial efeito deletério da vacina sobre a doença, particularmente sobre o número de articulações ativas e os marcadores inflamatórios. Métodos: 95 pacientes com AIJ e 91 controles saudáveis foram avaliados antes e 21 dias após a vacinação contra influenza A H1N1/2009 e a sorologia anti-H1N1 foi realizada por ensaio de inibição de hemaglutinação. A avaliação global de atividade da artrite por uma escala visual analógica (EVA) pelo paciente e pelo médico, o Childhood Health Assessment Questionnaire (CHAQ), o número de articulações ativas, as provas de fase aguda (VHS e PCR) e o tratamento foram avaliados antes e após a vacinação. Os eventos adversos foram também reportados. Resultados: Pacientes com AIJ e controles foram comparáveis em relação à média de idade atual (14,9 ± 3,2 vs. 14,6 ± 3,7 anos, p=0,182). A taxa de soroconversão após a vacinação foi significantemente menor nos pacientes com AIJ em relação aos controles (83,2% vs. 95,6%, p=0,008), particularmente no subtipo poliarticular (80% vs. 95,6%, p=0,0098). Os subtipos de AIJ, o número de articulações ativas, as provas de fase aguda, a EVA do paciente e do médico, o CHAQ e a frequencia de uso de DMARDs/imunossupressores foram semelhantes entre os pacientes que soroconverteram versus os que não soroconverteram (p>0,05). Em relação à segurança da vacina, não foi observada piora no número de articulações ativas e nas provas de fase aguda durante o período de estudo. Conclusão: A vacinação contra influenza A H1N1/2009 na AIJ induziu uma resposta humoral reduzida com adequado efeito protetor, independente de parâmetros da doença e tratamento, e com um perfil adequado de segurança da doença. / Introduction: The influenza H1N1 pandemic in June 2009 resulted in high hospitalization rates among immunocompromised patients, including patients with juvenile idiopathic arthritis (JIA). Although vaccination is an effective tool against pandemic flu complications, there are no studies in the literature on its effects in JIA. Objectives: To assess the immune response against the influenza A H1N1/2009 vaccine without adjuvant in JIA as an extension of previous observation of its immunogenicity and safety in a large population of patients with juvenile rheumatic diseases. Moreover to assess the possible influence of demographic data, subtypes of JIA, disease activity and treatment on the immunogenicity and the potential deleterious effect of vaccine on disease itself, particularly on the number of active joints and inflammatory markers. Methods: 95 JIA patients and 91 healthy controls were evaluated before and 21 days after vaccination against influenza A and serology for anti-H1N1 was performed by hemagglutination inhibition assay. The overall assessment of arthritis activity by a visual analogue scale (VAS) by patient and physician, the Childhood Health Assessment Questionnaire (CHAQ), the number of active joints, the acute phase reactants (ESR and CRP) and treatment were evaluated before and after vaccination. Adverse events were also reported. Results: JIA patients and controls were comparable regarding mean current age (14.9 ± 3.2 vs. 14.6 ± 3.7 years, p=0.182). After vaccination seroconversion rate was significantly lower in JIA patients compared to controls (83.2% vs. 95.6%, p=0.008), particularly in polyarticular subtype (80% vs. 95.6%, p=0.0098). JIA subtypes, number of active joints, acute phase reactants, patient and the physician VAS, CHAQ and frequency of use of DMARDs/Immunosuppressants were similar between patients with and without seroconversion (p>0.05). Regarding vaccine safety, no deterioration was observed in the number of active joints and the acute phase reactants during the study period. Conclusion: Influenza A H1N1/2009 vaccination in JIA induces a lower but effective antibody response, probably independent of disease parameters and treatment with an adequate disease safety profile.
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Imunização contra influenza pandêmica em síndrome antifosfolípide primária: gatilho para trombose e produção de autoanticorpos? / Pandemic influenza immunization in primary antiphospholipid syndrome: a trigger to thrombosis and autoantibody production?

Danielle Martins de Medeiros Hisano 12 February 2016 (has links)
Os pacientes com doenças reumáticas crônicas exibem um risco aumentado de contrair infecções. Consequentemente, sua vacinação é indispensável. Há relatos da produção de anticorpos antifosfolípides e tromboses após infecções e vacinação nesta população, exceto em síndrome antifosfolípide (SAF) primária. O objetivo principal deste estudo foi avaliar a curto e longo prazos um painel de anticorpos antifosfolípides após a vacinação contra influenza A/H1N1 (sem adjuvante) em SAF primária e controles saudáveis. Quarenta e cinco pacientes com SAF primária e 33 controles saudáveis foram imunizados e prospectivamente avaliados antes da vacinação e 3 semanas e 6 meses após a vacinação. Os anticorpos antifosfolípides foram determinados por ensaio imunoenzimático (ELISA) e incluíram os anticorpos IgG e IgM a seguir: anticardiolipina (aCL), anti-beta2glicoproteína I (anti-beta2GPI), anti-anexina V, anti-fosfatidilserina e anti-protrombina. O anticorpo anti-Sm foi igualmente determinado por ELISA e o anti-DNA dupla hélice, por imunofluorescência indireta. Avaliamos clinicamente à ocorrência de tromboses arterial e venosa. A frequência pré-vacinação de pelo menos um anticorpo antifosfolípide foi significativamente maior nos pacientes com SAF primária comparados aos controles (58% vs 24%, p = 0,0052). A frequência global de anticorpos antifosfolípides pré-vacinação e 03 semanas e 06 meses após a vacinação permaneceu inalterada tanto em pacientes (p = 0,89) como em controles (p = 0,83). A frequência de cada anticorpo específico nos dois grupos permaneceu estável nas três avaliações (p > 0,05). A frequência de cada anticorpo mantevese invariável nos pacientes tratados com cloroquina (p > 0,05). Em 3 semanas, 2 pacientes com SAF primária deselvolveram um anticorpo antifosfolípide novo porém transitório (aCL IgG e IgM), enquanto que em 6 meses novos anticorpos foram observados em 6 pacientes e nenhum apresentou altos títulos. Anti-Sm e anti-DNA dupla hélice foram negativos e nenhuma nova trombose arterial ou venosa foi observada durante o estudo. Este foi o primeiro estudo a demonstrar que a vacina contra influenza pandêmica em pacientes com SAF primária não induz tromboses e uma produção significante de anticorpos antifosfolípides a curto e longo prazos. (ClinicalTrials.gov, #NCT01151644). / Chronic rheumatic disease patients exhibit an increased risk for infections. Therefore, vaccination is imperative. Antiphospholipid antibodies (aPL) and thrombosis triggering after infections and vaccination in this population were reported, except for primary antiphospholipd syndrome (PAPS). Study\'s main objective was short and long-term evaluation of a panel of antiphospholipid autoantibodies following pandemic influenza A/H1N1 non-adjuvant vaccine in primary antiphospholipid syndrome patients and healthy controls. Forty-five PAPS and 33 healthy controls were immunized with A/H1N1 pandemic influenza vaccine. They were prospectively assessed at pre-vaccination, 3 weeks and 6 months after vaccination. aPL autoantibodies were determined by an enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) and included IgG/IgM: anticardiolipin (aCL), anti-beta2GPI; anti-annexin V, anti-phosphatidyl serine and antiprothrombin antibodies. Anti-Sm was determined by ELISA and anti-dsDNA by indirect immunfluorescence. Arterial and venous thrombosis were also clinically assessed. Pre-vaccination frequency of at least one aPL antibody was significantly higher in PAPS patients versus controls (58% vs. 24%, p=0.0052). The overall frequencies of aPL antibody at pre-vaccination, 3 weeks and 6 months after immunization remained unchanged in patients (p=0.89) and controls (p=0.83). The frequency of each antibody specificity for patients and controls remained stable in the three evaluated period (p > 0.05). The frequency of each antibody kept invariable in PAPS patients under chloroquine treatment (p > 0.05). At 3 weeks, 2 PAPS patients developed a new but transient aPL antibody (aCL IgG and IgM), whereas at 6 months new aPL antibodies were observed in 6 PAPS patients and none had high titer. Anti-Sm and anti-dsDNA autoantibodies were uniformly negative and no new arterial or venous thrombosis were observed throughout the study. This was the first study to demonstrate that pandemic influenza vaccine in PAPS patients does not trigger short and long-term thrombosis or a significant production of aPL related antibodies. (ClinicalTrials.gov, #NCT01151644)

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