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Análise molecular de bactérias orais na placa dental saliva e válvula cardíaca de pacientes com doença cardiovascular

Oliveira, Francisco Artur Forte January 2013 (has links)
OLIVEIRA, Francisco Artur Forte. Análise molecular de bactérias orais na placa dental, saliva e válvula cardíaca de pacientes com doença cardiovascular. 2013. 51 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2013. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-07-30T12:26:47Z No. of bitstreams: 1 2013_dis_fafoliveira.pdf: 8490611 bytes, checksum: 355e02a706802d576685f7cd530d281c (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2013-08-06T11:57:23Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_dis_fafoliveira.pdf: 8490611 bytes, checksum: 355e02a706802d576685f7cd530d281c (MD5) / Made available in DSpace on 2013-08-06T11:57:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_dis_fafoliveira.pdf: 8490611 bytes, checksum: 355e02a706802d576685f7cd530d281c (MD5) Previous issue date: 2013 / Ao longo dos últimos anos, tem havido cada vez mais provas do efeito da saúde bucal sobre a saúde geral dos indivíduos, suportadas por uma série de estudos biológicos e epidemiológicos que mostram uma relação entre a boca e muitas doenças, incluindo as doenças cardiovasculares. Deficiências estruturais e anormalidades funcionais de válvulas cardíacas representam uma importante causa de morbidade e mortalidade cardiovascular no Brasil, e alguns defeitos foram recentemente associadas com agentes infecciosos. O objetivo deste estudo foi identificar as bactérias cariogênicas e periodontopatogênicas na placa dental, saliva e válvulas cardíacas, sem endocardite clínico de pacientes com doenças das valvas cardíacas, e correlacionar esses achados com o estado de saúde bucal dos pacientes. Exames orais utilizando o CPOD (dentes cariados, perdidos e obturados) e índices PSR (Registro Periodontal Simplificado) para avaliar a cárie ea doença periodontal, respectivamente, foram realizados. Amostras de placa dental supragengival e subgengival, saliva e as válvulas cardíacas foram avaliadas, por meio de Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo real, para a presença de DNA de Streptococcus mutans (S. mutans), Prevotella intermedia (P. intermedia), Porphyromonas gingivalis (P. gingivalis ) e Treponema denticola (T. denticola). Um total de 114 amostras foram coletadas de 42 pacientes com idade média de 55,6 ± 13,8 anos. O número médio de dentes perdidos por cárie foi de 23,52 ± 9,41 dentes por paciente, e de acordo com a pontuação mais alta da doença periodontal observado para cada paciente, excluindo pacientes desdentados (44,0%), bolsas periodontais mais de 4 milímetros (43,4%) e cálculo dental (34,7%) foram detectados em um maior número de pacientes. A análise molecular das amostras orais revelou alta freqüência de S. mutans e P. intermedia em placas dentárias supragengival, placas dentárias subgengivais e saliva de pacientes dentados e desdentados (variação de 60,0% - 100,0%), enquanto que P. gingivalis e T. denticola foram detectadas em um menor número de amostras orais (variação de 17,6% - 64,0%). O microorganismo mais frequentemente detectados em amostras de válvulas cardíacas foi o S. mutans (89,3%), seguido por P. intermedia (19,1%), P. gingivalis (4,2%) e T. denticola (2,1%). Foi observada diferença significativa entre a freqüência de P. intermedia, P. gingivalis e T. denticola na válvula do coração e placa dentária, como oposed de S. mutans. A identificação de bactérias orais, especialmente de S. mutans, em válvulas cardíacas de pacientes com história prévia de cárie e gengivite / periodontite sugere o possível envolvimento desses patógenos na etiopatogenia de doenças das valvas cardíacas.
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Substituição do tronco da artéria pulmonar em carneiros, utilizando heteroenxerto tubular valvado, preservado em L-HydroR / Replacing the body of pulmonary artery in sheep using tubular graft valved bovine pericardium with non aldehydic preservation

Souza, Helmgton José Brito de [UNIFESP] January 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:45:02Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011 / Introdução: As biopróteses valvares cardíacas estão relacionadas a eventos tromboembólicos, infecciosos e degenerativos. Seu desgaste é atribuído principalmente à desnaturação do colágeno. O glutaraldeído, método predominante de preservação de biopróteses, favorece o processo de calcificação e limita sua durabilidade. Diversas técnicas tentam conter o processo degenerativo das biopróteses. Objetivos: Avaliar o processo de calcificação, in vivo, de heteroenxertos pulmonares valvados, preservados em meios não aldeídico (L-HydroR). Métodos: 17 carneiros foram submetidos à substituição do tronco da artéria pulmonar por enxerto tubular valvado de pericárdio bovino. Os animais foram distribuídos em dois grupos: Grupo L-HydroR (teste / n=14) e Grupo Glutaraldeído (controle / n=3). Cerca de 150 dias pós implante, foram realizadas angiografia, medidas hemodinâmicas e sacrifício. Os animais foram necropsiados e as próteses submetidas a estudo anátomo-patológico, avaliação radiológica e dosagem do cálcio por espectofotometria de absorção atômica. A análise estatística foi obtida através dos testes exato de Fisher, T de Student ou Mann-Whitney (significância: 5%). Resultados: O desempenho hemodinâmico e angiográfico das próteses testadas foi semelhante nos dois grupos. A avaliação radiológica, a macroscopia, a microscopia e a dosagem de cálcio por espectrofotometria de absorção atômica mostraram maior calcificação nas próteses do Grupo Glutaraldeído, quando comparadas às próteses do Grupo L-HydroR (p=0,001). 07 animais do Grupo L-HydroR (50%) apresentaram aderência das cúspides à parede do tubo (p=0,228). Conclusões: As próteses preservadas em L-HydroR mostraram-se mais resistentes à calcificação, quando comparadas às preservadas em Glutaraldeído. / Introduction: The cardiac bioprostheses are related to thromboembolic events, infectious and degenerative diseases. Wear is mainly attributed to the denaturation of collagen. Glutaraldehyde, the predominant method of preservation of bioprostheses, favors the calcification process and limits their durability. Several techniques try to contain the degenerative process of bioprostheses. Objectives: To evaluate the process of calcification in vivo pulmonary valve heterografts preserved in non-aldehydic (L-HydroR). Methods: 17 sheep underwent replacement of the pulmonary artery valved tubular grafts of bovine pericardium. The animals were divided into two groups: Group L-HydroR (test / n = 14) and Group Glutaraldehyde (control / n = 3). About 150 days after implantation, angiography was performed, hemodynamic measurements and sacrifice. The mice were sacrificed and the prostheses subjected to a pathological study, radiological evaluation and measurement of calcium by atomic absorption spectrophotometry. Statistical analysis was obtained through the Fisher's exact test, Student's t or Mann-Whitney test (significance: 5%). Results: The angiographic and hemodynamic performance of prostheses tested was similar in both groups. Radiological evaluation, the macroscopic and microscopic measurement of serum calcium by atomic absorption spectrophotometry showed increased calcification of the prosthesis Glutaraldehyde Group, when compared to L-HydroR Group prosthesis (p =0.001). 07 animals in Group L-HydroR (50%) had adherence of the leaflets to the wall of the tube (p = 0.228). Conclusions: Prostheses preserved in LHydroR were more resistant to calcification when compared with Glutaraldehyde preserved. / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Análise comparativa do tamanho e função do ventrículo esquerdo na troca valvar mitral com preservação de cordas na dupla lesão mitral reumática isolada

Barbosa, Gilberto Venossi January 2009 (has links)
Resumo não disponível
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Estudo ecocardiografico da separacao mitro-aortica em criancas com estenose subaortica fixa

Termignoni, Renato January 1993 (has links)
As associações entre estenose subaórtica fixa, separação mitro-aónica aumentada e diâmetro do anel da valva aórtica diminuído, foram descritas previamente em um estudo feito em peças de necropsia. O principal objetivo do presente trabalho foi estudar essas associações em indivíduos vivos e, para isso, desenvolver a técnica de medida da separação mitro-aórtica por ecocardiografia bidimensional. Estudamos, também, a variabilidade desta técnica entre dois observadores. Além disso, correlacionamos a separação mitro-aórtíca com o diâmetro do anel da v alva aórtica, em pacie.Q.tes com estenose subaórtica fixa e em indivíduos normais, e analisamos, nos pacientes com esta doença, a associação entre presença de comunicação interventricular e gradiente na via de saída do ventriculo esquerdo baixo. Nosso estudo foi transversal controlado, com amostragem seqüencial. Os casos foram pacientes com estenose subaórticafixa, diagnosticados porecocardiografia bidimensional, e os controles indivíduos normais. A medida da separação mitro-aórtica foi feita por ecocardiografia bidimensional, na projeção longitudinal paraesternal esquerda no final da diástole. A medida do diâmetro do anel da valva aórtica foi feita nesta mesma projeção. O gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo foi estimado pelo método Doppler. Nossas amostras foram de 25 casos e 20 controles. Dos casos, 22 tiveram outras malformações cardiovasculares associadas à estenose subaórtica fixa. A média das idades dos casos foi de 4 anos e 7 meses, desvio padrão de 3 anos e 7 meses, e dos controles foi de 5 anos e 4 meses, desvio padrão de 3 anos e 5 meses, não havendo diferença estatisticamente significativa entre essas médias, quando comparadas pelo Teste t de Student-Fisher, para a= 0,05. A média dasmedídas da separação mitro-aórtica feitas pelo observador 1 nos casos foi de 0,720 em, desvio padrão 0,112 em, e nos controles foi de 0,250 em, desvio padrão de 0,076 em; quando as medidas foram feitas pelo observador 2, a média nos casos foi de 0,856 em, desvio padrão de 0,171 em, e nos controles foi de 0,300 em, desvio padrão de 0,072 em; há diferenças estatisticamente significativas entre estas 4 médias para a = 0,001 e para a= 0,1 , quando comparadas pela Análise da Variância para Medidas Repetidas e Teste das Diferenças Mínimas Significativas de Fisher. A média dos diâmetros do anel da v alva aórtiea nos casos foi de 1,288 em, desvio padrão de 0,290 em, e nos controles foi de 1,350 em, desvio padrão de 0,291 em; não há diferença estatisticamente significativa entre estas médias para a = O, 05, quando com paradas pelo Teste t de Student-Fisher. Não houve correlação entre a separação mitro-aórtica e o diâmetro do anel da valva aórtíca, nem quando a separação foi medida pelo observador l, nem quando ela foi medida pelo observador 2, r= -0,005 e r== ~0,055, respectivamente. A média da estimativa do gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo nos casos foi de 18,000 mmHg, desviq padrão de 19,579 mmHg, e nos controles foi de 0,250 em, desvio padrão de 0,076 em; quando as medidas foram feitas pelo observador 2, a média nos casos foi de 0,856 em, desvio padrão de 0,171 em, e nos controles foi de 0,300 em, desvio padrão de 0, 072 em; há diferenças estatisticamente significativas entre estas 4 médias para a== 0,001 e para a= 0,1 , quando comparadas pela Análise da Variância para Medidas Repetidas e Teste das Diferenças Mínimas Significativas de Fisher. A média dos diâmetros do anel da v alva aórtiea nos casos foi de 1,288 em, desvio padrão de 0,290 em, e nos controles foi de 1,350 em, desvio padrão de 0,291 em; não há diferença estatisticamente significativa entre estas médias para a = 0,05, quando comparadas pelo Testet de Student-Fisher. Não houve correlação entre a separação mitro-aórtica e o diâmetro do anel da valva aórtíca, nem quando a separação foi medida pelo observador l, nem quando ela foi medida pelo observador 2, r= -0,005 e r= ~0,055, respectivamente. A média da estimativa do gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo nos casos foi de 18,000 mmHg, desviq padrão de 19,579 mmHg, e nos controles foi de 4,250 mmHg, desvio padrão de 2,023 mmHg. Não houve associàção entre presença ou não de comunicação interventricular, associada à estenosesubaórtica fixa, e gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo maior ou igual, ou menor do que 10 mmHg, quando analisada pelo Teste Exato de Fisher. Concluímos que: há associação entre estenose subaórtica fixa e separação mitroaórtica aumentada em pacientes vivos, sendo este um achado original; a variabilidade da técnica para medir a separação mitro-aórtica, por ecocardiografía bidimensional, pode ser significativa; esta técnica pode ser aplicada em qualquer lugar onde um ecocardiógrafo bidimensional esteja disponível; não há associação entre estenose subaórtica fixa e diâmetro do anel da v alva aórtica diminuído, também um achado original; não há correlação entre separação mitro-aórtica e diâmetro do anel da valva aórtica; não há associação entre presença ou não de comunicação interventricular, associada à estenose subaórtica fixa, e gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo maior ou menor do que 10 mmHg.
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Estudo ecocardiografico da separacao mitro-aortica em criancas com estenose subaortica fixa

Termignoni, Renato January 1993 (has links)
As associações entre estenose subaórtica fixa, separação mitro-aónica aumentada e diâmetro do anel da valva aórtica diminuído, foram descritas previamente em um estudo feito em peças de necropsia. O principal objetivo do presente trabalho foi estudar essas associações em indivíduos vivos e, para isso, desenvolver a técnica de medida da separação mitro-aórtica por ecocardiografia bidimensional. Estudamos, também, a variabilidade desta técnica entre dois observadores. Além disso, correlacionamos a separação mitro-aórtíca com o diâmetro do anel da v alva aórtica, em pacie.Q.tes com estenose subaórtica fixa e em indivíduos normais, e analisamos, nos pacientes com esta doença, a associação entre presença de comunicação interventricular e gradiente na via de saída do ventriculo esquerdo baixo. Nosso estudo foi transversal controlado, com amostragem seqüencial. Os casos foram pacientes com estenose subaórticafixa, diagnosticados porecocardiografia bidimensional, e os controles indivíduos normais. A medida da separação mitro-aórtica foi feita por ecocardiografia bidimensional, na projeção longitudinal paraesternal esquerda no final da diástole. A medida do diâmetro do anel da valva aórtica foi feita nesta mesma projeção. O gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo foi estimado pelo método Doppler. Nossas amostras foram de 25 casos e 20 controles. Dos casos, 22 tiveram outras malformações cardiovasculares associadas à estenose subaórtica fixa. A média das idades dos casos foi de 4 anos e 7 meses, desvio padrão de 3 anos e 7 meses, e dos controles foi de 5 anos e 4 meses, desvio padrão de 3 anos e 5 meses, não havendo diferença estatisticamente significativa entre essas médias, quando comparadas pelo Teste t de Student-Fisher, para a= 0,05. A média dasmedídas da separação mitro-aórtica feitas pelo observador 1 nos casos foi de 0,720 em, desvio padrão 0,112 em, e nos controles foi de 0,250 em, desvio padrão de 0,076 em; quando as medidas foram feitas pelo observador 2, a média nos casos foi de 0,856 em, desvio padrão de 0,171 em, e nos controles foi de 0,300 em, desvio padrão de 0,072 em; há diferenças estatisticamente significativas entre estas 4 médias para a = 0,001 e para a= 0,1 , quando comparadas pela Análise da Variância para Medidas Repetidas e Teste das Diferenças Mínimas Significativas de Fisher. A média dos diâmetros do anel da v alva aórtiea nos casos foi de 1,288 em, desvio padrão de 0,290 em, e nos controles foi de 1,350 em, desvio padrão de 0,291 em; não há diferença estatisticamente significativa entre estas médias para a = O, 05, quando com paradas pelo Teste t de Student-Fisher. Não houve correlação entre a separação mitro-aórtica e o diâmetro do anel da valva aórtíca, nem quando a separação foi medida pelo observador l, nem quando ela foi medida pelo observador 2, r= -0,005 e r== ~0,055, respectivamente. A média da estimativa do gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo nos casos foi de 18,000 mmHg, desviq padrão de 19,579 mmHg, e nos controles foi de 0,250 em, desvio padrão de 0,076 em; quando as medidas foram feitas pelo observador 2, a média nos casos foi de 0,856 em, desvio padrão de 0,171 em, e nos controles foi de 0,300 em, desvio padrão de 0, 072 em; há diferenças estatisticamente significativas entre estas 4 médias para a== 0,001 e para a= 0,1 , quando comparadas pela Análise da Variância para Medidas Repetidas e Teste das Diferenças Mínimas Significativas de Fisher. A média dos diâmetros do anel da v alva aórtiea nos casos foi de 1,288 em, desvio padrão de 0,290 em, e nos controles foi de 1,350 em, desvio padrão de 0,291 em; não há diferença estatisticamente significativa entre estas médias para a = 0,05, quando comparadas pelo Testet de Student-Fisher. Não houve correlação entre a separação mitro-aórtica e o diâmetro do anel da valva aórtíca, nem quando a separação foi medida pelo observador l, nem quando ela foi medida pelo observador 2, r= -0,005 e r= ~0,055, respectivamente. A média da estimativa do gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo nos casos foi de 18,000 mmHg, desviq padrão de 19,579 mmHg, e nos controles foi de 4,250 mmHg, desvio padrão de 2,023 mmHg. Não houve associàção entre presença ou não de comunicação interventricular, associada à estenosesubaórtica fixa, e gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo maior ou igual, ou menor do que 10 mmHg, quando analisada pelo Teste Exato de Fisher. Concluímos que: há associação entre estenose subaórtica fixa e separação mitroaórtica aumentada em pacientes vivos, sendo este um achado original; a variabilidade da técnica para medir a separação mitro-aórtica, por ecocardiografía bidimensional, pode ser significativa; esta técnica pode ser aplicada em qualquer lugar onde um ecocardiógrafo bidimensional esteja disponível; não há associação entre estenose subaórtica fixa e diâmetro do anel da v alva aórtica diminuído, também um achado original; não há correlação entre separação mitro-aórtica e diâmetro do anel da valva aórtica; não há associação entre presença ou não de comunicação interventricular, associada à estenose subaórtica fixa, e gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo maior ou menor do que 10 mmHg.
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Análise comparativa do tamanho e função do ventrículo esquerdo na troca valvar mitral com preservação de cordas na dupla lesão mitral reumática isolada

Barbosa, Gilberto Venossi January 2009 (has links)
Resumo não disponível
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Estudo ecocardiografico da separacao mitro-aortica em criancas com estenose subaortica fixa

Termignoni, Renato January 1993 (has links)
As associações entre estenose subaórtica fixa, separação mitro-aónica aumentada e diâmetro do anel da valva aórtica diminuído, foram descritas previamente em um estudo feito em peças de necropsia. O principal objetivo do presente trabalho foi estudar essas associações em indivíduos vivos e, para isso, desenvolver a técnica de medida da separação mitro-aórtica por ecocardiografia bidimensional. Estudamos, também, a variabilidade desta técnica entre dois observadores. Além disso, correlacionamos a separação mitro-aórtíca com o diâmetro do anel da v alva aórtica, em pacie.Q.tes com estenose subaórtica fixa e em indivíduos normais, e analisamos, nos pacientes com esta doença, a associação entre presença de comunicação interventricular e gradiente na via de saída do ventriculo esquerdo baixo. Nosso estudo foi transversal controlado, com amostragem seqüencial. Os casos foram pacientes com estenose subaórticafixa, diagnosticados porecocardiografia bidimensional, e os controles indivíduos normais. A medida da separação mitro-aórtica foi feita por ecocardiografia bidimensional, na projeção longitudinal paraesternal esquerda no final da diástole. A medida do diâmetro do anel da valva aórtica foi feita nesta mesma projeção. O gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo foi estimado pelo método Doppler. Nossas amostras foram de 25 casos e 20 controles. Dos casos, 22 tiveram outras malformações cardiovasculares associadas à estenose subaórtica fixa. A média das idades dos casos foi de 4 anos e 7 meses, desvio padrão de 3 anos e 7 meses, e dos controles foi de 5 anos e 4 meses, desvio padrão de 3 anos e 5 meses, não havendo diferença estatisticamente significativa entre essas médias, quando comparadas pelo Teste t de Student-Fisher, para a= 0,05. A média dasmedídas da separação mitro-aórtica feitas pelo observador 1 nos casos foi de 0,720 em, desvio padrão 0,112 em, e nos controles foi de 0,250 em, desvio padrão de 0,076 em; quando as medidas foram feitas pelo observador 2, a média nos casos foi de 0,856 em, desvio padrão de 0,171 em, e nos controles foi de 0,300 em, desvio padrão de 0,072 em; há diferenças estatisticamente significativas entre estas 4 médias para a = 0,001 e para a= 0,1 , quando comparadas pela Análise da Variância para Medidas Repetidas e Teste das Diferenças Mínimas Significativas de Fisher. A média dos diâmetros do anel da v alva aórtiea nos casos foi de 1,288 em, desvio padrão de 0,290 em, e nos controles foi de 1,350 em, desvio padrão de 0,291 em; não há diferença estatisticamente significativa entre estas médias para a = O, 05, quando com paradas pelo Teste t de Student-Fisher. Não houve correlação entre a separação mitro-aórtica e o diâmetro do anel da valva aórtíca, nem quando a separação foi medida pelo observador l, nem quando ela foi medida pelo observador 2, r= -0,005 e r== ~0,055, respectivamente. A média da estimativa do gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo nos casos foi de 18,000 mmHg, desviq padrão de 19,579 mmHg, e nos controles foi de 0,250 em, desvio padrão de 0,076 em; quando as medidas foram feitas pelo observador 2, a média nos casos foi de 0,856 em, desvio padrão de 0,171 em, e nos controles foi de 0,300 em, desvio padrão de 0, 072 em; há diferenças estatisticamente significativas entre estas 4 médias para a== 0,001 e para a= 0,1 , quando comparadas pela Análise da Variância para Medidas Repetidas e Teste das Diferenças Mínimas Significativas de Fisher. A média dos diâmetros do anel da v alva aórtiea nos casos foi de 1,288 em, desvio padrão de 0,290 em, e nos controles foi de 1,350 em, desvio padrão de 0,291 em; não há diferença estatisticamente significativa entre estas médias para a = 0,05, quando comparadas pelo Testet de Student-Fisher. Não houve correlação entre a separação mitro-aórtica e o diâmetro do anel da valva aórtíca, nem quando a separação foi medida pelo observador l, nem quando ela foi medida pelo observador 2, r= -0,005 e r= ~0,055, respectivamente. A média da estimativa do gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo nos casos foi de 18,000 mmHg, desviq padrão de 19,579 mmHg, e nos controles foi de 4,250 mmHg, desvio padrão de 2,023 mmHg. Não houve associàção entre presença ou não de comunicação interventricular, associada à estenosesubaórtica fixa, e gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo maior ou igual, ou menor do que 10 mmHg, quando analisada pelo Teste Exato de Fisher. Concluímos que: há associação entre estenose subaórtica fixa e separação mitroaórtica aumentada em pacientes vivos, sendo este um achado original; a variabilidade da técnica para medir a separação mitro-aórtica, por ecocardiografía bidimensional, pode ser significativa; esta técnica pode ser aplicada em qualquer lugar onde um ecocardiógrafo bidimensional esteja disponível; não há associação entre estenose subaórtica fixa e diâmetro do anel da v alva aórtica diminuído, também um achado original; não há correlação entre separação mitro-aórtica e diâmetro do anel da valva aórtica; não há associação entre presença ou não de comunicação interventricular, associada à estenose subaórtica fixa, e gradiente na via de saída do ventrículo esquerdo maior ou menor do que 10 mmHg.
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Análise comparativa do tamanho e função do ventrículo esquerdo na troca valvar mitral com preservação de cordas na dupla lesão mitral reumática isolada

Barbosa, Gilberto Venossi January 2009 (has links)
Resumo não disponível
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Preditores de acidente vascular cerebral em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca

Santos, Handerson Nunes dos January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:04:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000449052-Texto+Completo-0.pdf: 589111 bytes, checksum: 854eb80219f2ea6775b8336257985625 (MD5) Previous issue date: 2013 / Objective: To determine the risk factors related to the development of stroke in patients undergoing cardiac surgery. Methods: A historical cohort study. We included 4626 patients aged ≥ 18 years who underwent coronary artery bypass surgery, heart valve replacement surgery alone or combined with CABG between January 1996 and December 2011. The relationship between risk predictors and stroke was assessed by logistic regression model with a significance level of 0. 05.Results: The incidence of stroke was 3% in the overall sample. After logistic regression found the following risk predictors for stroke: age 50-65 years (OR=2. 11 – 95% CI 1. 05-4. 23 – p=0. 036) and age ≥66 years (OR=3. 22 – 95% CI 1. 6-6. 47 – p=0. 001), urgent and emergency surgery (OR=2. 03 – 95% CI 1. 20-3. 45 – p=0. 008), aortic valve disease (OR=2. 32 – 95% CI 1. 18-4. 56 – p=0. 014), atrial fibrillation (OR=1. 88 – 95% CI 1. 05-3. 34 – p=0. 032), peripheral artery disease (OR=1. 81 – 95% CI 1. 13-2. 92 – p=0. 014), history of stroke (OR=3. 42 – 95% CI 2. 19-5. 35 – p<0. 001) and cardiopulmonary bypass time >110 minutes (OR=1. 71 – 95% CI 1. 16-2. 53 – p=0. 007). The mortality was 31. 9% in the stroke group and 8. 5% in the control group (OR=5. 06 – 95% CI 3. 5-7. 33 – p<0. 001).Conclusion: The study identified the following risk predictors for stroke after cardiac surgery: age, urgent and emergency surgery, aortic valve disease, atrial fibrillation, peripheral artery disease, history of cerebrovascular disease and cardiopulmonary bypass time> 110 minutes. / Objetivos: Determinar os preditores de risco relacionados ao desenvolvimento de acidente vascular cerebral em pacientes que realizaram cirurgia cardíaca.Métodos: Estudo de coorte histórico. Incluímos 4626 pacientes com idade ≥ 18 anos submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio, cirurgia cardíaca valvar isolada ou cirurgia valvar associada com revascularização do miocárdio, de janeiro de 1996 e dezembro de 2011. A relação entre os preditores de risco e o acidente vascular cerebral, foi avaliada por modelo de regressão logística com nível de significância de 0,05.Resultados: A incidência de acidente vascular cerebral foi 3% na amostra total. A análise multivariada identificou como preditores de risco para o acidente vascular cerebral: idade 50-65 anos (OR=2,11 – 95% IC 1,05-4,23 – p=0,036) e idade ≥ 66 anos (OR=3,22 – 95% IC 1,6-6,47 – p=0,001), cirurgia de urgência/emergência (OR=2,03 – 95% IC 1,20-3,45 – p=0,008), valvulopatia aórtica (OR=2,32 – 95% IC 1,18-4,56 – p=0,014), fibrilação atrial (OR=1,88 – 95% IC 1,05-3,34 – p=0,032), doença arterial obstrutiva periférica (OR=1,81 – 95% IC 1,13-2,92 – p=0,014), história de doença cerebrovascular (OR=3,42 – 95% IC 2,19-5,35 – p<0,001) e tempo de circulação extracorpórea >110 minutos (OR=1,71 – 95% IC 1,16-2,53 – p=0,007). A mortalidade foi 31,9% nos pacientes que sofreram AVC e 8,5% nos sem AVC (OR=5,06 – 95% IC 3,5-7,33 – p<0,001).Conclusão: Idade, cirurgia de urgência/emergência, doença de valva aórtica, fibrilação atrial, doença arterial obstrutiva periférica, história de doença cerebrovascular e tempo de circulação extracorpórea >110 minutos foram preditores independentes para o desenvolvimento de AVC intra-hospitalar, em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca.
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Avaliação da durabilidade em fadiga e do desempenho hidrodinâmico de uma prótese valvar cardíaca / Carlos Augusto Henning Laurindo ; orientador, Ricardo Diego Torres ; co-orientador, Francisco Diniz Affonso da Costa /

Laurindo, Carlos Augusto Henning January 2008 (has links)
Dissertação (mestrado) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2009 / Bibliografia: f. 61-66 / As próteses valvares cardíacas biológicas apesar de apresentarem um desempenho hemodinâmico melhor, estas ainda tem uma durabilidade menor que as próteses mecânicas. Neste estudo submetemos um novo projeto de prótese biológica de pericárdio bovino a um en / Biological heart valve prosthesis generaly have better hemodynamic performance when compared to mechanical heart valves, however the durability of this valves is lower than the mechanical valves. In this project we study a new pericardial heart valve pros

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