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Evolução da resposta imune humoral e caracterização de antigenos envolvidos na infecção experimental pelo T. cruzi

Britto, Maria Helena Seabra Soares de 13 July 1988 (has links)
Orientadora : Julia Keiko Sakurada / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-07-14T14:33:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Britto_MariaHelenaSeabraSoaresde_M.pdf: 6213780 bytes, checksum: 91f381a054a67b9a52f1bb1c78d01132 (MD5) Previous issue date: 1988 / Resumo: No presente trabalho procuramos estudar a variação dos isotipos de imuneglobulinas, IgM, IgG1, IgG2a e IgG2b, a especificidade de anticorpos produzidos contra a cepa Y do T. cruzi, bem como a atividade funcional destes anticorpos durante a infecção experimental de camundongos CBA/J, sensível, C57BL/I0 e F1 (CBA/J x C57BL/10), resistentes. O conjunto de resultados obtidos nos permitiram concluir que: 1) A alteração isotípica ocorre após a primeira semana de infecção, 7º dia; 2) Cada linhagem de camundongos apresenta um perÍodo de síntese máxima com uma variação isotípica característica: a linhagem CBA/J no 282 dia, com a predominância de IgG1, IgG2a e IgG2b, apresentando alteração em relação ao normal de 2,0 a 3,0 vezes; a linhagem C57BL/10, no. 35º dia, com alteração da relação normal de 4,0 a 5,0 vezes com a participação de IgM, IgG2a e IgG2b; e, o F1 no 21° dia, com IgM e IgG2a aumentadas de 2,0 a 3,0 vezes em relação aos controles normais; 3) A análise da especificidade dos anticorpos por imunefluorescência não mostrou variação significativa na cinética de aparecimento e nem nos títulos de anticorpos anti-T. cruzi nos plasmas das três linhagens de camundongos até'o 14º dia após infecção. A partir do 21º dia surgiram variações nos títulos entre as linhagens, que se estabeleceram a partir do 28º dia, com titulos inferiores na linhagem suscetível; 4) A análise da especificidade, por imuneprecipitação não mostrou variação no padrão de peptídeos reconhecidos pelos plasmas das três linhagens de camundongos. O reconhecimento destes peptídeos iniciou-se no 142 dia e estabilizou-se a partir do 28º dia após a infecção. 5) Testes de imunoproteção Passiva demonstraram a presença de anticorpos protetores nos plasmas das linhagens de camundongos resistentes, C57BL/l0 e F1 obtidos a partir do 28º dia após a infecção; embora as atividades destes anticorpos sejam distintas, Já que os plasmas de C57BL/l0 n~o, foram capazes de controlar a parasitemia. 6) Nossos resultados, sugerem que a resistência à infecção pode ser correlacionada com a produção de anticorpos específicos contra um pequeno número de determinantes e, que as linhagens resistentes, C57BL/l0 e F1, produzem estes anticorpos precocemente e em níveis superiores aos da linhagem suscetível CBA/J / Abstract: Not informed. / Mestrado / Imunologia / Mestre em Ciências Biológicas
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Tolerância imunológica a antígenos cardíacos como abordagem terapêutica no reparo tecidual miocárdico

Ramos, Elisabete Regina Bóf January 2015 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2016-10-19T13:08:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 338132.pdf: 1996282 bytes, checksum: f659a404f2f50b825cf0b5fca2cee4be (MD5) Previous issue date: 2015 / Após um episódio de infarto do miocárdio, cardiomiócitos necrosados liberam componentes intracelulares os quais se configuram como antígenos, e desencadeiam assim, uma resposta autoimune contra o tecido cardíaco. Em um trabalho prévio realizado por nosso grupo encontramos que a tolerância imunológica aos antígenos cardíacos pode ser reforçada por meio do tratamento oral com proteínas cardíacas, e parece ser benéfica ao processo de reparo tecidual e função cardíaca após a indução de isquemia. Desta forma, o principal objetivo deste trabalho foi estudar em maiores detalhes estas observações e ainda, caracterizar o fenótipo dos leucócitos presentes no infiltrado celular inflamatório. Lesões cardíacas semelhantes ao infarto foram induzidas em ratos Wistar machos (grupo ISO) através da injeção de altas doses de isoproterenol (150 mg/Kg, em dois dias consecutivos). A tolerância imunológica aos antígenos cardíacos foi desenvolvida por meio da exposição oral aos componentes do coração 7 dias antes da indução da lesão miocárdica (grupo TOL+ISO). Animais naïve foram usados como controles não-infartados (grupo CTR). Com a finalidade de se acessar a função cardíaca e o processo inflamatório que tomou parte após a indução da lesão isquêmica, foram realizadas avaliação hemodinâmica e análise imunohistoquímica. Observamos que, enquanto os animais do grupo ISO apresentaram um proeminente dano sistólico e diastólico cardíaco, os animais do grupo TOL+ISO apresentaram fração de ejeção preservada tanto 3 dias após a indução da lesão miocárdica isquêmica (CTR 73,4 ± 2,8; ISO 44,6 ± 6,3; TOL+ISO 74,3 ± 4,4; P < 0,05 entre o grupo CTR e o grupo ISO), quanto 15 dias após (CTR 73,4 ± 2,8; ISO 53,6 ± 8.,8; TOL+ISO 66,6 ± 4,1; P < 0,05 entre grupo CTR e grupo ISO). A análise imunohistoquímica dos níveis de expressão de IL-10, arginase-1, NOS-2 e fosfo-p65 revelou que os animais tornados tolerantes aos antígenos cardíacos (TOL+ISO) são capazes de mobilizar a resposta anti-inflamatória de forma antecipada e mais pronunciada, quando comparado aos animais do grupo ISO. Em conjunto, nossos dados sugerem que a tolerância oral aos antígenos cardíacos pode ser capaz de melhorar o processo de reparo tecidual após lesão isquêmica, uma vez que acelerou o processo de resolução da inflamação, e que isso se correlacionou com o melhor desempenho cardíaco global.<br> / Abstract : After a myocardial infarction episode, necrotic cardiomyocytes can release antigens that trigger autoimmunity phenomena against the cardiac tissue. In a previous work we found that the reinforcing immunological tolerance to such cardiac antigens might benefits myocardial healing and function after isoproterenol-induced damage. Thus, the main objective of the present study was to further address those observations, and characterize the phenotype of infiltrating leukocytes. Infarction-like myocardial lesions were induced in male Wistar rats (ISO group) through the injection of high doses of isoproterenol (150 mg/kg, two consecutive days). Immunological tolerance to cardiac antigens was developed by means of oral exposure to cardiac antigens 7 days before isoproterenol-induced myocardial lesions (TOL+ISO group). Naïve animals were used as non-infarcted control (CTR group). Hemodynamics and immunohistochemistry analysis were performed do asses myocardial function and inflammation. We found that while ISO-treated animals presented systolic and diastolic impairment, TOL+ISO animals presented preserved ejection fraction at 3 d (CTRL 73.4 ± 2.8; ISO 44.6 ± 6.3; TOL+ISO 74.3 ± 4.4; P < 0.05 between CTRL and ISO) and 15 d (CTRL 73.4 ± 2.8; ISO 53.6 ± 8.8; TOL+ISO 66.6 ± 4.1; P <0 .05 between CTRL and ISO) post myocardial lesion induction. Immunohistochemical analysis of IL-10, arginase-1, NOS-2 and phopho-p65 expression levels revealed that animals tolerant to cardiac antigens mobilized an earlier and stronger anti-inflammatory response as compared to animals from the ISO group. Altogether, these findings suggest that oral tolerance to cardiac antigens might improve myocardial healing by means of accelerating the inflammation resolution process, and that correlated with a better overall cardiac functionality.
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Contribuição ao estudo dos antigenos de histocompatibilidade de classe II : analise com familias informativas para transplante de medula ossea

Araujo, Margareth Batistella 25 April 1997 (has links)
Orientador: Maria Helena Stangler Kraemer / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-07-22T07:41:50Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Araujo_MargarethBatistella_M.pdf: 6313551 bytes, checksum: 8178ffea4cd174c603fb4375c28bad24 (MD5) Previous issue date: 1997 / Resumo: Diversos estudos tem relatado a associação entre as especificidades HLA-DR, DQ e doenças. Entretanto poucos tem correlacionado as associações dos antígenos HLA de classe II com estudos em família. Relatamos juntamente com as tipagens HLA de classe II as reações em cultura mista de linfócitos (CML) em 60 pacientes portadores de leucemia linfóide aguda (LLA), leucemia mielóide aguda (LMA) e anemia aplástica (AA) incluindo 202 indivíduos das famílias. As tipagens HLA de classe II foram realizadas pelo método de microlinfocitotoxicidade (TERASAKI et alli 1964). Os anti-soros utilizados, DR1 a DR18 e DQ1 a DQ8 eram provenientes de Pel-Freez, C-Six, Université Catholique de Louvain - Bruxelles - Belgique. Os testes de cultura mista de linfócitos foram realizados pelo micrométodo descrito por HARTZMAN et alli. (1971). As células utilizadas, respondedoras e estimuladoras, eram provenientes dos pacientes, dos irmãos, do pai e da mãe. O teste t, a análise da variância, e o X2 para a comparação das freqüências, foram utilizados para análise estatística. Comparando as tipagens sorológicas com os valores em cultura mista de linfócitos na LLA e AA, os dois métodos estavam significativamente associados entre os pacientes e indivíduos das famílias incompatíveis e indefinidos, enquanto que, na LMA não ocorreu associação. Entre os pacientes e indivíduos das famílias incompatíveis, ocorreu associação entre a tipagem sorológica e a cultura mista de linfócitos na LLA e LMA, e na AA não ocorreu associação. Para a resposta relativa nas três doenças, entre os pacientes e indivíduos das famílias, indefinidos, não ocorreu associação entre a tipagem sorológica e CML. Estes resultados sugerem que a cultura mista de linfócitos é capaz de discriminar especificidades entre os indivíduos incompatíveis e indefinidos na LMA, LLA e AA e que na anemia aplástica a cultura mista é indispensável para a identificação das especificidades HLA em todos os grupos testados / Mestrado / Mestre em Ciências Biológicas
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Valor clínico da citopatologia, do antígeno carcinoembriônico, e do uso combinado da citopatologia e do antígeno carcinoembriônico dos derrames pleurais

Negretto, Juliana January 1981 (has links)
Recentemente novas técnicas no diagnóstico oncológico foram introduzidas, uma delas sendo a determinação do antígeno carcinoembriônico (CEA) no líquido pleural, o que poderia auxiliar a citopatologia no diagnóstico diferencial. Cento e duas amostras de líquido pleural, não selecionadas, foram submetidas ao exame citopatológico e à dosagem dos níveis de CEA para avaliar o rendimento do uso combinado da citopatologia e do CEA na detecção de neoplasia. O teste utilizado para a determinação do CEA foi o de radioimunoensaio, através da técnica conhecida como “Sandwich”, onde é medida a radioatividade do complexo anticorpo-antígeno-anticorpo marcado. Duas ou três lâminas, para o exame citopatológico, foram coradas pelo método de Papanicolaou e o mesmo número, pelo método de Leishman. Sessenta e dois casos foram classificados como derrames pleurais não neoplásicos, ou seja, 22 casos devidos a tuberculose pleural, 18 a pneumonia, 9 a insuficiência cardíaca congestiva, 5 a embolia pulmonar, 4 a insuficiência renal, 2 a colagenoses e 2 a abscesso sub-frênico. Os demais 40 casos foram ocasionados por neoplasias. Dessas 40 casos, 34 forma devidos a neoplasias epiteliais, onde 14 eram carcinoma brônquico, 10 carcinoma de mama, 4 tumor primitivo desconhecido, 2 carcinoma gástrico, 2 carcinoma de ovário, 1 carcinoma de pâncreas e 1 carcinoma de reto, e 6 foram devidos a neoplasis não epiteliais. O CEA sendo um teste relativamente novo nos derrames pleurais, procurou-se estabelecer com exatidão seus características operacionais: Especificidade, Sensibilidade. Índice de falsos positivos, Índice de falsos negativos, Valos crítico discriminativo, Valor preditivo do resultado positivo e Valor preditivo do resultado negativo. Foi escolhido arbitrariamente, após análise dos resultados, como valor crítico discriminativo para o CEA, o nível de 8,0 ng/ml. Acima deste valor encontraram-se 61,8% dos derrames pleurais causados pelas neoplasias epiteliais. Apenas dois casos (3%) dos derrames pleurais não neoplásicos apresentaram níveis acima deste valor crítico discriminativo: ambos eram devidos à empiema pleural pós-pneumônico. As neoplasias não epiteliais não atingiram o nível escolhido como valor crítico discriminativo, devido a uma característica própria de não secretarem, ou secretarem o CEA em pequena quantidade. O rendimento (sensibilidade) da citopatologia nas neoplasias foi de 75% havendo ocorrido 25% de falsos negativos; a especificidade foi 100%, não tendo ocorrido falsos positivos. O uso combinado da citopatologia e do CEA apresentou uma especificidade de 97% e uma sensibilidade de 82,5%; havendo sobre a citopatologia isolada um ganho na sensibilidade de 75% para 82,5% e sobre o uso isolado do CEA um ganho de 60 para 82,5% na sensibilidade. Conclui-se, pois, pela vantagem de se dosar o CEA nos casos com citopatologia negativa, usando-se o nível de 8,0 ng/ml como valor crítico discriminativo, entre os derrames pleurais neoplásicos e os com etiologia benigna.
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Resposta imune autoreativa aos componentes da mielina em pacientes portadores da forma gastrointestinal da doença de Chagas

Oliveira, Elaine Conceição de 23 June 2004 (has links)
Orientador: Leonilda Maria Barbosa Santos / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-04T11:31:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Oliveira_ElaineConceicaode_D.pdf: 5667671 bytes, checksum: a1c02eeb806719b6a0052e2669d63e8a (MD5) Previous issue date: 2004 / Resumo: A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, acredita-se que a intensa resposta linfoproliferativa observada na fase aguda da doença é responsável pelo aparecimento de clones de linfócitos auto-reativos, na fase crônica. Vários estudos têm demonstrado a reação cruzada entre os antígenos derivados do parasita e os componentes do hospedeiro. Estes estudos são mais freqüentes nos modelos experimentais ou em pacientes portadores de cardiomiopatias. Pouco se conhece, no entanto, sobre a resposta auto-imune dirigida contra o sistema nervoso periférico, que pode resultar clinicamente, nas manifestações gastrintestinais da doença de Chagas (síndrome dos mega). No presente estudo demonstramos a presença de linfócitos auto-reativos e autoanticorpos contra componentes do sistema nervoso periférico, no sangue de pacientes com síndrome dos Mega, decorrente da doença de Chagas. Conseguimos identificar uma região da molécula de MBP, seqüência de 1-30, sugerindo que a proteína básica de mielina seria o alvo da resposta imune dirigida contra o sistema nervoso periférico nestes pacientes / Abstract: Most reports of autoimmune response during infection with the parasite Trypanosoma cruzi have dealt with the cardiomyopathic forro of Chagas' disease, but there is another, less common, gastrointestinal forro, which is studied here. Chronically infected patients with a severe gastrointestinal forro of Chagas' disease present increased antibody production and proliferative responses to peripheral myelin components, such as myelin basic protein and peripheral nerve structures. T lymphocytes preferentially recognize a region on the myelin basic protein (MBP) molecule (1-30), which suggests that the MBP is a potential target on the peripheral nerve for autoimmune reactions in patients with gastrointestinallesions resulting ITomChagas' disease / Doutorado / Ciencias Basicas / Doutor em Clínica Médica
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Padronização do metodo imunoenzimatico celular-CELISA-para detecção de aloanticorpos leucocitarios

Beck, Sandra Trevisan 23 January 1998 (has links)
Orientador: Sofia Rocha Lieber / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-07-23T05:57:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Beck_SandraTrevisan_M.pdf: 8682564 bytes, checksum: 567844e2e230e3234538dc17848ea7b0 (MD5) Previous issue date: 1998 / Resumo: Convencionalmente, a sensibilização aos antígenos HLA é definida pelo nível de reatividade do soro do paciente contra painel de linfócitos de pelo menos 30 indivíduos HLA distintos, empregando-se o método de citotoxicidade dependente de complemento (COC). A necessidade de obtenção de linfócitos viáveis torna o método difícil de ser processado num curto espaço de tempo. O presente trabalho teve por objetivos: a padronização do método CELlSA, passível de automação, utilizando-se suspensões desidratadas de linfócitos T, armazenadas em microplacas a -20°C; e a avaliação de sua sensibilidade e especificidade em relação ao método de COC e potencializado com antigamaglobulina humana (COC-AGH). Partindo de soros controles HLA-positivos e HLA-negativos, foram avaliados os seguintes pontos: tipo de placas poliestireno disponíveis no mercado; tampões bloqueadores de sítios inespecíficos; concentração do conjugado e métodos de tratamento do soro, descritos a seguir. Com o uso de solução bloqueadora constituída de tampão TRIS/HCL (pH 7,6), 0,1% de Triton-X-100, 1% de soro de coelho e 3% de leite em pó desnatado, os três tipos de placas avaliadas mostraram resultados semelhantes. Recomenda-se portanto, o uso de SX104 linfócitos por escavação (SOµ I de 1X106/PBS), devido ao fato de que concentrações maiores resultaram em aumento de reações inespecíficas e concentrações menores diminuíram a sensibilidade do teste. Antes da realização dos testes, as amostras de soro devem ser previamente congeladas, posteriormente tratadas com trombina e centrifugadas, pois soros de alguns pacientes com desordem de coagulação, apresentam restos de fibrina, mesmo após a retração do coágulo, levando a resultados falsos-positivos. A comparação de 226 provas cruzadas revelou 75,2 % de concordância entre os métodos CELlSA e COC e 81,4% entre os métodos CELlSA e COC-AGH, utilizando-se soros de gestantes no primeiro trimestre de gestação e pacientes renais crônicos politransfundidos. Em relação à boa ou à má evolução do enxerto renal, não foi possível avaliar a relevância de aloanticorpos detectados pelos métodos CELlSA ou COC-AGH, devido ao pequeno número de pacientes transplantados, incluídos no estudo. Finalmente conclui-se que o método de CELlSA se mostrou útil para a pesquisa de anticorpos anti-linfocitários, com sensibilidade compatível com o método COC potencializado por AGH. Entretanto, anticorpos da classe IgM ou de baixa avidade não seriam detectados pelo método CELlSA. Este fato, porém, não invalida o objetivo proposto, de determinação do nível de RCP na amostra pré-transplante. O método também pode ser empregado, rotineiramente, para acompanhar a evolução da RCP em amostras de soro de pacientes renais crônicos, colhidas ao longo do tempo. Quando não for possível a caracterização das especificidades, recomenda-se a realização da RCP pelo método COC-AGH, que, embora mais trabalhoso e dependente de células viáveis, é, como o CELlSA, nitidamente mais sensível que o método COC clássico / Abstract: Conventionally, HLA allosensitization is defined by the reactivity levei of the patient's serum against a panel of Iymphocytes of at least 30 distinct HLA individuais (RCP), by the classic complement Iymphocytotoxicity assay (COC). This method is difficult to process in a short period of time due to the need of obtainig viable Iymphocytes. The aim of the presente work was to standardize the CELlSA method, with possible automation, using dehydrated suspensions of T Iymphocytes, stored on microplates at -200 and to evaluate their sensitivity and specificity for COC and potencialized with human antiglobulin (COC-AHG). Based on HLA positive and HLA negative control sera, the following topics were evaluated: types of microtiter plates available on market, blocking buffers for undetermined sites, conjugate concentration and serum treatment methods. When a blocking solution composed of TRIS-HCL(pH 7,6), 0,1% Triton-x-100, 1% rabbit serum and 3% non fat milk powder, was used the tree types of plates which were evaluated presented similar results. We recommend the use of 5x104 Iymphocytes per well (SOµ of 1x1061PBS), as higher concentration resulted in an increase in non specific reactions and lower concentration a decrease the sensibility of the test. Sefore the tests are carried out, the serum samples should be frozen, and afterwards treated with thrombin and centrifuged, due to the fact that serum of some patients with coagulation disorders may present fibrin clots even after clot retraction, and this could lead to false positive results. The comparison of 226 crosmatches tests revealed that there was a concordance of 75,2% between CELlSA and COC methods and a of 81,4% between CELlSA and COC-AHG methods, using the serum of pegnant women in the first trimester and of poli-transfused chronic renal patients. It was not possible to evaluate the relevance of the all oantibodies detected by CELlSA and COG.AGH methods in graft outcome due to the small number of transplanted patients included in this stud. Finally we conclude that the CELlSA method was useful in the detection of Iymphocyte alloantibodies, presenting an equivalent sensitivity to the potencilized COC method (AHG protocol). However IgM class antibody or low affinity antibodies would not be detected by the CELlSA method, this fact though, does not invalidate the purpose of this work, which was the determination of the RCP level in pre-transplantation samples. The method can be used, routinely, to follow-up the evolution of RCP in the serum samples of chronic renal patients, collected at different times. When the identification of HLA specificities is not possible, we recommend to perform RCP using the COG.AHG method, which in spite of being laborious and dependent on viable cells, is, as CELlSA , clearly more sensitive than the classic COC method / Mestrado / Fisiologia / Mestre em Ciências Biológicas
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Controle de qualidade em imuno-histoquimica: o modelo de deteccao da oncoproteina C-erB-2

Leandro, Luciana de Oliveira. January 2004 (has links) (PDF)
Mestre -- Sao Paulo (Estado). Secretaria da Saude. Coordenacao dos Institutos de Pesquisa. Programa de Pos-Graduacao em Ciencias, Sao Paulo, 2004.
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Análise histopatológica de biópsia prostática guiada pelo ultrassom transretal com 10 e 12 fragmentos : ensaio clínico prospectivo controlado /

Chambó, Renato Caretta. January 2014 (has links)
Orientador: Hamilto Akihissa Yamamoto / Coorientador: Carlos Márcio da Nóbrega de Jesus / Banca: José Carlos Souza Trindade Filho / Banca: Victor Augusto Sanguinetti Scherrer Leitão / Banca: Reinaldo José Rafaelli / Banca: Fernandes Denardi / Resumo: Objetivo: Avaliar a utilidade do uso de 10,12 e 16 fragmentos em biópsias de próstata na positividade para câncer de próstata (CaP) bem como quanto o Antígeno Prostático Específico (PSA), volume prostático, escore de Gleason, detecção de Neoplasia Intraepitelial Prostática de Alto Grau (NIPAG) e Proliferação Atípica de Pequenos Ácinos (ASAP). Métodos: É um estudo prospectivo e controlado, realizado em uma amostra consecutiva de 354 pacientes com diferentes indicações para biópsia prostática que foram submetidos ao procedimento analisando a positividade de câncer de próstata com a coleta de 10 fragmentos (base, terço médio, ápice, face medial (zona de transição) e face látero-lateral, bilateralmente) comparando com 12 fragmentos (base, terço médio, ápice e nas regiões mais laterais da base, terço médio e ápice, bilateralmente) e o total global de 16 fragmentos. Também comparada a positividade com 10, 12 e 16 fragmentos quanto ao PSA, volume prostático, escore de Gleason, NIPAG e ASAP. Resultados: Entre os 351 pacientes selecionados para biópsia de próstata, a positividade para 10 fragmentos foi de 102 pacientes (29.06%), 12 fragmentos foi de 99 pacientes (28.21%) e 16 fragmentos foi de 107 pacientes (30.48%) (p = 0.79).Os protocolos de biópsia de próstata (10,12 e 16 fragmentos) foram comparados com o PSA estratificado, volume prostático estratificado, escore de Gleason, detecção de NIPAG e ASAP não havendo diferença entre os grupos aferidos. Conclusão: O protocolo com 10 fragmentos não apresentou diferença de positividade em relação aos protocolos de 12 e 16 fragmentos, demonstrando ser um bom método para realização de primeira biópsia / Abstract: Objective: To evaluate the utility of 10,12 and 16 fragments in prostate biopsies positive for the prostate cancer (PCa) as well as the Prostate Specific Antigen (PSA), prostate volume, Gleason score, Prostatic Intraepithelial Neoplasia Detection High Grade (NIPAG) and Atypical Small Acinar Proliferation (ASAP). Methods: It is a prospective controlled study performed with a sample of 354 consecutive patients with different indications for prostate biopsy who underwent the procedure analyzing the positivity of prostate cancer with the collection of 10 cores (base, middle third, apex, medial (transition zone) and latero-lateral, bilaterally) compared with 12 cores (base, middle third, apex and in areas more lateral to the base, middle third and apex, bilaterally) and the global total of 16 cores. It also was compared the positivity with 10, 12 and 16 cores, concerning the PSA, prostate volume, Gleason score, NIPAG and ASAP. Results: Among 351 patients screened for prostate biopsy positivity to 10 cores was 102 patients (29.06%), 12 cores of 99 patients (28.21%) and 16 cores of 107 patients (30.48%) (p = 0.798). The prostate biopsy protocols (10, 12 and 16 cores) were compared with the stratified PSA, stratified prostate volume,Gleason score, detection NIPAG and ASAP, there was no statistical difference. Conclusion: The protocol with 10 cores showed no difference in positivity in relation to 10 and 16 cores protocols, proving to be a good method for performing first biopsy / Doutor
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Análise de polimorfismos de gene HLA-F em amostras de euro-brasileiros da cidade de Curitiba/PR

Manvailer, Luis Felipe Santos January 2012 (has links)
Orientadora : Profª Drª Valéria M. M. Sperandio Roxo / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Genética. Defesa: Curitiba, 27/02/2012 / Inclui referências : f. 31-34;44-51 / Área de concentração : Genética / Resumo: HLA-F é um gene pertencente ao complexo principal de histocompatibilidade (MHC) não clássico. Este gene codifica moléculas MHC de classe Ib com distribuição restrita e menos variações nucleotídicas que genes MHC de classe Ia. Dos 22 alelos registrados no banco de dados IMGT apenas quatro codificam proteínas que diferem em suas estruturas primárias. A fim de estimar o genótipo e as frequências alélicas, este estudo teve como foco as regiões previamente descritas do gene HLA-F que são codificadoras de proteínas. A genotipagem foi feita através de sequenciamento (SBT). A amostra foi composta por 199 doadores de medula óssea sem relações de parentesco entre si e que fazem parte do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), euro-brasileiros, provenientes da região Sul do Brasil. Cerca de 1673 pares de base foram analisados. O alelo mais frequente foi o HLA-F*01:01 (87.19%), seguido por HLA-F*01:03 (12.31%), HLA-F*01:02 (0.25%) e HLA-F*01:04 (0.25%). Significantes desequilíbrios de ligação foram verificados entre alelos do gene HLA-F e alelos de genes HLA de classe I e II. Este é o primeiro estudo sobre polimorfismos do gene HLA-F em uma amostra da população euro-brasileira contribuindo para a caracterização genética da região Sul do Brasil. Palavras-chave: Euro-brasileiros, HLA-F, desequilíbrio de ligação, polimorfismos, população. / Abstract: HLA-F is a non-classical major histocompatibility complex (MHC) gene. It codes class Ib MHC molecules with restricted distribution and less nucleotide variations than MHC class Ia genes. Of the 22 alleles registered on the IMGT database only four alleles encode for proteins that differ in their primary structure. To estimate genotype and allele frequencies, this study targeted on known protein coding regions of the HLA-F gene. Genotyping was performed by Sequence-Based Typing (SBT). The sample was composed by 199-unrelated bone marrow donors from the Brazilian Bone Marrow Donor Registry (REDOME), Euro-Brazilians, from Southern Brazil. About 1673 bp were analyzed. The most frequent allele was HLA-F*01:01 (87.19%), followed by HLA-F*01:03 (12.31%), HLA-F*01:02 (0.25%) and HLA-F*01:04 (0.25%). Significant linkage disequilibrium (LD) was verified between HLA-F and HLA classes I and II alleles. This is the first study regarding HLA-F polymorphisms in a Euro-Brazilian population contributing to the Southern Brazilian genetic characterization. Keywords: Euro-Brazilians, HLA-F, linkage disequilibrium, polymorphisms, population.
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Estudo da variabilidade da região codificadora e 3'não traduzida do gene HLA-F no Brasil

Lima, Thalitta Hetamaro Ayala [UNESP] 02 October 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2016-06-07T17:12:24Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-10-02. Added 1 bitstream(s) on 2016-06-07T17:17:05Z : No. of bitstreams: 1 000864406_20161231.pdf: 364955 bytes, checksum: 241bbae1fa3954cdb8c6889f02b77148 (MD5) Bitstreams deleted on 2017-01-02T15:03:59Z: 000864406_20161231.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2017-01-02T15:05:12Z : No. of bitstreams: 1 000864406.pdf: 1440504 bytes, checksum: bcb86a989b42a092299f6a4f6fb01464 (MD5) / HLA-F é um gene de classe I não clássico do Complexo Principal de Histocompatibilidade humano. Este locus difere-se dos genes clássicos pelo baixo polimorfismo e diferente padrão de expressão. A exata função do gene HLA-F ainda permanece desconhecida. Acredita-se que o HLA-F possua uma função tolerogênica e imunomodulatória. Atualmente, há pouca informação acerca da variabilidade do gene HLA-F e os estudos disponíveis avaliaram apenas pequenos segmentos do gene e/ou buscaram por variantes já conhecidas. Neste estudo apresentamos uma estratégia para a avaliação completa da variabilidade do gene HLA-F, incluindo suas regiões regulatórias, usando sequenciamento de segunda geração (ou nova geração). Esta estratégia foi aplicada para descrever a variabilidade de uma amostra de 196 indivíduos oriundos do estado de São Paulo. Os resultados indicam que o gene HLA-F é muito conservado, considerando-se as diferentes moléculas codificadas, sendo que todas as sequências encontradas codificam apenas 4 moléculas HLA-F distintas. Uma dessas moléculas, associada ao grupo de alelos F*01:01, representa 82,45% das proteínas codificadas pelas sequências de HLA-F encontradas no Brasil. No entanto, a variabilidade nucleotídica e haplotípica encontrada no presente estudo mostrou-se muito superior a já descrita na literatura, embora a maioria das sequências detectadas apresenta mutações sinônimas ou intrônicas. A região 3' não traduzida do gene HLA-F mostrou-se pouco variável, com haplótipos bem definidos associados aos alelos de região codificadora. Esta baixa variabilidade proteica está provavelmente associada ao papel crítico do HLA-F na fisiologia do sistema imunitário / HLA-F is a non-classical HLA class I gene and is distinguished from its classical counterparts by low allelic polymorphism and distinctive expression patterns. The exact function of HLA-F remains unknown. It is believed that HLA-F has tolerogenic and immune modulatory features. Currently, there is little information regarding the HLA-F allelic variation among humans and the available studies have evaluated only a fraction of the HLA-F gene segment and/or have searched for known alleles only. Here we present a strategy to evaluate the complete HLA-F variability including its regulatory segments (promoter and 3'UTR) by using massive parallel sequencing (or second generation sequencing) procedures. HLA-F variability was surveyed on 196 individuals from the Southeast of Brazil. The results indicate that the HLA-F gene is indeed conserved at the protein level, in which the three coding haplotypes detected encode for only four different HLA-F molecules, and one of these molecules represent 82.45% of all. However, HLA-F worldwide haplotype variability is much higher than our current knowledge. The 3'UTR presented few variable sites and well-defined haplotypes that are usually associates with the same coding alleles. This protein conservation is probably a consequence of the HLA-F's key role in the immune system physiology

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