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Resfriamento de sementes de Crassostrea gigas (Thunberg, 1795) como subsídio ao manejo e à comercialização na região de Florianópolis, SC - Brasil

Robbs, Charles Patrick Kaufmann January 2001 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Aquicultura / Made available in DSpace on 2012-10-18T11:17:50Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2014-09-25T18:18:01Z : No. of bitstreams: 1 182128.pdf: 1280595 bytes, checksum: 9bac552600cdae899d1a5b1cbd146927 (MD5) / Sementes de crassostrea gigas foram mantidas a 4-7oC por um, dois e sete dias e cultivadas por oito meses e os dados de sobrevivência, altura e peso seco da carne foram comparados com um controle, que não sofreu resfriamento. Foram realizados dois cultivos idênticos com a espécie: um iniciado em Junho/99 e denominado "Verão" e outro iniciado em Dezembro/00 e denominado "Inverno". Em cada cultivo foram comparadas duas unidades (andares) da lanterna de cultivo: "superfície" e "fundo", localizadas a 0,5m e 1,5m de profundidade na coluna d'água, respectivamente. Para um mesmo cultivo, não foram encontradas diferenças estatísticas entre os tratamentos que sofreram resfriamento e o controle em nenhum dos parâmetros analisados, tanto nas unidades "superfície", quanto "fundo" demonstrando o potencial da técnica. A altura e o peso seco da carne finais no cultivo "Inverno" foram estatisticamente maiores (p<0,05) do que no cultivo "Verão". Não foi registrada diferença significativa com relação a sobrevivência entre os cultivos, em nenhuma das unidades das lanternas testadas. A temperatura no cultivo "Verão" variou de 18,1oC à 27,2oC e no cultivo "Inverno" variou de 27,2oC à 14,3oC. A salinidade variou entre 30,2# e 35,0#.
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Cultivo da microalga Chlorella vulgaris em efluentes aquÃcolas e sua influÃncia na concentraÃÃo lipÃdica / Cultivation of microalgae Chlorella vulgaris in aquaculture effluents and its influence on lipid concentration

Jose William Alves da Silva 08 March 2013 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeiÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / As microalgas podem ser utilizadas como matÃria prima para a produÃÃo de biocombustÃveis em larga escala, em decorrÃncia da facilidade de cultivo, acentuada velocidade de crescimento, alto teor de Ãcidos graxos e produtividade maior que outras oleaginosas, sendo uma excelente alternativa aos combustÃveis fÃsseis. O experimento avaliou a utilizaÃÃo da microalga Chlorella vulgaris na fitorremediaÃÃo de efluentes aquÃcolas e sua produÃÃo lipÃdica. Foram realizados trÃs tratamentos, com seis repetiÃÃes cada, utilizando como meios de cultura o Guillard f/2 e efluentes da carcinicultura e piscicultura. O cultivo estacionÃrio foi realizado em um recipiente com volume Ãtil de 12 L e foi acompanhado, diariamente, por espectrofotometria a 680 nm, sendo a determinaÃÃo das concentraÃÃes de amÃnia, nitritos, nitratos e fosfatos realizada no inÃcio, meio e fim dos cultivos. A separaÃÃo das cÃlulas do meio de cultivo foi realizada por floculaÃÃo quÃmica, usando NaOH 2N e, depois de lavada, a biomassa foi seca em estufa com renovaÃÃo de ar a 60 ÂC por 24 h. O tratamento com efluente da carcinicultura apresentou uma produÃÃo de biomassa significativamente maior que os demais, com valor mÃdio de 0,91Â0,05 g L-1. Os compostos nitrogenados presentes nos efluentes atingiram remoÃÃo mÃdia de 76%, resultado considerado satisfatÃrio. O cultivo realizado com efluente de piscicultura apresentou melhor produtividade lipÃdica com 0,025 Â 0,002 g L-1 dia-1. Assim, a microalga C. vulgaris pode ser utilizada na fitorremediaÃÃo de efluentes aquÃcolas para a produÃÃo de biomassa e extraÃÃo de lipÃdios. / Microalgae can be used as feedstock for producing biofuels on a large scale, due to the ease of cultivation, strong growth rate, high content of fatty acids and higher productivity than other oils, making it an excellent alternative to fossil fuels. The study evaluated the use of microalgae Chlorella vulgaris in phytoremediation of aquaculture effluents and lipid evaluation. The microalgae was obtained in the algae bank Federal University of CearÃ. Were three treatments with six replicates, using as culture medium Guillard f / 2 and effluents of shrimp and fish farming. Cultivation was batch containers of 12 L and was observed daily by spectrophotometry at 680 nm, and determining the concentration of ammonia, nitrite, nitrate and phosphorus performed at the beginning, middle and end of crops. The separation of the cells from culture medium was performed by chemical flocculation using NaOH 2N. After washing, the biomass was dried in an oven with renovation of air at 60 ÂC for 24 hours and then quantified. Trea tment with effluent was, as biomass production, significantly higher than the others, showing an average weight of 0.91 Â 0.05 g L-1 . The effluent removed satisfactorily nitrogen compounds with a 76% removal of these compounds. The cultivation performed with tilapia effluent showed better lipid productivity with 0.025 Â 0.002 g L -1 day -1. The microalga C. vulgaris can be used for phytoremediation of aquaculture effluent, biomass and lipids.
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Influência da temperatura sobre o acúmulo de glicogênio e acompanhamento do ciclo sexual da ostra do Pacífico Crassostrea gigas ( Thunberg, 1795) em campo e laboratório, durante o verão

Santos, Fabrinni Monteiro dos January 2001 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. / Made available in DSpace on 2012-10-18T05:20:29Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / O Estado de Santa Catarina é o maior produtor brasileiro de bivalves marinhos cultivados. A espécie de ostra mais cultivada comercialmente é Crassostrea gigas, e sua reprodução e sobrevivência em águas brasileiras na estação do verão. Durante os processos reprodutivos em bivalves, o acúmulo de glicogênio é fundamental, garantindo melhores ou piores resultados na produção de gametas. Faz-se necessário o estudo do acúmulo de glicogênio em ostras mantidas em laboratório durante o verão, como um primeiro passo no estudo da reprodução induzida de C. gigas nesta época, podendo favorecer o aumento do fornecimento de sementes, visando o aumento da produção. O desenvolvimento sexual de bivalves é controlado por fatores endógenos e exógenos, sendo a temperatura da água o mais importante fator ambiental controlando o ciclo gonádico. No presente estudo, foi avaliada a influência de 3 condições térmicas sobre o acúmulo de glicogênio em Crassostrea gigas. 450 ostras foram obtidas do cultivo experimental de moluscos marinhos da Unicersidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no Sambaqui - Florianópolis/SC e induzidas à desova, em janeiro de 2000. Grupos de 150 animais foram mantidos em 3 tratamentos durante 75 dias: tratamento 1, com ostras que retornaram ao ambiente natural (média de 27,5 ºC); tratamento 2, com ostras mantidas em água resfriada (média de 16,6 ºC) e tratamento 3, com ostras mantidas em água à temperatura ambiente (média de 22,3 ºC) no Laboratório de Cultivo de Moluscos Marinhos - LCMM/UFSC, na Barra da Lagoa - Florianópolis. As ostras foram analisadas quanto ao teor de glicogênio, a características histológicas e histoquímicas da gônada, em relação à presença de glicogênio e fase do ciclo sexual. Obteve-se diferenças estatísticas no teor de glicogênio antes e depois da desova. Ocorreu acúmulo de glicogênio nas ostras no decorrer da pesquisa, evidenciado por diferenças estatísticas entre o início e final do experimento. Não houve diferença estatística quanto ao teor de glicogênio entre os tratamentos, ao final do trabalho. Observou-se grande heterogeneidade das fases de desenvolvimento gonádico, mas a predominância foi de ostras em repouso sexual. O maior número de indivíduos em fase progressiva ocorreu no tratamento de temperatura resfriada, que também apresentou um maior número de fêmeas. Nos procedimentos histoquímicos, verificou-se maior concentração de glicogênio no citoplasma dos ovócitos em indivíduos fêmeas e nas células interfoliculares em indivíduos machos.
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Crescimento do Ictalurus punctatus (Rafinesque, 1820) em quatro densidades de estocagem nas condições climaticas do litoral de Santa Catarina : Brasil

Esquivel Garcia, Juan Ramon January 1992 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias Agrarias / Made available in DSpace on 2012-10-16T22:51:24Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2016-01-08T17:30:30Z : No. of bitstreams: 1 90300.pdf: 3397033 bytes, checksum: c18b83882680af2e91683bc0f71fe8a3 (MD5) / O objetivo do trabalho foi determinar e analisar as taxas de crescimento de juvenil do Catfish americano, Ictalurus punctatus, em quatro densidades de estocagem no período inverno-primavera nas condições climáticas do litoral de Santa Catarina. Foi adotado um delineamento experimental inteiramente casualizado de 4 tratamentos com as seguintes densidades: 0,5; 0,75; 1,0; e 1,25 peixes/m2, com 4 repetições em cada tratamento. Os peixes foram alimentados com uma dieta contendo 32% de proteína bruta a uma taxa média de 2% da biomassa por dia. Todos os parâmetros foram analisados estatisticamente por Anova e Duncan, com excessão da sobrevivência que foi analisada pelo teste de x2. O maior ganho de peso individual de peso absoluto foi do tratamento com densidade mais baixa, estatisticamente superior ao tratamento com densidade de 0,75 peixes/m2, que por sua vez foi superior aos demais tratamentos, que não diferiram entre si. O ganho de peso relativo foi igual para os tratamentos de 0,5 e 0,75 peixes/m2, superiores aos tratamentos 1 e 1,25. A produção de biomassa final foi estatisticamente igual aos tratamentos 0,75; 1 e 1,25 peixes/m2, superiores ao tratamento de 0,5 peixes/m2. As melhores conversões alimentares (tratamentos 0,5 e 0,75) não diferiram entre si. O fator de condição variou de 1,4 a 1,34; iguais estatisticamente para os 4 tratamentos.
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Cultivo intensivo de Penaeus schmitti (Bunkenroad, 1936) em diferentes densidades de estocagem

Quesada Marquez, Jaime Elmer January 1998 (has links)
Dissertacao (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias Agrarias / Made available in DSpace on 2012-10-17T06:34:25Z (GMT). No. of bitstreams: 0
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Taxas de assentamento larval e recuperação de sementes da ostra Crassostrea brasiliana (Lamarck, 1819) com uso de diferentes sistemas de indução à metamorfose

Silveira, Renata Cristina 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-graduação em Aquicultura, Florianópolis, 2009 / Made available in DSpace on 2012-10-24T14:42:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 275620.pdf: 417103 bytes, checksum: fc19a9d8850151140aadb7e410c893be (MD5) / O presente estudo teve como objetivo avaliar a taxa de assentamento larval e recuperação de sementes de ostras da espécie Crassostrea brasiliana, em laboratório, através do uso de coletores plásticos, Epinefrina (C9H13NO3 C4H6O6) e pó de concha em tanques de assentamento. Foram utilizados coletores plásticos de polipropileno, presos a armações de bambu. O material foi escolhido devido a boa maleabilidade, o que facilita o destacamento das sementes. Foram realizados dois experimentos, o primeiro entre fevereiro e abril de 2008, e o segundo entre novembro e dezembro de 2008 no Laboratório de Moluscos Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina. No primeiro experimento testaram-se coletores de plástico arranhado consorciado com pó de concha em um tanque de assentamento, enquanto que no segundo foram utilizados dois tanques de assentamento, um contendo os coletores de plástico consorciado com pó de concha e apenas pó de concha, e no outro tanque utilizou-se epinefrina como estimulador da metamorfose. Foi realizada a quantificação das larvas assentadas nos coletores plásticos e a taxa de recuperação e integridade das sementes após o destacamento das mesmas. No primeiro experimento recuperou-se 48,83% de sementes em relação as larvas D utilizadas. Deste percentual 4,9% assentaram em coletores plásticos e 43,93% em pó de concha. No segundo experimento a porcentagem de sementes assentadas em relação ao total de larvas utilizadas foi de 55,78% com o uso de epinefrina, 78,62% no tratamento com coletor mais pó de concha e de 58,33% no tratamento só com pó de concha. Assim, verifica-se que o uso de coletor mais pó de concha resulta em maior recuperação de sementes se comparado com os demais tratamentos.
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Maturação do robalo-flecha Centropomus undecimalis e crescimento de alevinos do robalo-peva Centropomus parallelus em laboratório

Ferraz, Eduardo de Medeiros 24 October 2012 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura, Florianópolis, 2009 / Made available in DSpace on 2012-10-24T16:14:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 276927.pdf: 981503 bytes, checksum: 162ba3e7676219f35174f9e0a940dbdb (MD5) / Experimento de maturação com 54 reprodutores do robalo-flecha Centropomus undecimalis sobre diferentes regimes térmicos no verão 2006/2007 mostrou incremento de peso diário de 2,23 (g) e aumento de 39 mm em comprimento em 270 dias. Foi constatada evidências da maturação gonadal de 85,2% dos reprodutores identificados como machos, sendo observados volume de sêmen variando de 10 - 400 ?L e picos em janeiro e março de 2007. Uma única fêmea identificada no período teve ovócitos menores que 50 ?m. No verão 2007/2008, estes reprodutores após implantes com os hormônios 17 - metiltestosterona e LHRHa, mostraram evidências da maturação gonadal para 96,0 % (machos), os maiores volumes de sêmen ocorreram no mês de março, um mês após aplicação hormonal. Mais uma fêmea foi identificada e os ovócitos ficaram ao redor de 60 ?m. No verão 2008/2009, uma das fêmeas identificada nos verões anteriores após aplicação de múltiplas doses do hormônio HCG, mostrou alguns ovócitos vitelogênicos com diâmetro de 150 ?m. Também no período, protocolo de múltiplas doses com FSH + HCG, não melhoraram a maturação para os reprodutores masculinos. Em outro ensaio, 540 alevinos do robalo-peva Centropomus parallelus foram mantidos em diferentes temperaturas (20,25 e 30°C), por quatro meses, para avaliação do crescimento e da influência sobre a proporção sexual. Verificou-se que peso (g) dos animais foi superior ao final do período para 30°C e não foram verificados sinais de mudança na proporção sexual, indicada pela predominância de machos nos três tratamentos, após localização das gônadas através de cortes histológicos.
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Ciclo reprodutivo da ostra Crassostrea brasiliana (Lamarck, 1819) em cultivo e maturação em laboratório

Gomes, Carlos Henrique Araujo de Miranda 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-graduação em Aquicultura, Florianópolis, 2009 / Made available in DSpace on 2012-10-24T16:25:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 276930.pdf: 731689 bytes, checksum: 3169a8443234addfc8aa316b1446a619 (MD5) / O presente estudo teve como objetivo avaliar o ciclo reprodutivo da ostra nativa Crassostrea brasiliana, em campo e em laboratório. O estádio de desenvolvimento do ciclo reprodutivo dos animais foi acompanhado na praia do Sambaqui/Florianópolis/SC (27º29'18"S e 48º32'12"W) entre maio de 2008 a novembro de 2009. No mês de julho os animais encontravam-se no estádio de repouso, entre os meses de agosto a outubro, as ostras seguiram nos estádios de pré-maturação e maturação. Entre os meses de novembro e dezembro, as ostras começaram a ser encontradas no estádio maturo, havendo predominância de fêmeas aptas a eliminação de gametas. Houve associação positiva (r=0,77; P<0,01) entre o estádio de desenvolvimento do ciclo reprodutivo das ostras e a temperatura, bem como associação negativa com a salinidade (r=-0,56; P=0,042), demonstrando que tanto o aumento da temperatura como a redução da salinidade são fatores ambientais que influenciam no desenvolvimento reprodutivo das ostras da espécie. O índice de condição (IC) dos animais, também teve relação com a temperatura da água do mar, sendo os maiores índices observados nos meses em que a temperatura da água do mar teve aumento gradativo. Também foi realizado um experimento, no Laboratório de Moluscos Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina, visando testar o efeito da salinidade da água sobre o desenvolvimento reprodutivo das ostras. Para tanto, os animais foram condicionados em tanques padronizados e testaram-se duas salinidades (24# e 34#). No experimento de laboratório, observou-se que o regime de salinidade influenciou o desenvolvimento do tecido gonádico das ostras, sendo que a salinidade de 24 permitiu aos animais maior desenvolvimento reprodutivo. Os resultados obtidos neste estudo contribuíram com informações para auxiliar o condicionamento e a reprodução da espécie em laboratório.
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Efeito da adição do probiótico sobre a digestibilidade aparente da proteina, energia e matéria seca em ração comercial para Litopenaeus vannamei

Buglione Neto, Celso Carlos 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-graduação em Aquicultura, Florianópolis, 2009 / Made available in DSpace on 2012-10-24T18:32:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 270042.pdf: 658219 bytes, checksum: d763c19d4ea302f82a4d07bfbbc6a684 (MD5) / O cultivo de camarão requer o fornecimento de nutrientes através da suplementação de dietas balanceadas. A otimização nutricional é importante por razões biológicas, ambientais, sanitárias e econômicas, sendo necessária para o desenvolvimento de uma aqüicultura sustentável. Este projeto pretendeu avaliar se, o uso de uma ração comercial, suplementada com um bactéria ácido lática L. plantarum isoladas de camarões, melhorou o coeficiente de digestibilidade aparente de proteína (CDAPB) e energia (CDAE) aumentando seu valor nutricional. Para avaliação do CDAPB e CDAE, foi utilizado um marcador inerte (0,5% Cr2O3), sendo quantificados os teores de proteína e energia na ração e nas fezes dos animais alimentados com as rações suplementadas com BAL. Para a determinação do CDAPB e CDAE foram inicialmente testados dois sistemas de coleta de fezes: sistema de coleta por decantação (SCD) e sistema de coleta por sifonamento (SCS) e comparados com a coleta de fezes por dissecação (DISS). Para a determinação in vivo do coeficiente de digestibilidade aparente da proteína bruta e energia de dietas e nutrientes para camarões marinhos foi utilizado o sistema de coleta por decantação, pois apresentou baixo grau de lixiviação da proteína e matéria seca das fezes e foi de fácil manipulação. Nas dietas contendo L. plantarum foi observado um ganho de 2% no CDAPB que foi de 84,18 ± 0,35% e 82,73 ± 1,012 para dieta controle (p<0,05), para o CDAE o ganho foi de 2,63% sendo 81,28 ± 0,16% para dieta contendo L. plantarum e 78,63 ± 0,93% para a dieta controle (p<0,05). A suplementação com L. plantarum aumentou o CDAPB e o CDAE na dieta testada demonstrando efeitos nutricionais positivos para o uso na nutrição de camarões marinhos.
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Manejo e maturação em cativeiro da sardinha-verdadeira, Sardinella brasiliensis (Steindachner, 1879) no sul do Brasil

Pereira, Herdras de Luna 25 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura, Florianópolis, 2010 / Made available in DSpace on 2012-10-25T03:20:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 287049.pdf: 807796 bytes, checksum: 1ef9b9e67a94ac139aeb47c0fcf8d098 (MD5) / A sardinha-verdadeira (Sardinella brasiliensis) faz parte da família Clupeidae. Pequenos pelágicos costeiros, planctófagos, formam grandes cardumes de importância econômica em várias regiões do mundo. O intenso esforço de pesca, bem como à influência direta das variações ambientais e a falta de consenso entre os segmentos envolvidos com a atividade, levaram a uma crise na pesca e a depleção do estoque de sardinha-verdadeira. A principal espécie de isca utilizada pela frota atuneira de vara e isca viva no Brasil é a Sardinella brasilienisis O presente trabalho teve como objetivos desenvolver técnicas de cultivo em cativeiro, a afim, de aplicar metodologias especificas para Sardinella brasiliensis de manejo e maturação em cativeiro. Inicialmente foram coletados 800 reprodutores e transportados por 5 h para a área de estudo. A densidade de transporte foi de 0,4 peixe L-1, a vazão da água no tanque de transporte era de 60 L min-1, obtendo-se 53 % de sobrevivência para a etapa de captura e transporte. Posteriormente as sardinhas foram estocadas em tanque-rede mantidas em confinamento, onde após seis dias de confinamento apresentaram 45,9 % de sobrevivência, com a maioria das gônadas em estágio de repouso reprodutivo e esvaziadas em recuperação. Posteriormente foram transferidas para o laboratório, utilizando para o transporte, caixa plástica com troca parcial de água e adição inicial de anestésico (30 mg L-1 de benzocaina), apresentaram na transferência entre o tanque-rede e laboratório 89,7 % de sobrevivência. Quando estocadas em laboratório durante 21 dias as sardinhas receberam oferta da ração NRD (55 % proteína bruta, 4551 Kcal Kg-1 de energia bruta), com uma taxa de 4 % da biomassa dos peixes dia-1, dividido em três alimentações diárias. Após confinadas durante 6 dias e a primeira estadia em laboratório, 21 dias, as sardinhas aclimataram-se ao cativeiro e após a redução significativa do peso total entre a primeira vez confinada em tanque rede e o laboratório, retomaram o peso total (WT) de 50,6 para 57,1 (g). Inicialmente em laboratório não alcançaram o processo de maturação gonadal avançado, apresentando apenas 2 % de ovócitos com (Ø) entre 450 - 600 µm, encontrados em indivíduos próximo da desova. Ainda em laboratório receberam o tratamento profilático com a exposição dos espécimes durante 5 minutos próximo a água doce, alcançando sobrevivência de 100 % no manejo sanitário. Retornando pela segunda vez para o tanque-rede foi encontrado a maior relação gonadossomática para todo o período de experimento, RGS de 5,5. Pela segunda vez confinada em laboratório após 40 dias as sardinhas apresentaram o maior percentual de ovócitos na classe entre 450 - 600 µm, com diferença significativa entre todos os momentos de estudo. Após três processos de captura e transporte (estresse) entre os ambientes de estudo, o lote de sardinha se manteve em maturação. As sardinhas responderam positivamente ao processo de maturação gonadal, alcançando estágio de gônadas maduras possibilitando a indução hormonal, em ambos os ambientes de confinamento, tanque-rede e laboratório, apresentando-se como uma espécie potencial para aqüicultura.

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