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Respostas fisiológicas e bioquímicas de plantas de quinoa cv. BRS PIABIRU cultivadas sob condições de salinidade / Physiological and biochemical responses of quinoa cv. BRS Piabiru cultivated under saline conditions

Ávila, Gabriele Espinel 18 September 2015 (has links)
Submitted by Maria Beatriz Vieira (mbeatriz.vieira@gmail.com) on 2017-06-22T16:33:35Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) dissertacao_gabriele_espinel_avila.pdf: 937823 bytes, checksum: 425729d85c0200d3520fa3c39b5b7aae (MD5) / Approved for entry into archive by Aline Batista (alinehb.ufpel@gmail.com) on 2017-06-22T20:38:09Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) dissertacao_gabriele_espinel_avila.pdf: 937823 bytes, checksum: 425729d85c0200d3520fa3c39b5b7aae (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-22T20:38:09Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) dissertacao_gabriele_espinel_avila.pdf: 937823 bytes, checksum: 425729d85c0200d3520fa3c39b5b7aae (MD5) Previous issue date: 2015-09-18 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / Classificada como halófita facultativa, a quinoa (Chenopodium quinoa Willd.) é reconhecida por tolerar elevados níveis de salinidade. No Brasil, a cv. BRS Piabiru é a primeira recomendada para o cultivo granífero, constituindo alternativa para diversificação dos sistemas agrícolas. Contudo, estudos relativos à adaptação dessa cultivar no estado do Rio Grande do Sul, bem como às condições de salinidade ainda são necessários. Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar as respostas fisiológicas (pigmentos e trocas gasosas) e bioquímicas (atividade enzimática antioxidante, teores de peróxido de hidrogênio, peroxidação lipídica, prolina e potencial osmótico) de plantas de quinoa cv. BRS Piabiru cultivadas sob condições de salinidade. O experimento foi conduzido em casa de vegetação onde as sementes foram distribuídas em vasos plásticos, preenchidos com areia lavada. Após sete dias da germinação foi fornecida solução nutritiva, ministrada a cada quatro dias e, aos 30 dias, foi realizado o desbaste, mantendo-se quatro plantas por vaso. Neste período também foram aplicadas as soluções salinas, na forma de cloreto de sódio, nas concentrações de 100, 200, 300 e 400 mM, além do tratamento controle cuja as plantas foram cultivadas na ausência da salinidade. As soluções nutritiva e salina foram aplicadas intercaladamente, a cada dois dias, até o fim do experimento. Aos 30, 60 e 90 dias após indução dos tratamentos, as plantas foram avaliadas quanto a parâmetros fisiológicos e bioquímicos (análises não destrutivas e destrutivas, respectivamente). Os dados foram submetidos à análise de variância (p≤0,05), as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade de erro e analisados por regressão polinomial. Houve redução no índice de clorofila e índice de balanço de nitrogênio e, a partir de 60 dias, incremento no índice de flavonoides. Neste período, a taxa de assimilação líquida de CO2 seguiu tendência quadrática de elevação até a concentração de 250 mM e as variáveis eficiência de uso da água e eficiência de carboxilação aumentaram linearmente com o incremento da salinidade. A atividade enzimática antioxidante, através das enzimas superóxido dismutase, catalase e ascorbato peroxidase, demonstrou que a salinidade promoveu adaptação e tentativa de neutralização das espécies reativas de oxigênio produzidas durante o estresse salino, tanto na parte aérea quanto em raízes. Houve aumento no potencial osmótico em ambos órgãos aos 90 dias após indução dos tratamentos, contudo, nas raízes a síntese de prolina não seguiu a mesma tendência. Apesar da redução nos índices de clorofila e de balanço de nitrogênio, há manutenção da taxa fotossintética, a qual, associada a capacidade antioxidante e ao ajuste osmótico até a concentração de 250 mM de NaCl, caracteriza a cv. BRS Piabiru com potencial de cultivo em solos sujeitos a salinização. / Classified as optional halophyte, quinoa (Chenopodium quinoa Willd.) is recognized for tolerate high levels of salinity. In Brazil, the cv. BRS Piabiru is the first recommended for grain production, providing an alternative for diversification of agricultural systems. However, studies on the adaptation of this variety in the state of Rio Grande do Sul, as well as the salinity conditions are still needed. Therefore, the objective of this study was to evaluate the physiological responses (pigments and gas exchange) and biochemical (antioxidant enzyme activity, hydrogen peroxide levels, lipid peroxidation, proline and osmotic potential) of quinoa plants cv. BRS Piabiru cultivated under saline conditions. The experiment was conducted in a greenhouse where the seeds were distributed in plastic pots filled with washed sand. After seven days of germination was supplied nutrient solution administered every four days and at day 30, the trimming was carried out, keeping four plants per pot. During this period the salt solutions have also been applied in the form of sodium chloride at concentrations of 100, 200, 300 and 400 mM, beyond which the control treatment plants were grown in the absence of salinity. The nutrient and saline solutions were applied interchangeably, every two days until the end of the experiment. At 30, 60 and 90 days after induction of treatments, the plants were evaluated for physiological and biochemical parameters (non-destructive and destructive analysis, respectively). Data were subjected to analysis of variance (p≤ 0.05), the averages compared by Tukey test at 5% error probability and analyzed by polynomial regression. There was reduction in chlorophyll content and nitrogen balance index and from 60 days, an increase in flavonoid content. During this period, net assimilation rate of CO2 followed quadratic upward trend until the concentration of 250 mM and the conditions of water use efficiency and carboxylation efficiency increased linearly with increasing salinity. The antioxidant enzyme activity by the enzyme superoxide dismutase, catalase and ascorbate peroxidase showed that the salinity promoted adaptation and attempt to neutralize the reactive oxygen species produced during salt stress, both in shoots and in roots. There was an increase of osmotic potential in both organs 90 days after induction of treatment, however, the roots proline synthesis did not follow the same trend. Despite the reduction in levels of chlorophyll and nitrogen balance, there is maintenance of photosynthetic rate, that, associated with antioxidant capacity and osmotic adjustment, until the concentration of 250 mM of NaCl, featuring the cv. BRS Piabiru with growing potential subjects soil salinization.
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Colonização micorrízica arbuscular em floresta secundária na Amazônia sob remoção de serrapilha e irrigação do solo

MAIA, Rodrigo da Silva January 2010 (has links)
Submitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2015-08-27T17:36:13Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22974 bytes, checksum: 99c771d9f0b9c46790009b9874d49253 (MD5) Dissertacao_ColonizacaoMicorrizicaArbuscular.pdf: 3939802 bytes, checksum: 328f898f1e671e9a3ec5652ece46b940 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Rosa Silva (arosa@ufpa.br) on 2015-09-01T14:26:17Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22974 bytes, checksum: 99c771d9f0b9c46790009b9874d49253 (MD5) Dissertacao_ColonizacaoMicorrizicaArbuscular.pdf: 3939802 bytes, checksum: 328f898f1e671e9a3ec5652ece46b940 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-09-01T14:26:17Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22974 bytes, checksum: 99c771d9f0b9c46790009b9874d49253 (MD5) Dissertacao_ColonizacaoMicorrizicaArbuscular.pdf: 3939802 bytes, checksum: 328f898f1e671e9a3ec5652ece46b940 (MD5) Previous issue date: 2010 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Avaliou-se o efeito da alteração de disponibilidade de substrato (serapilheira) e água sobre a colonização micorrízica arbuscular e atributos químicos do solo em floresta secundária na Amazônia oriental. Foi analisada a porcentagem de colonização micorrízica (PCM) de raízes apogeotrópicas e raízes presentes na superfície de 0-10 cm do solo, densidade de esporos, produção de glomalina e atributos físico-químicos nos solos de quatro parcelas de tratamento de remoção de serapilheira, quatro parcelas de tratamento de irrigação e quatro parcelas controle. As parcelas medem 20 m x 20 m. Em cada parcela foi coletado quatro amostras simples de solo e raízes distribuídas em quatro áreas. Os resultados mostraram que o tratamento de remoção de serapilheira reduziu significativamente a PCM nas raízes apogeotrópicas e nas de 0-10 cm de profundidade do solo, mas não influenciou na densidade de esporos. A remoção de serapilheira também diminuiu a disponibilidade de nitrogênio e carbono orgânico no solo, mas apesar disso não houve influencia da redução da disponibilidade de nutrientes no solo para a colonização micorrízica. A glomalina que é produzida pelas hifas das micorrizas arbusculares, e fica agregada a matéria orgânica do solo também foi reduzida pelo tratamento de remoção de serapilheira. O tratamento de irrigação não afetou a PCM, assim como densidade de esporos no solo e também não alterou a disponibilidade de nutrientes. O estudo permitiu mostrar que mudanças na cobertura do solo podem causar sérios danos a simbiose fungo-planta. / We evaluate the effect of alteration of availability of substrate (litterfall) and water about the arbuscular mycorrhizal colonization and chemical attribut of soil in Secondary Forest in the eastern Amazon. The percentagem of mycorrhizal colonization (PMC) was analyzed in apogeotropic roots and roots present in the surface 0-10 cm layer of soil, spore density, glomalin production and physico-chemical attributes of soils in four plots of treatment to litter removal, four plots of irrigation treatment and four control plots. The plots measuring 20 m x 20 m. In each plot was collected four single samples of soil and roots divided into four areas. The results showed that litter removal reduced significantly the PMC in roots, but had no effect on spore density. The litter removal decreased availability of nitrogen and organic carbon in soil, but there was no influence of reduced availability of nutrients in the soil for mycorrhizal colonization. The Glomalin which is produced by hyphae of arbuscular mycorrhizae, and is aggregated with soil organic matter was also reduced by litter removal. The irrigation treatment did not affect the PMC, and spore density in soil and did not affect the availability of nutrients. The study allowed to show that changes in land cover can cause serious damage to the plant-fungus symbiosis.
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Avaliação da atividade dos extratos hidroetanólico de Chenopodium ambrosioides L. e de Eucalyptus alba Reinw ex Blume, frente a cepas de Mycobacterium sp / Evaluation of activity of hydroethanolic extracts Chenopodium ambrosioides L. and Eucalyptus alba Reinw ex Blume, against strains of Mycobacterium sp

VALÉRIO, Erika da Silva 10 1900 (has links)
Submitted by Cássio da Cruz Nogueira (cassionogueirakk@gmail.com) on 2017-01-30T13:48:19Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_AvaliacaoAtividadeExtrato.pdf: 2549621 bytes, checksum: 323b92687db50fd9c3216ceeb94a8fec (MD5) / Approved for entry into archive by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2017-02-01T11:55:12Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_AvaliacaoAtividadeExtrato.pdf: 2549621 bytes, checksum: 323b92687db50fd9c3216ceeb94a8fec (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-01T11:55:12Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_AvaliacaoAtividadeExtrato.pdf: 2549621 bytes, checksum: 323b92687db50fd9c3216ceeb94a8fec (MD5) Previous issue date: 2014-10 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Chenopodium ambrosioides e Eucalyptus alba são espéciesutilizadas na medicina popular para o tratamento da tuberculose e expectoração. O presente trabalho teve o objetivo de determinar os parâmetros físico-químicos e microbiológicos, definir o perfil fitoquímico e avaliar as atividades antimicobacteriana, citotóxica, imunomodulatória e toxicológica in vivo dos extratos e frações. Na avaliação físico-química e microbiológica dos extratos de C. ambrosioides e de E. alba, foram encontrados parâmetros em conformidade com a literatura específica para plantas medicinais. A prospecção fitoquímica dos extratos revelou a presença de saponinas, esteroides, triterpenoides, fenóis e taninos, o extrato de C. ambrosioides apresentou também proteínas e aminoácidos, enquanto o extrato de E. alba foi positivo para ácidos orgânicos e lactonas. Os resultados do método da microdiluição em caldo e da microdiluição utilizando Alamar Blue evidenciaram moderadas atividades frente à Mycobacterium fortuitum do extrato de E. alba e da fração acetato de etila (FAcE) de E. alba; a fração clorofórmica (FCl) de C. ambrosioides e a FAcE de E. alba foram moderadamente ativas frente à Mycobacterium tuberculosis. A atividade citotóxica, avaliada pelo método do MTT, demonstrou que os extratos não reduziram a viabilidade celular nas concentrações testadas. No ensaio de imunomodulação, o extrato de E.alba apresentou potencial efeito anti-inflamatório, pelos métodos do inibição da produção de NO e TNFα. Não foram detectados sinais de toxicidade oral aguda dos extratos na dose de 2500 mg/kg em camundongos. Estes resultados sugerem o potencial antimicobacteriano da FAcE de E. alba e imunomodulador do extrato de E. alba, e podem servir como subsídio para estudos futuros com vista no isolamentode compostos ativos e elucidação de seus mecanismos. / Chenopodium ambrosioides and Eucalyptus alba are species used in folk medicine for the treatment of tuberculosis and sputum. This study aimed to determine the physical-chemical, microbiological parameters, define phytochemical screening and evaluate antimycobacterial, cytotoxicity, immunomodulation, and toxicity in vivo activities of extracts and fractions. In physical-chemical and microbiological evaluation of C.ambrosioides and E. alba extracts, were found parameters in accordance with the specific literature for medicinal plants. The phytochemical screening of the extracts revealed the presence of saponins, steroids, triterpenoids, phenols and tannins, C. ambrosioides extract also showed proteins and amino acids, while the E. alba extract was positive for organic acids and lactones. The results of broth microdilution assay and microplate alamar blue assay showed moderates activities against the Mycobacterium fortuitum of E. alba extract and ethyl acetate fraction (FAcE) of E. alba; the chloroform fraction (FCl) of C.ambrosioides and the ethyl acetate fraction (FacEA) of E. alba were moderately active against the Mycobacterium tuberculosis. The cytotoxic activity, evaluated by MTT method, showed that the extracts did not reduce cell viability in the concentrations tested. In the immunomodulation assay, E. alba extract presented potential anti-inflammatory effect, by the methods of inhibition the production of NO and TNFα. No signs of acute oral toxicity of the extracts at a dose of 2500 mg/kg in mice were detected. These results suggest the potential antimycobacterial the FAcE of E. alba and immunomodulatory of E. alba extract and can serve as a resource for future studies, aimed at isolation of active compound and elucidation of their mechanisms of action.
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Morfologia das cipselas de Disynaphiinae e Praxelinae (Eupatorieae - Asteraceae)

Silva, Taynara Dayane Guimarães 26 February 2016 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Asteraceae (=Compositae) is one of the largest families of plants, comprises about 1,600 genera and 23,000 species. The family has a wide distribution in Brazil occurring in different vegetation formations. The Disynaphiinae and Praxelinae subtribes belong to Eupatorieae tribe, which currently has 19 subtribes. The cypselae and its accessory parts (pappus and carpopodium) have great taxonomic value and can be used as diagnostic to differentiate or group species and even genera. The boundaries between some genera are not well defined based on morphological usual features. The study of the morphology of cypselae in Disynaphiinae and Praxelinae will contribute to the characterization and can understanding their infrageneric relations. The aim is to describe the structure of the pericarp of the mature fruit of the representatives of Disynaphiinae and Praxelinae as well as the varieties of Chromolaena squalida, seeking common morphological characteristics distinct to these groups. Thereunto, we used a scanning electron microscopy and light microscopy. The trichomes, pericarp structure, and accessory parts of cypselae proved useful in taxonomic groups revealing a close relationship between species of each of the subtribes. These features were also important to exclude species e. g. Disynaphia praeficta. Our study also supports the varieties of Chromolaena squalida, allowing the correct identification. The phytomelanin was present in all cypselae studied, but their arrangement differs among the subtribes. The correlation between the number of bundles and ribs is not fixed in Praxelinae and ribs were not always associated with vascular bundles. / Asteraceae (= Compositae) é uma das maiores famílias de plantas, compreende cerca de 1.600 gêneros e 23.000 espécies. A família apresenta no Brasil uma ampla distribuição em diferentes formações vegetacionais. As subtribos Disynaphiinae e Praxelinae pertencem à tribo Eupatorieae, que atualmente apresenta 19 subtribos. As cipselas e suas partes acessórias (pápus e carpopódio) possuem grande valor taxonômico e podem ser usados como diagnósticos para diferenciar ou agrupar espécies e até gêneros. Os limites entre alguns gêneros não são bem definidos baseado nas características morfológicas tradicionais.O estudo da morfologia das cipselas em Disynaphiinae e Praxelinae contribuirá para a caracterização e o entendimento das relações infragenéricas nestas subtribos. O objetivou-se, com esta dissertação, descrever a micromorfologia e a estrutura do pericarpo do fruto maduro dos representantes de Disynaphiinae e Praxelinae, bem como das variedades de Chromolaena squalida, buscando características morfológicas comuns e distintas a estes grupos. Para isso, utilizou-se a Microscopia Eletrônica de Varredura e a Microscopia de luz. Nas subtribos Disynaphiinae e Praxelinae, características analisadas como o indumento, a estrutura do pericarpo e partes acessórias das cipselas, mostraram-se úteis na taxonomia dos grupos, revelando a proximidade entre as espécies de cada uma das subtribos, tais características também foram importantes na rejeição de espécies (Disynaphia praeficta). O presente estudo suporta as variedades de Chromolaena squalida, permitindo a correta identificação. A fitomelanina esteve presente em todas as cipselas, porém o arranjo dessa camada difere nas subtribos estudadas. A correlação entre o número de feixes vasculares e a presença de costelas não é fixa em Praxelinae e as costelas não necessariamente estavam associadas com feixes vasculares. / Mestre em Biologia Vegetal
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Capparaceae Juss. na restinga de Maricá, RJ - estudo sobre a biologia da reprodução de Capparis lineata Domb. ex Pers., C. flexuosa (L) L. e Cleome rosea Vahl. ex DC.

Lima, Heloisa Alves de January 2002 (has links)
Submitted by Alberto Vieira (martins_vieira@ibest.com.br) on 2018-01-12T17:42:34Z No. of bitstreams: 1 576675.pdf: 24206483 bytes, checksum: f9816b609327b2737e0382acc3943b53 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-01-12T17:42:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 576675.pdf: 24206483 bytes, checksum: f9816b609327b2737e0382acc3943b53 (MD5) Previous issue date: 2002 / Estuda a biologia floral, a fenologia e a reprodução de Capparis lineata Domb. ex Pers., Capparis flexuosa (L.) L. e Cleome rosea Vahl. ex DC., em áreas de restinga, localizadas em Itaipuaçu e Maricá (RJ, Brasil), no período de 1997 a 2000. As duas espécies de Capparis apresentam flores brancas, planas, nectaríferas, perfumadas, hermafroditas e noturnas. As flores são polinizadas por esfingídios, fato confirmado pelas observações de campo e pela presença de escamas de lepidópteros noturnos sobre os estigmas. Capparis lineata é uma trepadeira pouco frequente na área de estudos, apresenta floração anual e sincrônica que se estende de setembro (final da estação fria e seca) a dezembro (meados da estação quente e chuvosa), com pico em outubro. Capparis flexuosa tem hábito variando de arbusto prostrado a arvoreta e ocorre desde a zona da praia até a fimbria da mata, sendo muito frequente nas comunidades densas e fechadas que ocorrem sobre os cordões arenosos. Apresenta floração extensa, durante cerca de 10 meses do ano, com vários episódios de emissão floral, os quais são mais sincrônicos nos meses de dezembro/janeiro e março (estação quente e chuvosa), quando as flores duram apenas uma noite e originam muitos frutos com muitas sementes. Nos episódios que ocorrem na estação fria e seca, as flores permanecem atrativas pela manhã, podendo ser polinizadas por Xylocopa ordinaria, originando, entretanto, frutos pequenos e com poucas sementes. São feitas considerações acerca do envolvimento de formigas na dispersão das sementes de C. flexuosa. O estudo mostra uma grande variabilidade morfológica entre todas as espécies esfingófilas encontradas na área de estudo, além de uma forte sazonalidade do evento de floração das mesmas, que ocorre, predominantemente, na estação quente e chuvosa. Capparis lineata e C. flexuosa são auto-incompatíveis, com proporções Fruto/Flor de 6,9% e 45%, respectivamente. A baixa produção de frutos em C. lineata foi investigada, tendo-se concluído que tanto a limitação de polinizadores quanto a falta de recursos energéticos maternos estão envolvidos no número de frutos produzidos por planta. Cleome rosea é monocárpica, com ciclo de vida anual. As populações naturais e cultivadas apresentam sistema sexual subdióico, com plantas exclusivamente femininas, as quais emitem apenas flores pistiladas, e plantas poliníferas, que emitem flores hermafroditas (7,9% a 48,7%), estaminadas (50% a 92,1 %) e pistiladas (0 a 2,4%). As flores são zigomorfas, de cor rosa, nectaríferas e polinizadas, principalmente, por borboletas. Flores hermafroditas apresentam hercogamia, que previne a auto-polinização espontânea. Nas plantas poliníferas, as flores hermafroditas, em geral, são emitidas na base das inflorescências e antecedem a emissão das flores estaminadas, caracterizando uma dicogamia inter-floral. São apresentadas evidências de que a presença de frutos na base das inflorescências inibe a emissão de novas flores hermafroditas e acelera o início da fase de emissão de flores estaminadas. A espécie é autocompatível. As sementes produzidas pelas plantas femininas são resultantes de xenogamia, enquanto que aquelas produzidas pelas plantas poliníferas podem ser resultantes de geitonogamia. Em condições naturais, as plantas femininas produzem mais frutos e sementes do que as plantas poliníferas. Os frutos das primeiras contêm sementes com menor índice de aborto e com maior taxa de germinação. / Studies floral biology, phenology and reproductive system of Capparis lineata Domb. ex Pers., Capparis flexuosa (L.) L. and Cleome rosea Vahl. ex DC., at sandy coastal plains ("restingas") of Maricá (RJ, Brasil), from 1997 to 2000. The two species of Capparis present white, dish-type, nectariferous, scented, hermaphrodite and nocturnal flowers. The pollination by sphingids had been confirmed based on observation of natural populations and by the finding of nocturnal lepidoptera's scales over the stigmas. Capparis lineata is a climber uncommon in the study area. It presents annual and synchronous flowering which remains from September (end of the cold and dry season) to December (rniddle of the hot and rainy season), with its peak in October. Capparis flexuosa varies from a prostrate shrub to a small tree and is found from the vicinity of the beach to the edge of the woods, being more common in the dense scrub communities at the sandy layers. It presents extensive flowering, during ten months in the year, with several episodes of floral emission, which are more synchronous in December, January and March (hot and rainy season), when the flowers last only one night, producing many fruits with many seeds. During the cold and dry season, the flowers remain attractive in the morning, and can be pollinated by Xylocopa ordinaria, generating, however, smaller fruits with fewer seeds. Considerations are risen about the participation of ants in the seed dispersion of C. flexuosa. The study shows a great morphological variability between the flowers of all the sphingophyllous species found at the study area, and also a strong seasonality of the flowering periods, tending towards the wet and hot season. Capparis lineata e C. jlexuosa are self-incompatible, with Fruit/Flower proportions of 6.9% and 45%, respectively. The possible causes of the low fruit-set of C. lineata has been investigated and evidences of pollinator limitation and selective abortion of fruits is presented. Cleome rosea is an annual monocarpic species. The natural and cultivated populations present female plants, with only pistilate flowers, and polliniferous plants, with hermaphrodite (7.9% to 48.7%), staminate (50% to 92.1%) and pistilate flowers (0 to 2.4%), characterizing a subdioecious sexual system. The zygomorphic, pink, nectariferous flowers of C. rosea are mainly pollinated by butterflies. The hennaphrodites flowers have intra-floral hercogamy, which prevent the spontaneous self-pollination, and, in general, are produced at the base of the inflorescences and precede the emission of the staminate flowers, characterizing an inter-floral dicogamy. Evidences are showed that the presence of developing fruits at the base of the inflorescences inhibit the new hemaphrodite flowers and accelerate the beginning of the staminate phase of flower emission. The species is self-compatible. The seeds produced by the female plants are always cross-fertilized, while the seeds produced by the polliniferous plants may be self-fertilized by geitonogamy. In natural conditions, the female plants produce more fruits and seeds, with smaller rate of abortion and greater rate of germination than the polliniferous ones.
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Variação de traços funcionais que estruturam comunidades vegetais em restingas / Plant traits variation that structured communities in restingas

Lins, Lays Klécia Silva 31 March 2017 (has links)
Functional trait-based approaches are increasingly used in plant ecology to analyse the environmental filtration observed in environmental gradients. Such analyzes allow a quantification of the functional response of plant communities to changes occurring in a gradient, responding to abiotic and biotic drivers. Evidence suggests that intraspecific variation, due to phenotypic plasticity or genetic diversity and a difference in the composition of the species in question, should play a crucial role in driving the relationship of trait values in community vs. environment. Based on this, this dissertation presents an evaluation of the variation of functional traits of plant species in response to environmental filters in Restingas slopes of the South Coast of Alagoas as well as a contribution of the instraespecific variation and the turnover of the species in the gradient. For this, we measured 11 functional traits in Restinga species along a gradient by transects. We grouped plant species according to zones of gradient (zone a to zone c) and zone d (flood) and compared individual’s traits by ANOVA. Our second analysis partitioned the contributions of species turnover and intraspecific variation to among-site variation in functional traits. Significant differences were found between averages of traits in the zones. Evaluating the influence of species turnover and intraspecific variation on the average of each characteristic found in the zone, a decomposition of the total variation showed that the turnover of the species represents a greater proportion of the total variation of the characteristics in an intraspecific variation. Our results reveal that a community assembly is limited by environmental filters. / Recentes estudos em traços funcionais têm focado em análises para detecção da filtragem ambiental observada em gradientes ambientais. Tais análises permitem a quantificação da resposta funcional das comunidades de plantas às mudanças ambientais que ocorrem num gradiente, respondendo a “drivers” abióticos e bióticos. Evidências sugerem que a variação intraespecífica, decorrente da plasticidade fenotípica ou da diversidade genética e a diferença na composição das espécies em gradientes (isto é, o turnover da espécie), deve desempenhar um papel crucial na condução das relações valores de traços na comunidade vs ambiente. Baseado nisso, esta dissertação apresenta uma avaliação da variação de traços funcionais de espécies de plantas em resposta a filtros ambientais em gradientes de Restingas do Litoral Sul de Alagoas bem como a contribuição da variação instraespecífica e do turnover das espécies na comunidade. Para tanto, foram medidos 11 traços funcionais em espécies de Restinga ao longo de um gradiente edáfico por meio de transectos. As espécies foram agrupadas de acordo com as zonas do gradiente e os valores médios de traços funcionais por zona foram comparados por meio de ANOVA. Depois, foram calculadas as contribuições do turnover de espécies e da variação intraespecífica nas respectivas zonas. Foram encontradas diferenças nas características funcionais das espécies entre as zonas. Avaliando a influência do turnover de espécies e da variação intraespecífica sobre as médias de cada característica encontrada na zona, a decomposição da variação total mostrou que o turnover das espécies representou uma maior proporção da variação total da característica em comparação com a variação intraespecífica. Nossos resultados revelam, então, que a montagem da comunidade é limitada por filtros ambientais.
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Limitações e potencialidades da fotossíntese no cafeeiro em função da irradiância / Photosynthetic potentialities and limitations in coffee as affectecd by irradiance

Martins, Samuel Cordeiro Vitor 16 February 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2015-03-26T13:36:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 texto completo.pdf: 1212166 bytes, checksum: 3f37e080ab7fd33c90b19c34980f54cb (MD5) Previous issue date: 2011-02-16 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / The present study was carried out in order to analyse the contributions of hydraulic, diffusive (stomatal and mesophilic) and biochemical limitations to photosynthesis in coffee, the nitrogen partitioning within the photosynthetic machinery as well as its activation state in response to light. To this end, arabica coffee (Coffea arabica L.) plants were grown in pots during 12 months under two light availabilities (0 and 90% shading). Compared to sun plants, shade plants showed higher specific leaf area (63%), chlorophyll (76%), carotenoids (62%) and nitrogen (N) (15%) mass-based concentrations, as well as higher chlorophyll/N ratio (53%); in contrast, shade plants showed lower stomatal density (32%), stomatal index (20%), venation density (27%), stomatal (27%) and mesophyll (37%) conductance and N concentration on an area basis (30%). There were no differences in pigment concentrations (on an area basis) or in the chlorophyll a/b ratio between treatments. The N partitioning invested in Rubisco and electron transport chain components differed little between the phenotypes; however, higher N fraction was invested in structural components (13%) in shade plants compared to sun plants. There were no differences in mass-based gas exchange parameters except for the maximum carboxylation velocity calculated on a Cc basis, 24% higher in shade plants than in sun plants. In contrast, on an area basis, sun plants exhibited higher maximum carboxylation velocity (32%), maximum photosynthetic rate (45%) and electron transport rate (43%). Apparently, mesophyll conductance may be of equal or less importance than stomal conductance to explain the low photosynthetic rates in coffee, regardless of growth irradiance. It is suggested that the hydraulic architecture is the most limiting primary factor to photosynthesis in coffee plants. The results support the hypothesis that shade plants would take better advantage of sunflecks energy in relation to sun plants as a result of having higher activation states and lower induction losses, in addition to absence of photoinhibition in the shade leaves. The results help to explain, in part, the low photosynthetic nitrogen-use efficiency, as a consequence of high investment of N into non-photossynthetic components. / O presente estudo foi conduzido procurando-se analisar as contribuições das limitações hidráulicas, difusivas (estomática e mesofílica) e bioquímicas à fotossíntese do cafeeiro, a partição do nitrogênio dentro da maquinaria fotossintética e a ativação desta maquinaria em resposta à irradiância. Para tal, plantas de café arábica (Coffea arabica L.) foram cultivadas em vasos durante 12 meses, sob duas intensidades lumínicas (0 e 90% de sombreamento). Comparadas com as plantas de sol, as plantas à sombra exibiram maiores área foliar específica (63%), concentrações (em base de massa) de clorofilas (76%), carotenóides (62%) e de nitrogênio (N) (15%), como também maior razão clorofilas/N (53%); em contraste, as plantas sombreadas exibiram menores densidade estomática (32%), índice estomático (20%), densidade de venação (27%), condutâncias estomática (27%) e mesofílica (37%) e concentração de N em base de área (30%). Não houve variações significativas nas concentrações de pigmentos em base de área e na razão clorofila a/b entre os tratamentos. A partição do N investido em Rubisco e em componentes envolvidos no transporte de elétrons pouco diferiu entre os fenótipos; porém, maior fração do N investida em componentes estruturais (13%) foi observada nas plantas à sombra em relação às plantas ao sol. Não houve diferenças, em base de massa, nos parâmetros de trocas gasosas, com exceção da velocidade máxima de carboxilação tomando-se por base a concentração de CO2 nos sítios de carboxilação, 24% maior nas plantas sombreadas em relação às plantas a pleno sol. Em contraste, em base de área, as plantas de sol exibiram maiores velocidade máxima de carboxilação (32%), taxa fotossintética máxima (45%) e taxa de transporte de elétrons (43%). Aparentemente, a condutância mesofílica tem importância igual ou inferior à da condutância estomática na explicação das baixas taxas fotossintéticas, independentemente da irradiância de crescimento. Sugere-se que a arquitetura hidráulica seja o fator primário mais limitante à fotossíntese no cafeeiro. Os resultados suportam a hipótese de que as plantas sombreadas aproveitariam melhor a energia de sunflecks em relação às plantas de sol, em razão dos maiores estados de ativação e menores perdas de indução fotossintética, além de ausência de fotoinibição nas folhas de sombra. Os resultados ajudam a explicar, em parte, a baixa eficiência fotossintética do uso do N, em decorrência de alto investimento desse elemento em compostos não-fotossintéticos.
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Interação entre o papaya meleira virus (PMeV) e o mamoeiro (Carica papaya L.)

Rodrigues, Silas Pessini 25 August 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2016-12-23T13:48:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Silas_Rodrigues_Disseracao_Completa.pdf: 3107447 bytes, checksum: 7c277a205cc0673835ce714a89f3efd0 (MD5) Previous issue date: 2006-08-25 / A meleira do mamoeiro é causada pelo Papaya meleira virus (PMeV), de genoma de dsRNA, que induz uma exsudação espontânea de látex fluido à partir de frutos e folhas. Inicialmente, objetivou-se estabelecer uma metodologia molecular simplificada para o diagnóstico precoce do vírus. A metodologia baseou-se na extração e análise do dsRNA viral, a partir de látex e tecidos da planta. A transmissão do vírus pela mosca-branca Trialeurodes variabilis foi avaliada, observando-se que o inseto não transmitiu o vírus, embora tenha sido capaz de adquirí-lo a partir de mamoeiros infectados. Foi confirmado que a infecção ocorre quando látex infectado é injetado no ápíce do caule do mamoeiro. A avaliação da distribuição do PMeV em mamoeiros em diferentes fases da infecção revelou a ocorrência do vírus, principalmente, nos órgãos ricos em laticíferos. Neste tipo de célula, o vírus reduziu a quantidade e alterou a morfologia sueprficial dos polímeros presentes no látex, ligando-se fortemente à estes polímeros. O PMeV induziu um acúmulo dos elementos potássio e fósforo no látex, que também apresentou teores mais elevados de água. Observou-se também no látex infectado a síntese de alcalóides e um acúmulo de cristais de oxalato de cálcio. Este acúmulo foi positivamente correlacionado com a síntese de H2O2 nos laticíferos de plantas doentes, que também foi observada nas células companheiras do floema. Os resultados obtidos sugerem a existência de um mecanismo de defesa do mamoeiro contra o PMeV que envolve a síntese de H2O2 pelos laticíferos e células do floema. / Papaya sticky disease' is caused by Papaya meleira virus (PMeV) which has a dsRNA molecule as genome. It induces an exudation of fluid latex from the fruits and leaves. Initially, this work aimed to establish an easy molecular diagnostic method to early virus detection. The stablished method was based on virus de dsRNA extraction from papaya latex and tissues. Afterwards, the PMeV transmission by Trialeurodes variabilis whitefly was evaluated. Our observation was that as far as the insect caried the virus, it did not transmit it to the papaya plant. We also established that PMev infection occurs only when latex from diseased plants was injected in healthy ones. The evaluation of PMeV allocation within papaya at different infecton stages demonstrated that the virus was present mainly in laticifers richly tissues. In this cell type, the virus strongly reduced the amount of latex polymers, also altering their superficial morphology. Using transmission elecron microscopy, PMeV was observed strongly linked to the polymers. The virus induced an ncrease in water and potassium and phosphorus elements levels in the latex. Also, it was observed an increase in alkaloids and calcium oxalate crystal accumation. This accumulation was positively correlated with H2O2 synthesis, which was also observed at phloem companion cells. Taken together, these results suggest the existence of papaya defense mechanism against PMeV involving the H2O2 synthesis by laticifers and phloem cells.
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Estresse oxidativo em banana "Prata"; minimamente processada tratada com anti-oxidantes e avaliado em camundongo Apo-E-/- / Oxidative stress in fresh-cut "Prata"; banana treated with antioxidants and evaluated in Apo E-/- mice

Melo, Anderson Adriano Martins 29 October 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2015-03-26T12:40:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 texto completo.pdf: 1482814 bytes, checksum: 870fe4fd9eb1be24c85fb657ac09e8cd (MD5) Previous issue date: 2010-10-29 / Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais / Fresh-cut banana is highly perishable, due to enzymatic browning and oxidative stress, which can cause degradation of membranes of plant tissue. Immersion of banana slices in chemical treatments can increase its shelf-life, and turning it a healthier product with a higher antioxidant capacity, as well as preventing the development of degenerative diseases. The objectives of this work were to evaluate the effects of dipping banana slices in mixtures of antioxidants on physical, physiological and biochemical parameters related to visual quality, and associate them to changes in antioxidant and oxidative stress in plant tissue. It was also intended to evaluate the effect of fresh-cut banana on reducing the development of atherosclerosis in mice susceptible to this disease. To assess the effects on plant tissue, bananas from cultivar Prata at ripening stage 6 (fully yellow peel) were immersed in solutions containing ascorbic acid, calcium chloride and cysteine and citric acid during processing. We evaluated the effect of immersion in solutions with and without pH control on the enzymatic browning and the effect of cutting and chemical treatment on oxidative stress and antioxidant potential during storage. In plant tissue, immersion in the mixture containing cysteine at pH 2.0 promoted the decrease in the the activity of polyphenoloxidase, maintained the highest concentration of soluble phenolics, and remained the highest antioxidant capacity, but induced higher lipid peroxidation. The antioxidant capacity of control (non-immersed) fresh-cut banana was reduced by 80%, while those immersed was decreased to 50%. The reduction of the antioxidant potential in banana pulp showed associated with a reduction in the concentration of soluble phenolics (r = 0.96), while lipid peroxidation was correlated with the activity of catalase and superoxide dismutase. Treatment with antioxidants promoted greater reduction of catalase activity with increased concentrations of malondialdehyde in the tissue. To assess the effects on animal tissues, fresh-cut banana slices were immersed in ascorbic acid and calcium chloride solution and supplied to the animals during 10 weeks, in a daily supplemental feeding for Apo-E-/- mice. The development of atherosclerotic lesions in arteries and oxidative stress in the liver were evaluated. Dietary supplementation with fresh-cut banana prevented the development of atherosclerotic lesions in aortas. Lipid peroxidation in the liver tissue revealed that treatment with ascorbic acid and calcium chloride in the solution promoted increased oxidative stress, reflecting in lower antioxidant capacity. The treatment of fresh-cut banana with calcium chloride 1% (w/v) ascorbic acid + 1% (w/v) + cysteine 1% (w/v) was beneficial for the maintenance of product quality, however it might speed up degenerative processes related to oxidative stress in the tissue. Daily intake of minimally processed untreated banana seemed to promote a positive effect on the control of the development of atherosclerosis in Apo-E-/- mice. / A banana sob a forma minimamente processada é altamente perecível, devido ao escurecimento enzimático e ao estresse oxidativo, que podem causar degradação de membranas do tecido vegetal. A imersão de rodelas de banana em soluções de alguns compostos químicos pode aumentar sua conservação comercial, torná-la um produto mais saudável, com maior capacidade antioxidante, e evitar o desenvolvimento de doenças degenerativas. Os objetivos deste trabalho foram avaliar os efeitos da imersão de rodelas de banana minimamente processada em misturas de antioxidantes sobre aspectos físicos, fisiológicos e bioquímicos, relacionados à qualidade visual, e associá-los às alterações no potencial antioxidante e estresse oxidativo. Propôs-se também a avaliar a ação da banana minimamente processada sobre a redução do desenvolvimento da aterosclerose em camundongos susceptíveis à doença. Para avaliação dos efeitos no tecido vegetal, bananas da cultivar Prata no estádio de maturidade 6 (casca totalmente amarela) foram imersas em soluções contendo ácido ascórbico, cloreto de cálcio e cisteína ou ácido cítrico durante o processamento mínimo. Avaliaram-se o efeito da imersão em soluções com e sem controle de pH sobre o escurecimento enzimático e o efeito do corte e do tratamento químico sobre o estresse oxidativo e o potencial antioxidante durante a conservação. No tecido vegetal, a imersão em solução contendo cisteína na mistura sob pH 2,0 reduziu a atividade da polifenoloxidase, manteve a maior concentração de compostos fenólicos solúveis, e mais alta a capacidade antioxidante, mas induziu maior peroxidação lipídica. O potencial antioxidante da banana minimamente processada, não imersa, reduziu-se em 80%, enquanto as imersas exibiram redução de 50%. A redução do potencial antioxidante na polpa da banana mostrou-se correlacionada com a redução na concentração de fenóis solúveis (r = 0,96), enquanto a peroxidação de lipídeos esteve correlacionada com a atividade da catalase e da superóxido dismutase. O tratamento com antioxidantes proporcionou maior redução da atividade da catalase, bem como mostrou aumento na concentração de aldeído malônico nos tecidos. Para avaliação dos efeitos nos tecidos animais, rodelas de banana minimamente processada foram imersas em ácido ascórbico e cloreto de cálcio e fornecidas diariamente na suplementação alimentar de camundongos Apo-E-/-, durante dez semanas. Foram avaliados o desenvolvimento de lesões ateroscleróticas em artérias e o estresse oxidativo no fígado. A suplementação da dieta com banana minimamente processada evitou o desenvolvimento de lesões ateroscleróticas nas aortas. A peroxidação lipídica no tecido hepático revelou que o tratamento com ácido ascórbico e cloreto de cálcio na solução causou maior estresse oxidativo, refletindo-se em menor capacidade antioxidante. O tratamento da banana minimamente processada com cloreto de cálcio 1% (p/v) + ácido ascórbico 1% (p/v) + cisteína 1% (p/v) foi benéfico para a manutenção da qualidade do produto, mas mostrou que pode acelerar processos degenerativos relacionados ao estresse oxidativo no tecido. A ingestão diária de banana minimamente processada não-tratada parece ter efeito positivo sobre o controle do desenvolvimento da aterosclerose em camundongos Apo-E-/-.
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Exsudação de ácido málico e alongamento radicular de genótipos de milho tratados com níveis tóxicos de alumínio / Malic exudation and root elongation in maize genotypes treated with toxic levels of aluminum

Anjos, Otavia Faria dos 31 October 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2015-03-26T13:36:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 texto completo.pdf: 233114 bytes, checksum: c512aebdda22870fd45ba41c414294f0 (MD5) Previous issue date: 2007-10-31 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Aluminum effects on malic acid exudation and root elongation were evaluated in two maize genotypes: UFVM 100 e UFVM 200, selected from a group of six genotypes developed by the Agronomy Department of the Federal University of Viçosa, Viçosa, MG, Brazil. Five days-old seedlings of the six genotypes were exposed to Al 50 µM in 0.4 mM CaCl2, pH 4.0, for 24 h and, based on growth inhibition of the main root, they were classified into two categories: a) Al sensitive (≥ 68% inhibition): UFVM 8 and UFVM 100; and b) Al tolerant (≤ 64% inhibition): UFVM 6, UFVM 7, UFVM 9 and UFVM 200. The genotypes: UFVM 100 and UFVM 200 were selected for the following experiments. Seedlings of both genotypes were treated with different Al concentrations and different time of exposition to the metal and then the Al effect on root elongation was evaluated. The elongation of the main root decreased with increasing Al concentration in both genotypes, especially in the UFVM 100 genotype. Differences between cultivar were higher at lower concentration but decreased as Al concentration was increased in the growth medium. Inhibition in the elongation of the main root was evident from the beginning of Al treatment and increased linearly with the time of exposition to Al. The UFVM 200 genotype always showed higher Al tolerance than the UFVM 100 genotype and the differences between them were bigger at Al concentration between 25 and 50 µM. Aluminum contents in leaves were always low in comparison with the roots, but the UFVM 200 genotype showed higher Al contents than the UFVM 100 genotype. In the roots Al contents increased with increasing Al concentration in the growth medium and they were always higher in the UFVM 100 genotype. The activity of the malate dehydrogenase (MDH) was higher in roots, but it increased with Al treatment only in leaves of the tolerant genotype. Malic acid exudation to the growth medium was observed in control plants of both genotypes. In Al-treated plants of both genotypes malic acid exudation increased with increasing Al concentration in the growth medium but UFVM 200 genotype always showed higher exudation at all Al concentrations. Maximum malic exudation occurred at estimated Al concentration of 133 and 197 µM for the genotypes UFVM 200 e UFVM 100, respectively. Although, both genotypes have exudated malic acid to the growth medium, in none of them the amount of malic acid was enough to detoxify the Al in the nutrient solution. / Os efeitos do alumínio sobre o alongamento radicular e a exsudação de ácido málico foram avaliados em dois genótipos de milho: UFVM 100 e UFVM 200, selecionados de um grupo de seis genótipos desenvolvidos pelo Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG, Brasil. Plântulas, com cinco dias de idade, dos seis genótipos foram expostas a Al 50 µM em solução de CaCl2 0,4 mM, por 24 horas e, baseado na inibição do alongamento radicular, foram classificados em duas categorias: a) sensíveis ao Al (≥ 68% de inibição): UFVM 8 e UFVM 100; e b) tolerantes ao Al (≤ 64% de inibição): UFVM 6, UFVM 7, UFVM 9 e UFVM 200. Os genótipos UFVM 100 e UFVM 200 foram selecionados para os demais experimentos. Plântulas dos dois genótipos foram expostas a diferentes concentrações de Al e diferentes tempos de exposição e, então, o efeito do Al sobre o alongamento da raiz principal foi avaliado. O alongamento da raiz principal decresceu com o incremento na concentração de Al nos dois genótipos, especialmente no genótipo UFVM 100. Diferenças entre os genótipos foram maiores em baixas concentrações de Al e decresceram à medida que a concentração de alumínio foi aumentando no meio de cultivo. Inibições no crescimento da raiz principal foram evidentes desde o início da aplicação do tratamento e aumentaram linearmente com o tempo de exposição ao Al. O genótipo UFVM 200 mostrou sempre maior tolerância ao Al que o genótipo UFVM 100, tendo as maiores diferenças entre eles ocorrido entre 25 e 50 µM de Al. Os teores de Al nas folhas foram sempre baixas em comparação aos teores nas raízes, mas o genótipo UFVM 200 apresentou teores mais elevados que o genótipo UFVM 100. Nas raízes, os teores de Al aumentaram com a elevação na concentração de Al na solução de cultivo e foram sempre mais elevados no genótipo UFVM 100. A atividade da enzima desidrogenase malato (MDH) foi maior nas raízes, mas só foi modificada pelo tratamento com Al nas folhas do genótipo tolerante. Exsudação de ácido málico para o meio de cultivo ocorreu nas plantas controle dos dois genótipos. A exposição das plantas ao Al resultou em aumento na exsudação de ácido málico para o meio de cultivo, tendo o genótipo UFVM 200 apresentado maior exsudação deste ácido em todas as concentrações de Al. A exsudação máxima de ácido málico ocorreu nas concentrações estimadas de Al de 133 e 197 µM para os genótipos UFVM 200 e UFVM 100, respectivamente. Embora, os dois genótipos tenham exsudado ácido málico para o meio de cultivo, em nenhum deles a quantidade de ácido málico foi suficiente para eliminar a toxidez do Al na solução nutritiva.

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