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Mensuração ultra-sonográfica do colo uterino versus índice de bishop na predição do parto vaginal após indução com misoprostol / The transvaginal ultrasound cervical assessment and Bishop score, in the prediction of vaginal delivery after induction of labor with misoprostol

Aragão, Jose Richelmy Brazil Frota January 2007 (has links)
ARAGÃO, José Richelmy Brazil Frota. Mensuração ultra-sonográfica do colo uterino versus índice de bishop na predição do parto vaginal após indução com misoprostol. 2007. 68 f. Dissertação (Mestrado em Tocoginecologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2007. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-12-23T16:47:58Z No. of bitstreams: 1 2007_dis_jrbfaragão.pdf: 604618 bytes, checksum: 4a07ef99407e88ffab3c407f5c58b751 (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2013-12-23T16:48:36Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_dis_jrbfaragão.pdf: 604618 bytes, checksum: 4a07ef99407e88ffab3c407f5c58b751 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-12-23T16:48:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_dis_jrbfaragão.pdf: 604618 bytes, checksum: 4a07ef99407e88ffab3c407f5c58b751 (MD5) Previous issue date: 2007 / Objetivos: comparar a mensuração ultra-sonográfica transvaginal do colo uterino e o índice de Bishop, na predição do parto vaginal após indução do trabalho de parto com misoprostol 25mcg, assim como, determinar os principais fatores relacionados à evolução para parto vaginal. Sujeitos e Métodos: realizou-se estudo de validação de técnica diagnóstica na Maternidade-Escola Assis Chateaubriand da Universidade Federal do Ceará, com 126 gestantes com indicação para indução do trabalho de parto que foram avaliadas pelo índice de Bishop e ultra-sonografia transvaginal para mensuração cervical. As pacientes foram submetidas à ultra-sonografia obstétrica transabdominal, para avaliação da estática e peso fetais e índice de líquido amniótico, e à cardiotocografia basal para avaliação da vitalidade fetal. Procedeu-se à indução do trabalho de parto com misoprostol vaginal e sublingual, um dos comprimidos contendo 25mcg da droga e o outro apenas placebo. Os comprimidos foram administrados a cada seis horas, em um numero máximo de oito. A análise estatística foi realizada com o programa SPSS 10.0 (SPSS Co, Chicago, IL, USA), utilizando-se distribuição de frequências, médias, desvios-padrão e medianas; assim como, análise univariada e construção de curvas ROC, correlacionando índice de Bishop e parto vaginal, e medida ultra-sonográfica do colo uterino e parto vaginal. Em análise multivariada foram pesquisadas outras variáveis relacionadas ao parto vaginal. Resultados: através de curva ROC correlacionando a mensuração do colo uterino por ultra-sonografia transvaginal e a evolução para o parto vaginal, evidenciou-se uma área sob a curva de 0,513 com p=0,801. Outra curva ROC, analisando a relação da avaliação cervical pelo índice de Bishop com o parto vaginal, demonstrou área sob a curva de 0,617 com p=0,025. Através de análise de regressão logística múltipla, evidenciou-se paridade ≥ 1, escore de Bishop ≥ 4 e presença de líquido amniótico claro como associados à evolução para o parto vaginal. Conclusões: a medida ultra-sonográfica transvaginal do colo uterino não foi boa preditora da evolução para parto vaginal em pacientes com trabalho de parto induzido com misoprostol. O índice de Bishop foi melhor preditor para parto vaginal nestas circunstâncias. Os fatores preditivos mais importantes para parto vaginal, após indução com misoprostol, foram paridade ≥ 1, índice de Bishop ≥ 4 e presença de líquido amniótico claro.
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Intervenções por telefone para adesão ao exame colpocitológico

Lima, Thais Marques January 2015 (has links)
LIMA, Thais Marques. Intervenções por telefone para adesão ao exame colpocitológico. 2015. 112 f. Tese (Doutorado em Odontologia) - Faculdade de Farmácia, Ondologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2015-05-12T14:07:59Z No. of bitstreams: 1 2015_tese_tmlima.pdf: 1399186 bytes, checksum: 40d07be237609074adff31c9e2745aef (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2015-05-12T14:17:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_tese_tmlima.pdf: 1399186 bytes, checksum: 40d07be237609074adff31c9e2745aef (MD5) / Made available in DSpace on 2015-05-12T14:17:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_tese_tmlima.pdf: 1399186 bytes, checksum: 40d07be237609074adff31c9e2745aef (MD5) Previous issue date: 2015 / The objective was to test the effects of behavioral and educational interventions by the phone on the adherence of women with an inadequate smear test periodicity. Therefore, we performed a quasi-experimental study comparing two groups: behavioral intervention (telephone reminder) and educational intervention ( educational session by the phone). The study was conducted at the Family Development Cente r (CEDEFAM) from January to August 2014. The studied population was composed of 524 women who underwent the Pap smear at the above-mentioned Center and their testi ng periodicity was not in compliance with the recommendations of the Ministry of Health. The sample population was selected according to the following criteria: women must hav e initiated their sexual activity, have an inadequate examination frequency, are aged between 25 and 64 years and have a mobile phone number recorded in their chart. The CAP (know ledge, attitude and practice) tool used in the investigation had been previously validated in an experimental study. Additionally, a socio-demographic data collection tool and an inter vention script made according to the principles of a Motivational Interview were also us ed. Data were analyzed using the Statistical Package for Social Sciences (SPSS), ver sion 20.0. The data showed that almost the entire sample (98.1%) had heard about prevention of cervical cancer, but 68.7% had an inadequate knowledge of the test. It was found that the average time since the last examination was 31.7 months and the main reason for the inadequate periodicity was the difficulty in scheduling an appointment (40.8%). Th e comparison of their knowledge, attitude and practice before and after the behavioral and ed ucational interventions showed that there was a statistically significant change (p = 0.0283) in the knowledge of women who participated in the educational intervention, there was no proven change in the attitude of women of either group, and there was a significant change toward an increased adherence to the Pap smear in both groups (p < 0.0001), with the women who participated in the behavioral group showing a greater adherence (66.8%). Only the knowledge of the proper goal of the Pap smear was statistically associated with the knowled ge, attitude and practice of the test (p <0.05). Knowledge and attitude were statistically a ssociated with the women having a previous experience with any educational cervical c ancer prevention activity. A history of cancer of any origin in the family was associated w ith the knowledge and practice of the test. With regard to practice, educational level, marital status and the presence of a chronic disease were factors significantly associated with it. From the observed changes we can conclude that the different interventions were effective in incre asing smear test compliance among women, confirming the initial hypothesis. Therefore, it is important for the nursing professionals to conduct permanent health education activities aimed to promote the prevention of cervical cancer / Objetivou-se testar os efeitos de intervenção comportamental e educativa por telefone na adesão das mulheres com periodicidade inadequada ao exame colpocitológico. Para tanto, foi realizado um estudo quase-experimental de comparação entre dois grupos: intervenção comportamental (lembrete por telefone) e intervenção educativa (sessão educativa por telefone). A coleta de dados foi realizada no Centro de Desenvolvimento Familiar (CEDEFAM), no período de janeiro a agosto de 2014. A amostra foi constituída de 524 mulheres que realizaram o exame colpocitológico na referida unidade, e estavam com a periodicidade inadequada de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, conforme os seguintes critérios de inclusão: estarem na faixa etária entre 25 e 64 anos, terem iniciado atividade sexual, estarem com a periodicidade do exame inadequada e com o número de seu telefone móvel no prontuário. O instrumento aplicado referente ao inquérito CAP (conhecimento, atitude e prática) havia sido validado anteriormente em um estudo experimental. Além desse foi utilizado um instrumento para a coleta de dados sociodemográficos e um roteiro de intervenção segundo os preceitos da Entrevista Motivacional. Os dados foram analisados por meio do programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 20.0. Os dados deixaram em evidência que 98,1% da amostra já havia ouvido falar sobre a prevenção do CCU, e 68,7% haviam sido inadequadamente classificadas em relação ao conhecimento sobre o exame. Observou-se que o tempo médio em relação ao último exame realizado era de 31,7 meses e que o principal motivo para a inadequação da periodicidade foi a dificuldade para marcação do exame (40,8%). Ao serem comparados o conhecimento, atitude e prática antes e após as intervenções comportamental e educativa constatou-se que houve uma mudança estatisticamente significativa (p=0,0283) no aumento do conhecimento das mulheres que participaram da intervenção educativa; não houve mudança comprovada na atitude das mulheres de nenhum dos grupos e houve mudança significativa no aumento da adesão ao exame colpocitológico nos dois grupos (p<0,0001), com maior adesão das mulheres que participaram do grupo comportamental (66,8%). Apenas o conhecimento acerca do objetivo correto do exame colpocitológico associou-se estatisticamente ao conhecimento, atitude e prática do exame (p<0,05). O conhecimento e a atitude associaram-se estatisticamente com o fato de a mulher ter vivência prévia de experiência educativa sobre prevenção do CCU. Ter histórico de câncer de qualquer origem na família foram associados ao conhecimento e prática do exame. Relacionados apenas à prática, observou-se que escolaridade, estado conjugal e presença de doença crônica eram fatores que apresentavam associação significativa. Conclui-se, a partir das mudanças ocorridas, que as diferentes intervenções foram eficazes na adesão das mulheres ao exame colpocitológico, comprovando-se a hipótese inicialmente apresentada. Por esta razão, considera-se relevante que os profissionais da enfermagem realizem a educação permanente em saúde com atividades que venham a promover a atenção para a prevenção do CCU.
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Avaliação do seguimento de mulheres com diagnóstico de câncer de colo ulteríno / Evaluation of follow-up of women diagnosed with cervical cancer

Oliveira, Nancy Costa de January 2011 (has links)
OLIVEIRA, Nancy Costa de. Avaliação do seguimento de mulheres com diagnóstico de câncer de colo uterino. 2011. 83 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2011. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-02-23T16:00:06Z No. of bitstreams: 1 2011_tese_ncoliveira.pdf: 6261426 bytes, checksum: 85cadcfc07f8c6ae08c4723ddbbd6e3f (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-02-27T11:46:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_tese_ncoliveira.pdf: 6261426 bytes, checksum: 85cadcfc07f8c6ae08c4723ddbbd6e3f (MD5) / Made available in DSpace on 2012-02-27T11:46:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_tese_ncoliveira.pdf: 6261426 bytes, checksum: 85cadcfc07f8c6ae08c4723ddbbd6e3f (MD5) Previous issue date: 2011 / A ideia de seguimento, na perspectiva de acompanhar de mulheres com diagnóstico de Câncer de Colo Uterino (CCU), identificar como estão sendo encaminhadas e tratadas no Sistema Único de Saúde (SUS), possibilita conhecer variáveis, eventos e condições que proporcionam uma avaliação dessa área do cuidado e do sistema. É elevado o número de casos de CCU, que apesar de preveníveis e controláveis com os conhecimentos e as tecnologias existentes, apresenta taxas de morbidade e de mortalidade elevadas, sendo os aspectos associados ao acesso e à qualidade do seguimento fatores estreitamente relacionados a esse desfecho. Diante do exposto, o trabalho objetivou avaliar o seguimento de mulheres com CCU na perspectiva dos sistemas de informação de saúde e de mulheres que não obtiveram registros de seguimento nestes sistemas. Trata-se de pesquisa documental, avaliativa e de campo, realizada em quatro etapas: listagem nominal de mulheres com diagnóstico de CCU, residentes em Fortaleza-CE, registradas em 2008 no SISCOLO de Fortaleza; busca nominal de mulheres com diagnóstico de CCU nas APAC-Onco, AIH e Declaração de óbito (DO); busca nominal de mulheres com diagnóstico de CCU no prontuário eletrônico das pacientes; e realização das entrevistas com mulheres não identificadas na 2ª e 3ª etapas. As entrevistas foram realizadas por meio de visita domiciliária, de setembro a dezembro de 2010. Os resultados evidenciaram 80 casos de mulheres com diagnóstico de CCU, residentes em Fortaleza-CE, em 2008. Destas, 2,6% encontravam-se abaixo de 25 anos, 61,2% na faixa de 25 a 59 anos e 36,2% apresentaram idade acima de 60 anos. O carcinoma epidermóide invasivo acometeu 81,2% das mulheres, enquanto que o adenocarcinoma apresentou-se em 18,2% dos casos. A análise nos sistemas de informação SIA/SUS, SIH/SUS e SIM identificou procedimentos que caracterizaram seguimento de mulheres com diagnóstico de CCU, em 50% das mulheres diagnosticadas. Da outra metade, 16,2% obtiveram seguimento identificado no prontuário eletrônico; 33,7% não apresentaram informações de seguimento em nenhuma das fontes citadas, tendo estas sido selecionadas para entrevista. No entanto, destas, apenas 20% foram entrevistas, pois as demais não ofereciam informações suficientes para o acesso à pesquisadora. As entrevistas revelaram baixas condições socioeconômicas destas mulheres. Os resultados de Papanicolaou foram entregues com cerca de um mês e na data agendada. Na identificação de aspectos relacionados ao encaminhamento da paciente com CCU para outros níveis de referência, 87,5% recebeu encaminhamento para algum tipo de instituição com nível de complexidade mais alto; quanto ao estado atual de seguimento, das mulheres entrevistadas, apesar da maioria ter realizado procedimentos que caracterizaram seguimento, ainda foi evidente a necessidade da educação permanente para a qualificação profissional, a fim de evitar iniquidades no atendimento à mulher acometida pelo CCU. Houve evidência de subregistro no SIH. Confirmou-se a tese de que as informações de seguimento das mulheres com CCU, em Fortaleza-CE, não refletem a real magnitude de seguimento das mulheres que obtiveram diagnóstico de CCU, uma vez que se constatou o acesso destas à realização dos procedimentos necessários para o seguimento adequado.
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Predição de parto prematuro pela biometria e dopplervelocimetria da glândula adrenal fetal em pacientes com sintomas de trabalho de parto prematuro / Of preterm delivery prediction by biometry and Doppler fetal adrenal gland in patients with symptoms of preterm labor

Lemos, Aline Pinto January 2015 (has links)
LEMOS, Aline Pinto. Predição de parto prematuro pela biometria e dopplervelocimetria da glândula adrenal fetal em pacientes com sintomas de trabalho de parto prematuro. 2015. 112 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2016-03-09T11:45:21Z No. of bitstreams: 1 2015_dis_aplemos.pdf: 1368686 bytes, checksum: 080dc0b8ba763dd57096efb3902d0bcb (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2016-03-09T12:08:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_dis_aplemos.pdf: 1368686 bytes, checksum: 080dc0b8ba763dd57096efb3902d0bcb (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-09T12:08:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_dis_aplemos.pdf: 1368686 bytes, checksum: 080dc0b8ba763dd57096efb3902d0bcb (MD5) Previous issue date: 2015 / Objectives: The purpose of this study is to evaluate the predicting capacity of the biometry of fetal adrenal gland in patients who are undergoing symptoms of premature labor and untouched membranes, and compare it with uterine collum measurement regarding such prediction. Methodology: A transverse kind of study was accomplished at the “Assis Chateubriand” Maternity School at the Federal University of Ceará from April 2014 to March 2015 on fifty-seven (57) patients consecutively hospitalized at the obstetrics section at pregnant age ranged from 24 to 36 weeks. Patients suffering from diabetes, hypertension, malformations or fetal-development restriction were excluded. Ultrasound was carried out on the first day of their hospitalization to measure the length of their uterine collum (transvaginal) as well as the biometry of their fetal adrenal gland. The main outcome variable was the time elapsed until the delivery itself, with a subclassification into two groups: the ones who had their delivery up to seven days or after the seventhy day. The significance level considered was p< 0,05. The Fisher – Exact test was used for nominal variables and the T-student or the Mann-Whitney Test for continuous variables. The ‘ROC’ curve was carried out to define cutoffs. Results: The prevalence of deliveries within seven days was 33,3% in the total population, and 32,6% in the subpopulation who had no previous history of premature delivery. When the general population was evaluated, no statistical difference concerning the fetal adrenal gland parameters was found. As for the subpopulation with no previous history of premature delivery (at low risk), there was a statistical difference regarding the depth, not only to its total and central component (fetal), but also to its relation (central/total). The cutoffs found measured 13,1mm, 7,7mm and 53,5mm, respectively. Sensibilities found (ranged from 71,4% to 76,9%) were to those presented by the uterine collum measurement; however, they were lower with regard to specificities (ranged from 55,2% and 69%) and accuracies (ranged from 60,5% to 72,1%). Conclusions: The depth of the adrenal gland is capable of predicting the delivery occurrence within seven days for patients with no history of premature delivery. Its predicting capacity was lower than the measurement of the uterine collum. / Objetivos: O objetivo do presente estudo foi avaliar a capacidade de predição do parto prematuro através da biometria e da dopplervelocimetria da glândula adrenal fetal em pacientes com sintomas de trabalho de parto prematuro e membranas íntegras e compará-los com o poder de predição da medida do comprimento do colo uterino. Metodologia: O estudo do tipo transversal, prospectivo, foi realizado na Maternidade-Escola Assis Chateaubriand-UFC de abril de 2014 a março de 2015 com cinquenta e sete pacientes consecutivamente internadas no setor de obstetrícia com idades gestacionais entre 24 e 36 semanas. Foram excluídas as pacientes com diabetes, hipertensão, malformações ou restrição do crescimento fetais. Ultrassom foi realizada no primeiro dia da admissão para a medida do comprimento do colo uterino (transvaginal), biometria e dopplervelocimetria da glândula adrenal fetal. A variável desfecho foi o tempo decorrido até o parto com subclassificação em dois grupos: aquelas que tiveram o parto em até sete dias ou depois do sétimo dia. Considerou-se nível de significância de p<0,05. Utilizou-se o teste Exato de Fisher para variáveis nominais o teste t-Student ou de Mann-Whitney para as variáveis contínuas. Foi realizado curva ROC para definir pontos de corte Resultados: A prevalência de parto dentro de sete dias foi de 33,3% na população total e de 32,6% na subpopulação sem antecedente de parto prematuro. Para a subpopulação sem antecedente de parto prematuro (baixo risco) houve diferença estatística para a profundidade, tanto seu componente total e central (fetal) quanto sua relação (central/total). Os pontos de corte encontrados foram 13,1 mm (total), 7,7 mm (central) e 53,5 (relação central/total), respectivamente. Encontraram-se sensibilidades semelhantes (variando de 71,4 a 76,9%) àquelas apresentadas pela medida do colo uterino; no entanto, com especificidades (variando de 55,2 a 69%) e acurácias (de 60,5 a 72,1%) mais baixas. Tanto quando se avaliou a população total quanto a subpopulação sem antecedente de parto prematuro (baixo risco) houve diferença estatística para o índice de resistência do Doppler da artéria adrenal fetal. Os pontos de corte encontrados foram 0,82 e 0,77 respectivamente, encontraram-se sensibilidades semelhantes de 78,9 % e 78,6% e acurácias de 59,5% e 66,5%, respectivamente. Para o ponto de corte do comprimento colo uterino de 11mm , foi encontrado sensibilidade de 76,5%, especificidade de 80% e acurácia de 79,2%, já para ponto de corte de 20mm a sensibilidade encontrada foi a mesma, porém com especificidade e acurácia menores, de 72,2% e 73,6% respectivamente. No que se refere à ausência do ecoglandular foi encontrado sensibilidade de 73,3%, especificidade de 75% e acurácia de 74,4%. Conclusões: A medida da profundidade da glândula adrenal foi capaz de predizer a ocorrência de parto dentro de sete dias em pacientes sem antecedente de parto prematuro. Sua capacidade de predição foi menor que a medida do colo uterino. O índice de resistência (IR) do Doppler da artéria adrenal foi capaz de predizer a ocorrência de parto dentro de sete dias e de forma mais significativa em pacientes sem antecedente de parto prematuro.
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Sentidos que fundam modos de ser de gestantes na prevenção do câncer do colo do útero salvador 2013

Moreira, Rita de Cássia Rocha 08 November 2013 (has links)
Submitted by Mendes Márcia (marciinhamendes@gmail.com) on 2014-01-16T17:52:51Z No. of bitstreams: 1 30ª TESE - RITA DE CÁSSIA ROCHA MOREIRA.pdf: 1804447 bytes, checksum: ecdb13b48a275591cf10ad8499e95f38 (MD5) / Approved for entry into archive by Rodrigo Meirelles (rodrigomei@ufba.br) on 2014-06-06T21:24:40Z (GMT) No. of bitstreams: 1 30ª TESE - RITA DE CÁSSIA ROCHA MOREIRA.pdf: 1804447 bytes, checksum: ecdb13b48a275591cf10ad8499e95f38 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-06-06T21:24:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 30ª TESE - RITA DE CÁSSIA ROCHA MOREIRA.pdf: 1804447 bytes, checksum: ecdb13b48a275591cf10ad8499e95f38 (MD5) / Introdução: A gravidez representa uma vivência repleta de sentimentos de prazer, satisfação, medo, ansiedade. Uma fase da existencialidade em que há estreita relação entre os aspectos fisiológicos, emocionais, sociais, conjugais que requerem, por parte da mulher, contínuas e gradativas adaptações dos modos de ser, na perspectiva de mudanças nos papéis sociais e no campo das emoções. Portanto, falar de câncer do colo do útero nesse período demanda sensibilidade para reconhecer que a gestante necessita de atitudes de acolhimento e compreensão. Nessa perspectiva, insere-se o acompanhamento com a consulta pré-natal cuja finalidade é acolher a mulher desde o início da gravidez. Objeto de estudo: sentidos da prevenção do câncer do colo do útero para gestantes. Questionamento de pesquisa: quais os sentidos da prevenção do câncer do colo do útero para gestantes atendidas no ambulatório da UBS/CSU, em Feira de Santana-BA, no ano de 2012? Objetivo: compreender os sentidos da prevenção do câncer do colo do útero na ótica de gestantes. Neste estudo, a palavra sentido tem a conotação heideggeriana que se traduz em horizonte, modos de ser, perspectiva. Método: fenomenológico, com iluminação no eixo teórico filosófico da fenomenologia heideggeriana, que seguiu a orientação metódica das etapas de redução, construção e destruição fenomenológica. Participaram 10 gestantes, maiores de 18 anos, que realizaram o papanicolaou na gestação atual ou em outra, estavam cadastradas e eram atendidas por enfermeiras no ambulatório de pré-natal da (UBS/CSU), no município de Feira de Santana-BA. Para a obtenção dos depoimentos, foi aplicada a entrevista fenomenológica. A análise compreensiva se deu conforme o referencial teórico filosófico de Martin Heidegger e outros estudiosos da fenomenologia. Resultados: com o emergir das unidades de sentido, foi desvelado que as gestantes vivenciam o fenômeno da prevenção do câncer do colo do útero com o velamento da palavra câncer, no modo da ambiguidade na convivência conjugal, experienciando a impessoalidade nas relações entre profissional e cliente e no modo da falação. Conclusão: necessitamos enfrentar o desafio de reconhecer a fragilidade do modelo biomédico para cuidar da saúde das mulheres. O enfrentamento poderá ser no pesquisar, aprender, re-aprender e ensinar o cuidar. Defendo, então, que o modelo de atenção em pré-natal seja pautado no modo compreensivo de solicitude, de voltar-se ao outro como outro, centrado na dimensão existencial da mulher que busca os serviços de saúde, pois o agir em saúde vinculado à temporalidade e à historicidade da presença diz respeito à ação humana vinculada ao horizonte da existencialidade e ao modo aberto de ser-no-mundo.
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ANÁLISE DA SOBREVIDA DE MULHERES COM CÂNCER DO COLO DO ÚTERO ATENDIDAS EM HOSPITAL DE REFERÊNCIA PARA ONCOLOGIA NO ESPÍRITO SANTO ENTRE 2000 E 2005

MASCARELLO, K. C. 04 April 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-30T10:50:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_5569_.pdf: 1183614 bytes, checksum: 55ac33efaff969b3e8e2aba282d4611c (MD5) Previous issue date: 2012-04-04 / O câncer do colo do útero corresponde a uma das principais causas de morte por neoplasias na população feminina mundial. Objetivos: descrever o perfil sóciodemográfico e clínico de mulheres atendidas no HSRC/AFECC entre 2000 e 2005 com câncer do colo uterino associando com estadiamento inicial e analisar a sobrevida dessas mulheres. Metodologia: trata-se de um estudo analítico com utilização de dados secundários retrospectivos. A amostra foi constituída por 964 mulheres. Foram utilizados a curva de Kaplan-Meier e o modelo de Cox para avaliação da sobrevida e para análise logística múltipla, respectivamente. Resultados: houve predominância de mulheres na faixa etária de 40 a 59 anos (49,3%), cor não branca (76,8%), com até primeiro grau incompleto (70,9%), casadas (48.3%), com encaminhamento do SUS (84,2%). O estadiamento III esteve presente em 44% das mulheres, seguido do II (31,4%). A maioria das mulheres realizou radioterapia exclusiva (52,1%), 133 (28,2%) tiveram recidiva local e 218 (43,4%) metástases à distância. As variáveis significantes com o estadiamento inicial foram faixa etária, escolaridade, tipo histológico, recidiva, presença de metástase, número de metástases e desfecho (p<0,05). Ocorreram 421 (43,6%) óbitos no período mínimo de 5 anos de seguimento, com sobrevida global de 58,8% em 5 anos. Após análise multivariada identificou-se como risco a procedência Região Serrana (1,94 vezes, IC: 1,09-3,45) e estadiamento crescente. As mulheres com estadiamento III e IV apresentaram risco de 4,33 (IC: 3,00-6,24) e 15,40 (IC: 9,72- 24,39) vezes maior, respectivamente, de terem menor sobrevida quando comparadas ao estadio I. Conclusões: Os resultados demonstram que o diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais na redução da mortalidade por câncer do colo do útero e que novas políticas de saúde devem ser implementados para a redução da doença.
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Mortalidade por câncer de cérvice uterina no Rio Grande do Sul, perído de 1979 a 1998

Kalakun, Luciane January 2002 (has links)
Resumo não disponível.
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A exposição ao fumo de cigarros em lesões do colo uterino : um estudo de caso-controle

Santos, Viviane Kubiszewski dos January 2010 (has links)
A infecção do colo uterino por tipos oncogênicos do HPV é a causa principal para desenvolvimento de lesões cervicais de baixo (LSIL) e alto grau (HSIL), bem como do câncer invasivo. No entanto, considerando que um grande número de mulheres infectadas por HPVs oncogênicos não desenvolve o câncer cervical, torna-se necessário verificar o papel de outros potencias fatores de risco, como o tabagismo, no desenvolvimento desse tipo de câncer. Este estudo de caso-controle tem como objetivo verificar a associação da exposição ativa ao tabagismo com a infecção genital pelo Papilomavírus humano e com o grau de lesões em colo uterino. Para tal, utilizamos uma amostra de 306 mulheres. O grupo caso foi composto por 84 mulheres com infecção genital pelo HPV e com alteração no exame histopatológico do colo uterino. O grupo controle corresponde a 222 mulheres HPV-DNA negativas e sem alteração ao exame citopatológico da cérvice uterina. A detecção e a genotipagem do HPV foram feitas por PCR, utilizando os primers GP5+/GP6+ e primers específicos para os HPVs 16, 18 e 31. Foi utilizada Regressão Logística Múltipla para verificar a associação das variáveis estudadas com os desfechos (i) infecção genital pelo HPV e (ii) grau de lesões cervicais. As variáveis independentemente associadas à infecção pelo HPV foram grupo etário inferior a 35 anos (OR 4,83; IC95% 2,28-10,20) e fumo de cigarros (OR 2,80; IC95% 1,55-5,08). O fumo também mostrou-se associado ao grau de lesão cervical - HSIL (OR 14,5; IC95% 3,07-66,7; p=0,001). A baixa escolaridade (p=0,06) e histórico de DSIs (p=0,07) apresentaram associação limítrofe com este desfecho. Os resultados sugerem associação entre o fumo de cigarros com infecção genital pelo HPV e com lesões cervicais de alto grau. Esses achados relevam a importância do controle da exposição ao fumo em medidas de prevenção do câncer de colo uterino. / The infection of the cervix by oncogenic HPV is the main cause for developing low grade cervical lesions (LSIL), high grade cervical lesions (HSIL) and invasive cancer. However, considering that a large number of women infected with oncogenic HPVs do not develop cervical cancer, it is necessary to examine the role of other potencial risk factors, such as cigarette smoking, in the development of this type of cancer. This case-control study aims to investigate the association of exposure to active smoking and genital infection with human papillomavirus and the degree of lesions in the cervix. To this end, a sample of 306 women was used. The case group comprised 84 women with genital HPV infection and with abnormal histopathology of the cervix. The control group consists of 222 HPV-DNA negative women with no alterations in the cytological examination of the uterine cervix. The HPV detection and genotyping were performed by PCR, using primers GP5 + / GP6 + and specific primers for HPV 16, 18 and 31. Multiple logistic regression was used to verify the association of variables with the outcomes (i) genital HPV infection and (ii) degree of cervical lesions. Variables independently associated with HPV infection were age <35 years old (OR 4.83; 95% CI 2.28-10.2) and cigarette smoking (OR 2.8; 95%CI 1.55-5.08). Smoking also was associated with the degree of cervical lesions - HSIL (OR 14.5; 95% CI 3.07-66.7; p= 0.001). Low education level (p=0.06) and STIs history (p=0.07) showed borderline association with this outcome. The results suggest an association between cigarette smoking and genital HPV infection and high-grade cervical lesions. These findings emphasize the importance of controlling exposure to cigarette smoking on measures to prevent cervical cancer.
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Carcinoma adenoescamoso versus adenocarcinoma de colo uterino estádio inicial em pacientes submetidas à histerectomia radical : uma análise prognóstica

Reis, Ricardo dos January 2007 (has links)
Objetivo: com o intuito de avaliar se a histologia (adeno carcinoma vs carcinoma adenoescamoso) é um indicador prognóstico independente em pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 após histerectomia radical. Método: todas as pacientes com adenocarcinoma ou carcinoma adenoescamoso que foram submetidas à histerectomia radical entre outubro de 1990 e dezembro de 2006, na Universidade do Texas M.D. Anderson Cancer Center, foram avaliadas. Dados clínico-patológicos coletados incluíram idade, estádio da doença, grau histológico, status dos linfonodos pélvicos, envolvimento parametrial, profundidade de invasão estromal, evidência de invasão dos espaços linfo-vasculares (IELV) e terapia adjuvante. As pacientes foram categorizadas como doença de “baixo risco” ou “alto risco” dependendo dos achados patológicos finais.Resultados: nós identificamos 126 pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 de carcinoma adenoescamoso (n = 29) ou adenocarcinoma (n = 97). O seguimento (mediana) das pacientes foi de 79 meses (variação 1,7-184,6). A idade (mediana) foi 40,3 anos para pacientes com adenocarcinoma e 35,2 anos para pacientes com carcina adenoescamoso (P = 0,88). Grau histológico III e IELV foram mais comuns em pacientes com tumores adenoescamosos, do que em pacientes com adenocarcinoma (85 % vs 16 %; P < 0,01 e 56,5 % vs 32,8 %; P = 0,04 respectivamente). Histologia não foi associada com envolvimento de linfonodos pélvicos ou envolvimento parametrial. Não havia diferença nos índices de recorrência entre os dois grupos histológicos, porém o tempo até a recorrência foi menor para pacientes com carcinoma adenoescamoso (7,9 meses vs 15 meses; P = 0,01). Não havia diferença entre os tipos celulares com relação aos índices derecorrência e sobrevida livre de recorrência nos grupos de baixo e alto risco. Conclusão: não evidenciamos que subtipo histológico afeta o prognóstico; entretanto, o tempo até a recorrência foi menor em pacientes com carcinoma adenoescamoso. Nosso estudo sugere que em paciente com carcinoma adenoescamoso ou adenocarcinoma estádio IB1, a presença de fatores de alto risco é mais importante do que o subtipo histológico.
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Carcinoma adenoescamoso versus adenocarcinoma de colo uterino estádio inicial em pacientes submetidas à histerectomia radical : uma análise prognóstica

Reis, Ricardo dos January 2007 (has links)
Objetivo: com o intuito de avaliar se a histologia (adeno carcinoma vs carcinoma adenoescamoso) é um indicador prognóstico independente em pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 após histerectomia radical. Método: todas as pacientes com adenocarcinoma ou carcinoma adenoescamoso que foram submetidas à histerectomia radical entre outubro de 1990 e dezembro de 2006, na Universidade do Texas M.D. Anderson Cancer Center, foram avaliadas. Dados clínico-patológicos coletados incluíram idade, estádio da doença, grau histológico, status dos linfonodos pélvicos, envolvimento parametrial, profundidade de invasão estromal, evidência de invasão dos espaços linfo-vasculares (IELV) e terapia adjuvante. As pacientes foram categorizadas como doença de “baixo risco” ou “alto risco” dependendo dos achados patológicos finais.Resultados: nós identificamos 126 pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 de carcinoma adenoescamoso (n = 29) ou adenocarcinoma (n = 97). O seguimento (mediana) das pacientes foi de 79 meses (variação 1,7-184,6). A idade (mediana) foi 40,3 anos para pacientes com adenocarcinoma e 35,2 anos para pacientes com carcina adenoescamoso (P = 0,88). Grau histológico III e IELV foram mais comuns em pacientes com tumores adenoescamosos, do que em pacientes com adenocarcinoma (85 % vs 16 %; P < 0,01 e 56,5 % vs 32,8 %; P = 0,04 respectivamente). Histologia não foi associada com envolvimento de linfonodos pélvicos ou envolvimento parametrial. Não havia diferença nos índices de recorrência entre os dois grupos histológicos, porém o tempo até a recorrência foi menor para pacientes com carcinoma adenoescamoso (7,9 meses vs 15 meses; P = 0,01). Não havia diferença entre os tipos celulares com relação aos índices derecorrência e sobrevida livre de recorrência nos grupos de baixo e alto risco. Conclusão: não evidenciamos que subtipo histológico afeta o prognóstico; entretanto, o tempo até a recorrência foi menor em pacientes com carcinoma adenoescamoso. Nosso estudo sugere que em paciente com carcinoma adenoescamoso ou adenocarcinoma estádio IB1, a presença de fatores de alto risco é mais importante do que o subtipo histológico.

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