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A influência da mata nativa na diversidade e abundância de abelhas polinizadoras de cajueiros (Anacardium occidentale L.) em plantios comerciais / The influence of native forest in the diversity and abundance of pollinating bees of cashew (Anacardium occidentale L.) in commercial plantations

Rocha, Epifânia Emanuela de Macêdo January 2013 (has links)
ROCHA, E. E. M. A influência da mata nativa na diversidade e abundância de abelhas polinizadoras de cajueiros (Anacardium occidentale L.) em plantios comerciais. 2013. 70 f. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2013. / Submitted by Daniel Eduardo Alencar da Silva (dealencar.silva@gmail.com) on 2014-12-10T19:25:43Z No. of bitstreams: 1 2013_dis_eemrocha.pdf: 2078409 bytes, checksum: 2aae657c70f0df487a8413ea8c1d810e (MD5) / Approved for entry into archive by José Jairo Viana de Sousa(jairo@ufc.br) on 2016-03-18T23:22:13Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_dis_eemrocha.pdf: 2078409 bytes, checksum: 2aae657c70f0df487a8413ea8c1d810e (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-18T23:22:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_dis_eemrocha.pdf: 2078409 bytes, checksum: 2aae657c70f0df487a8413ea8c1d810e (MD5) Previous issue date: 2013 / This study aimed to understand the abundance, diversity and frequency of bees visiting flowers in cashew tree growing areas near and far from commercial native forest. The research was conducted during the blooming season in 2012, from August to November in commercial orchards in the city of Horizonte, Ceará. The methodology consisted in marking five different gradients of distance (40m, 80m, 120m, 160m and 200m) in all 10 areas to perform and record count of floral visitors in 500 panicles during transect conducted at six different times (7h, 9h, 11h, 13h, 15h and 17h), and captured with an insect net in six selected trees, five minutes at each cashew tree in an area of 25m x 50m. We collected 368 flower visitors among social bees (331), solitary bees (21) and other species (16) floral visitors in panicles of cashew. The relationship between insect abundance and time of collection reveals that for all bees collected, the hours of 7h and 9h of the morning were those with the greatest abundance of insects visiting the flowers of cashew mainly of stingless bees. The frequency of flower visitors in 500 cashew flowering panicles in the months, both in areas with native vegetation as no native forest, did not vary according to the period of flowering (p>0.05), just as there was no significant difference (p>0.05) in the mean number of bees compared the different distances during the counts in areas with native forest fragment and native forest without. Social bees were the most abundant group and among them 176 were Apis mellifera and 159 stingless bees. Solitary bees were poorly represented and Centris spp. and Xylocopa (Neoxylocopa) cearensis were seen only in a few areas showing no significant effect (p>0.05) on the site (with or without native forest), area, time and day of collection. We conclude from this study that the presence of native forest fragment near the edge of culture, did not influence the abundance of floral visitors on selected distances, however the existence of remnant native forest near the cashew trees, allowed to remain in social bees growing areas during the flowering period, mainly at times when the flowers of cashew are more receptive to pollination. / Este trabalho teve como objetivo conhecer a abundância, diversidade e frequência das abelhas visitantes florais em áreas de cultivo de cajueiro comercial próximo e longe de mata nativa. A pesquisa foi realizada de agosto a novembro de 2012, em pomares comerciais no município de Horizonte, Ceará. A metodologia constou na marcação de cinco diferentes gradientes de distância (40m, 80m, 120m, 160m e 200m) da mata nativa em 10 áreas de cultivo de cajueiro anão precoce para a contagem e registro dos visitantes florais observados em 500 panículas durante o percurso de transectos realizado em seis horários distintos (7h, 9h, 11h, 13h, 15h e 17h) a cada 15 dias . Além disso, eram realizadas coletas com rede entomológica em seis árvores selecionadas, cinco minutos em cada árvore, em área de 25m x 50m. Foram coletadas 368 visitantes florais entre abelhas sociais (331), abelhas solitárias (21) e outras espécies (16) visitantes florais nas panículas do cajueiro. A relação entre a abundância de insetos e horário da coleta revela que para todas as abelhas coletadas, os horários de 7h e 9h foram os que apresentaram a maior abundância de insetos visitando as flores do cajueiro, principalmente de meliponíneos. A frequência de visitantes florais do cajueiro em 500 panículas nos meses de floração, tanto em áreas com mata nativa quanto sem mata nativa, não variou em função do período de florada (p>0,05), da mesma forma que não houve diferença significativa (p>0,05) no número médio de abelhas quando comparado as diferentes distâncias durante as contagens nas áreas com mata nativa e sem mata nativa. As abelhas sociais foram as mais abundantes e destas, 176 foram Apis mellifera e 159 meliponíneos. Já as abelhas solitárias foram pouco representadas por coleta, tendo Centris spp. e Xylocopa (Neoxylocopa) cearensis sido vistas somente em algumas áreas de estudo, não apresentando efeito significativo (p>0,05) quanto ao local (com ou sem mata nativa), área, horário e dia de coleta. Conclui-se com esse estudo que a presença do fragmento de mata nativa próxima à borda de cultura, não influenciou na abundância de visitantes florais nas distâncias selecionadas, contudo a existência de remanescentes de mata nativa próximo aos cajueirais, possibilitou a permanência das abelhas sociais nas áreas de cultivo durante todo o período de florada, principalmente nos horários em que as flores do cajueiro estão mais receptivas à polinização.
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Ecologia quimica de abelhas brasileiras : Melipona rufiventris, Melipona scutellaris, Plebeia droryana, Nannotrigona testaceicornis, Tetragonisca angustula e Centris trigonoides / Chemical ecology of Brazilian bees : Melipona rufiventris, Melipona scutellaris, Plebeia droryana, Nannotrigona testaceicornis, Tetragonisca angustula and Centris trigonoides

Pianaro, Adriana, 1981- 02 May 2007 (has links)
Orientador: Anita Jocelyne Marsaioli / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Quimica / Made available in DSpace on 2018-08-10T12:24:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pianaro_Adriana_M.pdf: 2518438 bytes, checksum: 3b5f12bf2a708bd9e45fb606bde6a3a2 (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: A vida social das abelhas é marcada pela presença de várias substâncias produzidas por suas glândulas exócrinas e endócrinas ou coletadas na natureza. Estes compostos são empregados principalmente por operárias, machos e rainha no reconhecimento de seus companheiros de colônia, acasalamento, defesa do ninho e marcadores de percurso. Entre as abelhas sociais brasileiras, as pertencentes à subfamília Meliponinae (Apoidea: Apidae) são extremamente importantes para a flora nativa, pois contribuem com 40-90% da polinização. Estas abelhas são denominadas meliponíneos ou abelhas indígenas sem ferrão, distribuídas em mais de 300 espécies que vivem exclusivamente nas regiões tropicais e subtropicais. Os meliponíneos vivem em colônias permanentes com divisões de castas (operárias, machos e rainha) e, por isso, produzem uma gama de substâncias responsáveis pelas divisões de tarefas e para manter a ordem dentro da colônia. Com a finalidade de contribuir na descoberta dos compostos utilizados na comunicação das abelhas brasileiras, este trabalho abordou três tópicos, revelando: 1) a "guerra" química desencadeada pela Melipona scutellaris Latreille, 1811 (Apidae: Meliponinae) contra as operárias invasoras de Melipona rufiventris Lepeletier, 1836 (Apidae: Meliponinae), sendo que as principais armas químicas foram a alteração da composição da cera de M. scutellaris, com grande produção de acetato de triacontanila, e a adição de terpenos e compostos fenólicos no batume, o que provavelmente acabou tornando o ninho pouco confortável e expulsando as operárias invasoras; 2) a diferenciação química das operárias e dos machos de Nannotrigona testaceicornis Lepeletier, 1836 (Apidae: Meliponinae) é principalmente relacionada a presença de acetato de geranil-geranila (operárias) e Z-9-nonacoseno (machos) em seus abdomes, e em Plebeia droryana Friese, 1900 (Apidae: Meliponinae), o tetradecanal (operárias) e um éster desconhecido (machos). As composições químicas das cabeças também diferenciam machos e operárias de ambas espécies: os constituintes principais nas operárias de P. doryana são a-copaeno, Ar-curcumeno, d-cadineno, 1-cis-calameneno e Z-9-octacoseno e nos machos de P. doryana são o 2-nonanol, dois ácidos alifáticos lineares (C14 e C16) e o acetato de octadecanila. Os constituintes das cabeças dos machos e das operárias de N. testaceicornis podem ser distinguidos pela presença de nonanal, a-copaeno, pentadecano, dois Z-9-alcenos (C23 e C25) e octadecenoato de hexadecenila (operárias). As ceras cuticulares das operárias de N. testaceicornis possuem dois Z-9-alcenos (C25 e C28), enquanto que as dos machos possuíam o 2-fenil-tridecano. Em P. droryana, as ceras cuticulares das operárias possuíam a-copaeno, Ar-curcumeno, 1-cis-calameneno, geranil-linalol, esqualeno e acetato de nerolidol, enquanto o hentriacontano está presente somente nos machos; e 3) a importância do óleo floral de Lophanthera lactescens Ducke (Malpighiaceae) para as operárias de Tetragonisca angustula Latreille, 1811 (Apidae: Meliponinae) e fêmeas de Centris trigonoides Lepeletier, 1841 (Anthophoridae: Centridini), as quais utilizam o mesmo no ninho. A coleta do óleo floral por estas abelhas foi confirmada analisando a parte externa dos abdomens das mesmas. O óleo floral tem como componente principal o ácido 3-acetoxi-octadecanóico. Trata-se do primeiro relato de coleta de óleos florais por operárias de Tetragonisca angustula. Estes estudos revelaram alguns compostos que são responsáveis pelas relações entre castas, espécies e planta/polinizador, mas muitas espécies de abelhas brasileiras ainda precisam ser estudadas para uma melhor compreensão de suas relações complexas e suas comunicações químicas / Abstract: The social life of bees is marked for the presence of many substances produced by their exocrine and endocrine glands or collected in the environment. These compounds are employed mainly for queen, male, and worker bees in the recognition systems of colony individuals, copulation, nest defense, and odor trail markers. Among the Brazilian social bees, the subfamily Meliponinae (Apoidea: Apidae) is extremely important for native flora, because the Meliponinae bees contribute with 40-90% of the pollinization. These bees are known as meliponine bees or stingless native bees. There are more than 300 species distributed exclusively in tropical and subtropical regions. The meliponine bees exist in permanent colonies with divisions of castes (workers, males and queen) and, therefore, they produce a great diversity of substances responsible for divisions of jobs to maintain the colony organization. The aim of this work was to contribute in the discovery of the compounds employed in chemical communication of Brazilian bees. Three main topics were investigated and revealed: 1) the chemical "war" unchained by Melipona scutellaris Latreille, 1811 (Apidae: Meliponinae) against the invader workers of Melipona rufiventris Lepeletier, 1836 (Apidae: Meliponinae), then the main weapons are related with wax composition alteration with large production of triacontanyl acetate by M. scutellaris. The batumen composition was also altered with the addition of terpenes and phenolic compounds that probably change the odor of M. scutellaris nest producing an uncomfortable atmosphere which induces the invader workers departure; 2) the chemical differentiation of workers and males Nannotrigona testaceicornis Lepeletier, 1836 (Apidae: Meliponinae) is mainly related for geranyl-geranyl acetate (workers) and Z-9-nonacosene (males) present in their abdomens, and in Plebeia droryana Friese, 1900 (Apidae: Meliponinae), there is tetradecanal in workers' abdomens and an unknown ester in the males' abdomens. The heads chemical compositions can also differentiate males and workers in both species: the main constituents in P. droryana workers are a-copaene, Ar-curcumene, d-cadinene, 1-cis-calamenene, and Z-9-octacosene and in males are 2-nonanol, two linear aliphatic acids (C14 and C16), and octadecanyl acetate. The heads of males and workers N. testaceicornis can be distinguished by the presence of nonanal, a-copaene, pentadecane, two Z-9-alkenes (C23 and C25), and hexadecenyl octadecenoate (workers). The cuticular waxes of N. testaceicornis workers have two Z-9-alkenes (C25 and C28), and the males have 2-phenyl-tridecane. In P. droryana, the cuticular waxes of workers have a-copaene, Ar-curcumene, 1-cis-calamenene, geranyl-linalool, squalene, and nerolidol acetate, while hentriacontane is present in the males waxes; and 3) the importance of Lophanthera lactescens Ducke (Malpighiaceae) floral oil to Tetragonisca angustula Latreille, 1811 (Apidae: Meliponinae) workers and Centris trigonoides Lepeletier, 1841 (Anthophoridae: Centridini) females, which is used in their nest construction. Confirmation that these bees gather the floral oil was obtained by analyzing their abdomens (external part), which revealed the presence of 3-acetoxy-octadecanoic acid, the main constituent of floral oil. Floral oil gathering by Tetragonisca angustula workers was not previously reported. We have thus revealed some compounds that are responsible for the relationships among castes, species and plant/pollinator, but many other Brazilian bees should be studied for a better understanding of their complex relationships and their chemical communications / Mestrado / Quimica Organica / Mestre em Química
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Análise comparativa da expressão de vitelogenina em três espécies de abelhas sem ferrão (Meliponini) que diferem quanto à atividade reprodutiva / Comparative analysis of vitellogenin expression in stinglessbee species (Meliponini) that are different on reproductive activity

Rodrigo Pires Dallacqua 22 August 2005 (has links)
As operárias de abelhas sem ferrão são peculiares com relação à divisão do trabalho reprodutivo para a manutenção da colônia, visto que podem produzir ovos reprodutivos que originam os machos, além dos ovos tróficos destinados a alimentar a rainha. Desta forma, os estudos de expressão de genes e de proteínas envolvidos na biossíntese de vitelo vitelogênese - e incorporação deste material aos ovócitos contribuem para evidenciar diferenças intra e inter-específicas entre as fêmeas, em relação à fertilidade e comportamento reprodutivo. Os perfis de expressão do gene codificador da vitelogenina e da própria proteína, precursora da principal constituinte do vitelo, foram determinados para várias etapas do desenvolvimento de três espécies de abelhas sem ferrão. Para este estudo foram selecionadas as espécies Frieseomelitta varia, cujas operárias nunca põem ovos, mesmo em condições de orfandade, Scaptotrigona postica e Melipona scutellaris, cujas operárias desenvolvem os ovários e participam ativamente da produção de machos. O RNA total de corpo gorduroso sítio de biossíntese de vitelogenina de operárias destas espécies foi extraído e o cDNA obtido por transcrição reversa semiquantitativa foi amplificado, clonado e seqüenciado utilizando-se primers específicos para a vitelogenina de Apis mellifera. Os resultados revelaram que os cDNA parciais obtidos são bastante conservados entre F. varia, S. postica e M. scutellaris e mostram alta identidade (93-100%) em relação à região 3-terminal do cDNA da vitelogenina de A. mellifera. Entretanto, o perfil de abundância do transcrito difere entre as espécies de meliponíneos e entre estas e as abelhas melíferas. Em F. varia e S. postica a expressão do transcrito mostrou-se constitutiva ao longo dos períodos pupal e adulto, mas M. scutellaris mostrou diminuição da abundância de transcritos nas fases pupais mais avançadas e nas operárias recém-emergidas. Estas espécies diferem de A. mellifera cujas pupas não expressam o gene da vitelogenina. A expressão constitutiva deste gene em F. varia e S. postica mostra que a atividade do gene em questão não é modificada pela variação dos títulos de ecdisteróides e hormônio juvenil descrita para A. mellifera e outros insetos, indicando, portanto, ausência de controle da transcrição de vitelogenina por hormônios nas espécies de meliponíneos estudadas. No entanto, os resultados indicam a existência de controle nutricional da atividade do gene da vitelogenina, dado o aumento de expressão verificado em operárias F. varia alimentadas com dieta rica em proteínas (contendo pólen - a fonte de proteínas para as abelhas - e açúcar) em comparação com aquelas que receberam dieta exclusiva de carboidrato (açúcar). A presença da proteína vitelogenina na hemolinfa de F. varia ocorre concomitantemente com a expressão constitutiva do transcrito. Neste aspecto, difere de S. postica e M. scutellaris que também expressam o transcrito da vitelogenina ao longo do estágio pupal e adulto, mas a proteína correspondente somente é detectada nas operárias destas espécies que estão exercendo a função de nutridoras de crias. Pode-se concluir que o gene da vitelogenina é conservado entre as espécies de abelhas até aqui estudadas, porém sua expressão e possivelmente sua regulação diferem entre meliponíneos e abelhas melíferas, refletindo as diferentes estratégias utilizadas na divisão do trabalho reprodutivo. / The stingless bee workers are peculiar with relation to reproductive division of labor to colony maintenance, since they are able to produce reproductive eggs that will develop in males, beyond trophic eggs to feed the queen. In this way, studies about gene and protein expression involved on the yolk biosynthesis vitellogenesis and the incorporation of this material to the oocytes contributes to evidence intra and inter-specific differences between females, in relation to fertility and reproductive behavior. The vitellogenin, the main yolk constituent precursor, gene expression and the protein itself profile were determined to several developmental stages of three stinglessbee species. To this work were selected the species Frieseomelitta varia, whose workers never lay eggs, even in a queenless condition, Scaptotrigona postica and Melipona scutellaris, whose workers develop their ovaries and participate actively to male production. The whole RNA of the fat body the vitellogenin biosynthesis site - of these worker species was extracted and the cDNA obtained by semiquantitative reverse transcription amplified, cloned and sequenced through Apis mellifera vitellogenin specific primers. The results reveal that the obtained partial cDNAs are very conserved among F. varia, S. postica and M. scutellaris and show high identity (93-100%), in relation to 3-end A. mellifera vitellogenin gene. However, transcript abundance profile is different among stinglessbee species and with honeybees. In F. varia and S. postica the transcript expression is constitutive during pupal and adult periods, but M. scutellaris showed transcript reduction in the advanced pupal phases and newly emerged workers. These species are different from A. mellifera pupae that do not express vitellogenin gene. This constitutive gene expression in F. varia and S. postica shows that the gene activity is not modified by the ecdysteroid and juvenile hormone titers as descript to A. mellifera and other insects, indicating absence of vitellogenin transcriptional control by hormones in the studied stingless bee species. However, the results indicate the existence of vitellogenin gene activity nutritional control, given the verified expression increase in F. varia workers and drones fed with a rich protein diet (with pólen the protein bee source and sugar) in comparison with which ones received exclusive sugar diet. The presence of vitellogenin protein on the F. varia hemolimph occurs concomitantly with the constitutive transcript expression. In this aspect, is different of S. postica and M. scutellaris which also express the vitellogenin transcript during pupal and adult stages, but the correspondent protein is only detected on the workers of these species that are exerting nurse tasks. Is possible conclude that vitellogenin gene is conserved among the studied bee species, but its expression and possibly regulation are different among stingless bees and honey bees, reflecting different strategies used on reproductive division of labor.
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Análise comparativa da expressão de vitelogenina em três espécies de abelhas sem ferrão (Meliponini) que diferem quanto à atividade reprodutiva / Comparative analysis of vitellogenin expression in stinglessbee species (Meliponini) that are different on reproductive activity

Dallacqua, Rodrigo Pires 22 August 2005 (has links)
As operárias de abelhas sem ferrão são peculiares com relação à divisão do trabalho reprodutivo para a manutenção da colônia, visto que podem produzir ovos reprodutivos que originam os machos, além dos ovos tróficos destinados a alimentar a rainha. Desta forma, os estudos de expressão de genes e de proteínas envolvidos na biossíntese de vitelo vitelogênese - e incorporação deste material aos ovócitos contribuem para evidenciar diferenças intra e inter-específicas entre as fêmeas, em relação à fertilidade e comportamento reprodutivo. Os perfis de expressão do gene codificador da vitelogenina e da própria proteína, precursora da principal constituinte do vitelo, foram determinados para várias etapas do desenvolvimento de três espécies de abelhas sem ferrão. Para este estudo foram selecionadas as espécies Frieseomelitta varia, cujas operárias nunca põem ovos, mesmo em condições de orfandade, Scaptotrigona postica e Melipona scutellaris, cujas operárias desenvolvem os ovários e participam ativamente da produção de machos. O RNA total de corpo gorduroso sítio de biossíntese de vitelogenina de operárias destas espécies foi extraído e o cDNA obtido por transcrição reversa semiquantitativa foi amplificado, clonado e seqüenciado utilizando-se primers específicos para a vitelogenina de Apis mellifera. Os resultados revelaram que os cDNA parciais obtidos são bastante conservados entre F. varia, S. postica e M. scutellaris e mostram alta identidade (93-100%) em relação à região 3-terminal do cDNA da vitelogenina de A. mellifera. Entretanto, o perfil de abundância do transcrito difere entre as espécies de meliponíneos e entre estas e as abelhas melíferas. Em F. varia e S. postica a expressão do transcrito mostrou-se constitutiva ao longo dos períodos pupal e adulto, mas M. scutellaris mostrou diminuição da abundância de transcritos nas fases pupais mais avançadas e nas operárias recém-emergidas. Estas espécies diferem de A. mellifera cujas pupas não expressam o gene da vitelogenina. A expressão constitutiva deste gene em F. varia e S. postica mostra que a atividade do gene em questão não é modificada pela variação dos títulos de ecdisteróides e hormônio juvenil descrita para A. mellifera e outros insetos, indicando, portanto, ausência de controle da transcrição de vitelogenina por hormônios nas espécies de meliponíneos estudadas. No entanto, os resultados indicam a existência de controle nutricional da atividade do gene da vitelogenina, dado o aumento de expressão verificado em operárias F. varia alimentadas com dieta rica em proteínas (contendo pólen - a fonte de proteínas para as abelhas - e açúcar) em comparação com aquelas que receberam dieta exclusiva de carboidrato (açúcar). A presença da proteína vitelogenina na hemolinfa de F. varia ocorre concomitantemente com a expressão constitutiva do transcrito. Neste aspecto, difere de S. postica e M. scutellaris que também expressam o transcrito da vitelogenina ao longo do estágio pupal e adulto, mas a proteína correspondente somente é detectada nas operárias destas espécies que estão exercendo a função de nutridoras de crias. Pode-se concluir que o gene da vitelogenina é conservado entre as espécies de abelhas até aqui estudadas, porém sua expressão e possivelmente sua regulação diferem entre meliponíneos e abelhas melíferas, refletindo as diferentes estratégias utilizadas na divisão do trabalho reprodutivo. / The stingless bee workers are peculiar with relation to reproductive division of labor to colony maintenance, since they are able to produce reproductive eggs that will develop in males, beyond trophic eggs to feed the queen. In this way, studies about gene and protein expression involved on the yolk biosynthesis vitellogenesis and the incorporation of this material to the oocytes contributes to evidence intra and inter-specific differences between females, in relation to fertility and reproductive behavior. The vitellogenin, the main yolk constituent precursor, gene expression and the protein itself profile were determined to several developmental stages of three stinglessbee species. To this work were selected the species Frieseomelitta varia, whose workers never lay eggs, even in a queenless condition, Scaptotrigona postica and Melipona scutellaris, whose workers develop their ovaries and participate actively to male production. The whole RNA of the fat body the vitellogenin biosynthesis site - of these worker species was extracted and the cDNA obtained by semiquantitative reverse transcription amplified, cloned and sequenced through Apis mellifera vitellogenin specific primers. The results reveal that the obtained partial cDNAs are very conserved among F. varia, S. postica and M. scutellaris and show high identity (93-100%), in relation to 3-end A. mellifera vitellogenin gene. However, transcript abundance profile is different among stinglessbee species and with honeybees. In F. varia and S. postica the transcript expression is constitutive during pupal and adult periods, but M. scutellaris showed transcript reduction in the advanced pupal phases and newly emerged workers. These species are different from A. mellifera pupae that do not express vitellogenin gene. This constitutive gene expression in F. varia and S. postica shows that the gene activity is not modified by the ecdysteroid and juvenile hormone titers as descript to A. mellifera and other insects, indicating absence of vitellogenin transcriptional control by hormones in the studied stingless bee species. However, the results indicate the existence of vitellogenin gene activity nutritional control, given the verified expression increase in F. varia workers and drones fed with a rich protein diet (with pólen the protein bee source and sugar) in comparison with which ones received exclusive sugar diet. The presence of vitellogenin protein on the F. varia hemolimph occurs concomitantly with the constitutive transcript expression. In this aspect, is different of S. postica and M. scutellaris which also express the vitellogenin transcript during pupal and adult stages, but the correspondent protein is only detected on the workers of these species that are exerting nurse tasks. Is possible conclude that vitellogenin gene is conserved among the studied bee species, but its expression and possibly regulation are different among stingless bees and honey bees, reflecting different strategies used on reproductive division of labor.
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Mel de abelha jandaíra (Melipona subnitida) do Estado do Rio Grande do Norte / Honey bee jandaíra (Melipona subnitida) of Rio Grande do Norte

Pinheiro, Carolina de Gouveia Mendes da Escóssia 22 July 2016 (has links)
Submitted by Socorro Pontes (socorrop@ufersa.edu.br) on 2017-04-04T14:56:57Z No. of bitstreams: 1 CarolinaGMEP_TESE.pdf: 3479072 bytes, checksum: e4bafc0b62cb21500cc5eaedb78e8ee1 (MD5) / Approved for entry into archive by Vanessa Christiane (referencia@ufersa.edu.br) on 2017-04-13T15:00:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 CarolinaGMEP_TESE.pdf: 3479072 bytes, checksum: e4bafc0b62cb21500cc5eaedb78e8ee1 (MD5) / Approved for entry into archive by Vanessa Christiane (referencia@ufersa.edu.br) on 2017-04-13T15:04:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 CarolinaGMEP_TESE.pdf: 3479072 bytes, checksum: e4bafc0b62cb21500cc5eaedb78e8ee1 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-13T15:04:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 CarolinaGMEP_TESE.pdf: 3479072 bytes, checksum: e4bafc0b62cb21500cc5eaedb78e8ee1 (MD5) Previous issue date: 2016-07-22 / Jandaira bee (M. subnitida Ducke) is found in Brazilian northeastern. Your honey is characterized by the large amount of water (moisture) and clear color predominant. The honey characteristics can be influenced by several factors such as species, flowering, temperature, harvesting and storage. In addition, its qualityis marked by the presence of microorganisms, pesticides and others. This study aimed to characterize the Jandaira honey produced in the semiarid region of Rio Grande do Norte. In order to do this, we evaluated 35 samples from three mesoregion state of 12 cities, which were collected directly from meliponary. The honey composition (moisture, Aw, pH, HMF, acidity, sucrose, reducing sugars, insoluble solids, ash and color) and the influence of flowering were evaluted; qualitative and quantitative analysis of the pollen (melissopalynology) was conducted; the effect of storage period (M0, M12, M18) on their characteristics was observed; and the presence of microorganisms and pesticides in honey was researched. Samples of Jandaira honey presented high moisture, an average of 24.4%. Staining was a predominantly clear (white and extra white). There was a predominance of pollen from native plants of the Caatinga biome, such as Mimosa tenuiflora and M. arenosa, among others and the predominance of unifloral honey. During the storage it was found that moisture and pH reduced, while the HMF, the acidity, and the color increased at the end of the storage period. Regarding to the investigated microorganisms there was contamination by fungi and yeasts, Clostridium perfringens, C. botulinum type C and different species of Bacillus. Contamination was observed by pesticides in 25 honey samples, all in the organophosphates class. The Jandaira honey produced in the semiarid region of Rio Grande do Norte State presented parameters that cannot be compared with existing legislation, and contamination by microorganisms and pesticides. Therefore, we suggest the creation of a normative instruction that addresses the identity and quality of Jandaira honey, which also contemplates the product validity period, acceptable limits of microorganisms and pesticides so that the product offered to the population would have a good quality. In addition to maintaining native flowering and consequent preservation of Jandaira bee, the constant monitoring is necessary to avoid the use of pesticides and deforestation in the areas of Caatinga / A abelha jandaíra (M. subnitida Ducke) é encontrada no Nordeste brasileiro. O seu mel é caracterizado pela grande quantidade de água (umidade) e coloração predominante clara. As características do mel podem ser influenciadas por diversos fatores, como: espécie, florada, temperatura, colheita e estocagem. E sua qualidade pela presença de microrganismos, pesticidas e outros. Objetivou-se caracterizar o mel de abelha jandaíra produzido no semiárido do Estado do Rio Grande do Norte. Para isso, avaliou-se 35 amostras provenientes de três mesorregiões do estado, de 12 municípios, as quais foram coletadas diretamente dos meliponários. Sendo avaliada a composição do mel (umidade, Aa, pH, HMF, acidez livre, sacarose, açúcares redutores, sólidos insolúveis, cinzas e cor) e a influência da florada; realizou-se análise qualitativa e quantitativa do pólen (melissopalinologia); verificou-se o efeito do período de estocagem (M0, M12, M18) sobre suas características; e pesquisou-se a presença de microrganismos e pesticidas no mel. As amostras do mel de abelha jandaíra apresentaram umidade elevada, média de 24,4%. A coloração foi predominante clara (branco d´água e extra branco). Houve predominância de pólen de plantas nativas do bioma Caatinga, como a Mimosa tenuiflora e M. arenosa, entre outras e predomínio de mel unifloral. Durante a estocagem verificou-se que a umidade e pH reduziram, já o HMF, acidez livre e a cor aumentaram no fim do período de estocagem. Com relação aos microrganismos pesquisados verificou-se contaminação por fungos e leveduras, Clostridium perfringens, C. botulinum Tipo C e diferentes espécies de Bacillus. Observou-se contaminação por pesticidas em 25 amostras de mel, sendo todos da classe dos organofosforados. O mel de abelha jandaíra produzido no semiárido do Estado do Rio Grande do Norte apresentou parâmetros que não podem ser comparados com as legislações existentes, além de contaminação por microrganismos e pesticidas. Portanto, sugere-se a criação de uma instrução normativa que aborde a identidade e qualidade do mel de abelha jandaíra, a qual contemple também o período de validade do produto, limites aceitáveis de microrganismos e pesticidas, para que o produto oferecido à população seja de qualidade. Além disso, para a manutenção da florada nativa e consequente preservação da abelha jandaíra, se faz necessária a fiscalização constante para evitar o uso de pesticidas e o desmatamento nas áreas de bioma Caatinga / 2017-04-04
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Uso da abelha canudo (Scaptotrigona sp. nov.) na polinização do meloeiro (Cucumis melo L.) em ambiente protegido / Use of straw bee (Scaptotrigona sp. nov.) At the pollination of melon (Cucumis melo L.) in greenhouse

Bezerra, Antônio Diego de Melo January 2014 (has links)
BEZERRA, Antônio Diego de Melo. Uso da abelha canudo (Scaptotrigona sp. nov.) na polinização do meloeiro (Cucumis melo L.) em ambiente protegido. 2014. 94 f. Dissertação (mestrado em zootecnia)- Universidade Federal do Ceará, Fortaleza-CE, 2014. / Submitted by Elineudson Ribeiro (elineudsonr@gmail.com) on 2016-04-26T18:38:12Z No. of bitstreams: 1 2014_dis_admbezerra.pdf: 2630588 bytes, checksum: 62a15bfd249a20ba4aaa06bfb60c0ba3 (MD5) / Approved for entry into archive by José Jairo Viana de Sousa (jairo@ufc.br) on 2016-05-27T19:22:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_dis_admbezerra.pdf: 2630588 bytes, checksum: 62a15bfd249a20ba4aaa06bfb60c0ba3 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-05-27T19:22:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_dis_admbezerra.pdf: 2630588 bytes, checksum: 62a15bfd249a20ba4aaa06bfb60c0ba3 (MD5) Previous issue date: 2014 / Bees are the main pollinators in agricultural crops. In the case of melon lack of these agents may result in a decrease in production over 90%. In crops protected the introduction of bees is replacing the manpower used in manual pollination. The aim of this study was to investigate the feasibility of using the straw bee (Scaptotrigona sp. new) At the pollination of melon var. Natal in a protected environment. Therefore, the melon floral biology, applications pollination of culture, behavior, foraging and efficiency of bees Scaptotrigona sp. new pollination in the greenhouse. The experiment was conducted in a greenhouse located in postharvest, in Fortaleza - CE. The variety is studied andromonoecious with anthesis of flowers between 6:00 am and 6:30 am and closing at around 20:00 h. During the melon flowering period, the male flower open first and by the seventh day starts flowering hermaphrodite form. After this period both floral shapes remains constantly overlapped by the end of the flowering period, where there is a reduction of the male flowers and the sequence of the female. Morphometry showed that the hermaphrodite flowers (hf) are significantly larger in diameter than the male flowers (mf) (hf = 44.17 ± 5.77, 39.29 ± mf = 2.38, p <0.001). It was also observed that the hermaphrodite flowers produced more nectar volume (5.7 ± 2.72 uL) than the male flowers (1.85 ± 0.47 uL) (p <0.05). As for the pollination of application, the melon flowers var. Natal had higher fruit set rates through cross-pollination, significantly different from the treatment with restricted pollination (p <0.05). As to the evaluation of Scaptotrigona sp. new in greenhouse of the workers were able to visit in a few hours the culture of flowers in the opening day of the colony, but the visits increased effectively from the fourth day. It was observed that the workers sought both the pollen and the nectar in two floral forms and the average number of workers leaving for foraging activity was positively correlated with the amount of nectar available by hermaphrodite flowers (p <0.05). In this study was first described the foraging behavior of Scaptotrigona sp. new protected cultivation, showing its high adaptability and efficient in flower pollination of melon var. Christmas. In addition, the ripening of fruits by means of pollination bees by this treatment did not differ from manual cross pollination. Therefore, we recommend the use of Scaptotrigona sp. Newin protected cultivation for pollination of melon; thereby reducing the manual pollination costs that culture. / As abelhas são os principais agentes de polinização em culturas agrícolas. No caso do melão a falta desses agentes pode resultar uma queda na produção superior a 90%. Em cultivos protegidos a introdução de abelhas vem substituindo a mão de obra utilizada na polinização manual. O objetivo desse estudo foi investigar a viabilidade da utilização da abelha canudo (Scaptotrigona sp. nov.) na polinização do melão var. Natal, em ambiente protegido. Para tanto, a biologia floral do meloeiro, os requerimentos de polinização da cultura, o comportamento, forrageio e a eficiência das abelhas Scaptotrigona sp. nov. na polinização no ambiente protegido. O experimento foi conduzido em casa de vegetação localizada na Embrapa Agroindústria Tropical, no município de Fortaleza - CE. A variedade estudada é andromonoica, com antese das flores entre 6h00 e 6h30 e fechamento por volta 20h. Durante o período de floração do meloeiro, as flores masculinas abrem primeiro e por volta do sétimo dia inicia a floração da forma hermafrodita. Após esse período ambas as formas florais se mantém constantemente sobrepostas até o final do período de floração, onde há uma redução das flores masculinas e na sequencia das femininas. A morfometria mostrou que as flores hermafroditas (fh) são significativamente maiores no seu diâmetro do que as flores masculinas (fm) (fh = 44,17 ± 5,77; fm= 39,29 ± 2,38 , p < 0,001). Também foi observado que as flores hermafroditas produziram maior volume médio de néctar (5,7 μL ± 2,72 μL) do que as flores masculinas (1,85 μL ± 0,47 μL) (p < 0,05). Quanto ao requerimento de polinização, as flores do meloeiro var. Natal apresentaram maiores taxas de vingamento de frutos por meio da polinização cruzada, diferindo significativamente do tratamento com polinização restrita (p < 0,05). Com relação à avaliação de Scaptotrigona sp. nov. no cultivo protegido, as operárias de foram capazes de visitar em poucas horas as flores da cultura no primeiro dia da abertura da colônia, mas as visitas aumentaram de forma efetiva a partir do quarto dia. Foi observado que as operárias buscaram tanto o pólen quanto o néctar nas duas formas florais e o número médio de operárias que saiam para as atividades de forrageamento esteve correlacionado positivamente com o volume de néctar disponibilizado pelas flores hermafroditas (p < 0,05). Nesse estudo foi descrito pela primeira vez o comportamento de forrageio de Scaptotrigona sp. nov em cultivo protegido, mostrando a sua alta adaptabilidade e eficiente na polinização das flores do meloeiro var. Natal. Além disso, o vingamento dos frutos por meio da polinização feita por essa abelha não diferiu do tratamento com polinização manual cruzada. Portanto, recomendamos o uso de Scaptotrigona sp. nov. em cultivo protegido para a polinização do meloeiro, diminuindo assim os custos de polinização manual nessa cultura.
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Riqueza, abundância relativa e densidade de ninhos de meliponíneos (Apidae, Meliponini) em duas áreas de estágios sucessionais distintos de vegetação do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo (23°38\'S; 46°36\'W) / Richness, relative abundance and nest density of stingless bees (Apidae, Meliponini) in two areas of vegetation in distinct successional stages of the Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo (23°38\'S; 46°36\'W).

Vanderson Cristiano de Sousa 21 March 2014 (has links)
Os meliponíneos atuam como importantes polinizadores de espécies nativas nas regiões tropicais e subtropicais e apresentam uma grande relevância para as unidades de conservação. A disponibilidade de sítios de nidificação, conforme a oferta de diferentes substratos (cavidades em árvores e no solo, por exemplo), pode determinar a estrutura da comunidade de meliponíneos. Tendo como área de estudo o Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (23º 39\' S, 46º 37\'W), situado em meio de uma intensa urbanização na cidade de São Paulo - SP, este trabalho teve como objetivo principal o levantamento de ninhos de espécies de meliponíneos em duas áreas com fitofisionomias distintas: áreas de estágio sucessional secundário inicial (SI), com menor densidade de indivíduos arbóreos, e áreas de estágio secundário tardio (ST), com maior densidade de indivíduos arbóreos. Foram formuladas as seguintes hipóteses: 1) a riqueza e a diversidade de espécies de meliponíneos serão maiores nas áreas ST; 2) nas áreas ST, a maior disponibilidade de substratos para nidificação (ocos de árvores) implicaria em uma densidade maior de ninhos de meliponíneos, com o predomínio de espécies que nidificam em árvores; 3) nas áreas SI, os valores de riqueza e de abundância relativa de espécies de meliponíneos que nidificam no solo serão maiores que os valores para as espécies que nidificam em árvores, pela baixa densidade de indivíduos arbóreos; 4) ninhos de espécies do gênero Melipona só serão encontrados nas áreas ST, por nidificarem em ocos de árvores com grandes CAPs (circunferência à altura do peito). No total, foram encontrados 14 ninhos, de 4 espécies, todas da subtribo Trigonina. A espécie Paratrigona subnuda, que nidifica no solo, foi a que apresentou a maior abundância relativa de ninhos (n = 11; 78,57 %), com ninhos tanto em áreas SI (n = 2), como em áreas ST (n = 9). As demais espécies estiveram representadas por apenas um ninho cada: Trigona braueri (n = 1; 7,14 %) em SI, Scaptotrigona bipunctata (n=1; 7,14 %) e Trigona spinipes (n = 1; 7,14 %), ambas em ST. As áreas ST apresentaram a maior abundância relativa de ninhos (n = 11, 78,57 %) e, ao contrário do que esperávamos, nessas áreas, a abundância de ninhos subterrâneos foi maior que a de ninhos de árvores, fossem eles de suporte ou de cavidades. Também não foram encontrados ninhos de espécies do gênero Melipona, como suposto. Os valores de diversidade foram praticamente os mesmos (baixos) para ambos os estágios (SI - H\' = 0,60; ST- H\' = 0,64). Já a riqueza e a densidade de ninhos foram significativamente maiores nas áreas ST (SI - riqueza = 2, densidade = 1,43 ninhos/ha; ST - riqueza = 3, densidade = 5,24 ninhos/ha). A densidade de ninhos para toda a área de estudo (3,33 ninhos/ha) foi maior que a média encontrada para outros levantamentos realizados em áreas naturais / Stingless bees act as important pollinators of native species in tropical and subtropical regions and have a great relevance to conservation units. The availability of nesting sites, according to substrates\' supply (cavities in trees and soil, for example), can determine the structure of stingless bees community. This study was conducted in the Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (23º 39\' S, 46º 37\'W), situated in the middle of an intense urbanization in São Paulo city - SP. The study aimed to survey the nest of species of stingless bees in two areas with different vegetation types: areas of initial secondary successional stage (SI), with a lower density of individual trees, and areas of late secondary stage (ST), with a higher density of individual trees. The following hypotheses were formulated: 1) richness and diversity of stingless bees species will be higher in the ST areas; 2) in these areas as well, the increased availability of nesting sites (tree hollows) will entail in a higher density of stingless bees nests with a predominance of species that nest in trees; 3) in the SI areas, richness and relative abundance of stingless bees species that nest in the soil will be greater than the values for species that nest in trees, due to the low density of individual trees; 4) nests of species of the genus Melipona will only be found in the ST areas due to their preference to nest in hollows of trees with large CAPs (circumference at breast height). In total, 14 nests of 4 species were found, all of them belonging to the subtribe Trigonina. Paratrigona subnuda, which nests on the ground, presented the highest relative abundance of nests (n = 11, 78.57 %), with nests in both SI (n = 2) areas, as in ST areas (n = 9). The other species were represented by only one nest each: Trigona braueri (n = 1, 7.14 %) in SI, Scaptotrigona bipunctata (n = 1, 7.14 %) and Trigona spinipes (n = 1, 7.14 %), both in ST. The ST areas had the highest relative abundance of nests (n = 11, 78.57 %) and, contrary to what we had expected, in these areas, the number of underground nests was higher than of tree nests, whether they were supportive or cavities. Also contrary to our predictions, no nests of species of the genus Melipona were found. Diversity values were practically the same (low) for both stages (SI - H \' = 0.60; ST - H\' = 0.64). Richness and nest density were significantly higher in ST areas (SI - richness = 2, density = 1.43 nests/ha; ST - richness = 3, density = 5.24 nests/ha). The nest density for the entire study area (3.33 nests/ha) was higher than the average found in other surveys in natural areas
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Aprendizado espaço-tempo no forrageamento de abelhas sem ferrão amazônicas (Apidae, Meliponini)

JESUS, Thiago Nazareno Conceição Silva de January 2012 (has links)
Submitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2013-02-18T19:32:00Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23898 bytes, checksum: e363e809996cf46ada20da1accfcd9c7 (MD5) Dissertacao_AprendizadoEspacoTempo.pdf: 6359961 bytes, checksum: d9710a370d28cdeca563111b54ef4f0f (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Rosa Silva(arosa@ufpa.br) on 2013-02-19T15:15:02Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23898 bytes, checksum: e363e809996cf46ada20da1accfcd9c7 (MD5) Dissertacao_AprendizadoEspacoTempo.pdf: 6359961 bytes, checksum: d9710a370d28cdeca563111b54ef4f0f (MD5) / Made available in DSpace on 2013-02-19T15:15:02Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23898 bytes, checksum: e363e809996cf46ada20da1accfcd9c7 (MD5) Dissertacao_AprendizadoEspacoTempo.pdf: 6359961 bytes, checksum: d9710a370d28cdeca563111b54ef4f0f (MD5) Previous issue date: 2012 / Os meliponídeos são um táxon chave para a manutenção da biodiversidade por realizarem a polinização de diversas espécies. O padrão de coleta de recursos naturais é amplamente estudado e esta relacionado com a polinização, pois influencia tanto a coleta de recursos pelas abelhas quanto na fecundação cruzada das plantas. Néctar e pólen são recursos altamente disputados, tanto por outras espécies de meliponídeos quanto por outros animais. Dessa maneira, aprender a localização de um recurso, e a hora do dia que tal recurso é oferecido, é uma vantagem adaptativa importante. Nesse trabalho foi estudado se duas espécies de abelhas sem ferrão, Melipona fasciculata e Scaptotrigona postica, apresentam atividade alimentar antecipatória (AAA) como mecanismo importante para maximização da exploração de um recurso renovável. Em ambas ocorreu o fenômeno da antecipação, que deve ter evoluído para minimizar a competição com outras colônias, embora a precisão dessa antecipação varie entre as duas espécies.
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Leveduras vetorizadas por abelhas sem ferrão em áreas de cerrado no estado do Tocantins, Brasil

Costa Neto, Diôgo Januário da 09 March 2017 (has links)
Há evidência de interação mutualista entre leveduras e abelhas sem ferrão, em que estas são vetores de leveduras que servem de alimento e modificam produtos do ninho das abelhas. Vários estudos registraram a ocorrência de espécies dos gêneros Candida e Starmerella associadas ao ninho de diferentes meliponíneos. Nesse estudo foram identificadas as espécies de leveduras vetorizadas por Frieseomellita varia, Scaptorigona polysticta, Sacaptorigona postica, Tetragonisca angustula angustula, Melipona compressipes manaoensis e Melipona scutellaris em regiões e meliponários no Cerrado tocantinense, e feita uma análise das características funcionais das leveduras vetorizadas pela abelha Scaptorigona postica. Amostragens foram realizadas entre os anos de 2006 a 2015 em sistemas de meliponicultura localizados em quatro municípios do Estado do Tocantins, região norte do Brasil, sendo espécimes de abelhas campeiras capturadas na entrada dos ninhos com sacos plásticos e postas para caminhar em placas contendo meio YMA. Os isolados foram identificados por métodos moleculares, realizando-se extração de DNA, agrupamento por reação em cadeia da polimerase (PCR) utilizando o primer EI-1 e sequenciamento do domínio D1/D2 do gene 26S rDNA utilizando os primers NL-1 e NL-4. As características funcionais das leveduras vetorizadas por S. postica foram mensuradas por testes fisiológicos e bioquímicos para as habilidades de assimilar oito compostos de carbono e quatro álcoois, fermentação de glicose, crescimento em meio contendo ácido acético, meio osmofílico e nas temperaturas 37°C e 40°C. Entre os diferentes meliponineos, foram identificados 62 espécies de leveduras, classificadas em 18 gêneros do filo Ascomycota e seis do filo Basidiomycota, sendo observado uma maior frequência das espécies Torulaspora delbrueckii, Candida apicola, Pichia membranifaciens, Pichia kluyveri e Starmerella meliponinorum, representando 41% do total de isolados. Destas, C. apicola e S. meliponinorum são frequentes em meliponineos, enquanto que as outras são típicas de substratos açucarados, mostrando que as abelhas vetorizam leveduras de seus ambientes de coleta de polén e néctar. Diferenças na composição de espécies ocorreram entre Meliponini e Trigonini, mostrando estratégias diferentes de visitação nos substratos contendo leveduras. Ainda, cada abelha vetoriza uma comunidade típica de leveduras, o que pode indicar hábitos seletivos e diferenciais de coleta. A análise das características funcionais de 52 linhagens isoladas de S. postica revelou que em grande parte das leveduras assimilam os carboidratos galactose, maltose, celobiose e trealose, em quanto que o número de leveduras que assimilam sacarose, amido, melibiose e xilose foi menor. O etanol foi assimilado por 36,53% das leveduras, mas acetona, metanol e isopropanol foram pouco frequentes. Grande parte das leveduras foi fermentadora, osmofilica e resistente ao ácido acético, mostrando adaptação a altas concentrações de açucares e ambiente fermentativo. / There are evidences for a mutualistic interaction between yeasts and stingless bees, in which bees vector yeasts that serve as food item or modify the products of the nest. Various studies report the occurrence of species of the generea Candida e Starmerella associated with nests of different meliponini. In this study we identified the yeast species vectored by Frieseomellita varia, Scaptorigona polysticta, Sacaptorigona postica, Tetragonisca angustula angustula, Melipona compressipes manaoensis and Melipona scutellaris in areas of Cerrado, and we made a funtional analysis of the yeasts associated with Scaptorigona postica. Sampling was done between the years 2006 and 2015 in Tocantins State, Northern Brasil, and the collector bees were captured iin the nest entrance with sterile bags and put to walk on agar platescontaining YMA. Yeast isolates were identified by molecular methods using DNA extraction, PCR fingerprinting with primer EI-1 and sequencing of D1/D2 region of the gene 26S rDNA uing primers NL-1 and NL-4 of representative strains. Functional characters were tested as carbohydrate assimilation, osmotolerance and acid tolerance, and resistance to 37°C and 40°C for yeasts isolated from Scaptorigona postica. Among all stingless bees, 62 yeast species belonging to 18 genera of Ascomycota and six Basidiomycota were identified, with a higher frequency ofTorulaspora delbrueckii, Candida apicola, Pichia membranifaciens, Pichia kluyveri and Starmerella meliponinorum that represented 41% of the strains. Among these, C. apicola and S. meliponinorum are frequent in stingless bees, and the others are commonly isolated from sugary substrates, indicating that the bees vector yeasts from the enviroments where they collect nectar and pollen. Significant differences in the yeast composition occur between Meliponini and trigonini, indicating different strategies of visitation in the substrates colonized by yeasts. Also each bee species carries different yeast communities, indicating a selective and different collecting habit. Functional characters of 52 yeasts isolated from S. postica revealed that most assimilate simple sugars galactose, maltose, celobiose, and trealose, bu only ¼ of them assimilate sucrose and xylosis. Assimilation of starch and mellibiose was uncommon. Ethanol was assimilated by 36,53% of the yeasts but acetona, metanol and isopropanol were less frequently assimilated. Most yeasts was fermentative, osmophillic and resistant to acetic acid which indicates an adaptation to high sugar concentrations and the fermentative environment.
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Estudo populacional e molecular de Nannotrigona testaceicornis Cockerell (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) através do DNA mitocondrial / Population and Molecular Study of N. testaceicornis Cockerell (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) by Using of Mitochondrial DNA

Amanda Freire de Assis 26 March 2010 (has links)
Nannotrigona testaceicornis é uma espécie de abelha sem ferrão sendo que seus ninhos são largamente encontrados na zona urbana. Os meliponíneos estão entre os principais polinizadores da flora brasileira, no entanto, muitas espécies estão seriamente ameaçadas de extinção em consequência da perda do habitat e isolamento causados principalmente pelo desmatamento, uso indiscriminado de defensivos agrícolas e grandes queimadas, pois tais alterações resultam em ecossistemas fragmentados, formando mosaicos de vegetação remanescente, mergulhados numa paisagem antropizada. Nesse processo, grandes populações são reduzidas e subdivididas, o que pode acarretar alterações ecológicas e genéticas. Estudos populacionais de espécies de meliponíneos ainda são muito escassos, fazendo-se necessário a ampliação desses estudos para uma melhor compreensão da dinâmica populacional dessas abelhas. Neste contexto, este trabalho teve como objetivo a realização de um estudo populacional em ninhos amostrados nos estados de São Paulo e Minas Gerais, utilizando-se o mtDNA como ferramenta molecular. As análises através de PCR+RFLP de 05 regiões do mtDNA não revelaram polimorfismos nas populações estudadas, sendo detectado apenas um haplótipo. O estudo através do sequenciamento de um fragmento do gene COI I de sessenta operárias provenientes do campus da USPRP, Ribeirão Preto, Bonfim Paulista, Franca, Campinas, São Paulo, Uberlândia, Várzea da Palma, Viçosa e Caratinga, revelou a presença de cinco haplótipos nas populações amostradas dos quais três eram exclusivos de uma única populaçaõ e um era compartilhado por 70% das populações. A média da diversidade haplotípica (Hd= 0,264), e a diversidade nucleotídica (=0,00386) foram avaliadas revelando uma baixa divergência entre os haplótipos encontrados. As análises estatísticas revelaram que as populações estudadas estão estruturadas em três grupos, sendo esta estruturação um reflexo de eventos antigos em consequência de mudanças climáticas devido às glaciações do Pleistoceno levando a um gargalo populacional e posterior dispersão, juntamente com a barreira geográfica do mosaico de montanhas do complexo da Serra do Espinhaço que isolou duas das populações estudadas (Viçosa e Caratinga) levando à diferenciação das mesmas. / Nannotrigona testaceicornis is a stingless bee species whose nests are widely found in urban regions. The meliponines are among the most important Brazilian flora pollinators, however, many species are in seriously extinction danger due to habitat loss and isolation caused by deforestation, indiscriminate use of agricultural defensives, and great extent burnings. These changes result in fragmented ecosystems, in small extent of land showing residual vegetation, and in a human impacted landscape. In this process, large populations are reduced and subdivided, leading to ecological and genetic changes. Population studies of meliponine species are still scarce, showing the necessity of more investigation to a better understanding of the population dynamics of these bees. In this context, this work aimed to perform a population study in nests sampled in São Paulo and Minas Gerais states, using the mtDNA as a molecular tool. The PCR+RFLP analyses of five mtDNA regions did not show polymorphisms among the studied populations, and just one haplotype was detected. The study through CO I gene fragment sequencing in sixty workers collected in ten different places from the two Brazilian states mentioned above revealed the presence of five haplotypes. Three of them were exclusive to just one population and one was shared by 70% of the studied populations. The average haplotype diversity (Hd= 0.264) and the average nucleotide diversity (=0.00386) were estimated and showed low deviation among the haplotypes. The statistical analyses revealed that the studied populations are structured in three groups. This split may be explained as a consequence of ancient events caused by climatic changes due to Pleistocene glaciations resulting in a population bottleneck and later dispersion; in addition to these, a geographical barrier formed by the Serra do Espinhaço mountain complex, had isolated two of the studied populations (Viçosa and Caratinga), conducing them to differentiation.

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