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A Ironia Como Produção de Humor e Crítica social: uma Análise Pragmática das Tiras de Mafalda

OLIVEIRA, M. L. S. 07 March 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:08:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_3075_Dissertação Monica Oliveira.pdf: 885546 bytes, checksum: baacb240d95508a81fe9fababc39761e (MD5) Previous issue date: 2008-03-07 / Esta dissertação tem como objetivo analisar o humor e a ironia veiculados através da linguagem de Mafalda, personagem das tiras em quadrinhos de Quino. Partindo da noção de ironia como uma afirmação de algo diferente do que se deseja comunicar, na qual o emissor deixa transparecer uma afirmação contrária por meio do contexto situacional ou entonação e observando três teorias da Pragmática: as máximas conversacionais do Principio da Cooperação (Grice, 1975), a Teoria da Relevância (Sperber e Wilson, 1986, 2005) e Atos de Fala (Austin 1990, e Searle 1969), serão analisadas dezesseis tiras de quadrinhos, protagonizadas por Mafalda, para mostrar como a estratégica irônica produz humor e crítica social.
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Superpoderes, malandros e heróis : o discurso da identidade nacional nos quadrinhos brasileiros de super-heróis

Fernandes Alves, Bruno January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:30:18Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo4577_1.pdf: 688935 bytes, checksum: a90ec4d9ba754799e3e84d72862ccd1a (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2003 / Esta dissertação tem como objetivo analisar o herói presente na cultura midiática brasileira como uma representação do nosso caráter nacional, com ênfase nos super-heróis brasileiros das histórias em quadrinhos. A presença massiva da produção do quadrinho norte-americano no mercado de países periféricos como o Brasil criou barreiras que impediram o desenvolvimento de uma produção local; como forma de combater esta invasão, duas estratégias foram utilizadas pelos produtores nacionais: num primeiro momento foram criados personagens que buscavam um discurso de semelhança como modelo original; em seguida foi utilizada a paródia como recurso narrativo com o objetivo de ridicularizar o discurso épico do super-herói americano. As narrativas midiáticas brasileiras são marcadas pelo enaltecimento do discurso da carnavalização como um paradigma de nossa identidade cultural, conforme tentou-se mostrar neste trabalho. Em meio a esse discurso surge um personagem que almeja tornar-se um herói brasileiro épico, civilizatório. A estrutura narrativa do super-herói Solar, criado pelo quadrinista mineiro Wellington Srbek, é usada neste trabalho como uma metáfora do caminho da nação brasileira rumo à uma modernidade emancipatória que renega a carnavalização como identidade. É esta construção identitária que este trabalho tenta analisar
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História em quadrinhos : uma abordagem bakhtiniana

Pato, Paulo Roberto Gomes January 2007 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, 2007. / Submitted by Bárbara Gomes (barbara.lrg@gmail.com) on 2010-02-04T17:30:40Z No. of bitstreams: 1 2007_PauloRobertoGomesPato.pdf: 5346508 bytes, checksum: f9cd449afee5758e59165abd3f15a31b (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2010-02-04T18:48:32Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_PauloRobertoGomesPato.pdf: 5346508 bytes, checksum: f9cd449afee5758e59165abd3f15a31b (MD5) / Made available in DSpace on 2010-02-04T18:48:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_PauloRobertoGomesPato.pdf: 5346508 bytes, checksum: f9cd449afee5758e59165abd3f15a31b (MD5) Previous issue date: 2007 / Durante muitos anos, as Histórias em Quadrinhos foram acusadas de prejudicar o rendimento escolar dos jovens alunos. Esse foi o principal argumento para mantêlas afastadas do processo de ensino e aprendizagem. Porém, gradativamente essa resistência foi abrandada e, atualmente, os parâmetros oficiais do sistema educacional recomendam a utilização de inúmeras mídias nas atividades lingüísticas, e os livros didáticos empregam os quadrinhos na composição das aulas. Buscamos apontar como ocorreu esse processo de repulsa e aproximação e sugerir um caminho para trabalhar com as Histórias em Quadrinhos – e as imagens em geral – pela óptica da linguagem bakhtiniana. Consideramos a condição de gênero híbrido dos quadrinhos, no qual se cruzam as linguagens oral, escrita, visual e sonora. Para embasar a sugestão, analisamos a premiada graphic novel MAUS, de Art Spiegelman, entendida como signo ideológico, na perspectiva de Bakhtin. Conduzimos a análise considerando os índices, ícones e signos presentes na história. Pela compreensão das relações simbólicas, procuramos revelar possíveis caminhos para a produção de significados, em função do universo da criança e do jovem – a língua inserida no mundo, o caráter sóciocultural da linguagem. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / For many years comics had been accused to harm the pertaining to school income of the children and young. This was the main argument to keep moved away them from the processes of education and learning. However, to the few this resistance was softened and, currently, the official parameters of the educational system recommend the use in classroom of innumerable medias in the activities with the languages, and the handbooks use the comics in the composition of the lessons. In this research, we search to point as this process occurred of repulses and approach and to suggest a way to work with comics and the images in general for the optics of the Bakhtin language, considering the condition of hybrid sort of the comics, where if they cross the languages verbal, writing, visual and sonorous. To base the suggestion, we analyze the awardee graphic novel MAUS, of Art Spiegelman, as ideological sign, in the perspective of Bakhtin. We lead the analysis considering the indices, icons and signs in history. By means understanding of the symbolic relations in comic, we look for to disclose possible ways for the production of meanings, in function of the child universe – the inserted language in the world, the sociocultural character of the language.
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A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta

Vargas, Alexandre Linck January 2015 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-10-13T04:07:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 334857.pdf: 18140037 bytes, checksum: 9c22a38077a0aaa9cb680a264e2db147 (MD5) Previous issue date: 2015 / A invenção das histórias em quadrinhos é a história suja de sua categorização, daquilo que as leituras procuraram descartar quando partiram para a definição do que são os quadrinhos. Por isso, será tarefa de uma teoria da sarjeta a investigação das estratégias por trás das supostas essências, formas e funções das HQs. Partindo da experiência na primeira metade do século XX, através da relação com a infância, o horror nas campanhas antiquadrinhos e o dispêndio nos postulados sobre a cultura de massa, deparamos-nos, a partir dos anos 1960, com as invenções de uma artisticidade dos quadrinhos através dos conflitos com o mundo da arte (na Pop Art, Lowbrow Art e exposições), do surgimento de uma disposição autoral, da quadrinhofilia institucionalizada (da vanguarda acadêmica ao culto da nostalgia) e do erotismo das publicações de luxo. Tal revisão histórica desencadeará uma necessária reconsideração teórica do que se traçou sobre os quadrinhos entre texto e imagem, sequencialidade e simultaneidade, figuração e narração, grade e quadrinho. Uma análise radical da montagem, enfim, das potencialidades desprezadas pelas invenções de uma categoria quadrinhos. Em resposta estão a teoria e a crítica da sarjeta: o estudo de uma percepção que legou às histórias em quadrinhos a sarjeta, uma crítica erigida sobre a ideia de que o que está na sarjeta é o sintoma de uma possibilidade, uma potência. Será, portanto, ao que está à sarjeta das invenções categorizantes das histórias em quadrinhos que esta tese se dedicará.<br> / Abstract : The invention of comics is the dirty story of its categorization, of what readings sought to discard at the moment of defining what comics are. Therefore, a theory of gutters has to take on the task of investigating strategies behind the comics? alleged essences, forms and functions. Departing from the experience around comics at the first half of the Twentieth Century, regarding childhood, the horror in anti-comics campaigns, and the notion of expenditure that can be read in postulates about mass culture, we stumble upon the inventions of a comics artistry, from the 1960?s on, through conflicts with the art world (Pop Art, Lowbrow Art and exhibitions), through the emergence of an authorial disposal and of an institutionalized comicphilia (from academic avant-garde to nostalgia worship), and through the eroticism in luxury publications. Such historical review will trigger a necessary theoretical revision of what has been usually written about the relation between text and image, sequentiality and simultaneity, figuration and narration, grid and comic character. To do so, we propose a gutters? theory and criticism: a study about a perception that bequeathed comic to the gutter, a critique built upon the idea that what is in the gutter is the symptom of a possibility, a potency. So, this thesis will focus on what is in the gutter of essentializing inventions of comics.
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Disability and metaphor in the graphic memoir

Dalmaso, Renata Lucena January 2015 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2016-04-15T13:13:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 338056.pdf: 28216976 bytes, checksum: ccb7f1b1845710435b7ebc992dc40c55 (MD5) Previous issue date: 2015 / Abstract : This research focuses on the representation of disability and embodiment in the contemporary generation of graphic memoirs, starting in the mid 2000s till present day 2015. These I call ?graphic body memoirs.? This dissertation is divided into two larger sections: the first section is dedicated to the investigation of the graphic memoirs Calling Dr. Laura: A Graphic Memoir (2013), by Nicole Georges, and Fun Home: A Family Tragicomic (2006), by Alison Bechdel, and what Sharon Snyder and David Mitchell define as ?narrative prosthesis.? In their definition of the term, disability works in literary discourse as a narratological device that functions as a metaphor for a given character?s unconventionalities in literary works. The questions I ask in this section are: how does this concept work within the non-fictional context of life narratives and, more specifically, of graphic memoirs? How is it that this metaphorical use of disability functions in texts where the disabled body is not necessarily a narrative ploy to convey the uniqueness of a character? In which way is the materiality of the disability metaphor affected by the dual visual and textual discourses of the comics medium? The analyses carried out throughout this section suggest that metonym appears to be a much more suitable trope as one looks at graphic memoirs and disability. Metaphor is just one of the ways in which disability is presented in these graphic memoirs, but it does not account for how it is also constitutive of the self that narrates it. Metonym, on the other hand, works through repetition and it does not provide the directness between signified and signifier entailed in metaphor. Disability as metonym can be seen as a process, rather than a direct association of signifiers. The symbolic meaning of disability has to be read as part of a larger system of construction of meaning and subjects in autobiography. Instead of the closure of metaphor, I propose the continued open-endedness of metonym in relation to disability and autobiographical narratives. The second section of this dissertation is dedicated to the analysis of visual metaphor in Tangles: A Story about Alzheimer?s, my Mother, and Me (2012), by Sarah Leavitt, Epileptic (2005), by David B., and Bitter Medicine: A Graphic Memoir about Mental Illness (2010), by Clem Martini and Olivier Martini. Visual metaphor is understood here mostly through George Lakoff and Mark Johnson?s theory of conceptual metaphor, as a figure speech that evokes sensory effects on the body. Whereas the first section deals with narratives where the narrator is the character with a disability, in this second section I focus more on graphic memoirs that represent disability in others. My questions here are: how does the portrayal of disability in others complicate the idea of self-representation and disability? How does visual metaphor impacts the experience of representing others with disability? In what ways is visual metaphor employed to reinforce the stigmatization of those characters and in what ways it is used to subvert it? What the analyses of Tangles and Epileptic suggest is that graphic memoirs that deal with the representation of disability of someone other than the narrator run the risk of appropriating that person?s story in the process of telling their own. Visual metaphor, with a few exceptions, emphasizes the spectacle of disability in others, adding to an already alienating process of stigmatization related to the representation of that disability. Bitter Medicine, conversely, serves as an example of a narrative in which the representation of disability cannot be characterized by an ableist gaze. In Bitter Medicine, the narrative offers some insight into the potential of graphic memoirs as a genre wherein one can represent disability polysemically and not just as a narrative device in the establishment of able-bodied autobiographical subjects.<br> / Esta pesquisa se concentra na representação de deficiência e de corporificação na geração contemporânea de graphic memoirs, com início nos anos 2000 até a presente data em 2015. Chamo essas obras de  graphic body memoirs. Esta tese está dividida em duas grandes partes: a primeira parte é dedicada à investigação das graphic memoirs Calling Dr. Laura: A Graphic Memoir (2013), de Nicole Georges, e Fun Home: Uma Tragicomédia Familiar (2006), de Alison Bechdel, e o que Sharon Snyder e David Mitchell definem como  prótese narrativa. Na sua definição do termo, deficiência funciona em discurso literário como um recurso narrativo que funciona como uma metáfora para a não convencionalidade de um dado personagem. As perguntas que faço nessa seção são: como esse conceito funciona no contexto não ficcional de narrativas de vida e, mais especificamente, de graphic memoirs? Como o uso metafórico da deficiência funciona em textos onde o corpo deficiente não é necessariamente uma tática narrativa para demonstrar o lado único de um personagem? De que maneira a materialidade da metáfora da deficiência é afetada pela dualidade discursiva dos quadrinhos? As análises realizadas nessa seção sugerem que metonímia parece ser um termo mais apropriado quando se olha para graphic memoirs e deficiência. Metáfora é apenas mais uma das maneiras em que deficiência é apresentada nessas graphic memoirs, mas não dá conta da maneira em que é também constitutiva do eu que as narra. Metonímia, por outro lado, trabalha através da repetição e não proporciona a relação direta entre significado e significante da metáfora. Deficiência como metonímia pode ser vista como um processo, ao invés da direta associação de significantes. O valor simbólico da deficiência precisa ser lido como parte de um sistema maior de construção de significados e sujeitos na autobiografia. Ao invés do fechamento da metáfora, eu proponho a contínua abertura da metonímia em relação à deficiência e narrativas autobiográficas. A segunda seção dessa tese é dedicada à análise da metáfora visual em Tangles: A Story about Alzheimer s, my Mother, and Me (2012), de Sarah Leavitt, Epiléptico (2005), de David B., and Bitter Medicine: A Graphic Memoir about Mental Illness (2010), de Clem Martini e Olivier Martini. Metáfora visual é entendida aqui, em sua maior parte, através da definição de George Lakoff e Mark Johnson e sua teoria da metáfora conceitual como uma figura de linguagem que evoca sensações e produz efeitos no corpo. Onde a primeira seção lida com narrativas em que o narrador é o personagem com deficiência, nessa segunda seção eu foco mais em graphic memoirs que representam deficiência em outros. Minhas questões aqui são: como a representação de deficiência em outros complica a idéia de auto-representação e deficiência? Como metáfora visual é empregada para reforçar a estigmatização daqueles personagens e como é usada para subvertê-la? As análises de Tangles e Epiléptico sugerem que graphic memoirs que lidam com a representação de deficiência de outros que não seus narradores correm o risco de se apropriarem da estória dessa pessoa durante o processo. Metáfora visual, salvo algumas exceções, enfatiza o espetáculo da deficiência em outros. Bitter Medicine, por outro lado, serve como um exemplo de narrativa em que a representação da deficiência não pode ser caracterizada como tendo um olhar capacitista. Em Bitter Medicine, a narrativa oferece um novo insight sobre o potencial de graphic memoirs como um gênero onde se pode representar deficiência polisemicamente e não apenas como um recurso narrativo no processo de estabelecimento de sujeitos autobiográficos não deficientes.
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Depois da última página

Oliveira, Marco Antônio Francelino de January 2013 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013 / Made available in DSpace on 2013-12-05T22:42:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 319584.pdf: 4881778 bytes, checksum: e5dbde676ed34fc25dde01462db7d247 (MD5) Previous issue date: 2013 / Abstract: The current work proposes a deeper analysis of the first volume of The League of Extraordinary Gentlemen graphic novel (1999), a comic book series written by the British Alan Moore and illustrated by Kevin O?Neill, which narrates a story led by a heroes? team composed by literary characters from the 19th century. Based on the literary concepts of dialogism and intertextuality presented by Mikhail Bakhtin and Julia Kristeva respectively and Gérard Genette?s similar analytical categories, this study analyses how the authors elaborated a dense and complex ficcional universe where intertextual relations are not just a resource recurrently employed, but the proper leitmotiv of the literary work, impregnating it in all levels. Since the option elected for the comic books visual-verbal language and for the traditional superheroes genre, it has been analysed how the authors selected literary books from the end of the 19th century and the beginning of the 20th century amongst popular adventure, horror, and science-fiction novels and, following that, how they redesigned selected characters and elements in order to integrate them in a coherent plot novel. It is found that the main characters explored are not merely juxtaposed except that they were hipertextualy redesigned, each one being constituted not only by other texts quotes but also in intertextual relation with the original literary works, promoting permanencies and ruptures settled by other intertextual relations with the superheroes comic books, and with specific social roles the authors criticize.
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Quadrinhos, carnaval e comercialização: um estudo da revista em quadrinhos inglesa viz (1979-1995)

Manoel da Silva, Nadilson January 2005 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:16:13Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo9338_1.pdf: 10326265 bytes, checksum: 619e1f6fec6c3a510bac9f285652837c (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2005 / A tese trata das maneiras pelas quais a revista em quadrinhos inglesa de maior sucesso nas últimas duas décadas, Viz, alterou seu formato e conteúdo durante sua história para se adaptar um novo perfil de mercado e a uma grande audiência. Esta revista passou por um processo de comercialização a partir da tiragem inicial de 150 cópias na cidade de Newcastle para mais de um milhão de cópias dez anos depois, empregando um esquema de produção e distribuição semelhantes aos produtos mais comerciais. Dessa forma, será importante discutir como a revista Viz se adaptou a essa nova situação. Ela conseguiu passar de um formato e temáticas semelhantes às revistas alternativas para uma publicação voltada para o mercado comercial. Argumento principal dessa tese é mostrar como o processo de comercialização afetou um produto em termos de formato e conteúdo, onde estratégias de discurso artístico tiveram que se adaptar às demandas do mercado. Isto é feito através da análise de toda história da revista buscando momentos em que houve mudanças significativas no conteúdo e formato. A partir a análise da revista, torna-se claro que a compreensão dos produtos culturais não deve ser procurada apenas na análise de seu discurso interno, mas uma partir de sua posição mercado e da relação com outros produtos
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Memória, intertextualidade, literatura e semiótica: a tragédia e o trágico em Sandman

PIOVESAN, A. O. 26 October 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T14:11:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_4245_DISSERTAÇÃO FINAL ATTILA (1) HQ.pdf: 5947330 bytes, checksum: 9ca97d0498fce1276d6b58a937431df5 (MD5) Previous issue date: 2010-10-26 / RESUMO Este trabalho investiga as relações entre a literatura e a história em quadrinhos Sandman, escrita por Neil Gaiman. Para estabelecer o liame entre essas artes, descrevemos os primórdios da indústria dos quadrinhos de super-heróis, o seu desenvolvimento e as raízes dos gêneros literários populares de crime e horror, assim como as críticas que conduziram à censura e à subsequente superação desta que lentamente tornou possível um novo tipo de discurso na área dos quadrinhos, permitindo um diálogo aberto com o mundo literário. Entendendo que as noções de intertextualidade, intermidialidade e semiose atuam como transmissores da memória da literatura e da cultura, adotamos a semiótica de Charles S. Peirce, para estabelecer o encadeamento semiósico do mito órfico, além de traçar a transformação da tragédia (conceito literário) em trágico (concepção filosófica) e as suas funções na narrativa de Sandman e no percurso de Morpheus, o herói condenado. Palavras-chave: Quadrinhos. Memória. Literatura. Tragédia. Intertextualidade. Semiótica
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(Des)enquadres Interativos nos Quadrinhos de Dik Browne e Zappa: um Estudo Sobre Os (des)alinhamentos de Helga e Jandira.

PEREIRA, J. S. L. 20 June 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:08:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_3085_Dissertação Joseane Pereira.pdf: 2211195 bytes, checksum: 37f4f6d85e80a47997c11736d1eabda9 (MD5) Previous issue date: 2008-06-20 / Tomando como corpus tiras de quadrinhos publicadas diariamente em jornais e em livros, este trabalho tem por objetivo analisar as atuações das personagens Helga e Jandira, verificando os seus alinhamentos/ (des)alinhamentos, tendo em vista que o comportamento observado nas interações das tiras não corresponde aos esquemas de conhecimentos que a sociedade tem internalizados. A análise a ser desenvolvida apresenta-se como de natureza qualitativa e interpretativa, já que focaliza as interações entre os personagens das tiras. Para isso, fundamenta-se em uma perspectiva de análise interacional, cujas bases teóricas partem, principalmente, das noções de estruturas de expectativas, esquemas de conhecimento e enquadres interativos, de Tannen & Wallat (1987), além das noções de footing (Goffman, 1979) e as definições de pistas de contextualização (Gumperz, 1982), baseando-se, ainda, na teoria da polidez (Brown & Levinson, 1987). O corpus, extraído dos livros O melhor de Hagar, o horrível, de Dik Browne (2006) e O bom humor de Gervásio... e o mau humor de Jandira, do cartunista capixaba Gilberto Zappa (1999), revela, por meio da análise, as estratégias de (des)alinhamentos e o (des)enquadre assumidos pelas personagens e, como conseqüência dessa atuação, a produção de humor depreendida das tiras de Browne e Zappa.
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A educação e a revista illustrada nos primeiros anos da República

MODENESI, Thiago Vasconcellos 19 May 2015 (has links)
Submitted by Isaac Francisco de Souza Dias (isaac.souzadias@ufpe.br) on 2016-02-01T19:21:56Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) tese final thiago modenesi.pdf: 52969513 bytes, checksum: 606002489a8a84822b65e32a0b7fdb58 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-02-01T19:21:56Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) tese final thiago modenesi.pdf: 52969513 bytes, checksum: 606002489a8a84822b65e32a0b7fdb58 (MD5) Previous issue date: 2015-05-19 / Esta tese tem como principal objetivo estudar as possibilidades educacionais contidas em materiais da imprensa nos primeiros anos da República do Brasil, publicados a partir da ascensão do Partido Conservador, do fim do Império e do regime escravagista em nosso país, para fazê-lo nos propomos a analisar as mudanças e conflitos que ocorreram na época como contexto que gerou um novo regime e novos hábitos. Aqui buscamos estabelecer a relação da educação e das possibilidades educacionais contidas em charges e histórias em quadrinhos criados na República, o fazemos a partir do que era publicado na Revista Illustrada, seja em algumas de suas capas, textos internos ou ilustrações. Assim lançamos o seguinte problema de pesquisa: “A Revista Illustrada foi parte do processo educacional inaugurado nos primeiros anos da República do Brasil, colaborando na divulgação e consolidação dos novos hábitos e costumes que chegaram junto com o novo regime através de suas charges e quadrinhos?”. Queremos demonstrar que o que a Revista publicou possuía caráter educacional, divulgando novos parâmetros para a higiene da época, analisando reformas educacionais propostas, valorizando o surgimento de novas escolas (como a de engenharia) e destacando as figuras heroicas da República. A análise da mudança dos hábitos e dos referenciais de higiene corporal, de boa escola e de civilizado nesse período histórico será analisado tendo como referencial teórico os escritos de Norbert Elias sobre comportamento e controle. Baseado na hipótese apresentada, aonde acreditamos ter havido influência da Revista Illustrada como instrumento midiático, colaborando no alinhar da maneira de historiar e transmitir os fatos a população, na criação de uma espécie de método de transmitir os acontecimentos com um novo olhar, faremos a análise dos desenhos e textos contidos nas charges e histórias em quadrinhos da Revista, tratando do que ali foi veiculado nos primeiros anos da República até o fim de sua publicação em 1898. / This thesis aims to study the educational possibilities contained in press materials in the early years of the Republican Period of Brazil, published at the rise of the Conservative Party, at the end of The Empire and at the Slave Regime in our country. In order to do this we propose analyzing the changes and conflicts that occurred at the time as context that generated a new regime and new habits. Here we seek to establish the relationship of education and educational possibilities contained in cartoons and comic books created in the Republic era; we do this from what was published in the Revista Illustrada, in some of its covers, internal text or illustrations. So we launched the following research problem: "Was The Revista Illustrada part of the educational process opened in the early years of the Republic of Brazil, collaborating in the dissemination and consolidation of new habits and customs that came along with the new regime through his cartoons and comics? ". We want to show that what the magazine had published about educational habits of that time, promoted new standards for hygiene at the time, analyzing educational reform proposals, highlighting the emergence of new schools (such as engineering) and highlighting the heroic figures of the Republic. The analysis of changing habits and benchmarks for body care, good school and civilization in this historical period will be analyzed by the theoretical reference from the writings of Norbert Elias on behavior and control. Based on the hypothesis presented, where we believe we have been influenced by the Revista Illustrada as a media tool, collaborating on aligning the way of chronicling and transmitting the facts to the people, creating a method for transmitting the events with a new look, we will analyze the drawings and texts in the cartoons and stories in the comic magazine, dealing with what was published in the early years of the Republic period until the end of its publication in 1898.

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