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Avessos do excesso : a assexualidade /

Bezerra, Paulo Victor. January 2015 (has links)
Orientador: José Sterza Justo / Banca: Fernando Silva Teixeira Filho / Banca: Diana Pancini de Sá Antunes Ribeiro / Banca: Rafael Siqueira de Guimarães / Banca: Paulo Roberto de Carvalho / Resumo: Os assexuais se definem como pessoas que não sentem atração sexual. A ideia de um sujeito assexual traz à tona discussões acerca dos usos políticos do sexo, coloca em exame as epistemologias da sexualidade e suscita debates a propósito dos modos de subjetivação contemporâneos. Nesta tese, procura-se apresentar o percurso científico da assexualidade e traçar uma compreensão sobre esse fenômeno. No primeiro capítulo, faz-se uma narrativa minuciosa de toda a produção bibliográfica sobre o tema, contemplando todos os artigos e livros publicados até o presente, bem como aquelas fontes mais antigas que se relacionavam diretamente com a assexualidade. Compilou-se essas leituras de modo a reconstruir, identificar e contextualizar as primeiras menções ao termo e os desdobramentos do surgimento das comunidades virtuais de assexuais, fato que impulsionou e justifica a atual produção acadêmica a esse respeito. Aponta-se que a produção científica sobre a assexualidade reflete em muito o campo de produção acadêmica em sexualidade, contendo os principais elementos deste último: uma preponderância das tarefas de legitimar, universalizar e naturalizar, geralmente amparadas por uma visão biologista, mas, também contém uma porção de produções críticas e engajadas com a visão das políticas de identidade e de uso do sexo. No segundo capítulo, toma-se como objeto de estudo a assexualidade, e não os assexuais. A partir de alguns artigos, da navegação por seus loci virtuais de encontro e de autores contemporâneos, apresenta-se uma possibilidade de entendimento acerca desse grupo, identificando-o como uma tribo virtual. Ademais, articulam-se as concepções de sociedade do simulacro, do espetáculo, do sujeito da aparência e da subjetividade forjada pelo trabalho imaterial, entre outras, a fim de compreender a emergência da assexualidade e a posição que ela toma nesse cenário... / Abstract: The Asexuals define themselves as people who do not experience sexual attraccion. The idea of an asexual individual brings up discussions about the political uses of sex, calls into question the epistemology of sexuality and raises debates about contemporary modes of subjectification. This thesis presents the scientific development of asexuality and outlines some understanding on the issue. The first chapter provides a detailed narrative of all the scientific writings on asexuality, covering every article and book published until now, including the early sources that somehow are related to it. These researches were compiled intending to rebuild identify and contextualize the first mentions to the idea of asexuality as well as the unfolding of the asexual's virual communities, which boosted the scientific production on this field. It is noted that the scientific production on asexuality is much like the scientific production on sexuality, rendering the main focusses of the last: the widely held task of legitimating, universalizing and naturalizing, commonly under a biological approach, but it also contains a fewer critical works, aligned with the policies of identity and uses of sex. The second chapter takes asexuality, instead of the asexual individuals, as object of study. Grounded on some articles, on the virtual sites of meeting as well as on some contemporary psychosocial theorists, a possibility of understanding about the group is presented, identifying it as a virtual tribe. Moreover, the ideas of simulacra society, spectacle society, the semblance subject and the subjectivity built over immaterial labor, amongst others, are coordinated in order to comprehend the emergency of asexuality and its position in the present, picturing it as both a form of subjectivation and of resistance. The third chapter reaches to position asexuality within the readings of Foucault's History of Sexuality... / Doutor
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Avessos do excesso: a assexualidade

Bezerra, Paulo Victor [UNESP] 19 June 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-10T14:24:16Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-06-19. Added 1 bitstream(s) on 2015-12-10T14:30:25Z : No. of bitstreams: 1 000851866_20170619.pdf: 257973 bytes, checksum: bebafa46e100f222c5f81a7de0492c6c (MD5) Bitstreams deleted on 2017-06-19T16:12:34Z: 000851866_20170619.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2017-06-19T16:13:19Z : No. of bitstreams: 1 000851866.pdf: 977149 bytes, checksum: 6878f11a0b50f05b98d6395c5b0d3263 (MD5) / Os assexuais se definem como pessoas que não sentem atração sexual. A ideia de um sujeito assexual traz à tona discussões acerca dos usos políticos do sexo, coloca em exame as epistemologias da sexualidade e suscita debates a propósito dos modos de subjetivação contemporâneos. Nesta tese, procura-se apresentar o percurso científico da assexualidade e traçar uma compreensão sobre esse fenômeno. No primeiro capítulo, faz-se uma narrativa minuciosa de toda a produção bibliográfica sobre o tema, contemplando todos os artigos e livros publicados até o presente, bem como aquelas fontes mais antigas que se relacionavam diretamente com a assexualidade. Compilou-se essas leituras de modo a reconstruir, identificar e contextualizar as primeiras menções ao termo e os desdobramentos do surgimento das comunidades virtuais de assexuais, fato que impulsionou e justifica a atual produção acadêmica a esse respeito. Aponta-se que a produção científica sobre a assexualidade reflete em muito o campo de produção acadêmica em sexualidade, contendo os principais elementos deste último: uma preponderância das tarefas de legitimar, universalizar e naturalizar, geralmente amparadas por uma visão biologista, mas, também contém uma porção de produções críticas e engajadas com a visão das políticas de identidade e de uso do sexo. No segundo capítulo, toma-se como objeto de estudo a assexualidade, e não os assexuais. A partir de alguns artigos, da navegação por seus loci virtuais de encontro e de autores contemporâneos, apresenta-se uma possibilidade de entendimento acerca desse grupo, identificando-o como uma tribo virtual. Ademais, articulam-se as concepções de sociedade do simulacro, do espetáculo, do sujeito da aparência e da subjetividade forjada pelo trabalho imaterial, entre outras, a fim de compreender a emergência da assexualidade e a posição que ela toma nesse cenário... / The Asexuals define themselves as people who do not experience sexual attraccion. The idea of an asexual individual brings up discussions about the political uses of sex, calls into question the epistemology of sexuality and raises debates about contemporary modes of subjectification. This thesis presents the scientific development of asexuality and outlines some understanding on the issue. The first chapter provides a detailed narrative of all the scientific writings on asexuality, covering every article and book published until now, including the early sources that somehow are related to it. These researches were compiled intending to rebuild identify and contextualize the first mentions to the idea of asexuality as well as the unfolding of the asexual's virual communities, which boosted the scientific production on this field. It is noted that the scientific production on asexuality is much like the scientific production on sexuality, rendering the main focusses of the last: the widely held task of legitimating, universalizing and naturalizing, commonly under a biological approach, but it also contains a fewer critical works, aligned with the policies of identity and uses of sex. The second chapter takes asexuality, instead of the asexual individuals, as object of study. Grounded on some articles, on the virtual sites of meeting as well as on some contemporary psychosocial theorists, a possibility of understanding about the group is presented, identifying it as a virtual tribe. Moreover, the ideas of simulacra society, spectacle society, the semblance subject and the subjectivity built over immaterial labor, amongst others, are coordinated in order to comprehend the emergency of asexuality and its position in the present, picturing it as both a form of subjectivation and of resistance. The third chapter reaches to position asexuality within the readings of Foucault's History of Sexuality...
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(AS)Sexualidades: processo de subjetivação e resistência

Santos, Valéria Konc dos 03 October 2016 (has links)
Submitted by Filipe dos Santos (fsantos@pucsp.br) on 2016-11-29T11:28:42Z No. of bitstreams: 1 Valéria Konc dos Santos.pdf: 727860 bytes, checksum: 8d8b61e24491b13f861608825f5e02cc (MD5) / Made available in DSpace on 2016-11-29T11:28:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Valéria Konc dos Santos.pdf: 727860 bytes, checksum: 8d8b61e24491b13f861608825f5e02cc (MD5) Previous issue date: 2016-10-03 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / The term asexuality is understood in this work as a sexuality array characterized by the absence of sexual attraction or/and sexual activity. Asexuality has become of popular interest over the last years as the mainstream media has given some attention to the subject. Seen as a “novelty” in sexual multiplicities, it still needs further research. This dissertation embraces a theoretical investigation, approaching the locus of communities in virtual space and support forums. It addresses the problem of conceptualization and apprehension of asexuality in a context which many of its features are tangled in essentialist discourses (that define it as a fourth sexual orientation), political and identity discourses (especially when it becomes a movement fighting for recognition — observed in the major asexual communities), or in subject's singular processes. On the other hand, it also can be problematized through the queer approach directed at deconstructing and subverting heteronormative sexuality, as asexuality phenomena also strengthens the struggle and creation of that “new” that disturbs the status quo. People who think of themselves as asexual are beyond the limits of normative sexuality. They affirm that their condition is not a result of trauma, sexual repression, hormonal problems, religious choice, or explained by any other regulatory discourse. Thus, the discussion proposed here indicates that asexual people show rhizomatic and polymorphic sexuality. Although asexuality is encompassed in historical and social conditions that still nourish conservative and colonial thoughts, the conclusion of this work suggests that sexuality may be viewed as a line of flight and, therefore, it entails a micro-political force that struggles to prevent its own suppression as well as its weakening / humana caracterizada pela ausência de atração sexual e/ou ato sexual, vêm se popularizando nas grandes mídias, causando curiosidade e estranheza. Por ser considerada uma “novidade” dentro das multiplicidades sexuais, a assexualidade ainda carece de estudos mais profundos sobre o tema. Esta dissertação faz uma revisão bibliográfica, enfatizando o espaço virtual, lócus de comunidades e fóruns de apoio entre seus membros. A análise sobre o tema, discute sua difícil conceituação e entendimento, sobretudo porque vários aspectos se fundem a discursos essencialistas (quando é caracterizada como uma quarta orientação sexual), políticos e identitários (sobretudo quando se torna um movimento que luta por reconhecimento, tal como observado nas principais comunidades assexuais), até aos processos singulares do sujeito. Por outro lado, também pode ser problematizada através da abordagem queer, que atua na desestabilização e desconstrução da sexualidade heteronormativa, princípio que também se aplica a assexualidade enquanto um fenômeno que atua na resistência e na criação de um “novo” que perturbe o status quo. As pessoas que se autodenominam como assexuais, fogem do padrão da sexualidade normativa e enfatizam que sua condição como tal não está atrelada a traumas, repressão sexual, problema hormonal, escolha religiosa ou qualquer outro discurso regulatório. Desse modo, a discussão provocada sugere que os assexuais apresentam uma sexualidade rizomática e polimorfa. E a conclusão compreende que a assexualidade, apesar de estar elencado a fatores históricos e sociais de uma sociedade que ainda exibe resquícios de um pensamento conservador e colonial, também é uma linha de fuga e, nesse sentido, se modela como uma força micropolítica, que busca não permitir seu esmagamento e tampouco seu esvaecimento
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\"Minha vida de ameba\": os scripts sexo-normativos e a construção social das assexualidades na internet e na escola / \"My life as an amoeba\": sexual normative scripts and the social construction of asexualities on the internet and in school

Elisabete Regina Baptista de Oliveira 06 March 2015 (has links)
O objetivo desta pesquisa de doutorado é compreender as trajetórias de autoidentificação de indivíduos assexuais, com destaque para suas interações sociais na escola durante os anos da educação básica. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório, de natureza qualitativa e de perspectiva sociológica, que se insere nos estudos de diversidade sexual no âmbito escolar, sob a ótica de gênero. A assexualidade é compreendida, neste trabalho, como forma de viver a sexualidade caracterizada pelo desinteresse pela prática sexual, que pode ou não ser acompanhado pelo desinteresse por relacionamentos amorosos. O desinteresse sexual/amoroso - construído social, histórica e culturalmente como transtorno psicológico ou fisiológico - tem sido ressignificado, a partir do início do século XXI, como forma distinta e legítima de sexualidade, situada no espectro mais amplo da diversidade sexual. A emergência de comunidades assexuais virtuais, com vários graus de mobilização em diferentes países inclusive no Brasil - tem dado visibilidade a esta categoria e contribuído para fomentar a discussão e os estudos sobre a assexualidade. Para esta pesquisa, foram entrevistadas 40 pessoas autoidentificadas como assexuais - sendo 8 entrevistas presenciais e 32 entrevistas por e-mail -, as quais foram contatadas pelo Blog Assexualidades, ferramenta virtual de pesquisa criada com o objetivo de facilitar a comunicação com comunidades e indivíduos assexuais brasileiros. A análise teve por base a bibliografia construcionista sobre a sexualidade, com destaque para a Teoria dos Scripts Sexuais dos sociólogos norte-americanos John Gagnon e William Simon, bem como a teoria de gênero de Joan Scott, entre outros/as estudiosos/as da sexualidade na perspectiva construcionista. Os resultados da investigação mostram de que modo os scripts sexo-normativos - diretrizes baseadas em normas sociais que estabelecem o interesse sexual/amoroso como universal e a atividade sexual como compulsória nas relações amorosas, presentes nas construções de sexualidade e gênero - permeiam as experiências de autoidentificação dos/as entrevistados/as, sobretudo, em suas interações na internet e com os pares na instituição escolar. Por um lado, as comunidades virtuais e redes sociais têm um peso significativo na afirmação da assexualidade na contemporaneidade, uma vez que o conceito de assexualidade nasceu e tem se propagado na internet, agregando pessoas do mundo todo em torno da identidade assexual. Por outro lado, a escola se revela local imprescindível para a imposição dos padrões de gênero e sexualidade que chancelam scripts hetero e sexo-normativos, porém, muito ausente em relação ao debate sobre as especificidades da assexualidade e pouco presente na mediação das tensões que podem garantir ou violar o reconhecimento da diversidade sexual em suas ações no âmbito da educação em sexualidade. / The purpose of this doctoral research is to understand self-identification trajectories of asexual individuals, giving emphasis to their school experiences and interactions during basic education. This is an exploratory qualitative sociological research, part of school sexual diversity studies, under the perspective of gender. In this research, asexuality is understood as a form of sexuality characterized by the disinterest in sexual activity, which may or may not be accompanied by the lack of interest in romantic relationships. Sexual/romantic disinterest - constructed socially, historically and culturally as a psychological or physiological disorder - has been reinterpreted as of the beginning of the 20th century, as a distinct and legitimate form of sexuality, situated within the broader spectrum of sexual diversity. The emergence of online asexual communities, with varying degrees of mobilization in different countries - including Brazil - has given visibility to this category and has contributed to discussion and research about asexuality. For this research, I interviewed 40 self-identified asexual people 8 face to face interviews and 32 e-mail interviews - who were contacted through Blog Assexualidades, an online research tool created to facilitate communication with Brazilian asexual individuals and communities. The analysis was based on the constructionist literature on sexuality, particularly John Gagnon and William Simons Sexual Script Theory, as well as Joan Scotts gender theory, among other constructionist theorists. Research results show how sexual normative scripts i.e. assumptions based on the universality of sexual/romantic interest and the naturalization of sexual activity in romantic relationships as part of social construction of sexuality and gender - permeate respondents self-identification experiences, particularly in their internet interactions and their peer relations during the school years. On one hand, online communities and social networks play a significant role in the affirmation of asexuality in contemporaneity, taking into consideration the fact that asexuality was created and has expanded on the internet, gathering people from all over the world around an asexual identity. On the other hand, research findings show that the school environment has been essential for the imposition of gender and sexuality standards that legitimate sexual and heteronormative scripts. However, the school institution has been neglectful about the discussion of the specificities of asexuality and has been doing very little to mediate the tensions that can either guarantee or violate the recognition of sexual diversity in sexuality education initiatives.
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\"Minha vida de ameba\": os scripts sexo-normativos e a construção social das assexualidades na internet e na escola / \"My life as an amoeba\": sexual normative scripts and the social construction of asexualities on the internet and in school

Oliveira, Elisabete Regina Baptista de 06 March 2015 (has links)
O objetivo desta pesquisa de doutorado é compreender as trajetórias de autoidentificação de indivíduos assexuais, com destaque para suas interações sociais na escola durante os anos da educação básica. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório, de natureza qualitativa e de perspectiva sociológica, que se insere nos estudos de diversidade sexual no âmbito escolar, sob a ótica de gênero. A assexualidade é compreendida, neste trabalho, como forma de viver a sexualidade caracterizada pelo desinteresse pela prática sexual, que pode ou não ser acompanhado pelo desinteresse por relacionamentos amorosos. O desinteresse sexual/amoroso - construído social, histórica e culturalmente como transtorno psicológico ou fisiológico - tem sido ressignificado, a partir do início do século XXI, como forma distinta e legítima de sexualidade, situada no espectro mais amplo da diversidade sexual. A emergência de comunidades assexuais virtuais, com vários graus de mobilização em diferentes países inclusive no Brasil - tem dado visibilidade a esta categoria e contribuído para fomentar a discussão e os estudos sobre a assexualidade. Para esta pesquisa, foram entrevistadas 40 pessoas autoidentificadas como assexuais - sendo 8 entrevistas presenciais e 32 entrevistas por e-mail -, as quais foram contatadas pelo Blog Assexualidades, ferramenta virtual de pesquisa criada com o objetivo de facilitar a comunicação com comunidades e indivíduos assexuais brasileiros. A análise teve por base a bibliografia construcionista sobre a sexualidade, com destaque para a Teoria dos Scripts Sexuais dos sociólogos norte-americanos John Gagnon e William Simon, bem como a teoria de gênero de Joan Scott, entre outros/as estudiosos/as da sexualidade na perspectiva construcionista. Os resultados da investigação mostram de que modo os scripts sexo-normativos - diretrizes baseadas em normas sociais que estabelecem o interesse sexual/amoroso como universal e a atividade sexual como compulsória nas relações amorosas, presentes nas construções de sexualidade e gênero - permeiam as experiências de autoidentificação dos/as entrevistados/as, sobretudo, em suas interações na internet e com os pares na instituição escolar. Por um lado, as comunidades virtuais e redes sociais têm um peso significativo na afirmação da assexualidade na contemporaneidade, uma vez que o conceito de assexualidade nasceu e tem se propagado na internet, agregando pessoas do mundo todo em torno da identidade assexual. Por outro lado, a escola se revela local imprescindível para a imposição dos padrões de gênero e sexualidade que chancelam scripts hetero e sexo-normativos, porém, muito ausente em relação ao debate sobre as especificidades da assexualidade e pouco presente na mediação das tensões que podem garantir ou violar o reconhecimento da diversidade sexual em suas ações no âmbito da educação em sexualidade. / The purpose of this doctoral research is to understand self-identification trajectories of asexual individuals, giving emphasis to their school experiences and interactions during basic education. This is an exploratory qualitative sociological research, part of school sexual diversity studies, under the perspective of gender. In this research, asexuality is understood as a form of sexuality characterized by the disinterest in sexual activity, which may or may not be accompanied by the lack of interest in romantic relationships. Sexual/romantic disinterest - constructed socially, historically and culturally as a psychological or physiological disorder - has been reinterpreted as of the beginning of the 20th century, as a distinct and legitimate form of sexuality, situated within the broader spectrum of sexual diversity. The emergence of online asexual communities, with varying degrees of mobilization in different countries - including Brazil - has given visibility to this category and has contributed to discussion and research about asexuality. For this research, I interviewed 40 self-identified asexual people 8 face to face interviews and 32 e-mail interviews - who were contacted through Blog Assexualidades, an online research tool created to facilitate communication with Brazilian asexual individuals and communities. The analysis was based on the constructionist literature on sexuality, particularly John Gagnon and William Simons Sexual Script Theory, as well as Joan Scotts gender theory, among other constructionist theorists. Research results show how sexual normative scripts i.e. assumptions based on the universality of sexual/romantic interest and the naturalization of sexual activity in romantic relationships as part of social construction of sexuality and gender - permeate respondents self-identification experiences, particularly in their internet interactions and their peer relations during the school years. On one hand, online communities and social networks play a significant role in the affirmation of asexuality in contemporaneity, taking into consideration the fact that asexuality was created and has expanded on the internet, gathering people from all over the world around an asexual identity. On the other hand, research findings show that the school environment has been essential for the imposition of gender and sexuality standards that legitimate sexual and heteronormative scripts. However, the school institution has been neglectful about the discussion of the specificities of asexuality and has been doing very little to mediate the tensions that can either guarantee or violate the recognition of sexual diversity in sexuality education initiatives.

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