• Refine Query
  • Source
  • Publication year
  • to
  • Language
  • 471
  • 16
  • 2
  • 2
  • 2
  • 2
  • 2
  • 2
  • 1
  • Tagged with
  • 492
  • 333
  • 249
  • 231
  • 190
  • 179
  • 175
  • 88
  • 73
  • 69
  • 60
  • 56
  • 51
  • 48
  • 48
  • About
  • The Global ETD Search service is a free service for researchers to find electronic theses and dissertations. This service is provided by the Networked Digital Library of Theses and Dissertations.
    Our metadata is collected from universities around the world. If you manage a university/consortium/country archive and want to be added, details can be found on the NDLTD website.
271

Os efeitos da angiotensina-(1-7) sobre o trocador Na+/H+ (isoforma NHE3) e a [Ca2+]i em túbulos proximais renais de ratos espontaneamente hipertensos. / The effects of Angiotensin-(17) on the Na+/H+ exchanger (isoform NHE3) and on [Ca2+]i in proximal tubules of spontaneously hypertensive rats.

Branco, Regiane Cardoso Castelo 19 September 2016 (has links)
A ação aguda direta da Ang-(1-7) sobre o fluxo reabsortivo de bicarbonato (JHCO3-) foi avaliada por microperfusão estacionária in vivo em túbulos proximais de ratos utilizando microelétrodo sensível a H+. Em ratos WKY, a Ang-(1-7) tem efeito bifásico sobre o NHE3: em baixas concentrações causa queda do JHCO3-, enquanto que em altas concentrações estimula o JHCO3-. Em ratos SHR, a Ang-(1-7) demonstrou efeitos opostos aos dos ratos WKY; a Ang-(1-7; 10-9 M) aumentou o JHCO3-, enquanto a Ang (1-7; 10-6 M) causou significante queda do JHCO3-. Em adição, monitoramos fluorimétricamente a concentração de cálcio citosólico ([Ca2+]i) em túbulos proximais isolados, por meio do probe sensivél a cálcio FURA-2-AM. Nossos dados indicam que a [Ca2+]i em ratos WKY no controle é 99,7 ± 2,28 nM; a Ang-(1-7) aumenta esse valor. Em animais SHR o controle é 94,3 ± 1,66 nM; a Ang-(1-7) aumenta esse valor. Em conclusão, nossos dados indicam que a interação dos efeitos opostos dose dependente da Ang-(1-7) e Ang II sobre JHCO3- e a [Ca2+]i representa importante mecanismo de regulação fisiológica do volume e do pH intra-extracelular. / Direct acute effects of Ang-(1-7) on the resorptive bicarbonate flow (JHCO3-) was evaluated by stationary microperfusion in vivo in proximal tubules using microelectrode sensitive to H+. In WKY control rats, Ang-(1-7) has biphasic effects on Na+/H+ exchanger isoform 3 (NHE3): at low dose inhibits and at higher one stimulates the NHE3. In SHR rats, Ang-(1-7) displayed opposite effects on SHR when compared to WKY rats: Ang- (1-7) at low dose increases JHCO3- whereas Ang (1-7) at higher dose reduces JHCO3-. In addition, we have fluorimetrically monitored cytosolic calcium ([Ca2+]i) in isolated proximal tubule through FURA-2-AM. Our data show that [Ca2+]i in the WKY control group is 99.7 ± 2.28 nM. Ang-(1-7) at 10-9 or 10-6 M increases [Ca2+]i. In SHR control rats [Ca2+]i is 94.3 ± 1.66 nM; Ang-(1-7) increase [Ca2+]i. Thus, our data are indicating that the interaction of the opposing dose-dependent effects of Ang-(1-7) and Ang II on JHCO3- and [Ca2+]i may represent an important physiological mechanism for regulating the intra and extracellular volume and pH in normotensive and hypertensive individuals.
272

Efeito da associação de losartan e hidroclorotiazida em modelo experimetal de nefrologia crônica resultante da administração de losartan durante a lactação (LLact) / Combined losartan (L) and hydrochlorothiazide (H) prevent progression of renal damage in chronic kidney disease (CKD) resulting from L treatment during lactation (LLact)

Fanelli, Camilla 19 April 2011 (has links)
Descrevemos recentemente um novo modelo de DRC, baseado nos efeitos adversos da administração de L na lactação (LLact). Os objetivos do presente estudo foram; caracterizar os mecanismos patológicos envolvidos com a nefropatia do LLact e investigar se o extraordinário efeito renoprotetor obtido com a associação L+H no modelo NX seria reproduzido no modelo LLact. Utilizamos 20 ratas Munich-Wistar lactantes, com 6 filhotes cada. As matrizes receberam L, 250mg/Kg/d durante a amamentação e a droga atingiu a prole via leite materno. Os filhotes machos foram acompanhados até os 7 meses de vida, quando se verificou; pressão caudal, albuminúria, creatinina sérica, glomerulosclerose, expansão intersticial, proliferação celular, presença de miofibroblastos intersticiais e rarefação capilar. Os animais LLact restantes foram divididos em 3 novos grupos: LLact+V, mantido sem tratamento, LLact+L, LLact+H, e LLact+LH. Os parâmetros foram reavaliados após 3 meses nesses grupos e também em animais controle (C). Os ratos, LLact apresentaram hipertensão, albuminuria, glomerulosclerose (GS) e lesão intersticial com inflamação e fibrose aos 10 meses de vida. O tratamento com L+H na vida adulta limitou a hipertensão, albuminúria, GS, proliferação intersticial e infiltração de miofibroblastos. Porém, a renoproteção obtida pela associação foi moderada em relação aos resultados previamente obtidos com o modelo NX, especialmente no tocante ao comprometimento tubulointersticial / We recently standardized a severe CKD model based on impaired nephrogenesis by suppression of angiotensin II (Ang II) activity during lactation (LLact). In the present study we sought to gain further insight into the mechanisms associated with the LLact model and to verify if the renoprotection obtained with the association of the Ang II receptor blocker, Losartan (L), and Hydrochlorothiazide (H), which arrested renal injury in the remnant kidney model, could be also obtained in the LLact model. Twenty Munich-Wistar dams, each nursing 6 pups, received L, 250 mg/kg/d, until weaning. The male LLact offspring remained untreated until 7 months of age, when renal functional and structural parameters were studied in 17 of them, used as pretreatment control (LLactPre), followed no further. The remaining rats were divided in groups: LLact+V, untreated, LLact+L, given L, 50 mg/kg/day, now as a therapy, LLact+H, given H, 6mg/kg/day and LLact+LH, given L and H. All the parameters were reassessed 3 months later in these groups and in agematched controls (C). At this time, LLact rats exhibited hypertension, albuminuria, glomerulosclerosis (GS), interstitial expansion and inflammation, enhanced cell proliferation, myofibroblast infiltration, and creatinine retention. LH therapy normalized blood pressure, albuminuria, GS, and limited interstitial cell proliferation and -smooth muscle actin (-SMA) accumulation. However, LH renoprotection achieved with the LLact model was only mild if compared previous studies with the 5/6 renal ablation model
273

Efeito da interação de angiotensina II e o receptor AT1 ou endotelina 3 e os receptores ETA e ETB na função e morfologia renal de ratos. / Effect of interaction of Angiotensin II and AT1 receptor, or endothelin 3 and ETA and ETB receptors on renal function and morphology in rats.

Casare, Fernando Augusto Malavazzi 10 December 2015 (has links)
Para avaliar os efeitos de angiotensina II (Ang II) ou endotelina-3 (ET-3), ratos Wistar foram organizados nos grupos: controle, tratados com Ang II ou ET-3 por 42 dias, tratados com losartan, atrasentan ou BQ788 ou co-tratados com Ang II e losartan ou ET-3 e atrasentan ou BQ 788. Foram avaliados: pressão arterial, concentrações plasmáticas e intrarrenais das Angs e ETs, morfologia e função renal. A Ang II induziu hipertensão arterial, aumentou as concentrações plasmáticas das ETs e das Angs e a expressão de RNAm para renina; induziu injuria glomerular e remodelamento das arteríolas renais. O tratamento com losartan reverteu a maioria dos efeitos da Ang II. A ET-3 induziu hipertensão arterial, injúria glomerular, alteração da função renal e aumento de RNAm intrarrenal para os componentes do SRA. O bloqueio do receptor ETA atenuou os efeitos de ET-3 na hipertensão, enquanto o bloqueio de ETB foi melhor nos parâmetros renais. Nossos resultados sugerem uma interação entre os sistemas SRA e endotelinas, induzindo mudanças na estrutura e função renal. / To evaluate the chronic effects of angiotensin II (Ang II) and /or losartan or endothelin-3 (ET-3) and /or atrasentan or BQ788, Wistar rats were organized as: control, treated with Ang II, or ET-3 for 42 days, losartan-treated, co-treated with Ang II and losartan. Treated with ET-3, treated with BQ788 or atrasentan, co-treated with ET-3 and antagonists. Were evaluated: blood pressure, plasma and intrarenal concentrations of Angs and ETs, protein expression, renal morphology and function. Ang II induced hypertension, increased plasma levels of ETs and Angs; increased mRNA for renin; induced glomerular injury and renal arterioles remodeling. Treatment with losartan restored most of the changes induced by Ang II. ET-3 induced hypertension, glomerular injury, renal dysfunction and increased intrarenal mRNA for SRA components. The ETA receptor blockage reverted the ET-3 effects on hypertension, while ETB blockage reverted renal parameters. Our results suggest a crosstalk of renin-angiotensin and endothelin systems, inducing renal structural and functional changes.
274

Papel do sistema nervoso simpático e do sistema renina-angiotensina-aldosterona no descenso da pressão arterial durante o sono em hipertensos e normotensos / The role of the sympathetic nervous system and reninangiotensin- aldosterone system in the nocturnal blood pressure fall in hypertensives and normotensives

Ortega, Katia Coelho 28 August 2006 (has links)
INTRODUÇÃO: Não são conhecidos os mecanismos que determinam o comportamento da pressão arterial durante o sono. OBJETIVO: Investigar o papel do sistema nervoso simpático, do sistema renina-angiotensinaaldosterona e da excreção de sódio urinário no descenso da pressão arterial durante o sono. MÉTODOS: Hipertensos e normotensos foram submetidos a duas monitorizações ambulatoriais de pressão arterial (MAPA)/24h com SpaceLabs 90207, medidas de 15/15 minutos durante a vigília e de 20/20 minutos no período de sono. Na ocasião da MAPA 1 foram submetidos às dosagens laboratoriais de atividade de renina (ARP), aldosterona e catecolaminas plasmáticas e excreção em diurese de 24h de sódio (Na+u), potássio (K+u) e creatinina. Após o período médio de 50 ± 20 (média ± DP) dias a MAPA e as dosagens foram repetidas. RESULTADOS: Foram incluídos 35 hipertensos e 24 normotensos, com idade 56 ± 12 anos, 45 mulheres e 42 com cor da pele branca. Não houve diferença nos parâmetros laboratoriais na ocasião da MAPA 1 e da MAPA 2 nos normotensos e hipertensos. Mantiveram o mesmo comportamento de descenso da pressão sistólica e diastólica durante o sono nas duas MAPAs (>= 10% ou < 10%) 29 (49%) indivíduos, denominado grupo manteve (hipertensos n = 18). Mudaram o comportamento do descenso durante o sono da pressão sistólica ou diastólica (de >= 10% para < 10% ou de < 10% para >= 10%) 30 (51%) indivíduos, denominado grupo mudou (hipertensos n = 17). O grupo \"mudou\" apresentou menor Na+u na ocasião da MAPA 2 (145 ± 65 mEq/24 h vs 120 ± 46 mEq/24 h, p = 0,04). Houve correlação positiva entre: a) a diferença do descenso da pressão sistólica e a diferença dos resultados das dosagens de Na+u (r = 0,41; p = 0,01) realizadas nas MAPAs 1 e 2 em todos os indivíduos dos grupos \"manteve\" e \"mudou\"; b) a diferença do descenso da pressão sistólica e a diferença de Na+u/creatinina urinária (r = 0,67; p = 0,03) e de L dopa plasmática (r = 0,75; p = 0,003) realizadas nas MAPAs 1 e 2 no grupo \"manteve\" (>= 10%); e c) a diferença do descenso da pressão sistólica e a diferença do resultado das dosagens de ARP/Na+u realizadas nas MAPAs 1 e 2 (r = 0,81; p = 0,03) no grupo \"manteve\" (< 10%). CONCLUSÃO: Em hipertensos e normotensos, sem intervenção medicamentosa ou dietética, a diferença do descenso da pressão sistólica durante o sono entre duas MAPAs apresenta correlação positiva com a diferença da excreção de sódio urinário / INTRODUCTION: The mechanisms which determine the pattern of blood pressure during sleep are unknown. OBJECTIVE: To investigate the role of the sympathetic nervous system, renin-angiotensin-aldosterone system and urinary sodium excretion in the nocturnal blood pressure fall. METHODS: Hypertensive and normotensive subjects were submitted to two ambulatorial blood pressure monitorings (ABPM)/24h with a SpaceLabs 90207 equipment programmed to obtain measurements 15/15 minutes while awake and 20/20 minutes during sleep. Upon the ABPM 1, they were submitted to laboratory measurements of plasma renin activity (PRA), plasma aldosterone and catecholamines, as well as of the excretion of sodium (UNa+), potassium (UK+) and creatinine in 24-h-diuresis. After a mean period of 50 ± 20 days, the ABPM and the laboratory measurements were repeated. RESULTS: Included in the study were 35 hypertensive and 24 normotensive subjects, aged 56 ± 12 years, of which 45 were females and 42 Caucasian. There was no difference in the laboratory parameters measured upon ABPM 1 or 2, in either normotensive or hypertensive subjects. The same pattern of nocturnal systolic and diastolic pressure fall was maintained in both ABPMs (>=10% or <10%) by 29 (49%) subjects, named the \"maintained\" group (hypertensive n = 18). The nocturnal systolic or diastolic pressure fall changed (from >=10% to <10% or from <10% to >=10%) in 30 (51%) subjects, named the \"changed\" group (hypertensive n = 17). The \"changed\" group showed a smaller UNa+ upon the ABPM 2 (145 ± 65 mEq/24 h vs 120 ± 46 mEq/24 h; p = 0.04). There was a positive correlation between the difference in the nocturnal systolic pressure fall and the difference in the results of the UNa+ (r = 0,41; p = 0,01) measurements performed upon ABPM 1 and 2 in the normotensive or hypertensive subjects of the \"maintained\" and \"changed\" groups; b) the difference in the nocturnal systolic pressure fall and the difference in the measurements of UNa+/creatinine excretion (r = 0.67; p = 0.025) and plasma L dopa (r = 0.75; p = 0.003) carried out upon ABPM 1 and 2 in the \"maintained\" group (>=10%); and c) the difference in the nocturnal systolic pressure fall and the difference in the results of the PRA/UNa+ measurements performed upon ABPM 1 and 2 (r = 0.81; p = 0.03) in the \"maintained\" group (<10%). CONCLUSION: In hypertensive and normotensive individuals, without any pharmacological or dietary intervention, the difference in the nocturnal systolic pressure fall between the two ABPMs shows a positive correlation with the difference in urinary sodium excretion
275

Angiotensina II na modulação de células de papila apical humana in vitro / Angiotensin II in the modulation of apical human papilla cells in vitro

Pizzatto, Laís Nicolay 03 August 2018 (has links)
A Angiotensina II (Ang II), principal peptídeo efetor do Sistema Renina Angiotensina (SRA), tem sido relatada como importante mediador de processos inflamatórios. Considera-se de extrema relevância detectar esse sistema e compreender a modulação da Ang II nas células da papila apical (CPA) considerando que esta população celular é a chave no sucesso na revascularização pulpar. Vale também considerar que a infecção do sistema de canais radiculares pode alterar as funções destas células. Sendo assim, o presente trabalho in vitro teve como objetivo elucidar o papel do lipopolissacarídeo (LPS) nas células da papila apical, detectar os componentes do Sistema Renina Angiotensina (SRA) e compreender a modulação da Ang II nas CPA. Para vencer o desafio científico, culturas de células da papila foram estabelecidas e caracterizadas fenotipicamente por citometria de fluxo e funcionalmente por Vermelho de Alizarina. Quando estimuladas por LPS, foi feita análise da citotoxicidade por MTT e produção de citocinas e Osteoprotegerina (OPG) por ELISA. Em seguida, a detecção da expressão gênica dos componentes do Sistema Renina Angiotensina foi realizada por Transcrição Reversa seguida de Reação em Cadeia da Polimerase quantitativa (RT-qPCR) e do peptídeo Ang II por ELISA. As células foram estimuladas com LPS, a própria Ang II e um antagonista do receptor de Angiotensina II tipo 1 (AT1) e avaliadas quanto à citotoxicidade por ensaio de MTT, capacidade de formação de nódulos mineralizados por Vermelho de Alizarina e produção de citocinas inflamatórias e OPG por ELISA. Os resultados demonstraram que culturas de CPA expressaram níveis típicos de marcadores de células-tronco mesenquimais CD146, CD24 e STR0-1 e formaram nódulos mineralizados com o meio de diferenciação. O estímulo com LPS a 0,1; 1 e 10?g/mL no decorrer de 1, 3, 5, 7 e 14 dias não afetou a viabilidade das CPA. As células estimuladas com LPS apresentaram níveis maiores da quimiocina MCP-1/ CCL-2 a 1?g/mL em uma e 24 horas e a expressão de OPG diminui na presença de LPS a 0,1 e 10?g/mL. Na concentração de 1?g/mL, foi detectada a expressão gênica de Angiotensinogênio, Renina, Enzima Conversora de Angiotensina (ECA) e AT1. Houve maior expressão de ECA no período experimental de 1 hora com LPS e em 24 horas, apenas AT1 e ECA continuaram presentes. Sendo a produção da proteína soberana, Ang II foi encontrada nas células pelo ELISA. Os ensaios funcionais demonstraram que a Ang II aumentou a proliferação celular em 24, 48 e 72 horas. Em 24 horas, a presença do peptídeo efetor do SRA aumentou a produção da quimiociona MCP-1/ CCL-2 e do ligante do ativador do receptor do fator nuclear- ?B (RANKL). Concluímos que o LPS foi capaz de alterar funcionalmente as CPA, que o Sistema Renina Angiotensina está presente e a Ang II tem capacidade de modulação pró-inflamatória, proliferativa e de reabsorção óssea nesta população celular. / Angiotensin II (Ang II), the main effector peptide of the Renin Angiotensin System (SRA), has been reported as an important mediator of inflammatory processes. It is considered of extreme relevance to detect this system and understand the modulation of Ang II in the apical papilla cells (CPA) considering that this cellular population is the key in the success in pulpar revascularization. It is also worth noting that infection of the root canal system can alter the function of these cells. The aim of the present work was to elucidate the role of lipopolysaccharide (LPS) in the apical papilla cells, to detect the components of the Renin Angiotensin System (SRA) and to understand the modulation of Ang II in the CPA. To overcome the scientific challenge, cultures of papilla cells were established and characterized phenotypically by flow cytometry and functionally by Alizarin Red. When stimulated by LPS, cytotoxicity by MTT and cytokine and Osteoprotegerin (OPG) were analyzed by ELISA. Next, the detection of the gene expression of the components of the Renin Angiotensin System was performed by Reverse Transcription followed by quantitative Polymerase Chain Reaction (RT-qPCR) and the Ang II peptide by ELISA. The cells were stimulated with LPS, Ang II itself and an Angiotensin II receptor antagonist type 1 (AT1) and evaluated for cytotoxicity by MTT assay, alizarin red mineralized nodule formation capacity, and production of inflammatory cytokines and OPG by ELISA. The results demonstrated that CPA cultures expressed typical levels of CD146, CD24 and STR0-1 mesenchymal stem cell markers and formed mineralized nodules with the differentiation medium. The stimulus with LPS at 0.1; 1 and 10?g/mL in the period of 1, 3, 5, 7 and 14 days did not affect the viability of CPA. LPS-stimulated cells had higher levels of 1?g/mL chemokine MCP-1/CCL-2 at one and 24 hours and OPG expression decreased in the LPS presence at 0.1 and 10?g/mL. At the concentration of 1 ?g/mL, the gene expression of Angiotensinogen, Renin, Angiotensin Converting Enzyme (ECA) and AT1 was detected. There was greater expression of ACE in the experimental period of 1 hour with LPS and in 24 hours, only AT1 and ACE remained present. Being the protein production sovereign, Ang II was found in the cells by the ELISA. Functional assays demonstrated that Ang II increased cell proliferation at 24, 48 and 72 hours. In 24 hours, the presence of the effector peptide of SRA increased the production of the chemokine MCP-1/CCL-2 and the activator of the nuclear factor receptor-KB (RANKL). We conclude that LPS was able to functionally alter CPA, that the Renin Angiotensin System is present and Ang II has the capacity for pro-inflammatory, proliferative and bone resorption modulation in this cell population.
276

Infarto agudo do miocárdio em modelos de polimorfismo da enzima conversora de angiotensina / Acute myocardial infarction in models of angiotensin converting enzyme polymorphism

Moraes, Oscar Albuquerque de 12 December 2018 (has links)
INTRODUÇÃO: O infarto agudo do miocárdio (IAM) é uma doença cardiovascular que apresenta altas taxas de morbimortalidade associado à prejuízo da função cardíaca, disfunção autonômica e alteração do sistema renina angiotensina (SRA). Tem se estabelecido na literatura que a atuação do polimorfismo de genes do SRA, como o da enzima conversora da angiotensina (ECA), poderia contribuir para maior ocorrência de IAM e óbito. Dessa forma, o objetivo desse estudo foi avaliar os efeitos da variação do número de cópias do gene da ECA no infarto agudo do miocárdio. MÉTODOS: Foram utilizados camundongos machos adultos, geneticamente modificados para expressar diferentes concentrações fisiológicas da enzima conversora de angiotensina: animais com uma cópia do gene da ECA (ECA 1), que apresentam menores níveis plasmáticos de ECA; com duas cópias do gene da ECA (ECA 2), que apresentam níveis plasmáticos intermediários de ECA; com três cópias do gene da ECA (ECA 3), que apresentam maiores níveis plasmáticos de ECA. Os animais foram divididos em nove grupos (n=10): três grupos sem infarto - ECA 1, ECA 2 e ECA 3; três grupos infartados e avaliados sete dias após o infarto - ECA 1-7, ECA 2-7 e ECA 3-7; três grupos infartados e avaliados 28 dias após o infarto - ECA 1-28, ECA 2-28 e ECA 3-28. Os animais infartados foram submetidos ao IAM pela ligadura da coronária esquerda. Todos os animais passaram por avaliação de ecocardiografia, para determinar a morfometria e função cardíaca e foram canulados para registro direto da pressão arterial. A partir dos sinais de pressão arterial foram realizadas as análises da variabilidade da frequência cardíaca (VFC), da variabilidade da pressão arterial sistólica e do barorreflexo espontâneo. O tecido cardíaco dos animais infartados foi coletado para quantificação da área de infarto e de colágeno, por meio de técnicas histológicas, e o plasma foi destinado para análise do perfil inflamatório por técnica de ELISA. RESULTADOS: Quando comparados os animais não infartados, em relação aos dados ecocardiográficos, observou-se que os animais com três cópias do gene da ECA apresentaram maiores valores de relação E/A do que os animais com duas e uma cópia do gene da ECA (ECA 3: 1,80 ± 0,14 vs. ECA 2: 1,24 ± 0,16 e ECA 1: 1,08 ± 0,14). Não houve diferença entre os grupos não infartados na pressão arterial sistólica (ECA 1: 124,6 ± 4,0; ECA 2: 127,1 ± 5,62; ECA 3: 129,2 ± 3,32 mmHg) e diastólica (ECA 1: 87,90 ± 3,00; ECA 2: 86,79 ± 2,63; ECA 3: 85,08 ± 1,85 mmHg), bem como na frequência cardíaca (ECA 1: 682,7 ± 12,54; ECA 2: 654,6 ± 15,77; ECA 3: 625,6 ± 25,60 bpm). Em relação aos parâmetros autonômicos nos grupos não infartados, o componente de muito baixa frequência da VFC, em valores percentuais, foi menor no grupo ECA 1 do que no ECA 2 (ECA 1: 7,87 ± 1,98 vs. ECA 2: 18,00 ± 4,25 %) e o índice de Down Gain do barorreflexo espontâneo foi maior no grupo ECA 3 em comparação com os grupos ECA 2 e ECA 1 (ECA 3: 3,80 ± 0,50 vs. ECA 2: 2,00 ± 0,36 e ECA 1: 2,24 ± 0,30 ms/mmHg). Em relação aos dados ecocardiográficos, comparando os animais não infartados e os animais infartados avaliados sete dias após o infarto, observou-se que: a relação E/A foi maior no grupo ECA 3-7 do que nos grupos não infartados com uma e duas cópias e do que no grupo infartado com duas cópias do gene da ECA (ECA 3-7: 3,47 ± 0,50 vs. ECA 1: 1,08 ± 0,14, ECA 2: 1,24 ± 0,16 e ECA 2-7: 1,74 ± 0,25); a mudança de área fracional foi menor nos grupos infartados ECA 1-7, ECA 2-7 e ECA 3-7 em comparação com os não infartados (ECA 1-7: 30,10 ± 1,80, ECA 2-7: 31,12 ± 1,47 e ECA 3-7: 21,30 ± 1,47 vs. ECA 1: 37,14 ± 1,67, ECA 2: 37,16 ± 1,23 e ECA 3: 40,68 ± 1,28 %), e entre os infartados, foi menor no grupo ECA 3-7 do que nos grupos ECA 2-7 e ECA 1-7; a fração de encurtamento foi menor nos grupos ECA 3-7 e ECA 2-7 do que no grupo ECA 3 (ECA 3-7: 16,81 ± 1,6 e ECA 2-7: 17,25 ± 2,1 vs. ECA 3: 25,00 ± 1,2 %). Em relação aos parâmetros hemodinâmicos, não foram observadas diferenças na pressão arterial e frequência cardíaca entre os grupos sete dias após o infarto. Quanto aos parâmetros autonômicos comparando os animais não infartados e os animais infartados avaliados sete dias após o infarto, observou-se que: a modulação simpática foi maior no grupo ECA 3-7 do que nos grupos ECA 1, ECA 2 e ECA 1-7 (ECA 3-7: 14,85 ± 2,36 vs. ECA 1: 4,76 ± 2,00, ECA 2: 4,34 ± 1,40 e ECA 1-7: 5,13 ± 1,88 ms²); e o balanço simpatovagal foi maior no grupo ECA 3-7 do que no grupo ECA 1-7 (ECA 3-7: 2,22 ± 0,17 vs. ECA 1-7: 0,81 ± 0,25). Sete dias após o infarto, foi observado aumento no peso do coração no grupo ECA 3-7 em comparação aos grupos não infartados (ECA 3-7: 0,205 ± 0,01 vs. ECA 1: 0,135 ± 0,006, ECA 2: 0,146 ± 0,006 e ECA 3: 0,145 ± 0,008 g). Quando comparados os grupos infartados sete e 28 dias após o infarto do miocárdio observou-se que: a relação E/A foi menor no grupo ECA 2-28 do que o grupo ECA 3-7 (ECA 2-28: 1,75 ± 0,14 vs. ECA 3-7: 3,47 ± 0,50); a espessura do septo intraventricular na diástole foi menor no grupo ECA 1-28 em comparação ao grupo ECA 1-7 (ECA 1-28: 0,63 ± 0,03 vs. ECA 1-7: 0,87 ± 0,06 mm); não houve diferença entre os grupos na pressão arterial e na frequência cardíaca; o componente de baixa frequência da VFC em valores absolutos foi menor nos grupos ECA 1-28 e ECA 3-28 em comparação ao grupo ECA 3-7 (ECA 1-28: 4,09 ± 1,45 e ECA 3-28: 6,04 ± 1,03 vs. ECA 3-7: 14,85 ± 2,36 ms2); o índice de eficiência do barorreflexo foi maior no grupo ECA 1-28 do que nos grupos infartados avaliados sete dias após o infarto (ECA 1-28: 0,28 ± 0,03 vs. ECA 1-7: 0,15 ± 0,02, ECA 2-7: 0,17 ± 0,01 e ECA 3-7: 0,17 ± 0,01); a avaliação histológica mostrou maior deposição de colágeno no grupo ECA 2-7 em comparação ao grupo ECA 1-7 (ECA 2-7: 41,20 ± 2,87 vs. ECA 1-7: 23,09 ± 4,15 mm²) e menor deposição de colágeno no grupo ECA 1-28 do que o grupo ECA 2-7 (ECA 1-28: 22,09 ± 5,41 vs. ECA 2-7: 41,20 ± 2,87 mm²); o grupo ECA 1-28 apresentou menor área de infarto comparado ao grupo ECA 3-7 (ECA 1-28: 33,62 ± 2,40 vs. ECA 3-7: 48,90 ± 1,72 mm²). Em relação ao perfil inflamatório dos animais infartados sete e 28 dias após o infarto, os animais com uma cópia do gene da ECA apresentam maiores valores de IL-10 comparados aos animais com duas e três cópias do gene da ECA (ECA 1(7-28): 65,04 ± 5,90 vs. ECA 2(7-28) + ECA 3(7-28): 37,06 ± 6,00 pg/ml) e menores valores de TGF beta (ECA 1 (7-28): 91,44 ± 11,33 vs. ECA 2(7-28) + ECA 3(7-28): 122,0 ± 8,00 pg/ml). A curva de sobrevivência mostrou que os animais infartados com 3 cópias do gene da ECA apresentaram menor sobrevivência (41%) e os animais com 1 cópia do gene da ECA maior sobrevivência (71%) ao final do estudo. CONCLUSÃO: De maneira geral, os nossos resultados de função cardíaca, função autonômica cardiovascular, perfil inflamatório, área de infarto e curva de sobrevivência indicam que os animais com três cópias do gene da ECA apresentaram pior evolução após o infarto do miocárdio em relação aos animais com uma cópia do gene da ECA / INTRODUCTION: Acute myocardial infarction (AMI) is a cardiovascular disease with high morbidity and mortality rates associated with impairment of cardiac function, autonomic dysfunction, and altered renin angiotensin system (RAS). It has been established in the literature that the performance of the RAS gene polymorphism, such as angiotensin converting enzyme (ACE), could contribute to a higher occurrence of AMI and death. Thus, the objective of this study was to evaluate the effects of the variation of the number of copies of the ACE gene in the acute myocardial infarction. METHODS: Adult male mice, genetically modified to express different physiological concentrations of the angiotensin converting enzyme were used: animals with one copy of the ACE gene (ACE 1), which had lower plasma levels of ACE; with two copies of the ACE gene (ACE 2), which present intermediate plasma levels of ACE; with three copies of the ACE gene (ACE 3), which have higher plasma levels of ACE. The animals were divided into nine groups (n = 10): three groups without infarction - ACE 1, ACE 2 and ACE 3; three infarcted groups assessed seven days after infarction - ACE 1-7, ACE 2-7 and ACE 3-7; three infarcted groups assessed 28 days after infarction - ACE 1-28, ACE 2-28 and ACE 3-28. Infarcted animals were submitted to AMI by ligature of the left coronary artery. All animals underwent echocardiographic evaluation to determine morphometry and cardiac function and were cannulated for direct recording of blood pressure. The analysis of heart rate variability (HRV), systolic blood pressure variability and spontaneous baroreflex were performed from blood pressure signals. The cardiac tissue of the infarcted animals was collected for quantification of the infarct area and collagen by means of histological techniques, and the plasma was used for analysis of the inflammatory profile by ELISA technique. RESULTS: When compared non-infarcted animals, in relation to echocardiographic data, it was observed that animals with three copies of the ACE gene had higher values of E/A ratio than animals with two and one copies of the ACE gene (ACE 3 : 1.80 ± 0.14 vs. ACE 2: 1.24 ± 0.16 and ACE 1: 1.08 ± 0.14). There was no difference between the non-infarcted groups on systolic blood pressure (ACE 1: 124.6 ± 4.0, ACE 2: 127.1 ± 5.62, ACE 3: 129.2 ± 3.32 mmHg) and diastolic blood pressure (ACE 1: 87.90 ± 3.00, ACE 2: 86.79 ± 2.63, ACE 3: 85.08 ± 1.85 mmHg), as well as in heart rate (ACE 1: 682.7 ± 12, 54, ACE 2: 654.6 ± 15.77, ACE 3: 625.6 ± 25.60 bpm). Regarding the autonomic parameters in the non-infarcted groups, the very low frequency component of HRV, in percentage values, was lower in the ACE 1 group than in the ACE 2 (ACE 1: 7.87 ± 1.98 vs. ACE 2: 18.00 ± 4.25 %) and the Down Gain index of the spontaneous baroreflex was higher in the ACE 3 group compared to the ACE 2 and ACE 1 groups (ACE 3: 3.80 ± 0.50 vs. ACE 2: 2.00 ± 0.36 and ACE 1: 2.24 ± 0.30 ms/mmHg). Regarding the echocardiographic data, comparing non-infarcted animals and infarcted animals evaluated seven days after infarction, it was observed that: the E/A ratio was higher in the ACE group 3-7 than in the non-infarcted groups with one and two copies of ACE and higher than in the infarcted group with two copies of the ACE gene (ACE 3-7: 3.47 ± 0.50 vs. ACE 1: 1.08 ± 0.14, ACE 2: 1.24 ± 0.16 and ACE 2-7: 1.74 ± 0.25); the fractional area change was smaller in the infarcted groups ACE 1-7, ACE 2-7 and ACE 3-7 compared to non-infarcted (ACE 1-7: 30,10 ± 1,80, ACE 2-7: 31, 12 ± 1.47 and ACE 3-7: 21.30 ± 1.47 vs. ACE 1: 37.14 ± 1.67, ACE 2: 37.16 ± 1.23 and ACE 3: 40.68 ± 1.28 %), and among infarcts, was lower in the ACE group 3-7 than in the ACE groups 2-7 and ACE 1-7; the shortening fraction was lower in the ACE groups 3-7 and ACE 2-7 than in the ACE group 3 (ACE 3-7: 16.81 ± 1.6 and ACE 2-7: 17.25 ± 2.1 vs. ACE 3: 25.00 ± 1.2 %). Regarding hemodynamic parameters, no differences were observed in blood pressure and heart rate among the groups seven days after the infarction. Regarding the autonomic parameters comparing non-infarcted animals and infarcted animals evaluated seven days after infarction, it was observed that: sympathetic modulation was higher in the ACE group 3-7 than in the ACE 1, ACE 2 and ACE 1-7 groups (ACE 3-7: 14.85 ± 2.36 vs. ACE 1: 4.76 ± 2.00, ACE 2: 4.34 ± 1.40 and ACE 1-7: 5.13 ± 1.88 ms2); and the sympatovagal balance was higher in the ACE group 3-7 than in the ACE group 1-7 (ACE 3-7: 2.22 ± 0.17 vs. ACE 1-7: 0.81 ± 0.25). Seven days after infarction, an increase in heart weight was observed in the ACE group 3-7 compared to non-infarcted groups (ACE 3-7: 0.205 ± 0.01 vs. ACE 1: 0.135 ± 0.006, ACE 2: 0.146 ± 0.006 and ACE 3: 0.145 ± 0.008 g). When comparing infarcted groups 7 and 28 days after myocardial infarction, it was observed that: the E/A ratio was lower in the ACE group 2-28 than the ACE group 3-7 (ACE 2-28: 1.75 ± 0.14 vs. ACE 3-7: 3.47 ± 0.50); the thickness of the intraventricular septum in diastole was lower in the ACE group 1-28 compared to the ACE group 1-7 (ACE 1-28: 0.63 ± 0.03 vs. ACE 1-7: 0.87 ± 0.06 mm); there was no difference between groups in blood pressure and heart rate; the low frequency component of HRV in absolute values was lower in the ACE groups 1-28 and ACE 3-28 compared to the ACE group 3-7 (ACE 1-28: 4.09 ± 1.45 and ACE 3-28: 6.04 ± 1.03 vs. ACE 3-7: 14.85 ± 2.36 ms2); the baroreflex efficiency index was higher in the ACE group 1-28 than in the infarcted groups assessed seven days after the infarction (ACE 1-28: 0.28 ± 0.03 vs. ACE 1-7: 0.15 ± 0.02, ACE 2-7: 0.17 ± 0.01 and ACE 3-7: 0.17 ± 0.01); the histological evaluation showed greater collagen deposition in the ACE group 2-7 compared to the ACE group 1-7 (ACE 2-7: 41.20 ± 2.87 vs. ACE 1-7: 23.09 ± 4.15 mm²) and lower collagen deposition in the ACE group 1-28 than the ACE group 2-7 (ACE 1-28: 22.09 ± 5.41 vs. ACE 2-7: 41.20 ± 2.87 mm²); the ACE group 1-28 had a lower infarction area compared to the ACE group 3-7 (ACE 1-28: 33.62 ± 2.40 vs. ACE 3-7: 48.90 ± 1.72 mm²). In relation to the inflammatory profile of infarcted animals seven and 28 days after infarction, animals with one copy of the ACE gene had higher IL-10 valuescompared to animals with two and three copies of the ACE gene (ACE 1 (7- 28): 65.04 ± 5.90 vs. ACE 2 (7-28) + ACE 3 (7-28): 37.06 ± 6.00 pg/ml) and lower TGF beta values (ACE 1 (7 -28): 91.44 ± 11.33 vs. ACE 2 (7-28) + ACE 3 (7-28): 122.0 ± 8.00 pg/ml). The survival curve showed that animals infarcted with 3 copies of the ACE gene had lower survival (41%) and animals with 1 copy of the ACE gene had greater survival (71%) at the end of the study. CONCLUSION: Our results of cardiac function, cardiovascular autonomic function, inflammatory profile, infarct area and survival curve indicate that animals with three copies of the ACE gene presented a worse evolution after myocardial infarction in relation to the animals with a copy of the ACE gene
277

Avaliação da expressão da PI3K e sua interação com a angiotensina II em núcleos centrais autonômicos de animais hipertensos. / Evaluation of PI3K expression and its interaction with angiotensin II on central autonomic nuclei of hypertensive animals.

Buttler, Leila 15 July 2011 (has links)
Uma das causas da hipertensão está relacionada a alterações de núcleos autonômicos responsáveis pelo controle dos reflexos cardiovasculares, destacando-se o PVN, o NTS e o RVLM. A ANG II, atuando nestes núcleos, participa do controle da PA. Estudos in vitro, demonstraram uma via de sinalização da ANG II que envolve a ativação da PI3K e da Akt. Neste estudo avaliamos as diferenças na atividade da PI3K, através da quantificação da subunidade p85 (PI3K) e da p-Akt por meio de immunoblotting desses núcleos centrais de animais SHR, WKY e Wistar, além da interação da PI3K com os efeitos cardiovasculares da ANG II injetada no PVN de Wistar acordados. A expressão da p85 não diferiu entre os núcleos estudados. No entanto, a p-Akt estava 1,5x mais expressa no PVN de SHR. Ainda, o aumento da PAM promovido pela injeção de ANG II no PVN foi reduzido 5 min após a injeção do inibidor da PI3K, com recuperação da resposta 30 min mais tarde, sugerindo que a via da PI3K está mais ativa no PVN de animais SHR e que a interação das vias ANG II-PI3K está relacionada com a hipertensão. / One cause of the hypertension is associated to changes in autonomic nuclei that control the cardiovascular reflexes. Among these nuclei are PVN, NST and RVLM. The ANG II, acting in these nuclei, contributes to the control of the AP. In vitro studies had demonstrated a signaling pathway of the ANG II that involves the activation of PI3K and Akt. In the present study we evaluated the PI3K activity via expression of p85 (PI3K) and p-Akt, through the immunoblotting of these central nuclei of SHR, WKY and Wistar. Moreover, we evaluated the interaction of PI3K to the cardiovascular effects of ANG II injected into the PVN of awake Wistar. The p85 expression was not different at all autonomic nuclei studied. However, the p-Akt expression was 1.5x higher in the PVN of SHR. Besides, the increase in the MAP elicited by the injection of ANG II into the PVN was reduced 5 min after the blockade of the PI3K, and restored 30 min later, suggesting that PI3K pathway is more activate at the PVN level of SHR and that the interaction between ANG II-PI3K is related to hypertension.
278

Influência do bloqueio do receptor AT1 sobre os colágenos I e III miocárdico de ratos obesos por dieta hiperlipídica saturada

Silva-Bertani, Danielle Cristina Tomaz da. January 2016 (has links)
Orientador: Antonio Carlos Cicogna / Resumo: A obesidade se associa a inúmeros distúrbios modulados pelo sistema renina angiotensina (SRA) e embora exista uma extensa literatura mostrando a relação entre a angiotensina II e o metabolismo do colágeno miocárdico, não encontramos informações relacionando obesidade por dieta hiperlipídica, saturada, colágenos tipos I e III miocárdico e angiotensina-II. Em razão desta constatação e da associação deletéria entre ácidos graxos saturados e sistema cardiovascular, a proposta deste estudo foi testar a hipótese que a obesidade por dieta hiperlipídica saturada, aumenta os colágenos I e III cardíaco via ativação do receptor AT1 do SRA oriundo do excesso de tecido adiposo. Ratos Wistar machos, com 30 dias, foram randomizados em dois grupos: controle(C; n=30) e obeso (Ob; n=30). Os ratos C receberam dieta normolipídica (DN) e os Ob, dieta hiperlipídica (DH), ambas ricas em ácidos graxos saturados por 30 semanas. Após esse período de intervenção dietética, cada grupo foi randomizado em dois subgrupos: DN e DN+Losartan(Los); DH e DH+Los; os subgrupos DN e DH continuaram recebendo as respectivas dietas durante mais 5 semanas e os grupamentos DN+Los e DH+Los, além do suporte nutricional, foram tratados com losartan, um fármaco antagonista de receptores AT1 na dosagem diária de 30 mg/Kg de massa corporal, portanto, o período total do experimento foi de 35 semanas. Foram avaliados os perfis nutricionais e metabólicos. A avaliação cardíaca foi realizada post mortem por análise macroscópica e molecular, esta última através dos níveis proteicos dos colágenos tipos I e III,inibidores teciduais de MMPs (TIMPs) 1 e 2; e receptor AT1,da concentração da angiotensina II, fator de transformação do crescimento beta (TGF-β) e da atividade da metaloproteinase (MMP)-2 e da enzima conversora de angiotensina II (ECA). Também foi... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Obesity is associated with numerous disorders modulated by renin angiotensin system (RAS) and although there is an extensive literature showing the relationship between angiotensin II and the metabolism of myocardial collagen, could not find information relating obesity by saturated high-fat diet, myocardial collagen I and III and angiotensin-II. Because of this finding and the deleterious association between saturated fatty acids and cardiovascular system, the purpose of this study was to test the hypothesis that obesity by saturated high-fat diet increase myocardial type I and III collagen by activation of AT1 receptor of the reninangiotensin system. Thirty-day-old male Wistar rats were randomized into to two groups: control (C; n=30),fed a standard diet and obese (Ob;n=30),fed a high-fat diet rich saturated fatty acids by 30 weeks. After 30 weeks of dietary intervention, each group were randomized into two subgroups: C and C+Losartan(Los); Ob and Ob+Los; the subgroups C and Ob continued to receive their respective diets for over a five week and the C+Los and Ob+Los groups addition of nutritional support, were treated with losartan, an antagonist drug of AT1 receptors in daily dosage of 30mg/kg body weight. After this period of 35 weeks, it was analyzed nutritional and metabolic profiles. It was analyzed systolic blood pressure (SBP) and structural and molecular studies; the hypertrophy was assessed post-death by macroscopic analysis and the molecular, through protein levels of type I and III collagen, inhibitors of MMPs tissue (TIMPs) 1 and 2; and AT1 receptor, the concentration of angiotensin II, beta transforming growth factor (TGF-β) and activity of metalloproteinase (MMP) -2 and angiotensin II converting enzyme (ACE). Angiotensin- II and activity of ACE in the circulation and visceral adipose tissue was also analyzed. Statistical analysis: ANOVA and... (Complete abstract electronic access below) / Doutor
279

A disfunção da barreira hematoencefálica em SHR é normalizada pelo treinamento aeróbio de baixa a moderada intensidade. / Blood brain barrier dysfunction in SHR is normalized by low to moderate intensity exercise training.

Buttler, Leila 17 August 2016 (has links)
A hipertensão cursa com importante déficit autonômico e lesão da barreira hematoencefálica (BHE) enquanto que o treinamento aeróbio (T) de hipertensos reduz acentuadamente a lesão da BHE, mantendo sua integridade no PVN, NTS e RVLM mesmo na persistência de níveis pressóricos elevados. Esta rápida resposta ao T (2 semanas) é condicionada pela redução da disponibilidade de ANGII nas áreas encefálicas, simultâneo aumento da expressão de podócitos dos astrócitos e desativação da microglia, os quais ocorrem simultaneamente à redução do simpático vasomotor (2 semanas) e antes mesmo do aumento da variabilidade da frequência cardíaca, da atividade parassimpática ao coração, da instalação da bradicardia de repouso e queda parcial da pressão arterial, que se instalam a partir da 4ª semana de T. Alterações na permeabilidade da BHE de hipertensos (lesão com prejuízo estrutural/funcional) e treinados (manutenção da integridade estrutural/funcional) são importantes fatores a condicionar respectivamente a disfunção autonômica na hipertensão ou a sua correção pelo treinamento. / The arterial hypertension is accompanied by important autonomic dysfunction and blood-brain barrier (BBB) lesion while aerobic training (T) in hypertension strongly decreases the BBB lesion, maintaining its integrity on the PVN, NTS and RVLM even in the persistence of high blood pressure (BP) levels. This early response to T (2 weeks) is conditioned by the reduction of ANGII availability, increased expression of astrocytic podocytes and deactivation of the microglia in brain areas. These responses occurred simultaneously with the reduction of vasomotor sympathetic activity (2 weeks) and before the increase of both heart rate variability and parasympathetic activity, resting bradycardia and partial BP fall, appearing only at the 4th week. Changes on the BBB permeability in hypertension (lesion with structural/functional damage) and trained (maintenance of the structural/ functional integrity) are important factors to condition the autonomic dysfunction in hypertension or its correction by the training, respectively.
280

Efeitos sequenciais do treinamento aeróbio sobre o sistema renina angiotensina plasmático e cardíaco de SHR: análise do estresse oxidativo, perfil inflamatório e remodelamento cardíaco. / Sequential effects of aerobic training on the plasma and cardiac renin angiotensin system in SHR. Analysis of oxidative stress, inflammatory profile and cardiac remodeling.

Silva Júnior, Sebastião Donato 08 July 2016 (has links)
A hipertensão arterial é acompanhada de hiperatividade do sistema renina angiotensina (SRA). Demonstramos em ratos SHR que a hiperativação do SRA plasmático antecede o cardíaco. A hiperatividade do SRA foi acompanhada de aumento do estresse oxidativo, perfil inflamatório, hipertrofia cardíaca e deposição de colágeno no ventrículo esquerdo (VE) de SHR. O treinamento aeróbio de baixa a moderada promoveu pronta redução do SRA cardíaco e plasmático seguido por normalização do estresse oxidativo e redução da inflamação no VE. Embora não houve alteração na hipertrofia cardíaca, observamos redução da deposição de colágeno no VE de SHR treinados. Sugerimos que a redução do SRA foi determinante na modulação dos parâmetros analisados contribuindo para a manutenção das estruturas cardíacas e evitando remodelamento cardíaco deletério nos SHR treinados. / The hypertension is followed by renin angiotensin system hyperactivity (RAS). We have showed in SHR rats that plasma RAS hyperactivity precedes the cardiac RAS hyperactivity. Furthermore the RAS hyperactivity was followed by oxidative stress and inflammation increase as well as left ventricle (LV) collagen deposition in SHR. The aerobic training promoted prompt cardiac and plasma RAS activity reduction. It was followed by oxidative stress normalization and inflammatory reduction. Although we did not observe cardiac hypertrophy change, the collagen deposition was reduced in SHR trained group. We suggest the RAS activity reduction as a determinant condition to the beneficial adaptations occurred in the parameters analyzed. Thus contributing to maintenance of cardiac structures and avoids the deleterious cardiac remodeling in SHR.

Page generated in 0.094 seconds