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Avaliação antifúngica do óleo essencial de Cinnamomum zeylanicum Blume como promotor do controle do gênero Penicillium do ar ambiental em sistema industrial alimentar / Antifungal Evaluation of Cinnamomum zeylanicum Blume essential oil in the control of environmental microbiota in industrial food system.Sousa, Patrícia Pinheiro Rafael de 26 August 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011-08-26 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The majority fungal species identified in the food industry environment
were Aspergillus flavus, Aspergillus niger and Penicillium spp., the latter being
identified with higher relative frequency (71.70%) the Penicillium gender. The
microbiological screening on 14 essential oils against 14 Penicillium spp. strains was
performed in order to facilitate safe alternatives for control and/or elimination of this
fungus. The average results for inhibition halos were 13.30 to 42.20 mm, whose oils
from Cinnamomum zeylanicum, Cymbopongon citratus, Syzygium aromaticum,
Origanum vulgare showed greater activity and those from Rosmarinus officinalis,
Eucalyptus globulus, Laurus nobilis and Sassafras albidum showed no significant
activity against tested strains. The essential oil of Cinnamomum zeylanicum Blume
(OE) showed greater effectiveness and was used to determine the minimum
inhibitory concentration (MIC) to assess its effect on mycelial growth and spore
germination by using EO and chlorine solution Vega® (VG), commonly used in
industry. MIC values obtained range from 256 to 512μg/mL both for EO and VG. The
observed effect on the radial growth was concentration dependent for both products.
On the spores germination, EO showed higher effectiveness compared to VG
interfering with conidia germination. The EO emerges as an excellent alternative to
be used for Penicillium control, since VG needed higher concentration though not
having the same EO effectiveness. / As espécies majoritárias de fungos identificadas no ambiente da indústria de
alimentos foram dos gêneros Aspergilus flavus, Aspergilus niger e Penicillium spp.,
sendo identificado posterirmente como de maior freqüência, 71,7% o gênero
Penicillium. Com o objetivo de viabilizar alternativas seguras para controlar e/ou
eliminar estes fungos foi realizada a triagem microbiológica com 14 óleos essenciais
frente a 14 cepas do gênero Penicillium. Os resultados médios de halos de inibição
revelaram que os óleos de Cinnamomum zeylanicum, Cymbopongon citratus,
Syzygium aromaticum e Origanum vulgare apresentaram maior significância. Por
outro lado, os de Rosmarinus officinalis, Eucalyptus globulus, Laurus nobilis e
Sassafras albidum não apresentaram atividade significativa contra as cepas
testadas. O óleo essencial (OE) de Cinnamomum zeylanicum apresentou maior
efetividade e com ele foram realizados ensaios para determinação da Concentração
Inibitória Mínima (CIM), para a avaliação do efeito sobre o crescimento micelial e a
germinação de esporos, utilizando o OE e uma solução clorada Vega® (VG),
comumente utilizada na indústria. Para a CIM os valores encontrados variaram de
256 a 512 μg/mL tanto para o OE quanto para o VG. O efeito observado sobre o
crescimento radial foi concentração dependente para os dois produtos. Sobre a
germinação dos esporos, o OE demonstrou maior efetividade em relação ao VG,
interferindo na germinação dos conídios. O OE desponta como uma excelente
alternativa a ser utilizada no controle de um representante do fungo filamentoso
como Penicillium, visto que o VG necessitou de uma maior concentração de
aplicação e, ainda assim, não apresentou a mesma efetividade do OE.
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Morfoanatomia foliar de Ficus subg. Urostigma (Gasp.) Miq. (Moraceae)de ocorrência na Paraíba e revisão etnomedicinal de Ficus L. para o BrasilAraujo, Nathalia Diniz 27 February 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012-02-27 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Ficus L., with about 750 species, is the richest of the family Moraceae, widely distributed in tropical regions of the world. The genus is characterized by lactescentes plants, woody, shrubs and lianas, often hemiepiphytes growing on tree branches or in the leaf axils of palms. In Brazil, there are about 100 species of Ficus, popularly known as "figueiras" and/or "gameleiras", many of which are exploited as sources of textiles, food and used in folk medicine. This study aimed to conduct an analysis of leaf morpho-anatomy of three species of Ficus sugb. Urostigma (Gasp.) Miq. Found in Paraíba: Ficus cyclophylla (Miq.) Miq., Ficus elliotiana S. Moore and Ficus caatingae R. M. Castro, and a review of the ethnomedicine of the species of the genus. Cross sections of leaves (blade and petiole) were performed in microtome in material embedded in methacrylate, stained with toluidine blue. The study of venation, epidermal cells, histochemical analysis and SEM were carried out using standard methods for each analysis. A review of the ethnomedicine of Ficus was performed, through literature search and various databases. The three species share the following characters: dorsiventral mesophyll, collateral vascularization, the presence of cytoplasmic inclusions of druses and prismatic crystals type (distributed in all tissues of the leaf), angular collenchyma, epidermis with straight polygonal anticlinal walls, hypostomatic and anomocytic stomata. They have characters that distinguish them from their related species, particularly with respect to the structural organization of the mesophyll, board, border and vascularization of the petiole. With respect to etnomedicinal revision, 27 species were reported (23.3%) used in traditional medicine in Brazil. Among the most common therapeutic indications, the most important were those reported for the digestive system and against intestinal worms (29%). The plant parts are used more sheets (63%), followed by the use of latex (51.8%). The oral use was the main route of administration (72.7%). Leaf anatomy was more relevant than the external morphology and can be used for the characterization of the three species and to support quality control of his herbal drugs, as it provided for the same distinctive characters. In addition, the survey provided the record etnomedicinal plants with popular uses that can serve as a basis for the election of species that can be employed as a source of biologically active compounds. / Ficus L., com cerca de 750 espécies, é o mais rico da família Moraceae, com ampla distribuição nas regiões tropicais do mundo. O gênero caracteriza-se por possuir plantas lactescentes, hábito arbóreo, arbustivo e lianas, muitas vezes hemiepífitas crescendo em ramos de árvores ou nas axilas das folhas de palmeiras. No Brasil, ocorrem cerca de 100 espécies de Ficus, popularmente conhecidas como figueiras e/ou gameleiras , muitas das quais aproveitadas como fontes de produtos têxteis, alimentícios e de uso na medicina popular. Este trabalho teve como objetivo realizar um estudo da morfoanatomia foliar de três espécies de Ficus sugb. Urostigma (Gasp.) Miq. encontradas na Paraíba: Ficus cyclophylla (Miq.) Miq., Ficus elliotiana S. Moore e Ficus caatingae R.M. Castro, e uma revisão da etnomedicina das espécies brasileiras do gênero. Secções transversais de folhas (lâmina e pecíolo) foram realizadas em micrótomo, em material incluído em metacrilato, posteriormente coradas com azul de toluidina. O estudo da venação, das células epidérmicas, testes histoquímicos e MEV foram realizados seguindo os métodos usuais para cada análise. Foi realizada uma revisão da etnomedicina de Ficus, mediante uma pesquisa na bibliografia e em vários bancos de dados. As três espécies estudadas compartilham os seguintes caracteres: mesofilo dorsiventral, feixes vasculares colaterais, presença de inclusões citoplasmáticas do tipo drusas e cristais prismáticos (distribuídas em todos os tecidos da folha), colênquima do tipo angular, epiderme com paredes anticlinais poligonais retas, anfígena, hipoestomática e estômatos anomocíticos. Possuem caracteres diferencias que as distinguem de suas espécies afins, principalmente com relação à organização estrutural do mesofilo, bordo, contorno e vascularização do pecíolo. Com relação à revisão etnomedicinal, foram registradas 27 espécies (23,3%) utilizadas como medicinais no Brasil. Dentre as indicações terapêuticas mais comuns, destacaram-se aquelas referidas para o sistema digestório e contra verminoses intestinais (29%). As partes da planta mais utilizadas foram folhas (63%), seguidas do uso do látex (51,8%). O uso oral foi a principal via de administração (72,7%). A anatomia foliar foi mais relevante que a morfologia externa e pode ser usada para a caracterização das três espécies e para subsidiar o controle de qualidade de suas drogas vegetais, uma vez que forneceu caracteres distintivos para as mesmas. Além disso, o levantamento etnomedicinal forneceu o registro de plantas com usos populares que podem servir de base para a eleição de espécies que poderão ser empregadas como fonte de compostos biologicamente ativos.
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Avaliação da atividade antitumoral e toxicológica do óleo essencial dos frutos de Xylopia langsdorffiana St. Hil. & Tul. (Annonaceae) / Avaliação da atividade antitumoral e toxicológica do óleo essencial dos frutos de Xylopia langsdorffiana St. Hil. & Tul. (Annonaceae)Moura, Ana Paula Gomes 29 February 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012-02-29 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The cancer is a complex genetic disorder, which results from concurrent changes in
genes generally related to proliferation, differentiation and cell death. Natural products
are widely used in the treatment of cancer. Xylopia langsdorffiana is a tree known
popularly as "pimenteira-da-terra". The phytochemical study featured some essential
oils with important biological activities, among them, the essential oil obtained from the
fruits, which has as major constituents the α-pinene and limonene. This work aimed to
evaluate the toxicity and antitumoral activity of the essential oil of fruits of X.
langsdorffiana (O.E.X.), through in vitro and in vivo assays. The LC50 value obtained in
the bioassay with A. salina was 459.0 μgmL. The CH50 value obtained in experiment of
cytotoxicity in red blood cells (hemolysis) was 293.6 μgmL. Cytotoxicity test of O.E.X.
with sulfarrodamina cell viability assessment in different tumor cell lines presented
citotoxicity activity for the lineage of leukemia (K562), with TGI = 178 μg/mL. In addition
the O.E.X presented significant cytotoxicity activity against cell lineage NCI/ADR-RES
multiple-resistant ovarian with TGI = 45,38. The IC50 value obtained through the MTT
assay in 180 Sarcoma cells was 145.1 μgmL. The LD50 value obtained in acute toxicity
pre-clinical test was 351.09 mg/kg. In this study there was significant decrease in gain
body mass in females treated with 250 mg/kg and in both sexes treated with 375
mg/kg, when compared with the control group. On the evaluation of in vivo antitumor
activity, the tumor growth inhibition rates were, 38,7 and 54,3 % after treatment with 50
and 100 mg/kg of O.E.X. respectively. The toxicological analyses demonstrated no
significant changes in the index of thymus after treatment with O.E.X., only an increase
of spleen was verified. No changes was evidenced in the parameters of AST and ALT
but it was demonstrated a slight hepatotoxicity in histopathological study for both
treated groups with the O.E.X. The treatment with the O.E.X. not presented
genotoxicity. In general, the changes are considered reversible and non-substantial
when compared to those produced by several anticancer agents. Thus, it is possible to
infer that O.E.X presented in vitro and in vivo antitumoral activity with moderate toxicity,
which does not represent a limiting factor for its therapeutic applicability. / O câncer pode ser considerado uma doença genética complexa, que resulta de
alterações simultâneas em genes geralmente relacionados à proliferação,
diferenciação e morte celular. Os produtos naturais são amplamente utilizados no
tratamento do câncer. Xylopia langsdorffiana é uma árvore conhecida popularmente
como pimenteira-da-terra . O estudo fitoquímico caracterizou alguns óleos
essenciais com atividades biológicas importantes, dentre eles, o óleo essencial
obtido dos frutos, que tem como constituintes marjoritários o α-pineno e o limoneno
já descrito na literatura com antividade antitumoral. Este trabalho teve como objetivo
avaliar a atividade antitumoral e toxicidade do óleo essencial dos frutos de X.
langsdorffiana (O.E.X.), através de ensaios in vitro e in vivo. O valor de CL50 obtido
no bioensaio com Artemia salina foi 459,0 μg/mL. O valor de CH50 obtido no
experimento de citotoxicidade em eritrócitos (hemólise) foi 293,6 μg/mL. Na
avaliação citotoxiciddaeda com ensaio da sulfarrodamina com diferentes linhagens
tumorais o O.E.X apresentou-se mais seletivo para a linhagem de leucemia (K562),
com TGI = 1,78 μg/mL e apresentou citotoxicidade frente à linhagem de células
NCI/ADR-RES ovário resistente a múltiplos fármacos TGI= 45, 38. O valor de CI50
obtido através do ensaio de redução do MTT em células Sarcoma 180 foi 145,1
μg/mL. O valor de DL50 obtido no ensaio pré-clínico de toxicidade aguda foi 351,09
mg/kg, havendo diminuição significativa no ganho de massa corpórea nas fêmeas
tratadas com 250 mg/kg e em ambos os sexos tratados com 375 mg/kg, quando
comparados ao grupo controle. Na avaliação da atividade antitumoral in vivo frente
sarcoma 180, as taxas de inibição do crescimento tumoral foram, 38,67 e 54,32 %
após tratamento com 50 e 100 mg/kg do O.E.X., respectivamente. As análises
toxicológicas demonstram que não houve alteração significativa no índice de timo
após os tratamentos com O.E.X., apenas um aumento do baço foi verificada. Porém
foi demonstrado uma leve hepatotoxicidade para ambas as doses no estudo
anatomopatológico, mas sem alterações nos parâmetros de AST e ALT. E ainda o
O.E.X. não apresentou genotóxicidade. Portanto, as alterações são consideradas
reversíveis e não substanciais quando comparados àquelas produzidas por diversos
antineoplásicos largamente utilizados na clínica médica. Sendo assim, é possível
inferir que o O.E.X. apresenta atividade antitumoral in vitro e in vivo com moderada
toxicidade, o que não representa um fator limitante para sua aplicabilidade
terapêutica.
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Estudo fitoquímico de piperaceas do norte e nordeste brasileiro: Piper lateripilosum Yuncker, Piper montealegreanum Yuncker, Piper mollicomum KunthPinto, Danielle Serafim 06 February 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012-02-06 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The genus Piper is the largest in the family Piperaceae, with at least 1,000 species distributed
particularly in the Neotropical region, where about two thirds of the described species can be
found. It is a genus commercially important and with many medical applications. The
phytochemical investigation of species of this genus which is so rich in metabolites and has
widespread use in folk medicine, besides its various biological activities reported in the
literature, can open exciting perspectives for the chemistry, pharmacology and
chemotaxonomy. This work reports the phytochemical study of three species of Piper, aiming
at the isolation and identification of their chemical constituents as well as the pharmacological
evaluation of extracts, fractions and isolated compounds. Through usual chromatographic
methods and spectroscopic techniques such as IR and one- and two-dimensional 1H and 13C
NMR techniques and comparison with literature data it was possible to isolate and identify
five amides and two steroids from the aerial parts of Piper lateripilosum collected in Amapá,
all of them isolated for the first time in this species. From Piper mollicomum collected in
Paraíba were isolated a new amide and a coumarin of the hexane and chloroform phases of
the crude ethanol extract of the leaves, respectively, and a benzoic acid derivative and a
aristolactam of the chloroform phase obtained from the crude ethanol extract of the stem of
this species. The amide is first reported in the literature, the coumarin for the first time in the
genus and the benzoic acid derivative and the aristolactam for the first time in this species.
From Piper montealegreanum collected in Belém-PA it was possible to isolate a new
chalcone, 3 -methoxy,3,4 ,6 -trihydroxy, 2 ,5 -dimethylchalcone, and reisolate the flavonoids
8-formyl-3 ',5-dihydroxy-7-methoxy-6-methylflavanone; 3 '-formyl-3, 4', 6'-trihydroxy-2-
methoxy-5-methylchalcone and (2'-methoxy-3'-formyl-4', 6'-dihydroxy-5'-methyl phenyl) -
[3''-(dimethylbut-6''-enyl)- 7- phenyl-(3-hydroxy) -cyclohex-2''-enyl]-methyl-9-one. The
extracts, some phases and substances isolated from the species studied were submitted to
investigation of antimicrobial and hemolytic activities, and modulator of resistance to
antibacterial drugs. / O gênero Piper é o maior da família Piperaceae, com pelo menos 1000 espécies distribuídas
especialmente na região Neotropical, onde cerca de dois terços das espécies descritas são
encontradas. É um gênero com boa representatividade comercial e muitas aplicações
medicinais. A investigação fitoquímica de espécies deste gênero, de tão grande riqueza
metabólica e de vasta utilização pela medicina popular, além de suas várias atividades
biológicas citadas na literatura, pode abrir perspectivas para a química, farmacologia e
quimiotaxonomia. Este trabalho relata o estudo fitoquímico de três espécies de Piper, visando
o isolamento e identificação de seus constituintes químicos, bem como a disponibilização de
seus extratos, frações e substâncias isoladas, para realização de estudos farmacológicos.
Utilizando-se métodos cromatográficos convencionais e técnicas espectroscópicas de IV e
RMN de 1H e 13C uni e bidimensionais e a comparação dos dados com a literatura foi possível
isolar e identificar das partes aéreas de Piper lateripilosum, coletada no Amapá, cinco amidas
e dois esteróides todos isolados pela primeira vez nesta espécie. Da espécie Piper
mollicomum, da Paraíba, foram isoladas uma nova amida e uma cumarina, das respectivas
fases hexânica e clorofórmica do extrato etanólico bruto das folhas, além de um derivado do
ácido benzóico e de uma aristolactama obtidos da fase clorofórmica do caule desta espécie. A
amida está sendo relatada pela primeira vez na literatura, a cumarina pela primeira vez no
gênero e o derivado do ácido benzóico e a aristolactama pela primeira vez nesta espécie. Das
partes aéreas de Piper montealegreanum, coletada em Belém PA, foi possível isolar uma
nova chalcona, a 3 -metoxi,3,4 ,6 -triidroxi, 2 ,5 -dimetilchalcona, bem como reisolar os
flavonóides 8-formil-3 ,5-diidroxi-7-metoxi-6-metilflavanona; 3 -formil-3,4 ,6 -triidroxi-2 -
metoxi-5 -metilchalcona e (2 -metoxi-3 -formil-4 ,6 -dihidroxi-5 -metilfenil)-[3 -
(dimetilbut-6 -enil)-7-fenil-(3-hidroxi)-ciclohex-2 -enil]-metil-9-ona. Os extratos e algumas
fases e substâncias isoladas foram disponibilizadas para a investigação da atividade
antimicrobiana, hemolítica e moduladora da resistência à drogas antibacterianas.
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Estudo toxicológico pré-clínico de Jatropha gossypiifolia L.Mariz, Saulo Rios 02 April 2007 (has links)
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Previous issue date: 2007-04-02 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The Jatropha gossypiifolia L.(Euphorbiaceae), also known in Brazil as pião-roxo , is
a plant with high toxicity. However, some of its therapeutic uses have been proved by
experimental studies including a recent paper about the hypotensive effect of this plant.
In order to contribute to the development of a herbal drug from this species, this work
presents a toxicity assessment in rats with the ethanolic extract (EE) from aerial parts of
Jatropha gossypiifolia L. according to Brazilian law (ANVISA-RE 90/2004). In the
acute toxicity test we treated Wistar rats (Ratus norvegicus albinus) with the EE in
doses of up to 5 g/kg body weight (p.o.). Each group was observed, for 14 days after the
treatment, in points such as toxicity signs, lethality, body weight gain and food and
water consumption. After this period, the animals which survived were killed for
biochemical, hematological and histopathologic analysis. In the chronic toxicity
assessment, the rats were handed out on three experimental groups (45 mg/kg, 135
mg/kg and 405 mg/kg). Each group (n=10 per gender and dose) was dosed daily by
gavage for a period of 13 weeks. During the treatment, in addition to the parameters
cited above, body temperature, tail glucose level and changes in behavior were analyzed
(Open field and Rota Rod). At the end of treatment, 40% of animals from each group
were killed for the analysis of those parameters already cited in the acute study. The
acute treatment shows that only doses equal or higher than 1.8 g/kg body weight (p.o.)
cause signals of toxicity as neurological depression and digestive disorders. We
observed weight loss and a hind limb paralysis in males (doses 4 and 5 g/kg p.o.). Only
in males that survived to higher dose treatment (5 g/kg p.o.) the extract reduced the food
intake significantly. This dose also promotes weight loss in females without reduction
of food intake. In males treated with 5 g/kg (p.o.), some biochemical, hematological and
histopathologic alterations suggest important acute toxicity in the liver, the kidney, the
blood and the lung. The LD50 was between 4 and 5 g/kg (p.o.) to males and was higher
than 5 g/kg (p.o.) to females. These results indicate that acute toxicity from EE is not
significant because the alterations happened just in high doses. However, the
neurological depression and digestive disorders were confirmed by chronic evaluation.
The lethality among males was 46.6 % (405 mg/kg p.o.), 13,3% (135 mg/kg p.o.) and
among females was 13.3 % (doses of 135 mg/kg and 405 mg/kg p.o.). The EE reduces
the body weight gain (males 405 mg/kg p.o.). At the colon temperature the extract
produces alterations that were not related to the doses in both sexes. In some rats, the
product increased glucose level in a reversible way. The locomotion was reduced in
females (405 mg/kg p.o.). The increase of total proteins (males 405 mg/kg p.o.) was
discrete. It was observed an important increase of glucose level among males (45
mg/Kg p.o.). We also found a discrete anaemia in males (405 mg/kg p.o.) and a
increased level of platelet in females of satellite group (135mg/Kg). The histopathologic
analysis confirmed the toxicity in liver, kidney and lung. These data show the high
chronic toxicity from the product. We propose a chemical refinement on the ethanolic
extract to get new fractions with a better risk/benefit relation. / A espécie Jatropha gossypiifolia L. (Euphorbiaceae), também denominada piãoroxo,
é uma planta reconhecidamente tóxica. Todavia, alguns dos vários usos dessa
planta na medicina popular têm sido comprovados por estudos experimentais, dentre os
quais se destaca a recente demonstração do seu efeito hipotensor. Com o objetivo de
contribuir para o desenvolvimento de um medicamento fitoterápico anti-hipertensivo, a
partir da referida espécie, este trabalho se propôs a avaliar a toxicidade pré-clínica
(aguda e crônica) do extrato etanólico (EE) de partes aéreas (folhas e caules) de
Jatropha gossypiifolia L. de acordo com a norma brasileira (ANVISA-RE 90/2004). No
estudo toxicológico agudo, ratos Wistar (Ratus norvegicus albinus) foram tratados (v.o.)
com o produto (n = 6 por dose e sexo) em doses de até 5 g/kg de peso corpóreo. Durante
14 dias após o tratamento foram observados: sinais tóxicos gerais, letalidade, evolução
ponderal, consumo de água e alimentos. Após esse período, os animais sobreviventes
foram sacrificados para análise de parâmetros sangüíneos e histopatológicos. No estudo
crônico os animais foram tratados com doses de 45 mg/kg, 135 mg/kg e 405 mg/kg
durante 13 semanas (n = 10 por dose e sexo). Durante o tratamento, além dos
parâmetros já citados, avaliou-se temperatura corporal, glicemia caudal e alterações
comportamentais (Campo Aberto e Rota Rod). Ao final do tratamento, 40% dos animais
de cada grupo foram sacrificados para análise dos parâmetros já citados no estudo
agudo. No tratamento agudo apenas nos animais tratados com dose igual ou superior a
1,8 g/kg (v.o.) observou-se sinais de redução da atividade do SNC e distúrbios
gastrintestinais. Em machos das doses de 4,0 e 5,0 g/kg (v.o.), a perda gradativa de peso
e a paralisia do trem posterior foram sinais anteriores ao óbito. Somente em machos
sobreviventes à dose de 5 g/kg (v.o.) o extrato reduziu o consumo de alimentos de modo
significativo. Essa dose também reduziu a evolução ponderal de fêmeas sem alterar a
ingestão de alimentos desses animais. Alterações laboratoriais e histopatológicas só
ocorreram em machos tratados com a maior dose sugerindo hepatotoxicidade,
nefrotoxicidade, além de leucopenia e agravo pulmonar. A dose letal mediana (DL50) foi
estimada entre 4,0 e 5,0 g/kg para machos e foi superior a 5 g/kg em fêmeas. Esses
resultados indicam uma toxicidade aguda oral relativamente baixa considerando que as
alterações só ocorreram em altas doses. No estudo crônico confirmou-se a depressão do
SNC e distúrbios gastrintestinais observados no agudo. A letalidade foi de 46,6% entre
os machos da maior dose experimental (405 mg/kg v.o.) e de 13,3 % tanto entre fêmeas
da maior dose quanto entre os animais tratados com 135 mg/kg (v.o.) do produto. O
extrato reduziu a evolução ponderal de machos da dose de 405 mg/kg (v.o.). A
temperatura colônica foi inicialmente elevada e posteriormente reduzida de modo não
proporcional à dose e em ambos os sexos. O produto apresentou efeito hiperglicemiante
reversível (ausente no grupo satélite) em alguns animais. A atividade motora foi
reduzida em fêmeas da maior dose. A elevação de proteínas totais em machos da maior
dose foi clinicamente discreta e reversível. Ocorreu importante hiperglicemia entre
machos da menor dose. Encontrou-se anemia leve em machos tratados com 405 mg/kg
(v.o.) e aumento de plaquetas em fêmeas satélites (135mg/Kg). A análise
histopatológica também corrobora a hepatotoxicidade, toxicidade renal e apresenta
danos pulmonares. Esses resultados demonstram a elevada toxicidade crônica do
produto e nos permitem sugerir refinamento químico do extrato com posterior avaliação
da manutenção do efeito hipotensor e eventual toxicidade.
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Estudo dos efeitos antitumorais e toxicológicos do óleo essencial das folhas de Xylopia frutescens Aubl. (Annonaceae)Lunguinho, Daiene Martins 29 February 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2015-05-14T12:59:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2012-02-29 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Cancer is a disease of genetic material of our cells, whose initiation and progression involve steps in which the DNA accumulates a series of mutations. This disease is responsible for over 7.6 million deaths per year, representing 13% of all causes of death in the world. Many drugs currently used in chemotherapy have been isolated from plant species or derived from a natural prototype. However, antineoplastic agents, natural or synthetic, can cause serious damage to the organism, justifying the need for its toxicity. The genus Xylopia is considered one of the largest among the Annonaceae, with about 160 species, pantropical distribution. The species of this genus are known for their pharmacological activities and uses ethnomedicine. Xylopia frutescens Aubl., popularly known as "twine", "seed-to-twine" and "red-twine" is seldom reported in the literature both in aspects of phytochemical and pharmacological. Studies report that species of Xylopia and different constituents of these isolates have antitumor activity in vitro and in vivo by different mechanisms of action, a fact that arouses interest for the investigation of a possible antitumor activity of Xylopia frutescens. Additionally, essential oils isolated from different species are known to have different biological activities, among them anti-tumor activity. Given the above, this study aimed to evaluate the antitumor activity and toxicity of essential oil from leaves of X. frutescens (O.E.X.p) by means of in vitro and in vivo. Initially we evaluated the bioactivity of the oil against the brine shrimp Artemia salina. The LC50 value obtained was 180.7 mg / mL, demonstrating that this bioactive oil. The assessment of in vitro antitumor activity against sarcoma 180 cell line, the value of IC50 obtained by reduction of the MTT assay was 216.6 mg / mL. The CH50 value obtained in the experiment of cytotoxicity against erythrocytes of mice was 63.87 mg / mL, demonstrating the toxicity of the product front erythrocytes. During the acute toxicity test was no record of changes in behavior and death of the animals treated with 250 mg / kg, however at doses of 375 and 500 mg / kg these effects were observed. Based on these results, the no observed effect adverse level - NOAEL of O.E.X. was 250 mg/ kg and lowest observed effect adverse level - LOAEL was 375 mg / kg. In the evaluation of antitumor activity in vivo inhibition rates of tumor growth (sarcoma 180) was 45.1% and 65.9% for the 100 mg / kg and 150 mg / kg O.E.X. respectively. The toxicological analyzes showed hematologic, gastrointestinal (evidenced by the anorexic effect) and biochemistry toxicity, the latter demonstrated by significant changes in liver function (increased AST), and corroborated with histopathological tests, for both treated groups O.E.X. However, the changes are considered reversible and not substantial when compared to those produced by several widely used anticancer drugs in clinical medicine, including 5-FU, used with standard drug. The oil under study has not genotoxic.Therefore, it is possible to infer that O.E.X. has significant antitumor activity and moderate toxicity in experimental models evaluated, which is not a limiting factor for its possible therapeutic applicability. However, controlled studies are needed, which may help to elucidate more precisely the possible risks of their use by the population for therapeutic purposes. / O câncer é uma doença do material genético de nossas células, cuja iniciação e progressão envolvem passos nos quais o DNA acumula uma série de mutações. Esta enfermidade é responsável por mais de 7,6 milhões de óbitos por ano, o que representa 13 % de todas as causas de morte do mundo. Muitas drogas usadas atualmente na quimioterapia foram isoladas de espécies de plantas ou derivadas de um protótipo natural. Todavia, agentes antineoplásicos, naturais ou sintéticos, podem ocasionar sérios danos ao organismo, justificando a necessidade de avaliação de sua toxicidade. O gênero Xylopia é considerado um dos maiores entre as Annonaceae, com cerca de 160 espécies, com distribuição pantropical. As espécies desse gênero são conhecidas por seus usos etnomedicinais e atividades farmacológicas. Xylopia frutescens Aubl., conhecida popularmente por embira , semente-de-embira e embira-vermelha , é pouco relatada na literatura tanto do ponto de vista fitoquímico como farmacológico. Estudos relatam que espécies de Xylopia e diferentes constituintes delas isolados apresentam atividade antitumoral in vitro e in vivo por diferentes mecanismos de ação, fato que despertou interesse para a investigação de uma possível atividade antitumoral de Xylopia frutescens. Adicionalmente, óleos essenciais isolados de diferentes espécies, são conhecidos por apresentarem diferentes atividades biológicas, dentre elas atividade antitumoral. Diante do exposto, esse trabalho teve como objetivo avaliar a atividade antitumoral e toxicidade do óleo essencial das folhas de X. frutescens (O.E.X.), por meio de ensaios in vitro e in vivo. Inicialmente foi avaliada a bioatividade do óleo frente ao microcrustáceo Artemia salina. O valor de CL50 obtido foi de 180,7 μg/mL, demonstrando ser este óleo bioativo. Foi realizada avaliação da atividade antitumoral in vitro frente células da linhagem sarcoma 180, cujo valor de CI50 obtido por meio do ensaio de redução do MTT foi de 216,6 μg/mL. O valor de CH50 obtido no experimento de citotoxicidade frente eritrócitos de camundongos foi 63,87 μg/mL, demonstrando a toxicidade do produto frente eritrócitos. Durante o ensaio de toxicidade aguda não houve registro de alterações comportamentais e morte dos animais tratados com a dose de 250 mg/kg, entretanto, com as doses de 375 e 500 mg/kg tais efeitos foram observados. Com base nesses resultados, NOAEL (nível de efeito adverso não observado) do O.E.X. foi de 250 mg/kg e LOAEL (nível de menor efeito adverso observado) foi de 375 mg/kg. Na avaliação da atividade antitumoral in vivo as taxas de inibição do crescimento tumoral (Sarcoma 180) foram de 45,1 % e 65,9 % para a dose de 100 e 150 mg/kg do O.E.X, respectivamente. As análises toxicológicas demonstraram toxicidade hematológica, gastrintestinal (evidenciada pelo efeito anoréxico) e bioquímica, esta última, demonstrada por alteração significativa na função hepática (aumento de AST), e corroborada com a análise histopatológica, para ambos os grupos tratados com o O.E.X. No entanto, as alterações são consideradas reversíveis e não substanciais quando comparados àquelas produzidas por diversos antineoplásicos largamente utilizados na clínica médica, dentre eles o 5-FU, usado com droga padrão. O óleo em estudo não apresentou potencial genotóxico. Portanto, é possível inferir que o O.E.X. possui significante atividade antitumoral e toxicidade moderada nos modelos experimentais avaliados, o que não representa um fator limitante para sua possível aplicabilidade terapêutica. Entretanto, são necessários estudos controlados, que possam contribuir para elucidar mais precisamente possíveis riscos do seu uso, pela população, com fins terapêuticos.
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Avaliação dos efeitos do 2-nitrato-1,3- dibutoxipropano (NDBP) sobre o sistema cardiovascular / Evaluation of effects of the 2-nitrate-1,3-dibuthoxypropan (NDBP) on cardiovascular systemSilva, Maria do Socorro de França 03 August 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012-08-03 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Previous studies have shown that the 2-nitrate-1,3-dibuthoxypropan (NDBP), an
organic nitrate synthesized from glycerin, induced vasorelaxation in mesenteric artery
of rats through activation of the NO-cGMP-PKG pathway and K+ channels, in
addition, caused hypotension and bradycardia in normotensive conscious rats. The
current research aimed to investigate the effects of the NDBP on cardiovascular
system in rats, evaluating the NO release in rat smooth muscle cell culture, the ability
of NDBP to induce tolerance to vasodilatation and the effect of the acute
administration of the compound on autonomic control of blood pressure and heart
rate of normotensive and hypertensive rats, using in vitro and in vivo approaches. For
biochemical determination aortic rat smooth muscle cell culture (ARSMC) was used
and the pharmacological experiments were developed using Wistar rats or
spontaneously hypertensive (SHR) and normotensive Wistar Kyoto (WKY) rats. The
NDBP caused concentration-dependent increases in NO levels in ARSMC. In
addition, NDBP produced no change in the vasorelaxation induced by the NDBP
when the rings were pre-incubated with the NDBP (10 μM or 100 μM), suggesting
that the NDBP did not induce tolerance. In vivo experiments, SHR rats were
significantly hypertensive compared with WKY rats. The acute administration of the
NDBP (1, 5, 10, 15 and 20 mg/kg, i.v.) caused a biphasic response: hypotension and
bradycardia followed by hypertension and tachycardia in WKY and SHR rats. The
blockade of muscarinic receptors with atropine (2 mg/kg) blunted the bradycardia
induced by NDBP (15 mg/kg) and reduced the hypotension in WKY and SHR.
However, the pressor response to the compound was potentiated. Furthermore,
vagotomy almost abolished the bradycardia in WKY and SHR. Moreover,
hexamethonium (30 mg/kg), a nicotinic ganglionic blocker, reduced both bradycardia
and pressor response in WKY and SHR. The administration of methylene blue
(4 mg/kg), a soluble guanylyl cyclase (sGC) blocker, attenuated the hypotension and
bradycardia induced by the NDBP (15 mg/kg) in WKY. Similar event occurred in SHR
animals. In conclusion, the NDBP releases NO in ARSMC, and was unable to induce
tolerance to its vasorelaxant effect, however, the cardiovascular effects of NDBP are
mainly mediated by the central action of the compound, resulting in changes on
autonomic function of spontaneously hypertensive and normotensive rats. / Relatos prévios demonstraram que o 2-nitrato-1,3-dibutoxipropano (NDBP), um
nitrato orgânico sintetizado a partir da glicerina, induziu vasodilatação em anéis de
artéria mesentérica cranial isolada de rato mediante a ativação da via NO-GMPc-
PKG, bem como dos canais para K+ e, adicionalmente, causou hipotensão e
bradicardia em ratos normotensos não-anestesiados. O estudo atual teve como
objetivo investigar os efeitos do NDBP sobre o sistema cardiovascular em ratos,
avaliando a liberação de NO eliciada pelo NDBP em células musculares lisas
vasculares, a capacidade do NDBP induzir tolerância ao vasorrelaxamento e o efeito
da administração aguda do composto sobre o controle autonômico de animais
normotensos e hipertensos, por meio de abordagens in vitro e in vivo. Nos
experimentos bioquímicos foi utilizada a cultura de células musculares lisas de aorta
de rato (CMLAR) e, nos experimentos farmacológicos foram utilizados ratos Wistar
ou ratos espontaneamente hipertensos (SHR) e normotensos Wistar Kyoto (WKY).
Foi observado que o NDBP causou um aumento concentração-dependente nos
níveis de NO em CMLAR. Além disso, não houve alteração no efeito vasodilatador
do NDBP quando os anéis de artéria mesentérica foram previamente expostos ao
NDBP, nas concentrações de 10 μM ou 100 μM, sugerindo que o nitrato orgânico em
estudo não induziu tolerância. Nos experimentos in vivo, foi constatado que a
pressão média basal dos animais espontaneamente hipertensos foi
significantemente maior que a do grupo normotenso. A administração aguda do
NDBP (1, 5, 10, 15 e 20 mg/kg, i.v.) induziu uma resposta bifásica: hipotensão e
bradicardia seguidas de hipertensão e taquicardia, em ratos SHR e WKY. O bloqueio
dos receptores muscarínicos pela atropina (2 mg/kg) atenuou a bradicardia induzida
pelo NDBP (15 mg/kg), reduzindo também a hipotensão em WKY e SHR. Entretanto,
a resposta pressora ao composto foi potencializada. A secção bilateral do nervo
vago praticamente aboliu a bradicardia em WKY e SHR. Adicionalmente o
hexametônio (30 mg/kg), um bloqueador nicotínico ganglionar, reduziu tanto a
bradicardia quanto a resposta pressora em ambos os grupos. A administração do
azul de metileno (4 mg/kg), um bloqueador da ciclase de guanilil solúvel (CGs),
atenuou as repostas hipotensora e bradicárdica induzida pelo NDBP (15 mg/kg) em
ratos WKY. Evento similar aconteceu nos animais SHR. Esses resultados sugerem
que o NDBP libera NO em CMLAR, sendo incapaz de induzir tolerância ao seu efeito
vasorrelaxante, entretanto, os efeitos cardiovasculares do NDBP são mediados,
principalmente, pela ação central do composto, resultando em alterações na função
autonômica de ratos normotensos e espontaneamente hipertensos.
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Efeito antinociceptivo do monoterpeno (S)-(-)-álcool perílico em camudongosBenedito, Rubens Batista 06 November 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009-11-06 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Essential oils are natural products with different applications, especially in the area therapeutic and cosmetic. Many essential oils exhibit a variety of pharmacological properties level of CNS, such as anxiolytic, anticonvulsant and antinociceptive. The influence of functional groups in the structures of these molecules in relation to psychopharmacological effect has also been investigated. These effects are probably due to great structural diversity of the essential oils constituents. The (-)-menthol is a monoterpene that belongs to the series of p-menthane terpenes, and has central antinociceptive activity involving the opioid system. Perillyl alcohol (p-Mentha-1, 8-diene-7-ol) is also a member of the family of monoterpenes, with structure similar to menthol, being found in plants of the genus Lavandula, Mentha, Cymbopogon, among other, whose antinociceptive activity had not already been studied. Based on this chemical and structural similarity, this study investigated the antinociceptive activity of (S)-(-)-perillyl alcohol (PA) in animal models. The study began with the screening behavioral pharmacology and the determination of the LD50, concomitantly. The screening, results indicated a depressant activity in the CNS and the LD50 doses were chosen for subsequent tests (50, 75, 100 mg / kg). In order to investigate a possible miorelaxant and neurotoxic activity that could interfere with the results, the rota-rod test was conducted, where there was no such effect. Next, methods to evaluate the antinociceptive activity were used. The first was the writhing induced by acetic acid, then the formalin test and finally the hot plate, which is specific for central antinociceptive activity. In the three methods used, PA was show be significantly effective. Therefore, from these experimental data, we can infer that the PA has central antinociceptive activity , but mechanisms involved remain unknown. / Os óleos essenciais são produtos naturais com diferentes aplicações, especialmente na área terapêutica e cosmética. Muitos óleos essenciais apresentam diversas propriedades farmacológicas em nível de SNC, tais como ansiolítica, anticonvulsivante e antinociceptiva. A influência dos grupos funcionais nas estruturas dessas moléculas em relação ao efeito psicofarmacológico também tem sido investigada. Estes efeitos dos óleos essenciais são provavelmente devido à grande diversidade estrutural de seus constituintes químicos. O (-)-mentol é um monoterpeno que pertence à série de terpenos p-mentanos e que apresenta atividade antinociceptiva central envolvendo o sistema opióide. Já o álcool perílico (p-Mentha-1,8-diene-7-ol) é também um membro da família dos monoterpenos, com estrutura semelhante ao mentol, sendo encontrado em plantas dos gêneros Lavandula, Mentha, Cymbopogon, entre outros, cuja atividade antinociceptiva ainda não tinha sido estudada. Baseado nesta semelhança químico-estrutural, o presente trabalho investigou a atividade antinociceptiva do (S)-(-)-álcool perílico (AP) em modelos animais. O estudo teve início com a triagem farmacológica comportamental e determinação da DL50, concomitantemente. Na triagem os resultados apontaram para uma atividade depressora no SNC e a partir da DL50, foram escolhidas as doses dos testes subseqüentes (50, 75, 100 mg/kg). Com a finalidade de investigar uma possível atividade miorrelaxante e neurotóxica que pudessem interferir nos resultados seguintes, foi realizado o teste do rota-rod, onde se observou ausência de tais efeitos. Em seguida, metodologias para avaliar a atividade antinociceptiva em si foram utilizadas. A primeira foi a das contorções abdominais induzidas pelo ácido acético, em seguida o teste da formalina e por fim, o teste da placa quente, que é específico para atividade antinociceptiva central. Nas três metodologias usadas, o AP apresentou-se efetivo. Portanto, a partir destes dados experimentais, é possível inferir que o AP possui atividade antinociceptiva do tipo central, cujos mecanismos envolvidos permanecem desconhecidos.
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Avaliação da toxicidade pré-clínica de Foeniculum vulgare Mill / Evaluation of the cronic preclinical toxicity of Foeniculum vulgare MillBranco, Alessandra Camillo da Silveira Castello 29 October 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009-10-29 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Foeniculum vulgare Mill. is a plant that has been known and used by mankind since
antiquity because of its antimicrobial, analgesic, antiinflammatory, antispasmodic and
anxiolytic properties. It is also widely used in the food and cosmetics industries. The
objective of the present study was to investigate the chronic preclinical toxicity of the
lyophilized crude hydroalcoholic extract (LCHAE) of the fruit of F. vulgare
commercialized in sachet form in order to demonstrate the safety of its use by the
population, based on Resolution 90/2004 of the Brazilian Regulatory Authorities. In
this study, Wistar rats (Rattus norvegicus albinus) were treated orally with 8.5, 25.5
and 76.5 mg/kg of LCHAE for 13 weeks (n=10 per dose and sex). General signs of
toxicity, lethality and food and water consumption were evaluated daily, while weight
was evaluated weekly and body temperature, glucose levels and behavioral
parameters using open-field and rota-rod tests were assessed every two weeks. At
the end of treatment, 50% of the animals in each group were sacrificed for blood
analysis and 30% were submitted to histopathology. The remaining animals then
formed the satellite group that remained under observation for 21 days following
treatment to evaluate the reversal and/or appearance of possible toxic effects. During
the 13 weeks of treatment, no signs of toxicity were noted and none of the animals
died. In the females, there was a reduction in weight and food consumption and an
increase in water intake. LCHAE reduced the time both males and females spent on
the rotating bar, and reduced ambulation in the females and defecation and rearing in
both sexes. In both males and females, a hypoglycemic effect occurred and there
was an increase in aspartate aminotransferase (AST) and alkaline phosphatase
(ALP), as well as a reduction in platelet count. In the females, there was an increase
in alanine transaminase (ALT), leukocytes and neutrophils and a decrease in
cholesterol. In the males, a reduction in lymphocytes occurred and there was an
increase in monocytes. Histopathology revealed signs of hepatotoxicity including
mild portal inflammation with the presence of mononuclear exudate, hepatic lobular
necrosis associated with lymphocytic/histiocytic infiltration and mild sinusoidal
inflammation. In addition, there were signs of toxicity in the lungs: focal pneumonitis
with alveolar septal thickening consisting of mononuclear exudate. In the satellite
groups, the majority of the biochemical, hematological and histopathological
alterations in the liver were found to persist, suggesting irreversibility. Further studies
should be developed to confirm these findings; nevertheless, these results indicate
that LCHAE is toxic particularly to the liver and lungs, in both sexes and at the three
doses used. / Foeniculum vulgare Mill. é uma planta usada pelos humanos desde a antiguidade,
devido às suas atividades antimicrobiana, analgésica, anti-inflamatória,
antiespasmódica e ansiolítica, além de ser uma espécie utilizada na indústria de
alimentos e cosméticos. O presente trabalho objetivou investigar a toxicidade préclínica
crônica do extrato hidroalcoólico bruto liofilizado do fruto de F. vulgare
(saches), na perspectiva de avaliar a segurança de seu uso pela população, com
base na Resolução nº 90/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e
algumas modificações. Neste estudo, ratos Wistar (Rattus norvegicus albinus) foram
tratados por via oral (v.o.) com as doses 8,5; 25,5 e 76,5 mg/kg do EHABL durante
13 semanas (n=10 por dose e sexo). Foram avaliados diariamente sinais gerais de
toxicidade, letalidade, consumo de alimentos e água; semanalmente, variação da
evolução ponderal; e, quinzenalmente, temperatura corporal, glicemia e parâmetros
comportamentais através dos testes de campo aberto e da barra giratória. Ao final
do tratamento, 50 % dos animais de cada grupo foram sacrificados para análises
sanguíneas, dos quais 30 % passaram por investigação histopatológica. O restante
dos animais passou a fazer parte do grupo satélite, os quais permaneceram em
observação 21 dias após o tratamento, para a verificação da reversão e/ou
aparecimento de possíveis efeitos tóxicos. Na triagem farmacológica
comportamental, não se observaram características de toxicidade e mortes durante
as 13 semanas de tratamento. Em fêmeas, houve uma diminuição no peso corpóreo
e no consumo de alimentos, com um aumento no consumo de água. O EHABL
reduziu o tempo de permanência na barra giratória em ambos os sexos; diminuiu a
ambulação em fêmeas; e reduziu os parâmetros defecação e levantar em ambos os
sexos. Em machos e fêmeas, houve um efeito hipoglicemiante, aumento da
aspartato aminotransferase (AST) e fosfatase alcalina (FAL), com redução das
plaquetas. Em fêmeas, ocorreu um aumento da alanina aminotransferase (ALT),
leucócitos, neutrófilos e diminuição do colesterol. Nos machos, ocorreu diminuição
do número de linfócitos e aumento do número de monócitos. A análise
histopatológica mostrou indícios de hepatotoxicidade, como portite discreta com a
presença de exsudação mononuclear, necrose lobular hepática associada a afluxo
linfoistiocitário e inflamação sinusoidal discreta. Adicionalmente, o pulmão
apresentou sinais de toxicidade: pneumonite focal com espessamento de septo
alveolar por exsudação mononuclear. Nos grupos satélites, observou-se que a
maioria das alterações bioquímicas, hematológicas e histopatológicas, no fígado,
persistiram, mostrando a necessidade de maiores investigações. Portanto, de
acordo com os resultados obtidos, o EHABL apresentou uma toxicidade significativa,
especialmente no fígado e pulmão, em ambos os sexos e nas três doses utilizadas.
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Investigação da toxicidade da isotretinoína oral sobre a conjuntiva humana utilizando a citologia de impressão / Investigation of the toxicity of oral isotretinoin on the human conjunctiva using impression cytologyQueiroga, Isabella Bezerra Wanderley de 10 November 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009-11-10 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The physiological and pharmacological effects of isotretinoin are yet to be completely
understood despite its widespread use in the treatment of acne vulgaris and the known adverse
effects that it may cause, dry eyes being one of the most common. The objective of this study
was to evaluate the toxicity of oral isotretinoin on the conjunctiva of patients submitted to
treatment with this drug, using impression cytology. A prospective cohort clinical trial was
conducted at the Ophthalmological Referral Center of the Federal University of Paraíba and at
the Laboratory of External Eye Diseases of the Federal University of São Paulo. Twentyeight
patients with acne vulgaris were selected. A questionnaire on symptoms was applied
and biomicroscopy, tear film break-up time (TBUT), fluorescein staining, Shirmer s test, rose
bengal staining and impression cytology (IC) were performed prior to and after three months
of treatment with oral isotretinoin. Samples for IC were collected from the temporal,
superior, nasal and inferior bulbar conjunctiva of both eyes. The doses of isotretinoin varied
from 0.35 to 0.88 mg/kg/day. Compared to pretreatment, burning, pruritus and gritty eye
sensation were significantly more common during treatment with this drug, as were the
biomicroscopic changes of hyperemia and blepharitis. The percentage of positive results for
dry eyes according to TBUT and for rose bengal conjunctival staining was also greater during
treatment. Regarding Shirmer s test and fluorescein staining of the cornea, no statistically
significant changes were found with exposure to the drug. With respect to IC performed on
the samples obtained from the superior and temporal quadrants, there was a reduction in the
percentage of normal results from 100% to 82% and from 75% to 43%, respectively, and an
increase in the percentage of borderline results from 0 to 14% and from 21% to 47%,
respectively, during treatment compared to baseline results. For the samples from the nasal
quadrant, an increase occurred in the percentage of abnormal findings from 0 to 11%, while in
the samples taken from the inferior quadrant, no changes were found with the use of
isotretinoin. The parameters affected by this treatment were cell-to-cell contact, nucleus-tocytoplasm
ratio and the distribution of goblet cells, the scores of which increased
significantly. No significant correlation was found between the results of IC, symptom score
and tear function tests. Therefore, the present findings show that acne treatment with oral
isotretinoin results in changes in the conjunctival epithelium in a significant percentage of
patients. These changes are seen both in the exposed region of the bulbar conjunctiva
(temporal and nasal) and in the unexposed conjunctiva (superior) and reflect a trend towards
squamous metaplasia as an adaptive response of the conjunctival epithelium, which tends to
become nonsecretory under the effect of the drug. / As ações fisiológicas e farmacológicas da isotretinoína ainda não são completamente
conhecidas, apesar da sua ampla utilização no tratamento da acne vulgar e dos efeitos
adversos que pode causar. Dentre esses, o quadro de olho seco é um dos mais frequentes. O
objetivo deste estudo foi avaliar a toxicidade da isotretinoína oral sobre a conjuntiva de
pacientes submetidos a tratamento com o fármaco, utilizando a citologia de impressão.
Realizou-se estudo clínico prospectivo tipo coorte no Centro de Referência Oftalmológica da
Universidade Federal da Paraíba e no Laboratório de Doenças Externas Oculares da
Universidade Federal de São Paulo. Foram selecionados 28 pacientes portadores de acne
vulgar. Realizou-se questionário de sintomas, biomicroscopia, teste do tempo de ruptura do
filme lacrimal (TBUT), coloração por fluoresceína, teste de Shirmer, coloração por rosa
bengala e citologia de impressão (CI) antes e aos 3 meses de tratamento com isotretinoína
oral. Os espécimes para a CI foram coletados dos quadrantes temporal, superior, nasal e
inferior da conjuntiva bulbar de ambos os olhos. As doses de isotretinoína variaram de 0,35 a
0,88 mg/kg/dia. Em relação ao pré-tratamento, os sintomas ardor ocular , prurido e
sensação de areia nos olhos , assim como as alterações biomicroscópicas hiperemia e
blefarite , ocorreram com uma frequência significantemente maior durante o tratamento com
o fármaco. O percentual de resultados positivos para olho seco, para o TBUT e para a
coloração conjuntival por rosa bengala também foi significantemente maior na vigência do
tratamento. Para o teste de Shirmer e para a coloração da córnea por fluoresceína, não houve
mudanças significantes com a exposição ao fármaco. Quanto à CI, para os espécimes obtidos
dos quadrantes superior e temporal, houve diminuição do percentual de resultados normais
(de 100 para 82 e de 75 para 43, respectivamente) e aumento do percentual de resultados
limítrofes (de 0 para 14 e de 21 para 47, respectivamente) durante o tratamento, em relação
aos resultados iniciais. Para os espécimes do quadrante nasal, houve aumento do percentual de
resultados anormais (de 0 para 11), e para aqueles do quadrante inferior, não se observaram
alterações com o uso de isotretinoína. Com o tratamento, foram afetados os parâmetros
contato célula-célula , razão núcleo/citoplasma e distribuição das células caliciformes ,
que sofreram aumento significante em seus escores. Não houve uma correlação significante
entre os resultados da CI, do escore de sintomas e dos testes da função lacrimal. Assim, de
acordo com os resultados obtidos, o tratamento da acne com isotretinoína oral induz
alterações no epitélio conjuntival de um percentual significante de pacientes. Essas alterações
são observadas tanto na região exposta da conjuntiva bulbar (temporal e nasal), como na não
exposta (superior) e representam uma tendência à metaplasia escamosa, como uma resposta
adaptativa do epitélio conjuntival, que tende a se tornar não secretor sob efeito do fármaco.
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