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Características e Fatores Associados à Indicação Inapropriada e Incerta de Estudo de Perfusão do Miocárdio em um Serviço de Medicina Nuclear

Oliveira, Ezequiel de Arimateia Nascimento 03 October 2013 (has links)
Submitted by Edileide Reis (leyde-landy@hotmail.com) on 2015-04-13T21:42:26Z No. of bitstreams: 1 EZEQUIEL DE ARIMATEIA NASCIMENTO OLIVEIRA.pdf: 1296257 bytes, checksum: 2b1be7c1e529159734479b9710486769 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-04-13T21:42:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 EZEQUIEL DE ARIMATEIA NASCIMENTO OLIVEIRA.pdf: 1296257 bytes, checksum: 2b1be7c1e529159734479b9710486769 (MD5) Previous issue date: 2013-10-03 / Entre os vários métodos existentes para estratificação da doença arterial coronariana (DAC) pode-se destacar a cintilografia miocárdica, como padrão ouro não invasivo, mas pouco se sabe sabre sua correta indicação. Objetivo: Estudar as características dos pacientes submetidos a imagem de perfusão do miocárdio em um serviço de medicina nuclear na cidade de Salvador, Bahia, Brasil. Método: Estudo seccional analítico. A partir do banco de dados coletados entre 2008 e 2009 envolvendo 758 pacientes foram analisados os dados demográficos, antropométricos e clínicos desses pacientes, assim como o laudo da fase de estresse e da cintilografia. Esses dados foram tabulados em um programa computacional SPSS v. 17,0, para análise das variáveis de interesse. As variáveis dependentes abrangeram uma classificação dos pacientes segundo um escore de “Framinghan” modificado e uma análise da adequação de CPM, segundo a American Society of Nuclear Cardiology (ASNC). Resultados: Os fatores de risco identificados na população estudada foram: sexo masculino (51,8%), idade média 61,4 anos, história familiar de doença aterosclerótica precoce (17,7%), passado de tabagismo (4,2%), história de hipertensão arterial (63,3%), sedentarismo (83,2%), obesidade (21,6%), história de dislipidemia (48,8%) e diabetes (20,2%). O teste de esforço foi positivo em 25,1% dos pacientes, o exame de CPM apresentou alterações isquêmicas em 22,6% da amostra. Foram classificados como risco de DAC moderado/alto 68,3%, inapropriados 28,6%, incertos 20,3% e apropriado 51,1%. Houve uma associação às indicações inapropriadas na história familiar de DAC (OR= 1,7; IC95%= 1,1-2,6; P=0,02). Conclusão: Existem muitas indicações inapropriadas e incertas na solicitação ao exame de CPM. O emprego de critérios de elegibilidade pode auxiliar na criação de programas de melhoria da qualidade da solicitação de exames de CPM. As indicações inapropriadas colaboraram com a inobservância do principio ALARA.
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Valor prognóstico da ecocardiografia sob estresse com dipiridamol em mulheres com suspeita de isquemia miocárdica

Celita de Almeida, Maria 31 January 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:49:53Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo2026_1.pdf: 2604919 bytes, checksum: 0a3f60a863a95316f14fc22a7e94f119 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2008 / Introdução: Na última década, vem aumentando o interesse na busca de um método diagnóstico não invasivo, para detectar doença arterial coronariana (DAC) em mulheres. Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento, esta patologia permanece como principal causa de mortalidade em mulheres, nos países desenvolvidos. O diagnóstico precoce, assim como a estratificação de risco, são fundamentais, pois mulheres têm pior prognóstico após infarto agudo do miocárdio (IAM) e procedimentos de revascularização (cirúrgica ou percutânea). Objetivo: Avaliar a importância da ecocardiografia sob estresse com dipiridamol (EEDI) na investigação de isquemia miocárdica em mulheres e sua capacidade de predizer eventos cardíacos combinados (morte de causa cardiovascular, infarto agudo do miocárdio (IAM), angina instável, necessidade de procedimentos de revascularização miocárdica cirúrgica ou percutânea) em um seguimento médio de 16 meses. Métodos: Estudo prospectivo, observacional, de base ambulatorial. Pacientes com suspeita de isquemia miocárdica foram submetidas ao seguinte protocolo de exame: infusão intravenosa de dipiridamol de 0,56mg/kg em 4 min, seguido de 4 min de observação. Caso não surgisse critérios de positividade, uma segunda infusão de 0,28mg/kg em dois minutos, seguido de até 1 mg de atropina era realizada se o exame permanecesse negativo, seguido por 2 min de observação. O teste era encerrado com a infusão de até 240 mg de aminofilina. Resultados: Foram avaliadas 147 mulheres. O EEDI foi positivo para isquemia em 14 pacientes (9,5%); foi negativa em 128 pacientes (87,1%); e foi inconclusiva em cinco pacientes (3,4%).Eventos cardíacos ocorreram em oito pacientes, sete dos quais tinham o EEDI positivo para isquemia miocárdica. Os outros 138 não tiveram eventos; desses, 128 apresentavam o EEDI negativo. A sensibilidade, especificidade, acurácia, valor preditivo positivo e negativo do teste frente aos eventos foram: 87%, 95%, 94%, 50% e 99%, respectivamente. Sobrevida livre de eventos para pacientes com EEDI negativo foi 99,2%, comparada com 50% nos que tiveram o EEDI positivo (p<0,001). A análise univariada identificou resultado do EEDI, eletrocardiograma (ECG) basal, fração de ejeção do VE, dislipidemia, índice de movimentação parietal do VE de repouso e no pico do estressse, antecedentes de IAM, de intervenção coronariana percutânea, de cirurgia de revascularização miocárdica como fatores prognósticos associados com os desfechos. Somente as variáveis resultado do EEDI e ECG basal permaneceram com uma associação significativa com o desfecho através da análise multivariada (p<0,001). Conclusão: O ECG basal e o EEDI positivo foram fatores preditivos independentes para a ocorrência de desfechos clínicos combinados. O EEDI é um método seguro, factível e eficaz na estratificação de risco de mulheres com suspeita clínica de isquemia miocárdica. O teste apresentou excelente valor preditivo negativo, confirmando a sua utilização na avaliação prognostica neste grupo de pacientes
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Qualidade de vida na doença arterial coronariana

Silva, Viviane Cristina Vieira da 26 August 2014 (has links)
Submitted by Ramon Santana (ramon.souza@ufpe.br) on 2015-03-10T18:37:19Z No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Viviane Cristina Vieira da Silva.pdf: 1510687 bytes, checksum: 758e822f207568bea2b5f3a2dc2908d5 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-10T18:37:19Z (GMT). No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Viviane Cristina Vieira da Silva.pdf: 1510687 bytes, checksum: 758e822f207568bea2b5f3a2dc2908d5 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2014-08-26 / Introdução: A Doença Arterial Coronariana caracteriza-se pela insuficiência de irrigação sanguínea no coração por meio das artérias coronárias. Está diretamente relacionada ao grau de obstrução do fluxo sanguíneo pelas placas ateroscleróticas, resultando em estreitamento das artérias coronárias (estenose), o qual, devido à redução do fluxo sanguíneo coronariano, diminui a chegada do oxigênio ao coração. É primordial conhecer a qualidade de vida na população acometida por esta doença cardiovascular coletando dados e indicadores para a adequada condução, tratamento e elaboração de políticas públicas. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de pacientes com Doença Arterial Coronariana Crônica; identificar os domínios de Qualidade de Vida afetados pela Doença arterial coronariana. Métodos: O estudo do tipo transversal, prospectivo e analítico com abordagem quantitativa e qualitativa realizada no ambulatório de Cardiologia do Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba. A amostragem constituída foi por conveniência entre os meses de abril a dezembro de 2013, tipo registro de mundo real. Os dados obtidos foram manipulados no Microsoft Excel® 2010 e SPSS 18.0v. Para avaliar o perfil sociodemográfico e clínico dos pacientes do estudo foram calculadas as frequências percentuais e construídas as respectivas distribuições; o escore de qualidade de vida do SF-36 e do WHOQOL-bref foram calculadas as estatísticas: mínimo, máximo e mediana ; normalidade do escore de qualidade de vida foi aplicado o teste de Kolmogorov-Smirnov. Nos casos em que o teste não indicou normalidade foi aplicado o teste de Kruskal-Wallis na comparação da qualidade de vida entre os domínios avaliados em cada instrumento; a correlação entre a qualidade de vida medida pelo SF-36 e o WHOQOL-bref foi calculada a correlação de Spearman. A comparação do escore de qualidade de vida entre os fatores do estudo foi aplicado o teste de Mann-Whitney, quando a comparação se tratava entre dois grupos, e o teste de Kruskal-Wallis, quando se tratava de três ou mais grupos. Resultados: A qualidade de vida revelou estar alterada nos fatores de risco como HAS, idade e eventos isquêmicos anteriores acarretando, dessa forma, negativamente na qualidade de vida. Esses dados foram identificados em ambos os instrumentos aplicados SF-36 e WHOQOL-bref. Conclusão: Esses dois instrumentos demonstraram-se úteis na avaliação da qualidade de vida dos portadores de doença arterial coronariana. Mais estudos sobre este tema devem ser realizados pois a avaliação da qualidade de vida tem implicações práticas nas intervenções de saúde e condução de medidas governamentais voltadas para prevenção e diminuição da morbidade/ mortalidade causadas pelas doenças cardiovasculares.
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Análise do custo-efetividade dos stents farmacológicos versus stents convencionais: resultados clínicos e de custos a médio e longo prazo / Analysis of cost-effectiveness of drug eluting versus bare metal stents. Cost, effectiveness and results in medium and long-term.

Esmeralci Ferreira 25 September 2009 (has links)
Os resultados tardios com os stents farmacológicos são melhores do que com stents convencionais, principalmente no que se refere à reestenose. Entretanto, no mundo real, os stents farmacológicos são implantados em pacientes de maior complexidade, o que teoricamente já diminui a diferença dos resultados. Comparar resultados da utilização de stents com paclitaxel (Grupo I) em pacientes complexos com stents convencionais (Grupo II) implantados em pacientes menos graves. A partir dos resultados realizar análise para estimar a razão de custo-efetividade nos dois grupos. Foram analisados 220 pacientes prospectivamente durante aproximadamente dois anos (média de 17 meses): 111 do Grupo 1 (GI) e 109 do Grupo II (GII). Foram avaliadas a sobrevida e a sobrevida livre de eventos através do método de Kaplan-Meier. Usando-se os critérios da Organização Mundial de Saúde, calculou-se a razão custo-efetividade incremental (RCEI) para cada reestenose evitada. O escore de propensão foi usado para reduzir diferenças entre os dois grupos. Foi observado predomínio do sexo masculino nos dois grupos (n=174 66,8%), mas sem diferenças entre eles. Também não houve diferenças em relação à idade, que variou de 42 anos a 91 anos (65,9 anos). As diferenças que ocorreram, com maior incidência no GI foram: diabetes: GI=60 (50,4%) e GII=19 (17,4%), p=0,0001; história familiar para doença arterial coronariana (DAC): GI=43 (38,7%) e GII=24 (22,1%), p=0,007; infarto prévio: GI=54 (48,6%) e GII=31 (28,4%), p=0,002; cirurgia de revascularização prévia: GI=24 (21,7%) e GII=6 (5,5%), p=0,0005; angioplastia prévia: GI=28 (25,2%) e GII=17 (15,5%), p=0,077; síndromes coronarianas agudas: GI=48 (43,3%) e GII=35 (32,0%), p=0,088. Os pacientes triarteriais foram mais presentes no GI=21 (18,9%) do que no GII=11 (10,1%), p=0,029. No entanto, os pacientes do GII apresentaram mais frequentemente função normal do VE: GI=51 (45,9%) e GII=85 (77,9%), p=0,0001. Não houve diferença no número de lesões tratadas e entre o número de artérias por paciente, entre os dois grupos. O grupo dos stents convencionais abordou lesões mais simples: Tipo A GI=43 (25,6%); GII=65 (45,5%), p=0,0002; Tipo B: B1 GI=50 (29,7%) e GII=35 (24,5%), p=0,30; e B2 GI=51 (30,4%) GII=26 (18,1%), p=0,53; e Tipo C: GI=24 (14,3%) e GII=17 (11,9%), p=0,53. O número de reestenoses por paciente foi menor no GI=7 (6,3%) vs GII=14 (12,8%), mas sem significância estatística (p=0,099). Entretanto, a reestenose por lesão foi menor no GI=7 (4,1%) vs GII=14 (9,8%) p=0,0489. A sobrevida geral em dois anos foi 96,2% no GI e 89,3% no GII (p=0,76) e as sobrevidas livres de eventos foram similares: eventos maiores (p=0,35) e livre de reestenose (p=0,82). O escore de propensão demonstrou que pacientes com idade >72 anos, os diabéticos, as lesões com diâmetro <3,2mm e com o comprimento >18mm foram as variáveis que melhor classificaram pacientes para receber SF. Avaliando-se todos os fatores clínicos, angiográficos e técnicos através da curva de regressão logística, o único item de destaque foi o tamanho dos stents (OR=6,75 e RR=4,37). Com valor corrigido o GII tem 4,3 vezes maior chance de reestenose do que o GI. No que se refere aos custos, a árvore de decisão foi modelada na reestenose dos dois grupos GI=6,3% vs GII=12,8% em 17 meses (média). O benefício líquido do implante do stent com paclitaxel foi 6,3% de redução de reestenose, com incremento de custo de R$9.590,00. A razão custo-efetividade incremental (RCEI) foi R$147.538,00 por reestenose evitada, cujo valor incremental encontra-se acima do limiar sugerido pela OMS. Conclusões: Os resultados foram similares no GI e GII, mesmo o GI atendendo uma população mais grave, com mais diabéticos e outras comorbidades. A reestenose por lesão foi maior no GII. O tamanho do stent foi a única variável importante para a reestenose. O implante dos stents farmacológicos, em pacientes do mundo real, revelou-se uma estratégia não custo-efetiva. / Long term outcomes for drug eluting stents are better than those for bare metal stents, especially for restenosis. However, drug eluting stents are usually implanted in more complex patients, theoretically lessening the difference in the outcomes. To compare the outcomes of paclitaxel stents (GI) in complex patients and bare metal stents (GII), in less complex patients. For some two years (mean: 17 months), 220 patients were analyzed prospectively: 111 in GI and 109 in GII. Their general survival and cardiovascular event-free survival rates were assessed through the Kaplan-Meier method. Using the criteria of the World Health Organization (WHO), the incremental cost-effectiveness ratio (ICER) was calculated for each restenosis avoided. Propensity scores was used to reduce selection bias by equating both groups based on these covariates. Men predominated in both groups (n=174 66.8%), with no differences between them, including age, ranging from 42 to 91 years (65.9 years). The main differences, with higher rates in GI, were diabetes: GI=60 (50.4%) and GII=19 (17.4%), p=0.0001; family history: GI=43 (38.7%) and GII=24 (22.1%), p=0.007; previous acute myocardial infarction: GI=54 (48.6%) and GII=31 (28.4%), p=0.002; previous coronary artery bypass graft: GI=24 (21.7%) and GII=6 (5.5%), p=0.0005; previous angioplasty: GI=28 (25.2%) and GII=17 (15.5%), p=0.077; acute coronary syndrome: GI=48 (43.3%) and GII=35 (32.0%), p=0.088. Multivessel patients were more frequent in GI=21 (18.9%) than in GII=11 (10.1%), p=0.029. However, the GII patients presented normal left ventricle functions more frequently: GI=51 (45.9%) and GII=85 (77.9%), p=0.0001. There were no differences between the groups for the number of lesions treated and number of arteries per patient. The bare metal stent group presented simpler lesions: Type A GI=43 (25.6%); GII=65 (45.5%), p=0.0002; Type B: B1 GI=50 (29.7%) and GII=35 (24.5%), p=0.30; and B2 GI=51 (30.4%) GII=26 (18.1%), p=0.53; and Type C: GI=24 (14.3%) and GII=17 (11.9%), p=0.53. The restenosis per patient was lower in GI=7 (6.3%) than in GII=14 (12.8%), but without statistical significance (p=0.099). However, restenosis by lesion was lower in GI=7 (4.1%) than in GII=14 (9.8%) p=0.0489. The general two-year survival rate was 96.2% in GI and 89.3% in GII (p=0.76) with similar event-free survival rates: major events (p=0.35) and restenosis (p=0.82). The propensity score showed that it was better to receive SF in patients: age >72, diabetics and lesions with diameter <3,2mm and length >18mm. Assessing all the clinical, angiographic and technical factors through the logistic regression curve, the only the major predictor was stent size. With the value corrected, GII has 4.3 times more chances of restenosis than GI. In terms of costs, the decision tree was modeled on the restenosis in the two groups: GI=6.3% versus GII=12.8% in 17 months (mean). The net benefit of implanting of paclitaxel stents was a 6.3% reduction in restenosis, with a cost increase of R$ 9,590.00. The incremental cost-effectiveness ratio (ICER) was R$ 147,538.00 for avoided restenosis, whose incremental value exceeds the threshold suggested by the WHO (World Health Organization). The results were similar in GI and GII, despite more diabetes and other co-morbidities in GI. Restenosis by lesion was higher in GII. The size of the stent was the only important variable for restenosis. The use of drug eluting stents in patients is not a cost-effective strategy in actual practice.
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Associação da mutação G1691A (fator V de Leiden) no gene do fator V da coagulação, da mutação G20210A no gene da protrombina e das mutações C677T e G1793A no gene da metilenotetrahidrofolato redutase com a doença arterial coronariana

Santana, Rita Karina [UNESP] 24 November 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:32:22Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-11-24Bitstream added on 2014-06-13T20:47:23Z : No. of bitstreams: 1 santana_rk_dr_arafcf.pdf: 273636 bytes, checksum: 124503ffdad8ec844fb0d2464539002c (MD5) / Universidade Estadual Paulista (UNESP) / A doença arterial coronariana representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade das populações, principalmente naquelas que habitam regiões desenvolvidas. Os considerados fatores de risco para o desenvolvimento dessa doença são bastante conhecidos e analisados, sendo verificada uma importância cada vez maior com relação aos riscos genéticos e a verificação da associação de sistemas polimórficos humanos com a propensão a desenvolver uma determinada doença. A partir desses estudos foi possível imaginar a ocorrência dos denominados marcadores genéticos, onde os autores realizam uma tentativa com vistas às possibilidades de correlacionar esses marcadores com a doença analisada. Foi propósito do presente trabalho estabelecer e verificar a validade para o nosso laboratório de uma metodologia molecular capaz de caracterizar a mutação G1691A no gene do fator V da coagulação, a mutação G20210A no gene da protrombina e as mutações C677T e G1793A no gene da metilenotetrahidrofolato redutase. Com essa possibilidade, verificar e correlacionar as freqüências dessas mutações em portadores de doença arterial coronariana, de não portadores de doença arterial coronariana e em doadores de sangue em uma parcela da população paulista. Para tanto foram estabelecidos três grupos de estudo constituídos por moradores da região de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, sendo dois deles classificados por cinecoronariografia como portadores de doença arterial coronariana e como não portadores de doença arterial coronariana, enquanto um terceiro grupo foi constituído por doadores de sangue da mesma região. A idade dos pacientes variava dos 36 aos 84 anos de idade, enquanto a do terceiro grupo variava dos 18 aos 55 anos de idade... / The coronary artery disease is a major cause of morbidity and mortality of people, especially those who inhabit the developed regions. The considered risk factors for the development of this disease are quite known and analyzed, being observed an increasingly regard to the risks of genetic and a verification of human polymorphic systems’ association to the propensity to develop a particular disease. From these studies it was possible to imagine the occurrence of so-called genetic markers, where the authors hold an attempt to view the possibilities of these markers be correlated to the disease examined. The purpose of this work was to establish and verify the validity of a molecular methodology capable of characterizing the mutation in G1691A in the gene of the clotting factor V, the mutation in the gene G20210A prothrombin and of the mutations in the gene C677T and G1793A of methylene-tetrahydrofolate reductase. With this option, check and correlate the frequency of these mutations in individuals with coronary artery disease, in non individuals with coronary artery disease and in blood donors in a share of the Paulista population. Hence, three groups of study were established, consisting in residents of the region of Sao Jose do Rio Preto, São Paulo, two of them classified by coronary angiography as bearers of coronary artery disease and non bearers individuals with coronary artery disease, while a third group was set by donors of blood in the same region. The patients' ages ranged from 36 to 84 years old, while the third group ranged from 18 to 55 years old. The genomic DNA was extracted with Amersham Pharmacia Biotech’s Kit, and the characterization of alleles involved in the change G1691A (factor V Leiden), the prothrombin G20210A, and G1793A of MTHFR C677T determined by gene amplification, followed by the performance of restriction enzyme, in accordance with established protocol... (Complete abstract click electronic access below)
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Análise estratificada da atenção à saúde na prevenção secundária da doença coronariana / Stratified analysis of health care services in secondary prevention of coronary heart disease

Geovana Mancini dos Santos Duarte 06 March 2012 (has links)
Trata-se de estudo transversal sem modelo de intervenção, que tem como objeto a atenção à saúde na prevenção secundária da doença coronariana a pacientes com ou sem tratamento ambulatorial especializado. O objetivo primário foi: Avaliar se há diferença na atenção à saúde entre pacientes portadores de doença arterial coronariana em sua forma aguda ou crônica com ou sem acompanhamento ambulatorial especializado. Os objetivos secundários foram: a) apresentar o perfil de cada grupo de pacientes a partir de dados sócio-demográficos e econômicos; b) descrever as característica clínicas dos pacientes e identificar a que fatores de risco cada grupo de pacientes está exposto; c) descrever a regularidade na utilização de medicamentos e como se dá o acesso à mesma; d) identificar o tipo e principais dificuldades enfrentadas pelo paciente para seguir o tratamento. Para a coleta de dados foi utilizado formulário desenvolvido e previamente testado para atender os objetivos propostos para o estudo, além de informações coletadas diretamente do prontuário do paciente. A coleta de dados foi realizada em três unidades públicas de saúde localizadas no município do Rio de Janeiro. A amostra selecionada foi composta por 112 pacientes divididos igualmente entre os dois grupos existentes na pesquisa. Os dados foram transcritos para planilha do programa Statistic Package for the Social Science e análise realizada através dos testes estatísticos de diferença entre proporção, odds-ratio e qui-quadrado. Quanto ao perfil sócio-demográfico e econômico verificou-se diferença estatística significativa quanto ao grau de instrução entre os grupos I e II, com predomínio de pacientes de nível fundamental incompleto para o grupo I e médio completo no grupo II (p=0,0434), foi também verificada diferença significativa entre os grupos relacionada ao rendimento mensal, embora o maior percentual encontrado em ambos os grupos tenha sido observado na faixa de dois salários mínimos, uma vez que o grupo II apresentou maior concentração de renda entre a faixa de dois a três salários mínimos (p=0,0044). Ao que se refere aos fatores de risco para doença coronariana, observou-se diferença estatística entre os grupos para a variável tabagismo (p= 0,0001) e sedentarismo (p=0,0025). Verificou-se para pacientes do grupo I valor estatístico significativo quanto a regularidade em utilizar medicamentos (p=0,0010). Concluiu-se, portanto, que o acompanhamento de pacientes pós-síndrome coronariana aguda em ambulatório especializado de coronariopatias apresentou benefícios significativos quando comparado ao grupo de pacientes não cobertos por este tipo de assistência. Verificou-se ainda que o enfermeiro poderá contribuir e atuar amplamente para a prevenção secundária da doença coronariana, enquanto membro da equipe multidisciplinar. / This transverse study has been made without an intervention model and its subject is the health attention level throughout the secondary prevention of the coronary artery disease in patients with and without specialized outpatient treatment. The primary objective was: assessing the difference in the treatment given to acute and chronicle patients with coronary artery disease who are with or without specialized outpatient treatment follow-up. The secondary objectives were: a) presenting the profile of each group of patients, considering their socio-demographic and economic data; b) describing the patients clinical characteristics and identifying to which risk factors each group of patients is exposed to; c) describing the regularity in the use of medicines and how one can access it; d) identifying type and main difficulties found by patients to follow their treatment. Data collection has been done through a specially created and previously tested form so as to attend the proposed objectives of this study, besides through information directly collected from the patients record table. This data collection has been made in three municipal public health treatment unities located in Rio de Janeiro. The selected sample has been composed of 112 patients equally divided into the two existing groups in the research. The data has been transcribed into the Statistic Package for the Social Science table and the analysis has been made through statistical tests of difference among proportion, odds-ratio and chi-square. Concerning the socio-demographic and economic profile, a significant statistical difference has been considered according to the education level between the groups I and II, with a predominant number of patients with incomplete basic educational level in group I and with complete college education in group II (p=0,0434). A significant difference concerning monthly income between the groups has also been proved, although the highest percentage found in both groups was observed in the range of two minimum wages, group II had a higher concentration of income among the range of two to three minimum wages (p = 0.0044). Regarding risk factors for coronary disease, there was a statistical difference between groups for the variables smoking (p = 0.0001) and lack of exercise (p = 0.0025). It was found that, for patients in Group I as statistically significant value in using medication regularly (p = 0.0010). It was concluded therefore that the monitoring of patients after acute coronary syndrome in the specialized coronary artery disease outpatient treatment showed significant benefits when compared to patients not covered by this type of assistance. It was also found that nurses can contribute and act widely for the secondary prevention of coronary disease, as a member of the multidisciplinary team.
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Avaliação cardiológica pré-operatória em cirurgia vascular sem cintilografia miocárdica

Maria Maia de Madureira Beça, Margarida January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:13:34Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo8727_1.pdf: 685476 bytes, checksum: 6e64ab3f3cf5a421687ca1d761adf467 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2007 / O objetivo foi realizar uma revisão da literatura e estabelecer melhor o que vem sendo feito sobre a avaliação cardiológica no pré-operatório, em especial, nas Cirurgias Vasculares, considerando quais são as principais propostas enfatizadas pela literatura vigente. Uma revisão bibliográfica foi realizada utilizando os bancos de dados do Centro Latino- Americano e do Caribe de Informações em Ciências da Saúde (Bireme), Lilacs, Scielo, Medline e Cochrane, durante o período de 1963 a 2006. Esta revisão considerou a estimativa do risco cardiológico, listando as principais classificações publicadas sobre o assunto, até o lançamento da última diretriz para avaliação cardiológica em cirurgias nãocardíacas publicadas pelas sociedades americanas de cardiologia. O risco inerente ao ato cirúrgico, os testes não-invasivos empregados e suas limitações, assim como as propostas para a utilização de fármacos protetores, como os betabloqueadores, foram também avaliados. Por fim, consideraram-se as condutas para intervenções cardiológicas profiláticas, questionáveis, nestas circunstâncias
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Análise do custo-efetividade dos stents farmacológicos versus stents convencionais: resultados clínicos e de custos a médio e longo prazo / Analysis of cost-effectiveness of drug eluting versus bare metal stents. Cost, effectiveness and results in medium and long-term.

Esmeralci Ferreira 25 September 2009 (has links)
Os resultados tardios com os stents farmacológicos são melhores do que com stents convencionais, principalmente no que se refere à reestenose. Entretanto, no mundo real, os stents farmacológicos são implantados em pacientes de maior complexidade, o que teoricamente já diminui a diferença dos resultados. Comparar resultados da utilização de stents com paclitaxel (Grupo I) em pacientes complexos com stents convencionais (Grupo II) implantados em pacientes menos graves. A partir dos resultados realizar análise para estimar a razão de custo-efetividade nos dois grupos. Foram analisados 220 pacientes prospectivamente durante aproximadamente dois anos (média de 17 meses): 111 do Grupo 1 (GI) e 109 do Grupo II (GII). Foram avaliadas a sobrevida e a sobrevida livre de eventos através do método de Kaplan-Meier. Usando-se os critérios da Organização Mundial de Saúde, calculou-se a razão custo-efetividade incremental (RCEI) para cada reestenose evitada. O escore de propensão foi usado para reduzir diferenças entre os dois grupos. Foi observado predomínio do sexo masculino nos dois grupos (n=174 66,8%), mas sem diferenças entre eles. Também não houve diferenças em relação à idade, que variou de 42 anos a 91 anos (65,9 anos). As diferenças que ocorreram, com maior incidência no GI foram: diabetes: GI=60 (50,4%) e GII=19 (17,4%), p=0,0001; história familiar para doença arterial coronariana (DAC): GI=43 (38,7%) e GII=24 (22,1%), p=0,007; infarto prévio: GI=54 (48,6%) e GII=31 (28,4%), p=0,002; cirurgia de revascularização prévia: GI=24 (21,7%) e GII=6 (5,5%), p=0,0005; angioplastia prévia: GI=28 (25,2%) e GII=17 (15,5%), p=0,077; síndromes coronarianas agudas: GI=48 (43,3%) e GII=35 (32,0%), p=0,088. Os pacientes triarteriais foram mais presentes no GI=21 (18,9%) do que no GII=11 (10,1%), p=0,029. No entanto, os pacientes do GII apresentaram mais frequentemente função normal do VE: GI=51 (45,9%) e GII=85 (77,9%), p=0,0001. Não houve diferença no número de lesões tratadas e entre o número de artérias por paciente, entre os dois grupos. O grupo dos stents convencionais abordou lesões mais simples: Tipo A GI=43 (25,6%); GII=65 (45,5%), p=0,0002; Tipo B: B1 GI=50 (29,7%) e GII=35 (24,5%), p=0,30; e B2 GI=51 (30,4%) GII=26 (18,1%), p=0,53; e Tipo C: GI=24 (14,3%) e GII=17 (11,9%), p=0,53. O número de reestenoses por paciente foi menor no GI=7 (6,3%) vs GII=14 (12,8%), mas sem significância estatística (p=0,099). Entretanto, a reestenose por lesão foi menor no GI=7 (4,1%) vs GII=14 (9,8%) p=0,0489. A sobrevida geral em dois anos foi 96,2% no GI e 89,3% no GII (p=0,76) e as sobrevidas livres de eventos foram similares: eventos maiores (p=0,35) e livre de reestenose (p=0,82). O escore de propensão demonstrou que pacientes com idade >72 anos, os diabéticos, as lesões com diâmetro <3,2mm e com o comprimento >18mm foram as variáveis que melhor classificaram pacientes para receber SF. Avaliando-se todos os fatores clínicos, angiográficos e técnicos através da curva de regressão logística, o único item de destaque foi o tamanho dos stents (OR=6,75 e RR=4,37). Com valor corrigido o GII tem 4,3 vezes maior chance de reestenose do que o GI. No que se refere aos custos, a árvore de decisão foi modelada na reestenose dos dois grupos GI=6,3% vs GII=12,8% em 17 meses (média). O benefício líquido do implante do stent com paclitaxel foi 6,3% de redução de reestenose, com incremento de custo de R$9.590,00. A razão custo-efetividade incremental (RCEI) foi R$147.538,00 por reestenose evitada, cujo valor incremental encontra-se acima do limiar sugerido pela OMS. Conclusões: Os resultados foram similares no GI e GII, mesmo o GI atendendo uma população mais grave, com mais diabéticos e outras comorbidades. A reestenose por lesão foi maior no GII. O tamanho do stent foi a única variável importante para a reestenose. O implante dos stents farmacológicos, em pacientes do mundo real, revelou-se uma estratégia não custo-efetiva. / Long term outcomes for drug eluting stents are better than those for bare metal stents, especially for restenosis. However, drug eluting stents are usually implanted in more complex patients, theoretically lessening the difference in the outcomes. To compare the outcomes of paclitaxel stents (GI) in complex patients and bare metal stents (GII), in less complex patients. For some two years (mean: 17 months), 220 patients were analyzed prospectively: 111 in GI and 109 in GII. Their general survival and cardiovascular event-free survival rates were assessed through the Kaplan-Meier method. Using the criteria of the World Health Organization (WHO), the incremental cost-effectiveness ratio (ICER) was calculated for each restenosis avoided. Propensity scores was used to reduce selection bias by equating both groups based on these covariates. Men predominated in both groups (n=174 66.8%), with no differences between them, including age, ranging from 42 to 91 years (65.9 years). The main differences, with higher rates in GI, were diabetes: GI=60 (50.4%) and GII=19 (17.4%), p=0.0001; family history: GI=43 (38.7%) and GII=24 (22.1%), p=0.007; previous acute myocardial infarction: GI=54 (48.6%) and GII=31 (28.4%), p=0.002; previous coronary artery bypass graft: GI=24 (21.7%) and GII=6 (5.5%), p=0.0005; previous angioplasty: GI=28 (25.2%) and GII=17 (15.5%), p=0.077; acute coronary syndrome: GI=48 (43.3%) and GII=35 (32.0%), p=0.088. Multivessel patients were more frequent in GI=21 (18.9%) than in GII=11 (10.1%), p=0.029. However, the GII patients presented normal left ventricle functions more frequently: GI=51 (45.9%) and GII=85 (77.9%), p=0.0001. There were no differences between the groups for the number of lesions treated and number of arteries per patient. The bare metal stent group presented simpler lesions: Type A GI=43 (25.6%); GII=65 (45.5%), p=0.0002; Type B: B1 GI=50 (29.7%) and GII=35 (24.5%), p=0.30; and B2 GI=51 (30.4%) GII=26 (18.1%), p=0.53; and Type C: GI=24 (14.3%) and GII=17 (11.9%), p=0.53. The restenosis per patient was lower in GI=7 (6.3%) than in GII=14 (12.8%), but without statistical significance (p=0.099). However, restenosis by lesion was lower in GI=7 (4.1%) than in GII=14 (9.8%) p=0.0489. The general two-year survival rate was 96.2% in GI and 89.3% in GII (p=0.76) with similar event-free survival rates: major events (p=0.35) and restenosis (p=0.82). The propensity score showed that it was better to receive SF in patients: age >72, diabetics and lesions with diameter <3,2mm and length >18mm. Assessing all the clinical, angiographic and technical factors through the logistic regression curve, the only the major predictor was stent size. With the value corrected, GII has 4.3 times more chances of restenosis than GI. In terms of costs, the decision tree was modeled on the restenosis in the two groups: GI=6.3% versus GII=12.8% in 17 months (mean). The net benefit of implanting of paclitaxel stents was a 6.3% reduction in restenosis, with a cost increase of R$ 9,590.00. The incremental cost-effectiveness ratio (ICER) was R$ 147,538.00 for avoided restenosis, whose incremental value exceeds the threshold suggested by the WHO (World Health Organization). The results were similar in GI and GII, despite more diabetes and other co-morbidities in GI. Restenosis by lesion was higher in GII. The size of the stent was the only important variable for restenosis. The use of drug eluting stents in patients is not a cost-effective strategy in actual practice.
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Análise estratificada da atenção à saúde na prevenção secundária da doença coronariana / Stratified analysis of health care services in secondary prevention of coronary heart disease

Geovana Mancini dos Santos Duarte 06 March 2012 (has links)
Trata-se de estudo transversal sem modelo de intervenção, que tem como objeto a atenção à saúde na prevenção secundária da doença coronariana a pacientes com ou sem tratamento ambulatorial especializado. O objetivo primário foi: Avaliar se há diferença na atenção à saúde entre pacientes portadores de doença arterial coronariana em sua forma aguda ou crônica com ou sem acompanhamento ambulatorial especializado. Os objetivos secundários foram: a) apresentar o perfil de cada grupo de pacientes a partir de dados sócio-demográficos e econômicos; b) descrever as característica clínicas dos pacientes e identificar a que fatores de risco cada grupo de pacientes está exposto; c) descrever a regularidade na utilização de medicamentos e como se dá o acesso à mesma; d) identificar o tipo e principais dificuldades enfrentadas pelo paciente para seguir o tratamento. Para a coleta de dados foi utilizado formulário desenvolvido e previamente testado para atender os objetivos propostos para o estudo, além de informações coletadas diretamente do prontuário do paciente. A coleta de dados foi realizada em três unidades públicas de saúde localizadas no município do Rio de Janeiro. A amostra selecionada foi composta por 112 pacientes divididos igualmente entre os dois grupos existentes na pesquisa. Os dados foram transcritos para planilha do programa Statistic Package for the Social Science e análise realizada através dos testes estatísticos de diferença entre proporção, odds-ratio e qui-quadrado. Quanto ao perfil sócio-demográfico e econômico verificou-se diferença estatística significativa quanto ao grau de instrução entre os grupos I e II, com predomínio de pacientes de nível fundamental incompleto para o grupo I e médio completo no grupo II (p=0,0434), foi também verificada diferença significativa entre os grupos relacionada ao rendimento mensal, embora o maior percentual encontrado em ambos os grupos tenha sido observado na faixa de dois salários mínimos, uma vez que o grupo II apresentou maior concentração de renda entre a faixa de dois a três salários mínimos (p=0,0044). Ao que se refere aos fatores de risco para doença coronariana, observou-se diferença estatística entre os grupos para a variável tabagismo (p= 0,0001) e sedentarismo (p=0,0025). Verificou-se para pacientes do grupo I valor estatístico significativo quanto a regularidade em utilizar medicamentos (p=0,0010). Concluiu-se, portanto, que o acompanhamento de pacientes pós-síndrome coronariana aguda em ambulatório especializado de coronariopatias apresentou benefícios significativos quando comparado ao grupo de pacientes não cobertos por este tipo de assistência. Verificou-se ainda que o enfermeiro poderá contribuir e atuar amplamente para a prevenção secundária da doença coronariana, enquanto membro da equipe multidisciplinar. / This transverse study has been made without an intervention model and its subject is the health attention level throughout the secondary prevention of the coronary artery disease in patients with and without specialized outpatient treatment. The primary objective was: assessing the difference in the treatment given to acute and chronicle patients with coronary artery disease who are with or without specialized outpatient treatment follow-up. The secondary objectives were: a) presenting the profile of each group of patients, considering their socio-demographic and economic data; b) describing the patients clinical characteristics and identifying to which risk factors each group of patients is exposed to; c) describing the regularity in the use of medicines and how one can access it; d) identifying type and main difficulties found by patients to follow their treatment. Data collection has been done through a specially created and previously tested form so as to attend the proposed objectives of this study, besides through information directly collected from the patients record table. This data collection has been made in three municipal public health treatment unities located in Rio de Janeiro. The selected sample has been composed of 112 patients equally divided into the two existing groups in the research. The data has been transcribed into the Statistic Package for the Social Science table and the analysis has been made through statistical tests of difference among proportion, odds-ratio and chi-square. Concerning the socio-demographic and economic profile, a significant statistical difference has been considered according to the education level between the groups I and II, with a predominant number of patients with incomplete basic educational level in group I and with complete college education in group II (p=0,0434). A significant difference concerning monthly income between the groups has also been proved, although the highest percentage found in both groups was observed in the range of two minimum wages, group II had a higher concentration of income among the range of two to three minimum wages (p = 0.0044). Regarding risk factors for coronary disease, there was a statistical difference between groups for the variables smoking (p = 0.0001) and lack of exercise (p = 0.0025). It was found that, for patients in Group I as statistically significant value in using medication regularly (p = 0.0010). It was concluded therefore that the monitoring of patients after acute coronary syndrome in the specialized coronary artery disease outpatient treatment showed significant benefits when compared to patients not covered by this type of assistance. It was also found that nurses can contribute and act widely for the secondary prevention of coronary disease, as a member of the multidisciplinary team.
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Papel da disfunção erétil como manifestação sentinela e marcador de risco para doença coronariana

Almeida, Augusto José Gonçalves de January 2013 (has links)
Submitted by Ana Maria Fiscina Sampaio (fiscina@bahia.fiocruz.br) on 2014-05-22T13:34:46Z No. of bitstreams: 1 Augusto José Gonçalves de Almeida Papel da disfunção...2014.pdff.pdf: 741862 bytes, checksum: 78e1a73115d8c66327b61fd1807203e3 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-05-22T13:34:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Augusto José Gonçalves de Almeida Papel da disfunção...2014.pdff.pdf: 741862 bytes, checksum: 78e1a73115d8c66327b61fd1807203e3 (MD5) Previous issue date: 2013 / Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz. Salvador, BA, Brasil / INTRODUÇÃO: A doença cardiovascular é a causa mais comum de morte em todo o mundo. Em homens, 50% das mortes por doença arterial coronariana ocorre em indivíduos sem história prévia de doença cardiovascular. Disfunção erétil e doença arterial coronariana têm uma relação estreita, já que ambas são consequências de disfunção endotelial, levando a limitações no fluxo sanguíneo. A associação entre severidade da disfunção erétil e a extensão das lesões da doença arterial coronariana ao exame angiográfico sugere que homens com disfunção erétil sejam considerados sob risco aumentado de doença arterial coronariana. OBJETIVO: Avaliar o papel da disfunção erétil como manifestação sentinela e/ou marcador de risco para doença arterial coronariana. MÉTODOS: Realizou-se uma análise secundária com dados previamente coletados em dois projetos (“Projeto Avaliar” e “Projeto Ampliar”). Pacientes do sexo masculino, com idade >18 anos, foram convidados a participar das duas pesquisas sobre disfunção erétil ao comparecerem a uma consulta médica ambulatorial em 2002-2003 (Projeto Avaliar) e em 2003-2004 (Projeto Ampliar). Foram selecionados, consecutivamente, 20 pacientes por cada um dos oito mil médicos que colaboraram com o estudo. O grau de disfunção erétil foi avaliado por pergunta única de auto-avaliarão global. A presença de condições médicas foi identificada por auto-relato, os participantes informaram se já haviam recebido diagnóstico médico de: hipertensão arterial, diabetes, depressão, hiperplasia benigna ou câncer de próstata, hipercolesterolemia ou doença arterial coronariana e qual a idade quando o problema foi diagnosticado. Análise multivariada através de regressão logística foi usada para calcular a razão de prevalência de “odds” para as associações testadas. RESULTADOS: No total, foram avaliados 148.685 pacientes, 71.503 no Projeto Avaliar e 77.182 no Projeto Ampliar. A prevalência de disfunção erétil foi 58,8% e a de doença arterial coronariana 8,1%. Diagnóstico de diabetes, depressão, hiperplasia benigna ou câncer de próstata, doença arterial coronariana, hipertensão e hipercolesterolemia foram significativamente associados com prevalência aumentada de disfunção erétil. Doença arterial coronariana foi reportada em 11,3% dos homens com disfunção erétil, comparado a 3,6% naqueles sem esta disfunção (p<0,001). A razão de "odds" ajustada entre doença arterial coronariana e disfunção erétil foi de 1,33 (IC 95% 1,27-1,39). Aproximadamente, 50% dos diagnósticos de doença arterial coronariana ocorreu antes do diagnóstico de disfunção erétil, enquanto a outra metade aconteceu ao mesmo tempo ou depois do diagnóstico da disfunção. CONCLUSÕES: Nossos dados sugerem que disfunção erétil pode ser um marcador, manifestação "sentinela", de doença arterial coronariana. As implicações destes resultados são: deve-se enfatizar a importância da investigação de rotina da função erétil nas visitas médicas em qualquer especialidade, e em homens apresentando disfunção erétil, deve-se investigar a presença de outros fatores de risco para doença arterial coronariana e, conforme as circunstâncias, tratá-los ou introduzir medidas de redução/controle de risco, conforme as recomendações e diretrizes específicas. / INTRODUCTION: Cardiovascular disease is the most common cause of death worldwide. In men, 50% of deaths due to coronary artery disease occur among those without previous history of cardiovascular disease. Erectile dysfunction and coronary artery disease are closely related, since they are both consequences of endothelial dysfunction, leading to restrictions on the blood flow. The association between the severity of erectile dysfunction and the angiographic extension of coronary artery disease suggests that men with erectile dysfunction be considered at increased risk for coronary artery disease. OBJECTIVES: To evaluate the role of erectile dysfunction as a sentinel sign and/or surrogate of risk for coronary artery disease. METHODS: We performed a secondary analysis on data previously collected in two research projects (“Projeto Avaliar” e “Projeto Ampliar”). Male patients, age 18 years old or more, were invited to participate in two surveys about erectile dysfunction while attending a routine office visit or consultation in 2002-2003 (Projeto Avaliar) and in 2003-2004 (Projeto Ampliar). Twenty patients were consecutively recruited by each one of the eight thousands doctors collaborating with the survey team. Erectile dysfunction was assessed by a single global self-rating question. The presence of selected medical conditions was self-identified by survey participants who informed whether they had ever been diagnosed by a physician with: hypertension, diabetes, depression, benign hyperplasia or prostate cancer, hypercholesterolemia or coronary artery disease, and at what age they were diagnosed with each problem. Multivariate logistic regression analyses were carried out to calculate prevalence odds for the associations tested. RESULTS: Overall, 148,685 patients were enrolled, 71,503 in "Projeto Avaliar" and 77,182 in "Projeto Ampliar". The prevalence of erectile dysfunction was 58.8% and the prevalence of coronary artery disease was 8.1%. Being diagnosed with diabetes, depression, benign prostate hyperplasia or prostate cancer, coronary artery disease, hypertension, and hypercholesterolemia were significantly associated with increased prevalence of erectile dysfunction. Coronary artery disease was reported by 11.3% of men with erectile dysfunction, as compared to 3.6% of males without this dysfunction (p<0.001). The adjusted odds-ratio of the association between coronary artery disease and erectile dysfunction was 1.33 (CI 95% 1.27-1.39). Approximately, half of the coronary artery disease diagnosis occurred before erectile dysfunction had begun, the other half occurred either after or at the same time erectile dysfunction had begun. CONCLUSIONS: Our data suggest that erectile dysfunction may be a surrogate, sentinel sign, for coronary artery disease. The implications of our results are: more emphasis should be given to the routine assessment of erectile function during a medical consultation, regardless of the specialty; and in men presenting with erectile dysfunction, other risk factors for coronary artery disease should be ruled out, and, according to the circumstances, they should be treated or proper risk reducing measures adopted as recommended by specific guidelines.

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