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Figurações hagiográficas de autor em Mario Levrero

Moraes, Alexander Vladimir Belivuk 2016 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura Made available in DSpace on 2016-09-20T04:03:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 340490.pdf: 714589 bytes, checksum: 06ad2731acb3f0f68899e90570d8d983 (MD5) Previous issue date: 2016 O seguinte trabalho propõe uma cena crítica de leitura para os relatos autobiográficos do escritor uruguaio Mario Levrero (1940-2004). Assim, partindo do pressuposto de que uma mitologia autoral rodeia e articula a produção e recepção de todo texto autobiográfico, tece-se um percurso crítico-teórico de leitura em torno das escrituras do eu e da função-autor nos textos de Levrero com a finalidade de levantar a possibilidade de uma figuração hagiográfica de autor que perpassa, de forma descontínua e fragmentária, toda a fase final da produção literária do escritor. Partindo de um viés teórico desconstrucionista do eu na escritura autobiográfica proposto por Paul DeMan, em Autobiografia como Des-figuração (2012), e de um viés crítico-cultural hagiográfico do lugar e da figura do escritor no campo artístico e literário contemporâneo proposto por Flora Süssekind, em Hagiografías. Paulo Leminski (2008), o trabalho de leitura centra-se em rastrear e levantar certos traços hagiográficos, (auto)sacralizantes ou consagratórios da vida e da figura do escritor nos textos. Desse modo, dentro da escritura autobiográfica de Levrero, entendida, a partir de Giorgio Agamben (2010), como jogo ou profanação de uma ordem simbólica ou imaginário ligados ao discurso do sagrado ou do religioso cristão, tenta-se assinalar para uma suspensão ou neutralização de qualquer pretensão de (auto)conhecimento positivo de uma verdade biográfica ou de um eu transcendental atribuída, a priori, ao relato de uma vida ou à experiência de um sujeito. Por outro lado, o trabalho toca, e deixa em aberto, diversas questões crítico-teóricas em torno de determinadas práticas artísticas ou literárias que problematizam a função-autor e o estatuto da arte contemporânea em concomitância com a construção das subjetividades na moderna cultura ocidental. Portanto, a leitura se propôs indagar, como problema de fundo, categorias como identidade (racial, de gênero, ou nação), verdade biográfica ou eu transcendente . Assim, a pesquisa apresenta, de modo geral, um percurso crítico de leitura para os textos autobiográficos de Mario Levrero e suas relações retórico-filosóficas, anacrônicas e deslocadas, com o chamado mito da biografia (COCCIA, 2012), no qual a Vita dos santos ou hagiografias cristãs, e especialmente os quatro evangelhos bíblicos, seriam os arquétipos ou mitografias fundamentais a partir das quais é possível rastrear um dispositivo teológico-jurídico de linguagem sobre o qual se assentaria o valor metafísico da verdade biográfica e da lei na moderna civilização ocidental.
Resumen : El siguiente trabajo propone la puesta en escena de una lectura crítica para los relatos autobiográficos del escritor uruguayo Mario Levrero (1940-2004). Así, partiendo del presupuesto de que una mitología autoral rodea y articula la producción y recepción de todo texto autobiográfico, se teje un percurso crítico-teórico de lectura en torno de las escrituras del yo y de la función-autor en la literatura de Levrero con la finalidad de levantar la posibilidad de una figuración hagiográfica de autor en los textos que recorre, en forma descontínua e fragmentaria, toda la fase final de la producción literaria del escritor. En este sentido, partiendo de una perspectiva teórica desconstrucionista del yo en la escritura autobiográfica, propuesto por Paul DeMan en Autobiografía como desfiguración (1991), a la par de una perspectiva crítico-cultural hagiográfica del lugar y la figura del artista o del escritor en el campo artístico y literario contemporáneo, a partir del ensayo de Flora Süssekind Hagiografias. Paulo Leminski (2008), el trabajo de lectura se concentra en rastrear y levantar ciertos rasgos hagiográficos, (auto)sacralizantes o consagratórios de la vida y la figura del escritor en los textos. De este modo, dentro de la escritura autobiográfica de Levrero, entendida, a partir de Giorgio Agamben (2010), como juego ou profanación de una orden simbólica o un imaginário ligado al discurso de lo sagrado o religioso cristianos, se intenta señalar una suspensión o neutralización de cualquier pretensión de (auto)conocimiento positivo de una verdad biográfica o de un yo trascendental atribuidos, a priori, al relato de la vida o de la experiencia de un sujeto. Por otro lado, el trabajo toca, y deja en abierto, diversas cuestiones crítico-teóricas alrededor de determinadas prácticas artísticas o literarias que problematizan la función-autor o el estatuto del arte contemporáneo con la constitución de las subjetividades en la moderna cultura occidental. Siendo así, el trabajo se propuso indagar, como problema de fondo, categorías como identidad (de raza, de género, o nación), verdad biográfica o yo trascendental . Siendo así, la investigación presenta, de modo general, una senda de lectura para los textos autobiográficos de Levrero y su relación, anacrónica e desplazada, con el llamado mito de la biografía (COCCIA, 2012) del cual las Vita de los santos o hagiografías cristianas, y en especial los cuatro evangelios bíblicos, serian los arquetipos o mitografías fundamentales a partir de los cuales rastrear un dispositivo teológico-juridico de lenguaje sobre el que se asentaría todo el valor metafísico de una verdad biográfica o de la ley en la moderna civilización occidental.
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Iconografia de esposas míticas na pintura portuguesa : análise casos

Bastos, Isabel da Conceição Ribeiro Soares 2011 (has links)
Este trabalho incide sobre a Iconografia de Esposas Místicas na pintura Portuguesa através da análise de casos específicos. Foram estudadas cinco Santas e Esposas de Cristo nas pinturas de Josefa de Óbidos, Bento Coelho e um pintor desconhecido: Santa Úrsula, Santa Catarina de Alexandria, Santa Catarina de Siena, Santa Teresa de Avila e Santa Rosa de Lima. Depois de esclarecido o complexo tema do Casamento Místico, e tendo em conta as fontes primárias hagiográficas, este trabalho revela aspectos particulares da iconografia de todas as pinturas em análise, eliminando erros efectuados em análises pictóricas anteriores. Utilizando também o método que chamamos de «Hagiografia comparada», realçamos as semelhanças hagiográficas existentes entre Santos e Santas, que em certos casos extravasaram para a pintura, criando uma modelo pictórico, repetido ao longo dos tempos e de pintores. Esperamos assim contribuir para a melhor compreensão e difusão do tema do Casamento Místico.
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As hagiografias franciscanas (século xiii)

Carvalho, Cibele, 1974 29 May 2012 (has links)
Resumo: A presente pesquisa visa estabelecer a mudança no conceito de pobreza empregado em três hagiografias franciscanas. Primeira Vita prima de Tomás de Celano datada do ano de 1229, a primeira biografia de Francisco e oficial. Segunda Legenda dos Três Companheiros atribuída a três discípulos de Francisco, Ângelo, Leão e Rufino, cada qual com importância determinante na vida do “santo”. Terceira Legenda Maior de Boaventura de Bagnoregio, considerado o grande reformulador da Ordem dos Frades Menores e considerado pela historiografia um dos maiores mestres franciscanos. A partir da análise destas três obras verificamos a pobreza e sua mudança, como cada um destes autores via a pobreza franciscana e qual a idealizada por cada uma destas figuras? Temos uma rica coletânea de fontes hagiográficas referentes a Francisco, mas optamos pelas que a nosso ver apresentavam mais subsídios para a análise. O gênero hagiográfico segue um modelo previamente determinado ainda na antiguidade (modelo de edificação do leitor), mas as vidas de Francisco acabam por fugir do senso comum trazendo inovações na forma de escrevê-las. Esta é uma das razões pela escolha destas hagiografias franciscanas para nossa análise, os biógrafos franciscanos queriam muito mais do que apenas narrar os fatos da vida do “santo”, suas obras determinam dentro da Ordem uma concepção pobreza a ser buscada na figura de seu fundador.
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Hagiografia : releituras do gênero por Eça de Queirós e Teixeira de Pascoaes

Giro, Bruna. 2011 (has links)
Orientador: Márcia Valéria Zamboni Gobbi Banca: Aparecida de Fátima Bueno Banca: Maria Lúcia Outeiro Fernandes Resumo: Este trabalho pretende explorar o caso das hagiografias modernas na literatura portuguesa. O corpus escolhido é composto pelas narrativas "São Cristóvão", de Eça de Queirós (1900), e São Jerônimo e a trovoada(1934), de Teixeira de Pascoaes. A análise consistirá em investigar como os escritores portugueses decidiram retomar o gênero hagiográfico, cujo ápice da produção literária se deu na Idade Média. Também serão explorados, através de um estudo comparativo entre as hagiografias modernas e as medievais, as diferenças e pontos comuns entre essas obras. Além disso, será importante discutir como as obras se adequam ao projeto cultural e literário de cada autor. Por fim, o trabalho será direcionado para um estudo das imagens do imaginário míticoreligioso presente nas duas narrativas analisadas Abstract: This paper explores the case of modern literature hagiographies portuguese. The corpus chosen is composed of narratives "São Cristóvão" in Eça de Queirós (1900), and São Jerónimo e a trovoada (1934), Teixeira de Pascoaes. The study is to investigate how those writers Portuguese decided to return to the hagiographic genre, which peaked in production literature occurred in the Middle Ages. It will also be explored through a study comparison between the modern and medieval hagiography, and the differences commonality between these works. Moreover, it is important to discuss how works fit the cultural and literary design of each author. Finally, the work will be directed to a study of images of mythic-religious imagery present in both narratives analyzed Mestre
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Retábulo de Santa Joana Carolina, de Osman Lins: um discurso de sagração do humano

Melo, Priscila Medeiros Varjal de 31 January 2012 (has links)
Submitted by Amanda Silva (amanda.osilva2@ufpe.br) on 2015-03-10T13:54:49Z No. of bitstreams: 2 RETÁBULO DE SANTA JOANA CAROLINA, DE OSMAN LINS - um discurso.pdf: 768411 bytes, checksum: 86bf51535de9cc90caaadb3fac70e894 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Made available in DSpace on 2015-03-10T13:54:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 RETÁBULO DE SANTA JOANA CAROLINA, DE OSMAN LINS - um discurso.pdf: 768411 bytes, checksum: 86bf51535de9cc90caaadb3fac70e894 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2012 Esta pesquisa tem como objetivo investigar a maneira como o escritor pernambucano Osman Lins se utiliza de um discurso alegórico para refletir sobre a dessacralização da vida humana operada pela sociedade atual. Isto no que diz respeito, sobretudo, à quebra do vínculo religioso que existia entre o Humano e a Natureza na narrativa Retábulo de Santa Joana Carolina, do livro Nove, Novena. Este estudo tem início com a análise da atualização do gênero escolhido pelo autor para a construção do Retábulo – a Hagiografia –, modelo textual comumente utilizado para narrar a vida dos santos católicos, com interesse na causa da Canonização. Entretanto, a Hagiografia não é o único elemento extraído do Cristianismo focado nesta pesquisa. Analisamos também, no imaginário religioso utilizado pelo autor, tanto a figuração presente no título da obra que abarca a narrativa (Nove, ‘Novena’ = conjunto de orações destinadas a alcançar uma graça por intermédio de um santo de devoção de quem reza), quanto a da própria narrativa: ‘Retábulo’ de Santa Joana Carolina, que aparece com a plasticidade das construções em madeira responsáveis por ornamentar os altares das Igrejas Católicas. O processo de sagração iniciado por Osman, no entanto, não se dá em uma perspectiva religiosa tradicional, uma vez que seu movimento de comunhão é telúrico, pois a santa Joana é sacralizada com um ritual de “retorno” à Terra-Mãe, não faz um deslocamento ascensional, como o dos cristãos. Tal enlace, que resgata aspectos dos rituais religiosos panteístas, move esta investigação para um modo que confere destaque à Natureza antes da Cultura, e para um discurso que propõe com sua figuração uma espécie de pacto pós-cristão. É como se o autor louvasse a dimensão sagrada e misteriosa do mundo, perdida com a sociedade pósindustrial, mas dentro de uma visão liberta da ingenuidade determinista de outrora.
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Hagiografia e vida monástica: o eremítismo como ideal monástico na Vita Sancti Fructuosi

Amaral, Ronaldo [UNESP] 3 October 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:32:25Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2006-10-03Bitstream added on 2014-06-13T20:47:55Z : No. of bitstreams: 1 amaral_r_dr_assis.pdf: 3627504 bytes, checksum: 7eccdb76434f138ccbbabe85ff2f0a92 (MD5) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) A Vita Sancti Fructuosi, hagiografia visigótica escrita nos últimos decênios do VII século, devera, em detrimento de seu valor essencialmente biográfico, constituir-se sobretudo em um texto cuja razão e função proeminentes estaria em propagandear e exaltar um estilo de vida religiosa tido por ideal: a vida monástica sob seu gênero anacorético. Este gênero monástico seria identificado ainda com aquele próprio do Oriente, pois frente a uma época em que a Igreja visigoda reprimia as manifestações religiosas surgidas e praticadas a sua margem, extinguindo-as ou submetendo-as, e aqui encontraríamos claramente a vida anacorética, poderia esta, na medida em que seria apresentada como uma experiência “atualizada” da vida ascética e solitária daquele reconhecido e louvável modelo oriental, constituir-se em uma justificação lícita para sua aceitação e propagandeamento na Hispânia visigoda... The Vita Sancti Fructuosi, although the visighotic hagiography written in the late decades of the VII century, in detriment of its biographic value, it is a text that was written to advertise and to emphasize a religious lifestyle which was considered the ideal: the ascetic monastic life. This kind of monastic life would be identified with that of the orient, because in a time when the visighotic church used to stop any religious demonstration that was different from their doctrines, extinguishing or undergoing them to their beliefs , and here we would find clearly the ascetic life, it would be able to survive as it was presented as an up-to-date of an ascetic and solitary life that was recognized as legal, therefore it would be accepted and used as propaganda in the Visighotic Hispania... (Complete abstract, click electronic access below)
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Hagiografia e vida monástica : o eremítismo como ideal monástico na Vita Sancti Fructuosi

Amaral, Ronaldo. 2006 (has links)
Orientador: Ruy de Oliveira Andrade Filho Banca: Hilário Franco Júnior Banca: Ivan Esperança Rocha Banca: Leila Rodrigues da Silva Banca: Mario Jorge da Motta Bastos Resumo: A Vita Sancti Fructuosi, hagiografia visigótica escrita nos últimos decênios do VII século, devera, em detrimento de seu valor essencialmente biográfico, constituir-se sobretudo em um texto cuja razão e função proeminentes estaria em propagandear e exaltar um estilo de vida religiosa tido por ideal: a vida monástica sob seu gênero anacorético. Este gênero monástico seria identificado ainda com aquele próprio do Oriente, pois frente a uma época em que a Igreja visigoda reprimia as manifestações religiosas surgidas e praticadas a sua margem, extinguindo-as ou submetendo-as, e aqui encontraríamos claramente a vida anacorética, poderia esta, na medida em que seria apresentada como uma experiência "atualizada" da vida ascética e solitária daquele reconhecido e louvável modelo oriental, constituir-se em uma justificação lícita para sua aceitação e propagandeamento na Hispânia visigoda... (Resumo completo, clicar em acesso eletrônico) Abstract: The Vita Sancti Fructuosi, although the visighotic hagiography written in the late decades of the VII century, in detriment of its biographic value, it is a text that was written to advertise and to emphasize a religious lifestyle which was considered the ideal: the ascetic monastic life. This kind of monastic life would be identified with that of the orient, because in a time when the visighotic church used to stop any religious demonstration that was different from their doctrines, extinguishing or undergoing them to their beliefs , and here we would find clearly the ascetic life, it would be able to survive as it was presented as an up-to-date of an ascetic and solitary life that was recognized as legal, therefore it would be accepted and used as propaganda in the Visighotic Hispania... (Complete abstract, click electronic access below) Doutor
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Entre santos e demônios : a percepção do mal na teologia e hagiografias do Reino Visigodo de Toledo (séculos VI-VII)

Esteves, Germano Miguel Favaro. 2015 (has links)
Orientador: Ruy de Oliveira Andrade Filho Banca: Sergio Alberto Feldman Banca: Ana Paula Tavares Magalhães Banca: Ronaldo Amaral Banca: Milton Carlos Costa Resumo: A tese que aqui se apresenta a respeito do reino visigodo utiliza-se de um gênero de fontes, a hagiografia, como ponto de partida para abordagem proposta. Vemos nessas fontes um testemunho do imaginário em sua imbricação com o sagrado, ou seja, com o Cristianismo, e os limites da cristianização católica; o sincretismo religioso entre a fé cristã e as crenças ditas "pagãs" pela própria Igreja; e, dentro desse escopo, as representações do Mal, bem como a ética decorrente de tal percepção como elementos da religiosidade medieval - presentes na cultura visigoda -, os quais, não obstante extensos estudos realizados até o presente momento, exigem novas abordagens. Em linhas gerais, propomos analisar a percepção do Mal e suas representações na longa duração, o papel e intenções dos teólogos e hagiógrafos, dando atenção especial à religiosidade e suas implicações no imaginário. Como fontes principais de nossa pesquisa, que fazem parte do corpus hagiográfico visigodo, estão: A Vida de Santo Emiliano (Vita Sancti Aemiliani), de Bráulio de Saragoça; As Vidas dos Santos Padres de Mérida (Vitas Sanctorum Patrum Emeretensium) e A Vida de São Frutuoso (Vita Fructuosi), de autores desconhecidos; A Vida de São Desidério (Vita Desiderii), escrita por Sisebuto, e a autobiografia de Valério do Bierzo Abstract: This thesis about the Visigoth kingdom makes use of a genre of sources, the hagiography, as a starting point for the proposed approach. These sources show us an testimony of the imaginary in their imbrications with the sacred, that is, with Christianity, and the limits of the Catholic Christianization; religious syncretism between Christian faith and called beliefs "pagan" by the Church itself; and, within that scope, the representations of evil and ethics related to such perceptions as elements of medieval religiosity - present in the visigothic culture - which, despite extensive studies conducted until the present moment, require new approaches. Generally speaking, we propose to analyze the perception of evil and its representations in the long duration, the role and intentions of theologians and hagiographers, paying special attention to religiosity and its implications in the imaginary. As the main sources of our research, which are part of the Visigoth hagiographic corpus, are: Saint Emilian Life (Vita Sancti Aemiliani) of Braulio of Zaragoza; The Lives of the Saint Fathers of Merida (Vitas Sanctorum Patrum Emeretensium) and The Life of Saint Frutuoso (Vita Fructuosi) of unknown authors; The Life of St. Desiderius (Vita Desiderii), written by Sisebuto, and the autobiography of Valerius of Bierzo Doutor
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Divulgar a biografia de um santo: os usos e as apropriações da figura de José de Anchieta no Brasil e na Europa (século XVII) Spread the biography of a saint: the uses and appropriations of the figure of José de Anchieta in Brazil and in Europe (seventeenth century)

Camila Corrêa e Silva de Freitas 21 March 2017 (has links)
Pouco após a morte do jesuíta José de Anchieta, em 1597, na província brasileira da Companhia de Jesus, e durante todo o século seguinte, muitas biografias de caráter hagiográfico sobre o padre foram escritas e publicadas por jesuítas, no Brasil e na Europa. Em paralelo, um processo eclesiástico foi aberto na Santa Sé em princípios do Seiscentos com o fim de canonizar o religioso. A iniciativa partiu dos companheiros do Brasil, e recebeu grande apoio da Cúria Geral da Ordem. Esta, desde a década de 1580, se dedicava a propagar, interna e externamente, uma determinada memória institucional e uma identidade jesuítica comum, representada pelos santos, beatos e membros considerados mais notáveis da Companhia, como José de Anchieta. No presente trabalho, procuramos investigar as principais razões que mobilizaram tanto a Cúria romana da Ordem, quanto jesuítas que viviam em contextos missionários tão distintos, no Novo e no Velho Mundo, a se apropriarem da figura de Anchieta, divulgarem discursos sobre a sua vida e santidade e promoverem a sua canonização. Acreditamos que este estudo oferece uma nova interpretação sobre os sentidos atribuídos e os usos feitos dos discursos hagiográficos produzidos entre 1598 e 1677 sobre José de Anchieta. Tanto no contexto luso-brasileiro quanto em contextos locais na Europa, as biografias devotas do jesuíta foram dotadas de diversos significados políticos e religiosos, e utilizadas para fins que ultrapassavam o seu propósito ordinário de edificação espiritual e religiosa. Shortly after the death of the jesuit José de Anchieta in 1597 in the brazilian province of the Society of Jesus, and throughout the following century, many biographies of a hagiographic character about the priest were written and published by jesuits in Brazil and Europe. In parallel, an ecclesiastical process was opened in the Holy See in the early seventeenth century in order to canonize the religious. The initiative came from the companions of Brazil, and received great support from the General Curia of the Order. Since the 1580s, the Curia has been dedicated to propagate, internally and externally, a certain institutional memory and a common jesuit identity, represented by the saints, blessed and members of the Company considered most remarkable, such as José de Anchieta. In the present work, we seek to investigate the main reasons that mobilized both the Roman Curia of the Order and jesuits living in such different missionary contexts, in the New and Old World, to appropriate the figure of Anchieta, to make speeches about his life and holiness and to promote his canonization. We believe that this study offers a new interpretation on the attributed meanings and uses made of the hagiographic discourses produced between 1598 and 1677 about José de Anchieta. Both in the portuguese and brazilian context and in local contexts in Europe, the devout biographies of the jesuit were endowed with various political and religious meanings and were used for purposes that went beyond their ordinary purpose of spiritual and religious edification.
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Retórica religiosa e cívica na Itália do século XIII: a composição e os usos das hagiografias mendicantes nas políticas de paz Religious and civic rhetoric in 1700 century: the composition and the usages of mendicant hydrographies in the pecae politics

André Luis Pereira Miatello 20 January 2010 (has links)
Neste trabalho, pretendemos investigar a dimensão cívica da retórica mendicante presente nas obras hagiográficas compostas pelos frades Menores no século XIII italiano. Além disso, queremos contribuir para o aprofundamento das discussões teóricas acerca da hagiografia medieval, favorecendo a identificação e o estudo dos elementos retóricos comuns a essa prática letrada. Queremos igualmente colaborar com a reflexão historiográfica sobre a atuação dos mendicantes no ambiente citadino, pelo viés da hagiografia produzida pelos frades nas regiões centro-setentrionais da Itália, em meados do século XIII. Nosso ponto de partida é a hipótese de que o corpus santoral mendicante constitui, efetivamente, uma obra de cunho retórico, cujas premissas se assentam numa determinada concepção de sociedade que tem na moralidade os vínculos definidores dos laços sociais. Destarte, acreditamos também que estas obras sintetizam e propõem o cerne dos valores propugnados pelo minoritismo acerca da transformação moral da sociedade e se associam a uma específica retórica cívica, expressa na defesa de certa imagem idealizada da cidade. Levando em conta o tempo e o lugar, verificamos que as Vidas de santos escritas pelos frades Menores coincidem, em grande medida, com o período mais conturbado da história comunal italiana, o que nos faz ver que a concomitância do fenômeno hagiográfico e do político não foi fortuita. A legitimidade dos religiosos no trabalho citadino e o grande prestígio que alcançaram foram conseqüências do empenho predicativo direto e também dos sucessos que a retórica hagiográfica mendicante alcançou naquele século. In the present work, we intend to investigate the civic dimension of mendicant rhetoric in the hagiographic works composed by the Friars Minor in the thirteenth century in Italy. Additionally, we aim at deepening the theoretical discussions about the medieval hagiography in order to identify and investigate rhetorical elements that are common to this literary practice. We also wish to collaborate with the historical analysis on the mendicantss performance in the city environment, from the perspective of the hagiography produced by Friars in Central-Northern Italy in the mid-thirteenth century. Our starting point is the hypothesis that the corpus of the mendicant sacred biographies is indeed a work of rhetorical nature, whose premises are based on a certain conception of society whereby morality works as a social connection. Thus, we also believe that these biographies synthesize and present the values defended by Franciscan friars about the moral transformation of society, and are associated with a specific civic rhetoric expressed in the defense of a particular idealized image of the city. Considering the time and the place, we see that the lives of saints written by the Friars Minor coincide largely with the most turbulent period of Italian communal history, which leads us to the conclusion that the concurrence of the political and hagiographical phenomena was not fortuitous. The legitimacy of the religious preaching in the city and its great prestige were a direct consequence of the work done by the Friars and also of the success that the hagiographic rhetoric reached in that century.

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