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Crise capitalista e rivalidades imperialistas

Diniz, Fabiana Araujo 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, Florianópolis, 2009 / Made available in DSpace on 2012-10-24T13:36:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 275861.pdf: 1894343 bytes, checksum: 4ab29306f5f3289b8b4f9c057107e950 (MD5) / Este trabalho pretende demonstrar as novas tendências imperialistas, em especial as rivalidades entre os países imperialistas, através de um estudo das condições sociais (as diferentes formações sociais), econômicas, políticas e culturais das novas formas estatais, procurando situá-las como resultado de um processo histórico, mais precisamente no pós-guerra. Verificaram-se inúmeras modificações no aspecto político-econômico, sobretudo de ordem monetária, como também a força do militarismo e da guerra como forma de manutenção do poder imperialista. Indicamos o enfraquecimento da hegemon estadunidense fortalecida na tese da existência das rivalidades imperialistas. / This work intends to demonstrate the new imperialist tendencies, in special the rivalries between the imperialist countries, through a study of the social conditions (the different social formations), economical, political and cultural of the new state-owned forms, trying to situate them as result of a historical process, more precisely in the post-war period. Countless modifications happened in the economical-political aspect, especially of monetary order, like also the strength of the militarism and of the war like the form of maintenance of the imperialist power. We indicate the weakening of the North American hegemon strengthened in the theory of the existence of the imperialist rivalries.
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Uma falácia chamada Tribunal Penal Internacional

Pecegueiro, Carolina Guimarães January 2007 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito. / Made available in DSpace on 2012-10-23T13:52:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 257759.pdf: 327707 bytes, checksum: b222750e3614112af104dfb19cbfe982 (MD5) / Esta dissertação tem por objetivo demonstrar a função que o Tribunal Penal Internacional tem desempenhado no que diz respeito à manutenção da ordem social entre os países no atual jogo de forças no âmbito internacional. A seletividade, que é estrutural de todos os sistemas penais vigentes, também se operacionaliza na justiça penal internacional, de tal forma que é necessária a perda do poder para que um acusado de crimes de guerra, agressão, genocídio ou crimes contra a humanidade seja levado a julgamento.
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Subimperialismo: entrada dependente da economia periférica à fase imperialista do capitalismo / Sub-imperialism: dependent entry of peripheral economy to the imperialist phase of capitalism

Murua, Gabriela Fernandes Feliciano [UNIFESP] 15 March 2014 (has links)
Submitted by Cristiane de Melo Shirayama (cristiane.shirayama@unifesp.br) on 2018-05-09T19:44:07Z No. of bitstreams: 1 Murua, G.F.F. Dissertação. pdf - Final.pdf: 1016456 bytes, checksum: 134e1ebc66882e15c8d2c15f28429379 (MD5) / Approved for entry into archive by Cristiane de Melo Shirayama (cristiane.shirayama@unifesp.br) on 2018-05-10T20:05:54Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Murua, G.F.F. Dissertação. pdf - Final.pdf: 1016456 bytes, checksum: 134e1ebc66882e15c8d2c15f28429379 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-05-10T20:05:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Murua, G.F.F. Dissertação. pdf - Final.pdf: 1016456 bytes, checksum: 134e1ebc66882e15c8d2c15f28429379 (MD5) Previous issue date: 2014-03-15 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Nesta dissertação, buscaremos mostrar que a categoria subimperialismo, desenvolvida por Ruy Mauro Marini em meados dos anos de 1970, refere-se à entrada dependente de uma economia periférica à fase imperialista do capitalismo. Tratava-se para o autor do modo contraditório com que os processos de monopolização e de constituição do capital financeiro, características peculiares aos países centrais, apareceu na economia brasileira, sem, no entanto, que esta conseguisse atingir o patamar de país desenvolvido, pelo contrário, foram acentuados seus condicionantes estruturais de dependência, a saber, a superexploração da força de trabalho, a transferência de valor e a cisão entre a esfera alta e baixa do consumo. Para sustentarmos esta hipótese retomaremos elementos tanto da teoria marxistas do imperialismo como da teoria marxista da dependência, pois, acreditamos, que juntas formaram a base sob a qual a categoria, proposta por Marini, foi construída / This academic dissertation aims to demonstrate that the category subimperialism, developed by Ruy Mauro Marini in the middle of 1970, refers to the entry of a peripheral economy in to imperialist phase of capitalism. According to the author the contradictory manner of the monopolization process and also of consolidation of financial capital, central countries exclusively characteristics, manifested in Brazilian economy, without reach the level of a developed country, on the contrary, the process accentuated its structural factors of dependency, such as overexploitation of labor force, surplus value transfers and the high-low consumption sphere division. In order to sustain hypothesis, we revisited elements of Marxist Theory of Imperialism and of Marxist Theory of Dependence, because together these theories established the foundation of the category proposed and built by Marini
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Gênese e estrutura de origens do totalitarismo

Ramos, Diogo January 2015 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-09-22T04:07:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 334244.pdf: 1272826 bytes, checksum: c2c7664abbf1d487be2966c5cc3bd00f (MD5) Previous issue date: 2015 / No presente trabalho apresentamos uma visão geral da obra Origens do Totalitarismo de Hannah Arendt, a partir de uma  leitura genética que defende ser sua complexidade o resultado da transformações do pensamento da autora durante sua escrita, já que envolve ao menos duas teorias fundamentalmente diferentes: uma teoria inicial sobre o  imperialismo racial , tema original ao qual o livro era destinado, e uma teoria do  totalitarismo , elaborada quando Arendt estava por finalizar seu projeto anterior. Como resultado, Origens acabou por incorporar temáticas e teses de ambas as teorias.<br> / Abstract : We present an overview of Hannah Arendt's The Origins of Totalitarianism from a  genetic point of view, according to which the complexity of this book is a result of the transformation of Hannah Arendt's thought during its writing, since it involves at least two fundamentally different theories: an initial theory about  race imperialism , main theme of Arendt s original project, and a theory of  totalitarianism , which started to be developed by the author when she was already finishing her earlier project. As result, Origins incorporates thematics and theses from both these theories.
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O imperialismo, fase contemporanea do capitalismo

Benitez, Jose Leandro Farias January 1990 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias Juridicas / Made available in DSpace on 2013-12-05T20:05:47Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 1990Bitstream added on 2016-01-08T16:51:05Z : No. of bitstreams: 1 80688.pdf: 851916 bytes, checksum: dc673e08518db66440e25cd78adfd5aa (MD5) / Esta dissertação analisa o imperialismo segundo a teoria criada por Lênin e tenta mostrar sua validade na interpretação das manifestações contemporâneas do fenômeno. O método utilizado é o indutivo. A obra de Lênin "O Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo" deu origem à teoria marxista-leninista do imperialismo, que é caracterizado, como resultante da concentração da produção e do capital que por sua vez, dá origem aos monopólios, agrupamentos que dominam a produção imperialista. O capital industrial e o capital bancário unem-se e formam o capital financeiro, que é utilizado pelos monopólios. O imperialismo é a última fase do capitalismo, antes da revolução. Os fenômenos do imperialismo que surgiram após tal obra são: a) o capitalismo monopolista de estado, no qual os interesses dos monopólios e do estado se fundem; b) a dependência, que é a submissão dos países menos desenvolvidos às potências imperialistas, isto é, o estudado pelas teorias de neo-imperialismo; c) o surgimento de um novo imperialismo, diferente do estudado por Lênin, caracterizado pelos Estados Unidos; d) a crise do sistema imperialista. No século XX iniciou-se a crise geral do capitalismo, que o leva a uma deteriorização progressiva e irreversível. As conclusões obtidas neste trabalho são no sentido da validade da teoria leninista para a análise do imperialismo, a importância das teorias do neo-imperialismo na atualização desta e a vigência das concepções leninistas quanto ao imperialismo contemporâneo.
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Olive Schreiner

Heidenreich, Viviane D'Avila January 2016 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos linguísticos e Literários, Florianópolis, 2016. / Made available in DSpace on 2016-09-20T04:58:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 340389.pdf: 2438838 bytes, checksum: 2753c61707b83bc2429d0f03fc90bc4e (MD5) Previous issue date: 2016 / Abstract : This dissertation examines, from a postcolonial perspective, the work of Olive Schreiner, a South African feminist and socialist writer and social theorist. Schreiner lived at the turn of the nineteenth century, a period when the New Imperialism was at its height, and witnessed some of the most relevant events in South African history. Emotionally divided by a double identification with both England, her mother?s land, and South Africa, the land where she was born, her bi-national sense of identity did not prevent her from becoming one of the most active voices against British imperialist policies in South Africa. The aim of my research is to bring to light the political side of Olive Schreiner, exploring some of her fictional and theoretical works, as well as her personal letters, to trace mainly her anti-imperialist and anti-racist ideas. In doing so, I will show that Schreiner?s discourse of resistance somehow advanced some of the issues developed later by postcolonial critics and theorists.<br> / A presente tese examina, sob uma perspectiva pós-colonial, a obra de Olive Schreiner, uma escritora feminista e socialista e teórica social sul-africana. Schreiner viveu na virada do século dezenove, período em que o Novo Imperialismo estava no seu auge, e testemunhou alguns dos eventos mais relevantes da história da África do Sul. Dividida afetivamente entre a Inglaterra, terra de sua mãe, e a África, lugar onde nasceu e cresceu, seu senso de identidade binacional não a impediu de tornar-se uma das vozes mais ativas contra o imperialismo britânico na África. O objetivo da minha pesquisa é trazer à tona o lado político de Olive Schreiner, explorando algumas de suas obras, ficcionais e teóricas, assim como suas cartas pessoais, em busca principalmente de suas ideias anti-imperialistas e antirracistas. Com essa análise pretendo mostrar que o discurso de resistência de Schreiner, de algum modo, antecipou alguns dos conceitos explorados pela teoria pós-colonial.
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Rewriting forgotten histories

Cunha, Rubelise da January 2001 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. / Made available in DSpace on 2012-10-18T10:11:16Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2014-09-25T23:15:32Z : No. of bitstreams: 1 177250.pdf: 3968072 bytes, checksum: 27a251942b490d86c5d5c8fb2a0f466c (MD5) / Em Culture and Imperialism, Edward Said aponta que o imperialismo ainda está presente na era pós-colonial. O autor também afirma que, embora a literatura e a língua tenham sido parte do projeto imperialista que visa à dominação cultural, elas também podem ser utilizadas para resistir o discurso colonial. A presente dissertação examina as possibilidades literárias de resistência dos povos Ameríndios ao mito de Cristóvão Colombo e à história oficial da colonização da América. Minha hipótese é que o romance The Heirs of Columbus (1991) de Gerald Vizenor e o conto "A Coyote Columbus Story" (1993) de Thomas King resistem o discurso da colonização americana através da rescrita da chegada de Colombo na América sob o ponto de vista do ameríndio e através da recuperação da figura tribal do trickster. Minha análise das ficções baseia-se, principalmente, na teoria de desconstrução de Derrida e nas teorias literárias pós-coloniais. Também examino documentos e revisões históricas e críticas da história oficial sobre Colombo e a colonização da América a fim de ilustrar algumas forças de resistência aos discursos imperialistas. Ao analisar os exemplos literários de resistência ameríndia, exponho as duas estratégias propostas pelos autores. Explico como The Heirs of Columbus resiste o discurso da colonização através da celebração do jogo desconstrucionista do trickster e do hibridismo. "A Coyote Columbus Story", no entanto, questiona o trickster como resistência, já que ele perpetua o colonialismo na narrativa, e aponta para a necessidade de escrever-se um história ameríndia de oposição à história oficial da colonização americana. Finalmente, concluo que, embora o romance de Vizenor e o conto de King proponham estratégias de resistência baseadas em diferentes percepções do mundo pós-moderno, as duas narrativas enfatizam a necessidade de conscientização a respeito das formas pelas quais os ameríndios e as minorias em geral podem perpetuar o imperialismo na América do Norte capitalista.
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Gigante pela própria natureza: as raízes da projeção continental brasileira e seus paradoxos

Jesus, Samuel de [UNESP] 22 June 2012 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:35:18Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2012-06-22Bitstream added on 2014-06-13T20:07:03Z : No. of bitstreams: 1 jesus_s_dr_arafcl.pdf: 1624564 bytes, checksum: 3cb0db8070847b2865475403e9186d37 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A presente pesquisa remonta a construção do mito brasileiro, o gigante pela própria natureza. Essa ideologia se origina a partir da fusão de dois mitos, o do bandeirante e o do indianismo. Buscamos paralelos entre o Brasil e a construção das ideologias estadunidenses tais como o destino manifesto e o mito da fronteira. No caso brasileiro, os ideais de bravura e pureza, assim como os laços criados entre os europeus e o brasileiro original, o índio. A visão dos brasileiros sobre si mesmos como membros de um país destinado à grandeza, se refletirá em sua organização social e política (interna e externa). O grande paradoxo da projeção continental brasileira reside no fato de que no plano externo o país busca a cooperação e integração com os outros países sul-americanos e no plano interno adota projetos, planos e estratégias que fomentam as desconfianças entre os países da Comunidade Sul Americana / This research goes back to building the Brazilian myth, the giant by nature. This ideology originates from the fusion of two myths, the pioneer and the Indian. We seek parallels between Brazil and the construction of ideologies such as the U.S. manifest destiny and the myth of the frontier. In Brazil, the ideals of bravery and purity as well as the ties created between the original Brazilian and European, the Indian. The vision of Brazilians on themselves as a nation destined for greatness is reflected in its social and political organization (internal and external). The great paradox of the Brazilian continental projection lies in the fact that externally it seeks cooperation and integration in the internal adopts projects, plans and strategies that foster mistrust between the countries of South America
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Angola : lugar de castigo ou jóia do império : o degredo na historiografia e fontes (Séc. XIX)

Aló, Clarisse Moreira 03 October 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de História, 2006. / Submitted by Fernanda Weschenfelder (nandaweschenfelder@gmail.com) on 2009-10-08T17:06:10Z No. of bitstreams: 1 2006_Clarisse Moreira Aló.pdf: 564956 bytes, checksum: 546241c7a33b72e3dbf031e98d98d936 (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2009-10-09T15:30:58Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_Clarisse Moreira Aló.pdf: 564956 bytes, checksum: 546241c7a33b72e3dbf031e98d98d936 (MD5) / Made available in DSpace on 2009-10-09T15:30:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_Clarisse Moreira Aló.pdf: 564956 bytes, checksum: 546241c7a33b72e3dbf031e98d98d936 (MD5) Previous issue date: 2006-10-03 / O degredo esteve presente nas práticas punitivas do Estado português do século XV ao XX, orientado para dentro e fora do seu território continental. Após a independência brasileira em 1822, Angola se tornou o principal destino para os condenados pelas leis lusitanas, chegando a receber centenas deles, anualmente. O período de mudanças por que passou todo o continente africano no final do século XIX foi marcado pelo aumento da presença européia e a conversão econômica a partir da abolição do tráfico de escravos. Em 1864, os degredados somavam praticamente um terço da população branca de Angola. Este estudo se dedicou a investigar a atuação dos condenados ao exílio no território angolano e a forma como a historiografia construiu um conhecimento acerca da presença dos degredados na política imperial portuguesa e na história de Angola. Foram usadas, também, fontes para vislumbrar esse grupo ¿marginal¿ no cotidiano da sociedade angolana, tomando o contexto de profundas transformações com o crescente impulso colonial. Os degredados foram importantes instrumentos povoadores e tomaram parte num processo de embate e diálogo cultural, intensificado na segunda metade do século XIX. A presente pesquisa investiga diferentes dimensões desta prática penal. Seu uso pelo projeto povoador, o ponto de vista histórico e social da pena, a dimensão punitiva e o seu papel de agente cultural de fronteira entre o mundo europeu e o africano. ______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The penal exile has been used in the practices of the Portuguese state from the fifteenth century, into the twentieth century, oriented inside and outside its own continental territory. After the brazilian independence in 1822, Angola became the main destination for the convicts of portuguese laws, having received hundreds of them, annually. The period of changes that the whole african continent went through in the end of the nineteenth century took place due to the raise of the european presence and the economical conversion since the slave abolition. In 1864, the exiles were up to one third of the population in Angola. This study is dedicated to the investigation of the exiled convicts performance in Angola, and how the historiography built a certain knowledge about their presence in the portuguese empire politics and in the history of Angola. Sources were also used to view these “marginal” group into the everyday life in angolan society, taking to context the meaningful changes within the century. The exiles were important instruments of the portuguese colonial drive and became a part in a process of cultural struggle and dialogue, intensified at the second half of the nineteenth century. The present research investigates different dimensions of this penal practice. Its use to the populating politic, the historical and social point of view, the punitive dimension and its part as a cultural frontier agent between the european and the african worlds.
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Escravismo e ideologia : comparação entre os livros Time on the Cross, de Fogel e Engerman e O Arcaísmo como Projeto, de Fragoso e Florentino

Pessoa, Pedro Junqueira 26 November 2010 (has links)
Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas, 2010. / Submitted by Allan Wanick Motta (allan_wanick@hotmail.com) on 2011-05-10T18:24:10Z No. of bitstreams: 1 2010_PedroJunqueiraPessoa.pdf: 767952 bytes, checksum: 7a06b7ca6e7b235617b9614311bed31c (MD5) / Approved for entry into archive by Daniel Ribeiro(daniel@bce.unb.br) on 2011-05-20T01:19:37Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_PedroJunqueiraPessoa.pdf: 767952 bytes, checksum: 7a06b7ca6e7b235617b9614311bed31c (MD5) / Made available in DSpace on 2011-05-20T01:19:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_PedroJunqueiraPessoa.pdf: 767952 bytes, checksum: 7a06b7ca6e7b235617b9614311bed31c (MD5) / Nossa análise irá refletir sobre os sentidos atribuídos ao escravismo americano tomando por objeto dois livros: O Arcaísmo como Projeto: Mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil em uma sociedade colonial tardia, de João Fragoso e Manolo Florentino, publicado em 1993; e Tiempo em la Cruz: La economia esclavista en los Estados Unidos, de Robert W. Fogel e Stanley L. Engerman, publicado em 19741. Em nossa comparação, nos deteremos sobre o significado atribuído pelos livros ao escravismo americano, ou mais especificamente, sobre o que as obras dizem sobre o caráter capitalista ou pré-capitalista daquela economia. Por compartilharem de questões em comum, mas expressando posições antagônicas, os dois livros são férteis, ou ao menos adequados para uma comparação. Para contribuir à análise das divergências entre as ideias expressas nessas obras, foi necessário revisarmos a teoria marxiana, matriz de ambas. A comparação entre as diferentes perspectivas enseja reflexões sobre a construção e modificação do “senso comum” na interpretação da história, bem como sobre os embates ideológicos que ocorrem no campo sociológico e historiográfico. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This study concerns about the meanings attributed to slavery in Americas, analysing two books: The Archaism as Project: Atlantic Market, agrarian society and a merchant elite in late colonial society, by John Fragoso and Manolo Florentino, published in 1993, and Time on the Cross: The Economics Of American Negro Slavery, by Robert W. Fogel and Stanley L. Engerman, published in 1974. We will compare those books in what they say about the capitalist or pre-capitalist form of the slavery on Americas. For sharing questions in common, but expressing opposing viewpoints, the two books are adequate for a comparison. To contribute to the analysis of differences between the ideas expressed in these works, it was necessary to look back to the marxian theory, used in both. The comparison between the different perspectives gives rise to reflections on the construction and modification of the "common sense" interpretation of history as well as on the ideological clashes that occur in Sociology and History.

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