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Estudo comparativo das propriedades fundamentais das redes de polipropileno usadas no tratamento da incontinência urinária de esforço / Comparative study of the fundamental properties of polypropylene meshes used in treatment of stress urinary incontinence

Afonso, José Sebastião [UNIFESP] 28 May 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:50:04Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-05-28. Added 1 bitstream(s) on 2015-08-11T03:25:51Z : No. of bitstreams: 1 Publico-10931a.pdf: 1822723 bytes, checksum: fd3db11de15ebf74958cfbbc5c80606e (MD5). Added 1 bitstream(s) on 2015-08-11T03:25:51Z : No. of bitstreams: 2 Publico-10931a.pdf: 1822723 bytes, checksum: fd3db11de15ebf74958cfbbc5c80606e (MD5) Publico-10931b.pdf: 1817189 bytes, checksum: 7e92aa5ed89f3f700a0372bd95058ee0 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Objetivo: A fim de compreender o que distingue as diferentes redes de polipropileno, usadas como implantes para o tratamento da incontinência urinária de esforço (IUE), foram avaliadas suas propriedades fundamentais. Métodos: Cinco diferentes tipos de redes foram testadas. Os métodos mecânicos usados consistiram no teste de tração uniaxial (rigidez à tração) e no teste experimental de compressão contínua do anel (rigidez à flexão). Os testes químicos consistiram na calorimetria exploratória diferencial (DSC), microtomografia e infravermelho (FTIR). Ademais, foram pesquisadas a geometria da rede (microscopia eletrônica) e a densidade linear (picnômetro). Resultados: A diferença mais significativa do comportamento de rigidez à tração foi entre Aris™ (maior rigidez à tração) e TVTO™ (menor rigidez à tração). Para a análise dos dados experimentais, dividimos a rigidez a flexão em dois grupos. O primeiro grupo incluiu Auto Suture™ e Aris™. As duas redes apresentaram comportamentos similares de rigidez à flexão. O segundo grupo incluiu TVTO™, Uretex™ e Avaulta™. A diferença entre os dois grupos é evidente comparando TVTO™ (maior rigidez à flexão) e Aris™ (menor rigidez à flexão). O material das redes é o polipropileno isotático. Entre as redes usadas no tratamento da IUE, a Aris™ apresentou o menor diâmetro de fibra, densidade linear e grau de cristalinidade. Conclusões: Em relação às redes usadas no tratamento da IUE, este estudo demonstrou que há diferenças significativas nas propriedades mecânicas, e uma relação direta entre o diâmetro da fibra, densidade linear e grau de cristalinidade do polipropileno com a rigidez à flexão. / Objective: With the aim of understanding what distinguishes the different polypropylene meshes, used for the treatment of the stress urinary incontinence (SUI), we investigated their fundamental properties. Methods: Five different mesh types were tested. The mechanical methods used consisted on uniaxial tension test (tensile stiffness) and tape ring tests, experimental continuous compression of the mesh loops (flexural stiffness). The chemical tests performed were differential scanning calorimetry (DSC), microtomography and infrared (FTIR). Furthermore, the geometry (electronic microscopy) and linear density (pyknometer) of the meshes were investigated. Results: The most significant difference of tensile stiffness behaviour appears between Aris™ and TVTO™. From the analysis of the experimental data, we divided the flexural stiffness in two main groups. The first group includes Auto Suture™ and Aris™ meshes. These meshes seem to have a similar flexural behaviour. The second group includes TVTO™, Uretex™ and Avaulta™. The difference between these two groups is clear when comparing TVTO™ and Aris™. The material of the meshes is the isotactic polypropylene. Aris™ mesh presented the smallest fiber diameter, linear density and level of crystallinity of all the meshes used for the treatment of the SUI. Conclusions: Concerning the polypropylene meshes used for the treatment of the SUI, this study shows that there are significant differences on the mechanical properties, and a direct relation between fiber diameter, linear density and level of crystallinity with flexural stiffness. / CAPES: BEX2376/06-7 / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Análise do impacto da correção cirúrgica na qualidade de vida de 26 pacientes com incontinência urodinâmica de esforço / Analysis of the impact of the surgical correction in the quality of life of 26 patients with effort incontinence urodinâmica

Pinheiro, Raimundo César January 2004 (has links)
PINHEIRO, Raimundo César. Análise do impacto da correção cirúrgica na qualidade de vida de 26 pacientes com incontinência urodinâmica de esforço. 2004. 134 f. Dissertação (Mestrado em Tocoginecologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2004. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-12-26T11:27:26Z No. of bitstreams: 1 2004_dis_rcpinheiro.pdf: 1028075 bytes, checksum: dcda4b38c43d271df2ac752ce930deda (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2013-12-26T11:28:23Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2004_dis_rcpinheiro.pdf: 1028075 bytes, checksum: dcda4b38c43d271df2ac752ce930deda (MD5) / Made available in DSpace on 2013-12-26T11:28:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2004_dis_rcpinheiro.pdf: 1028075 bytes, checksum: dcda4b38c43d271df2ac752ce930deda (MD5) Previous issue date: 2004 / The Stress Urinary Incontinence is a common problem with impact on the patient’s quality of life. OBJECTIVE- to evaluate the impact on the quality of life of 26 patients with stress urodynamic incontinence that realized vaginal sling and urethrocystopexia of Burch . Quality of life was assessed with the Questionnaire of Impact of Incontinence and the Inventory of Urogenital stress, short forms. METHODS -During the period of March of 2001 to December of 2002 14 patients (group 1) realized vaginal sling and 12 patients (group 2) realized urethrocystopexia of Burch.RESULTS- After a median follow up of nine months (variation of four to 22 months) it was observed an objective cure rate of 96,2% ,twenty five patients, a subjective cure rate of 65,4%, seventeen patients , twenty five patients related cure or improvement after the surgery . At the postoperative periodo it were observed three cases of de novo urgency , patients that realized surgery of Burch, two patients with obstructive urinary dysfunction that made sling and one patient that presented with worsening of incontinence.Some demographic characteristics of the patients : the median age of the patients were of 56 years (variation of 41 to 77 years), the median of the index of corporal mass was of 25 (variation of 20 the 34). The vaginal parity varied from zero to eight childbirths with a median of three childbirths.The hospital stay time varied from two to four days with a median of three days. At the moment of delivery twenty two patients (84,6%) presented with urinary residue equal or less than 100ml. Four patients presented with urinary residue greater than 100ml, one of them had done surgery of Burch and three had done vaginal sling. The median leak point pressure at the preoperative period was of 95 cmH20 (variation of 40 to 140). At the postoperative period it was of 150 cm H20 (variation of 60 the 213). The median score of the Questionnaire of impact of incontinence showed statistically significant difference (p=0,00) between the pre and postoperative period , median of 50 with variation of 10 the 95 and a median of zero with variation of zero to 81 respectively. The median score of the inventory of urogenital stress at the preoperative period was of 53 (variation of 17 the 94), after the surgery it was of six (variation of 16 the 35) wich was statistically significant (p=0,07). The coefficient of the questionnaire of impact of incontinence presented with excellent improvement in twenty-three patients (88,5%), moderate improvement in one patient (3,8%) and worsening in two patients (7,7%). The coefficient of the inventory of urogenital stress presented with excellent improvement in twenty-two patients (84,6%), moderate improvement in two patients (7,7%) and worsening in two patients (7,7%). CONCLUSIONS- The findings of this prospective nonrandomized study showed that objective results not always are correlated with the subjective findings and that the questionnaires of quality of life are valid and important instruments in the evaluation and decision making of patients with stress urodynamic incontinence. / A Incontinência Urodinâmica de Esforço é problema comum com impacto na qualidade de vida das pacientes. OBJETIVO:Comparar a qualidade de vida de 26 pacientes com incontinência urodinâmica de esforço antes e após a correção cirúrgica. A qualidade de vida foi avaliada com o Questionário de Impacto de Incontinência e o Inventário de Estresse Urogenital, formas reduzidas . CASUÍSTICA e MÉTODO:Durante o período de março de 2001 a dezembro de 2002 , quatorze pacientes foram submetidas à cirurgia de correção por técnica de sling vaginal e doze pacientes realizaram uretrocistopexia de Burch. RESULTADOS: Com um seguimento pós-operatório com mediana de nove meses (variação de quatro a 22 meses) observou-se uma taxa de cura objetiva em vinte e cinco pacientes (96,2%), taxa de cura subjetiva em dezessete pacientes (65,4%), tendo vinte e cinco pacientes (96,2%) relatado cura ou melhora.Observaram-se no pós-operatório três casos de urgência miccional , pacientes que realizaram cirurgia de Burch, duas pacientes com padrão miccional obstrutivo que haviam realizado cirurgia de sling e uma paciente que apresentou piora do quadro da incontinência. Quanto às características demográficas do grupo foram observadas:mediana de idade das pacientes de 56 anos (variação de 41 a 77 anos), índice de massa corpórea com mediana de 25 (variação de 20 a 34). A paridade variou de zero a oito partos vaginais com mediana de três partos. O tempo de internação variou de dois a quatro dias com mediana de três dias. No momento da alta hospitalar vinte e duas pacientes (84,6%) apresentaram resíduo urinário menor ou igual a 100ml. Quatro pacientes apresentaram volume residual urinário maior que 100ml, uma que realizou cirurgia de Burch e três que realizaram cirurgia de sling. A pressão de perda aos esforços no pré-operatório apresentou mediana de 95 cmH20 (variação de 40 a 140).No pós-operatório apresentou mediana de 150 cm H20 (variação de 60 a 213).O escore do Questionário de impacto de incontinência apresentou variação com significância estatística (p=0,00) entre o pré e pós-operatório (mediana de 50 com variação de 10 a 95 e mediana de zero com variação de zero a 81 respectivamente).O escore do inventário de estresse urogenital que no pré-operatório apresentou mediana de 53 (variação de 17 a 94), apresentou após a cirurgia mediana de seis (variação de 16 a 35), alteração com significância estatística (p=0,07).O coeficiente do escore do questionário de impacto de incontinência apresentou melhora excelente em vinte e três pacientes (88,5%), melhora moderada em uma paciente (3,8%) e piora em duas pacientes (7,7%). O coeficiente do escore do inventário de estresse urogenital apresentou melhora excelente em vinte e duas pacientes (84,6%), melhora moderada em duas pacientes (7,7%) e piora em duas pacientes (7,7%). CONCLUSÃO:Os resultados mostraram que os resultados objetivos nem sempre se correlacionam com os achados subjetivos e que os questionários de qualidade de vida são instrumentos válidos e importantes na avaliação e escolha terapêutica em pacientes com incontinência urodinâmica de esforço.
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Promoção da saúde de mulheres idosas com incontinência urinária: cuidado interdisciplinar

Tomasi, Andrelise Viana Rosa January 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-09-15T04:06:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 334475.pdf: 1455735 bytes, checksum: 4d5e9aa46e73d7ba262b71ef36c70164 (MD5) Previous issue date: 2015 / A Incontinência Urinária é um agravo na saúde que pode ocorrer na população idosa, não significando uma condição normal do processo do envelhecimento. No entanto, entre essa população, as mulheres idosas são as mais acometidas de perdas urinárias involuntárias, o que acarreta problemas emocionais, retração social, nas atividades físicas, entre outros. Assim, este estudo objetivou conhecer como os fisioterapeutas e enfermeiros cuidam de mulheres idosas com incontinência urinária na Atenção Primária de Saúde, e desenvolver com os fisioterapeutas e enfermeiros uma proposta de cuidado às mulheres idosas com incontinência urinária para a promoção da saúde. Trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, do tipo convergente-assistencial, com suporte teórico na Promoção da Saúde. Os dados foram coletados entre agosto e outubro de 2014 através das seguintes técnicas: entrevistas semiestruturadas com quatorze fisioterapeutas e dez enfermeiros, além de três oficinas temáticas com os mesmos. A análise dos dados envolveu processos de apreensão, síntese, teorização e transferência, conforme proposto pela pesquisa convergente-assistencial e, a partir dela, emergiram quatro eixos temáticos: Invisibilidade do idoso e da incontinência urinária; Como assistir mulheres idosas com incontinência urinária; Percepção dos profissionais acerca da incontinência urinária em mulheres idosas; e A concepção de uma proposta de cuidado à mulher idosa com incontinência urinária. Os resultados deste estudo apontaram que os fisioterapeutas e enfermeiros atendem os idosos com foco apenas na doença que eles possuem ou na queixa que trazem na consulta, não os assistindo de forma integral numa perspectiva gerontológica. Em relação aos cuidados das mulheres idosas com incontinência urinária, verificou-se que essa condição não é investigada e, quando essa queixa ocorre, não é tratada dentro da atenção primária de saúde. Também ficou evidenciada nas falas dos informantes deste estudo a falta de conhecimento de alguns profissionais em relação aos cuidados requeridos para tratar a incontinência urinária. A partir das oficinas temáticas, pode-se destacar que os profissionais se sensibilizaram com a problemática da incontinência urinária, além de conseguirem refletir de maneira multiprofissional sobre estratégias de cuidado possíveis para as mulheres idosas com sintomas urinários. Por fim, verificou-se que é preciso maior investimento em capacitações permanentes dos profissionais da atenção primária de saúde para que possam prestar cuidados gerontologicamente sensíveis. Dessa forma,agravos como as perdas urinárias involuntárias poderão ser tratados na perspectiva da promoção da saúde com vistas ao autocuidado.<br> / Abstract : Urinary incontinence is a health problem that may occur in the elderly population, but it does not mean a normal condition of the aging process. Nonetheless, among this population, elderly women are the most affected by involuntary urine losses, which entails emotional problems, isolation from society and from physical activities, among others. Accordingly, this study was aimed at knowing how physiotherapists and nurses perform the care of elderly women with urinary incontinence in Primary Health Care, besides developing, together with physiotherapists and nurses, a care proposal toward elderly women with urinary incontinence in order to promote health. This is a research with qualitative approach, typified as convergent-assistential, with theoretical support in Health Promotion. Data were collected between August and October 2014 through the following techniques: semi-structured interviews with fourteen physiotherapists and ten nurses, in addition to three thematic workshops with them. Data analysis has involved processes of seizure, synthesis, theorization and transference, as proposed by the convergent-assistential research, and, from it, four thematic axes were produced: Invisibility of the elderly person and of the urinary incontinence; How to take care for elderly women with urinary incontinence; Perception of professionals about urinary incontinence in elderly women; and the Conception of a care proposal toward elderly women with urinary incontinence. The results of this study pointed that physiotherapists and nurses take care of elderly people with focus only on the disease that they have or on the complaint that they present during consultation, thereby failing to watch them comprehensively in a gerontological perspective. Regarding the care of elderly women with urinary incontinence, it was found that this condition is not investigated and, where this complaint occurs, it is not treated within the Primary Health Care. The lack of knowledge of some professionals regarding the care required to treat urinary incontinence was also emphasized in the speeches of informants of this study. From the thematic workshops, one can highlight that the professionals are sensitized to the issue of urinary incontinence, as well as that they manage to reflect in a multidisciplinary way on possible care strategies for elderly women with urinary symptoms. Finally, it was found that there is need for greater investment in permanent training of primary health care professionals, in order to make them able to provide a sensitive gerontological care. That way, problems such as involuntaryurine losses may be treated in the perspective of health promotion with a view to achieving self-care.
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Função do assoalho pélvico e qualidade de vida em mulheres na pós-menopausa com e sem disfunção do assoalho pélvico / Pelvic floor function and quality of life in women in post menopause and pelvic floor dysfunction

Frota, Isabella Parente Ribeiro January 2016 (has links)
FROTA, Isabella Parente Ribeiro. Função do assoalho pélvico e qualidade de vida em mulheres na pós-menopausa com e sem disfunção do assoalho pélvico. 2016. 82 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2016-03-15T13:14:48Z No. of bitstreams: 1 2016_dis_iprfrota.pdf: 2723991 bytes, checksum: e5d32214f1b9fe952a50eab19007b6d4 (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2016-03-15T14:01:14Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_dis_iprfrota.pdf: 2723991 bytes, checksum: e5d32214f1b9fe952a50eab19007b6d4 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-15T14:01:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_dis_iprfrota.pdf: 2723991 bytes, checksum: e5d32214f1b9fe952a50eab19007b6d4 (MD5) Previous issue date: 2016 / Objective: this study aims to compare pelvic floor muscle (PFM) function in post-menopause women with pelvic floor dysfunction (PFD) versus women without PFD and the relationship between PFM function and quality of life (QoL). Design: a case-control study. Methods: Two hundred sixteen post-menopause women with (n: 126) and without PFD (n: 90) were enrolled. Measurement of PFM function was performed by digital vaginal palpation (PERFECT scale) included: voluntary PFM contraction, PFM strength (Modified Oxford Grading Scale 0-5), PFM endurance and repetition. Oxford scale were compared on specific QoL using King’ Health Questionnaire (KHQ) for women with UI and prolapse quality-of-life (PQoL) for women with POP. We analyzed women with PFD into two categories according to the value obtained for the Power (from PERFECT scale): women with Power ≤2 or ≥ 3 using a Qui Square test. A general QoL using SF- 36 was used to compare women with and without PFD with a T-test, (p value ≤ 0. 05 was considered for significance). Results: The subjects were 58.0 ± 9.0 years of age, parity 3.7+3.5. Women with PFD had urinary stress incontinence (UI), n: 44; pelvic organ prolapse (POP), n: 21; UI+POP, n: 61. Modified Oxford Grading Scale had a median value 2 (0-5) in all women studied without statistical difference between groups with or without PFD. Most of the women studied had insufficient strength, reduced endurance (p=0.428) and repetition (p= 0.721) in both groups. Further, we analyzed the perineal awareness according to the absence (Power =0) or presence (Power> 1) of perceptible contraction. Again, no differences were observed between the case and control groups. When we analyzed the general QoL in all women using SF-36, we found statistically significant difference between women with and without PFD in all domains (p≤0.05). We found statistically significant difference only for perception of general health domain of KHQ (p= 0.007). No association was found between pelvic floor function and P-QoL domains. Conclusions: PFM strength was similar in women with and without PFD which suggests that there are other factors related to PFD development. General QoL is worse in women with PFD. However PFM function was not related to specific QoL as assessed by KHQ and P-QoL in women with UI and POP, respectively. / Objetivo: Este estudo teve como objetivo comparar a função dos músculos do assoalho pélvico (MAP) em mulheres na pós-menopausa com disfunção do assoalho pélvico (DAP) versus mulheres sem DAP e a relação entre a função dos MAP e a qualidade de vida (QV). Método: Estudo caso-controle com duzentos e dezesseis mulheres na pós-menopausa. Foram avaliadas e classificadas com (n: 126) e sem DAP (n: 90). Avaliação da função MAP foi realizada pela palpação digital vaginal (escala PERFECT) e incluiu: contração voluntária, a força (Escala Oxford 0-5), resistência e repetição dos MAP. Escala de Oxford foi comparada com a QV específica utilizando King Health Questionnaire (KHQ) para mulheres com IU e Prolapse Quality of Llife (P-QoL) para mulheres com POP. Analisamos as mulheres com DAP em duas categorias de acordo com o valor obtido no Power (escala PERFECT): as mulheres com força ≤2 ou ≥ 3 usando o teste Qui quadrado. A QV geral avaliada pelo SF-36 foi utilizada para comparar as mulheres com e sem DAP com o Teste t Student, (valor p ≤ 0,05 foi considerado para significância). Resultados: As mulheres tinham 58,0 ± 9,0 anos de idade, paridade 3,7 + 3,5. As mulheres com DAP tinham incontinência urinária (IU), n: 44; prolapso de órgãos pélvicos (POP), n: 21; UI + POP, n: 61. A escala Oxford teve um valor médio de 2 (0-5) em todas as mulheres estudadas, sem diferença estatística entre os grupos com ou sem DAP. A maioria das mulheres estudadas tinha força insuficiente, resistência (p = 0,428) e repetição reduzidas (p = 0,721) nos dois grupos. Além disso, foi analisada a consciência perineal de acordo com a ausência (Power = 0) ou na presença (Power > 1) de contração perceptível. Mais uma vez, não foram observadas diferenças entre os grupos caso e controle. Quando analisamos a QV geral (SF-36), encontramos que mulheres com DAP apresentam pior escores de QV em todos os domínios em comparação a mulheres sem DAP (p≤0,05). Foi encontrada diferença estatisticamente significativa apenas para domínio percepção de estado geral de saúde do KHQ (p = 0,007). Não foi encontrada associação entre a função do assoalho pélvico e domínios PQoL. Conclusões: A força dos MAP foi semelhante em mulheres com e sem DAP o que sugere que há outros fatores relacionados ao desenvolvimento DAP. A QV geral é pior em mulheres com DAP. Contudo, a função MAP não foi relacionada com a QV específica, avaliada pela KHQ e P-QoL em mulheres com IU e POP, respectivamente.
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Qualidade de vida em mulheres infectadas pelo HTLV-1 com incontinência urinária em Salvador-Bahia

Barroso, Ana Karina Galvão January 2013 (has links)
Submitted by Edileide Reis (leyde-landy@hotmail.com) on 2015-04-13T20:37:09Z No. of bitstreams: 1 Ana Karina Galvão Barroso.pdf: 1302329 bytes, checksum: addc6eb8839b455d19cbfb9cd2711905 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-04-13T20:37:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Ana Karina Galvão Barroso.pdf: 1302329 bytes, checksum: addc6eb8839b455d19cbfb9cd2711905 (MD5) Previous issue date: 2013 / A IU em mulheres com PET/MAH afeta a QV. Salvador apresenta a maior prevalência de HTLV-1 no Brasil, mas não existe estudo sobre a QV em mulheres com IU e HTLV-1 nesta cidade.Objetivo: Determinar a prevalência dos tipos de IU e avaliar a QV em mulheres com HTLV-1 em Salvador, Brasil. Desenho do estudo: Corte transversal. Casuística e Métodos: Realizado no Centro de HTLV/EBMSP, de fevereiro de 2009 a fevereiro de 2011. Foram incluídas mulheres com IU e HTLV-1, idade ≥ 18 anos. Resultados: 59 mulheres foram incluídas, 40 (67,8 %) responderam ao KHQ e 28 (70%) se submeteram a urodinâmica. A média de idade foi 51,2 anos. A maioria era não branca com < 8 anos de escolaridade, vivia sem companheiro e era proveniente de outras cidades que não Salvador. A prevalência de IU foi de 61,4% e as de IUE, UI e IUM foram respectivamente de 16,9 %, 35,6% e 47,5%. A IU influenciou negativamente no impacto da incontinência, percepção geral da saúde, limitação física, medidas de gravidade, sono e disposição, emoções, limitação da atividade diária, limitação social e relação interpessoal. A IUM foi a que mais impactou negativamente na QV. A hiperatividade foi detectada em 71,4%, seguida por 28,6% de dissinergia vesico esfincteriana e 7,1% de hipocontratilidade. A hiperatividade foi a alteração que mais impactou negativamente em todos os domínios de QV. Conclusão: Recomenda-se que todas as mulheres com HTLV-1, sejam avaliadas para identificação de IU e, quando necessário, sejam submetidas à urodinâmica. Estas medidas são fundamentais para auxiliar no diagnóstico e indicar a terapêutica mais adequada e melhorar a QV.
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Associação entre os distúrbios huperglicêmicos e a ocorrência de incontinência urinária e a sua influência na qualidade de voda dirante a gestação

Santini, Ana Carolina Monteiro [UNESP] 25 February 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:26:19Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-02-25Bitstream added on 2014-06-13T20:54:36Z : No. of bitstreams: 1 santini_acm_me_botfm.pdf: 564464 bytes, checksum: d3b6b3012ef89427e00305617012192a (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O diabete melito gestacional (DMG) é uma complicação definida como qualquer grau de intolerância à glicose com início ou primeiro reconhecimento durante a gestação. Apesar de 95% das mulheres serem capazes de manter a tolerância normal de carboidratos durante a gestação, entre 1 e 20% delas desenvolve o DMG ou hiperglicemia leve. Duas das principais contribuintes para a resistência insulínica incluem o aumento da adiposidade materna neste período e a dessensibilização à sua ação, por efeitos dos hormônios produzidos pela placenta. O DMG, assim como as outras formas de diabetes, pode trazer complicações e está associado à maior ocorrência de disfunção da musculatura do assoalho pélvico (AP) e, consequentemente, com a incontinência urinária (IU). Apesar da associação entre DM e IU apontada pela literatura, pouco se sabe sobre os mecanismos que a desencadeiam no ambiente hiperglicêmico. Alguns estudos sugerem que as complicações microvasculares da doença possam estar entre os fatores preditores da IU. Conhecer os aspectos fisiológicos que envolvem o DMG e as disfunções da musculatura do AP e a IU, podem fornecer perspectivas para o melhor entendimento destas patologias, bem como uma melhor diretriz para o tratamento destas / Gestational diabetes mellitus (GDM) is a complication defined as any degree of glucose intolerance with onset or first recognition during pregnancy. Although 95% of women are able to keep normal carbohydrate tolerance, 1-20% will develop GDM or mild hyperglycemia during pregnancy. Increased maternal adiposity and insulin-desensitizing effects of hormonal products of the placenta are major contributors to insulin resistance. GDM, as well as other diabetes forms, may cause complications and is associated with a higher incidence of pelvic floor (PF) muscle dysfunction and, in consequence, urinary incontinence (UI). Although the association between DM and UI has been pointed out in the literature, little is known about triggering mechanisms in an hyperglycemic environment. Some studies suggest that diabetes-induced microvascular complications may be a predictive factor of UI. Understanding the physiological aspects involving GDM, PF muscle dysfunctions and UI will provide further insights into the treatment of these diseases
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Estudo comparativo entre tela de polypropylene e cinta de aponeurose no tratamento da incontinência urinária feminina

Winckler, Jorge Antonio January 2009 (has links)
Introdução: A incontinência urinária de esforço da mulher (IUE), perda involuntária de urina, é um problema social e de higiene, tem alta prevalência e diversas técnicas cirúrgicas foram realizadas para sua correção. Esse estudo usou a técnica de sling de aponeurose do reto abdominal como padrão para comparar a técnica de sling com tela de polypropylene. Método: De 2000 a 2007, 158 mulheres foram submetidas à cirurgia com sling de aponeurose do reto abdominal para IUE, média de idade 55 anos (37-69), e usado como padrão para comparação com 316 mulheres submetidas à cirurgia com sling de polypropilene, média de idade 55 anos (36-69). Em todas foi realizado anamnese, exame físico e estudo urodinâmico. Resultados: O tempo médio de seguimento foi de 3,65 e 3,56 anos, respectivamente. O grupo aponeurose apresentou cura da IUE em 128 (81.0%), melhora em 23 (14,6%) e falha em 7 (4,4%). O grupo polypropylene apresentou cura em 281 (88,9%), melhora em 23 (7,3%) e falha em 10 (3,2%) (p=0,083). Do grupo aponeurose, 7 (4,4%), tiveram extrusão vaginal/infecção: destas 2 (28,6%) com resolução espontânea e 5 (71,4%), remoção cirúrgica (p=0,877). Do grupo polypropylene, 15 (4,7%) tiveram extrusão vaginal/infecção, das quais 5 (31,2%) com resolução espontânea e 11 (68,8%) com remoção cirúrgica, (p=0,899). Urgência foi verificada em 19 (12%) no grupo aponeurose e 28 (8.9%) no grupo polypropylene (p=0,320). Foi realizado uretrólise em até 60 dias por retenção urinária em 6 mulheres (3,8%) do grupo aponeurose e em 7 (2,2%), do grupo polypropylene, (p=0,374). Os escores do questionário de qualidade de vida (ICIQ - SF) foram melhores no grupo polypropylene em relação ao grupo aponeurose (p=0,024). Conclusões: O uso de tela de polypropylene nesse estudo mostrou ser uma alternativa efetiva para confecção do sling para IUE da mulher, tem baixo custo, melhora qualidade de vida, bem como os resultados e taxas de complicações são comparáveis ao uso de aponeurose do reto abdominal.
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Associação do polimorfismo genético do receptor 2A da serotonina (5-HT2A) com incontinência urinária em mulheres idosas

Noronha, Jorge Antônio Pastro January 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:06:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000438286-Texto+Completo-0.pdf: 4118090 bytes, checksum: 3f84072ed045d46706a18668827636e2 (MD5) Previous issue date: 2008 / Introduction: Previous studies showed a possible association between the T102C polymorphism of the serotonin 2A receptor (5-HT2A) and urinary incontinence in the elderly. Since serotonin is involved in the modulation of bladder sphincter control, such association is biologically plausible. Since the pharmacological treatment of urinary incontinence (UI) includes the use of serotonin reuptake inhibitors, complementary studies of this polymorphism are of scientific and clinical importance. Objectives: The aims of this study in older women living in a senior living community were: (1) to describe and compare the allelic and genotypic frequencies of the 102C polymorphism of the serotonin 2A receptor (5-HT2A) in incontinent and continent individuals; (2) to describe and compare the urodynamic parameters in incontinents carrying different genotypes/alleles; (3) to describe and compare the frequency of the urodynamic types of urinary incontinence (stress, urge and mixed) in incontinent individuals carrying different genotypes/alleles; and (4) to describe and compare the impact of UI on the quality of life in incontinent individuals carrying different genotypes/alleles. Methodology: A case-control study was conducted including 68 incontinent older women (submitted to urodynamic evaluation) and 162 continent older women (self-reporting). The criteria for exclusion were: use of diuretics, diabetes, non-Caucasian individuals, and severe mobility and neurological disturbances. The polymorphism was analyzed by the PCR-RFLP technique. The Ethics Committee approved the study, and all participants signed an informed consent form. Results: Incontinent older women showed a significantly greater frequency of the TT genotype (TT= 34. 8%, CC= 19. 3%, TC= 45. 9%) compared to continent older women (TT=17%, CC=23. 3%, TC=59. 7%) and the general sample of the population (TT=21. 5%, CC=16. 6%, TC=61. 9%) (p=0. 001). The genetic frequencies of the three samples were in Hardy-Weinberg equilibrium. Urodynamic analysis showed a significant association between the TT genotype and greater detrusor pressure at maximal cystometric capacity, lower maximal cystometric capacity and reduced bladder compliance. The TT genotype also showed a higher prevalence of urge UI (44%) than did the other genotypes (p=0. 01). Analyses of indicators of quality of life and UI demonstrated a greater negative impact in carriers of the C allele (CC+TC).Conclusion: Together, the results suggest that the T102C polymorphism of the 5-HT2A receptor gene has a physiological effect on the lower urinary tract of humans. This hypothesis needs to be confirmed by complementary studies. The effect of an imbalance in the quantity of this receptor, which occurs in the TT genotype, could be associated with a greater chance or urge UI in older women. / Introdução: estudos prévios mostraram possível associação entre o polimorfismo T102C do receptor 2A da serotonina (5-HT2A) e incontinência urinária em idosos. Como a serotonina está envolvida na modulação do controle vesical-esfincteriano, tal associação é biologicamente plausível. Uma vez que a terapêutica farmacológica da incontinência urinária (IU) inclui o uso de inibidores da recaptação da serotonina, estudos complementares deste polimorfismo são de relevância clínico-científica. Objetivos: em mulheres idosas que vivem na comunidade: (1) descrever e comparar as freqüências alélicas e genotípicas do polimorfismo 102C do receptor 2A da serotonina (5-HT2A) em idosas incontinentes e continentes; (2) descrever e comparar os parâmetros urodinâmicos nas idosas incontinentes portadoras de diferentes genótipos/alelos; (3) descrever e comparar a freqüência dos tipos de incontinência urinária urodinâmica (de esforço, de incontinência de urgência e mista) nas idosas incontinentes portadoras de diferentes genótipos/alelos; (4) descrever e comparar o impacto da IU na qualidade de vida nas idosas incontinentes portadoras de diferentes genótipos/alelos. Metodologia: um estudo caso-controle foi conduzido, sendo 68 mulheres idosas incontinentes (submetidas à avaliação urodinâmica) e 162 mulheres continentes (auto-relato). Os critérios de exclusão foram: uso de diuréticos, diabetes, indivíduos de outras etnias que não a caucasiana, distúrbios de mobilidade e neurológicos graves. O polimorfismo foi analisado por técnica de biologia molecular PCR-RFLP. O Comitê de Ética aprovou a pesquisa e todos os participantes assinaram Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Resultados: idosas incontinentes apresentaram freqüência do genótipo TT significativamente maior (TT= 34,8%, CC= 19,3%, TC= 45,9%) do que nas mulheres continentes (TT=17%, CC=23,3%, TC=59,7%) e na amostra geral da população (TT=21,5%, CC=16,6%, TC=61,9%) (p=0,001). As freqüências genéticas das três amostras estavam em equilíbrio de Hardy-Weinberg. Análise urodinâmica mostrou associação significativa entre o genótipo TT e maior pressão detrusora na capacidade cistométrica máxima, menor capacidade cistométrica máxima e complacência vesical reduzida. O genótipo TT também apresentou maior prevalência de IU de urgência (44%) do que os demais genótipos (p=0,01). O conjunto destes resultados sugeriu que o genótipo TT está associado a alterações de fatores fisiológicos, predisponentes a incontinência urinária. Entretanto, análises de indicadores da qualidade de vida e a IU mostraram maior impacto negativo em portadoras do alelo C (CC+TC). Esta condição pode estar associada à sugestão de predisposição de portadoras do alelo C a distúrbios emocionais. Conclusão: o conjunto dos resultados sugere que o polimorfismo T102C do gene do receptor 5-HT2A tenha um possível efeito fisiológico no trato urinário inferior (TUI) de seres humanos. Esta hipótese precisa ser confirmada por estudos complementares. O efeito do desbalanço na quantidade deste receptor, que ocorre no genótipo TT estaria associado à maior chance de IU de urgência na mulher idosa.
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Dieta para redução de peso e circunferência da cintura versus dieta com restrição de alimentos irritativos vesicais no tratamento da incontinência urinária

Lino, Nídia Daiane January 2011 (has links)
Define-se Incontinência Urinária (IU) como toda a perda involuntária de urina na mulher. É de conhecimento que esta doença acaba por gerar redução significativa na qualidade de vida das mulheres afetadas, tanto no âmbito social, profissional e também sexual. Atualmente são inúmeros os fatores de risco conhecidos, destacando-se a idade, cirurgias ginecológicas prévias e o excesso de peso. O sobrepeso ou obesidade nestas mulheres acaba gerando alta pressão intra-abdominal sobre os órgãos vesicais, agravando as perdas de urina devido a dificultar o controle miccional. A prevalência da IU é visivelmente maior de acordo com a idade, sendo muito mais prevalente em mulheres acima de 60 anos. Porém, outro fator de risco tem aumentado estes índices: Com a atual transição nutricional de indivíduos desnutridos para obesos, o fato é que o problema da Incontinência Urinária se torna cada vez mais agravado e predominante. Desta forma, faz-se importante um adequado diagnóstico clínico e acompanhamento desta paciente com tratamento cabível à sua situação. O mesmo pode ser cirúrgico ou conservador, o qual pode constar apenas de exercícios específicos para a região afetada. Hoje se sabe que até mesmo apenas a dieta para redução de peso pode já ser suficiente. Também se supõe que o consumo de alguns alimentos poderiam ser irritantes vesicais – desta forma dificultando o controle da urina - tais como café e frutas cítricas. Desta forma, a restrição dos mesmos poderia significar mais uma alternativa a ser estudada para o tratamento conservador. No presente trabalho foram testados três diferentes tipos de dieta para o tratamento da IU: uma primeira dieta para perda de peso e redução da circunferência da cintura; a segunda dieta com restrição de alimentos irritativos vesicais; e a terceira dieta aliando a perda de peso com a restrição de irritativos. Ao final do acompanhamento, concluímos que o melhor resultado obtido foi no grupo que fez a primeira dieta, tanto em relação à menor freqüência de episódios de perda urinária quanto ao maior ganho na qualidade de vida.
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Dieta para redução de peso e circunferência da cintura versus dieta com restrição de alimentos irritativos vesicais no tratamento da incontinência urinária

Lino, Nídia Daiane January 2011 (has links)
Define-se Incontinência Urinária (IU) como toda a perda involuntária de urina na mulher. É de conhecimento que esta doença acaba por gerar redução significativa na qualidade de vida das mulheres afetadas, tanto no âmbito social, profissional e também sexual. Atualmente são inúmeros os fatores de risco conhecidos, destacando-se a idade, cirurgias ginecológicas prévias e o excesso de peso. O sobrepeso ou obesidade nestas mulheres acaba gerando alta pressão intra-abdominal sobre os órgãos vesicais, agravando as perdas de urina devido a dificultar o controle miccional. A prevalência da IU é visivelmente maior de acordo com a idade, sendo muito mais prevalente em mulheres acima de 60 anos. Porém, outro fator de risco tem aumentado estes índices: Com a atual transição nutricional de indivíduos desnutridos para obesos, o fato é que o problema da Incontinência Urinária se torna cada vez mais agravado e predominante. Desta forma, faz-se importante um adequado diagnóstico clínico e acompanhamento desta paciente com tratamento cabível à sua situação. O mesmo pode ser cirúrgico ou conservador, o qual pode constar apenas de exercícios específicos para a região afetada. Hoje se sabe que até mesmo apenas a dieta para redução de peso pode já ser suficiente. Também se supõe que o consumo de alguns alimentos poderiam ser irritantes vesicais – desta forma dificultando o controle da urina - tais como café e frutas cítricas. Desta forma, a restrição dos mesmos poderia significar mais uma alternativa a ser estudada para o tratamento conservador. No presente trabalho foram testados três diferentes tipos de dieta para o tratamento da IU: uma primeira dieta para perda de peso e redução da circunferência da cintura; a segunda dieta com restrição de alimentos irritativos vesicais; e a terceira dieta aliando a perda de peso com a restrição de irritativos. Ao final do acompanhamento, concluímos que o melhor resultado obtido foi no grupo que fez a primeira dieta, tanto em relação à menor freqüência de episódios de perda urinária quanto ao maior ganho na qualidade de vida.

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