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Uso de psicofármacos por idosos cadastrados em unidade de saúde da família da cidade do Recife

Monteiro Navarro Marques de Oliveira, Leila 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:14:33Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo4185_1.pdf: 1006029 bytes, checksum: 641c9c02511dfa09f71268fd435d0102 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O consumo de psicofármacos vem apresentando crescimento nas últimas décadas, em todo o mundo. Por tratar-se de substância psicoativa, seu uso na população idosa exige cuidados redobrados, uma vez que as alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas comuns na velhice acentuam os riscos de reações adversas. Resulta desse fato a importância de estudos sobre o assunto, de forma a propiciar o uso racional dessa classe terapêutica na população geriátrica. O objetivo desse estudo foi conhecer a prevalência de uso, padrão de consumo destes psicofármacos e sua associação com fatores demográficos e socioeconômicos, condições de saúde e utilização de serviços de saúde na população residente em área de abrangência da Estratégia Saúde da Família da cidade do Recife. O estudo foi do tipo transversal, de base populacional; a amostra foi composta de 310 idosos selecionados por sorteio aleatório simples e a coleta dos dados feita através de entrevista domiciliar. O questionário foi elaborado com base no instrumento multidimensional Brazil old age Schedule Boas. A prevalência de uso de psicofármacos encontrada nesse estudo foi de 20%. O grupo de psicofármacos mais consumido foi o dos benzodiazepínicos; os idosos, em sua maioria (66,1%), não tiveram dificuldade para adquirir o medicamento; a prescrição, na maioria das vezes, foi feita por especialista (59,7%), e a insônia foi o problema de saúde para o qual houve maior frequência de prescrição. Quanto ao tempo de uso, 79,0% dos idosos consomem o psicofármaco há pelo menos um ano. Na análise das associações entre o uso de psicofármacos e as demais variáveis independentes foi verificada associação estatisticamente significante com sexo, situação previdenciária, avaliação de saúde comparada com as pessoas da mesma idade, número de doenças referidas, tempo em que apresenta a doença, consultas médicas realizadas nos últimos seis meses e número de consultas médicas nesse período. Os resultados reforçam a preocupação com o uso de psicofármacos por essa população e demonstram a necessidade de um olhar mais aguçado sobre seus problemas de saúde, de modo a considerar suas dores psíquicas, muitas vezes traduzidas em desconfortos físicos, e a possibilidade da utilização de outras formas de tratamento em detrimento da terapêutica medicamentosa
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A medicalização do sofrimento psíquico: uma análise sob a perspectiva da teoria da subjetividade

Vera, Mariana dos Reis 25 August 2017 (has links)
Submitted by Fernanda Weschenfelder (fernanda.weschenfelder@uniceub.br) on 2017-08-25T19:55:31Z No. of bitstreams: 1 61400843.pdf: 721297 bytes, checksum: f656b233712ac38ababf37c8626a54d5 (MD5) / Approved for entry into archive by Fernanda Weschenfelder (fernanda.weschenfelder@uniceub.br) on 2017-08-28T17:35:33Z (GMT) No. of bitstreams: 1 61400843.pdf: 721297 bytes, checksum: f656b233712ac38ababf37c8626a54d5 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-08-28T17:35:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 61400843.pdf: 721297 bytes, checksum: f656b233712ac38ababf37c8626a54d5 (MD5) Previous issue date: 2017 / Esta dissertação teve como objetivo compreender as produções subjetivas relacionadas ao processo de medicalização do sofrimento psíquico a partir do referencial teórico da Teoria da Subjetividade, postulada por González Rey (2003). Trata-se de uma alternativa aos modelos hegemônicos atuais de atenção à saúde na compreensão complexa das questões implicadas nos processos de saúde e doença, a partir da concepção de subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural. A análise das informações se deu por meio de um estudo de caso, apoiada nos princípios da Epistemologia Qualitativa, que concebe a produção de conhecimento enquanto processo construtivo-interpretativo, singular e dialógico. O estudo foi realizado em uma clínica de psicologia da rede privada do Distrito Federal. Nesse estudo, por meio de sistemas conversacionais e completamento de frases, foi possível explicar os processos subjetivos que se organizam no desenvolvimento de um transtorno psíquico e avançar na compreensão do caráter subjetivo da medicalização e na representação do medicamento enquanto produção subjetiva. Com base na construção das informações, avançamos na compreensão do transtorno mental como uma configuração subjetiva de sentidos diversos, relacionados à história de vida, ao contexto atual e à cultura na qual a pessoa se desenvolve e não como condição da pessoa. Entendemos que a construção teórica como forma de representar o transtorno mental pode favorecer a elaboração de estratégias na prática psicoterápica, que permitam ao sujeito novas produções subjetivas por meio de reflexões e ações direcionadas à reconfiguração subjetiva de seu mal-estar. A partir das informações e construções do estudo de caso, reconhecemos a emergência do sujeito e a mudança no modo de vida como fatores essenciais na evolução favorável do adoecimento psíquico e de importante contribuição à saúde. A medicalização está configurada na condição subjetiva da pessoa que sofre o adoecimento psíquico e na subjetividade social dos processos de saúde e doença nos espaços em que a pessoa está inserida. No curso da pesquisa, foi possível analisar que o medicamento aparece subjetivado através de múltiplos sentidos subjetivos, que se integram na experiência do adoecimento. Na compreensão do caráter subjetivo da medicalização, avançou-se em uma representação do medicamento enquanto produção subjetiva. O valor heurístico do modelo teórico desenvolvido na pesquisa reside na inteligibilidade sobre as formas concretas em que o processo de medicalização repercute na vivência do sujeito.
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A medicalização do sofrimento psíquico: uma análise sob a perspectiva da teoria da subjetividade

Vera, Mariana dos Reis 25 August 2017 (has links)
Submitted by Fernanda Weschenfelder (fernanda.weschenfelder@uniceub.br) on 2017-08-25T19:55:31Z No. of bitstreams: 1 61400843.pdf: 721297 bytes, checksum: f656b233712ac38ababf37c8626a54d5 (MD5) / Approved for entry into archive by Fernanda Weschenfelder (fernanda.weschenfelder@uniceub.br) on 2017-08-28T17:35:33Z (GMT) No. of bitstreams: 1 61400843.pdf: 721297 bytes, checksum: f656b233712ac38ababf37c8626a54d5 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-08-28T17:35:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 61400843.pdf: 721297 bytes, checksum: f656b233712ac38ababf37c8626a54d5 (MD5) Previous issue date: 2017 / Esta dissertação teve como objetivo compreender as produções subjetivas relacionadas ao processo de medicalização do sofrimento psíquico a partir do referencial teórico da Teoria da Subjetividade, postulada por González Rey (2003). Trata-se de uma alternativa aos modelos hegemônicos atuais de atenção à saúde na compreensão complexa das questões implicadas nos processos de saúde e doença, a partir da concepção de subjetividade em uma perspectiva histórico-cultural. A análise das informações se deu por meio de um estudo de caso, apoiada nos princípios da Epistemologia Qualitativa, que concebe a produção de conhecimento enquanto processo construtivo-interpretativo, singular e dialógico. O estudo foi realizado em uma clínica de psicologia da rede privada do Distrito Federal. Nesse estudo, por meio de sistemas conversacionais e completamento de frases, foi possível explicar os processos subjetivos que se organizam no desenvolvimento de um transtorno psíquico e avançar na compreensão do caráter subjetivo da medicalização e na representação do medicamento enquanto produção subjetiva. Com base na construção das informações, avançamos na compreensão do transtorno mental como uma configuração subjetiva de sentidos diversos, relacionados à história de vida, ao contexto atual e à cultura na qual a pessoa se desenvolve e não como condição da pessoa. Entendemos que a construção teórica como forma de representar o transtorno mental pode favorecer a elaboração de estratégias na prática psicoterápica, que permitam ao sujeito novas produções subjetivas por meio de reflexões e ações direcionadas à reconfiguração subjetiva de seu mal-estar. A partir das informações e construções do estudo de caso, reconhecemos a emergência do sujeito e a mudança no modo de vida como fatores essenciais na evolução favorável do adoecimento psíquico e de importante contribuição à saúde. A medicalização está configurada na condição subjetiva da pessoa que sofre o adoecimento psíquico e na subjetividade social dos processos de saúde e doença nos espaços em que a pessoa está inserida. No curso da pesquisa, foi possível analisar que o medicamento aparece subjetivado através de múltiplos sentidos subjetivos, que se integram na experiência do adoecimento. Na compreensão do caráter subjetivo da medicalização, avançou-se em uma representação do medicamento enquanto produção subjetiva. O valor heurístico do modelo teórico desenvolvido na pesquisa reside na inteligibilidade sobre as formas concretas em que o processo de medicalização repercute na vivência do sujeito.
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TDAH: uma doença que se pega na escola / ADHD: a disease that you get on school

Ferreira, Giuliana Sorbara [UNESP] 29 August 2016 (has links)
Submitted by Giuliana Sorbara Ferreira null (gsorbara@hotmail.com) on 2016-10-23T22:06:07Z No. of bitstreams: 1 Tese Versão Final.pdf: 2051832 bytes, checksum: 275bb8a4f9d47071cb651d874ed1e796 (MD5) / Approved for entry into archive by Juliano Benedito Ferreira (julianoferreira@reitoria.unesp.br) on 2016-10-31T12:35:52Z (GMT) No. of bitstreams: 1 ferreira_gs_dr_arafcl.pdf: 2051832 bytes, checksum: 275bb8a4f9d47071cb651d874ed1e796 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-31T12:35:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ferreira_gs_dr_arafcl.pdf: 2051832 bytes, checksum: 275bb8a4f9d47071cb651d874ed1e796 (MD5) Previous issue date: 2016-08-29 / Ao longo da história médica a definição e, consequentemente, a forma de se firmar o diagnóstico do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) criou um verdadeiro engodo que culminou em uma medicalização excessiva e questionável de crianças participantes de um cenário educacional e social cada vez mais massificado pela sociedade midiática. Essa medicalização da vida, no ambiente escolar, que se realiza aliada a um processo histórico e social de disciplinarização, imposto pela biopolítica e pelo biopoder, levou a um aumento de diagnósticos visando melhorar o desempenho do aluno. Desse modo, quem não se enquadra no padrão idealizado, logo é encaixado no diagnóstico de TDAH e sua terapêutica medicamentosa, o fármaco metilfenidato. O termo diagnóstico é entendido aqui como um dispositivo, foucaultiano, que tem sempre uma função estratégica concreta e se inscreve sempre em uma relação de poder que captura e determina a conduta dos sujeitos. Christoph Türcke (2010b) nos auxilia na compreensão sobre o que se passa com essas crianças vítimas do “não-aprender” ao falar sobre os choques imagéticos; para ele o choque de imagens apresentadas pelos aparatos audiovisuais exerce uma fascinação estética, ao fornecer sempre novas imagens, que penetra em toda a vida cotidiana estabelecendo um espaço mental, em regime de atenção excessiva, nesta nova geração. Como ficará, então, a constituição humana sustentada por imagens, ou melhor, pelo choque de imagens em sua excessiva repetição? Novos padrões de socialização, dessa forma, vão se sedimentando no que se pode denominar de uma mutação subjetiva ligada às imagens, em um regime de atenção colocado em marcha pela cultura multimidiática atual denominado de distração concentrada. A educação, como parte essencial da vida civilizada atual, se tornou, ela mesma, também um desdobramento da sociedade high-tech, cujas tecnologias se sobrepõem aos sujeitos em uma progressiva alienação. Assim, o TDAH encontra-se nesse espaço em que a criança que possui o déficit de atenção é a criança da cultura atual.
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Os sentidos do não aprender na perspectiva de alunos do ensino fundamental I, professores e familiares /

Marques, Jaqueline Belga. January 2018 (has links)
Orientador: Claudia Regina Mosca Giroto / Banca: Rosimar Bortolini Poker / Banca: Silvia Regina Ricco Lucato Sigolo / Resumo: A heterogeneidade humana tem sido corrompida por um amplo processo de ajustamento e padronização que, no campo da educação, dá visibilidade a uma rede de explicações medicalizadoras que buscam justificar o não aprender. Em alunos na fase inicial do processo de apropriação da linguagem escrita, o não aprender apresenta-se, cada vez mais, associado a diagnósticos de doenças e, como consequência, o processo de medicalização aumenta demasiadamente na escola. Com base em tais ideias, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de compreender os sentidos atribuídos ao não aprender por alunos dos anos iniciais do ensino fundamental I, identificados por seus professores como aqueles que apresentam doenças do não aprender, seus familiares e professores. De natureza descritivo-interpretativa, a presente pesquisa, subsidiada pela abordagem qualitativa, foi realizada com nove protagonistas (três alunos, três familiares e três professores). A pesquisa foi realizada com uma aluna do 1º ano, com idade de 6 anos; uma aluna de 2° ano, com 8 anos de idade e um aluno do 3º ano, com 9 anos. Para a geração de dados foi utilizado o discurso livre produzido pelos protagonistas, bem como os prontuários dos alunos. A análise empreendida se deu a partir de duas dimensões: os discursos orais e os discursos escritos, dos quais se depreenderam os seguintes eixos de análise: "Os sentidos do não aprender: implicações na constituição do aluno"; "Rótulos e classificações: implicações nos discursos esti... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: A broad process of adjustment and standardization that, in the field of education, gives visibility to a network of medicalizing explanations that seek to justify not learning has corrupted human heterogeneity. In students in the initial phase of the process of appropriation of written language, non-learning is increasingly associated with diagnoses of diseases and, as a consequence, the medicalization process increases too much in school. Based on these ideas, the present study was developed with the purpose of understanding the meanings attributed to not learning by students from the initial years of elementary school I, identified by their teachers as those who have not learned diseases, their families and teachers. From a descriptive-interpretative nature, the present research, subsidized by the qualitative approach, was carried out with nine protagonists (three students, three family members and three teachers). The research was carried out with a student of the first year, aged 6 years; a 2 nd year old student with 8 years of age and a 3 year old student with 9 years old. For the generation of data was used the free speech produced by the protagonists, as well as the student records. The analysis was carried out in two dimensions: oral discourses and written discourses, from which the following axes of analysis emerged: "The senses of not learning: implications in the constitution of the student"; "Labels and classifications: implications in stigmatizing discourses"; "T... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Medicalização escolar e o processo normatizador da coação adulta : era da palmatória química em uma sociedade hiperativa /

Luengo, Fabiola Colombani. January 2016 (has links)
Orientador: Raul Aragão Martins / Banca: Marilene Proença Rebello de Souza / Banca: Elizabeth Piemonte Constantino / Banca: Eliane Giachetto Saravali / Banca: Patrícia Unger Raphael Bataglia / Resumo: Os processos de patologização e medicalização crescente da vida no mundo contemporâneo não perdoam a infância, atravessam os muros da escola e escamoteiam as desigualdades transformando-as em doenças. Respaldados por uma visão hegemônica, tal conduta resulta em tratamentos que individualizam e estigmatizam o aluno. Na procura por solucionar os problemas que emanam do âmbito escolar, desloca-se de uma discussão políticopedagógica e buscam-se soluções rápidas em tratamentos clínicos e medicamentosos, por meio de um reducionismo absoluto que culpabiliza, rotula, estigmatiza e pune o aluno. Assim, este trabalho tem como objetivo discutir de forma crítica essa visão biologizante que se tem do homem como também, analisar a medicalização como um processo proveniente da coação adulta que pode impedir o desenvolvimento moral do aluno a ponto de dificultar o alcance da autonomia. Com a hipótese de que os distúrbios de aprendizagem são invenções oportunistas e estratégicas das indústrias farmacológicas, optamos pelo método da triangulação com o intuito de aumentar a credibilidade ao fazermos uma comparação das diferentes escolas pesquisadas no campo, que inclusive deu origem a uma triangulação que contempla três escolas brasileiras e outra que une Brasil, Chile e França. Tal estratégia metodológica nos possibilitou verificar que somente a escola tradicional opta por encaminhar seus alunos aos profissionais da saúde; as escolas democráticas não cogitam essa ideia e lidam com a prática educacional de forma diferente. Como forma de sustentar a pesquisa como um todo, adotamos uma coerência metodológica ao optar também pela triangulação teórica que colaborou para uma reflexão sobre as práticas sociais e educativas, a partir de apontamentos teóricos existentes nas teorias de Ivan Illich, Michel Foucault e de alguns conceitos consolidados da teoria de Jean Piaget. / Abstract: The pathological processes and increasing medicalization of life in the contemporary world does not forgive a child, go through the school walls and not think inequalities turning them into diseases. Backed by a hegemonic vision, such conduct results in treatments that individualize and stigmatize students. In the search for solving the problems emanating from the school setting, it moves from a political-pedagogical discussion and look up quick solutions in medical and drug treatments through an absolute reductionism that blames, letters, stigmatizes and punishes the student. This work aims to discuss critically this biologizing vision about the man as well as analyze the medicalization as a process from the adult constraint that can prevent moral development of the student as to hinder the achievement of autonomy. With the hypothesis that learning disabilities are opportunistic and strategic inventions of pharmaceutical industries, we chose the triangulation method in order to enhance credibility by doing a comparison of different schools surveyed in the field, which even led to a triangulation which includes three Brazilian schools and another that joins Brazil, Chile and France. Through this triangulation we see that only the traditional school chooses to send their students to health professionals; democratic schools do not set their minds this idea and deal with educational practice differently. As a way of supporting research as a whole, we have adopted a methodological coherence to also opt for theoretical triangulation that contributed to a reflection on the social and educational practices from existing theoretical approaches in the theories of Ivan Illich, Michel Foucault and some concepts consolidated from Jean Piaget's theory. / Doutor
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Estratégias de resistência à medicalização: a experiência francesa / Not informed by the author

Andreia Mutarelli 23 March 2017 (has links)
O fenômeno da medicalização organiza, hoje, o modo como as pessoas vivem e se compreendem. Desde os anos 1960, esse tema ganhou destaque em diversos artigos. Entendese que tal processo é complexo e, além de produzir a patologização da vida, também pode ser analisado como uma resposta a diversas necessidades humanas. Na presente pesquisa, o processo de medicalização foi pensado a partir do referencial teórico-metodológico da fenomenologia, compreendendo o homem como ser-no-mundo, cuja humanidade reside na sua essência de ser desvelador de mundo. Nessa perspectiva, a medicalização expressa um modo de compreensão técnico do mundo, um processo que busca controlar, assegurar, padronizar e prever os fenômenos multideterminados do ser humano, submetendo a complexidade deste à disciplina da medicina, que sempre poderá lhe oferecer intervenções e explicações. A resistência a esse processo torna-se um tema importante de pesquisa, dada sua abrangência e profundidade no modo de vida atual. A psiquiatria francesa apresenta resistências singulares ao hiperdiagnóstico do TDAH, uma expressão da medicalização. O trabalho de campo foi realizado na França e buscou formular articulações com o enfrentamento brasileiro. O objetivo geral desta pesquisa é investigar o sentido da resistência à medicalização, de modo a ampliar a compreensão desse fenômeno. Para tanto, dois aportes de dados foram utilizados: a análise documental dos coletivos Pas de Zéro de Conduite pour les enfants de trois ans, Lappel des appels e Stop-DSM e a análise de entrevistas com profissionais da saúde franceses. Para a análise das entrevistas, baseamo-nos na Hermenêutica da Facticidade. As entrevistas foram realizadas em formato de rede: a cada conversa a pesquisadora apresentava elementos que surgiram nas entrevistas anteriores, de modo que a própria pesquisa se tornasse um instrumento de resistência, coletivizando a discussão do tema. Assim, após a etapa de campo na França, entrevistamos Manuel Vallée, da Universidade de Auckland, cujo artigo foi citado em todas as conversas com os profissionais franceses. Como resultado, partindo das estratégias apreendidas em campo, chegamos a quatro fundamentos da resistência à medicalização na França: 1) a concepção de homem como possibilidade de ser, entendendo que ele está sempre aberto para as possibilidades que se apresentam no futuro indeterminado, resistindo à cristalização de um diagnóstico; 2) a pluralidade de práticas e métodos de pesquisa coexistindo de forma a contrapor o monismo metodológico; 3) a construção de redes como estratégia de enfrentamento à individualização/biologização das problemáticas humanas; 4) as intervenções multifocais, com cuidado multidisciplinar, considerando o contexto social, cultural e político dos usuários como enfrentamento à hiperprescrição de medicamentos pautada por interesses financeiros na área da saúde. No processo de medicalização da sociedade, o lugar de convivência entre os homens, a política, perde seu espaço para a ciência, que passa a regulamentar o modo como os homens devem viver, assegurando os resultados dos seus modos de vida. As estratégias de resistência à medicalização apreendidas nesta pesquisa apontam para o fortalecimento do campo político, âmbito em que a verdade plural vigora, como principal direcionamento desse enfrentamento / The phenomenon of medicalization organizes today how people lives and understands themselves. Since the 1960s, this subject has gained prominence in several articles. It is understood that such a process is complex and, in addition to producing the pathologization of life, it can also be analyzed as a response to various human needs. The process of medicalization was thought from the theoretical-methodological referential of the phenomenology, comprising man as a being-in-the-world, whose humanity resides in his essence of being someone who uncovers the world. In this perspective, medicalization expresses a way of technically understanding the world, a process that seeks to control, ensure, standardize, and predict the multi-determinate phenomena of the human being, subjecting its complexity to the discipline of medicine, which can always offer it interventions and explanations. The resistance to this process becomes an important research topic given its scope and depth in the current way of life. French psychiatry has unique resistances to the hyperdiagnosis of ADHD, which is an expression of medicalization. The fieldwork was carried out in France and it seeks to articulate with the Brazilian confrontation. The overall objective of this research is to investigate the meaning of resistance to medicalization, in order to broaden the understanding of this phenomenon. To that end, two data sources were used: the documentary analysis of the collectives Pas de Zéro de Conduite pour les enfants de trois ans, L\'appel des appels and Stop-DSM and the interviews with French healthcare professionals. For the analysis of the interviews, we were based on the Hermeneutics of the Facticity. The interviews were carried out in a network format: at each conversation, the investigator presented elements that were brought up in the previous interviews, so that the research itself became an instrument of opposition, collectivizing the discussion of the subject. Thus, after the field stage in France, we interviewed Manuel Vallée of the University of Auckland, whose article was quoted in all conversations with the French. As a result, we came to four elements of the resistance to medicalization in France: 1) the conception of man as a possibility of being, understanding that he is always open to the possibilities that present themselves in the indeterminate future, resisting to the crystallization of a diagnosis; 2) the plurality of practices and research methods coexisting so as to counter methodological monism; 3) the construction of networks as a strategy to confront the individualization / biologization of human problems; 4) multifocal interventions, with multidisciplinary care considering the social, cultural, and political context of the users as a confrontation with the hyperprescription of medicines guided by financial interests in the healthcare area. In the process of medicalization of society, the place of coexistence between men, the politics, loses its space for science, which governs how men should live, ensuring the results of their ways of life. The elements of the resistance to medicalization observed, point to the strengthening of the political field, in which plural truth prevails, as the main direction of this confrontation
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A formação do psicólogo e a medicalização das dificuldades de aprendizagem /

Firbida, Fabíola Batista Gomes. January 2017 (has links)
Orientador: Mário Sérgio Vasconcelos / Banca: Leonardo Lemos de Souza / Banca: Elizabeth Piemonte Constantino / Banca: Rosana Aparecida Albuquerque Bonadio / Banca: Solange Pereira Marques Rossato / Resumo: A medicalização é um processo ideológico que transforma problemas de ordem social em biológicos e tem sido legitimada pela Psicologia em vários momentos históricos, para ocultar desigualdades sociais, colocando sobre o indivíduo a causa e a responsabilidade por seu "fracasso". Atualmente se constata, na área educacional, um crescente número de crianças sendo medicadas com supostos transtornos de aprendizagem, evidenciando, assim, um período denominado de "Era dos Transtornos". Buscando desvelar esse fenômeno, esta pesquisa analisou criticamente a relação do processo de patologização e a apropriação do conhecimento psicológico pela medicina no projeto de modernização da sociedade brasileira, bem como a medicalização da educação a partir do resgate histórico da formação do psicólogo no Brasil. Mais especificamente, o objetivo desta pesquisa foi verificar, junto a cursos de graduação em Psicologia, como os alunos estão sendo instrumentalizados a se posicionarem diante da problemática da medicalização. Nessa perspectiva, este estudo questiona: Os cursos de graduação têm refletido sobre esta temática? Quais eram as vertentes de discussão sobre a medicalização e as dificuldades de aprendizagem? Que abordagens serviram de fundamentação? A fim de responder a estas questões, realizou-se um estudo de campo com professores de cursos de Formação em Psicologia de três universidades públicas do estado do Paraná. Os Planos de Ensino dessas universidades foram analisados e procedeu-se às... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Medicalization is an ideological process that transforms social problems into biological issues and has been legitimized by Psychology in several historical moments to hide social inequalities, placing on the individual the cause and the responsibility for its "failure". Currently, in the educational area, an increasing number of children are being medicated with supposed learning disorders, thus evidencing a period called the "Age of Disorders". Seeking to unveil this phenomenon, this research critically analyzed the relationship of the process of pathologization and the appropriation of psychological knowledge by medicine in the modernization project of Brazilian society, as well as the medicalization of education from the historical rescue of the psychologist's training in Brazil. More specifically, the objective of this research was to verify, together with undergraduate courses in Psychology, how students are being instrumented to position themselves in the face of the medicalization problem. From this perspective, this study asks: Do the undergraduate courses reflect on this subject? What were the areas of discussion about medicalization and learning difficulties? What approaches served as a basis? In order to answer these questions, a field study was conducted with teachers of Psychology faculties at three public universities in the state of Paraná. The Teaching Plans of these faculties were analyzed and the interviews with those teachers were carried out... (Complete abstract click electronic access below) / Doutor
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Tornar-se TDAH : cartografia de um processo

Santos, Teresa Rachael Rodrigues 16 March 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde, 2015. / Submitted by Ana Cristina Barbosa da Silva (annabds@hotmail.com) on 2015-05-19T18:32:24Z No. of bitstreams: 1 2015_TeresaRachaelRodriguesSantos.pdf: 399877 bytes, checksum: b361feeb439b4868f44aef50747626df (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2015-05-20T12:11:08Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_TeresaRachaelRodriguesSantos.pdf: 399877 bytes, checksum: b361feeb439b4868f44aef50747626df (MD5) / Made available in DSpace on 2015-05-20T12:11:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_TeresaRachaelRodriguesSantos.pdf: 399877 bytes, checksum: b361feeb439b4868f44aef50747626df (MD5) / A presente dissertação pretende compreender como se constrói um diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e quais seriam as suas consequências. Reconhecendo que um diagnóstico em saúde mental, como o TDAH, é parte de uma episteme, buscou-se primeiramente problematizar as bases desse tipo de diagnóstico. Para tanto, definiram-se as concepções de ciência, de ser humano e de infância que levam a uma classificação diagnóstica que estabelece a fronteira entre normalidade e anormalidade de uma criança. No intuito de provocar incertezas, causar desconfortos e desnaturalizar conceitos reviram-se os fundamentos de cada conceito, para o estabelecimento da dúvida e para abrir caminho a novas concepções. Teoricamente, definiu-se a criança como novidade, como potência, que não segue um desenvolvimento linear e determinado; a ciência como uma possibilidade e não como verdade; o conceito de normalidade como arbitrariamente escolhido para nomear aquilo que difere do socialmente aceito e hegemonicamente estabelecido; por fim o diagnóstico como uma construção social e por isso permeada de interesses e disputas de poder. O estabelecimento desses pilares teóricos foi reforçado pela prática encontrada no Centro de Atendimento e Estudos Psicológicos (CAEP), clínica escola da Universidade de Brasília, a partir da leitura de prontuários de atendimentos infantis. Essa leitura constituiu o primeiro momento da pesquisa de campo em que se objetivou escolher o caso de uma criança de até 13 anos de idade, cujo atendimento no CAEP houvesse sido encerrado, entre os anos de 2011 e 2013. Em um segundo momento, para compreender como se deu o processo de tornar-se TDAH da criança escolhida, esta foi entrevistada, bem como sua família e os demais atores envolvidos. O emprego das entrevistas foi uma ferramenta que permitiu levantar os diferentes atores e conhecer as interações entre eles. Já o método empregado: a cartografia, não foi uma ferramenta, mas uma forma de olhar as interações e processos, registrá-los e analisá-los. Cartografar foi colocar em prática a epistemologia defendida no presente trabalho, em que se pretende considerar a complexidade humana. Devido à dimensão do desafio de empreender um estudo do ser humano e suas interações, acrescentou-se à cartografia a análise construtivo-interpretativa com a construção de zonas de sentido. Estas permitiram estabelecer o que acontecia subjetivamente com a criança, e com os diferentes atores do processo de tornar-se TDAH. / This study aims to understand how a diagnosis of Attention Deficit Disorder/Hyperactivity Disorder (ADHD) is build and what its consequences would be. Recognizing that a diagnosis of mental health, such as ADHD, is part of an episteme, we first sought to problematize the basis of this type of diagnosis. Therefore, we defined the concepts of science, human being and childhood that lead to diagnostic classification and form the border between normality and abnormality of applied to a child. In order to cause uncertainty, discomfort and to denaturalize concepts we reviewed the bases of each concept for the establishment of the doubt and to make way for new designs. Theoretically, we defined a child as a novelty, a power, which does not follow a linear and determined development; science as a possibility and not as the truth; the concept of normality as arbitrarily chosen in order to name what differs from the socially accepted and hegemonically established; finally diagnosis understood as a social construction, permeated with interests and power struggles. The establishment of these theoretical pillars was reinforced by the practices in the Center for Psychological Care and Studies (In portuguese: Centro de Atendimento e Estudos Psicológicos - CAEP), clinical school at the University of Brasilia. Found in the reading of its attendance records of children. That reading was the first moment of the field research aiming to choose the case of a child aged of less than 13, whose psicological care at CAEP, had between concluded in the years between 2011 and 2013. In a second moment, to understand the process of becoming ADHD of the chosen child, he and his family were interviewed as well as the other involved actors. The use of the interviews was a tool that enabled us to find out different actors and the interactions between them. Regarding the method we used: the cartography, it is important to say that it was not a tool, but a way of looking at the interactions and processes, also a way of recording and analyzing them. To use cartography was to put into practice the epistemology advocated in this study, which intends to consider human complexity. Due to the large scale of the challenge that represents to undertake a study of the human being with its interactions, we added to the cartography the constructiveinterpretative analysis with the construction of meaning zones. These permited to establish what happened subjectively with the child and the different actors involved in process of becoming ADHD.
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Receituário mais que especial : uma intervenção urbana para disseminar modos de pensar a saúde no contexto de medicalização da vida / Receituário mais que especial : an urban intervention to spread other ways of thinking health-care facing the context of life’s medicalization

Zanchet, Livia January 2014 (has links)
Este trabalho constitui-se como uma narrativa de experiência que busca mostrar os efeitos de uma intervenção urbana construída para disseminar outros modos de pensar a saúde, diante de um contexto de transformação de comportamentos tidos como indesejáveis em transtornos que requerem cuidados médicos, acarretando um uso crescente de medicamentos controlados. Embora o propósito inicial da intervenção pretendesse alcançar a temática do estigma carregado pela loucura, terminou por incidir sobre as práticas medicalizadas – entende-se que este deslocamento, se diz respeito a uma troca de posição, expressa um mesmo lugar de desvalia e clausura direcionado às manifestações da diferença – antes entregues aos espaço manicomial, hoje contidas por meio de diagnósticos e do uso de psicofármacos. Percebe-se que as marcas da loucura seguem necessitando ser silenciadas. A intervenção chamada Receituário Mais que Especial foi criada a partir do encontro da pesquisadora com o Espaço Liso, projeto de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, constituído como um grupo interdisciplinar de arte e experimentação envolvendo produções de Arte na sua interface com a Saúde e a Educação. As prescrições que se produziram por meio do Receituário eram lúdicas e as mais inusitadas, direcionadas a crianças, adolescentes, adultos e idosos, com o objetivo de, por meio da delicadeza, da ocupação do espaço público e do cuidado, permitir aos sujeitos experimentar o lugar da fala e da escuta e, diante da velocidade e atropelamento do cotidiano, buscar olhar para seus próprios movimentos de vida e para aquilo que lhes incita prazer. Num mundo marcado pelo crescente aumento da medicalização, o que se quis com esta atividade foi a criação de um espaço de conversa onde os aspectos de saúde fossem colocados em primeiro plano e, desta forma, a busca por alisar o espaço estriado do discurso medicalizado. / The present document compiles a narrative of experiences to present the effects of a urban intervention built, transforming some called undesired behaviors in disorders that require medical attention where the common treatment is to increase the dosage of controlled drugs. Despite the initial proposal of the happening was to reach the stigma of mental illness audience, it ended up to influence other medicalization practices – we understand that this shift is related to a swap of places, expressing the same felling of depreciation and enclosure targeting of the difference manifestations - before delivered to manicomial spaces, today inside medical diagnosis and the usage of psychiatric drugs. We realize that the marks of crazyness still need to be sillenced. The urban intervantion called: “Receituário Mais que Especial” (meaning “A More Than Especial Prescription Pad”, in english) results from a meeting of “Espaço Liso” (meaning “Smooth Space”, in english) initiative, an extension project of Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) proposing an interdisciplinary research group on the experimentation of art as an interface to health-care and education. Prescriptions of “The Pad” are ludic and very unusual, directed to children, teenagers, adults, and elders, the goal is, through kindness, ocupation of public spaces, and care, to allow people experience the process of talking and being listened, against the speed and rush of the day-by-day life. With that we invite people to search for their own moves that encourage pleasure, in a world marked by the increasing of medicalization, with this activity we create an open dialog where health-care aspects are put first, through that we search to smooth the striated space of the medicalized speech.

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