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Interleucina 1β e interleucina 6 no líquido amniótico: relação com invasão microbiana da cavidade ammniótica em gestantes em trabalho de parto prematuro /

Marconi, Camila. January 2008 (has links)
Orientador: Márcia Guimarães da Silva / Banca: José Antonio Simões / Banca: Maria Terezinha Serrão Peraçoli / Resumo: O Trabalho de Parto Prematuro (TPP) é uma grave intercorrência obstétrica que acomete de 5-10% das gestações. Embora sua etiologia seja multifatorial, a infecção da cavidade amniótica (CA) é um importante fator associado ao seu desencadeamento. Objetivo: Comparar a freqüência de infecção na cavidade amniótica de gestantes em TPP em relação a gestantes fora de trabalho de parto e correlacionar com os níveis de citocinas pró-inflamatórias no líquido amniótico (LA). Material e Métodos: Foram incluídas neste estudo 20 gestantes em TPP e 20 gestantes fora de trabalho de parto, com idades gestacionais pareadas. No grupo TPP, amostras de LA foram obtidas no momento da resolução da gestação ou durante amniocentese transabdominal. O grupo de gestantes fora de trabalho de parto foi constituído de pacientes com indicação de amniocentese transabdominal. Para avaliação da infecção na CA foram realizadas reações em cadeia da polimerase (PCR) para a detecção de Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum e do gene bacteriano RNAr 16S. Os produtos de RNAr 16S foram seqüenciados para a identificação da espécie bacteriana. Os níveis das citocinas inflamatórias, interleucina (IL)-1β, IL-6, IL-8 e fator de necrose tumoral (TNF-α) no LA foram quantificados por ensaio imunoenzimático (ELISA). Resultados: A incidência de TPP no período do estudo foi de 5,8%. No grupo TPP, a pesquisa de invasão microbiana da CA foi positiva para M. hominis (35,0%), U. urealyticym (10,0%) e gene RNAr 16S (30,0%), sendo todas as freqüências superiores às encontradas no grupo fora de trabalho de parto (p<0,05). Quanto às citocinas, níveis aumentados de IL-1β (p=0,03), IL-6 (p<0,001) e IL-8 (p<0,001) foram detectados no LA das pacientes em TPP em relação às gestantes fora de trabalho de parto. Além disso, amostras de LA, com presença de infecção, apresentaram níveis... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Preterm labor (PL) represents a serious obstetric complication whose rate is 5-10%. Although the PL etiology is multifactorial, intraamniotic infection is strongly associated to its occurrence. Objective: To compare the frequency of intraamniotic infection in women presenting PL with women not in labor and to correlate with inflammatory cytokines levels in amniotic fluid (AF). Material and Methods: Twenty women with PL and 20 women with same gestational age, but not in labor, were included in this study. AF samples of women in PL were collected at delivery or by amniocentesis. The control group was composed by women with indication for amniocentesis. The evaluation of intraamniotic infection was performed detecting Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum and the bacterial rRNA 16S gene using polymerase chain reaction (PCR). The PCR rRNA 16S products were sequenced for bacterial species identification. The IL-1β, IL-6, IL-8 and TNF-α levels in AF were measured by enzyme-linked immunoabsorbent assay (ELISA). Results: During the study period, PL rate was 5,8%. Intraamniotic infection in women with PL was positive for M. hominis (35,0%), U. urealyticum (10,0%) and bacterial rRNA 16S (30,0%). AF infection rates for all tested microorganism were superior in PL when compared to women not in labor (p<0,05). Regarding to the cytokine measurement, AF of PL women showed increased IL-1β (p=0,03), IL-6 (p<0,001) and IL-8 (p<0,001) levels in comparison to AF samples from women not in labor. Additionally, AF with infection presented increased levels of IL-1β e IL-6 (p=0,03). Conclusion: Women with PL present high frequency of intraamniotic infection when compared with women not in labor and such infection correlates with increased IL-1β e IL-6 AF levels. / Mestre
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Representaciones maternales en madres primerizas que presentan sintomatología depresiva postparto

Gómez Cardeña, Sophia Lorena 01 February 2012 (has links)
El objetivo del presente estudio es describir las representaciones maternales en un grupo de 15 madres primerizas de sector socioeconómico bajo que presentan sintomatología depresiva postparto. La edad de las participantes oscila entre los 18 y 32 años (DE= 5.14) y de la de sus bebés entre los 2 y 11 meses (DE= 3.24), siendo el promedio de 21 años y 5.6 meses, respectivamente. Las madres obtuvieron entre 14 y 22 puntos (M= 15.67) en la Escala de Depresión Postparto de Edinburgh. A través de un enfoque cualitativo, se utilizó una entrevista semiestructurada elaborada bajo la teoría de la constelación maternal (Stern, 1997) y las representaciones que conforman la organización de la identidad: el modelo sobre sí misma como madre, el modelo sobre el bebé y el modelo sobre la propia madre. Los resultados demuestran que si bien las representaciones elaboradas de estos tres modelos se centran en cualidades negativas de sí misma y de los otros, existen aspectos positivos en sus representaciones, aunque no son predominantes. Además, surge la preocupación de no poder ejercer efectivamente el rol de cuidado del bebé, al percibir que no cuentan con una red de apoyo capaz de proveer ayuda instrumental y contención afectiva y al evocar vínculos tempranos caracterizados por el descuido y conflicto. Se discuten estos resultados en relación a la dinámica propia de la sintomatología depresiva postparto / Tesis
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Estudo comparativo do uso do dispositivo intra-uterino inserido no pós-parto/pós-cesárea imediatos

Müller, Ana Lúcia Letti January 2004 (has links)
Resumo não disponível.
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Efeito da gonadectomia pós-parto sobre os comportamentos maternal, agressivo maternal e de ansiedade/medo e sobre a prolactina de ratas lactantes

Sousa, Fabiana Leopoldo de January 2007 (has links)
No final da gestação e nos primeiros dias da lactação, as fêmeas passam por importantes mudanças hormonais e comportamentais que induzem e permitem a nutrição e cuidado da prole. O início da responsividade maternal aos filhotes depende da elevação das concentrações de progesterona (P4), estradiol (E2), e prolactina (PRL) durante a gestação, seguida pela queda da P4 no parto. Em ratos, o comportamento maternal pode ser observado com alta freqüência durante as duas primeiras semanas após o parto. Além de apresentarem comportamento maternal, ratas lactantes são altamente agressivas neste mesmo período e apresentam uma significativa redução da ansiedade. O objetivo deste estudo foi avaliar o papel dos hormônios gonadais na modulação dos comportamentos maternal, agressivo maternal e de ansiedade/medo de ratas lactantes. Para isso, as mesmas foram ovariectomizadas (OVX) ou sham OVX (SHAM) no 1º dia pós-parto e foram realizados registros do comportamento maternal, agressivo maternal além dos testes de labirinto em cruz elevado e campo aberto.Além disso, foram verificadas as concentrações plasmáticas de P4 e PRL das ratas lactantes e o peso das ninhadas visando o controle nutricional dos filhotes. A gonadectomia reduziu a freqüência dos comportamentos maternal e agressivo maternal, mas eles continuaram presentes e os filhotes ganharam peso normalmente. A redução significativa dos hormônios gonadais provocou um moderado aumento da ansiedade de fêmeas lactantes, e aumentou a secreção de PRL. Estes resultados indicam que os hormônios gonadais não são essenciais para o aumento de atividades maternais dirigidas aos filhotes, aumento da agressividade materna contra intrusos que se aproximam da área do ninho e redução da ansiedade observados em fêmeas lactantes, ou que estes hormônios atuam antes do parto. A primeira hipótese é improvável, considerando os estudos bem documentados que mostram que os hormônios gonadais exercem um importante efeito sobre estes comportamentos. Assim, nós podemos concluir que os hormônios das gônadas provocam alterações sobre os comportamentos de ratas lactantes atuando durante a gestação e o no parto. Além disso, durante a lactação, os hormônios gonadais parecem exercer um efeito inibitório sobre a secreção de PRL.
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Paternidade e depressão pós-parto materna no contexto de uma psicoterapia breve pais-bebê

Silva, Milena da Rosa January 2007 (has links)
O objetivo do presente estudo foi examinar como se apresenta a paternidade em um contexto de depressão pós-parto materna, ao longo de uma psicoterapia breve pais-bebê, em particular com relação à experiência da paternidade (i.e. desejo de ter o bebê, seus sentimentos e representações sobre a paternidade, sobre a esposa como mãe e os seus próprios pais) e a prática da paternidade (i.e. apoio à mãe, função paterna, envolvimento paterno). O estudo envolveu duas fases: uma avaliação inicial, realizada através de diversas entrevistas com pai e mãe no segundo semestre de vida do bebê; e uma psicoterapia breve pais-bebê, a qual abrangeu um período de aproximadamente um semestre. Participaram deste estudo duas famílias que tinham um bebê com idade entre 7 e 8 meses, suas mães (44 e 37 anos), que apresentavam indicadores de depressão, e os seus pais (38 e 44 anos). Em relação à experiência da paternidade, os resultados evidenciaram que, nos dois casos, a paternidade foi avaliada de maneira bastante ambivalente. A satisfação experimentada pelos pais derivava do sentimento de serem bons pais, afetivamente próximos dos seus filhos e tendo grande participação na sua vida Porém, ambos também se sentiam negativamente afetados pelos sintomas depressivos apresentados pelas esposas. Quanto à prática da paternidade, encontrou-se que os pais se mostraram muitos presentes e ativos no nível dos comportamentos paternos (cuidando dos filhos, auxiliando a esposa em tarefas domésticas), mas bastante ausentes quanto às funções paternas, com muita dificuldade em apoiar emocionalmente as mães, bem como na determinação de limites adequados aos filhos. Embora os resultados tenham indicado que o envolvimento do pai em tarefas práticas, no puerpério, seja importante para reduzir a sobrecarga da mãe e proteger a sua saúde emocional, isto pareceu não ser um fator de proteção suficiente. Seria também importante que ele pudesse conectar-se às necessidades emocionais da mãe e dividir com ela a intensa carga emocional desse período. O presente trabalho também evidenciou uma espécie de retroalimentação entre as dificuldades emocionais de pai e mãe, o que justifica a indicação de psicoterapias conjuntas para o contexto da depressão pós-parto materna. / The aim of this study was to examine fatherhood in the context of maternal postpartum depression, during a parent-baby brief psychotherapy, especially with regard to experience of the fatherhood (desire of having the baby, feelings and representations concerning fatherhood, the wife as a mother and his own father) and the practice of fatherhood (support to the mother, paternal function, paternal involvement). The study involved two phases: an initial evaluation, comprising several interviews with father and mother in the second semester of the baby's life; and a parent-baby brief psychotherapy, which lasted a period of approximately one semester. Two families, with a baby aged between 7 and 8 months, a mothers (44 and 37 years), with symptoms of depression, and a fathers (38 and 44 years) took part in this study. As far as the experience of fatherhood is concerning, the results indicated that, in both cases, fatherhood was evaluated in a quite ambivalent way. The satisfaction experienced by fathers was related to their feelings of being good fathers, emotionally close to the babies and with great participation in their lives. However, both fathers also felt negatively affected by their wives’ depressive symptoms. As to the practice of fatherhood, it was found that fathers were very present and active in terms of paternal behaviors (taking care of the children, helping the wife in domestic tasks), but very absent in terms of paternal functions, with difficulty in supporting the mothers emotionally, as well as in the determination of appropriate limits to the children. Although the results have indicated that father's involvement in practical tasks in the puerperal period is important in order to reduce the mother's overload and to protect her emotional health, this seemed not to be enough. It would be also important that the father be connected to mother's emotional needs and share the intense emotional load of this period with her. The present work also evidenced a kind of feedback between father's and mother’s emotional difficulties, that justifies the indication of joint psychotherapies in the context of maternal postpartum depression.
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O Acompanhante na maternidade

Nassif, Anair Andréa 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2009. / Made available in DSpace on 2012-10-24T09:31:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 274767.pdf: 2167902 bytes, checksum: 32e9e0ee97adf09d168e2013dfca5cbb (MD5) / Trata-se de um estudo exploratório-descritivo desenvolvido no cenário obstétrico de uma maternidade pública estadual de Santa Catarina. Teve como objetivos identificar e analisar as concepções dos profissionais de saúde acerca da presença do acompanhante. Os sujeitos foram 47 profissionais de saúde que atuavam nos setores de alojamento conjunto e bloco cirúrgico, englobando 6 enfermeiros, 6 médicos obstetras, 7 médicos pediatras, 7 técnicos e 21 auxiliares de enfermagem. A coleta de dados ocorreu no período de fevereiro a junho de 2009, utilizando-se a entrevista semiestruturada. A análise dos dados foi realizada seguindo quatro processos genéricos: apreensão, síntese, teorização e transferência. Desta análise emergiram cinco categorias que representam as concepções dos profissionais: 1) Conhecimento sobre a legislação que envolve o acompanhante no parto e nascimento; 2) Vantagens/justificativas para a presença do acompanhante; 3) Características do acompanhamento; 4) Dificuldades para a inclusão do acompanhante; e 5) Sugestões para a inclusão do acompanhante. Os resultados apontaram que a maioria dos profissionais não se considera conhecedor da legislação que envolve o acompanhante no processo do nascimento. Ao mesmo tempo em que os profissionais identificam efeitos positivos do acompanhamento às mulheres, aos recém-nascidos, aos próprios profissionais e no sentido de propiciar a reflexão do parto como um evento sócio-cultural. As características que os mesmos consideram como sendo apropriadas para a pessoa que fará o acompanhamento é conflitante com tais benefícios, pois indicam um sujeito quase irreal, residindo apenas no imaginário dos profissionais. As dificuldades para a inserção do acompanhante residem na resistência de alguns profissionais médicos e da equipe de enfermagem de nível médio, interferindo na concretização desta presença na instituição, revelando a existência de conflitos entre os profissionais de saúde; na persistência do modelo assistencial centrado na biomedicina; também na estrutura física da instituição que não é considerada inteiramente 8 adequada. Para a superação dessas dificuldades sugerem que sejam realizadas mudanças institucionais, adequando as instalações físicas, estruturais e administrativas para viabilizar a elaboração de normas e rotinas que permitam a plena inserção do acompanhante. Do mesmo modo, sugeriram modificações na conduta profissional, reforçando a necessidade de participação mais ativa nas discussões coletivas, visando reflexões sobre as concepções vigentes com relação ao acompanhante e o real desempenho de uma prática voltada à efetiva participação do acompanhante, como componente essencial para a mudança do paradigma assistencial. Também recomendaram que o acompanhante fosse #orientado# para que sua participação seja efetiva. Isso, por um lado, se constitui num benefício, mas, por outro, assinala uma temeridade, pela possibilidade de se constituir em mais uma forma de impedimento para o acompanhamento. A compreensão sobre as concepções, que os profissionais de saúde possuem a respeito da presença do acompanhante no parto e no nascimento institucionalizado, contribui para a elaboração de estratégias, as quais podem auxiliar na concretização das premissas da humanização da assistência ao parto e nascimento. Tal postura garantirá que os direitos sociais, legais, afetivos e existenciais dos usuários sejam respeitados. / This is an exploratory-descriptive study developed in the obstetric setting of a public maternity in the state of Santa Catarina that aimed to identify and analyze the concepts of health professionals about the presence of the companion. The subjects were 47 health professionals who worked in the fields of rooming-in and the surgical room set, composed by 6 nurses, 6 obstetricians 7 pediatricians, 7 technicians and 21 nursing assistants. The data collection happened from February to June 2009, using a semi-structured interview. The data analysis was performed following four generic processes: apprehension, synthesis, theory and transfer. In a from that analysis five categories representing the point of views of health care professionals occured: 1) Knowledge of the legislation about the companion during parturition and birth, 2) Advantages / justifications for the presence of the companion, 3) Companion#s characteristics; 4) Difficulties for the inclusion of a companion , and 5) Suggestions for the inclusion of a companion. The results showed that the majority of the professionals is not considered knowledgeable for the legislation involving the companion during the birth process. While the professionals identify positive effects of the accompaniment for women, for the newborn for the health professionals and to promote reflection about birth as a socio-cultural event, the characteristics that they believe to be appropriate for the person who Will be the companion generates conflicts with such benefits, because these characteristics indicate a subject almost unreal, living only in the imagination of the professionals. The difficulties in the practice of including the companion resides in the resistance of some medical professionals and staff of nursing assistants, interfering in the implementation of this presence in the institution, and revealing the existence of conflicts among health care professionals, in the persistence of the health care model centered on biomedicine, and in the physical structure of the institution is not considered entirely appropriate. To overcome these difficulties they suggested that institutional changes would be made, enhancing the physical, structural and administrative, facilities in order to make it the elaboration of rules and routines that 10 will allow full insertion of an accompanying. Similarly, suggested changes in professional behavior, reinforcing the need for more active participation in collective discussions, looking up for comments on the prevailing concepts of the companion and the actual performance of a practice dedicated to the effective participation of a partner as an essential component for change in the health care paradigm. Also recommended that the accompanying was "oriented" so that their participation would be more "effective." This, constitutes a benefit, but on the other hand, indicates a fear, the possibility that it can constitute another form of being unable to follow. The understanding of the concepts that health care professionals have about the presence of a companion during parturition and birth institutionalized contributes to the development of strategies that can assist in achieving the premises of humanization of parturition and birth, and ensure that the social rights, legal, in to emotional and existential feelings of the users are respected.This is an exploratory-descriptive study developed in the obstetric setting of a public maternity in the state of Santa Catarina that aimed to identify and analyze the concepts of health professionals about the presence of the companion. The subjects were 47 health professionals who worked in the fields of rooming-in and the surgical room set, composed by 6 nurses, 6 obstetricians 7 pediatricians, 7 technicians and 21 nursing assistants. The data collection happened from February to June 2009, using a semi-structured interview. The data analysis was performed following four generic processes: apprehension, synthesis, theory and transfer. In a from that analysis five categories representing the point of views of health care professionals occured: 1) Knowledge of the legislation about the companion during parturition and birth, 2) Advantages / justifications for the presence of the companion, 3) Companion#s characteristics; 4) Difficulties for the inclusion of a companion , and 5) Suggestions for the inclusion of a companion. The results showed that the majority of the professionals is not considered knowledgeable for the legislation involving the companion during the birth process. While the professionals identify positive effects of the accompaniment for women, for the newborn for the health professionals and to promote reflection about birth as a socio-cultural event, the characteristics that they believe to be appropriate for the person who Will be the companion generates conflicts with such benefits, because these characteristics indicate a subject almost unreal, living only in the imagination of the professionals. The difficulties in the practice of including the companion resides in the resistance of some medical professionals and staff of nursing assistants, interfering in the implementation of this presence in the institution, and revealing the existence of conflicts among health care professionals, in the persistence of the health care model centered on biomedicine, and in the physical structure of the institution is not considered entirely appropriate. To overcome these difficulties they suggested that institutional changes would be made, enhancing the physical, structural and administrative, facilities in order to make it the elaboration of rules and routines that 10 will allow full insertion of an accompanying. Similarly, suggested changes in professional behavior, reinforcing the need for more active participation in collective discussions, looking up for comments on the prevailing concepts of the companion and the actual performance of a practice dedicated to the effective participation of a partner as an essential component for change in the health care paradigm. Also recommended that the accompanying was "oriented" so that their participation would be more "effective." This, constitutes a benefit, but on the other hand, indicates a fear, the possibility that it can constitute another form of being unable to follow. The understanding of the concepts that health care professionals have about the presence of a companion during parturition and birth institutionalized contributes to the development of strategies that can assist in achieving the premises of humanization of parturition and birth, and ensure that the social rights, legal, in to emotional and existential feelings of the users are espected.
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Responsabilidade legal da enfermeira obstétrica na assistência ao parto

Winck, Daniela Ries 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem , Florianópolis, 2009. / Made available in DSpace on 2012-10-24T10:24:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 275553.pdf: 5625341 bytes, checksum: 14edf17f140969dda2aa0d2ea0e943a9 (MD5) / A responsabilidade consiste no dever de responder pelos atos que violem direitos e reparar os danos causados a terceiros. A ação ou omissão da enfermeira obstétrica que resultar em prejuízos para a parturiente ou para o concepto, mesmo que desprovido desta intencionalidade, poderá levar a responsabilização da profissional, tanto na esfera civil, quanto na penal e ética. Este estudo teve como objetivos: identificar como os aspectos relacionados à responsabilidade legal do enfermeiro e do especialista em enfermagem obstétrica, têm sido abordados nas publicações brasileiras sobre o tema; e identificar o conhecimento das enfermeiras obstétricas em relação à responsabilidade profissional na assistência ao parto. Para o primeiro objetivo, realizou-se uma revisão narrativa da literatura, por meio de pesquisa nas bases de dados BDENF, CINAHL, LILACS e SciELO, no período de 1980 a 2009, sendo incluídos sete artigos que tratavam dos aspectos jurídicos. Para o segundo objetivo, realizou-se um estudo qualitativo, de natureza exploratória, sendo entrevistadas 11 enfermeiras que atuavam na assistência ao parto em hospitais e/ou nos domicílios, no estado de Santa Catarina, entre março e agosto de 2009. Os dados foram analisados de acordo com a proposta do Discurso do Sujeito Coletivo, utilizando-se as figuras metodológicas: Idéia Central, Expressões-chave e o Discurso do Sujeito Coletivo. Os resultados foram apresentados em dois artigos. No artigo 1, de revisão narrativa, constatou-se a inexistência de artigos científicos que enfocassem a responsabilidade legal do especialista em enfermagem obstétrica, diante disso foram utilizados os que abordavam a responsabilidade do enfermeiro e realizada analogia, observando-se as competências específicas. A prevenção do erro foi destacada na maioria das publicações, assim como a responsabilidade civil e ética, entretanto, a minoria salientava as sanções administrativas e a responsabilidade penal. No artigo 2, de pesquisa qualitativa, emergiram as Idéias Centrais que contemplam os temas sobre os riscos no parto, as relações das enfermeiras obstétricas com os médicos e a instituição, a responsabilização profissional e as repercussões morais e legais do erro. Verificou-se, que as enfermeiras conhecem pouco a respeito das repercussões legais do erro. Movidas pela intenção de causar o bem, cometem o equivoco de não valorizar a possibilidade do erro, o que pode ter influenciado na insuficiência de informações a respeito das repercussões legais de suas ações profissionais. Ao assumir a assistência ao parto, devem dedicar total atenção aos limites da competência e a prevenção de erros previsíveis, tendo em mente que assumirão também a responsabilização por suas falhas. Conclui-se que os aspectos referentes à responsabilidade legal do especialista em enfermagem obstétrica precisam ser mais pesquisados e divulgados, pois poderão contribuir com a instrumentalização acerca das implicações legais dos atos profissionais. A atualização sobre a responsabilidade legal é tão importante quanto a científica e pode contribuir para a auto-confiança profissional.
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Avaliação dos aspectos anatômicos e funcionais do canal anal em mulheres com parto vaginal e sintomas de incontinência fecal / Evaluation of anatomical and functional aspects of the anal canal in women with vaginal birth and symptoms of fecal incontinence

Dealcanfreitas, Iris Daiana 25 April 2016 (has links)
DEALCANFREITAS, I. D. Avaliação dos aspectos anatômicos e funcionais do canal anal em mulheres com parto vaginal e sintomas de incontinência fecal. 2016. 65 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2016-08-03T15:42:04Z No. of bitstreams: 1 2016_dis_iddealcanfreitas.pdf: 1127524 bytes, checksum: df1ed8ae0bda72d7aff1e3bc83b41c1f (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2016-08-03T15:42:13Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_dis_iddealcanfreitas.pdf: 1127524 bytes, checksum: df1ed8ae0bda72d7aff1e3bc83b41c1f (MD5) / Made available in DSpace on 2016-08-03T15:42:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_dis_iddealcanfreitas.pdf: 1127524 bytes, checksum: df1ed8ae0bda72d7aff1e3bc83b41c1f (MD5) Previous issue date: 2016-04-25 / Faecal incontinence (FI) affects up to 24% of the female population and has a significant impact on quality of life. Different risk categories for the FI have been described. Women with previous vaginal delivery make up the majority of affected individuals. Proper evaluation of this condition, including use of FI scores and functional and anatomical measurements plays a key role in patient management. The study proposes to evaluate anatomical and functional measures of the anal sphincter using three-dimensional ultrasonography (3D US) and anorectal manometry (ARM) in incontinent women with vaginal delivery, to correlate the findings with symptoms of FI and to evaluate the effect of vaginal delivery of anatomy and function of the anal canal. Women with symptoms of FI and vaginal delivery were evaluated with Wexner incontinence score, ARM and 3D US. A control group of asymptomatic nulliparous was included. Resting and contraction pressure, the radial angle of the defect and the length of the external anal sphincter (EAS), the internal anal sphincter (IAS) anterior and posterior, the subsequent EAE + puborectalis muscle (PR) and gap were measured and correlated with scores. Of the 62 women, 49 showed symptoms of FI and 13 were nulliparous asymptomatic. Twenty-five had EAE defects, 8 had combined defect EAS and IAS, 16 had intact sphincters and continence scores were similar. Individuals with sphincter defects had lesser EAS and IAS anterior compared to women without defects. Those with a vaginal birth had less anterior EAS intact compared to nulliparous women. It revealed a correlation between resting pressure and the measure of EAS earlier and IAS in patients with sphincter defects. FI symptoms did not correlate with anal pressure and changes in the anal sphincter. Women with vaginal delivery have less anterior EAS and gap bigger and there were correlations of these with lower resting pressure. / A incontinência fecal (IF) afeta até 24% da população feminina e tem um impacto significativo na qualidade de vida. Diferentes categorias de risco para a IF já foram descritas. As mulheres com parto vaginal prévio compõem a maioria dos indivíduos afetados. A avaliação adequada desta condição, incluindo uso de escores de IF e medidas funcionais e anatômicas desempenha um papel fundamental no manejo do paciente. O estudo busca avaliar medidas anatômicas e funcionais do esfíncter anal usando ultrassonografia tridimensional (US-3D) e manometria anorretal (MAR) em mulheres incontinentes com parto vaginal, correlacionar os achados com sintomas de IF e avaliar o efeito do parto vaginal sobre a anatomia e a função do canal anal. Mulheres com sintomas de IF e história de parto vaginal foram avaliadas com teste de incontinência de Wexner, MAR e US-3D. Um grupo controle com nulíparas assintomáticas foi incluído. A pressão de repouso e contração, o ângulo radial do defeito e o comprimento do esfíncter anal externo (EAE), o esfíncter anal interno (EAI) anterior e posterior, o EAE posterior + músculo puborretal (PR) e o gap foram medidos e correlacionados com escores. Das 62 mulheres, 49 apresentaram sintomas de IF e 13 eram nulíparas assintomáticas. Vinte e cinco tinham defeitos EAE, em 8 havia defeito combinado EAE e EAI, 16 tinham esfíncteres intactos e os escores de continência foram semelhantes. Indivíduos com defeitos do esfíncter tinham EAE e EAI anterior menores em relação às mulheres sem defeitos. Aquelas com um parto vaginal tinham um menor EAE íntegro anterior em relação às mulheres nulíparas. Evidenciaram-se correlações entre a pressão de repouso e a medida de EAE anterior e EAI em pacientes com defeitos do esfíncter. A análise concluiu que sintomas de IF não se correlacionaram com pressões anais e alterações do esfíncter anal. Mulheres com parto vaginal têm menor EAE anterior e gap maior, e há correlações destes com menor pressão de repouso.
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Validação de um vídeo educativo para o conhecimento, atitude e prática de gestantes na preparação para o parto ativo / Validation of an educational video for knowledge, the attitude and practice of pregnant in the preparation for active labor

Andrade, Ivna Silva 12 December 2016 (has links)
ANDRADE, I. S. Validação de um vídeo educativo para o conhecimento, atitude e prática de gestantes na preparação para o parto ativo. 2016. 87 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-02-09T14:11:07Z No. of bitstreams: 1 2016_tese_isandrade.pdf: 919663 bytes, checksum: 71327fe30280cca9c1227bd423bfc862 (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-02-09T14:11:16Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_tese_isandrade.pdf: 919663 bytes, checksum: 71327fe30280cca9c1227bd423bfc862 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-09T14:11:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_tese_isandrade.pdf: 919663 bytes, checksum: 71327fe30280cca9c1227bd423bfc862 (MD5) Previous issue date: 2016-12-12 / In the context of the humanization of labor, active labor is simply a convenient way of describing normal labor and the way a woman parturient behaves when she follows her own instincts, obeying the physiological logic of her body, and is not the object of a "Active driving" by the obstetric team. The study aimed to: Validate an educational video for active delivery with the target audience; Verify the knowledge, attitude and practice of pregnant women about the preparation for active delivery; To evaluate the implications of the use of an educational technology to promote knowledge, attitude and practice of pregnant women about active delivery; Correlate the adequacy of knowledge, attitude and practice with the sociodemographic and obstetric data of the control and intervention group; To evaluate the experience and satisfaction of women with childbirth through telephone contact.A quasi-experimental study, composed of the intervention group and control group, developed in ten Basic Units of Family Health in the municipality of Eusebio, divided into two territories. The population was composed of pregnant women in the last trimester. Data collection was done through a constructed and validated instrument composed of four parts: socio-demographic data, reproductive health, birth and CAP survey during the period from September 2015 to February 2016. For the intervention group it was Applied the survey on childbirth preparation, accompanied by an educational session with video exposure. In the Control Group, the activities developed were the application of the knowledge, attitude and practice questionnaire on the preparation for childbirth and routine prenatal consultation. Both were evaluated in the postpartum period, through a telephone call in order to certify the level of satisfaction using the QESP. The data were tabulated, processed and analyzed in tables. The study was carried out in accordance with the legal ethical precepts recommended in resolution 466/12, under opinion number 1,148,019. The results showed that the intervention group obtained a greater adequacy in knowledge, attitude and practice. We highlight the results with significant statistics in all variables when associated with the group that received the technology, highlighting the influence of the educational video for active delivery. Regarding the level of satisfaction of the women regarding delivery, in almost all items the intervention group obtained a better level of satisfaction than in the control group, that is, the pregnant women who watched the video were more satisfied during the work period of Childbirth, postpartum and in relation to the level of pain. Therefore, the care and guidance performed in prenatal care for childbirth, coupled with an educational technology, becomes more effective when compared to routinely used care in isolation. It was concluded that the intervention used positively promoted the increase in the level of knowledge, attitude and practice of the pregnant woman regarding active delivery. / No âmbito da humanização do parto, o parto ativo é, simplesmente, um modo conveniente de se descrever um trabalho de parto normal e o modo como uma parturiente se comporta quando seguem seus próprios instintos, obedecendo à lógica fisiológica do seu corpo, não sendo objeto de uma “condução ativa” pela equipe obstétrica. O estudo objetivou: Validar um vídeo educativo para o parto ativo com o público alvo; verificar o conhecimento, a atitude e prática de gestantes acerca da preparação para o parto ativo; avaliar as implicações da utilização de uma tecnologia educativa para promoção do conhecimento, da atitude e prática de gestantes sobre o parto ativo; correlacionar a adequação do conhecimento, da atitude e prática com os dados sociodemográficos e obstétricos do grupo controle e intervenção; avaliar a experiência e satisfação de mulheres com o parto, por meio de contato telefônico. Estudo dotipo quase experimental, composto de grupo intervenção e grupo controle, desenvolvido em dez Unidades Básicas de Saúde da Família, do município de Eusébio,Ceará, dividido em dois territórios. A população foi composta por gestantes no último trimestre. A coleta de dados deu-se por meio de um instrumento construído e validado composto de quatro partes: dados sociodemográficos, saúde reprodutiva, parto e inquérito CAP, durante o período de setembro de 2015 a fevereiro de 2016.Para o Grupo Intervenção,foi aplicado o inquérito sobre a preparação para o parto, acompanhado de uma sessão educativa, com exposição do vídeo. No Grupo Controle, as atividades desenvolvidas foram aplicadas por meio do questionário de conhecimento, atitude e prática sobre a preparação para o parto e a consulta pré-natal de rotina. Ambos foram avaliados no pós-parto, por meio de ligação telefônica, a fim de certificar o nível de satisfação usando o QESP. Os dados foramtabulados, processados e analisados em tabelas.O estudo foi realizado procurando atender aos preceitos éticos legais, recomendados pela Resolução 466/12, conforme parecer de número 1.148.019. Os resultados apontaram que o grupo intervenção obteve maior adequação no conhecimento, na atitude e prática. Destacam-se os resultados com estatística significativa em todas variáveis quando associadas ao grupo que recebeu a tecnologia, destacando a influência do vídeo educativo para o parto ativo. Com relação ao nível de satisfação das mulheres com relação ao parto, em quase todos os itens, o Grupo Intervenção obteve melhor nível de satisfação do que o Grupo Controle, ou seja, as gestantes que assistiram ao vídeo ficaram mais satisfeitas no período do trabalho de parto, parto, pós-parto e com relação ao nível da dor. Portanto, os cuidados e as orientações realizados no pré-natal para preparação para o parto, atrelados a uma tecnologia educativa, torna-se mais eficaz, quando comparados aos cuidados utilizados de rotina de forma isolado.Conclui-se que a intervenção utilizada promoveu de forma positiva o aumento do nível de conhecimento, atitude e prática degestantes com relação ao parto ativo.
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Efeito do tipo de parto vaginal sobre a perda hemática em mulheres / Effect of vaginal delivery mode on women’s blood loss

Armellini, Cláudia Junqueira [UNIFESP] 28 April 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:49:56Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-04-28 / Objetivos: Analisar a prevalência de anemia no parto e sua incidência no pós-parto, bem como o efeito do tipo de parto vaginal (espontâneo com episiotomia, espontâneo sem episiotomia e fórceps com episiotomia) sobre a variação dos níveis de hemoglobina e hematócrito no pós-parto. Método: Trata-se de um estudo epidemiológico, prospectivo observacional, realizado em duas maternidades da cidade de São Paulo, no período de 15 de julho de 2008 a 16 de outubro de 2009. A amostra foi constituída de 328 mulheres primíparas, com gestação a termo, feto vivo, único em apresentação cefálica, com no mínimo três consultas de pré-natal registradas no cartão de gestante. A coleta de dados foi realizada em três fases: admissão, alta hospitalar e retorno puerperal. Foram utilizados formulário semiestruturado e coleta de sangue venoso. Para o diagnóstico da anemia, foi empregada a dosagem de hemoglobina; para a análise do efeito do tipo de parto sobre a perda hemática foram usadas a dosagem de hemoglobina e a concentração de hematócrito. A análise dos dados empregou os Testes t de Student, Qui-quadrado e Análise de Proporção, de acordo com cada grupo de variáveis estudadas. O intervalo de confiança adotado foi de 95%. Resultados: A prevalência da anemia foi de 4,0% na fase da admissão para o parto, com incidência de 67,4% na alta hospitalar e de 5,8% no retorno puerperal. O parto fórceps com episiotomia causou significativamente maior redução da hemoglobina entre as fases da admissão e alta hospitalar em comparação aos partos espontâneos com e sem episiotomia O parto espontâneo com episiotomia provocou significativamente maior redução do valor da hemoglobina entre as fases da admissão e alta hospitalar se comparado ao espontâneo sem episiotomia. O parto espontâneo sem episiotomia resultou em aumento da hemoglobina significativamente maior entre as fases de retorno puerperal e de alta hospitalar quando comparado ao parto fórceps com episiotomia e ao espontâneo com episiotomia. Conclusão: O percentual de anemia variou, aumentando entre as fases de admissão e alta hospitalar, reduzindo entre a alta hospitalar e o retorno puerperal. Partos fórceps com episiotomia e espontâneo com episiotomia provocaram maior perda hemática quando comparados ao parto espontâneo sem episiotomia. Portanto, é relevante a avaliação da perda hemática no parto, tendo em vista o diagnóstico e o tratamento precoces de possível morbidade materna, especialmente, da anemia. / Objectives: analyze the prevalence of anemia during pregnancy and its incidence on the postpartum period, as well as the effect of vaginal birth (spontaneous with episiotomy, spontaneous without episiotomy, and forceps with epsiotomy) on the variation of hemoglobin and hematocrit levels after birth. Method: It is an epidemiological, prospective and observational study, developed in two maternities in the city of São Paulo/Brazil, from June 15, 2008 to October 16, 2009. The sample was of 328 primiparous women, who gave birth at term to a single live baby in cephalic presentation, and had at least three prenatal visits registered on the pregnancy card. The data collection was done in three phases: admission, hospital discharge and puerperal evaluation; through a semi-structured form and the collection of venous blood samples. To diagnose anemia, hemoglobin levels were measured; to analyze the effect of the birth procedure on the blood loss, hemoglobin levels and hematocrit concentration were measured. In the data analysis, Student´s t-test, Chi-square test, and Proportion Analysis test were used, according to each variable group studied. The confidence interval was of 95%. Results: The prevalence of anemia was of 4% at admission, with an incidence of 67.4% at hospital discharge, and 5.8% at puerperal evaluation. Forceps with episiotomy deliveries have caused a significant higher hemoglobin decrease between the admission and hospital discharge phases, when compared to spontaneous births with or without episiotomy. Spontaneous deliveries with episiotomy led to a significant higher hemoglobin value reduction between the phases of admission and hospital discharge, when compared to spontaneous deliveries without episiotomy. Spontaneous deliveries without episiotomy resulted in a significantly higher hemoglobin raise between the phases of puerperal evaluation and hospital discharge, when compared to forceps with episiotomy and spontaneous deliveries with episiotomy. Conclusion: Anemia percentage has varied, raising between the admission and hospital discharge phases; and dropping between hospital discharge and puerperal evaluation. Forceps with episiotomy deliveries and spontaneous deliveries with episiotomy, led to higher blood loss, when compared to spontaneous deliveries without episiotomy. Therefore, it is relevant to evaluate blood loss due to birth, considering the early diagnose and treatment of maternal morbidity, especially, of anemia. / TEDE

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