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Construção e estudos iniciais de validação de uma medida de resiliência

Piacentini, Nathalia January 2014 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2014. / Made available in DSpace on 2014-08-06T18:12:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 326282.pdf: 1701228 bytes, checksum: e5156147e4ebbf4967c0bf0bcf9c396d (MD5) Previous issue date: 2014 / Este estudo teve como objetivo construir e buscar evidências de validade de uma escala que meça os diferentes fatores individuais para avaliação de resiliência. A escala foi desenvolvida a partir do referencial teórico do fenômeno, adotando como conceito geral de resiliência a capacidade de se adaptar, superar e transformar diante de situações desfavoráveis. A construção e busca de evidências de validade do instrumento, denominado Escala de Traço Resiliente (ETR) foram feitos em quatro estudos. O primeiro envolveu a construção do instrumento, análise de juízes, composta de cinco juízes e análise semântica, que contou com quatro participantes. O segundo estudo visou identificar a estrutura interna da ETR, formado por uma amostra de 434 pessoas, com nível de estudo diversificado e de vários estados do Brasil. Dessas pessoas 70,6% eram do sexo feminino e a idade variou entre 13 e 63 anos. Foram feitas análises fatoriais que indicaram uma estrutura unidimensional para a primeira subescala da ETR e quatro fatores para a segunda subescala, sendo os fatores: autoestima, autoeficácia, otimismo e autorregulação. As variâncias explicadas destes fatores foram respectivamente 62%; 15,46; 10,48; 7,23; 7,0. Para a verificação dos parâmetros psicométricos dos itens foi feita uma análise com base no modelo de Rasch, identificando índices de desajuste (misfit), correlação item-theta, desordens nas categorias e, por fim, mapa de itens, nesse estudo 39 itens foram eliminados e foi verificada precisão da versão final dos fatores da ETR com Alpha de Cronbach, que variou de 0,87 a 0,96, e precisão pela TRI variou entre 0,77 e 0,92 a real e a modelada entre 0,80 e 0,93. O terceiro estudo verificou evidências de validade da ETR baseadas nas relações com outras variáveis por meio da correlação. Para esse estudo foram utilizados instrumentos de avaliação de esperança, neuroticismo, autoestima, autoeficácia e resiliência. Os instrumentos utilizados foram EFN, ER, EAG, EAR e EEC. Com essas análises percebeu-se que o fator vulnerabilidade da EFN apresentou correlação negativa moderada com os fatores da ETR, e correlação alta com o fator otimismo. A ER apresentou correlação de moderada à alta com os fatores da ETR. Por fim foi realizado um quarto estudo, em que foi feita uma análise de correspondência de protótipo, para esta análise foi elencado participantes que tivessem respondido aos quatro fatores da EFN ou a ao menos três fatores das outras escalas aplicadas. Com esses dados foi realizada uma comparação entre o perfil esperado nessas escalas (protótipo) e o perfil resiliente. Foram realizadas duas regressões independentes, uma para cada modelo, chegando assim ao poder explicativo de 23% para o modelo com a EFN e 27% para o modelo com os outros instrumentos. Esses valores elevados. Com base nos resultados de todos os estudos verificou-se evidências de que é possível avaliar e interpretar o traço resiliente a partir da ETR Conclui-se que o fenômeno resiliência apresenta uma grande complexidade, no entanto este pode ser avaliado quando analisado sobre uma perspectiva de suas dimensões, pois a presente dissertação encontrou evidências iniciais de validação que dão suporte ao uso da escala.<br> / Abstract : This study aimed to build and seek evidence of validation of a scale which measures the different individual factors for resilience evaluation. The scale was developed from the theoretical framework of the phenomenon. Embracing as general concept the capacity of adaptation, of overcoming and of transforming before adverse situations. The building seek evidence of validation of the instrument called ETR (Resilient Trace Scale) four studies were made. The first one involved the building of the instrument, analysis of judges, compound of five judges and semantic analysis, which accounted four participants. The second study aimed to identify the internal structure of ETR, made by a sample of 434 people, with diverse level of education and from many states of Brazil. Among these people 70,6% were from the female gender and the age ranged from 13 to 63 years. A factor analysis was made which revealed am unidimensional structure for the first subscale of ETR and four factors for the second subscale, being them: self-esteem, self-efficacy, optimism and self-regulation. The explained variances of these factors were respectively 62%; 15,46; 10,48; 7,23; 7,0. For the verification of psychometric parameters of the items an analysis was made based on the model of Rasch, identifying indexes of misfit, correlation item-theta, disorders in categories and, at last map of items, 39 items were eliminated in these study and the precision of the final version of ETR factors was analysed with Alpha of Cronbach, which ranged from 0,87 to 0,96, and the precision of TRI ranged from 0,77 to 0,92, the real and molded from 0,80 to 0,93. The third study verified evidences of vality of ETR based on relations with other variables by correlation means. For this study instruments of evaluation of expectation, neuroticism, self-esteem, self-efficacy and resilience were used. The used instruments were RFN, ER, EAG, EAR and EEC. It was noted that with these analysis the vulnerability factor of EFN presented negative moderate correlation with ETR factors, and high correlation with the optimism factor. The ER presented moderate to high correlation with ETR factors. At last a fourth study was done, in which an analysis of prototype correspondence was made, for this analysis participants which had answered to the four factors were chosen or at least answered three factors of other scales applied. With this data a comparison of expected profile in this scale (prototype) and the resilient profile was done. Two independent regressions were done, one for each model, reaching to the explanatory capacity of 23% to the model with the EFN and 27% with the model of other instruments, which are considered elevated. Based on results of every study it was verified evidence that it is possible to evaluate and interpret the resilient trace from the ETR. It is concluded that the resilience phenomenon presents a great complexity, however it can be measured when analyzed over a perspective of its dimensions, for the present dissertation found initial evidence of validation which supports the use of the scale.
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A resiliência no perfil do empreendedor catarinense, a partir da aplicação das cinco características identificadas por Daryl R. Conner

Moeller, Jaques Enrique January 2002 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. / Made available in DSpace on 2012-10-20T00:52:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 188305.pdf: 1675648 bytes, checksum: 6a68f5fd363656944a0fc628ff46d55a (MD5)
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Resiliência e vulnerabilidade ao estresse social e suas implicações neurobiológicas

Marchette, Renata Cristina Nunes January 2017 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2018-01-16T03:23:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 349410.pdf: 2995056 bytes, checksum: e0ba9409e2e979b79b994ebd5c47671b (MD5) Previous issue date: 2017 / O estresse social é um importante fator na gênese de transtornos psiquiátricos. Entre os diversos modelos disponíveis para o estudo do estresse social, a derrota social é o mais proeminente. Estes modelos se baseiam no comportamento territorialista e na hierarquia social característica de roedores machos. O objetivo deste trabalho foi caracterizar a ativação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) ao longo do tempo, no protocolo de derrota social utilizado e investigar a resiliência e a vulnerabilidade a esse estressor e as alterações neurobiológicas subjascentes a estes fenótipos. Para tal, nós utilizamos um modelo de derrota social em camundongos onde machos da linhagem C57BL/6 são expostos a um residente da linhagem Swiss por três horas em três dias consecutivos. Dentro dessas três horas, residente e intruso foram deixados em contato direto por dois minutos ou 10 ataques, o que ocorresse primeiro. A principal medida comportamental utilizada foi a exploração da área da barreira no teste de partição realizado no quarto dia.Para a padronização da ativação do eixo HPA e secreção de mediadores pró-inflamatórias, grupos independentes de animais foram submetidos a uma, duas ou três sessões de derrota social. Onde, observamos que o estresse causado pela derrota social levou a uma ativação inicial do eixo HPA, inibindo a expressão de TNF-a em um mecanismo provavelmente dependente do receptor mineralocorticoide. Porém, com a repetição do protocolo por dois ou três dias há evidência da modulação negativa da atividade do eixo em um mecanismo dependente dos receptores glicocorticoides. Observamos que durante o ataque físico as estratégias comportamentais mais frequentemente adotadas pelos intrusos frente ao ataque físico foram a postura de submissão e a tentativa de fuga. Porém, quando analisadas separadamente as populações resilientes e vulneráveis diferem quanto à estratégia com os vulneráveis exibindo imobilidade durante o ataque físico. Essa separação foi feita de acordo com o comportamento dos animais no teste de partição. Na investigação dos mecanismos subjacentes às diferenças comportamentais encontradas, observamos que a transcrição aumentada do gene Fkbp5 no hipocampo, está associada à resiliência devido a um mecanismo de retroalimentação negativa do eixo HPA eficiente. Por outro lado, o excesso de substância P no hipocampo promove vulnerabilidade à derrota social por uma via independente do receptor NK1. Com este trabalho evidenciamos o potencial do modelo de derrota social repetido por três dias no estudo das consequências neurobiológicas, endócrinas e comportamentais do estresse social. Também demonstramos, pela primeira vez, nesse modelo, a influência da variação individual, dentro da mesma linhagem, levando a fenótipos resilientes e vulneráveis, associados a marcadores biológicos. / Abstract : Social stress is an important factor in the onset of psychiatric disorders. Among the animal models to study the social stress, social defeat is the most prominent. The social defeat models are based in the territorial behavior and social hierarchy of male rodents. The aim of this thesis was to characterize the hypothalamus-pituitary-adrenal (HPA) axis throughout the defeat protocol and investigate the underlying neurobiological alterations in resilience and vulnerability to social stress. We have been using a short social defeat model that consists in allocating male mice from the C57BL/6 strain into the home cage of Swiss mice for 3h during 3 consecutive days. In each session, at a random hour, both mice are in direct contact for 2 min or 10 attacks, whichever came first. The main behavioral measure is the partition zone exploration in the partition test (on the 4th day).To understand the temporal activation of the HPA axis the pro-inflammatory mediator secretion through the protocol, independent animal groups were exposed to one, two or three social defeat sessions. Initially, the social defeat lead to an activation of HPA axis and an inhibition of pro-inflammatory cytokines (TNF-a) release in the hippocampus, probably due to mineralocorticoid receptor activation. With the repetition of the protocol for two and three days there is evidence of effective negative feedback control through glucocorticoid receptors. We have observed that the most frequently adopted behavioral strategy when facing the attack were submission posture and escape attempt. When the resilient and vulnerable subpopulations were compared it could be noted that they adopted different strategies, where only the vulnerable group exhibit immobility when facing the attack. This separation was done accordingly with their behavior in the partition test. Through the investigation of the subjacent mechanism in the hippocampus we found that the increase transcription of Fkbp5 is associated with resilience due to the efficient negative feedback control of the HPA axis. On the other hand, higher concentration of the neuropeptide substance P in the hippocampus leads to vulnerability in a mechanism independent of its main receptor, the NK1 receptor. Therefore, we emphasize the importance of this three days social defeat protocol to study the neurobiology, endocrinology and behavioral aspects of resilience and vulnerability to social stress. We have demonstrated for the first time in this protocol the influence of individual variation associated with biological markers, within the same strain, leading to resilient and vulnerable phenotypes.
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Resiliência e adesão ao tratamento do diabetes mellitus em mulheres

Reckziegel, Juliana Cristina Lessmann January 2014 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2014. / Made available in DSpace on 2015-02-05T20:37:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 330209.pdf: 1463203 bytes, checksum: d62f4b3a65308be57b4179359bf3c5e8 (MD5) Previous issue date: 2014 / Introdução: O Diabetes Mellitus é uma doença crônica caracterizada por alterações metabólicas e endócrinas, que acometem grande número de mulheres em todo o mundo. Traz necessidades de adaptação no estilo de vida, incluindo: a realização de atividade física, do controle da glicemia, o uso de medicamentos, o seguimento de um plano alimentar e a inclusão de novas práticas em saúde, que, nem sempre são incorporadas com facilidade ao cotidiano das mulheres. Porém, vivenciar situações difíceis também pode conduzir ao surgimento do desejo de superação de problemas, passando a reconhecer as potencialidades e os fatores de proteção em seus contextos sócio-histórico-culturais e ambientais. Assim, toma-se a resiliência, reconhecida como a capacidade de suportar, de adaptar-se e conviver de forma harmônica desenvolvida frente às situações de adversidade e/ou estresse, como uma possibilidade para o viver melhor de mulheres com diabetes mellitus. Objetivo: O estudo teve como objetivo geral: Compreender a resiliência como constructo teórico para a qualificação do cuidado em enfermagem e saúde e para a ampliação da adesão ao tratamento do diabetes mellitus em mulheres atendidas na atenção básica de Florianópolis. Método: Trata-se de um estudo elaborado utilizando método misto de investigação, combinando abordagem quantitativa e qualitativa por meio da estratégia explanatória sequencial. A fase quantitativa foi do tipo observacional transversal probabilística, com amostra estratificada composta por 412 mulheres com diabetes, sendo coletados dados em domicílio entre 2009 e 2010. Foram investigadas variáveis sociodemográficas, biométricas, de hábitos de vida e saúde, além da aplicação das escalas de resiliência e de estresse percebido. A análise estatística descritivas e inferenciais ocorreu com o uso da ferramenta computacional on-line SestatNet®, cujos resultados nortearam o delineamento da segunda fase do estudo. Nela foi realizado estudo qualitativo utilizando a Pesquisa Convergente Assistencial como referencial metodológico e a Resiliência como referencial teórico. Desenvolvida em um Centro de Saúde da cidade de Florianópolis, Brasil, entre 2011 e 2012, contemplando dez reuniões de grupo de convivência e entrevistas em profundidade pré e pós-grupo, das quais participaram nove mulheres com diabetes. As entrevistas e reuniões de grupo tiveram o áudio gravado, sendo integralmente transcritos. Também foram realizadas notas de campo, memorandos teóricos e metodológicos visando ampliar o Corpus da pesquisa e a densidade dos dados. A análise dos dados textuais desenvolveu-se com o uso do software ATLAS.ti 7.1®, seguiu os pressupostos da Pesquisa Convergente Assistencial e da a  análise de conteúdo dirigida , na qual foram realizadas avaliações do conteúdo da pesquisa considerando os conhecimentos sobre resiliência, gênero e diabetes. A apreensão ocorreu com a leitura textual atenta e exaustiva, sendo que a síntese e a teorização operacionalizaram-se por meio da  codificação linha por linha , seguida da aglutinação de códigos afins, elaboração de pré-categorias, subcategorias e categorias. Esta pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética em Pesquisas com Seres Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina, sendo aprovada sem restrições nos processos 193/2009 para a fase quantitativa e 2056/2011 para a qualitativa. Resultados e discussões: Foram sistematizados em três manuscritos. No primeiro, intitulado Resiliência e adesão ao tratamento do diabetes mellitus em mulheres, desenvolvido com método quantitativo, foi observado que as mulheres apresentam baixa adesão ao tratamento relacionada ao seguimento do plano alimentar, realização de atividade física e monitorização da glicemia capilar. Porém, verificamos que as mulheres com maiores escores de resiliência aderem melhor à prática de atividade física, apresentam maior assiduidade na realização do plano alimentar e possuem menores escores de estresse. Nesse manuscrito apresentam-se argumentações sobre as variáveis e os possíveis impactos na resiliência e na adesão ao tratamento, destacando que a promoção da resiliência torna-se uma possibilidade para a melhor adesão à terapêutica do diabetes. O segundo manuscrito, intitulado Influência de fatores de proteção e de risco na resiliência e na adesão ao tratamento do diabetes mellitus em mulheres, foi desenvolvido com abordagem qualitativa interpretativa. Destaca que elementos positivos fortalecem a resiliência e a maior adesão ao tratamento do diabetes, assim como ampliam a percepção de satisfação consigo e com o cotidiano, favorecendo o cuidado de si, a manutenção das atividades sociais e a autonomia. Já os fatores de risco, evidenciados pela desmotivação, descuidado de si, exposição à violência, à discriminação e às questões normativas de gênero, interferem negativamente na resiliência e dificultam a adesão ao tratamento. Fortalecer os fatores de proteção e auxiliar na redução dos impactos negativos dos fatores de risco, visando à ampliação da resiliência, tornam-se estratégias de cuidado em enfermagem e saúde inovadoras e com grande potencial para a geração de impactos positivos na adesão ao tratamento do diabetes mellitus. O terceiro manuscrito, Grupo de convivência: promovendo a resiliência para o viver melhor de mulheres com diabetes mellitus, trouxe resultados da Pesquisa Convergente Assistencial no grupo de convivência. Apontou que o suporte social, a aceitação do processo de viver/ envelhecer e o conhecimento sobre a condição de saúde/doença são elementos que proporcionam o desenvolvimento da resiliência e de habilidades de cuidado de si e do diabetes, favorecendo o viver saudável e feliz. Promover a resiliência, fortalecendo fatores de proteção e auxiliando na ressignificação dos fatores de risco favorece a compreensão do processo de saúde-doença, a autonomia, o desenvolvimento de habilidades de cuidado de si e do diabetes. Conclusão: Esse estudo evidenciou que aderir ao tratamento do diabetes é algo complexo e não está relacionado apenas ao desejo de cuidar de si, existindo fatores de risco e de proteção que se interconectam, auxiliado ou dificultando esse processo. Assim, a resiliência surge como um novo pilar para a assistência em enfermagem e saúde centrada no reconhecimento das diferenças entre as mulheres em seus diversos contextos, sendo uma estratégia inovadora e com grande potencial para gerar influências positivas no cuidado integral e de qualidade.<br> / Abstract : Introduction: Diabetes mellitus is a chronic disease characterized by metabolic and endocrine changes that affect a large number of women worldwide. It brings lifestyle adaptation needs that include physical activity practice, glycemic control, use of medication, adoption of a food plan and the inclusion of new health practices, which are not always easily incorporated to the everyday routine of women. However, experiencing difficult situations can also lead to the desire to overcome problems, coming to recognize the strengths and protective factors in their socio-historical-cultural and environmental contexts. There is the aspect of resilience, recognized as the capacity to bear, adapt and harmoniously coexist, developed in face of situations of adversity and/or stress, as a chance for a better living for women with diabetes mellitus. Objective: This study aimed to understand resilience as a theoretical construct for the qualification of care in nursing and health, and for increasing the adherence to treatment for diabetes mellitus in women seen in the primary care service of Florianópolis. Method: A mixed research method was used in this study, combining quantitative and qualitative approaches through the sequential explanatory strategy. The quantitative phase was of probabilistic cross-sectional observational type, with a stratified sample of 412 women with diabetes and data collection in the households between 2009 and 2010. The following variables were investigated: demographic, biometric, lifestyle habits and health; and the resilience scale and perceived stress scale were applied. The online tool of SestatNet® was used for descriptive and inferential statistical analysis, whose results guided the design of the second phase of the study. In such phase, the interpretive qualitative study was carried out using the convergent-care research as a methodological framework, and resilience as a theoretical framework. It was conducted in a Health Center in the city of Florianópolis, Brazil, between 2011 and 2012, covered ten meetings of the social group, and in-depth interviews pre and post-group, attended by nine women with diabetes. The interviews and group meetings were audio recorded and fully transcribed. Field notes and theoretical and methodological memos were also done to extend the corpus of research and data density. The ATLAS.ti 7.1® software was used for the analysis of textual data, according to the assumptions of convergent-care research and the  directed content analysis , in which were carried out reviews of the research content, considering the knowledge on resilience, gender and diabetes. Apprehension was reached after careful and thorough textual reading, considering that synthesis and theorizing were operationalized by  coding line by line , followed by the grouping of related codes, preparation of pre-categories, subcategories and categories. This research was approved by the Research Ethics Committee of Human Subjects of the Federal University de Santa Catarina under process number 193/2009 for the quantitative phase, and number 2056/2011 for the qualitative phase. Results and discussions: Were systematized in three manuscripts. In the first, entitled Resilience and adherence to treatment of diabetes mellitus in women and developed with quantitative method, it was observed that women have poor adherence to treatment in relation to the following of a diet plan, physical activity practice and blood glucose monitoring. However, we found that women with higher resilience scores have better adherence to physical activity practice, follow the food plan with higher attendance and have lower stress scores. This manuscript presents arguments about the variables and possible impacts on resilience and adherence to treatment, highlighting that promoting resilience becomes a possibility for better adhesion to the diabetes therapy. The second manuscript, entitled Influence of protective and risk factors on resilience and adherence to treatment of diabetes mellitus in women, was developed with interpretive qualitative approach. It highlights that positive elements strengthen the resilience and greater adherence to treatment of diabetes, as well as broaden the perception of satisfaction with oneself and daily life, encouraging self-care, maintenance of social activities and autonomy. The risk factors on their turn, evidenced by lack of motivation, lack of self-care, exposure to violence, discrimination and normative gender issues, impact negatively on resilience and make adherence to treatment difficult. The strengthening of protective factors and the help with reducing the negative impacts of risk factors, aimed at increasing the resilience, become innovative strategies of nursing care and health with great potential for having positive impacts on adherence to diabetes mellitus treatment. The third manuscript, Support group: promoting resilience for the better living of women with diabetes mellitus, brought results of the Convergent-care research in the support group. It pointed out that social support, acceptance of the living / aging process and knowledge about the health / disease condition are elements that provide the development of resilience and skills of self-care and care of diabetes, encouraging a healthy and happy living. Promoting resilience, strengthening protective factors, and assisting in the resignification of risk factors leads to the understanding of the health-disease process, autonomy and the developing of skills for self-care and care of diabetes. Conclusion: This study showed that adherence to diabetes treatment is complex and not related only to the desire of self-care, but also with risk and protective factors that interconnect, helping this process or making it more difficult. Thus, resilience emerges as a new pillar for nursing and health care centered on the recognition of differences among women in their various contexts, being an innovative strategy with high potential for generating positive influences for full care of quality.
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Resiliência de pessoas com pessoas crônicas

Boell, Julia Estela Willrich January 2013 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2013. / Made available in DSpace on 2014-08-06T17:10:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 325451.pdf: 1397461 bytes, checksum: 78f8ca758a7faed2522c9e0160ad0e49 (MD5) Previous issue date: 2013 / Introdução: O convívio com doenças crônicas implica em adaptações na vida de quem experiencia essas situações. Ao focalizarmos diferentes doenças crônicas nos questionamos sobre a possibilidade de existirem diferenças na maneira como as mesmas se expressam e na maneira como as pessoas as enfrentam. Quando buscamos pesquisas sobre essa temática percebemos quão escassas são os estudos comparativos entre doenças crônicas. Assim, realizamos estudo para explorar com maior profundidade as diferenças e aproximações existentes em populações com distintas doenças crônicas, como a diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência renal crônica terminal em relação à resiliência. Questionamos-nos como a resiliência se expressa em pessoas com estas doenças que têm em comum a cronicidade, mas que se manifestam de formas diferentes com alterações físicas e principalmente emocionais e sociais. Objetivo Geral: Conhecer como a resiliência se expressa em pessoas com diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência renal crônica terminal, residentes na Grande Florianópolis/SC. Objetivos Específicos: Comparar os fatores sociodemográficos, de saúde e a resiliência entre pessoas com diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência renal crônica terminal, residentes da Grande Florianópolis/SC; e Verificar a associação entre resiliência e variáveis sociodemográficas e de saúde de pessoas com doença crônica, residentes na Grande Florianópolis/SC. Método: Estudo observacional transversal utilizando dados de duas pesquisas realizadas pelo Núcleo de Estudos e Assistência em Enfermagem e Saúde a Pessoa em Condição Crônica, desenvolvidas na cidade de Florianópolis/SC com 603 pessoas com diagnóstico médico de diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência renal crônica terminal. Os dados reuniram as variáveis constantes em ambos os estudos, envolvendo dados sociodemográficos e de condições de saúde, além de escores de resiliência obtidos por meio da escala de resiliência desenvolvida por Connor e Davidson. A análise descritiva dos dados foi realizada pelo sistema computacional on-line SEstatNet® e a análise multivariada pelo programa STATA SE 9.0. Resultados: Os participantes do estudo possuíam em média 61 anos de idade; a maioria era da cor branca (79,3%); católicos (71,81); vivendo em união estável (52,24); aposentados (49,09); com ensino fundamental (65%) e renda de até três salários mínimos. Apresentaram média de tempo de doença de 9,97 anos, 40,6% dos participantes relataram complicações da doença, e 79,27% apresentaram outras doenças sendo que a hipertensão arterial12sistêmica atingiu 77,04% dos participantes; 30,2% estavam acima do peso. A resiliência de pessoas com doenças crônicas teve escore médio de 76,27, ocorrendo variação expressiva nos escores, com mínimo de 25 e máximo de 100. As pessoas com diabetes mellitus tipo 2 apresentaram escore médio de resiliência igual a 79,85 e as pessoas com insuficiência renal crônica terminal apresentaram o escore médio de 67,50, considerada estatisticamente significativa a diferença entre as duas amostras (p<0,05). Através dos resultados da análise multivariada ficou evidente que as variáveis que influenciaram a resiliência dos participantes nesse estudo foram: o tempo de doença, tipo de doença crônica, a crença religiosa e o índice de massa corporal. Esses resultados estão apresentados nas formas de dois artigos Conclusões: As pessoas com diabetes mellitus tipo 2 mostraram ser mais resilientes do que as pessoas com insuficiência renal crônica terminal, provavelmente como decorrência das repercussões da insuficiência renal crônica que são mais impactantes, tornando a superação dessa situação mais difícil para a pessoa. O presente estudo contribui para oferecer informações que poderão ser utilizadas para a melhoria da assistência à essas pessoas. Dessa maneira, a enfermagem poderá atuar no desenvolvimento de habilidades que tragam um sentido positivo à vida da pessoa, contribuindo para o aumento da autoestima e da autonomia e promovendo a resiliência de pessoas com doenças crônicas. A limitação desse estudo foi o uso de dados secundários. Ressaltamos a necessidade da realização de estudos que envolvam a cronicidade e a resiliência, ampliando o campo da pesquisa nessa área do conhecimento.<br> / Abstract : Introduction: Living with a chronic disease involves adaptations in the lives of those who experience this situation. By focusing different chronic diseases we wondered about whether there are differences in the way how it express and in the way how people face it. When we seek research on this topic noticed how scarce are studies comparing chronic diseases. Thus, we conducted studies to explore more deeply the differences and approaches existing in populations with distinct chronic diseases, such as type 2 diabetes mellitus and end stage renal disease in relation to resilience. We question ourselves as resilience is expressed in people with these diseases that have in common the chronicity, but manifested in different ways with physical changes and especially emotional and social changes. General Objective: To know how resilience is expressed in people with type 2 diabetes mellitus and end stage renal disease residing in Florianópolis/SC. Specific Objective: Compare the sociodemographic, health and resilience among people with type 2 diabetes mellitus and end stage renal disease, residents of Florianópolis/SC, and verify the association between resilience, sociodemographic variables and health of people with chronic disease living in Florianópolis/SC. Method: Cross-sectional study with data from two surveys conducted by the Center for Research and Service in Nursing and Health with people in Chronic Condition, developed in the city of Florianópolis/SC with 603 people that had a medical diagnosis of type 2 diabetes mellitus and end stage renal disease. Data gathered information variables constant in both studies, involving demographics and health conditions, as well as scores of resilience acquired by applying the resilience scale developed by Connor and Davidson. A descriptive analysis was performed by computer system online SEstatNet ® and multivariate analysis using STATA SE 9.0. Results: The study participants had an average age of 61 years (SD = 13.2), the majority were white (79.3%), catholics (71.81), with stable union (52.24), retirees (49.09), with primary education (65%) and income of up to three minimum salaries. Had a mean disease duration of 9.97 years (SD = 8.03), reported complications of the disease 40.6% of participants, 79.27% had other diseases, and hypertension achieved 77.04% of participants, 30.2% were overweight. The resilience of people with chronic diseases had a mean score of 76.27 (SD = 14.75), occurring significant variation in scores, with a minimum of 25 and maximum of 100. People with type 2 diabetes presented a mean score of14resilience equal to 79.85 (SD = 12.98), for people with end stage renal disease the average score was 67.50 (SD = 15.41), regarded as statistically significant difference between the two samples (p-value <.05). Through multivariate analysis, it was evident that the variables that influence the resilience of the participants in this study were: disease duration, type of chronic disease, religious belief and body mass index. Conclusions: People with type 2 diabetes mellitus showed to be more resilient than people with end stage renal disease, probably as a result of the impact of end stage renal disease that are more impactful, making overcoming this situation more difficult for the person. Already type 2 diabetes mellitus has implications milder in daily life facilitating the adjustment process towards chronicity. This study helped to provide additional information about the topic that can be used to improve the assistance to these people. Thus, nurse may act on development skillsthat bring a positive effect on one's life, contributing to increased self-esteem and autonomy, and promoting the resilience of people with chronic diseasesLimitations of this study were due to the use of secondary data, resulting in obtaining further information about the participants. We emphasize the need for studies involving chronicity and resilience, expanding the field of research in this area of knowledge.
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A construção social da personalidade de adolescentes expostos ao bullying escolar e os processos de “resiliência em-si”: uma análise histórico-cultural

Francisco, Marcos Vinicius [UNESP] 29 October 2013 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:32:13Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2013-10-29Bitstream added on 2014-06-13T21:03:42Z : No. of bitstreams: 1 francisco_mv_dr_prud.pdf: 2966571 bytes, checksum: 69cf5963fa2877946623312df86e995b (MD5) / A presente tese foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia/Universidade Estadual Paulista e encontra-se vinculada à linha de pesquisa intitulada Processos Formativos, Diferença e Valores. Buscou-se analisar criticamente a construção social da personalidade de adolescentes expostos ao bullying escolar que vêm se posicionando frente às perseguições sofridas, por meio dos processos de resiliência, denominados nesta tese de “resiliência em-si”. A partir do referencial da Teoria Histórico-Cultural que tem suas bases epistemológicas e filosóficas assentadas no Materialismo Histórico-Dialético, procedeu-se pela análise explicativa dos fenômenos buscando apresentar elementos que auxiliem na superação das circunstâncias atuais, responsáveis por sua difusão e manutenção. O estudo foi realizado em uma escola pública de Presidente Prudente. Inicialmente foram contatados todos os adolescentes com idades entre 13 e 16 anos, que frequentavam as salas do 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio... / This thesis was developed at the Graduate Program in Education of the Faculty of Science and Technology / São Paulo State University and it is linked to the research line called Formative Processes, Values and Difference. We sought to critically analyze the social construction of the personality of adolescents exposed to bullying in schools that are positioning themselves in the face of persecutions, through the processes of resilience, named in this thesis as “resilience in itself”. Through the use of Cultural-Historical Theory, which has its epistemological and philosophical bases settled in Historic-Dialectical Materialism , it was proceeded an explanatory analysis of the phenomena seeking to introduce elements that help them overcome the current circumstances, responsible for its dissemination and maintenance. The study was conducted in a public school in Presidente Prudente. We initially contacted all adolescents aged between 13 and 16 years, attending the 9th grade of elementary school and 1st year of high school... (Complete abstract click electronic access below)
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A metástase do bem: a odisséia pessoal de professoras resilientes e sua influência na comunidade escolar

Assis, Eliasaf [UNESP] 29 April 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-08-20T17:10:13Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-04-29. Added 1 bitstream(s) on 2015-08-20T17:25:45Z : No. of bitstreams: 1 000840724_20180417.pdf: 269600 bytes, checksum: 41fbef6961db2413839d00a922b4ad0a (MD5) Bitstreams deleted on 2018-04-20T12:11:42Z: 000840724_20180417.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2018-04-20T12:12:27Z : No. of bitstreams: 1 000840724.pdf: 4368826 bytes, checksum: 1eec5130bf10fd795b6fe178cb21eaac (MD5) / A trama complexa que recobre a vida social contemporânea parece apontar para um cenário de aguda perplexidade. Ao experimentar uma espécie de diáspora intelectual e afetiva, portanto sob um processo de despersonalização e sem condições de opor resistência à égide do mercado, o indivíduo se desespera e, tal como o sujeito da tela mais conhecida de Edvard Munch, grita por sentido. Visando à construção de um modelo teórico para que os perplexos desta nova realidade, a exemplo dos da época de Maimônides, encontrem caminhos de enfrentamento e superação, este estudo, em primeiro lugar, buscou aproximar e relacionar a teoria do desenvolvimento moral de Lawrence Kohlberg, o modelo triádico de resiliência e, tais como observadas em pesquisa anterior (ASSIS, 2009), as vivências significativas, permeadas de epifanias, próprias dos relacionamentos com mentores morais. A síntese a que se chegou foi a seguinte: as operações de resiliência e o desenvolvimento moral são tributários de experiências significativas de pessoalidade vinculadas a relacionamentos com mentores. Assumida como uma hipótese de trabalho, essa síntese orientou uma investigação empírica que retratou trajetórias de vida de cinco professoras de educação infantil e básica da rede municipal de ensino da cidade de São Paulo, indicadas por alguns de seus pares em razão de possuírem histórias pessoais de resiliência, influenciarem positivamente a comunidade em que atuam e serem exemplos de excelência no trabalho. Os relatos permitiram comparar essas histórias pessoais de superação com o modelo triádico de resiliência e verificar que nelas estão presentes e estreitamente relacionados, como fatores influenciadores, vivências significativas de pessoalidade e relacionamentos de mentoreamento moral. Observou-se, também, que esses fatores, juntamente com as experiências de resiliência, influenciaram, por sua vez, o processo de formação e a... / The complex plot that lies behind contemporary social life seems to point to a scenario of acute perplexity. When an individual experiences a kind of intellectual and emotional diaspora and is therefore under a process of depersonalization and unable to resist morally the aegis of the market, he panics and, like the subject of one of the most famous paintings of Edvard Munch, he cries out for direction. Seeking to build a theoretical model for perplexed people of this new reality to find ways of coping and overcoming, such as at the time of Maimonides, this study, in first place, seeks to relate the theory of moral development of Lawrence Kohlberg, the triadic model of resilience and, such as observed in aprevious research (ASSIS, 2009), the significant experiences, that are permeated with epiphanies, of relationships with moral mentors. The synthesis we got was this: the resilience and moral development operations are tributaries of significant experiences of personhood linked to relationships with mentors. This synthesis was used as a working hypothesis and guided a empirical research that described life trajectories of five municipal teachers of São Paulo, who were chosen by some of their fellow teachers because of their stories of resilience, their examples of excellence in work and their influence on the community where they work. Throughout the narratives we compare these personal stories of overcoming with the triadic model of resilience and we verify that significant experiences of personhood and relationships of moral mentoring are present in these stories as factors that influenced them. We also observe that these factors influenced, along with the experience of resilience, the training process and the formation of the professional identity of teachers and are present in their performance in the school community
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Manejo de stress, coping e resiliência em motoristas de ônibus urbano

Zanelato, Luciana Silva [UNESP] 17 January 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:29:00Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-01-17Bitstream added on 2014-06-13T19:37:42Z : No. of bitstreams: 1 zanelato_ls_me_bauru.pdf: 390362 bytes, checksum: 738b1137cd03cd3450e6246967b1e517 (MD5) / Universidade Estadual Paulista (UNESP) / A profissão de motorista de ônibus urbano apresenta efeitos negativos causados pelo stress, devido à exposição a vários estressores como condições das vias de trânsito, veículo, contexto de trabalho, clima, relacionamento com os passageiros, além da função de cobrador. A persistência desse estressores e a falta de estratégias de enfrentamento eficazes podem ocasionar problemas de saúde e baixo desempenho profissional. O presente estudo objetivou analisar a eficácia de um programa de manejo do stress relacionado a coping e resiliência. Participaram do estudo 38 motoristas, divididos em Grupo Experimental (GE) e Grupo Controle (GC) de uma empresa de transporte urbano do interior paulista. O Programa foi desenvolvido em oito sessões de duas horas semanais, com temática sobre stress; sindrome de burnout; estratégias de enfrentamento; técnicas de manejos de stress como relacionamento, alimentção, exercício físico e autocontrole; assertividade e resiliência. Foram aplicadas o Inventário de Sintomas de Stress de Lipp, Inventário de Estratégias de Coping e Questionário do Índice de Resistência, no pré e pós-teste. Em análise estatítsticas inter e intragrupos, os resultados mostraram-se significativos quanto à redução do nível de stress e escores de coping no GE. Em relação à variável resiliência, em ambos os grupos não houve alteração. Os dados apontaram que o manejo de stress possui implicações significativas no processo de coping, mas não no de resiliência, o que pode ser explicado pelo caráter situacional do primeiro, enquanto que o segundo faz parte da história de aprendizagem. Observa-se que à medida que se altera o coping verificam-se mudanças no nível de stress. Para que o programa tenha maior efetividade, sugerem-se ações institucionais, ou seja, as empresas de transporte... / The profession of driver of urban bus presents negative effect caused by stress due to exposition to some things stressful as conditions of the transit ways, vehicle, context of work, climate, relationship with the passengers, beyond the collector function. The persistence of these things stressful and the lack of efficient strategies of confrontation can cause to problems of health and professional overhead. The present study it objectified to analyze the effectiveness of a program of handling of stress related a coping and resilience. 38 drivers, divided in Experimental Group (GE) and Control Group (GC) of a company of urban transport of a São Paulo's city had participated of the study. The program was developed in eight sessions of two weekly hours, with thematic on stress; syndrome of burnout; confrontation strategies; techniques of handle of stress as relaxation, feeding, physical exercise and self-control; assertivity and resilience. The Inventory Symptoms Stress of Lipp, Inventory of Stretegies of Coping, and Questionnaire of the Index of Resilience in the daily pay and after-test had been applied. In statistical analyses inter and intragroups, the results had revealed significant how much to the reduction of the level of stress and prop up of coping in GE. In realtion to the changeable resilience, in both the groups did not have significant alteration. The data had pointed that the handling of stress possesss significant implications in the process of coping, but not in the one of resilience, what can be explained by the situacional charactes of the first one, while that as is part of the learning history. It is observed that to the measure that if modifies coping, changes in the level of stress are verified. So that the program has greater effectiveness, actions are suggested institutional, or either... (Complete abstract click electronic access below)
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Fatores de risco e proteção à saúde do juiz de direito

Costi, Cíntia Gonçalves January 2016 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2016. / Made available in DSpace on 2017-06-27T04:07:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1 345865.pdf: 1906563 bytes, checksum: 915f92188f38afcde53341924bd6f872 (MD5) Previous issue date: 2016 / Este trabalho objetiva avaliar os fatores de risco e proteção à saúde dos juízes de direito. O delineamento do estudo, de natureza exploratória e descritiva, envolveu a participação de 174 juízes de direito, de diferentes unidades jurisdicionais estaduais, e o recurso de três instrumentos de coleta de dados: Escala de Resiliência (CD-RISC-10), Escala de Estresse Percebido (PSS) e Questionário qualitativo sobre os aspectos sócio-ocupacionais dos participantes. Esses instrumentos, isoladamente e associados entre si, permitiram identificar aspectos do trabalho para a análise da relação entre resiliência, estresse percebido e o trabalho jurisdicional, levando à caracterização dos fatores de risco e proteção à saúde do juiz de direito. A coleta de dados foi feita on-line, com base em uma plataforma eletrônica construída para esta pesquisa. Os resultados confirmam a validade teórica da Escala de Resiliência e da Escala de Estresse Percebido, os quais apontam indicadores de precisão moderado e alto, e coeficiente de correlação negativa entre as variáveis de estresse e satisfação no trabalho. Houve uma predominância de riscos relacionados ao potencial externo de controle do trabalho do juiz. Dos fatores de proteção, evidenciou-se a relação existente entre a valorização da homeostase do organismo, as relações estabelecidas e a satisfação no trabalho sob a visão dos participantes da pesquisa, revelando indicadores de resiliência voltados à capacidade de adaptação a mudanças, julgamento de força e concentração mediante pressão. Por fim, conclui-se que as evidências de validade fatorial e precisão das escalas utilizadas com a amostra de juízes de direito são consideradas uma alternativa confiável para investigações empíricas; e existe uma relação intrínseca entre resiliência, estresse e satisfação no trabalho. O estudo, ao retratar aspectos da realidade do trabalho do juiz de direito brasileiro, aponta desafios e possibilidades de reflexão ao meio acadêmico e ao Poder Judiciário, no que condiz à especificidade do trabalho de julgar e à necessidade da atenção à saúde do magistrado.<br> / Abstract : The present research aimed to evaluate risk factors and health protection of law judges. The exploratory and descriptive study design involved the participation of 174 law judges from different jurisdictional units and the use of three data collection instruments: Resilience Scale (CD-RISC-10), Scale of Perceived Stress (PSS) and qualitative Questionnaire on the socio-occupational aspects of the participants. These instruments, isolated and associated with each other, allowed us to identify aspects of the work to analyze the relationship between resilience, perceived stress and the jurisdictional work, leading to the characterization of risk factors and health protection of the judge of law. Data collection was done online, based on an electronic platform built for this research. The results confirm the theoretical validity of the Resilience Scale (CD-RISC-10) and the Perceived Stress Scale (PSS), which indicate indicators of moderate and high precision, and a negative correlation coefficient between stress and satisfaction variables at work. There was a predominance of risks related to the external potential of control of the judge's work. Among the protective factors, the relationship between the assessment of the body's homoestase, established relationships and job satisfaction under the view of the research participants was evidenced, revealing indicators of resilience aimed at adaptability to changes, judgment of strength And concentration by pressure. Finally, it is concluded that the evidence of factorial validity and precision of the scales used with the sample of judges of law is considered a reliable alternative for empirical investigations. And that there is an intrinsic relationship between resilience, stress and job satisfaction. The study, when portraying aspects of the Brazilian judge's work reality, points out challenges and possibilities for reflection to the academic milieu and to the Judiciary, in accordance with the specificity of the work of judging and the need for the health care of the magistrate.
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"Como aprendi a lidar com as adversidades"

Farsen, Thaís Cristine January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2017-10-24T03:18:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 348088.pdf: 1459742 bytes, checksum: 918c236694b8ac949252072e43f3def2 (MD5) Previous issue date: 2017 / A resiliência é considerada um processo psicológico positivo que permite ao ser humano recuperar-se de adversidades, incertezas, conflitos ou mesmo de mudanças positivas, progressos e aumento da responsabilidade. No trabalho e nas organizações, a noção de resiliência tem sido adotada com o intuito de esclarecer os modos subjetivos de lidar com mudanças, rupturas e oportunidades presentes nos contextos contemporâneos. Esse processo, construído ao longo do tempo nas relações do ser humano com seu meio, pode auxiliar na promoção e manutenção da saúde e do bem-estar dos trabalhadores, favorecendo o enfrentamento positivo das adversidades, principalmente em momentos turbulentos, a exemplo das crises econômico-financeiras. Considerando-se a relevância do fenômeno resiliência no trabalho, o objetivo da presente dissertação é compreender quais as possíveis relações entre a história de vida de executivos e os comportamentos resilientes demonstrados no trabalho. A pesquisa delineia-se por meio da abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, fazendo-se o uso de entrevistas em profundidade para a coleta dos dados. Com vistas a responder ao problema de pesquisa, a investigação pautou-se na coleta de dados sócio demográficos, no uso da técnica de história de vida para análise dos incidentes críticos vivenciados pelos participantes e os modos de enfrentamento utilizados, e na investigação dos comportamentos resilientes atuais, demonstrados no enfrentamento de adversidades presentes no trabalho. A coleta de dados foi realizada em um encontro com cada participante, com duração média de uma hora e meia. Participaram da pesquisa cinco executivos, atuantes nos cargos de presidente, vice-presidente, diretor executivo e diretor industrial, de quatro organizações do setor têxtil, localizadas no estado de Santa Catarina. Todos os participantes eram do sexo masculino, casados com filhos e idade média de 57,6 anos (idade máxima= 73 anos, idade mínima= 41 anos), sendo 17,4 a média de tempo em que atuavam na função de executivos (tempo máximo= 35 anos, tempo mínimo= 6 anos). Por meio da análise das histórias de vida dos participantes, evidenciou-se que a resiliência é um processo aprendido ao longo do tempo, por meio do enfrentamento de situações adversas, vivenciadas desde a infância até a vida adulta, bem como pela experiência de eventos adversos no trabalho. Os dados demonstram que o enfrentamento de incidentes críticos vivenciados ao longo da vida auxilia no enfrentamento de adversidades e dificuldades presentes no trabalho, principalmente em momentos difíceis como os de crise econômico-financeira. Os dados obtidos permitem caracterizar o comportamento resiliente no trabalho, além de orientar a um parâmetro relacional à liderança positiva demonstradas pelos executivos, e de estratégias organizacionais utilizadas no enfrentamento às dificuldades advindas das crises. Concluiu-se, ainda, que a organização do trabalho fornece subsídios para a descrição do comportamento resiliente e dos seus benefícios, além de possibilitar a construção de políticas e práticas que visem o seu desenvolvimento. Reafirma-se, assim, a importância de estudos acerca do tema e apresentam-se questionamentos e inquietações que podem fomentar o desenvolvimento de pesquisas futuras.<br> / Abstract : Resilience is considered to be a positive psychological process that allows the human being to recover from adversities, uncertainties, conflicts or even positive changes, progress and increased responsibility. In workplaces and organizations, the notion of resilience has been adopted in order to clarify the subjective ways of dealing with change, rupture and opportunities present in contemporary contexts. This process, built over time in the human relation with the environment, can help to promote and maintain health, quality of life, well-being and happiness of workers, favoring the positive confrontation of adversities, especially in turbulent moments, as in the case of global economic-financial crises. Considering the relevance of the resilience phenomenon in the workplace, the purpose of this dissertation is to understand the possible connection between executives' life history and resilient behavior demonstrated in work. The research is delineated by the qualitative, exploratory and descriptive approach, making use of in-depth interviews to collect data. In order to respond to the research problem, the investigation was based on the collection of socio-demographic data, on the use of life history technique to analyze the critical incidents experienced by the participants and the used modes of coping, and on the investigation of current resilient behaviors in the face of adversities present at work. Data collection was performed in a meeting with each participant, with an average duration of one and a half hour. Five executives, who worked in positions of president, vice president, executive director and industrial director of four textile organizations, located in the state of Santa Catarina, participated in the survey. All participants were male, married with children and average age of 57.6 years (maximum age = 73 years, minimum age = 41 years), 17.4 being the average time in which they worked Maximum = 35 years, minimum time = 6 years). Through the analysis of participants' life histories, it has been shown that resilience is a process learned over time, through the coping of adverse situations experienced from childhood to adulthood, as well as the experience of adverse events at work. The data show that coping with critical incidents experienced throughout life helps to deal with adversities and difficulties present at work, especially in difficult moments such as those of economic and financial crisis. The obtained content allows to characterize the resilient behavior in the work, besides orienting to a relational parameter to the positive leadership demonstrated by the executives, and of organizational strategies used in coping with the difficulties arising from the crises. It was also concluded that the organization of work provides subsidies for the description of resilient behavior and its benefits, as well as enabling the construction of policies and practices aimed at its development. Therefore, the importance of studies on the subject is reaffirmed. Questions and concerns are raised which may encourage the development of future research.

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