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Efeitos da imagem mental na reabilitação da função motora do membro superior na hemiplegia após-acidente vascular encefálico

Trevisan, Claudia Morais 29 November 2007 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2007. / Submitted by Fernanda Weschenfelder (nandaweschenfelder@gmail.com) on 2009-11-26T18:02:06Z No. of bitstreams: 1 2007_ClaudiaMoraisTrevisan.PDF: 1668334 bytes, checksum: 4df440a447ef58fdbb11b08605214364 (MD5) / Approved for entry into archive by Carolina Campos(carolinacamposmaia@gmail.com) on 2009-11-30T18:39:06Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_ClaudiaMoraisTrevisan.PDF: 1668334 bytes, checksum: 4df440a447ef58fdbb11b08605214364 (MD5) / Made available in DSpace on 2009-11-30T18:39:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_ClaudiaMoraisTrevisan.PDF: 1668334 bytes, checksum: 4df440a447ef58fdbb11b08605214364 (MD5) Previous issue date: 2007-11-29 / O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da imagem mental em resposta ao estímulo visual em espelho na reabilitação da função motora do membro superior na hemiplegia, em fase crônica, por seqüela de acidente vascular encefálico. Foram selecionados, vinte voluntários, de maneira randômica simples, na faixa etária entre 40 e 60 anos, de ambos os sexos, que freqüentavam serviços de reabilitação comunitários da cidade de Santa Maria/RS. Os critérios de inclusão foram um único AVC, isquêmico ou hemorrágico, mínimo de seis meses entre o ictus e sua inclusão no estudo, comprovado por tomografia computadorizada ou ressonância magnética, com comprometimento dimidiado, predominante em um dos membros superiores, sem história de lesões prévias; sem déficits cognitivos, idades entre 40 e 60 anos; grau de espasticidade no máximo “2” e limiar de dor no máximo 04 no membro afetado. Foi realizada avaliação cinemática dos movimentos de membro superior, antes e após quatro semanas de terapia com o uso de espelho, quantificando ângulos de movimentação articular e tempos, em tarefas de alcance e preensão, utilizando-se o sistema automatizado de vídeo Peak PerformanceTM . Não foram observadas diferenças significativas pelo teste de Kruskal-Wallis, na avaliação das variáveis angulares e temporais, entre o grupo experimental, após uso de terapia por estímulo visual do espelho e o grupo controle. A comparação entre a extremidade hemiplégica e não-hemiplégica, em resposta ao estímulo visual do espelho, evidenciou diferença significativa, (p > 0,05) pelo teste de Wilcoxon na variável temporal em todas as tarefas, com manutenção de resultados estáveis pelo período de um mês. Na variável angular, foi encontrada diferença significativa (p > 0,05) pelo teste de Wilcoxon, em partes do movimento da extremidade hemiplégica, na execução da tarefa de menor complexidade. Concluímos que a resposta ao estimulo visual do espelho foi capaz de modificar a resposta funcional do membro superior na hemiplegia crônica. ______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The goal of this study was to investigate the effects of mental imagery in response to mirror therapy in rehabilitation of the motor function in the upper extremity in hemiplegia by stroke. Twenty volunteers both sexes were selected, by simple random, from communitary services via advertisements and physician referral of the city of Santa Maria/RS. The inclusion criteria were a single stroke, ischemic or hemorrhagic, at least 06 months post-stroke proved by evidenced by computed tomography or magnetic resonance, an obvious motor deficit of one upper limb, without cognitive deficits, ages between 40 and 60 years; maximum degree of spasticity 2 (Ashworth scale) and pain at most 04 in the hemiplegic upper extremity. All patients signed a term. A kinematic evaluation of the movements of the hemiplegic and nonhemiplegic upper extremity, 04 weeks before and after the application of the mirror therapy, quantifying articular movement angles and times, in reaching and grasping tasks, using the automatic Peak PerformanceTM video system. No significant differences were found in assessment of temporal and angular variables between the experimental group, after use mirror therapy and the control group (p < 0,05) by Kruskal-Wallis test. The comparison between the hemiplegic and nonhemiplegic upper extremity in response to the mirror therapy, showed significant differences in the variable time in all tasks (p> 0,05) by Wilcoxon test. The improvements over remained stable over one month period. Statically significant was found in angular variable but not all movements only in small complexity task. The present study suggests that rehabilitation with mirror visual feedback is an effective method for the recovery of the paretic limb post-stroke accident, even in a chronic phase.
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Estratégias de enfrentamento e qualidade de vida de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico em processo de reabilitação

Borges, Georgia Cristian January 2007 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2007. / Submitted by Diogo Trindade Fóis (diogo_fois@hotmail.com) on 2009-12-23T11:50:29Z No. of bitstreams: 1 2007_GeorgiaCristianBorges.pdf: 1172905 bytes, checksum: 1bbfdc6340e1eaa25dc058fc0e38135a (MD5) / Approved for entry into archive by Joanita Pereira(joanita) on 2009-12-23T18:46:16Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_GeorgiaCristianBorges.pdf: 1172905 bytes, checksum: 1bbfdc6340e1eaa25dc058fc0e38135a (MD5) / Made available in DSpace on 2009-12-23T18:46:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_GeorgiaCristianBorges.pdf: 1172905 bytes, checksum: 1bbfdc6340e1eaa25dc058fc0e38135a (MD5) Previous issue date: 2007 / O presente estudo preliminar pesquisou as estratégias de enfrentamento (coping) utilizadas e a percepção da qualidade de vida (QV) de um grupo de pacientes acometidos por acidente vascular encefálico (AVE) em processo de reabilitação, relacionadas as suas relações com atividades da vida diária, tempo de acometimento, tempo de reabilitação, gênero e idade. A amostra foi tomada entre março a outubro de 2006 e composta por 17 pacientes, 12 homens e 05 mulheres, com idade entre 34 e 82 anos, e uma média de 58,8 anos com desvio padrão de 11.02, todos os pacientes foram da Clínica de Fisioterapia da Unigran – Dourados, MS, Brasil. A avaliação cognitiva foi realizada através do instrumento MiniMental (Bertolucci, 1994), 1) o Inventário de Enfrentamento (Folkman e Lazarus, 1985), versão traduzida (Savoia, 1996) o Índice de Katz (Gallo et al., 1995) e a Escala de Qualidade de Vida de Clientes de Serviços de saúde Mental de Wisconssin (W-QLI) (Becker, 1993), respondidos em sessões consecutivas, antes ou após de reabilitação fisioterápica. Informações sobre o tempo de acometimento do acidente vascular encefálico, o tempo de reabilitação e os tipos de seqüelas foram obtidos por meio de entrevista semi-estruturada realizada com cada paciente. Quanto às estratégias de enfrentamento em relação ao acidente vascular encefálico, os resultados indicam que os homens utilizaram mais a estratégia de autocontrole, enquanto as mulheres utilizaram em maior proporção à resolução de problemas. Os índices Alpha de Cronbach não atingiram o padrão esperado exceto nas estratégias de confronto, suporte social e fuga. A maioria dos pacientes utilizou as estratégias resolução de problemas (86,8%), e reavaliação positiva (76,5%). A percepção da qualidade de vida esteve positivamente correlacionada com a estratégia de enfrentamento de fuga e esquiva (r = 0,529). As atividades instrumentais apresentaram correlação negativa (r= -0,541) e a variável, finanças correlacionou-se positivamente com a estratégia de confronto (r = 0,559). Os resultados sugerem que estes pacientes possam ter uma avaliação positiva quanto a sua satisfação de qualidade de vida, sua saúde física e apoio social, contribuindo de forma positiva para sua percepção e enfrentamento em relação ao AVE. ________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The following research studied the strategies utilized in the process of coping and the perception of quality of life. The research was conducted in a group of patients whose lives were affected by a stroke and are currently in rehabilitation process. A relationship was made based on their daily activities, time of stroke, and time of rehabilitation, sex and age. The survey was made from march to October 2006 and conducted on 17 patients, 12 men and 05 women, with age varying between 34 and 82 years. The average age was 58,8 years and the standard deviation, 11,02. All stroke patients were committed to the Clinic of Physiotherapy of Unigran - Dourados, MS, Brazil. The cognitive tests were MiniMental State Examination (Bertolucci, 1994) the Inventory of coping (Folkman and Lazarus, 1985), translated version (Savoia, 1996), the Index of Katz (Gallo et al.,1995) e The Wisconsin of Quality of Life of Customers of Services of Mental health (W-QLI) (Becker, 1993) . They were conducted in consecutive sessions before or after the rehabilitation physiotherapy. Information about the sudden of attacked time of the stroke, time of rehabilitation and sort of sequels had been gotten by means of interview half-structuralized took effect with each patient. In relation to strategies of coping in stroke relation, the results denoted that men had used more the self-control strategy, while women had used in bigger ratio, the problem solving. The indexes of Alfha of Cronbach had not reached the expected standard except for the strategies of confrontive, social support and escape-avaidance. The majority of the patients used the problem solving strategies (81%) and positive reappraisal (59%). The perception of the quality of life was correlated positively with the strategy of coping of escape-avaidance (r = 0,529). The instrumentals activities were correlated negative with the strategy of positive reappraisal (r = 0,025) and the variable: finances was positively correlated with the confrontive strategy (r = 0,559).The results suggest that these patients may have a positive evaluation in relation to their satisfaction in terms of quality of life, physical health, social support, this has a positive contribution in their perception and coping with the stroke.
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Constipação intestinal em pacientes admitidos para reabilitação com lesão cerebral decorrente de acidente vascular cerebral

Engler, Tânia Mara Nascimento de Miranda 18 January 2011 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências Médicas, 2011. / Submitted by Rafael Barcelos Santos (rafabarcelosdf@hotmail.com) on 2011-06-21T16:28:10Z No. of bitstreams: 1 2011_ Tânia Mara Nascimento de Miranda Engler.pdf: 1659348 bytes, checksum: 90d20557fb27152ae40ff6963979ae6f (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(tempestade_b@hotmail.com) on 2011-06-21T17:13:43Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_ Tânia Mara Nascimento de Miranda Engler.pdf: 1659348 bytes, checksum: 90d20557fb27152ae40ff6963979ae6f (MD5) / Made available in DSpace on 2011-06-21T17:13:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_ Tânia Mara Nascimento de Miranda Engler.pdf: 1659348 bytes, checksum: 90d20557fb27152ae40ff6963979ae6f (MD5) / Introdução: A constipação intestinal é uma queixa comum entre pessoas com lesão cerebral decorrente de acidente vascular cerebral (AVC), com uma prevalência que varia, dependendo do tipo de estudo realizado e o estágio da lesão cerebral avaliado, porém essa prevalência ainda é superior àquela encontrada na população geral. Frequentemente as revisões médicas citam uma associação entre a constipação intestinal e o AVC, mas essa associação direta, clínica ou fisiopatológica não está clara, ressaltando que os estudos nesta área são limitados. As explicações mais comuns para a constipação nesta população estão relacionadas à idade, número de medicações utilizadas, desidratação e imobilidade. Em nossa experiência no programa de reabilitação neurológica do Hospital SARAH-Brasília, o paciente relata com frequência sintomas que geram desconforto na evacuação e diminuição da frequência evacuatória, o que em muitos casos prejudica a sua qualidade de vida e de seus familiares. Objetivos: Conhecer a prevalência da constipação intestinal entre os pacientes admitidos com AVC; sua correlação com fatores como características sócio-demográficas e clínicas, características da lesão cerebral; capacidade funcional, conhecer a prevalência do uso de laxantes; e, por fim, verificar os resultados de dois modelos de condutas, instituídas para a reeducação intestinal. Métodos: Estudo longitudinal, analítico, realizado com 98 pacientes internados em enfermaria de reabilitação entre dezembro de 2009 a maio de 2010. Resultados: A prevalência de constipação foi de 48,98%, não havendo correlação entre as variáveis gênero, escolaridade, idade, comprometimento motor e auxílio locomoção, alteração de linguagem, atividade física, dieta, com a presença de constipação intestinal. A prevalência do uso de laxantes na admissão foi 19,15%. Quanto à presença de constipação intestinal antes e depois do AVC, verifica-se um aumento significativo dessa depois da lesão. A chance de o paciente apresentar constipação é 3,5 vezes maior depois do AVC do que antes, considerando o IC 95% (1,43-9,25); quanto às características do AVC, foi observada uma associação entre as lesões bilaterais e a constipação intestinal (P= 0,0480); também observamos que a melhora na capacidade funcional foi um preditor de melhora na frequência do hábito intestinal; e, finalmente, que as condutas introduzidas representaram um papel na melhora do hábito intestinal. Conclusões: A constipação intestinal é um achado frequente após o AVC. A lesão cerebral pode ser um fator de risco para constipação intestinal, e a implementação de um programa de reeducação intestinal e funcional tem impacto positivo na melhora da frequência do hábito intestinal dos pacientes, dessa forma sendo necessárias em um programa de reabilitação. _________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: A common complaint amongst patients diagnosed with cerebral injuries, originated by a Cerebrovascular accident (CVA), is intestinal constipation. The prevalence of intestinal constipation may vary, depending on the study type and age of the evaluated cerebral injury, however this occurrence is still superior in (CVA) patients when compared to its appearance in the general public. Medical observation used to site an association between the intestinal constipation and CVA, but this direct association whether clinical or pathophysiologic, is unclear, due to the fact that studies in this area are limited. Most commonly accepted explanations for the constipation, in this specific population, are related to age, use of medications, dehydration and immobility. According to our experience with the program of neurological rehabilitation at SARAH hospital in Brasilia, the patient often mentions symptoms such as discomfort while evacuating and a reduction in the frequency of evacuations, which harmed his and his family member’s life quality. Objectives: Identify the prevalence of intestinal constipation amongst patients suffering from CVAs; its correlation to social-demographic and clinical characteristics; characteristics of the cerebral injuries, and their functional capacity. To identify the prevalence of laxative use; and finally, to verify the results of two models of procedure, instituted for intestinal re-education. Methods: A longitudinal, analytical study taking place in the hospitals rehabilitation infirmary with 98 hospitalized patients, and dating from December 2009 till May 2010. Results: The prevalence of constipation was about 48,98% showing no relation to variables such as genre, schooling, age, motor impairment, locomotion aid, speech impairment, physical activity and diet. The prevalence of laxative use when admitted was 19.15%. As to the presence of the intestinal constipation before and after the AVC, a significant increase after the injury is verified. The possibility of a patient having constipation after an AVC is 3,5 times larger than before, considering the CI 95% (1,43-9,25); as to AVC characteristics, an association between bilateral injuries and intestinal constipation was observed (P=0,0480); we also observed that the improvement in functional capacity was antecedent to the improvement in intestinal habit frequency; finally, the proposed therapeutics approaches resulted in the intestinal habit improvement. Conclusions: Intestinal constipation is a frequent finding after an AVC. Cerebral injury can present a risk factor for intestinal constipation, and the implementation of an intestinal and functional re-education program has a positive impact in the patients intestinal habit frequency, in way that is necessary in a rehabilitation program.
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Parâmetros preditivos para o sucesso no desmame da ventilação mecânica em pacientes com acidente vascular cerebral e traumatismo crânio-encefálico

Genehr, Cristiane January 2007 (has links)
Resumo não disponível
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Manipulação da pressão arterial no acidente vascular cerebral isquêmico agudo

Nasi, Luiz Antonio January 2015 (has links)
Resumo não disponível
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Resultados funcionais da aplicação da toxina botulínica tipo A em pacientes com acidente vascular cerebral

Massia, Vanessa Ribas January 2009 (has links)
O Acidente Vascular Cerebral (AVC), junto com as demais doenças cerebrovasculares, é a terceira causa de óbito em países desenvolvidos e a principal causa de incapacidade em adultos. A espasticidade é a seqüela motora mais incapacitante, limitando as atividades funcionais. A toxina Botulínica (TB) tem se mostrado uma opção terapêutica benéfica, eficaz e segura. Pacientes submetidos à aplicação de TB devem iniciar um tratamento fisioterapeutico a fim de estabelecer a função perdida, tornando-o mais independente possível. O objetivo deste estudo é estudar os resultados funcionais da aplicação da Toxina Botulínica tipo A, associada à fisioterapia motora em pacientes com diagnóstico de AVC com seqüela de espasticidade. A metodologia: Para estudarmos os resultados funcionais da aplicação da Toxina Botulínica tipo A, quarenta e um pacientes com seqüela de espasticidade decorrente de AVC foram divididos em dois grupos conforme julgamento médico, e incluídos no estudo de acordo com os critérios de inclusão e exclusão. O grupo 1 (G1) era compostos por vinte e um pacientes que receberam injeções de toxina botulínica tipo A (TBA) nos membros superiores e inferiores e realizavam, simultaneamente, tratamento fisioterapeutico. O segundo grupo (G2) foi composto por vinte pacientes que receberam, individualmente, tratamento fisioterapeutico durante os três meses do estudo. A espasticidade foi avaliada através da amplitude de repouso articular do cotovelo, punho e dedos para membro superior e quadril, joelho e tornozelo para membro inferior. O tônus muscular foi avaliado através da Escala de Ashworth Modificada e a força muscular pela Medical Research Council. Os pacientes foram avaliados no momento que iniciavam o tratamento e três meses após. Nos resultados, o grupo 2 (G2) mostrou uma melhora significativa no padrão espástico no final do tratamento, evidenciando que os indivíduos chegaram mais perto do padrão normal do membro. Para o tônus muscular os valores mostraram uma diminuição significativa para o membro superior no grupo 1. Os valores de tônus muscular para o membro inferior não foram significativos em ambos os grupos. Ambos os grupos não obtiveram mudanças significativas na avaliação da força muscular. As conclusões mostraram que os objetivos e benefícios do paciente são fatores importantes a serem considerados no momento da escolha do tratamento. Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais podem desempenhar um papel fundamental na identificação desses objetivos. Tratamentos com menores efeitos colaterais, superando as expectativas de pacientes e cuidadores, geralmente são os escolhidos.
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O Acidente do trabalho e a responsabilidade civil do empregador

CAIRO JUNIOR, José January 2002 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T17:22:01Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo6003_1.pdf: 531270 bytes, checksum: cc9db0c2b742a94c2b77a8df8b74e70d (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2002 / O contrato de trabalho tem o seu conteúdo mínimo formado por cláusulas obrigatórias legais que, dentre outras determinações, impõem ao empregador zelar pela incolumidade psicofisiológica dos seus empregados. Vista sob esta ótica percebe-se que, em caso de dano sofrido pelo empregado, vítima de acidente do trabalho, a responsabilidade tem nítida natureza contratual, posto que decorrente de um inadimplemento contratual. A questão social impulsionou o surgimento de uma denominada responsabilidade acidentária , de natureza objetiva, transferida por imposição legal ao próprio Estado, que mediante contribuições periódicas do empregador, ficaria responsável pelo pagamento das indenizações devidas em caso de acidente do trabalho. Ocorre, porém, que a referida indenização acidentária não cobre, integralmente, o dano sofrido pelo operário e por esta razão encontrase o mesmo autorizado a ingressar em juízo para pleitear o complemento indenizatório desde que tenha agido o empregador com culpa ou dolo. A principal conseqüência do reconhecimento da natureza contratual da responsabilidade civil do empregador, negada pela maioria daqueles que se dedicam ao estudo da matéria, é a questão do ônus da prova da culpa, que passa a ser deste último, livrando o empregado, hipossuficiente na relação empregatícia, do grave encargo processual que lhe cabia e que, na maioria dos casos, lhe privava da indenização necessária para reparar os prejuízos sofridos com o acidente do trabalho
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Efeitos da prática mental na atividade da alimentação em pacientes após acidente vascular encefálico

CALDAS, Ada Salvetti Cavalcanti 31 January 2017 (has links)
Submitted by Pedro Barros (pedro.silvabarros@ufpe.br) on 2018-06-21T19:46:39Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) TESE Ada Salvetti Cavalcanti Caldas.pdf: 11368690 bytes, checksum: 9af8b82fb0655f1b62cb5270da137de8 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-06-21T19:46:39Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) TESE Ada Salvetti Cavalcanti Caldas.pdf: 11368690 bytes, checksum: 9af8b82fb0655f1b62cb5270da137de8 (MD5) Previous issue date: 2017-01-31 / Introdução: A imagética motora consiste na representação mental de uma ação motora específica que é internamente ativada dentro de uma memória de trabalho sem que haja nenhuma resposta motora. A Prática Mental (PM) decorre dessa estratégia cognitiva capaz de beneficiar a aquisição de habilidades motoras e a performance funcional de indivíduos em fase de reabilitação, ainda pouco utilizada para facilitara atividade global da alimentação. Entende-se como atividade global da alimentação o ato de alcançar um alimento, direcioná-lo à boca, mastiga-lo e degluti- lo. Objetivo: Avaliar a influência de um protocolo de PM individualizada, orientada à atividade global da alimentação, visando a recuperação motora funcional do membro superior afetado e das funções de mastigação e de deglutição em indivíduos com hemiparesia decorrente do Acidente Vascular Encefálico (AVE). Métodos: O estudo foi do tipo experimental, tendo sido ealizado no Centro de Reabilitação Prof. Ruy Neves Baptista do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira. O grupo de interesse da pesquisa foi composto por 11 voluntários (sete homens; média de idade 58,61 ± 13,33 anos) com AVE, os quais foram submetidos a 10 sessões de prática mental associada à prática motora direcionada à atividade global da alimentação. O grupo controle foi integrado por 10 voluntários com sequela de AVE (seis homens; média de idade 54,48 ± 9,46 anos), os quais realizaram 10 sessões de atividades abstratas e prática motora da atividade global da alimentação. Os procedimentos de avaliação do Membro Superior (MS) afetado e das funções da deglutição e mastigação consistiram em: medir o tônus muscular do MS afetado (Escala modificada de Ashworth); verificar a velocidade de movimento dos membros superiores (Teste de Caixa e Blocos); avaliar a dinâmica dos movimentos mandibulares (Eletrognatografia); analisar a atividade elétrica dos músculos da face (músculos masseter e suprahióides) e do MS afetado (músculos bíceps, tríceps, flexor radial do carpo; extensor comum dos dedos); bem como aplicar escalas funcionais (Escala Fugl-Meyer e AMIOFE) e de desempenho ocupacional (Medida Canadense de Desempenho Ocupacional - COPM). Os voluntários foram testados antes de iniciar o bloco de sessões e ao finalizar as 10 sessões terapêuticas. Este estudo foi aprovado pelo Comité de Ética e Pesquisa em Seres Humanos do IMIP (n° 847.008/2014). Os dados foram organizados em planilha Excel® e analisados com o programa SPSS na versão 13.0. Para análise dos dados foram utilizados os testes Mann-Whitney; Teste de Wilcoxon; e Teste Exato de Fisher. Resultados: O grupo caso apresentou aumento no escore da escala Fugl-Meyer, do teste caixa e blocos, da AMIOFE e do COPM (p=0,003). Na eletromiografia houve aumento do potencial elétrico nos músculos mais proximais (bíceps braquial e tríceps braquial), enquanto numericamente houve diminuição desse sinal nos músculos mais distais (flexores radiais do carpo e extensor comum dos dedos). Para as funções estomatognáticas, houve aumento no potencial elétrico dos músculos supra-hióides durante a deglutição. Nos traçados dos movimentos mandibulares identificou-se aumento numérico em todos os parâmetros. Na avaliação do tônus muscular os dois grupos apresentaram diminuição da espasticidade após as intervenções. Conclusão: Os resultados sugerem que a PM pode potencializar o treino motor da atividade global da alimentação. / Introduction: Motor imagery consists of the mental representation of a specific motor action that is internally activated within a working memory without any motor response. The Mental Practice (PM) derives from this cognitive strategy that can benefit the acquisition of motor skills and the functional performance of individuais undergoing rehabilitation, still little used to facilitate the global feeding activity. It is understood as a global food activity the act of reaching a food, directing it to the mouth, chewing it and swallowing it. Objective: To evaluate the influence of an individual PM protocol, oriented to the global feeding activity, aiming at the functional motor recovery of the affected upper limb and the chewing and swallowing functions in individuais with hemiparesis due to the Stroke. Methods: The study was of the experimental type, having been evaluated in the Center of Rehabilitation Prof. Ruy Neves Baptista of the Institute of Integral Medicine Prof. Fernando Figueira. The research interest group consisted of 11 volunteers (seven men, mean age 58.61 ± 13.33 years) with stroke, who underwent 10 sessions of mental practice associated with directed motor practice to global food activity. The contrai group consisted of 10 volunteers with a stroke sequei (six men, mean age 54.48 ± 9.46 years), who performed 10 sessions of abstract activities and motor practice of the global feeding activity. The procedures of evaluation of the affected upper limb (UL) and of the swallowing and chewing functions consisted of: measuring the muscle tone of the affected UL (modified ashworth scale); Check the velocity of movement of the upper limbs (Test Box and Blocks); To evaluate the dynamics of mandibular movements (Electrognatography); To analyze the electrical activity of the muscles of the face (masseter and suprahyoid muscles) and the affected UL (biceps, triceps, radial flexor carpi, common extensor digitorum); As well as to apply functional scales (Fugl-Meyer Scale and AMIOFE) and occupational performance (Canadian Occupational Performance Measure - COPM). The volunteers were tested before starting the session and at the end of the 10 therapeutic sessions. This study was approved by the Ethics and Research Committee on Fluman Beings of the IMIP (n° 847.008 / 2014). The data were organized in an Excel® worksheet and analyzed with the SPSS program in version 13.0. Mann-Whitney tests were used to analyze the data; Wilcoxon test; And Fisher's Exact Test. Results: The case group presented an increase in the Fugl-Meyer score, the box and block test, AMIOFE and COPM (p = 0.003). In electromyography, there was an increase in the electrical potential in the more proximal muscles (biceps brachii and triceps), whereas numerically there was a decrease in the signal in the most distai muscles (radial flexors of the carpus and common extensors of the fingers). For the stomatognathic functions, there was an increase in the electrical potential of the suprahyoid muscles during swallowing. In the trajectories of the mandibular movements a numerical increase in all the parameters was identified. In the assessment of muscle tone, both groups had decreased spasticity after the interventions. Conclusion: The results suggest that PM can enhance the motor training of the global feeding activity.
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JOGOS SÉRIOS PARA REABILITAÇÃO DE MEMBROS INFERIORES DE PACIENTES PÓS-AVC UTILIZANDO KINECT, AMBIENTES VIRTUAIS E SINAIS MIOELÉTRICOS

LYRA, J. O. M. 17 November 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T21:35:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_10494_Dissertação_Janaína de Oliveira Muniz Lya20161207-100624.pdf: 2675018 bytes, checksum: 05f85ff8275c9d5d19286a82ce1a2cb6 (MD5) Previous issue date: 2016-11-17 / Incapacidades motoras são os sintomas mais comuns após o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Quando os membros inferiores são afetados, a realização de atividades da vida diária fica comprometida. Um desenvolvimento recente no campo da reabilitação é o uso de jogos sérios utilizando em ambientes virtuais (AV), e sensores de movimento associados ao biofeedback sEMG. Por meio deste biofeedback, os sinais mioelétricos do músculo são convertidos em informações visuais e sonoras, permitindo ao paciente controlar sua atividade muscular. O objetivo deste trabalho é conceber e avaliar uma tecnologia assistiva (TA), na forma de jogos sérios, focada na reabilitação de membros inferiores de voluntários pós-AVC. A TA é composta por AVs, e por sensores de movimento e de eletromiografia de superfície (sEMG). O sistema foi desenvolvido levando-se em consideração as limitações funcionais e habilidades residuais do público alvo, buscando criar um ambiente motivador e de fácil uso. A TA é capaz de fornecer um biofeedback em tempo real, mostrando na tela do AV o nível de ativação muscular do usuário. Os AVs desenvolvidos têm como objetivo motivar os voluntários, a fim de que realizem movimentos de levantar-se/sentar-se e extensão/flexão de joelho. Para avaliar o sistema foram realizados testes com nove voluntários pós-AVC. Os resultados das avaliações, feitas por meio das métricas System Usability Scale (SUS), Goal Attainment Scale (GAS) e Questionário de Avaliação do Ambiente Virtual (QAAV), revelaram que o sistema foi bem avaliado pelos voluntários, ressaltando-se alguns pontos a serem melhorados nas próximas versões do sistema. Adicionalmente, uma análise feita nos sinais mioelétricos e amplitude dos movimentos revelou que o sistema foi eficiente no que se propôs a realizar. Palavras-chave: acidente vascular cerebral, jogos sérios, reabilitação, biofeedback, eletromiografia e ambientes virtuais.
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Análise do quadro clínico da linguagem verbal em pacientes adultos jovens acometidos por acidente vascular encefálico isquêmico ou hemorrágico

ROCHA, Jonathas Miranda Vilela 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T22:59:39Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo4219_1.pdf: 2141157 bytes, checksum: e7de94a4ffe1595987ea78a5b938b943 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / INTRODUÇÃO: As afasias, transtorno da linguagem verbal adquirido por lesão neurológica, possui uma incidência de 21-38% dos casos dos quais o acidente vascular encefálico (AVE) se revela a patologia de base. O estudo das afasias decorrentes de AVE, pela natureza nãoevolutiva permite um maior conhecimento sobre o substrato da linguagem no cérebro e de outras funções cognitivas. A diferença do AVE no jovem em relação ao idoso assenta sobretudo no espectro etiológico, que é mais alargado (com uma proporção maior de casos cuja causa é indeterminada) e no prognóstico, que é em geral mais favorável. As seqüelas resultantes implicam em algum grau de dependência, principalmente no primeiro ano após o AVE, com cerca de 30 a 40% dos sobreviventes impedidos de retornar ao trabalho e requerendo algum tipo de auxílio no desempenho das atividades cotidianas. OBJETIVO: Analisar o desempenho de pacientes adultos jovens acometidos por acidente vascular encefálico isquêmico (AVEI) ou acidente vascular encefálico hemorrágico (AVEH) nas tarefas de linguagem do protocolo Montreal-Toulouse versão Alpha. MÉTODOS: Para tal, a coleta de dados foi realizada na enfermaria neurocirúrgica do Hospital da Restauração, em Recife PE, contando com a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa deste estabelecimento de saúde. Participaram da pesquisa 40 pacientes de ambos os sexos, dos 26 a 49 anos, divididos em dois grupos de AVE com episódios isquêmico ou hemorrágico. Todos foram avaliados através do protocolo Montreal-Toulouse versão Apha, teste da linguagem verbal validado no Brasil podendo ser realizado em 30 minutos à beira do leito. Para análise estatística dos dados foram utilizados os testes exato de Fisher e o Mann Whitney. RESULTADOS: Na faixa etária em relação aos grupos de AVEI e AVEH, foi observada uma maior freqüência (32.5%) a partir dos 42 anos alcançando a idade limítrofe de 49 anos com 26 sujeitos, enquanto apenas 2 sujeitos (5%) concentraram-se entre os 30 a 33 anos. Os sujeitos não-alfabetizados e com 4 anos de escolaridade representaram maior freqüência no AVEH em relação ao AVEH que se concentrou com sujeitos entre 6 a 11anos de escolaridade, havendo em relação à escolaridade em anos diferença estatística significativa (p= 0.001) entre os grupos. Quando os grupos de AVEI (n=23) e AVEH (n=14), são divididos em sub-grupos de discurso fluente e não-fluente nas tarefas de compreensão oral, nomeação e repetição e leitura do grupo de AVEI, houve diferença estatística significativa (p= 0.016), (p= 0.003), (p= 0.001) no sub-grupo fluente em relação ao sub-grupo não-fluente, demonstrando a interferência da fluência do discurso no melhor do desempenho entre os sub-grupos.CONCLUSÕES: Os grupos de AVEI e AVEH, divididos em sub-grupos de AVEI com discurso fluente e não-fluente, foram encontradas diferenças estatísticas significativa no desempenho nas tarefas de linguagem do Protocolo Montreal-Toulouse, em relação ao sub-grupo de AVEH com discurso fluente e não-fluente, em que a interferência da fluência do discurso na performance se torna o achado de maior relevância deste estudo, superando a influência do maior comprometimento da lesão no pior desempenho de sujeitos afásicos

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