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Lesiones bucomáxilofaciales en pacientes adultos VIH/SIDA del Hospital San Juan de Dios y su relación con recuentos de linfocitos TCD4+Echeverría Valenzuela, Carol Macarena January 2014 (has links)
Trabajo de investigación requisito para optar al título de Cirujano-Dentista / Introducción: Lesiones bucomaxilofaciales conocidas se asocian con estados de
inmunosupresión en pacientes VIH/SIDA. La presencia de estas lesiones puede
ser el primer signo clínico de la infección y ser una importante herramienta para
monitorizar la progresión y pronóstico de ésta.
Objetivo: Determinar la asociación entre las lesiones bucomaxilofaciales y
diferentes niveles de inmunosupresión determinados por el recuento de linfocitos
TCD4+ en: Ausente (≥ 500 células/ml), Moderada (entre 201 células/ml y 499
células/ml) y Severa (≤200 células/ml) en pacientes adultos VIH/SIDA en atención
en el Hospital San Juan de Dios.
Materiales y Método: Estudio observacional analítico de corte transversal en
adultos diagnosticados con VIH/SIDA en atención en el Hospital San Juan de
Dios, durante un periodo de 17 meses. Se realizó examen intraoral y el
diagnóstico de las lesiones bucomáxilofaciales fue de acuerdo al criterio clínico de
EEC clearing house y a estudios imagenológicos e histopatológicos. El grado de
inmunosupresión se basó en el recuento de linfocitos TCD4+ más cercano al
momento del examen odontológico. Pacientes con diabetes, alcoholismo u otra
condición que provoque inmunosupresión fueron excluidos, al igual que las
pacientes embarazadas que pueden presentar manifestaciones orales propias de
su condición. Todos los pacientes incluidos en el estudio aceptaron participar
voluntariamente y firmaron el consentimiento informado. Los datos fueron
analizados mediante el test paramétrico T-Student para variables continuas y en
el caso de variables dicotómicas o categóricas se utilizó el test de chi cuadrado de
Pearson y Odds Ratio. Se utilizó un nivel de confianza de 95% cuando
correspondió.
Resultados: 60 pacientes cumplieron con los criterios de inclusión. Dentro del
grupo, 11 pacientes correspondieron a individuos del sexo femenino (18,3%) y 49
del sexo masculino (81,6%). La edad promedio fue de 40 ±1,44 años.
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El 35% de los pacientes presentaba lesiones orales asociadas a infección por VIH
con un recuento promedio de linfocitos TCD4+ de 299 células/ml y el 65% restante
presentaba un recuento promedio de 348 células/ml, sin existir diferencia
estadísticamente significativa (p=0,38). Por otro lado, se observó que es 3,275
veces más probable presentar una lesión asociada a VIH/SIDA cuando el
paciente se encuentra en inmunosupresión determinado por recuentos de
linfocitos TCD4+ menores a 500 células/ml. (OR=3,275).
Las lesiones orales asociadas a VIH/SIDA más comúnmente observadas fueron
las úlceras orales (10%) y el papiloma (0,8%). El Sarcoma de Kaposi se relacionó
con recuentos de linfocitos TCD4+ bajos (p=0,061).
Conclusión: Los pacientes con lesiones orales asociadas a infección por VIH
presentaron un recuento de linfocitos TCD4+ promedio menor (299 cél/ml) que los
que no presentaban lesiones asociadas (348 cél/ml) y existe mayor probabilidad
de presentar lesiones asociadas a VIH/SIDA cuando existe inmunosupresión
determinado por recuentos de linfocitos TCD4+ <500 cél/ml. (OR=3,275). Los
pacientes que presentaron sarcoma de Kaposi se relacionaron con recuentos de
linfocitos TCD4+ muy bajos (<50 cél/ml), lo que podría relacionarse con
inmunosupresión severa.
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Manifestações mucocutâneas de histoplasmose na AIDS : avaliação de 36 pacientes / Mucocutaneous manifestations of disseminated Histoplasmosis: evaluation of 36 hiv-infected PatientsCunha, Vanessa Santos January 2005 (has links)
Introdução: A histoplasmose é uma infecção geralmente subclínica e autolimitada em pacientes imunocompetentes. A maioria dos pacientes com HIV apresenta a forma disseminada da doença, considerada definidora de aids. As manifestações cutâneo-mucosas da histoplasmose são variadas, dificultando o diagnóstico. Métodos: Estudo retrospectivo de 24 pacientes com diagnóstico de histoplasmose, avaliados no serviço de Dermatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, de 2000 a 2003 e, prospectivamente, mais 12 pacientes, atendidos em 2004 e 2005. A análise considerou dados epidemiológicos e demográficos, bem como os parâmetros clínicos, distribuição e morfologia das lesões, contagem de células CD4+, terapia da micose e antirretroviral e se a doença foi a definidora de aids. Resultados: Vinte e seis (72%) doentes eram homens. A idade média foi 34 anos (17-58) e 16 pacientes (49%) tiveram seus diagnósticos realizados de dezembro a março, no verão. A histoplasmose foi confirmada por biópsia cutânea em 33 casos e por cultura em 23 deles. Onze pacientes recebiam antirretrovirais no momento do diagnóstico e a sua contagem de células CD4+ variou de 2 a 103 (média 29 células/mm³). Não houve diferenças significativas em relação a sexo, idade, método diagnóstico e uso de antirretrovirais entre a amostra retrospectiva e prospectiva. O número médio de lesões foi 2,7, variando de 1 a 7 tipos diferentes em um mesmo paciente. Pápulas com crosta e erosão/úlcera de mucosa foram as mais frequentes, em 64% e 58% dos pacientes, respectivamente. Uma distribuição difusa foi a mais comum, em mais de 58% dos casos. Houve uma associação significativa entre a contagem de células CD4+ e a variabilidade morfológica de lesões por paciente, sendo que um menor polimorfismo de lesões está associado a contagens mais baixas de células CD4+. Conclusão: A familiaridade com as manifestações dermatológicas da histoplasmose é importante para uma maior suspeição tanto da doença, quanto do próprio HIV. Pápulas com crostas difusas e erosão/úlcera de mucosa, no verão, em pacientes com aids e contagem de células CD4+ menor do que 50 células/ mm³ são achados muito sugestivos de histoplasmose. Porém, é de suma importância a realização de exames complementares para a exclusão dos outros diagnósticos diferenciais. A maior variabilidade morfológica das lesões nos pacientes com menor comprometimento imunológico (CD4 maior) poderia ser devido à necessidade de um certo grau de imunidade na gênese das lesões cutâneas. / Mucocutaneous lesions of disseminated histoplasmosis in HIV-infected patients have a wide spectrum of clinical manifestations making the diagnosis very difficult. The authors conducted a retrospective and prospective study in 36 HIVinfected patients with mucocutaneous histoplasmosis in a tertiary-care hospital in Brazil. Eleven patients (30%) were taking antiretrovirals when diagnosed and their CD4+ cell counts ranged from 2 to 103 cells/mm³. The average number of lesions was 3 per patient, and each patient presented 1 to 7 different morphological types of lesions. Erythematous papules and plaques with crusts, and oral mucosa erosions or ulcers were the most frequent dermatological alterations found in 64% and 58% of the patients respectively. A diffuse pattern of distribution of the skin lesions was found in 58% of the cases. There was a significant association between the CD4+ cell counts and the morphological variability of lesions per patient. Polymorphism of lesions was associated with higher counts of CD4+ cells. Limitations include the retrospective part of the study, where the data was not collected for an unique examiner. Physicians caring for HIV-infected patients should be aware of the wide spectrum of dermatological lesions observed in disseminated histoplasmosis, besides the importance to detect and isolate the fungus in mucocutaneous tissues.
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Influência dos genes HLA classe I na progressão para a Aids em indivíduos HIV positivosMatte, Maria Cristina Cotta January 2012 (has links)
A epidemia da aids é caracterizada por uma alta heterogeneidade no curso clínico da infecção pelo HIV-1. Enquanto alguns indivíduos progridem para aids em até três anos após a soroconversão, uma pequena parcela, chamada de progressores lentos, permanece assintomática e mantém seus níveis de T-CD4+ estáveis por mais de 10 anos. O papel das moléculas de HLA classe I, tais como HLA-A e HLA-B tem sido investigado para tentar explicar as diferenças observadas na progressão da infecção pelo HIV-1. Estudos recentes têm chamado a atenção para o papel dos genes de classe I não clássicos, como HLA-G, visto que esta molécula está envolvida na supressão da resposta do sistema imunológico durante as infecções virais. No presente estudo, noventa e oito pacientes com critérios bem definidos de progressão à aids foram selecionados, dos quais 48 foram classificados como progressores crônicos, 29 como progressores lentos e 21 como progressores rápidos. Nossos resultados suportam o papel do genótipo homozigoto para HLA na rápida progressão para a aids, assim como a o efeito protetor do alelo HLA-A*3 no tempo de progressão da infecção. Além disso, este é o primeiro trabalho que investiga a influência dos polimorfismos 14pb inserção/deleção e +3142 G/C do gene HLA-G na progressão para a aids e os resultados obtidos apontam para um importante papel desta molécula na progressão da doença. A ausência de marcadores genéticos classicamente envolvidos com a progressão rápida e lenta para a aids, neste grupo de pacientes HIV positivos, enfatiza a importância de estudos genéticos em diferentes populações. / The AIDS epidemic is characterized by an extreme heterogeneity in the clinical course of HIV-1 infection. Whereas some individuals progress to AIDS within three years after seroconversion, a small percentage, called long-term nonprogressors, remain asymptomatic and maintain stable T-CD4+ cell counts for more than 10 years. The role of HLA class I molecules, such as HLA-A and HLA-B, have been investigated to explain the differences observed on progression to AIDS. Recent studies have focused on the potential effect of non-classical HLA I genes, as HLA- G, since this molecule is involved in the suppression of immune responses against viral infections. In the present study, ninety-eight patients with well defined criteria of clinical progression to AIDS were selected, of which 48 subjects were classified as chronic progressors, 29 as long-term nonprogressors and 21 as rapid progressors. Our results support the role of HLA homozygous genotypes on rapid progression to AIDS as well as the protective effect of the HLA-A*3 allele in the progression of the infection. Furthermore, this is the first study that assessed the influence of the HLA-G polymorphisms 14bp insertion/deletion and +3142 G/C on AIDS progression and the results obtained indicate an important role of this molecule on AIDS progression. The absence of classical genetic markers related to rapid and long-term nonprogression to AIDS in this group of HIV-infected patients emphasizes the importance of study genetic diversity among different populations.
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Vivências e (con)vivências de crianças portadoras de HIV/AIDS e seus familiares : implicações educacionaisPedro, Eva Néri Rubim January 2000 (has links)
Esta investigação de cunho qualitativo, tipo estudo de caso, teve como objetivo detectar por meio de relatos das crianças soropositivas e seus familiares, como percebem a sua situação, vivem e (con)vivem nos seus contextos, assim como identificar quais as implicações educacionais que surgem, desse modo, servindo de subsídios para uma Educação para a Saúde, para elas próprias, assim como para todos os envolvidos com a temática IDV/AIDS. Os sujeitos entrevistados foram crianças soropositivas e/ou com AIDS, na faixa etária entre 5 e 13 anos e suas mães, moradoras em bairros da cidade de Porto Alegre. Os dados foram categorizados tematicamente através da Análise de Conteúdo de Bardin (1995), emergindo informações relevantes por meio de relatos, desenhos, vivências e experiências, permitindo identificar três categorias: vivências no processo saúde/doença; vivências no processo informação/educação; e vivências no processo de socialização. Na categoria relativa às vivências no processo saúde/doença apareceu, em relação aos acontecimentos no seu cotidiano, a manifestação das mães relacionada ao cuidado dispensado à criança, por exemplo, alimentação, permanência constante, cuidados com o clima e outros como fatos relevantes. Referiram também o tratamento propriamente dito, ou seja, a questão da adesão e as idas ao posto. Na categoria denominada vivências no processo informação/educação apareceu os sentimentos de discriminação, medo/vergonha e fé/esperança; e na categoria vivências no processo de socialização os sentimentos que evidenciam uma dificuldade no manejo de situações, assim como o pedido de ajuda, de solidariedade. Por fim, são apresentadas as implicações educacionais diretamente ligadas à formação acadêmica dos profissionais, tanto da Saúde como da Educação; as direcionadas à criança e seus familiares; aos profissionais de serviços, assim como sugestões para uma Educação para a Saúde, enquanto proposta de despertar, nas pessoas, uma autoconsciência para o compromisso com a qualidade de vida das crianças portadoras do HIV I AIDS e suas famílias. / This qualitative investigation, fonnulated as a case study, aimed to detect, through reports from HIV positive serum children and their parents, on how they perceived the situation, leave and interact in their context, as well as how to identify which are the educational implications which arise and, in this way, serving as resources for Education for Health, not only to themselves, but also to ali people who are involved with the HIV-AIDS subject. The interviewed subjects were HIV positive serum children and/or with AIDS, ageing between 5 and 13 years old and their mothers, dwellers of districts o f Porto Alegre. Data were characterised thematically of content analysis of Bardin, from which emerged relevant information taken from the reports, drawings, and life experiences. Thus, allowing to identify three different categories. Life experience in the health-disease process; life experiences in the informationeducation process; and life experiences in the socialisation process. The category related to the livings health process/disease has appeared in reference to the happenings in their daily life. The way that mothers display the care gi ven to the children, for instance like , feeding, constant presence, the care with weather changes and other relevant facts. With regard to the treatment itself, therefore, the adherence and visits to the health care unit. In the category designated living in the information process/education has appeared with feelings of fear, discrimination/shame, faith ,and hope. And the category of livings in socialization process ,the feelings show obstructions in handling the situations, such ask for help, solidarity. Finally, it was presented the educational implications directed linked to the academic formation of the health and education professionals; the ones directed to the children and their parents; and to services professionals as well as suggestions for Education for Health, meanwhile a proposition to awaken in the people a self-conscious to a compromise of life quality of IHV -AIDS children and their families. / Esta investigación cualitativa de tipo estudio de caso, tuvo como objetivo detectar por medio de los relatos de nifios sueropositivos y de sus familiares, como perciben su situación, viven y (con)viven en sus contextos, así como identificar cuales son las implicaciones educacionales que surgen de ese modo, sirviendo de subsídios a una Educación para la Salud, para ellas mismas y para todos los envueltos en el tema del HIV/SIDA. Los sujetos entrevistados fueron niíios sueropositivos y o con SIDA, en edades de 5 a 13 aiíos y sus madres, habitantes de la ciudad de Porto Alegre. Los datos fueron categorizados temáticamente a través del Análisis de Contenido de Bardin (1995), de los cuales emergieron informaciones relevantes a través de relatos, dibujos, vivencias y experiencias, permitiendo identificar tres categorias: vivencias en el proceso salud/enfermedad; vivencias en el proceso información/educación y VIvenctas en el proceso de socialización. En la categoria relativa a las vivencias en el proceso salud/enfermedad apareció, en lo referente a los acontecimientos en su cotidiano, a la manifestación de las madres relacionadas con el cuidado dispensado al niiío, por ejemplo, alimentación, permanencia constante, cuidados con el clima y otros como hechos importantes. . Se refirieron también ai tratamiento propiamente dicho, o sea, a la cuestión de la adhesión, de las idas a la Asistencia Pública. En la categoria llamada de Vivenctas en el proceso información/educación apareció las sensaciones de la discriminación, de miedo/ vergüenza y de fe/esperanza; e en la categoria vivencias en el proceso de socialización las sensaciones que evidencian una dificultad en el manejo de las situaciones, así como la solidaridad, orden de la ayuda. Finalmente, se presentan las implicaciones educacionales directamente relacionadas a la fonnación académica de los profesionales, tanto de la Salud como de la Educación; las direccionadas al níño y a sus familiares; a los profesionales de servicios, así como sugerencias a la Educación para la Salud, aJ mismo tiempo que una propuesta de despertar, en las personas, una autoconciencia para el compromiso con la calidad de vida de los nifios portadores de HIV/SIDA y sus famílias.
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Avaliacao neurologica e do desenvolvimento de criancas hiv positivasSilva, Carmem Lucia Oliveira da January 1998 (has links)
Os primeiros trabalhos mostrando as alterações neurológicas em pacientes com SIDA foram realizados em adultos e datam de 1983. Em crianças, as publicações iniciais relatando encefalopatia associada a SIDA surgiram em 1984. O crescente número de crianças HIV e a ausência de relatos da evolução desses pacientes, em nosso meio, motivou essa pesquisa que procura avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor e a prevalência de comprometimento neurológico dessas crianças. Para estudar as alterações neurológicas em uma amostra de 114 crianças HIV foram avaliados os resultados dos exames físicos e neurológicos e dos achados liquóricos a cada três meses durante um ano. Eletrencefalogramas e tomografias computadorizadas cerebrais foram realizadas no início do acompanhamento e doze meses após, fazendo parte da avaliação de rotina desses pacientes. A análise dos nossos resultados mostram que em todos os parâmetros estudados foi significativa a diferença entre crianças infectadas e não infectadas. Existe relação entre alteração neurológica na primeira consulta e evolução para encefalopatia (68,3%). O retardo de desenvolvimento neuropsicomotor mostrou uma tendência para evolução à encefalopatia. Houve associação significativa entre ser infectado e ter alterações no líquido cefalorraquidiano, eletrencefalograma, tomografia computadorizada cerebral e avaliação neurológica. Foi encontrada associação entre usar AZT e melhor evolução. / The first descriptions of neurologic abnormalities in AIDS patients were done in adults in 1983. In children, the initial publications describing AIDS associated encephalopathy appeared in 1984. The increasing number ofHIV+ children and the absence of reports of these patients' evolution in our population prompted this study to evaluate the neuropsychomotor development and prevalence of neurologic impairment of these children. To study the neurologic abnormalities in a sample of 114 HIV children/ we evaluated the results of neurologic and general examinations as well as cerebro spinal fluid findings every three months during one year. Electroencephalograms and brain computerized tomography were done at baseline and in twelve months, being part o f the routine evaluation o f these patients. Our results show a significant difference between infected and non-infected children in ali parameters. There was a relation between neurologic changes in the first visit and development of encephalopathy (68,3%). Neuropsychomotor developmental delay was associated with a tendency to envolve to encephalopathy. There was a significant association between being infected and having abnormalities in the cerebro spinal fluid, electroencephalogram, brain computerized tomography and neurologic evaluations. W e found an association between AZT use and favorable evolution.
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Avaliação imunogenética de variantes dos receptores tipo toll 7, 8 e 9 em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1Valverde Villegas, Jacqueline Maria January 2012 (has links)
Diferentes mecanismos envolvidos no controle da infecção pelo HIV-1 dependem, além de fatores virais, da variabilidade genética do hospedeiro. Assim, foi observado que os receptores tipo Toll (TLRs) endossomais, tais como TLR7, 8 e 9, estão envolvidos no reconhecimento de ácidos nucleicos derivados de vírus, como o HIV-1. Sendo que TLR7/8 reconhecem RNA simples fita (ssRNA) e TLR9 reconhece DNA dupla ou simples fita (ssDNA/dsDNA). Observou-se que o ssRNA derivado de HIV-1 é reconhecido pelos TLR7/8, os quais estimulam células dendríticas (DCs) e macrófagos à produção de interferons (IFNs) e citocinas pró-inflamatórias. Também foi observado que a proteína gp120 do HIV inibe a ativação das DCs plasmocitóides (pDCs), que expressam TLR9, consequentemente inibindo produção de IFN-α. Variantes nos genes TLR7/8/9 já foram associadas com a infecção ao HIV-1 e outras doenças inflamatórias, autoimunes e infecciosas. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência dos polimorfismos genéticos potencialmente funcionais: rs179008 no TLR7, rs3764880 no TLR8, rs5743836 e rs352140 no TLR9 em 366 pacientes adultos HIV+ e 415 indivíduos adultos saudáveis provenientes do sul do Brasil. O polimorfismo rs5743836 do TLR9 foi genotipado através da técnica de PCR alelo específico BIPASA enquanto que os demais polimorfismos por PCR-RFLP. As frequências genotípicas e haplotípicas foram comparadas usando o teste de Qui-quadrado e as frequências alélicas usando o teste Exato de Fisher. As comparações foram realizadas subdividindo os indivíduos de acordo com a origem étnica e o sexo. Quando comparamos indivíduos HIV+ eurodescendentes com o grupo controle, observamos diferenças nas frequências alélicas e genotípicas para o polimorfismo rs5743836 no TLR9 (P=0,011 e P=0,028, respectivamente), sendo que a frequência do genótipo CC foi maior nos pacientes quando comparado com os controles (residual P=0,040) conferindo susceptibilidade à infecção (OR=1,53; 95% IC: 1,05-2,23; P=0,030, modelo dominante). Na comparação dos indivíduos HIV+ afrodescendentes com o grupo controle, houve uma menor frequência do genótipo TC nos pacientes (residual P=0,006), sendo que esse genótipo foi associado com proteção à infecção (OR=0,60; 95% IC: 0,36-0,99; P=0,049, modelo dominante). Na análise de haplótipos dos polimorfismos rs5743836 e rs352140 do TLR9, as frequências haplotípicas estimadas não foram diferentes na comparação entre pacientes e controles. Em relação aos polimorfismos do TLR7 e TLR8 também não observamos diferenças nas frequências alélicas e genotípicas quando comparamos pacientes e controles. Nossos resultados demonstram o papel fundamental do polimorfismo rs5743836 na infecção do HIV e a importância do background genético entre os grupos étnicos que influenciam na susceptibilidade frente ao vírus. / Different mechanisms are involved in the control of HIV infection, as viral factors and genetic variability on the host. Thus, intracellular Toll-like receptors (TLRs), such as TLR7/8/9, are involved in the recognition of nucleic acids derived from viruses. TLR7/8 recognizes simple RNA strand (ssRNA) and TLR9 recognizes simple or double DNA strand (ss/dsDNA). It was showed that the ssRNA derived from HIV is recognized by TLR7/8 and stimulates DCs and macrophages to secrete IFN-α and proinflammatory cytokines. Also, a direct interaction of HIV gp120 with pDCs inhibits TLR9-mediated responses, including pDC activation and IFN-α secretion. TLR7/8/9 polymorphisms have been associated with HIV infection and other inflammatory autoimmune and infectious diseases. The aim of this study was to evaluate the influence of the rs179008 TLR7, rs3764880 TLR8 and rs5743836/rs352140 TLR9 polymorphisms, potentially functional, in 366 HIV+ adults patients and 415 healthy adults subjects from the Southern Brazil. The rs5743836 polymorphism was genotyped by allele specific PCR-BIPASA while the other variants by PCR-RFLP. Genotypic and haplotypic frequencies were compared using the Chi-square test and allele frequencies using the Fisher's exact test. The comparisons were made by subdividing the sample according to ethnicity and gender. In European-derived individuals, differences in genotypic and allelic frequencies was observed for the rs5743836 as compared patients with controls (P=0.028 and P=0.011, respectively). Also, a higher frequency for the CC genotype in patients as compared with controls (residual P=0.040), this genotype conferring susceptibility to HIV-1 infection (OR=1,53; 95% CI: 1,05-2,23; P=0,030, dominant model). In African-derived individuals, was observed that the rs5743836 TC genotype frequency was lower in patients as compared to controls (residual P=0,006) being associated with protection against to HIV infection (OR=0,60; 95% CI: 0,36-0,99; P=0,049). No differences in allelic and genotypic frequencies were observed for the TLR7/8 polymorphisms or haplotypic frequencies of TLR9 variants, comparing patients and controls. Our results suggest that the rs5743836 TLR9 polymorphism has an important role in HIV-1 infection since it was associated with susceptibility in Euro-derived and Afro-derived individuals. Keywords: TLRs, HIV-1, ethnicity, polymorphisms.
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Sarcoma de Kaposi: características clínico-laboratoriais, estadiamento inicial e desfecho em pacientes com AIDS atendidos em centro de referência de Recife/PE no período de 2004 a 2014LIMA, Catarina Tenório de 26 February 2015 (has links)
Submitted by Isaac Francisco de Souza Dias (isaac.souzadias@ufpe.br) on 2016-02-25T18:43:26Z
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Previous issue date: 2015-02-26 / O sarcoma de Kaposi (SK) é uma neoplasia maligna multifocal resultante da proliferação anormal do endotélio vascular, que ocorre principalmente em indivíduos com deficiência do sistema imunológico, sendo o câncer mais comumente associado à aids. Nos países emergentes, o SK permanece ainda como um grave problema de saúde pública e elevada taxa de mortalidade mesmo em pacientes que apresentam a forma cutânea da doença. Outros fatores agravantes nestes países são: o acesso tardio à terapia antirretroviral (TARV), o diagnóstico do SK em fase avançada da neoplasia e a não disponibilidade aos agentes antineoplásicos. Em Pernambuco, apesar da elevada taxa de detecção (22/100.000 habitantes) de casos de aids registrados no Siscel/Siclon, não existem dados do SK publicados. Este estudo objetiva descrever as principais características clínico-laboratoriais, o estadiamento inicial e o desfecho do SK em pacientes com aids atendidos em Centro de Referência de Recife-PE no período de 2004 a 2014, além de descrever quais as infecções oportunistas mais frequentes. Trata-se de um estudo descritivo com caráter analítico, retrospectivo, do tipo série de casos, onde foram analisados os prontuários de pacientes maiores 18 anos com aids e que apresentaram o diagnóstico histopatológico de SK. Foram incluídos 22 indivíduos, sendo 20 homens e 2 mulheres. Setenta e dois por cento dos indivíduos eram jovens e adultos jovens com idade que variava entre 18-39 anos. Muitos destes pacientes (54,4%) tiveram diagnóstico recente de HIV, com contagem de células T-CD4+ <200 cél/mm3 (77,3%) e 15 dos 22 pacientes não faziam uso de TARV. Quanto à classificação das lesões: 36,4% apresentavam lesões exclusivamente cutâneas, algumas disseminadas; 54,5% além do envolvimento da pele, a doença se estendia para mucosas, linfonodos e órgãos; e apenas 9% dos indivíduos durante a investigação tinham acometimento exclusivamente visceral, sem lesões de pele ou mucosas. O órgão mais acometido foi o estômago (53,3%), e na maioria das vezes, os pacientes eram assintomáticos. O estadiamento inicial foi baseado no AIDS Clinical Trial Group Oncology Committee, onde a descrição de Alto Risco foi mais frequente (86,4%). Não observamos associação significativa na relação entre o estadiamento inicial e o uso de TARV. Dos 22 pacientes, apenas cinco (22,7%) tratou o SK exclusivamente com TARV, enquanto 17 (77,3%) realizaram tratamento com quimioterapia. Quanto ao desfecho dos casos de SK, 40,9% dos pacientes obtiveram remissão completa. Entre os casos estudados, oito tiveram desfecho letal (36,5%). A despeito do diagnóstico tardio do SK associado à aids na população estudada, inclusive com risco desfavorável no momento do estadiamento, encontrou-se mortalidade menor do que a reportada em outros estudos e que pode estar relacionado ao acesso a serviço de saúde especializado. / The Kaposi sarcoma (KS) is a malignant multifocal neoplasm that results from the abnormal proliferation of the vascular endothelium occurs mainly in immunocompromised individuals. This type of cancer is most commonly associated with acquired immune deficiency syndrome (AIDS). In developing countries, KS remains a serious public health problem, with a high mortality rate even in patients presenting with the cutaneous variant of the disease. Other aggravating factors in these countries are late access to antiretroviral therapy (ART), diagnosis of KS in advanced stages of the cancer, and unavailability of antineoplastic agents. Despite the high rate of detection (22/100.000 inhabitants) of AIDS cases recorded in Siscel/Siclon in Pernambuco, there is not published data of the SK .The aims of this study were to describe the main clinical and laboratory characteristics, initial staging, and outcome of KS in AIDS patients examined at the Reference Center of Recife-PE between 2004 and 2014, and to describe the most frequent opportunistic infections. This case series is a descriptive, character analitico, retrospective study in which the medical records of older than 18 years AIDS patients who presented with a histopathological diagnosis of KS were reviewed. Twenty-two individuals (20 men and 2 women) were included in this study. Seventy-two percent of the individuals were youngs and young adults aged between 18 and 39 years. Many of these patients (54.4%) had been recently diagnosed with human immunodeficiency virus (HIV) infection, with CD4+ T-cell counts <200 cells/mm3 (77.3%) and 15 of the 22 patients did not undergo ART. Regarding the classification of lesions, 36.4% of the patients presented with exclusively cutaneous lesions, some of which were dispersed. In 54.5% of the patients, the disease had spread beyond the skin to include mucous membranes, lymph nodes, and organs; only 9% of the subjects presented with an exclusively visceral involvement, without skin or mucosal lesions, during the course of this research. The most frequently affected organ was the stomach (53.3%), in which case most of the patients were asymptomatic. The initial staging was in accordance with the AIDS Clinical Trial Group Oncology Committee staging system, whereby 5 of 7 patients who were undergoing ART and 14 of 15 patients who were not undergoing ART were classified to be at high risk of KS. No significant association between initial staging and the use of ART was observed. Of the 22 patients, only 5 (22.7%) were treated exclusively with ART for KS, whereas 17 (77.3%) underwent chemotherapy. Regarding the outcome of KS, 40.9% of the patients achieved complete remission. Among the patients studied, oito (36,5%)had fatal outcomes. Despite the late diagnosis of KS associated with AIDS in the population under study, including the unfavorable risk at the time of staging, the mortality was lower than that reported in other studies, which can be related to the current patients having access to a specialized health service.
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Barreiras para adesão ao tratamento em HIV/AIDSSouza, Hélia Carla de 24 August 2017 (has links)
Submitted by Fernanda Weschenfelder (fernanda.weschenfelder@uniceub.br) on 2017-08-25T19:12:01Z
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Previous issue date: 2017 / A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) promove a redução progressiva das funções do sistema imune, podendo induzir o surgimento de eventos adversos agudos, tais como: febre, infecções de vias aéreas superiores, lesões articulares e/ou musculoesqueléticas, comprometimento dérmico, fadiga, depressão e ansiedade. Adicionalmente, a progressão da doença é acompanhada por infecções oportunistas, aumentando a morbidade e a mortalidade. A terapia antirretroviral (TARV) tem por finalidade reduzir os efeitos da doença, a morbidade e a mortalidade, além de aumentar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente. Entretanto, a TARV induz alterações psicológicas e físicas consequentes do próprio tratamento, que podem interferir em sua adesão. Nesse sentido, este estudo teve como objetivo analisar a adesão terapêutica em pacientes submetidos à TARV no Distrito Federal, além de verificar os fatores facilitadores relacionados à adesão à TARV. Para isso, 99 participantes (10 mulheres e 89 homens) portadores do vírus HIV, foram selecionados por conveniência em duas unidades públicas de saúde no Plano Piloto. No local, responderam ao questionário para avaliação da adesão aos cuidados antirretroviral - CEAT-HIV, questionário sócio demográfico e questionário semiestruturado. Na amostra analisada, 33 participantes (33,3%) apresentaram adesão baixa/insuficiente ao tratamento, 52 participantes (52,5%) apresentaram adesão insuficiente/regular ao tratamento, enquanto 14 participantes (14,1%) apresentaram adesão estrita. Não houve diferença significativa entre homens e mulheres na pontuação do questionário de adesão aos cuidados (H:75,26 ± 5,53 vs. M: 76,30 ± 2,54; p = 0,944). Não houve diferença no escore de adesão aos cuidados entre os diferentes graus de instrução (1 grau: 76,51 ± 4,03 vs. 2 grau 72,78 ± 7,15 vs. 3 grau: 76,12 ± 4,21; p = 0,066). O fortalecimento do vínculo dos profissionais de saúde, a informação adequada e a conscientização dos pacientes, favorecem uma alta adesão aos cuidados, independentemente do nível escolaridade, sexo e do tempo de tratamento.
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Violência contra a mulher vivendo com HIV/AIDS usuária dos serviços de atendimento especializados em DST/AIDS de Porto AlegreKoetz, Ana Paula Messa January 2014 (has links)
Introdução: As experiências de violência podem funcionar como fatores limitantes para os cuidados em saúde, incluindo dificuldade na gestão segura da vida sexual e reprodutiva. A violência contra a mulher pode funcionar como uma causa ou como uma consequência para a infecção pelo HIV/Aids. O objetivo geral desta dissertação é analisar características das mulheres que sofreram episódios de violência durante a vida e episódios diretamente relacionados ao HIV/Aids em uma amostra de mulheres que conhecem sua sorologia positiva para HIV e que são usuárias dos Serviços de Atendimento Especializados em DST/Aids (SAE) de Porto Alegre, Brasil. Métodos: Os dados deste estudo resultam de uma pesquisa transversal, que incluiu mulheres HIV positivo em atendimento nos SAE. A população estudada foi composta por 691 mulheres de 18 a 49 anos que conheciam seu diagnóstico positivo para o HIV/Aids. A amostra foi caracterizada por meio da estatística descritiva e para análise das diferenças entre os grupos foi utilizado o teste de associação do qui-quadrado de Pearson. Resultados: Da amostra estudada, 57,8% mulheres relataram experiência de violência durante a vida. Nesse desfecho, encontrou-se associação positiva para menor renda domiciliar, maior número de gestações, maior número de filhos e menor idade na primeira relação sexual. Em relação à violência relacionada ao diagnóstico de HIV/Aids, 37,5% mulheres afirmaram terem sofrido esse tipo de violência. Nesse desfecho encontrou-se diferenças estatísticas significativas para menor escolaridade, menor renda domiciliar, menor idade na primeira relação sexual, não uso de preservativo, maior número de gestações e de filhos. Discussão: O presente estudo trouxe alguns fatores que caracterizam os contextos de vulnerabilidades a que estão expostas as mulheres que vivem com HIV/Aids, no que tange as experiências de violências. Experiências de violência podem impactar no processo saúde-doença nessa população. Sendo assim, o rastreamento dessas questões é sugerido aos serviços de saúde para um atendimento mais efetivo à saúde das mulheres que vivem com HIV/Aids. / Introduction: Violence may be a limiting factor for healthcare, which includes the difficulty of managing one’s reproductive and sexual life safely. Violence against women can be the cause and the consequence of HIV virus infection. The main purpose of this dissertation is to analyze characteristics of women who were victim of violence assaults throughout their lives and directly related to being infected with the HIV virus by a sample of women aware of their positive serology for HIV and who attend the STD/Aids Specialized Care Services (SAE) of Porto Alegre, Brazil. Methodology: The data of this study are the result of a cross-sectional research that included HIV positive women who attended the SAE. 691 women between 18 and 49 years old who were aware of their positive diagnose for HIV/Aids composed the studied population. The sample was characterized by descriptive statistics and Pearson’s chi-square test was used for the analysis of differences between groups. Results: Of the sample studied 57,8% women have reported experiencing violence in their life. In this outcome a positive association has been found between smaller household income, higher number of pregnancies, higher number of children and younger age in which they had their first sexual intercourse. Regarding violence in relation to HIV/Aids diagnosis, 37,5% of women claimed to have suffered this type of violence. In this outcome significant statistical differences have been found associated to less schooling, smaller household income, younger age of first sexual intercourse, non condom use, higher numbers of pregnancies and of children. Discussion: This study brought some factors that characterize the contexts of vulnerabilities for women living with HIV/AIDS in relation to experiences of violence. Experiences of violence can affect the process of health and disease in this population. Therefore, health services should monitor and track these issues in order to provide more effective health care for women living with HIV/Aids.
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Estado de salud buco-dentario en niños con VIH Hospital Roberto del Río : estudio comparativoAndreucic Verdugo, Carolina Isabel January 2008 (has links)
Trabajo de Investigación Requisito para optar al Título de Cirujano Dentista / Autor no autoriza el acceso a texto completo de su documento / El síndrome de inmunodeficiencia adquirida (SIDA), corresponde a una
alteración progresiva de la respuesta inmune ocasionada por el virus de la
inmunodeficiencia humana (VIH), el cual provoca una destrucción de las células
defensoras del organismo infectado, especialmente los linfocitos T CD4 los cuales son
los principales moduladores de todas las respuestas inmunes.
A consecuencia de lo anterior, ocurre un importante deterioro inmunológico que
deja expuesto a los pacientes infectados con este virus a contraer múltiples
enfermedades e infecciones oportunistas que en condiciones de normalidad son
infrecuentes o inexistentes.
El síndrome de inmuno deficiencia adquirida (SIDA), fue reconocido como una
nueva entidad clínica en junio de 1981, pocos años despúes, en 1984, aparecen en
nuestro país los primeros casos descritos en adultos y en 1987 el primer caso por VIH
en niños. Hasta la fecha se estima que existen en el mundo 33 millones de personas que
viven con el VIH, de los cuales 2,5 millones corresponden a menores de 15 años de
edad.
La infección por VIH progresa con mayor rapidez en los pacientes pediátricos
que en los adultos, y algunos niños sin tratamiento fallecen en los dos primeros años de
vida. Las afecciones producidas por esta infección comprometen a todos los órganos y
sistemas del organismo, pudiendo ocasionar manifestaciones inespecíficas o indicadoras
de SIDA.
Dentro de las manifestaciones orales de los niños con VIH, se describen una
mayor frecuencia de caries, acúmulo de placa bacteriana y gingivitis, además de un
mayor número de lesiones orofaciales tipo candidiasis, relacionado con el estado
inmunológico en que se encuentren.
Si bien la transmisión vertical del VIH en Chile ha presentado una gran
disminución en el transcurso de los últimos años, ésta se encuentra lejos de desaparecer
debido a la tendencia a la feminización que está ocurriendo en esta enfermedad y a los
adelantos en las TARVs que ha aumentado de manera significativa la sobrevida tanto de
los pacientes adultos como niños. Es por esto que se hace necesario realizar nuevas
investigaciones que permitan conocer la incidencia de esta enfermedad en relación a la
salud bucodental de los niños que la padecen. Esto nos motivó para realizar un estudio
que nos permita conocer las características bucales que presenta los niños con VIH y
compararlas con las que presentan los niños sin esta patología.
Para esto se tomó una muestra de 23 niños con VIH que reciben atención en la
unidad de Infectología del Hospital de Niños Roberto del Río, del servicio de Salud
Metropolitano Norte y otra muestra de 60 niños que acudían a la clínica de
Odontopediatría de la Facultad de Odontología de la Universidad de Chile, y/o en el
policlínico de trauma del Hospital de Niños Roberto del Río, área norte de Santiago. A
estos grupos de niños se les realizó un exámen dental, del cual se registraron valores
para caries dental, higiene oral, estado de salud gingival, características del esmalte y
presencia de lesiones orales, además de registrar antecedentes médicos respecto de su
enfermedad, en una ficha odontológica basada en la ficha de la OMS, modificada para
el estudio y así obtener los datos para cada variable.
Los valores obtenidos fueron analizados estadísticamente y se obtuvo una
diferencia significativamente mayor para el índice de placa bacteriana e índice de
higiene oral simplificado en el grupo estudio.
El índice gingival mostró diferencias significativas entre los grupos en estudio,
siendo mayor el valor encontrado para niños con VIH.
El número de piezas dentarias con defectos del esmalte en la dentición temporal
fue mayor para el grupo de niños VIH en comparación con el grupo control.
Así también el número de lesiones orofaciales encontradas fue mayor para el
grupo en estudio al compararlo con el grupo control, ya que este último no presentó
nigún tipo de lesión.
La diferencia entre los grupos para el índice de COP – D, ceo – d, índice de
depósitos duros y presencia de defectos del esmalte en la dentición definitiva no fueron
estadísticamente significativas, al igual que al relacionar todos los índicadores de salud
bucal analizados con las distintas etapa clínicas en la que se encontraban los niños del
grupo en estudio.
Para finalizar, extender la invitación a que se realicen nuevas investigaciones de este
tipo, debido a que la infección por VIH/SIDA constituye un problema de salud
importante, que está dentro de las Garantías Explicitas en Salud (GES). La sobrevida
como fue mencionada ha presentado un aumento considerable en estos pacientes, lo que
revela lo fundamental que es conocer las alteraciones que presenta el estado bucal de los
pacientes afectados, ya que al conocer sus necesidades, se pueden establecer protocolos
para la atención de ellos.
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