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Avaliação dos efeitos do extrato etanólico, resíduo butanólico e resíduo aquoso de Pfaffia paniculata sobre o crescimento do tumor de Ehrlich em suas formas ascítica e sólida / Evaluation of effects of the ethanolic extract, butanolic residue and aqueous residue of Pfaffia paniculata on the development of Ehrlich tumor in its ascitic and solid forms

Matsuzaki, Patricia 07 December 2004 (has links)
As raízes de Pfaffia paniculata têm sido popularmente utilizadas com vários propósitos, assim como adjuvante na terapia contra o câncer. Recentemente demonstramos que as raízes pulverizadas de Pfaffia paniculata causam uma atenuação do crescimento do tumor de Ehrlich em sua forma ascítica. Os objetivos do presente estudo foram caracterizar os efeitos do extrato etanólico, resíduos aquoso ou butanólico de Pfaffia paniculata sobre o desenvolvimento do tumor de Ehrlich, assim como investigar seus possíveis mecanismos. Em um primeiro experimento, foi demonstrado que camundongos machos Swiss, portadores do tumor de Ehrlich ascítico, tratados com resíduo aquoso ou butanólico, apresentaram uma maior sobrevida em relação aos animais controle. Nos experimentos com o tumor na forma sólida ou ascítica, os animais receberam, diariamente, o resíduo butanólico por 16 dias (experimento com o tumor sólido) ou 15 dias (experimento com o tumor ascítico). No 8º dia de tratamento, foram inoculados com 2,5 x 106 células tumorais, no coxim plantar esquerdo, ou com 5,0 x 106 células tumorais, Intraperitonealmente. O tumor ascítico foi avaliado, 7 dias após a inoculação do tumor, pela quantificação do volume de fluído ascítico, concentração de células tumorais e número total de células tumorais. O tumor sólido foi avaliado pela mensuração diária das patas e pela morfometria da área de necrose em meio à massa tumoral em cortes corados por HE, e proliferação celular, por imunoistoquímica, 8 dias após a inoculação do tumor. Nesses experimentos, nenhum destes parâmetros avaliados apresentaram alterações nos camundongos tratados com este resíduo. A fim de se avaliar a toxicidade do resíduo butanólico, os animais foram tratados com este resíduo por 14 dias. Os animais tratados com este resíduo apresentaram uma discreta diminuição de ganho de peso. Não houve evidências de toxicidade hepática e renal, pela mensuração das atividades de enzimas indicativas de necrose e pelo exame histopatológico de figado e rim, onde não se observou necrose. Em outro experimento, alguns parâmetros da atividade macrofágica, 24 após a inoculação do tumor, foram avaliados, por citometria de fluxo. Os animais receberam o resíduo butanólico por 7 dias, e foram inoculados com 5 x 106 células tumorais, intraperitonealmente. O burst oxidativo ativado por Staphylococcus aureus foi menor em animais tratados com o resíduo, porém não foram observadas diferenças ma fagocitose e burst oxidativo espontâneo ou ativado por PMA. Por fim, estudos in vitro foram realizados. Os efeitos deste resíduo sobre a viabilidade, medido pelo ensaio do MTT, e sobre o ciclo celular, utilizando citometria de fluxo, de células do tumor de Ehrlich foram avaliados. As maiores concentrações do resíduo levaram a uma diminuição da viabilidade e um aumento de morte celular. Assim, o tratamento com este resíduo, in vivo, causou uma atenuação do desenvolvimento tumoral, provavelmente devido a uma diminuição na formação do fluído ascítico ou a morte celular. Os efeitos deste resíduo foram mais pronunciados em cultura celular. / The roots of Pfaffia paniculata have been popularly used for various purposes, as well as an adjuvant for cancer therapy. Recently we have shown that the powdered roots of Pfaffia paniculata promote an attenuation of the Ehrlich tumor growth in its ascitic form. The aims of the present study were to characterize the effects of the ethanolic extract, aqueous or butanolic residues of Pfaffia paniculata on Ehrlich tumor development in mice, as well as investigate its possible mechanisms. In a first experiment, it was shown that aqueous or butanolic residues-treated Swiss mice bearing Ehrlich ascites tumor presented a higher survival time than control animal. In the experiments with the tumor in its solid or ascitic forms, the animals were given, daily, the butanolic residue for 16 days (experiment with solid tumor) or 15 days (experiment with ascitic tumor). On the 8o day of treatment, they were inoculated with 2,5 x 106 tumor cells, on the left footpad, or with 5 x 106 tumor cells, intraperitoneally. The ascitic tumor was evaluated, 7 days after the inoculation of the tumor, by the quantification of the volume of the ascitic fluid, concentration of tumor cells and total number of tumor cells. The solid tumor was evaluated by the daily measurement of the footpads and morphometry of the necrosis within the tumor area on HE stained slices, and cell proliferation by immunohistochemistry, 8 days after the inoculation of the tumor. In these experiments, none of these parameters showed any alterations in mice treated with the residue. In order to evaluate the toxicity of butanolic residue, the animals were treated with this residue (200mg/Kg) for 14 days. The animals treated with the residue showed a discrete decrease on weight gain. There were no evidences of hepatic and renal toxicity, by measurement of enzymes activities of necrosis, and also lack of necrosis by histopathological analysis of liver and kidney. In another experiment, some parameters of macrofagic activity, 24 hours after the inoculation of tumor, were evalueted, by flow citometry. The animals received the butanolic residue for 7 days and then were inoculated with 5 x 106 tumor cells, intraperitoneally. The oxidative burst activated by Staphylococcus aureus was reduced on animals treated with the residue, but no differences on fagocytosis and spontaneous or oxidative burst esimulated by PMA were found. Finally, in vitro studies were performed. The effects of this residue on the cell viability, measured by the MTT assay, and on the cell cycle, by flow cytometry, in Ehrlich tumor cells were evaluated. The highest concentrations of the residue caused a decrease of the cell viability and an increase of death cell. Thus, the treatment with this residue, in vivo, caused an attenuation of the tumor development, likely due to a decrease in the ascitic fluid formation or cell death. The effects of this residue on cell death were more pronounced in cultured cells. These results point to a novel agent for the cancer therapy, but further studies must be performed to elucidate the mechanisms responsible for these effects.
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Avaliação do comportamento vascular do tumor de Ehrlich na forma sólida em camundongos submetidos à eletroquimioterapia com bleomicina / Evaluation of vascular behavior of Ehrlich tumor in solid form in mice submitted to electrochemotherapy with bleomycin

Brunner, Carlos Henrique Maciel 01 October 2015 (has links)
A eletroquimioterapia (EQT) é uma modalidade de tratamento recente que se baseia na associação de quimioterápicos potencializados pela eletroporação. Possui indicação para neoplasias sólidas de origens histológicas distintas, apresentando baixa morbidade e elevada eficiência. A ação da EQT ocorre em múltiplos sítios, tanto envolvendo a quebra da molécula de DNA, quanto exercendo efeito sobre a vasculatura tumoral. No presente estudo buscou-se maior compreensão dos eventos vasculares, avaliando-se qualitativamente e quantitativamente, com auxílio de marcação imunológica, com fator VIII e VEGF-A, a vascularização do tumor de Ehrlich implantado na forma sólida em camundongos, não tratados e submetidos à EQT com bleomicina, após sete dias de tratamento. No intuito de melhor elucidar os fenômenos vasculares, também foi investigado o efeito do resveratrol associado à EQT. O resveratrol, presente em vegetais como as uvas, possui efeitos de inibição do HIF1-α, reconhecida proteina que estimula a angiogênese em condições de hipoxia tumoral. Os animais submetidos à quimioterapia com bleomicina não apresentaram redução de volume tumoral, ao contrário dos que sofreram EQT com o mesmo fármaco. Evidenciou-se maior densidade microvascular tumoral em animais tratados com quimioterapia, quando comparados aos não tratados e aos submetidos à EQT. O tratamento com resveratrol diminuiu a expressão de VEGF-A e obteve efeito mais pronunciado quando associado à EQT com bleomicina. Através dos fenômenos pesquisados pôde-se evidenciar que a EQT com bleomicina foi efetiva na redução do volume do tumor de Ehrlich e que houve redução da atividade proliferativa assim como da densidade microvascular tumoral. Também observou-se que o resveratrol, ainda mais quando associado à EQT com bleomicina, reduz a proliferação tumoral e a expressão de VEGF-A / The electrochemotherapy (EQT) is a new treatment modality based on the association of chemotherapy potentiated by electroporation. Has indication for solid neoplasms of histological distinct origins, presenting low morbidity and high efficiency. The action of the EQT occurs in multiple sites, both involving the breakage of the DNA molecule, as having an effect on the tumor vasculature. The present study aimed at better understanding of vascular events, evaluating qualitatively and quantitatively, using immune labeling, with factor VIII and VEGF-A, the vascularization of the Ehrlich tumor implanted in solid form in mice, untreated and submitted to EQT with bleomycin, after seven days of treatment. In order to better elucidate the vascular phenomena, was also investigated the effect of resveratrol associated with EQT. The resveratrol present in plants such as grapes, has inhibitory effects of HIF1-α, a protein that is recognized to stimulates angiogenesis in tumor hypoxia. The animals submitted to chemotherapy with bleomycin showed no reduction of tumor volume, unlike those who suffered EQT with the same drug. It was evidenced increased microvessel density tumor in animals treated with chemotherapy, when compared to untreated and those submitted to EQT. The treatment with resveratrol decreased the expression of VEGF-A and obtained effect was more pronounced when associated to the EQT with bleomycin. This research can prove that the EQT with bleomycin was effective in reducing the volume of Ehrlich tumor and that there was a reduction of proliferative activity as well as of microvascular density tumor. Also it was observed that the resveratrol, even more when associated with EQT with bleomycin, reduces the tumor proliferation and the expression of VEGF-A
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Terapia antiangiogênica de tumores utilizando células produtoras de endostatina encapsuladas em dispositivos de imunoisolamento / ANTIANGIOGENIC THERAPY USING ENDOSTATIN PRODUCER CELLS ENCAPSULATED IN IMMUNOISOLATION DEVICES.

Danielle Borim Rodrigues 15 July 2008 (has links)
Endostatina é um inibidor específico de proliferação de células endoteliais, migração e um potente inibidor de angiogênese. Foi demonstrado que a administração contínua de endostatina é mais efetiva na supressão tumoral do que a mesma dose administrada s.c. diariamente. Encontrar a concentração de endostatina para combater o crescimento tumoral é complicado pela pequena meia vida da proteína. O transplante de células encapsuladas em dispositivos de imunoisolamento é uma abordagem promissora para muitas doenças, pois permite uma liberação por longo tempo da proteína com propriedades terapêuticas. A membrana semipermeável pode proteger as células da rejeição do sistema imune, para evitar o problema de toxicidade, meia vida limitada e variação nos níveis circulantes. O dispositivo Theracyte® é um sistema de membranas semipermeáveis para macroencapsulamento que permite o implante de células geneticamente modificadas para liberação de proteínas terapêuticas in vivo sem a necessidade de imunosupressão do hospedeiro. Foi demonstrado neste estudo que fibroblastos murinos (células LM) expressando 0,4 µg de endostatina murina/106 células em 24 horas se apresentam como uma abordagem promissora para terapia tumoral. O sistema de liberação é composto de células LM produtoras de endostatina encapsuladas em macrocápsulas Theracyte para imunoisolamento de células. Para demonstrar a utilidade deste sistema, modelos de camundongos com tumores de Ehrlich e melanoma foram tratados com 107 células encapsuladas expressando endostatina. Foram analisados dois protocolos para o implante dos dispositivos: No primeiro, os dispositivos foram implantados nos animais e após 14 dias (cicatrização das feridas), as células expressando endostatina foram implantadas no interior destes dispositivos. Em um segundo, os dispositivos contendo as células foram implantados nos animais. O crescimento do tumor melanoma foi reduzido de 42% pela utilização do primeiro protocolo de implante e de 54% quando o segundo protocolo foi utilizado. O crescimento do tumor de Ehrlich foi reduzido de 25% utilizando o primeiro protocolo de implante. A imunohistoquímica utilizando anticorpo anti-endostatina demonstrou a liberação da endostatina para o estroma ao redor do dispositivo, mostrando que a endostatina, secretada pelas células recombinantes confinadas permeou através da membrana, atingindo os tecidos adjacentes. A efetividade da ação da endostatina na neovascularização de melanoma (B16-F10) foi determinada pela análise do número de estruturas vasculares, analisadas por imunohistoquímica utilizando anticorpo anti-CD34. Foi demonstrado um decréscimo de 41,5% no número de estruturas vasculares, 35,9% no número de vasos viáveis e de 33,5% na extensão da área vascular no grupo tratado. Os resultados descritos são promissores e podem oferecer uma alternativa para uma variedade te tipos de tumores. / Endostatin is a specific inhibitor of endothelial cell proliferation, migration and a potent angiogenesis inhibitor. It has been shown that continuous administration of endostatin is more effective in tumor suppression than the same dose administered s.c. daily. Achieving concentration of endostatin to combat tumor growth is complicated by the short life of the protein. Transplantation of encapsulated cells in immunoisolation devices is a promising approach for many diseases since it allows a long-term delivery of the therapeutic protein and the semi-permeable membrane can protect cell from host’s immune rejection, to circumvent the problem of toxicity, limited half life and variation in circulating levels. The Theracyte® device is a semi-permeable membrane macroencapsulation system for implantation of genetically engineered cells for therapeutic proteins delivery in vivo and which does not require host immunosuppression. It was shown in this study that encapsulated recombinant murine fibroblasts (LM) expressing 0.4µg of murine endostatina/106 cells in 24 hours presents a feasible approach to tumor therapy. The delivery system was composed of recombinant endostatin-producing LM murine cells encapsulated into Theracyte macrocapsule for immunoisolation of cells. To demonstrate the usefulness of this system, experimental mice models with Ehrlich and Melanoma tumors were treated with 107 encapsulated endostatin-expressing cells. Two protocols were used for the implant of the devices: 1) The devices were implanted in the animals and after 14 days (wound healing), the cells expressing endostatin were implanted into the device and 2) the devices were implanted in the animals containing the cells. Melanoma tumor growth was reduced by 42% using the first implant protocol and by 54% when the second protocol was used. Ehrlich tumor growth was reduced by 25% using the first device implant protocol. As revealed by anti-endostatin immunostaining, there was a release of endostatin to the tissue outside the devices, demonstrating that endostatin, secreted by the confined recombinant cells, permeated trough the membrane, reaching the surrounding tissues. The effectiveness of endostatin delivery on the neovascularization of melanoma (B16-F10) was determined by analysis of the number of vascular structures, accessed by immunohistochemistry using anti-CD-34 antibody. It was shown that there was a decrease of 41.5% in the number of vascular structures, 35.9% in the number of viable vessels and 33.5% in the extension of vascular area in the treated group. The results described are quite promising and may offer an alternative for the treatment of a variety of tumor types. LISTA
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Efeitos do diazepam sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich: envolvimento do Receptor Periférico para Benzodiazepínico (PBR) ou Proteína Translocadora (TSPO) / Diazepam effects on Ehrlich ascitic tumor growth: role of Peripheral Benzodiazepine Receptor (PBR) or Translocator Protein (TSPO)

Sakai, Mônica 17 August 2009 (has links)
Os benzodiazepínicos são amplamente utilizados devido às suas propriedades ansiolíticas e sedativas mediadas pelo complexo GABAA no Sistema Nervoso Central. Porém, posteriormente foi demonstrado que os mesmos também atuam no Receptor Periférico para Benzodiazepínico (PBR), conhecido atualmente como Proteína Translocadora (TSPO), expresso tanto em células normais como também em células tumorais. O presente trabalho avaliou os efeitos in vivo da administração de diazepam sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich em camundongos e o envolvimento da TSPO mediando este efeito. Mais especificamente, estudamos o crescimento tumoral, fases do ciclo e morte celular, assim como a produção de Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) e a expressão de TSPO nas células tumorais, após o tratamento com diazepam, Ro5-4864 ou clonazepam (3,0 mg/kg, via oral, por 7 dias). Quantificou-se também os níveis de diazepam no plasma e no fluido ascítico dos camundongos portadores do tumor. Finalmente, o sequenciamento parcial de Tspo das células do tumor de Ehrlich e a presença de receptores de estrógeno foram avaliadas. Os resultados mostraram que o tratamento in vivo com diazepam aumentou: (1) o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich e a porcentagem de células em fase G2-M, (2) a porcentagem de células positivas para anexina e PI, (3) a produção de EROs. No mesmo sentido, o tratamento in vivo com Ro5-4864: (4) Aumentou o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich e a porcentagem de células em fase S, (5) Não modificou a porcentagem de morte celular, (6) Aumentou a produção de EROs. Por outro lado, o tratamento in vivo com clonazepam não modificou: (7) quer o crescimento do tumor quer o ciclo celular, (8) a porcentagem de morte celular, (9) a produção de EROs. Além disso, o tratamento in vivo com diazepam não interferiu com a expressão de TSPO (western blot e citometria de fluxo) ou com os valores de Kd e Bmax de PK11195 (binding) presentes nas células do tumor de Ehrlich; entretanto, detectou-se a presença de polímeros, de alta porcentagem de células positivas para TSPO e uma alta afinidade de PK11195 por TSPO. Este mesmo tratamento resultou em níveis quantificáveis de diazepam no plasma e no fluido ascítico de animais portadores do tumor de Ehrlich. Finalmente, o sequenciamento parcial da Tspo presente nas células tumorais revelou 3 mutações nos nucleotídeos, sendo 1 delas silenciosa. Desta forma, estes resultados sugerem que as ações in vivo do diazepam sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich ocorram de maneira dependente e direta na TSPO existente em células do tumor de Ehrlich. Essas ações parecem envolver um aumento da produção de EROs e não modificam a expressão de TSPO. Finalmente o padrão farmacológico e bioquímico de expressão de TSPO nas células do tumor de Ehrlich pode indicar um papel dos mesmos na patogênese do câncer. / Benzodiazepines are widely used due to their anxiolitic and sedative properties, acting on specific site coupled to GABAA complex in the Central Nervous System. However, benzodiazepines have been shown to have high affinity for Peripheral Benzodiazepine Receptor site (PBR), now renamed as Translocator Protein (TSPO), expressed in normal cells, and being up-regulated on cancer cells. The present study evaluated the diazepam in vivo effects on Ehrlich ascitic tumor growth in mice and also the TSPO role in mediating this effect. Specifically we evaluated the tumor growth, cell cycle and cell death, and also the Reactive Oxygen Species (ROS) production and TSPO expression on tumor cells after diazepam, Ro5-4864 or clonazepam treatments (3.0 mg/kg, per oral, during 7 days). Furthermore, diazepam levels on plasma and on ascitic fluid taken from Ehrlich ascitic tumor bearing mice were quantified. Finally, the parcial Tspo sequencing on Ehrlich cells and Estrogen Receptor detection was evaluated. Results showed that diazepam in vivo treatment increased: (1) Ehrlich tumor growth and percentage of cells on G2-M phase, (2) percentage of positive cells for both annexin and PI, (3) ROS production. In the same way, Ro5-4864 in vivo treatment: (4) increased Ehrlich tumor growth and percentage of cells on S phase, (5) did not change the percentage of cell death, (6) increased ROS production. On the other hand, clonazepam in vivo treatment did not modify: (7) both Ehrlich tumor growth and cell cycle, (8) the percentage of cell death, and, (9) ROS production. Moreover, the in vivo diazepam treatment did not interfere with TSPO expression (western blot and flow cytometry) or Kd and Bmax values for PK11195 (binding) detected on Ehrlich tumor cells; however, the presence of TSPO polymers, a high percentage of TSPO positive cells and a high PK11195 afinity were found on these cells. This same treatment resulted on diazepam levels that were quantified on plasma and ascitic fluid from Ehrlich tumor bearing mice. Finally, Tspo partial nucleotide sequencing reaveled three point mutations, one of them is silent. Taken together, these data suggest that diazepam in vivo effects on Ehrlich tumor growth are TSPO-dependent. These actions may involve an increase on ROS production and seems not to be related to modifications on TSPO expression on tumor cells. Finally, TSPO pharmacological and biochemical properties on Ehrlich tumor cells are similar to those described in other tumor cells and may indicate a possible role for this protein on cancer pathogenesis.
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Possíveis efeitos antineoplásicos e mieloprotetores da Ipomoea carnea e de seu princípio ativo, a suainsonina, em camundongos / Possible antineoplastic and mieloprotective effects of Ipomoea carnea and its active principle swainsonine in mice

Santos, Felipe Martins dos 11 September 2009 (has links)
A Ipomoea carnea é uma planta tóxica de distribuição nacional e encontrada também em outros países de clima tropical. Possui entre seus princípios ativos um alcalóide indolizidínico chamado suainsonina que, devido à sua ação sobre enzimas intracelulares (a &alpha;-manosidase ácida e a manosidase II do Complexo de Golgi), altera receptores de membrana e moléculas de adesão. Acredita-se que a suainsonina possa ter atividades imunomodulatória, mieloprotetora, antineoplásica e antimetastática. Devido ao potencial terapêutico sugerido pela literatura, nesse estudo avaliou-se os possíveis efeitos antineoplásico e mieloprotetor da suainsonina empregada isoladamente ou em associação com um antineoplásico clássico, a cisplatina. Além disso, procurou-se avaliar se a administração do resíduo aquoso final da Ipomoea carnea (RAF), isoladamente ou também associado à cisplatina, possui atividade anitineoplásica. Foram utilizados camundongos C57Bl/6, que foram inoculados por via intraperitoneal (ip.) com 2x107 células do tumor ascítico de Ehrlich. Os animais foram divididos nos grupos: BRANCO, CONTROLE e tratados com: cisplatina (CIS); cisplatina e suainsonina (CISSW); suainsonina (SW); cisplatina e RAF (CISRAF); e RAF (RAF). A suainsonina foi administrada por via ip. 2x ao dia (1mg/kg de peso vivo). A cisplatina foi administrada por via ip. em dias alternados (0,25mg/kg). A administração do RAF foi realizada por gavage, na dose de 3g de folhas secas/kg de I. carnea. Foi avaliada a sobrevida, o crescimento tumoral e a celularidade da medula óssea e do baço. Os resultados mostraram que apenas o grupo CISSW apresentou aumento significativo na sobrevida em relação ao grupo CONTROLE (Logrank test, p<0,05). Em relação ao crescimento tumoral, os grupos CIS e CISSW apresentaram diminuições significantes quanto comparados ao grupo CONTROLE; porém, o grupo CISSW apresentou melhores resultados (ANOVA com pós teste de Dunns, p<0,001) quando comparado ao grupo CONTROLE,enquanto os animais tratados com o RAF não apresentaram diferenças significantes. Dados sobre o ciclo celular (citometria de fluxo) revelaram que todos os animais tratados com a cisplatina (CIS, CISSW e CISRAF) apresentaram aumento significante no número de células tumorais em apoptose, porém o grupo CISSW apresentou melhores resultados, prejudicando de maneira mais eficiente o ciclo celular das células tumorais. As análises referentes à atividade mieloprotetora da suainsonina não apresentou dados relevantes. Estes dados em conjunto indicam efeito antineoplásico sinérgico da suainsonina quando administrada concomitantemente com a cisplatina. / Ipomoea carnea is a toxic plant widely distributed in Brazil and other tropical countries. Among its active principles I. carnea has the indolizidine alkaloid swainsonine, which inhibits intracellular enzymes (the lysosomal &alpha;-mannosidase and the Golgi mannosidase II) and alters membrane receptors and adhesion molecules. It is known that swainsonine presents the following activities: imunommodulatory, bone marrow protective, antineoplastic e antimetastatic. Due to the therapeutical potencial suggested by other authors, the present study was performed to evaluate the antineoplastic and bone marrow protective effects of swainsonine when used alone or in association with a classic chemotherapy agent like cisplatin. Moreover, the antineoplastic effect of the I. carnea aqueous fraction (AF), when administered alone or in association with cisplatin, was evaluated. For this, male C57Bl/6 mice were randomly assigned to seven groups: UNTREATED; CONTROL; CIS (treated with cisplatin); CIS-SW (treated with cisplatin and swainsonine); SW (treated with swainsonine); CIS-AF (treated with cisplatin and I. carnea aqueous fraction); and AF (treated only with I. carnea aqueous fraction). All animals except for those from the untreated group received an intraperitoneal (ip.) inoculation of 2x107 viable Ehrlich Ascites Carcinoma cells on day zero. Swainsonine was administered by the ip. route twice a day (1mg/kg of body weight), cisplatin was administered by the ip. route in alternate days (0.25mg/kg) and AF (3g of I. carnea dry leaves/kg) was administered by the oral route (gavage). Survival rate, tumor growth, bone marrow and spleen cellularity were evaluated. The only group that showed a significant increase on the survival rate when compared to CONTROL was CISSW (Logrank test, p<0.05). Considering tumor growth, both CIS e CISSW groups showed significant decreases in this parameter when compared to CONTROL. However, this decrease was better observed in the CISSW group (ANOVA followed by Dunns test, p<0,001), when compared to the CONTROL. Treatment with AF did not cause significant differences. The cell cycle results (flow citometry) revealed a significant increase in the number of apoptotic tumor cells in all animals treated with cisplatin (CIS, CISSW e CISRAF), although CISSW showed better results, altering the cycle of the tumor cells more efficiently. Swainsonine did not present any relevant protective activity on the bone marrow. These results suggest the existence of a synergism when swainsonine is administered in association with cisplatin.
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Efeitos do reiki na evolução do granuloma induzido através da inoculação do BCG em hamsters e do tumor ascítico de Ehrlich induzido em camundongos / Effects of Reiki in the evolution of induced granuloma by inoculation of BCG in hamsters and of induced Ehrlich ascitic tumor in mices

Garé, Ricardo Rodrigues 28 November 2008 (has links)
Estudaram-se os efeitos da influência do Reiki na evolução do granuloma induzido experimentalmente pela inoculação do BCG no coxim plantar de hamsters, assim como os efeitos da mesma terapia em camundongos portadores do tumor ascítico de Ehrlich in vivo e in vitro. No modelo de inflamação granulomatosa crônica, utilizou-se 40 hamsters machos, os quais após serem inoculados com BCG no dia 0 no coxim da pata posterior direita, foram separados em dois grupos contendo 20 animais em cada. Um grupo denominado controle o qual não recebeu nenhum tratamento, e um grupo denominado Reiki, o qual recebeu reiki por 15 minutos, diariamente, a uma distância de 30 cm. Imediatamente antes da inoculação foi realizada a medida do diâmetro da pata a ser inoculada, sendo que as medições continuaram até o momento do sacrifício dos animais, sendo realizadas em dias alternados. No modelo de tumor ascítico de Ehrlich, foram utilzadas 26 camundongos fêmeas, as quais foram injetadas com células de Tumor de Ehrlich pela via intraperitoneal, sendo este considerado dia 0 do experimento. Em seguida estes camundongos foram separados em 3 grupos: controle (n=8), reiki A (n=9) e reiki B (n=9). Grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento, grupo Reiki A recebeu reiki por 10 minutos, diariamente, à uma distância de 30 cm e grupo Reiki B recebeu manipulação e uma técnica diferente de Reiki. Os animais então foram observados diariamente até o dia de óbito. Em relação ao edema de pata, foi observada diminuição deste nos hamsters inoculados com BCG e tratados com Reiki. Com respeito à avaliação da taxa de sobrevida em camundongos com tumor ascítico de Ehrlich, observou-se maior taxa de sobrevida nos camundongos inoculados pertencentes ao grupo Reiki A. / We studied the effects of the influence of Reiki in the evolution of the experimental induced granuloma by the inoculation of BCG in the footpad of hamsters, and the effects of the same therapy in mice with Ehrlich ascitic tumor in vivo and in vitro. In the chronic granulomatous inflammation model, it was used, 40 male hamsters, which, after been inoculated with BCG in day 0, it was separated in two groups with 20 animals per group: control and reiki. The control group received no treatment, and reiki group, which was treated with Reiki by 15 minutes, daily, from 30 cm of the box. Immediately before the inoculation, the footpad diameter was measured, and after this measure was made in every other day, until complete 54 days. In the Ehrlich ascitic tumor model, it was used, 26 female mice inoculated with Ehrlich tumor cells, by intraperitoneal via, in the day 0. After that, the mice were separated in three groups: control (n=8), reiki A (n=9) and reiki B (n=9). The control group received no treatment, reiki A group received Reiki treatment by 10 minutes, daily, from 30 cm of the box, and reiki B group, which was manipulated and received a different way of Reiki treatment. The mice were observed daily until death in order to analyze survival rate. As regards granuloma evaluation it was observed a reduced footpad edema in hamsters inoculated with BCG and treated with Reiki. In relation to survival rate assay, it was observed an increased lifespan of those mice of the reiki A group.
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Avaliação dos efeitos do extrato etanólico, resíduo butanólico e resíduo aquoso de Pfaffia paniculata sobre o crescimento do tumor de Ehrlich em suas formas ascítica e sólida / Evaluation of effects of the ethanolic extract, butanolic residue and aqueous residue of Pfaffia paniculata on the development of Ehrlich tumor in its ascitic and solid forms

Patricia Matsuzaki 07 December 2004 (has links)
As raízes de Pfaffia paniculata têm sido popularmente utilizadas com vários propósitos, assim como adjuvante na terapia contra o câncer. Recentemente demonstramos que as raízes pulverizadas de Pfaffia paniculata causam uma atenuação do crescimento do tumor de Ehrlich em sua forma ascítica. Os objetivos do presente estudo foram caracterizar os efeitos do extrato etanólico, resíduos aquoso ou butanólico de Pfaffia paniculata sobre o desenvolvimento do tumor de Ehrlich, assim como investigar seus possíveis mecanismos. Em um primeiro experimento, foi demonstrado que camundongos machos Swiss, portadores do tumor de Ehrlich ascítico, tratados com resíduo aquoso ou butanólico, apresentaram uma maior sobrevida em relação aos animais controle. Nos experimentos com o tumor na forma sólida ou ascítica, os animais receberam, diariamente, o resíduo butanólico por 16 dias (experimento com o tumor sólido) ou 15 dias (experimento com o tumor ascítico). No 8º dia de tratamento, foram inoculados com 2,5 x 106 células tumorais, no coxim plantar esquerdo, ou com 5,0 x 106 células tumorais, Intraperitonealmente. O tumor ascítico foi avaliado, 7 dias após a inoculação do tumor, pela quantificação do volume de fluído ascítico, concentração de células tumorais e número total de células tumorais. O tumor sólido foi avaliado pela mensuração diária das patas e pela morfometria da área de necrose em meio à massa tumoral em cortes corados por HE, e proliferação celular, por imunoistoquímica, 8 dias após a inoculação do tumor. Nesses experimentos, nenhum destes parâmetros avaliados apresentaram alterações nos camundongos tratados com este resíduo. A fim de se avaliar a toxicidade do resíduo butanólico, os animais foram tratados com este resíduo por 14 dias. Os animais tratados com este resíduo apresentaram uma discreta diminuição de ganho de peso. Não houve evidências de toxicidade hepática e renal, pela mensuração das atividades de enzimas indicativas de necrose e pelo exame histopatológico de figado e rim, onde não se observou necrose. Em outro experimento, alguns parâmetros da atividade macrofágica, 24 após a inoculação do tumor, foram avaliados, por citometria de fluxo. Os animais receberam o resíduo butanólico por 7 dias, e foram inoculados com 5 x 106 células tumorais, intraperitonealmente. O burst oxidativo ativado por Staphylococcus aureus foi menor em animais tratados com o resíduo, porém não foram observadas diferenças ma fagocitose e burst oxidativo espontâneo ou ativado por PMA. Por fim, estudos in vitro foram realizados. Os efeitos deste resíduo sobre a viabilidade, medido pelo ensaio do MTT, e sobre o ciclo celular, utilizando citometria de fluxo, de células do tumor de Ehrlich foram avaliados. As maiores concentrações do resíduo levaram a uma diminuição da viabilidade e um aumento de morte celular. Assim, o tratamento com este resíduo, in vivo, causou uma atenuação do desenvolvimento tumoral, provavelmente devido a uma diminuição na formação do fluído ascítico ou a morte celular. Os efeitos deste resíduo foram mais pronunciados em cultura celular. / The roots of Pfaffia paniculata have been popularly used for various purposes, as well as an adjuvant for cancer therapy. Recently we have shown that the powdered roots of Pfaffia paniculata promote an attenuation of the Ehrlich tumor growth in its ascitic form. The aims of the present study were to characterize the effects of the ethanolic extract, aqueous or butanolic residues of Pfaffia paniculata on Ehrlich tumor development in mice, as well as investigate its possible mechanisms. In a first experiment, it was shown that aqueous or butanolic residues-treated Swiss mice bearing Ehrlich ascites tumor presented a higher survival time than control animal. In the experiments with the tumor in its solid or ascitic forms, the animals were given, daily, the butanolic residue for 16 days (experiment with solid tumor) or 15 days (experiment with ascitic tumor). On the 8o day of treatment, they were inoculated with 2,5 x 106 tumor cells, on the left footpad, or with 5 x 106 tumor cells, intraperitoneally. The ascitic tumor was evaluated, 7 days after the inoculation of the tumor, by the quantification of the volume of the ascitic fluid, concentration of tumor cells and total number of tumor cells. The solid tumor was evaluated by the daily measurement of the footpads and morphometry of the necrosis within the tumor area on HE stained slices, and cell proliferation by immunohistochemistry, 8 days after the inoculation of the tumor. In these experiments, none of these parameters showed any alterations in mice treated with the residue. In order to evaluate the toxicity of butanolic residue, the animals were treated with this residue (200mg/Kg) for 14 days. The animals treated with the residue showed a discrete decrease on weight gain. There were no evidences of hepatic and renal toxicity, by measurement of enzymes activities of necrosis, and also lack of necrosis by histopathological analysis of liver and kidney. In another experiment, some parameters of macrofagic activity, 24 hours after the inoculation of tumor, were evalueted, by flow citometry. The animals received the butanolic residue for 7 days and then were inoculated with 5 x 106 tumor cells, intraperitoneally. The oxidative burst activated by Staphylococcus aureus was reduced on animals treated with the residue, but no differences on fagocytosis and spontaneous or oxidative burst esimulated by PMA were found. Finally, in vitro studies were performed. The effects of this residue on the cell viability, measured by the MTT assay, and on the cell cycle, by flow cytometry, in Ehrlich tumor cells were evaluated. The highest concentrations of the residue caused a decrease of the cell viability and an increase of death cell. Thus, the treatment with this residue, in vivo, caused an attenuation of the tumor development, likely due to a decrease in the ascitic fluid formation or cell death. The effects of this residue on cell death were more pronounced in cultured cells. These results point to a novel agent for the cancer therapy, but further studies must be performed to elucidate the mechanisms responsible for these effects.
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Possíveis efeitos antineoplásicos e mieloprotetores da Ipomoea carnea e de seu princípio ativo, a suainsonina, em camundongos / Possible antineoplastic and mieloprotective effects of Ipomoea carnea and its active principle swainsonine in mice

Felipe Martins dos Santos 11 September 2009 (has links)
A Ipomoea carnea é uma planta tóxica de distribuição nacional e encontrada também em outros países de clima tropical. Possui entre seus princípios ativos um alcalóide indolizidínico chamado suainsonina que, devido à sua ação sobre enzimas intracelulares (a &alpha;-manosidase ácida e a manosidase II do Complexo de Golgi), altera receptores de membrana e moléculas de adesão. Acredita-se que a suainsonina possa ter atividades imunomodulatória, mieloprotetora, antineoplásica e antimetastática. Devido ao potencial terapêutico sugerido pela literatura, nesse estudo avaliou-se os possíveis efeitos antineoplásico e mieloprotetor da suainsonina empregada isoladamente ou em associação com um antineoplásico clássico, a cisplatina. Além disso, procurou-se avaliar se a administração do resíduo aquoso final da Ipomoea carnea (RAF), isoladamente ou também associado à cisplatina, possui atividade anitineoplásica. Foram utilizados camundongos C57Bl/6, que foram inoculados por via intraperitoneal (ip.) com 2x107 células do tumor ascítico de Ehrlich. Os animais foram divididos nos grupos: BRANCO, CONTROLE e tratados com: cisplatina (CIS); cisplatina e suainsonina (CISSW); suainsonina (SW); cisplatina e RAF (CISRAF); e RAF (RAF). A suainsonina foi administrada por via ip. 2x ao dia (1mg/kg de peso vivo). A cisplatina foi administrada por via ip. em dias alternados (0,25mg/kg). A administração do RAF foi realizada por gavage, na dose de 3g de folhas secas/kg de I. carnea. Foi avaliada a sobrevida, o crescimento tumoral e a celularidade da medula óssea e do baço. Os resultados mostraram que apenas o grupo CISSW apresentou aumento significativo na sobrevida em relação ao grupo CONTROLE (Logrank test, p<0,05). Em relação ao crescimento tumoral, os grupos CIS e CISSW apresentaram diminuições significantes quanto comparados ao grupo CONTROLE; porém, o grupo CISSW apresentou melhores resultados (ANOVA com pós teste de Dunns, p<0,001) quando comparado ao grupo CONTROLE,enquanto os animais tratados com o RAF não apresentaram diferenças significantes. Dados sobre o ciclo celular (citometria de fluxo) revelaram que todos os animais tratados com a cisplatina (CIS, CISSW e CISRAF) apresentaram aumento significante no número de células tumorais em apoptose, porém o grupo CISSW apresentou melhores resultados, prejudicando de maneira mais eficiente o ciclo celular das células tumorais. As análises referentes à atividade mieloprotetora da suainsonina não apresentou dados relevantes. Estes dados em conjunto indicam efeito antineoplásico sinérgico da suainsonina quando administrada concomitantemente com a cisplatina. / Ipomoea carnea is a toxic plant widely distributed in Brazil and other tropical countries. Among its active principles I. carnea has the indolizidine alkaloid swainsonine, which inhibits intracellular enzymes (the lysosomal &alpha;-mannosidase and the Golgi mannosidase II) and alters membrane receptors and adhesion molecules. It is known that swainsonine presents the following activities: imunommodulatory, bone marrow protective, antineoplastic e antimetastatic. Due to the therapeutical potencial suggested by other authors, the present study was performed to evaluate the antineoplastic and bone marrow protective effects of swainsonine when used alone or in association with a classic chemotherapy agent like cisplatin. Moreover, the antineoplastic effect of the I. carnea aqueous fraction (AF), when administered alone or in association with cisplatin, was evaluated. For this, male C57Bl/6 mice were randomly assigned to seven groups: UNTREATED; CONTROL; CIS (treated with cisplatin); CIS-SW (treated with cisplatin and swainsonine); SW (treated with swainsonine); CIS-AF (treated with cisplatin and I. carnea aqueous fraction); and AF (treated only with I. carnea aqueous fraction). All animals except for those from the untreated group received an intraperitoneal (ip.) inoculation of 2x107 viable Ehrlich Ascites Carcinoma cells on day zero. Swainsonine was administered by the ip. route twice a day (1mg/kg of body weight), cisplatin was administered by the ip. route in alternate days (0.25mg/kg) and AF (3g of I. carnea dry leaves/kg) was administered by the oral route (gavage). Survival rate, tumor growth, bone marrow and spleen cellularity were evaluated. The only group that showed a significant increase on the survival rate when compared to CONTROL was CISSW (Logrank test, p<0.05). Considering tumor growth, both CIS e CISSW groups showed significant decreases in this parameter when compared to CONTROL. However, this decrease was better observed in the CISSW group (ANOVA followed by Dunns test, p<0,001), when compared to the CONTROL. Treatment with AF did not cause significant differences. The cell cycle results (flow citometry) revealed a significant increase in the number of apoptotic tumor cells in all animals treated with cisplatin (CIS, CISSW e CISRAF), although CISSW showed better results, altering the cycle of the tumor cells more efficiently. Swainsonine did not present any relevant protective activity on the bone marrow. These results suggest the existence of a synergism when swainsonine is administered in association with cisplatin.
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Efeitos do diazepam sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich: envolvimento do Receptor Periférico para Benzodiazepínico (PBR) ou Proteína Translocadora (TSPO) / Diazepam effects on Ehrlich ascitic tumor growth: role of Peripheral Benzodiazepine Receptor (PBR) or Translocator Protein (TSPO)

Mônica Sakai 17 August 2009 (has links)
Os benzodiazepínicos são amplamente utilizados devido às suas propriedades ansiolíticas e sedativas mediadas pelo complexo GABAA no Sistema Nervoso Central. Porém, posteriormente foi demonstrado que os mesmos também atuam no Receptor Periférico para Benzodiazepínico (PBR), conhecido atualmente como Proteína Translocadora (TSPO), expresso tanto em células normais como também em células tumorais. O presente trabalho avaliou os efeitos in vivo da administração de diazepam sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich em camundongos e o envolvimento da TSPO mediando este efeito. Mais especificamente, estudamos o crescimento tumoral, fases do ciclo e morte celular, assim como a produção de Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) e a expressão de TSPO nas células tumorais, após o tratamento com diazepam, Ro5-4864 ou clonazepam (3,0 mg/kg, via oral, por 7 dias). Quantificou-se também os níveis de diazepam no plasma e no fluido ascítico dos camundongos portadores do tumor. Finalmente, o sequenciamento parcial de Tspo das células do tumor de Ehrlich e a presença de receptores de estrógeno foram avaliadas. Os resultados mostraram que o tratamento in vivo com diazepam aumentou: (1) o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich e a porcentagem de células em fase G2-M, (2) a porcentagem de células positivas para anexina e PI, (3) a produção de EROs. No mesmo sentido, o tratamento in vivo com Ro5-4864: (4) Aumentou o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich e a porcentagem de células em fase S, (5) Não modificou a porcentagem de morte celular, (6) Aumentou a produção de EROs. Por outro lado, o tratamento in vivo com clonazepam não modificou: (7) quer o crescimento do tumor quer o ciclo celular, (8) a porcentagem de morte celular, (9) a produção de EROs. Além disso, o tratamento in vivo com diazepam não interferiu com a expressão de TSPO (western blot e citometria de fluxo) ou com os valores de Kd e Bmax de PK11195 (binding) presentes nas células do tumor de Ehrlich; entretanto, detectou-se a presença de polímeros, de alta porcentagem de células positivas para TSPO e uma alta afinidade de PK11195 por TSPO. Este mesmo tratamento resultou em níveis quantificáveis de diazepam no plasma e no fluido ascítico de animais portadores do tumor de Ehrlich. Finalmente, o sequenciamento parcial da Tspo presente nas células tumorais revelou 3 mutações nos nucleotídeos, sendo 1 delas silenciosa. Desta forma, estes resultados sugerem que as ações in vivo do diazepam sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich ocorram de maneira dependente e direta na TSPO existente em células do tumor de Ehrlich. Essas ações parecem envolver um aumento da produção de EROs e não modificam a expressão de TSPO. Finalmente o padrão farmacológico e bioquímico de expressão de TSPO nas células do tumor de Ehrlich pode indicar um papel dos mesmos na patogênese do câncer. / Benzodiazepines are widely used due to their anxiolitic and sedative properties, acting on specific site coupled to GABAA complex in the Central Nervous System. However, benzodiazepines have been shown to have high affinity for Peripheral Benzodiazepine Receptor site (PBR), now renamed as Translocator Protein (TSPO), expressed in normal cells, and being up-regulated on cancer cells. The present study evaluated the diazepam in vivo effects on Ehrlich ascitic tumor growth in mice and also the TSPO role in mediating this effect. Specifically we evaluated the tumor growth, cell cycle and cell death, and also the Reactive Oxygen Species (ROS) production and TSPO expression on tumor cells after diazepam, Ro5-4864 or clonazepam treatments (3.0 mg/kg, per oral, during 7 days). Furthermore, diazepam levels on plasma and on ascitic fluid taken from Ehrlich ascitic tumor bearing mice were quantified. Finally, the parcial Tspo sequencing on Ehrlich cells and Estrogen Receptor detection was evaluated. Results showed that diazepam in vivo treatment increased: (1) Ehrlich tumor growth and percentage of cells on G2-M phase, (2) percentage of positive cells for both annexin and PI, (3) ROS production. In the same way, Ro5-4864 in vivo treatment: (4) increased Ehrlich tumor growth and percentage of cells on S phase, (5) did not change the percentage of cell death, (6) increased ROS production. On the other hand, clonazepam in vivo treatment did not modify: (7) both Ehrlich tumor growth and cell cycle, (8) the percentage of cell death, and, (9) ROS production. Moreover, the in vivo diazepam treatment did not interfere with TSPO expression (western blot and flow cytometry) or Kd and Bmax values for PK11195 (binding) detected on Ehrlich tumor cells; however, the presence of TSPO polymers, a high percentage of TSPO positive cells and a high PK11195 afinity were found on these cells. This same treatment resulted on diazepam levels that were quantified on plasma and ascitic fluid from Ehrlich tumor bearing mice. Finally, Tspo partial nucleotide sequencing reaveled three point mutations, one of them is silent. Taken together, these data suggest that diazepam in vivo effects on Ehrlich tumor growth are TSPO-dependent. These actions may involve an increase on ROS production and seems not to be related to modifications on TSPO expression on tumor cells. Finally, TSPO pharmacological and biochemical properties on Ehrlich tumor cells are similar to those described in other tumor cells and may indicate a possible role for this protein on cancer pathogenesis.
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Efeitos do reiki na evolução do granuloma induzido através da inoculação do BCG em hamsters e do tumor ascítico de Ehrlich induzido em camundongos / Effects of Reiki in the evolution of induced granuloma by inoculation of BCG in hamsters and of induced Ehrlich ascitic tumor in mices

Ricardo Rodrigues Garé 28 November 2008 (has links)
Estudaram-se os efeitos da influência do Reiki na evolução do granuloma induzido experimentalmente pela inoculação do BCG no coxim plantar de hamsters, assim como os efeitos da mesma terapia em camundongos portadores do tumor ascítico de Ehrlich in vivo e in vitro. No modelo de inflamação granulomatosa crônica, utilizou-se 40 hamsters machos, os quais após serem inoculados com BCG no dia 0 no coxim da pata posterior direita, foram separados em dois grupos contendo 20 animais em cada. Um grupo denominado controle o qual não recebeu nenhum tratamento, e um grupo denominado Reiki, o qual recebeu reiki por 15 minutos, diariamente, a uma distância de 30 cm. Imediatamente antes da inoculação foi realizada a medida do diâmetro da pata a ser inoculada, sendo que as medições continuaram até o momento do sacrifício dos animais, sendo realizadas em dias alternados. No modelo de tumor ascítico de Ehrlich, foram utilzadas 26 camundongos fêmeas, as quais foram injetadas com células de Tumor de Ehrlich pela via intraperitoneal, sendo este considerado dia 0 do experimento. Em seguida estes camundongos foram separados em 3 grupos: controle (n=8), reiki A (n=9) e reiki B (n=9). Grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento, grupo Reiki A recebeu reiki por 10 minutos, diariamente, à uma distância de 30 cm e grupo Reiki B recebeu manipulação e uma técnica diferente de Reiki. Os animais então foram observados diariamente até o dia de óbito. Em relação ao edema de pata, foi observada diminuição deste nos hamsters inoculados com BCG e tratados com Reiki. Com respeito à avaliação da taxa de sobrevida em camundongos com tumor ascítico de Ehrlich, observou-se maior taxa de sobrevida nos camundongos inoculados pertencentes ao grupo Reiki A. / We studied the effects of the influence of Reiki in the evolution of the experimental induced granuloma by the inoculation of BCG in the footpad of hamsters, and the effects of the same therapy in mice with Ehrlich ascitic tumor in vivo and in vitro. In the chronic granulomatous inflammation model, it was used, 40 male hamsters, which, after been inoculated with BCG in day 0, it was separated in two groups with 20 animals per group: control and reiki. The control group received no treatment, and reiki group, which was treated with Reiki by 15 minutes, daily, from 30 cm of the box. Immediately before the inoculation, the footpad diameter was measured, and after this measure was made in every other day, until complete 54 days. In the Ehrlich ascitic tumor model, it was used, 26 female mice inoculated with Ehrlich tumor cells, by intraperitoneal via, in the day 0. After that, the mice were separated in three groups: control (n=8), reiki A (n=9) and reiki B (n=9). The control group received no treatment, reiki A group received Reiki treatment by 10 minutes, daily, from 30 cm of the box, and reiki B group, which was manipulated and received a different way of Reiki treatment. The mice were observed daily until death in order to analyze survival rate. As regards granuloma evaluation it was observed a reduced footpad edema in hamsters inoculated with BCG and treated with Reiki. In relation to survival rate assay, it was observed an increased lifespan of those mice of the reiki A group.

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