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Effects of repetitive work on proprioception and of stretching on sensory mechanisms : implications for work-related neuromuscular disorders

Björklund, Martin January 2004 (has links)
The aims of the thesis were (i) to investigate the impact of repetitive low-intensity work exposure on proprioception and (ii) to examine effects of muscle stretching (especially sensory effects and effects on muscle nociception) and to relate its application to the prevention, alleviation and/or treatment of work-related neuromuscular disorders. The effects of low-intensity repetitive work on the shoulder proprioception were tested in healthy subjects. The effect of working time on the retention of subjective fatigue and their relation to changes in proprioception, and the immediate effect of stretching on shoulder proprioception were investigated. A new method to test the stretchability of the rectus femoris muscle was investigated for reliability and validity and used to assess the effects of a two-week stretching regimen on range of motion and on subjective stretch sensation. Finally, the interactions between innocuous muscle stretch and nociceptive chemical stimulation on discharge behavior of nociceptive dorsal horn neurons in the feline spinal cord were explored. The main findings were as follows: 1) The repetitive low-intensity work to fatigue diminished the shoulder proprioception; the working time as well as the retention of subjective fatigue were partly related to the extent of changed proprioception. 2) There was no effect of acute muscle stretching on the proprioception. 3) The new method for testing muscle stretchability proved valid and reliable. A two-week stretching regimen increased the tolerance to stretch torque, but the range of motion remained unchanged. 4) Half of the nociceptive dorsal horn neurons that responded to close arterial injections of bradykinin were modulated by muscle stretching applied directly after the injections. Altogether, the results give credence to the hypothesis of an involvement of sensory information distortion due to repetitive low-intensity work exposure in the development of work-related neuromuscular disorders. Increased tolerance to stretch torque may be an important mechanism in explaining improvements following stretch treatment. The spinal interactions between innocuous stretch and nociceptive muscle afferent inputs indicate a possible mechanism involved in stretching-induced pain alleviation.
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FADIGA MUSCULAR: ANÁLISE DOS MÚSCULOS ORBICULARES DA BOCA E MASTIGATÓRIOS DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS DE IDADE / MUSCLE FATIGUE: ANALYSIS OF THE ORBICULARIS ORIS MUSCLES AND MASTICATORY MUSCLES OF CHILDREN 6 TO 12 YEARS OF AGE

Stella, Angela Ruviaro Busanello 22 April 2014 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / This research aimed to study the fatigue of the orbicularis oris muscles and masticatory muscles, by analyzing the median frequency of the electromyographic signal, considering the breathing mode, the facial growth pattern and age. Also aimed to compare fatigue by electromyographic evaluation with referred fatigue time by children. For this purpose, were selected 70 children between six and 12 years old, of both sexes, that suited the study criteria. Underwent speech, cephalometric, otorhinolaringology, dentistry and body mass index. Electromyographic evaluation was performed in two evaluation protocols. Protocol of the orbicularis oris muscles, children should hold dumbbells lip 40, 60 and 100gr as well as lip exerciser until the feeling of fatigue these muscles. As for the masticatory muscles, the children should chewing gum portion and positioned bilaterally in the oral cavity to the feeling of fatigue these muscles. Subsequently, the median frequency analysis was performed on four different times for each musculature, 5, 10, 15 and 20 seconds for the orbicularis oris muscle, and 15, 30 , 45 and 60 seconds for the masticatory muscles. Were also recorded the referred fatigue time to as fatigue by children. Data were analyzed by ANOVA - repeated measures (post - hoc Tukey), Kruskal-Wallis test and Mann- Whitney U test. As results showed that: the orbicularis oris muscles showed a significant decrease in the median frequency farrowing the five seconds of activity, but regardless of the comparison between groups; when were made these comparison, muscles studied, in their respective protocols, showed no significant decrease; the reported time to the feeling of muscles orbicularis oris fatigue was lower in mouth breathers and children of age group one. When comparing orbicularis oris and masticatory muscles fatigue by electromyography and the reporting of children, in all groups, the perception occurred after the decrease of the median frequency. Thus, it is concluded that the physiological fatigue of the muscles was not influenced by breathing mode, the facial growth pattern, the association of them and age group, but the perception of muscles orbicularis oris fatigue was influenced by the breathing mode and age. The physiological fatigue of the orbicularis oris muscles preceded the reporting of fatigue time. Although there was no physiological fatigue for masticatory muscle, occurred the reporting of fatigue these muscles. / Esta pesquisa teve como objetivo estudar a fadiga dos músculos orbiculares da boca e mastigatórios, por meio da análise da frequência mediana do sinal eletromiográfico, considerando o modo respiratório, o padrão facial de crescimento e a faixa etária. Ainda objetivou comparar a fadiga pela avaliação eletromiográfica com o tempo de fadiga referido pelas crianças. Para tanto, foram selecionadas 70 crianças entre seis e 12 anos de idade, de ambos os sexos, que se adequaram aos critérios do estudo. As mesmas passaram por avaliação fonoaudiológica, cefalométrica, otorrinolaringológica, odontológica e de índice de massa corporal. Foi realizada avaliação eletromiográfica em dois protocolos de avaliação. Para protocolo dos músculos orbiculares da boca, as crianças deveriam sustentar halteres labiais de 40, 60 e 100gr, bem como exercitador labial, até a sensação de fadiga desta musculatura. Já para os mastigatórios, deveriam mascar goma em porção padronizada e posicionada bilateralmente na cavidade oral até a sensação de fadiga. Posteriormente foi realizada a análise da frequência mediana, em quatro tempos para cada musculatura, 5, 10, 15 e 20 segundos para os músculos orbiculares da boca e 15, 30, 45 e 60 segundos para os mastigatórios. Também foi registrado o tempo de fadiga referido pelas crianças. Os dados foram analisados pelos testes ANOVA - medidas repetidas (post-hoc Tukey), teste Kruskal-Wallis e teste U de Mann-Whitney. Como resultados observou-se que: os músculos orbiculares da boca demonstraram decréscimo significativo da frequência mediana a parir dos cinco segundos de atividade, mas independentemente da comparação entre os grupos; quando realizada a comparação entre os grupos, os músculos estudados não demonstraram decréscimo significativo; o tempo relatado para a sensação de fadiga muscular dos orbiculares da boca foi menor nos respiradores orais e nas crianças da faixa etária um. Ao comparar a fadiga muscular, pela eletromiografia e pelo relato das crianças, em todos os grupos a percepção ocorreu após o decréscimo da frequência mediana. Assim, conclui-se que a fadiga fisiológica dos músculos avaliados não sofreu influência do modo respiratório, padrão facial de crescimento, da associação dos mesmos e da faixa etária, mas a percepção da fadiga dos músculos orbiculares sofreu influência do modo respiratório e da faixa etária. A fadiga fisiológica dos músculos orbiculares precedeu o relato do tempo de fadiga. Embora não tenha ocorrido a fadiga mastigatória fisiológica, ocorreu o relato de fadiga desta musculatura.
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Análise do controle postural e muscular do lançamento de precisão no futebol em condições de dupla-tarefa e fadiga neuromuscular / Analysis of postural and muscle control in accuracy kicking soccer in dual-task and neuromuscular fatigue conditions

Silva, Marcelo Guimarães [UNESP] 05 July 2016 (has links)
Submitted by MARCELO GUIMARÃES SILVA null (marceloguimas@bol.com.br) on 2016-07-26T18:35:45Z No. of bitstreams: 1 Tese versão final (Marcelo G. Silva).pdf: 1917864 bytes, checksum: a838ac0134d881bdc0e3174a0b9c06f7 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Paula Grisoto (grisotoana@reitoria.unesp.br) on 2016-07-29T12:47:27Z (GMT) No. of bitstreams: 1 silva_mg_dr_guara.pdf: 1917864 bytes, checksum: a838ac0134d881bdc0e3174a0b9c06f7 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-07-29T12:47:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 silva_mg_dr_guara.pdf: 1917864 bytes, checksum: a838ac0134d881bdc0e3174a0b9c06f7 (MD5) Previous issue date: 2016-07-05 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A coordenação postura e movimento é um importante requisito para realizar tarefas diárias. Para investigar esta coordenação, dois experimentos foram conduzidos. No primeiro, a demanda cognitiva adicional associada ao controle da postura e do movimento foi estimada usando o paradigma da dupla-tarefa. No segundo, foram investigados os efeitos da fadiga muscular de membros inferiores nesta coordenação. Trinta e seis homens adultos, 20 a 30 anos, futebolistas amadores, foram voluntariamente recrutados, vinte para o primeiro e dezesseis para o segundo experimento. A tarefa consistiu em lançar uma bola até o alvo, o mais precisamente possível, com a parte interna do pé. Parâmetros biomecânicos foram analisados: centro de pressão (CP), centro de massa (CM) e atividade eletromiográfica (EMG). Os valores foram comparados por ANOVAs (p=5%). Resultados do primeiro experimento mostraram que a condição de dupla-tarefa produziu uma diminuição na performance e significante aumento no tempo de execução do movimento. Resultados dos deslocamentos do CP e CM mostraram significantes diferenças somente na direção anteroposterior (p<0,05). Análises do sinal EMG mostraram que a condição dupla-tarefa modificou o modo que os ajustamentos posturais antecipatórios (APAs) foram gerados, enfatizando que os processos cognitivo, postural e motor trabalharam dependentemente. No segundo experimento, os resultados mostraram que a eficácia do lançamento diminuiu com a fadiga. Resultados dos deslocamentos do CP e CM mostraram significantes diferenças entre condições, nas direções anteroposterior e médio-lateral (p<0,05). Análises EMG mostraram que em condição de fadiga houve um aumento da atividade dos músculos posturais, ao passo que na análise temporal EMG uma diminuição da ativação ocorreu em relação ao início do movimento. Em conclusão, os resultados de ambos os experimentos sugeriram que uma adaptação funcional resultou numa invariância global dos APAs, e independente da condição, foi aplicada, garantindo desta maneira uma performance relativamente eficaz do movimento. / The coordination of posture and movement is a necessary requirement to perform daily life tasks. To investigate this coordination, two experiments were conducted. In the first, the additional cognitive demand associated to postural and movement control was estimated using a dual-task paradigm. In the second, were investigated the effects of lower limbs muscular fatigue on this coordination. Thirty six adult men, 20 to 30 years old, amateur footballers, were voluntary recruited, twenty to first and sixteen to the second experiment. Participant’s task was to kick a ball with the inside of the right foot, as accurately as possible, toward a target. Biomechanical parameters were analyzed: center of pressure (CP), center of mass (CM) and electromyographic activity (EMG). The values were compared by ANOVAs (p=5%). Results of the first experiment showed that dual-task yielded a decreased kicking performance and a significant increased timing to perform the movement. CP and CM displacements results showed significant differences only in anteroposterior direction (p<0,05). EMG signal analysis showed that dual-task condition modified the way of adjustments postural anticipatory (APAs) were generated, emphasizing that cognitive, postural, and motor processes worked dependently. In the second experiment, results showed that kicking accuracy decreased with fatigue. CP and CM displacement results showed significant differences between conditions, in anteroposterior and mediolateral directions (p<0,05). EMG analysis showed that in fatigue condition, postural muscles were important, mainly for stabilizing the body during the unipodal stance. EMG analysis showed that the fatigue condition was increased activity of the postural muscles, while in the EMG temporal analysis a decrease in activation occurred in the beginning of the movement. In conclusion, the results of both experiments suggested that a functional adaptation resulting in an invariance of overall APAs, whatever the condition, was applied and ensured a relatively efficient performance. / CAPES PDSE: 99999.014828/2013-08
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Efeito do tempo de repouso ap?s fadiga induzida no desempenho neuromuscular do quadr?ceps femoral: ensaio cl?nico, controlado, randomizado, cego

Locks Neto, Francisco 07 December 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T15:16:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 FranciscoLN_DISSERT.pdf: 4822164 bytes, checksum: cc0478a8a23dc6bbd47f43aca8f238f6 (MD5) Previous issue date: 2011-12-07 / Objective: To evaluate the effect of different resting periods, after induced muscle fatigue, in the quadriceps femoris neuromuscular performance, in healthy subjects. Methods: Sixty-four volunteers, of both genders, with an average of 21,8 ? 1,7 years and mean body mass index of 24,2 ? 3,7 Kg/m2 were randomly assigned into 4 groups: control group (was not induced fatigue); Experimental Group 1 (Exp. 1 1 minute of rest after fatigue); Experimental Group 3 (Exp. 3 3 minutes of rest after fatigue) and Experimental Group 5 (Exp. 5 5 minutes of rest after fatigue). The subjects were evaluated to the knee?s joint position sense (JPS), followed by 5 flexion-extension knee concentric isokinetic contractions at 60?/s, with concomitant recording of median frequency (Fmed) of rectus femoris (RF), vastus lateralis (VL) and vastus medialis (VM). Then they underwent a muscle fatigue protocol (30 flexion-extension knee concentric contractions at 60?/s) and were reevaluated on the isokinetic performance, Fmed and JPS. Blood lactate levels were measured before initial assessment, immediately after the fatigue protocol and 5 minutes after the end of the rest period. Results: The adoption of 3 minutes of rest was sufficient to restore the initial conditions for the peak torque normalized by body weight and the VL and VM Fmed. The joint position sense returned to its initial values with 1 minute rest. The lactate concentration remained high regardless of the adopted rest period. Conclusion: The use of 3-minute rest period is sufficient for the reestablishment of the neuromuscular parameters to the pre fatigue values. / Objetivo: Avaliar o efeito de diferentes tempos de repouso, ap?s fadiga muscular induzida, no desempenho neuromuscular do quadr?ceps femoral, em indiv?duos saud?veis. M?todos: Sessenta e quatro volunt?rios, de ambos os g?neros, com m?dia de 21,8 ? 1,7 anos e ?ndice de massa corp?rea m?dio de 24,2 ? 3,7 Kg/m2 foram distribu?dos aleatoriamente em 4 grupos: Grupo Controle (n?o foi induzida fadiga); Grupo Experimental 1 (Exp. 1 1 minuto de repouso ap?s fadiga); Grupo Experimental 3 (Exp. 3 3 minutos de repouso ap?s fadiga); e Grupo Experimental 5 (Exp. 5 5 minutos de repouso ap?s fadiga). Os sujeitos realizaram uma avalia??o que consistiu na determina??o do senso de posi??o articular (SPA) do joelho, seguida de 5 contra??es isocin?ticas conc?ntricas de flexo-extens?o do joelho a 60?/s, com concomitante registro da frequ?ncia mediana (Fmed) dos m?sculos reto femoral (RF), vasto lateral (VL) e vasto medial (VM). Em seguida, foram submetidos a um protocolo de fadiga muscular (30 contra??es conc?ntricas de flexo-extens?o do joelho a 60?/s) e reavaliados quanto ao desempenho isocin?tico, Fmed e SPA. Os n?veis de lactato sangu?neo foram mensurados antes da avalia??o inicial, imediatamente ap?s o protocolo de fadiga e 5 minutos ap?s o t?rmino do tempo de repouso. Resultados: A ado??o de 3 minutos de repouso foi suficiente para restabelecimento das condi??es iniciais para o pico de torque normalizado pelo peso corporal e para a Fmed do VL e VM. O senso de posi??o articular atingiu seus valores iniciais com 1 minuto de repouso. A concentra??o de lactato permaneceu alta independente do repouso adotado. Conclus?o: A ado??o de 3 minutos de repouso ? suficiente para o restabelecimento dos par?metros neuromusculares para os valores pr? fadiga.
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Efeito imediato da TENS na dor, na função muscular e sua correlação com qualidade do sono e grau de catastrofização em indivíduos com disfunção temporomandibular / Short effect of tens on pain, muscular function and its relationship with sleep quality and catastrophizing level in subjects with temporomandibular disorder

Ferreira, Ana Paula de Lima 23 January 2014 (has links)
Introduction: Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation (TENS) is a recommended therapy as a strategy to control musculoskeletal pain including temporomandibular disorder (TMD). Objective: Analyze the immediate responses of TENS on pain intensity, pressure pain threshold, electromyographic activity and muscle fatigue in subjects diagnosed with muscular TMD. Methods: Were selected 40 subjects of 18-35 years, with signs and symptoms of muscular TMD. The diagnosis it was used Brazilian version of the Research Diagnostic Criteria (RDC) and volunteers were randomly distributed in to two groups: (1) TENS placebo (n=20) and (2) TENS active (n=20). A single application of TENS was performed bilaterally on the temporal anterior and masseter muscles (Dp = 90 μs, time = 50 minutes, the first 25 minutes with frequency of 100 Hz and the last 25 minutes with 4 Hz frequency, high intensity but without allowing muscle contraction). For the placebo TENS group the same parameters were used, but with directed stimulus to voluntary only in the first 40 seconds, which was later diverted to the internal resistance of a placebo circuit. The sleep quality was evaluated using the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) and the degree of catastrophizing by Pain Catastrophizing Scale (PCS). Before, immediately and 48 hours after application of TENS were evaluated the intensity of pain using a visual analog scale (VAS), pressure pain threshold (PPT) of masticatory and cervical muscles and electromyographic activity (EMG) in mandibular rest, maximal voluntary contraction and during normal mastication. Results: There was a reduction in pain intensity and increased pain threshold to pressure only in the TENS active group immediately and after 48 hours of treatment. The electromyographic activity showed heterogeneous behavior for the group TENS placebo while in the TENS active group to have more uniform responses. Just TENS active group showed greater resistance to fatigue, being observed a delay of the declining strength time and higher intensity peak of electromyographic signal immediately after therapy. Conclusion: TENS active was superior to TENS placebo on identified hypoalgesia. The masticatory function was more efficient in the TENS active group. Moreover, the active form of TENS contributed so the masticatory muscles could reach higher amplitudes of EMG signal and could last longer in contraction before the onset of muscle fatigue. Furthermore, it was found that the greatest degree of catastrophizing and poor sleep quality can influence hypoalgesic response induced by active TENS. / Introdução: Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation (TENS) é uma terapia recomendada como estratégia no controle da dor musculoesquelética incluindo a disfunção temporomandibular (DTM). Objetivo: Analisar as respostas imediatas da TENS sobre a intensidade da dor, limiar de dor à pressão, atividade eletromiográfica na dor, atividade eletromiográfica e fadiga muscular de sujeitos com diagnóstico de DTM muscular. Casuística e Métodos: Foram selecionados 40 indivíduos na faixa etária de 18 a 35 anos com sinais e sintomas de DTM muscular. O diagnóstico de DTM foi realizado seguindo-se a versão brasileira do Research Diagnostic Criteria (RDC) e os voluntários foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: (1) TENS placebo (n=20) e (2) TENS ativo (n=20). Foi realizada aplicação única da TENS bilateralmente nos músculos masseteres e temporais anteriores (Duração de pulso=90 μs, tempo=50 minutos, sendo os primeiros 25 minutos com frequência de 100 Hz e os últimos 25 minutos com frequência de 4 HZ, intensidade alta porém sem possibilitar contração muscular). Para o grupo TENS placebo foram utilizados os mesmos parâmetros, porém com estímulo transiente. A qualidade do sono foi avaliada através do Pittsburg Sleep Quality Index (PSQI) e o grau de catastrofização pela Escala de Pensamentos Catastróficos sobre a Dor (EPCD). Antes, imediatamente e 48 horas depois da aplicação da TENS, foram avaliados: a intensidade da dor através da escala visual analógica da dor (EVA), limiar de dor à pressão (LDP) de músculos mastigatórios e cervicais, bem como atividade eletromiográfica (EMG) em repouso mandibular, contração voluntária máxima e mastigação habitual. Resultados: Houve redução significativa da intensidade da dor e aumento do limiar de dor à pressão apenas no grupo TENS ativo, imediatamente e após 48 horas do tratamento. A atividade eletromiográfica demonstrou comportamento heterogêneo para o grupo TENS placebo enquanto que no grupo TENS ativo houve respostas mais uniformes em relação à redução da EMG durante o repouso, aumento durante a contração voluntária máxima (apertamento) e mastigação habitual. Para a maioria dos músculos analisados esses resultados se perpetuaram após 48 horas da terapia. Apenas o grupo TENS ativo demonstrou maior resistência a fadiga, sendo observado retardo no tempo de declínio da força e maior pico de intensidade do sinal eletromiográfico imediatamente após a terapia. Apenas no grupo TENS ativo, fator emocional desfavorável do tipo catastrofização se correlacionou de maneira negativa com a variação do limiar de dor à pressão do músculo temporal anterior imediatamente após aplicação da TENS. Conclusão: TENS ativo foi superior ao TENS placebo na hipoalgesia. A função mastigatória foi mais eficiente no grupo TENS ativo. A forma ativa da TENS contribuiu para que os músculos mastigatórios alcançassem maiores amplitudes de sinal eletromiográfico e perdurassem por mais tempo em contração antes da ocorrência da fadiga muscular. Além disso, foi verificado que o maior grau de catastrofização e má qualidade do sono podem influenciar a resposta hipoalgésica induzida pela TENS ativa.
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Efeito da fitoterapia de baixa intensidade na proteção, recuperação e capacidade de exercício do músculo esquelético : revisão sistemática com metanálise / Effect of low-level phototherapy on exercise capacity, protection and recovery of skeletal muscle: systematic review with meta-analysis

Nampo, Fernando Kenji 18 June 2015 (has links)
BACKGROUND: Low-level phototherapy is advocated to increase energetic metabolism, muscle performance, protect skeletal muscle from injuries due to energetic imbalance and accelerate muscle recovery following exercise. Nevertheless, results from individual researches do not agree on its efficacy. OBJECTIVES: To determine the efficacy of low-level phototherapy (i.e. Light-Emitting Diode therapy [LEDtherapy] or Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation therapy [LASERtherapy]) on exercise capacity and skeletal muscle protection and recovery in people undergoing an exercise protocol. METHODS: We performed two systematic reviews with meta-analyses based on Cochrane Collaboration and PRISMA statement. Trials were collected from Cochrane Central Register of Controlled Trials, MEDLINE, EMBASE, SciELO, PEDro and LILACS up to May 2014 or February 2015. The references lists from selected manuscripts were screened for further references of interest. We included randomized controlled trials and crossover studies in which study participants were allocated to receive either low-level phototherapy or placebo treatment. Outcomes of interest were pain, creatine kinase activity, lactate concentration, lactate dehydrogenase activity, edema, range of movement, strength, number of repetitions, time to exhaustion, peak torque and muscle power. RESULTS: In the first review we identified 15 studies involving 317 participants and in the second review we identified 16 studies involving 297 participants. Compared to the placebo group, pre-exercise LASERtherapy improved the number of repetitions (mean difference [MD] = 3.52 repetitions; 95% confidence interval [CI] = 1.24 repetitions, 5.80 repetitions; P = 0.002), delayed the time to exhaustion (MD = 3.23 s; 95% CI = 0.24 s, 6.22 s; P = 0.03), reduced the lactate levels (MD = -0.41 mmol/L; 95% CI = -1.34 mmol/L, -0.17 mmol/L; P = 0.0007) and reduced the creatine kinase levels (standardized mean difference = -0.66; 95% CI = -1.30, -0.02; P = 0.04). Post-exercise LEDtherapy reduced pain measured by visual analogue scale (MD = -2.04 mm; 95% CI = -4.03 mm, -0.06 mm; P = 0.04). CONCLUSION: There is moderate evidence that low-level phototherapy improves exercise capacity. It is not clear if low-level phototherapy has beneficial effects on skeletal muscle injury and pain. / CONTEXTO: A fototerapia de baixa intensidade é indicada para melhorar o metabolismo energético e o desempenho muscular, proteger a musculatura de lesões provenientes da depleção energética e favorecer a recuperação muscular após o exercício. No entanto, resultados de investigações clínicas não se mostram concordantes em relação à sua eficácia. OBJETIVOS: Determinar os efeitos da fototerapia de baixa intensidade com Diodos Emissores de Luz (LEDterapia) ou Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, LASERterapia) na capacidade de exercício, proteção e recuperação musculares em pessoas submetidas ao exercício. MÉTODO: Foram realizadas duas revisões sistemáticas com metanálise baseadas nas recomendações da Colaboração Cochrane e PRISMA statement. Os estudos foram provenientes da Cochrane Central Register of Controlled Trials, MEDLINE, EMBASE, SciELO, PEDro e LILACS até maio de 2014 ou fevereiro de 2015, além da busca manual nas referências dos artigos selecionados. Foram incluídos ensaios clínicos controlados aleatórios e estudos cruzados nos quais os participantes foram alocados para receber fototerapia de baixa intensidade ou tratamento placebo. Os desfechos avaliados foram dor, atividade de creatina quinase, concentração de lactato, atividade de lactato desidrogenase, edema, amplitude de movimento, força, número de repetições, tempo até a exaustão, pico de torque e potência muscular. RESULTADOS: A primeira revisão sistemática foi composta por 15 estudos, totalizando 317 participantes, e a segunda revisão sistemática foi composta por 16 estudos com um total de 297 participantes. Comparado ao placebo, a LASERterapia antes do exercício promoveu um aumento do número de repetições (diferença média [mean difference, MD]= 3,52 repetições; intervalo de confiança (IC) 95% = 1,24 repetições, 5,80 repetições; P = 0,002), aumento do tempo até a exaustão (MD = 3,23 s; IC 95% = 0,24 s, 6,22 s; P = 0,03), redução dos níveis séricos de lactato (MD = -0,41 mmol/L; IC 95% = -1,34 mmol/L, -0,17 mmol/L; P = 0,0007) e redução dos níveis séricos de creatina quinase (diferença média padronizada = -0,66; IC 95% = -1,30, -0,02; P = 0,04). A LEDterapia aplicada após o exercício resultou menos dor avaliada pela escala visual analógica (MD = -2,04 mm; 95% CI = -4,03 mm, -0,06 mm; P = 0,04). CONCLUSÃO: Há moderada evidência de que a fototerapia de baixa intensidade aumenta a capacidade de exercício. Não é possível afirmar que a fototerapia apresenta efeitos positivos na lesão muscular e na dor secundários ao exercício.
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Fadiga na esclerose lateral amiotrófica: freqüência e fatores associados / Fatigue in amyotrophic lateral sclerosis: frequency and associated factors

Clarissa Ramirez Tognola 01 September 2004 (has links)
Esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica progressiva e fatal, caracterizada por perda dos neurônios motores, levando à fraqueza muscular global. As funções sensitivas e mentais são preservadas durante todo o curso da doença. A esclerose lateral amiotrófica tem uma prevalência de 6 por 100.000 pessoas e o início da doença é geralmente entre os 40 a 60 anos de idade. O prognóstico é reservado e em média os pacientes vivem de 3 a 5 anos após o diagnóstico médico. Com a progressão da doença outros sintomas surgem como fraqueza dos membros, comprometimento da fala, aumento da salivação, dificuldades de deglutição, dificuldades para deambular e fadiga muscular. As alterações dos músculos respiratórios levam à falência respiratória, que é a maior causa de óbito nos pacientes com esclerose lateral amiotrófica. Fadiga é definida como a queda da máxima contração isométrica voluntária e falta de tolerância do músculo sob esforço. A máxima contração isométrica voluntária depende de uma cadeia de eventos que se inicia no córtex motor - condutor excitatório dos neurônios motores superior e inferior, e se continua na transmissão pela junção neuromuscular, no acoplamento excitação-contração e na contração da fibra muscular que depende de um suprimento energético metabólico. A fadiga muscular ocorre em pacientes com esclerose lateral amiotrófica prejudicando a função e a qualidade de vida dos pacientes. O objetivo deste trabalho foi: 1) Quantificar a freqüência da fadiga na esclerose lateral amiotrófica; 2) Analisar a evolução da fadiga nos pacientes; 3) Correlacionar a presença da fadiga com fatores como a funcionalidade, a qualidade de vida, a depressão, a dispnéia, e a sonolência, idade e duração da doença em meses. O grupo controle compôs-se de 60 indivíduos (familiares de funcionários do hospital e da equipe multidisciplinar) que não apresentavam história de doenças pregressas. O grupo teste constitui-se de 60 pacientes com diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica. O diagnóstico foi realizado por dois neurologistas independentes e baseou-se na presença de história clínica, exame neurológico e estudos neurofisiológicos compatíveis com esclerose lateral amiotrófica, segundo os critérios de El Escorial da Federação Mundial de Neurologia; além disso, houve a investigação complementar por meio de testes hematológicos, bioquímicos, sorológicos, genéticos e radiológicos para excluir outras patologias. Os pacientes dos grupos controle e teste foram entrevistados pela pesquisadora para aplicação de questionários com escalas para verificação da presença de funcionalidade, de qualidade de vida, de depressão, de dispnéia, de sonolência e de fadiga; e os pacientes do grupo teste foram submetidos à avaliação fisioterapêutica no início do estudo e a cada 3 meses, totalizando 12 meses de coletas. O grupo teste apresentou fadiga significantemente maior em relação ao grupo controle, bem como alterações nos questionários de funcionalidade, de qualidade de vida, de depressão, de dispnéia e de sonolência. Percebeu-se que a fadiga foi evolutiva durante os meses de acompanhamento da pesquisa. A fadiga correlacionou-se com a idade, mostrando que os pacientes mais jovens apresentaram maior grau de fadiga que os pacientes mais idosos. Os resultados desta pesquisa sugerem que a fadiga é um dos problemas que afetam os pacientes com ELA; o fato de não ter correlação com outros problemas estudados sugere que a fadiga deve merecer pesquisa e tratamento individualizados no paciente com ELA, principalmente pelo fato de que os resultados sugeriram piora da fadiga no decorrer da evolução da ELA / Amyotrophic lateral sclerosis (ALS) is a progressive and fatal neurological disease, characterized by loss of the motor neurons, taking to the global muscular weakness. The sensitive and mental functions are preserved during whole the course of the disease. The ALS has a prevalence of 6 for 100.000 people and the beginning of the disease is usually among the 40 to 60 years of age. The prognostic is reserved and on average the patients live from 3 to 5 years after the medical diagnosis. With the progression of the disease other symptoms they appear as weakness of the members, compromising of the speech, increase of the salivation, deglutition difficulties, difficulties to stroll and it fatigues muscular. The alterations of the breathing muscles take to the breathing bankruptcy, that is the largest death cause in the patients with ALS. Fatigue is defined as the fall of the maxim voluntary isometric contraction and lack of tolerance of the muscle under effort. The maxim voluntary isometric contraction depends on a chain of events that begins in the motor cortex - driver excitatory of the neurons motor superior and inferior, and it is continued in the transmission by the junction neuromuscular, in the joining excitement-contraction and in the contraction of the muscular fiber that depends on a metabolic energy supply. The muscular fatigue happens in patients with ALS harming the function and the quality of the patients\' life. The objective of this work was: 1) to quantify the frequency of the fatigue in the ALS; 2) to analyze the evolution of the fatigue in the patients; 3) to correlate the presence of the fatigue with factors as the functionality, the life quality, the depression, the dispnéa, and the sleepiness, age and duration of the disease in months. The group control was composed of 60 individuals (family of employees of the hospital and of the team multidisciplinar) that didn\'t present history of past diseases. The group test is constituted of 60 patients with diagnosis of ALS. The diagnosis was accomplished by two independent neurologists and he/she based on the presence of clinical history, neurological exam and studies compatible neurophisiologycs with ALS, according to the criteria of El Escorial of the World Federation of Neurology; besides, there was the complement investigation through tests and exams to exclude other pathologies. The patients of the groups control and test were interviewed by the researcher for application of questionnaires with scales for verification of the functionality presence, of life quality, of depression, of dispnéa, of sleepiness and of fatigue; and the patients of the group test they were submitted to the evaluation physiotherapy in the beginning of the study and every 3 months, totaling 12 months of collections. The group test presented fatigue larger significantly in relation to the group it controls, as well as alterations in the functionality questionnaires, of life quality, of depression, of dispnéa and of sleepiness. It was noticed that the fatigue was evolutionary during the months of accompaniment of the research. The fatigue was correlated with the age, showing that the youngest patients presented larger degree of fatigue than the most senior patients. The results of this research suggest that the fatigue is one of the problems that affect the patients with ALS; the fact of not having correlation with other studied problems suggests that the fatigue should deserve research and treatment individualized in the patient with ALS, mainly for the fact that the results suggested worsening of the fatigue in elapsing of the evolution of the ALS
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Equilíbrio e ativação da musculatura da perna pré e pós fadiga de membros inferiores em mulheres com diabetes tipo 2

Fernandes, Ilha Gonçalves 26 June 2018 (has links)
Submitted by Geandra Rodrigues (geandrar@gmail.com) on 2018-09-04T12:28:16Z No. of bitstreams: 0 / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2018-09-04T13:24:00Z (GMT) No. of bitstreams: 0 / Made available in DSpace on 2018-09-04T13:24:00Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2018-06-26 / Introdução: Quedas em idosos estão relacionadas a lesões e altos custos para o sistema de saúde. Os adultos mais velhos que desenvolvem diabetes tipo 2 têm maior chance de cair. A queda nesses indivíduos está relacionada à neuropatia, prejuízos somatossensoriais, cognitivos, visuais e vestibulares e declínio funcional. A força muscular e o comprometimento do equilíbrio podem aumentar o risco de quedas e a fadiga muscular reduz a capacidade de gerar força. Portanto, o objetivo do presente estudo foi comparar os padrões de ativação muscular e as medidas de equilíbrio durante o teste de equilíbrio de apoio unipodal em mulheres idosas diabéticas e não diabéticas, antes e após a tarefa de ficar na ponta dos pés até a fadiga. Métodos: No presente estudo de caso-controle, 54 mulheres idosas foram divididas em dois grupos: diabetes tipo 2 (n = 28; 70 ± 6 anos) e sem diabetes tipo 2 (n = 26; 71 ± 8 anos). A eletromiografia de superfície foi utilizada para avaliar a ativação do tibial anterior (TA) e do gastrocnêmio medial (GM) e uma plataforma de força foi utilizada para avaliar o equilíbrio durante o teste de equilíbrio unipodal antes e após a tarefa de fadiga. Teste t independente foi utilizado para avaliar as diferenças entre os grupos. Foi adotado nível de significância de 0,05. A curva ROC foi usada para determinar a responsividade e a acurácia de cada variável individualmente para discriminar mulheres diabéticas tipo 2 de idosas não diabéticas. Resultados e Discussão: O grupo de mulheres idosas com Diabetes Tipo 2 apresentou valores de RMS_ML, RMS_AP e TA_MEAN mais elevados do que o grupo de mulheres idosas não diabéticas, tanto antes quanto depois da tarefa de fadiga. Não foram observadas diferenças significativas intragrupos antes e depois da fadiga. Os valores RMS_ML_PRE, RMS_ML_POST, RMS_AP_PRES, RMS_AP_POST, TA_MEAN_PRE e TA_MEAN_PRE podem discriminar mulheres idosas diabéticas tipo 2 de a mulheres idosas não diabética. Conclusões: As mulheres idosas diabéticas apresentaram pior equilíbrio em apoio unipodal, sem influência da tarefa de fadiga. Diabetes tipo 2 levou a uma ativação desequilibrada dos músculos da perna com aumento da ativação da TA. Além disso, o estudo identificou ponto de corte para discriminar o equilíbrio postural de idosas diabéticas. / Background and Purpose: Falls in older adults are related to injuries and high costs to the health care system. Older adults who develop type 2 diabetes have increased chance of falling. Falling in these individuals relates to neuropathy, somatosensory, cognitive, visual and vestibular impairments, and functional decline. Already know that muscle strength and balance impairments can increase the risk for falls and muscle fatigue reduces the capacity to generate force. Therefore, the objective of the present study was to compare muscle activation patterns and balance measurements during one-leg stance balance test in diabetes and nom diabetes older women before and after completion of a fatiguing rise-to-toes task. Methods: In the present case-control study, 54 older women were divided into two groups: type 2 diabetes (n=28; 70±6 years old) and non-type 2 diabetes (n=26; 71±8 years old). A force platform was used to assess balance during 1-legged stance, and surface electromyography was used to assess the tibialis anterior (TA) and gastrocnemius medialis (GM) activation. Independent t-test was used to assess differences between groups. The significance was set at α=0.05. The Receiver Operating Characteristic (ROC) curve was used to determine the responsiveness and the accuracy of each variable individually for discriminate type 2 diabetic older women from non type 2 diabetic older women. Results and Discussion: The Type 2 Diabetes older woman group had higher RMS_ML, RMS_AP, and TA_MEAN values than Nom-Diabetes older woman group, for both, before and after the fatiguing task. No significant differences were observed intragroups before and after fatiguing task. RMS_ML_PRE, RMS_ML_POST, RMS_AP_PRES, RMS_AP_POST, TA_MEAN_PRE and TA_MEAN_PRE values could discriminate type 2 diabetic older women than non-diabetic older women. Conclusions: Diabetic older women showed worse one-leg stance balance than non-diabetic, with no influence of the fatiguing rise-to-toes task. Type 2 Diabetes leaded to an unbalanced activation of leg muscles with increased TA activation. Moreover, the study identified cutoff point to discriminate diabetic older women’s postural balance.
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Contrôle prédictif des effets mécaniques de la fatigue musculaire : implication dans l'étude des modèles internes et des modes de coordination entre posture et mouvement / Predictive control of muscle fatigue mechanical effects : implications in the investigation of internal models and posture-movement coordination modes

Monjo, Florian 08 July 2015 (has links)
La fatigue musculaire est un phénomène transitoire communément expérimenté dans la vie quotidienne. Principalement associée à un déficit de production de force, elle s’accompagne également d’une augmentation de l’effort mental à fournir pour déployer un niveau de force particulier. L’augmentation du taux de décharge des afférences nociceptives de petit diamètre (groupes III et IV) lors de contractions fatigantes modifie l’expression des commandes motrices – notamment en raison de processus inhibiteurs associés à leur intégration aux niveaux spinal et supraspinal – ce qui affecte finalement la production motrice. C’est la raison pour laquelle une intention motrice similaire avec et sans fatigue se traduira par des formes gestuelles différentes. Une problématique qui n’a jusque-là jamais été abordée dans la littérature concerne la capacité du Système Nerveux Central (SNC) à anticiper les effets de la fatigue musculaire de façon prédictive. Cette capacité prédictive sera étudiée dans ce travail de thèse au moyen de paradigmes expérimentaux faisant intervenir des processus de contrôle prédictifs de la posture, i.e. les Ajustements Posturaux Anticipés (APAs). Du fait que de nombreux travaux montrent que les APAs sont modulés en fonction des caractéristiques mécaniques du mouvement à venir, l’altération des capacités des muscles focaux grâce à des protocoles de fatigue maîtrisés nous a permis d’apprécier la capacité du SNC à en prédire les effets. Nous verrons que cette capacité est condition-dépendante, à savoir qu’elle dépend de la nature des contractions effectuées (volontaires vs. électro-induites) et du niveau de contraintes cognitives et temporelles imposées lors de la préparation du mouvement / Muscle fatigue is a transient and commonly experienced phenomenon. It is mainly associated with loss of force and leads to higher effort to produce a particular force level. The increased discharge rate of the nociceptive afferents (group III and IV) during fatiguing contractions alters motor command expression and finally motor production. An issue that has never been addressed in the literature is the Central Nervous System (CNS) capacity to anticipate muscle fatigue effects in a predictive fashion. This predictive capacity will be investigated thanks to experimental paradigms involving postural predictive processes of control, namely Anticipatory Postural Adjustments (APAs). Because numerous works show that APAs are modulated as a function of the mechanical properties of the upcoming movement, the induction of muscle fatigue at the levels of the focal muscles allowed us to appreciate the CNS capacity to predict muscle fatigue effects. We will demonstrate that this capacity is condition-dependent, i.e. it depends on the nature of the fatiguing contractions performed (voluntary vs. electro-induced) and on the level of cognitive and temporal constraints during movement preparation
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Estabilidade articular: abordagem biomecânica / Joint Stability: a Biomechanical Aproach

Alex Sandra Oliveira de Cerqueira Soares 15 June 2015 (has links)
A instabilidade articular é responsável pelo desenvolvimento de lesões degenerativas incapacitantes que comprometem o desempenho funcional. Compreender os processos desenvolvidos para estabilização dinâmica articular é um desafio para pesquisadores das mais diversas áreas. O presente estudo propõe o uso da abordagem Biomecânica para reconhecer os mecanismos relacionadas ao processo de estabilização dinâmica articular, por meio de três diferentes condições experimentais. No experimento 1 foi analisada a Força de Reação do Solo (FRS) e a cinemática 3-D no andar, correr e saltar de portadores (n=10) e não portadores de instabilidade crônica (n=10) do tornozelo. No experimento 2 foi analisada a Eletromiografia dos músculos tibial anterior, fibular longo, fibular curto e gastrocnêmio lateral de portadores (n=14) e não portadores de instabilidade crônica (n=14) do tornozelo antes e após um protocolo de indução à fadiga muscular. No experimento 3 (n=20) foi analisado o efeito do exercício de alongamento muscular estático passivo dos músculos fibular longo e fibular curto na simulação da entorse do tornozelo. Nos protocolos de locomoção foram encontrados no lado acometido picos tardios e aumento dos Impulsos da FRS. No início da fase de apoio o tornozelo instável no andar aumentou a dorsiflexão, no correr aumentou a eversão e no saltar diminuiu a inversão e aumentou a dorsiflexão. Tais estratégias representam a tentativa de melhorar a estabilidade dinâmica articular. No entanto, a variação angular da articulação no plano sagital e frontal aumentaram, sugerindo que há mais amplitude de movimento no tornozelo acometido e maior estresse sobre os estabilizadores passivos locais. Em condições de fadiga muscular, após simulação da entorse, indivíduos com articulações saudáveis aumentam a rigidez articular e a intensidade de contração dos eversores do tornozelo, antecipadamente a perturbação, diferente de portadores de instabilidade crônica. A execução do exercício de alongamento dos músculos fibulares longo e curto, seguido da simulação da entorse, gerou o retardo da resposta motora e diminuição da intensidade de ativação. Desta forma, as estratégias desenvolvidas por portadores de instabilidade crônica podem ser relacionadas à causa e/ou consequência do quadro, a fadiga muscular altera o desenvolvimento de estratégias de proteção e o exercício de alongamento pode prejudicar a estabilização dinâmica articular / Joint instability is associated with degenerating injuries that lead to functional incapacitation. Knowing the process involved in joint dynamic stabilization is a challenge to researchers in many fields. This study proposes the use of a biomechanical approach to recognize the mechanisms involved in joint stabilization through three different experimental conditions. The first experiment analyzed the Ground Reaction Force (GRF) and the 3D kinematics in participants with (n=10) and without (n=10) chronic ankle instability during walking, running and jumping. The second experiment analyzed the Electromyography signal of tibialis anterior, peroneus longus, peroneus brevis e gastrocnemius lateralis in participants with (n=14) and without (n=14) chronic ankle instability before and after a muscle fatigue protocol. The third experiment (n=20) analyzed the effect of static passive stretching of peroneus longus and peroneus brevis muscles on the ankle sprain simulation. During the locomotion protocols the injured side showed late peaks and an increase of the GRF impulses. The instable ankle showed an increase of dorsiflexion during the initial phase of gait and an increase of eversion during running. The instable ankle also showed a decrease of inversion and an increase of dorsiflexion during jumping. These strategies represent an attempt to improve the joint dynamic stability. There was an increase in sagittal and frontal angular displacement, suggesting more range of motion as well as more stress in the passive structures that are responsible for stabilization in the injured ankle. During muscular fatigue, after an ankle sprain simulation, subjects with healthy joints increase the joint stiffness and the intensity of the ankle eversion muscles activation, before the intervention, differently from subjects with chronic instability. The peroneus longus and brevis stretching exercise followed by the ankle sprain simulation caused a delay on the motor response and a decrease in the activation intensity. The strategies developed by the subjects with chronic instability can be related to the cause and/or the consequence of the dysfunction. The muscular fatigue changes the development of strategies of protection and the stretching exercise can weaken the dynamic stability of the joint

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