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TROMBOCITOPENIA COMO INDICADOR PREDICTIVO DE CIERRE DEFICITARIO DE DUCTUS ARTERIOSO EN PREMATUROS DEL INMP ENTRE ENERO A JULIO DEL 2016.

Saldaña Diaz, Claudia Veralucia January 2017 (has links)
INTRODUCCIÓN: A pesar de que ductus arterioso persistente (DAP) es una de las cardiopatías congénitas más frecuentes a nivel mundial, sus implicancias patobiológicas continúan siendo un desafío científico mantenido por décadas. Una de las ultimas y más importantes contribuciones han sido los de Echtler y cols,1 quienes proponen una actividad protrombótica fundamental en el cierre funcional del ductus arterioso. OBJETIVO: Determinar si la trombocitopenia es un indicador predictivo de cierre deficitario de ductus arterioso en prematuros del Instituto Nacional Materno Perinatal (INMP) entre enero a julio del 2016. MATERIALES Y METODOS: Se realizó un estudio de tipo retrospectivo, casos y controles. La población estuvo constituida por 250 recién nacidos entre las 22 y 36 semanas de edad gestacional en el periodo de enero a julio del 2016. 87 recién nacidos presentaron DAP y 163 no. Estudiamos el recuento plaquetario del primer día de vida y su capacidad predictiva como prueba diagnóstica, así como el grado de respuesta al tratamiento con AINES con respecto a DAP. Empleamos un análisis estadístico descriptivo e inferencial utilizando el paquete estadístico SPSS v.23. RESULTADOS: La trombocitopenia, encontrada en el primer día de vida estuvo asociada de forma estadísticamente significativa con la presencia de DAP (OR=8.9; IC: 95%, 4.7-16.8; p< 0,05) así como con el DAP hemodinámicamente significativo (OR=8.9; IC: 95%, 4.7-16.8; p< 0,05). Fabricamos una curva ROC que nos reveló que la trombocitopenia es una prueba de baja sensibilidad (59.2%) y de alta especificidad (89.6%). No encontramos asociación entre la respuesta al tratamiento con AINES y la trombocitopenia en sujetos con DAP. CONCLUSIONES: En nuestro estudio pudimos demostrar que la trombocitopenia del primer día de vida y el DAP están asociadas de forma estadísticamente significativa, la curva ROC, demostró que la trombocitopenia tiene capacidad predictiva de baja sensibilidad, pero de alta especificidad. No encontramos con la respuesta al tratamiento con AINES.
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Mecanismos de ativação plaquetária na denguecontribuições para a patogênese

Hottz, Eugenio Damaceno January 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-03-18T12:14:10Z (GMT). No. of bitstreams: 2 eugenio_hottz_ioc_dout_2014.pdf: 16733087 bytes, checksum: 8997b2db1738619b3afa2e139fcbb5b8 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2016-01-13 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / A dengue é a arbovirose humana mais prevalente no mundo. A infecção pelo vírus da dengue (DENV) tem um vasto espectro de sintomas, causando desde febre auto-limitada até casos graves com sangramento e choque podendo evoluir para o óbito. Apesar de plaquetopenia ser frequentemente observada em pacientes com dengue, a participação das plaquetas na patogênese da dengue permanece pouco explorada. Nós inicialmente investigamos a ativação plaquetária em pacientes com dengue ou em plaquetas expostas ao DENV in vitro. Na tentativa de associar a ativação plaquetária com mecanismos imunopatogênicos da dengue, a secreção de citocinas e quimiocinas em plaquetas estimuladas com o DENV e a síntese de IL-1\03B2 em plaquetas de pacientes com dengue foram investigadas. Os mecanismos envolvidos no processamento e secreção da IL-1\03B2, bem como suas contribuições para a permeabilidade endotelial também foram objetos de estudo. A formação de agregados plaqueta-monócito e a expressão de marcadores de ativação de monócitos também foram avaliados em pacientes com dengue. Finalmente, nós investigamos o impacto da apoptose de plaquetas na dengue e sua relação com o desfecho de plaquetopenia. Nossos resultados indicam intensa ativação plaquetária em pacientes com dengue, especialmente em pacientes com dengue grave Nós observamos uma expressão elevada de IL-1\03B2 em plaquetas e micropartículas (MP) derivadas de plaquetas de pacientes com dengue, ou após a exposição de plaquetas ao DENV in vitro. Nós demonstramos que a dengue induz a montagem do inflamassoma NLRP3, ativação de caspase-1 e secreção de IL-1\03B2 de modo dependente da geração de espécies reativas de oxigênio na mitocôndria. A IL-1\03B2 sintetizada por plaquetas foi secretada principalmente em MPs. A ativação do inflamassoma e secreção de MPs contendo IL-1\03B2 correlacionaram com sinais de permeabilidade endotelial aumentada nos pacientes. Além disso, MPs recuperadas de plaquetas expostas ao DENV induziram aumento de permeabilidade endotelial in vitro de modo dependente do receptor de IL-1. Plaquetas de pacientes com dengue também apresentaram características de apoptose como despolarização da mitocôndria, ativação de caspase-3 e de caspase-9 e exposição de fosfatidilserina, que foram associadas à plaquetopenia nos pacientes com dengue. Nós também demonstramos níveis elevados de agregados plaqueta-monócito em pacientes com dengue. A exposição de monócitos isolados de voluntários saudáveis a plaquetas isoladas de pacientes com dengue induziu a secreção das citocinas IL-1\03B2, IL-8, IL-10 e MCP-1 pelos monócitos A secreção de citocinas nos agregados plaqueta-monócito foi dependente tanto da adesão mediada por Pselectina quanto do reconhecimento de plaquetas apoptóticas, que regulou a secreção de IL- 10. Nossos resultados trazem novas evidências de que as plaquetas participam ativamente como efetoras da resposta inflamatória na dengue, e contribuem para os mecanismos patogênicos envolvidos nas alterações hemodinâmicas comuns aos casos de dengue grave / Dengue is the most frequent hemorrhagic viral disease and re-emergent infection in the world. Dengue infection has a large spectrum of clinical manifestations from self-limited febrile illness to severe syndromes accompanied by bleeding and shock. Although thrombocytopenia is characteristically observed in mild and severe forms of dengue, the role of platelet activation in dengue pathogenesis has not been fully elucidated. We hypothesize that platelet activation have major roles in inflammatory amplification and increased vascular permeability during severe forms of dengue. Here we investigate platelet activation in patients with dengue or in platelets exposed to DENV in vitro. The secretion of cytokines and chemokines in DENV-stimulated platelets and the synthesis of IL-1β in platelets from patients with dengue were investigated. The mechanisms involved in processing and secretion of IL-1β, as well as potential contribution of these events to endothelial permeability during infection were also evaluated. Platelet-monocyte aggregates formation and markers of monocyte activation were evaluated in patients with dengue. Finally, we investigated the impact of platelet apoptosis in dengue-associated thrombocytopenia. Our results show increased platelet activation in patients with dengue, especially patients with severe dengue. We showed higher expression of IL-1β in platelets and platelet-derived MPs from patients with dengue or after platelet exposure to DENV in vitro. We demonstrated that DENV infection leads to assembly of NLRP3 inflammasomes, activation of caspase-1, and caspase-1-dependent IL-1β secretion. Our findings also indicate that platelet-derived IL-1β is chiefly released in MPs through mechanisms dependent on mitochondrial reactive oxygen species-triggered NLRP3 inflammasomes. Inflammasome activation and platelet shedding of IL-1β-rich microparticles correlated with signs of increased vascular permeability. Moreover, microparticles from DENV-stimulated platelets induced enhanced endothelial permeability in vitro in an IL-1R-dependent manner. Platelets from dengue-infected patients also showed characteristics of apoptosis, including mitochondrial depolarization, activation of caspase-3 and -9 and phosphatidylserine exposure, which were associated with thrombocytopenia. We also observed increased levels of platelet-monocyte aggregates in blood samples from patients with dengue. The exposure of monocytes from healthy volunteers to platelets from patients with dengue induced the secretion of the cytokines IL-1β, IL-8, IL-10 and MCP-1. In addition to the well-established modulation of monocyte cytokine responses by activated platelets through P-selectin binding, we found that interaction of monocytes with apoptotic platelets mediate IL-10 secretion through phosphatidylserine recognition in platelet-monocyte aggregates. Our findings provide new evidence that platelets actively participate as effector cells in inflammatory response of dengue infection, and contribute to the pathogenesis of dengueassociated vasculopathy.
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Prevalência de Ehrlichia Canis pela Técnica de Nested-pcr e Correlação Com a Presença de Mórula e Trombocitopenia em Cães de Alegre-ES

SALES, M. R. R. P. 26 June 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:37:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_6106_DISSERTAÇÃO - MARA RÚBIA.pdf: 928755 bytes, checksum: ecd1f0d756f2f2262aa834ca9d8c7351 (MD5) Previous issue date: 2012-06-26 / Objetivou-se com este estudo determinar por meio da nested-PCR a prevalência da Ehrlichia canis em cães da região de Alegre-ES, e avaliar sua correlação com a presença de mórulas e trombocitopenia. Para isso, foram colhidas amostras sanguíneas de 85 cães, independente de raça, sexo, idade e estado de saúde. Com estas, foram confeccionadas lâminas para a pesquisa de mórulas, trombocitopenia, e execução da técnica de nested-PCR. Foi verificada uma prevalência de 1,17% ao pesquisar a presença de mórulas, 5,6% ao utilizar a técnica da nested-PCR, e foi verificada que 17,64% dos hemogramas apresentavam trombocitopenia. No entanto, somente 40% das amostras positivas pela nested-PCR, apresentaram trombocitopenia. Os resultados apresentados neste estudo demonstram que a introdução de técnicas de diagnóstico molecular como a nested-PCR é um método importante para o auxílio no diagnóstico precoce de patologias.
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Trombocitopenia como predictor de sepsis tardía en neonatos atendidos en el Hospital III de Emergencias Grau en el periodo 2012-2013

Meza Córdova, Ivan Arturo January 2014 (has links)
Publicación a texto completo no autorizada por el autor / Demuestra que la trombocitopenia tiene valor predictor de sepsis tardía en neonatos para una identificación precoz de este diagnóstico. El presente estudio es observacional, retrospectivo, transversal de tipo prueba diagnóstica. Se realizó en el Hospital III Emergencias Grau (H. docente). El material utilizado son las historias clínicas de neonatos con diagnóstico de sepsis tardía corroborado por dos hemocultivos positivos y un grupo control de recién nacidos sanos. Se recogió la muestra indicada. Se usó R statistic versión 2.13.2, y el paquete EPIDAT. Se aplicó un modelo de regresión logística por pasos para evaluar la capacidad predictiva de la trombocitopenia. Se evaluó la utilidad diagnóstica mediante la sensibilidad, especificidad, valor predictivo positivo y valor predictivo negativo. Finalmente mediante la curva ROC se valoró la exactitud diagnostica. Resultados: De 202 recién nacidos, 37 de ellos tuvieron sepsis tardía confirmada por hemocultivo frente a 165 controles. El germen más frecuente aislado fue Staphylococcus. Se confirmó que la trombocitopenia es un predictor estadísticamente significativo de sepsis (valor p= 0,007) e independiente de los otros factores incluidos en el modelo. La trombocitopenia muestra una sensibilidad del 18,9%, especificidad de 95,8%, valor predictivo positivo de 50% y un valor predictivo negativo de 84%. Tiene una exactitud diagnóstica regular para la detección de sepsis neonatal tardía según el área bajo la curva (prueba ROC). En concluisón se demuestra que la trombocitopenia puede ser usada como predictor de sepsis tardía con una especificidad superior al 95%, sin embargo no es suficiente para ser el único predictor de sepsis. / Tesis
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Utilidad del azul de metileno para el recuento de plaquetas en la cámara de Neubauer

Ramirez Ubillus, Gian Carlos January 2018 (has links)
Demuestra la utilidad del azul de metileno para el recuento de plaquetas en la cámara de Neubauer. De 59 recuentos plaquetarios fueron realizados en los laboratorios de Hematología y Emergencias del hospital Nacional Docente Madre Niño San Bartolomé mediante 4 metodologías; un recuento óptico de plaquetas PLTO, un recuento indirecto mediante lámina periférica RILP y dos recuentos directos mediante la cámara de Neubauer RDOP y RDMP. Se utilizó estadística descriptiva e inferencial para realizar comparaciones entre los grupos. Se observó diferencia significativa en la distribución de las 4 metodologías y al realizar un análisis posthoc se encontró similitud entre los métodos PLTO y RDMP. Los métodos RDOP, RDMP y RILP, mostraron una correlación positiva al ser comparados con el método PLTO. Adicionalmente, el Test de Bland-Altman demostró sobre todo, que el método RDMP presentó una alta concordancia con el método PLTO. Finalmente, se observó que solo el método RDMP presentó un desempeño de calidad aceptable. La conclusión es que el método RDMP, mostró mayor fiabilidad estadística, indicadores de desempeño aceptables, correlación positiva y concordancia con la metodología automatizada. / Tesis
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Infecção pelos vírus da leucemia (Felv) e imunodeficiência (FIV) em gatos do planalto de Santa Catarina: prevalência, fatores associados, alterações clínicas e hematológicas / Leukemia virus (FeLv) and immunodeficiency (FIV) infection cats from Santa Catarina Plateau: prevalence, related factors, clinical amd haematologocal changes

Biezus, Giovana 14 July 2017 (has links)
Submitted by Claudia Rocha (claudia.rocha@udesc.br) on 2018-03-21T13:33:38Z No. of bitstreams: 1 PGCA17MA227.pdf: 1295144 bytes, checksum: d5bbe4c0123a299ec156229a16f2d98a (MD5) / Made available in DSpace on 2018-03-21T13:33:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 PGCA17MA227.pdf: 1295144 bytes, checksum: d5bbe4c0123a299ec156229a16f2d98a (MD5) Previous issue date: 2017-07-14 / Feline leukemia virus (FeLV) and feline immunodeficiency virus (FIV) belong to the Retroviridae family, being the most important viral infectious agents in cats. FeLV infection is commonly manifested through immunosuppression, anemia, and lymphoma. FIV is responsible for primarily depleting immune system action of the host. The prevalence of these viral infections varies in different locations around the world. In Brazil, there is a lack of data about highest prevalence of infected animals. Therefore, a cross-sectional study was conducted to determine the prevalence and related factors in FeLV and FIV infections in cat from Santa Catarina Plateau. In the meantime, a second study was conducted with the objective of describing and comparing the clinical and hematological changes that affect FeLV positive domestic cats. The prevalence was 22.26% (61/274) for FeLV infection, 5.84% (16/274) for FIV and 1.46% (4/274) for both viruses. Cats that presented aggressive behavior (OR = 1.18) and males (OR = 2.41) were more likely to be FeLV positive. Aggressive cats (OR = 8.00), males (OR = 5.87) and older (OR = 1.01) had a greater chance of testing positive for FIV. The most observed clinical sign in FeLV positive sick cats was pallor of mucous membranes (65, 51%; 19/29), followed by neurological changes (20, 69%; 6/29), lymphoma (17, 24%; 5/29), secondary infections (10, 34%; 3/29) and leukemia (6.9%; 2/29). At the complete blood count, the means found in Group 3 (FeLV positive and affected by viral disease) were lower than for Groups 1 (FeLV negative and healthy) and 2 (FeLV positive and asymptomatic) for erythrocyte counts, hemoglobin concentration, hematocrit and eosinophils, while for nucleated erythrocytes was higher. The mean number for corpuscular volume was higher in the Group 3 than Group 1. At the same time, platelet count was lower. The most frequent hematological changes in Group 3 were anemia (65, 51%; 9/29) and thrombocytopenia (62.7%; 18/29). Hematological changes found in FeLV positive and symptomatic felines are more severe than those found in healthy FeLV felines. The prevalence for FeLV infection was high, showing that the local feline population is at risk and it is needed to implement measures to control the disease spreading / O vírus da leucemia felina (FeLV) e o vírus da imunodeficiência felina (FIV) pertencem a família Retroviridae e são os agentes infecciosos virais mais importantes em gatos. A infecção pelo FeLV é manifestada comumente através de imunossupressão, anemia e linfoma. O FIV é responsável por causar principalmente depleção da ação do sistema imune do hospedeiro. A prevalência para a infecção por esses vírus varia entre diferentes regiões no planeta. No Brasil há poucos dados, aonde é possível observar alta prevalência de animais infectados. Portanto, um estudo transversal foi realizado para determinar a prevalência e os fatores associados a infecção por FeLV e FIV em gatos do Planalto de Santa Catarina. Em paralelo um segundo estudo foi conduzido, com o objetivo de descrever e comparar as alterações clínicas e hematológicas que acometem os gatos domésticos FeLV positivos. A prevalência encontrada foi 22,26% (61/274) para a infecção por FeLV, 5,84% (16/274) para FIV e 1,46% (4/274) para ambos os vírus. Gatos que apresentaram comportamento agressivo (OR=1.18) e machos (OR=2.41) apresentaram maior chance de ser positivos para FeLV. Gatos agressivos (OR= 8.00), machos (OR= 5.87) e mais velhos (OR=1,01) apresentaram maior chance de testar positivo pra FIV. A apresentação clínica mais observada nos gatos FeLV positivos e doentes foi palidez de mucosa (65,51%; 19/29); alterações neurológicas (20,69%; 6/29); linfoma (17,24%; 5/29); coinfecções (10,34%; 3/29) e leucemia (6,9%; 2/29). No hemograma, as médias encontradas para o Grupo 3 (FeLV positivos e com doença causada pelo vírus) foram menores que para os Grupos 1 (FeLV negativos e saudáveis) e 2 (FeLV positivos e assintomáticos) para contagem de eritrócitos, concentração de hemoglobina, hematócrito e eosinófilos, enquanto para eritrócitos nucleados foi maior. A média encontrada para volume globular médio foi maior para o Grupo 3 que para o Grupo 1 e para a contagem de plaquetas foi menor. As alterações hematológicas mais encontradas no Grupo 3 foram a anemia [65,51%; 19/29] e a trombocitopenia [62,7%; 18/29]. As alterações hematológicas encontradas em felinos FeLV positivos e sintomáticos são mais severas que as encontradas em felinos FeLV positivos saudáveis. A prevalência para a infecção por FeLV é alta, colocando a população de felinos da região em risco e demonstrando a necessidade de implementação de medidas de controle da disseminação da doença
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Atividade das enzimas ntpdase, 5´-nucleotidase e adenosina deaminase em plaquetas de ratos infectados por Trypanosoma evansi / Activity of the enzymes ntpdase, 5´-nucleotidase and adenosine deaminase in platelets of rats infected with Trypanosoma evansi

Oliveira, Camila Belmonte 12 August 2010 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Nucleotide- and nucleoside-degrading enzymes are present in the surface of platelets, blood cells involved in clotting disturbances of Trypanosoma evansi-infected animals. Thus, this study was aimed at evaluating the activity of the enzymes NTPDase, 5 - nucleotidase and adenosine deaminase in platelets of rats experimentally infected by T. evansi. Animals were divided into four groups, according to the degree of parasitemia. Samples were collected at days 3 (group A: at the beginning of parasitemia), 5 (group B: high parasitemia) and 15 (group C: chronic infection). Group D (control group) was composed of non-infected animals. Blood samples with citrate as the anticoagulant were collected and used for platelet separation and enzymatic assays. NTPDase, 5 - nucleotidase and adenosine deaminase (ADA) activities were decreased (p<0.05) in platelets from rats of groups A and B, when compared to the control group. In group C, only NTPDase and 5 -nucleoside activities were decreased (p<0.001), observed by ADP and AMP hydrolysis. The correlation between platelet count and nucleotide and nucleoside hydrolysis was positive and statistically significant (p<0.05) in groups A and B. Platelet aggregation of all infected groups was decreased in comparison to the control group (p<0.05). Based upon the results, it is concluded that the alterations observed in the activity of the enzymes NTPDase, 5 -nucleotidase and adenosine deaminase in platelets of T. evansi-infected animals might be related to thrombocytopenia. / Nucleotide- and nucleoside-degrading enzymes are present in the surface of platelets, blood cells involved in clotting disturbances of Trypanosoma evansi-infected animals. Thus, this study was aimed at evaluating the activity of the enzymes NTPDase, 5 - nucleotidase and adenosine deaminase in platelets of rats experimentally infected by T. evansi. Animals were divided into four groups, according to the degree of parasitemia. Samples were collected at days 3 (group A: at the beginning of parasitemia), 5 (group B: high parasitemia) and 15 (group C: chronic infection). Group D (control group) was composed of non-infected animals. Blood samples with citrate as the anticoagulant were collected and used for platelet separation and enzymatic assays. NTPDase, 5 - nucleotidase and adenosine deaminase (ADA) activities were decreased (p<0.05) in platelets from rats of groups A and B, when compared to the control group. In group C, only NTPDase and 5 -nucleoside activities were decreased (p<0.001), observed by ADP and AMP hydrolysis. The correlation between platelet count and nucleotide and nucleoside hydrolysis was positive and statistically significant (p<0.05) in groups A and B. Platelet aggregation of all infected groups was decreased in comparison to the control group (p<0.05). Based upon the results, it is concluded that the alterations observed in the activity of the enzymes NTPDase, 5 -nucleotidase and adenosine deaminase in platelets of T. evansi-infected animals might be related to thrombocytopenia.
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Avaliação dos linfócitos T reguladores na púrpura trombocitopênica imune da infância

Mazzucco, Karina Lorenzi Marramarco January 2012 (has links)
Objetivo: Avaliar a freqüência das células T reguladoras (Tregs) em crianças com diagnóstico novo de Púrpura Trombocitopênica Imune (PTI) e a sua associação com a contagem de plaquetas na ocasião, comparando os achados com os de controles saudáveis. Pacientes e Métodos: Foi realizado um estudo caso-controle, no qual foram incluídos 19 pacientes com diagnóstico novo de PTI e 19 controles. Para cada um dos casos, foram coletadas quatro amostras de sangue em períodos distintos, sendo eles ao diagnóstico – antes da instituição de qualquer terapêutica – e após um, três e seis meses do mesmo. Para os controles, utilizou-se amostra de sangue de 19 pacientes saudáveis, coletadas eletivamente. Em todas as amostras de sangue foi realizada contagem de plaquetas através de hemograma e avaliação dos linfócitos Tregs (CD4+ CD25+ Foxp3) por citometria de fluxo. Resultados: A idade média ao diagnóstico de PTI foi de 6,53 ± 4,14 anos. Dos 17 pacientes tratados, 13 receberam apenas corticosteróide oral e quatro pacientes receberam corticosteróide e imunoglobulina endovenosa associada em algum momento do tratamento. Em relação à evolução da doença, 14 crianças apresentaram remissão completa, duas remissão e três PTI crônica. Houve diferença estatisticamente significativa no número de plaquetas entre os grupos caso e controle nas amostras 1 e 4. Não houve diferença significativa na contagem de Tregs entre os casos e os controles em nenhum momento de coleta. Não foi encontrada correlação estatisticamente significativa entre Tregs e o número de plaquetas entre os casos e os controles, nem nos pacientes do grupo caso ou do grupo controle analisados separadamente. Não houve diferença na contagem de células Tregs entre os grupos de pacientes crônicos e não crônicos. Conclusão: Os achados deste estudo não nos permitiu evidenciar correlação estatisticamente significativa entre Tregs e o número de plaquetas nos grupos caso e controle. As células T CD4+ CD25+ Foxp3 (Tregs) parecem não desempenhar um papel crucial na regulação da auto-imunidade em pacientes pediátricos com diagnóstico de PTI, provavelmente, devido à existência de outros mecanismos responsáveis pela auto-imunidade em crianças, ainda não identificados. / Objective: To assess the frequency of regulatory T cells (Tregs) in children with a new diagnosis of Immune Thrombocytopenic Purpura (ITP), and its association with the counts of platelets on the occasion, and compare with healthy controls. Patients and Methods: A case-control study was conducted, in which 19 patients with new diagnosis of ITP and 19 controls were included. For each case, four blood samples were collected at different point times, that is, at the diagnosis – before the establishment of any treatment – and after one, three and six months. For the controls, electively collected blood samples from 19 healthy patients were used. For all blood samples, platelets were counted through a CBC and assessment of Treg lymphocytes (CD4+ CD25+ Foxp3) by flow cytometry. Results: The mean age at the ITP diagnosis was 6.53 ± 4.14 years. Of 17 treated patients, 13 received oral corticosteroid only, and four patients received corticosteroid and associated intravenous human immunoglobulin at some point in the treatment. Regarding the disease course, 14 children showed full remission, two partial remission, and three chronic ITP. There was a statistically significant difference in the number of platelets between the case and control groups in the samples 1 and 4. There was no significant difference in the counts of Tregs between cases and controls at any collection time. No statistically significant correlation was found between Tregs and number of platelets between cases and controls, neither in patients in the case group nor in the control group who were analyzed separately. There was no difference in the counts of Treg cells between the groups of chronic and non-chronic patients. Conclusion: The findings of this study did not show any statistically significant correlation between Tregs and number of platelets in the case and control groups. The T cells CD4+ CD25+ Foxp3 (Tregs) seems did not play a key role in the regulation of self-immunity in pediatric patients diagnosed with ITP. Other mechanisms, which aren’t still identified, are likely to account for self-immunity in children.
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Fatores de risco, parâmetros hematológicos, detecção molecular e sorológica de Ehrlichia canis e Anaplasma plantys em cães de porto Alegre/RS - Brasil / Risk factors, hematological parameters, serologic and molecular detection of Ehrlichia canis and Anaplasma platys in dogs from Porto Alegre/RS – Brazil

Lasta, Camila Serina January 2011 (has links)
Ehrlichia canis e Anaplasma platys são parasitas de células sanguíneas transmitidos por carrapatos de larga distribuição mundial. O objetivo deste trabalho foi detectar a presença de E. canis e A. platys em cães naturalmente infectados no município de Porto Alegre, RS, Brasil, através de técnicas sorológicas e moleculares; realizar análise molecular dos agentes através do sequenciamento de um fragmento do gene 16S rRNA e compará-lo com sequências disponíveis no Genbank. Adicionalmente, avaliamos os parâmetros hematológicos e possíveis fatores de risco associados à infecção. Amostras de sangue foram coletadas de 146 cães residentes no Bairro Arquipélago, região suburbana de Porto Alegre e 53 cães mantidos no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Dentre os animais analisados, 27 (13,56%) apresentaram resultado positivo na nPCR e 20 (10,2%) apresentaram sorologia positiva para A. platys. Através da ferramenta BLASTn, as sequências obtidas neste estudo foram comparadas e mostraram similaridade de 99,75% a 100% em relação a outras sequências de A. platys disponíveis no Genbank. Neste estudo não foi observada a presença de E. canis. DNA do agente não foi amplificado em nenhuma das amostras analisadas através de técnicas moleculares, e tampouco foram detectados cães sororreagentes, indicando a baixa prevalência do agente no município. Ao comparar a prevalência de infecção/exposição entre as populações estudadas, não observamos diferença significativa entre elas. Não foram observadas diferenças significativas nos parâmetros hematológicos e fatores de risco analisados nos animais infectados ou expostos, exceto a contagem de basófilos, que foi associada positivamente com infecção por A. platys. / Erlichia canis and Anaplasma platys are tick borne disease which has a worldwide geographic distribution. The aim of this study was to detect the presence of E. canis and A. platys in naturally infected dogs in Porto Alegre/RS – Brazil by serological and molecular techniques, performing molecular analysis of the agents by sequencing of a fragment of the 16S rRNA and comparing it with sequences available in Genbank. Additionally, we evaluated the hematological parameters and potential risk factors associated with infection. Blood samples were collected from 146 dogs living in the Arquipelago neighborhood, a suburban area of Porto Alegre and 53 dogs from Control Centrer of Zoonosis (CCZ). Among the examined animals, 27 (13.56%) were positive by nPCR and 20 (10.2%) were seropositive for A. platys. Through the BLASTn, the sequences obtained in this study were compared and showed similarity of 99.75% to 100% as compared to other sequences of A. platys available in Genbank. None of the dogs showed antibodies or E. canis DNA, indicating the low occurrence of the agent in Porto Alegre. There were no significant differences between positive groups and hematological parameters, or among the risk factors evaluated, except basophils count was associated with A. platys infection.
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Avaliação dos linfócitos T reguladores na púrpura trombocitopênica imune da infância

Mazzucco, Karina Lorenzi Marramarco January 2012 (has links)
Objetivo: Avaliar a freqüência das células T reguladoras (Tregs) em crianças com diagnóstico novo de Púrpura Trombocitopênica Imune (PTI) e a sua associação com a contagem de plaquetas na ocasião, comparando os achados com os de controles saudáveis. Pacientes e Métodos: Foi realizado um estudo caso-controle, no qual foram incluídos 19 pacientes com diagnóstico novo de PTI e 19 controles. Para cada um dos casos, foram coletadas quatro amostras de sangue em períodos distintos, sendo eles ao diagnóstico – antes da instituição de qualquer terapêutica – e após um, três e seis meses do mesmo. Para os controles, utilizou-se amostra de sangue de 19 pacientes saudáveis, coletadas eletivamente. Em todas as amostras de sangue foi realizada contagem de plaquetas através de hemograma e avaliação dos linfócitos Tregs (CD4+ CD25+ Foxp3) por citometria de fluxo. Resultados: A idade média ao diagnóstico de PTI foi de 6,53 ± 4,14 anos. Dos 17 pacientes tratados, 13 receberam apenas corticosteróide oral e quatro pacientes receberam corticosteróide e imunoglobulina endovenosa associada em algum momento do tratamento. Em relação à evolução da doença, 14 crianças apresentaram remissão completa, duas remissão e três PTI crônica. Houve diferença estatisticamente significativa no número de plaquetas entre os grupos caso e controle nas amostras 1 e 4. Não houve diferença significativa na contagem de Tregs entre os casos e os controles em nenhum momento de coleta. Não foi encontrada correlação estatisticamente significativa entre Tregs e o número de plaquetas entre os casos e os controles, nem nos pacientes do grupo caso ou do grupo controle analisados separadamente. Não houve diferença na contagem de células Tregs entre os grupos de pacientes crônicos e não crônicos. Conclusão: Os achados deste estudo não nos permitiu evidenciar correlação estatisticamente significativa entre Tregs e o número de plaquetas nos grupos caso e controle. As células T CD4+ CD25+ Foxp3 (Tregs) parecem não desempenhar um papel crucial na regulação da auto-imunidade em pacientes pediátricos com diagnóstico de PTI, provavelmente, devido à existência de outros mecanismos responsáveis pela auto-imunidade em crianças, ainda não identificados. / Objective: To assess the frequency of regulatory T cells (Tregs) in children with a new diagnosis of Immune Thrombocytopenic Purpura (ITP), and its association with the counts of platelets on the occasion, and compare with healthy controls. Patients and Methods: A case-control study was conducted, in which 19 patients with new diagnosis of ITP and 19 controls were included. For each case, four blood samples were collected at different point times, that is, at the diagnosis – before the establishment of any treatment – and after one, three and six months. For the controls, electively collected blood samples from 19 healthy patients were used. For all blood samples, platelets were counted through a CBC and assessment of Treg lymphocytes (CD4+ CD25+ Foxp3) by flow cytometry. Results: The mean age at the ITP diagnosis was 6.53 ± 4.14 years. Of 17 treated patients, 13 received oral corticosteroid only, and four patients received corticosteroid and associated intravenous human immunoglobulin at some point in the treatment. Regarding the disease course, 14 children showed full remission, two partial remission, and three chronic ITP. There was a statistically significant difference in the number of platelets between the case and control groups in the samples 1 and 4. There was no significant difference in the counts of Tregs between cases and controls at any collection time. No statistically significant correlation was found between Tregs and number of platelets between cases and controls, neither in patients in the case group nor in the control group who were analyzed separately. There was no difference in the counts of Treg cells between the groups of chronic and non-chronic patients. Conclusion: The findings of this study did not show any statistically significant correlation between Tregs and number of platelets in the case and control groups. The T cells CD4+ CD25+ Foxp3 (Tregs) seems did not play a key role in the regulation of self-immunity in pediatric patients diagnosed with ITP. Other mechanisms, which aren’t still identified, are likely to account for self-immunity in children.

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