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Avaliação do índice tornozelo/braço em portadores de esquistossomose mansônica hepatoesplênica

Ferraz de Vasconcelos, Adriana January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:29:08Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo5721_1.pdf: 8282548 bytes, checksum: e7e234c7f774b8e21afdf238da1c0013 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2007 / Em portadores de esquistossomose mansônica hepatoesplênica (EMH), os níveis plasmáticos do colesterol total e esterificado, e de lecitina: colesterol aciltransferase (LCAT) estão diminuídos, sugerindo que a EMH exerça efeito protetor contra a aterosclerose. O objetivo do estudo foi avaliar o índice tornozelo-braço (ITB) em portadores de EMH, operados e não operados (grupos I e II), e em não portadores de EMH (grupo III). Foram avaliados os ITB de 116 membros inferiores de 58 voluntários, através de duas técnicas (I e II), distribuídos da seguinte forma: grupo I: 17 pacientes, com média de idades de 44,8±10,5 anos; grupo II, 21 pacientes, com média de idades de 38,0±12,8 anos, e grupo III 20 voluntários sadios, com média de idades de 37,0±13,5 anos. Na técnica I, o ITB tomou-se a maior pressão sistólica do tornozelo, aferidas nas artérias tibial posterior e pediosa, e a maior pressão encontrada em um dos membros superiores. Na técnica II, foram utilizadas a menor pressão do tornozelo e a maior pressão braquial. Além dos ITB, foi medido o índice de massa corporal (IMC) e avaliado os fatores de riscos associados à aterosclerose. As médias do peso e IMC foram maiores no grupo controle (p<0,005). Em relação às doenças e fatores de riscos associados à aterosclerose, nenhum voluntário apresentou diabetes, doença coronariana e acidente vascular cerebral nos três grupos. A hipertensão arterial sistêmica (HAS) e o hábito de fumar foram mais freqüentes no grupo II, ocorrendo em oito pacientes (38,0%) e em dois pacientes (9,5%), respectivamente; sem diferença entre os grupos (p>0,05). Quando se utilizou a técnica I para medir o ITB, a maioria dos membros (77,6%) apresentou índices normais (0,9 e 1,2), 19% apresentaram índices >1,2 e 3,4% apresentaram aterosclerose periférica (ITB <0,9). Quando se utilizou a técnica II, a maioria dos membros (73,3%) apresentou valores normais de ITB, 8,6% apresentaram ITB >1,2 e 18,1% apresentaram ITB <0,9 (p>0,05). Quando se comparou os grupos, utilizando-se a técnica I, não se observou ITB <0,9 em nenhum dos três grupos. Quando se utilizou a técnica II, ITB <0,9 foi observado em 5 (29,4%), 5 (23,8%) e em 5(25%) dos pacientes dos grupos I, II e III, respectivamente (p>0,05). Pode-se concluir que não houve diferença significante entre os grupos em relação ao ITB, quando se utilizou as técnicas I e II. Houve tendência a maior sensibilidade para se diagnosticar aterosclerose periférica quando se utilizou a técnica II enquanto que a técnica I avaliou melhor o estado funcional do membro
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Detecção precoce da aterosclerose por utrassonografia Doppler em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana em uso de terapia antirretrovial

Tenorio Albuquerque Godoi Berenguer de Barros e Silva, Emmanuelle 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:24:05Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1337_1.pdf: 3750251 bytes, checksum: 0d14df5a66e4baeb198a350bfa19b5ec (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / Indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) têm morbi-mortalidade aumentada por aterosclerose precoce e eventos cardiovasculares a ela associados. As alterações na parede arterial ocorrem silenciosamente, mas podem ser visualizadas no modo-B da ultrassografia, através da medida do complexo médio-intimal (CMI). Estas precedem os eventos clínicos, que já são conseqüência da doença aterosclerótica avançada. A mortalidade aumentada em indivíduos com HIV por eventos cardiovasculares em jovens, muitas vezes sem fatores de risco clássicos para a aterosclerose, é motivo de preocupação. Não está claro, porém qual a real contribuição da terapia antiretroviral potente (TARV) e do HIV no aumento do risco de doença cardiovascular. A medida do CMI e do índice tornozelo-braço (ITB) por meio da ultrassonografia (USG) são marcadores não-invasivos e precoces da aterosclerose e podem refletir no aumento do risco cardiovascular global. Foram selecionados 70 pacientes com HIV em uso de antirretroviral (ARV) por mais de cinco anos (casos) e 70 indivíduos sem HIV (controles), pareados por sexo e idade. Todos os indivíduos foram avaliados através da medida do CMI em carótidas comuns, internas, femorais e subclávia direita (origem e segmento médio). Foram realizadas as medidas manual e automática do CMI nas carótidas comuns e também foi calculado o ITB. Os fatores de risco clássicos de aterosclerose e as características específicas dos infectados pelo HIV (tempo de doença, tempo de tratamento, tipo de tratamento ARV, uso de inibidor de protease - IP) foram avaliados. O ITB foi aumentado em um único paciente do grupo de casos (0,7%). A média do ITB no membro inferior direito foi de 1,082 e no membro inferior esquerdo de 1,077. Não houve alteração do ITB no grupo controle. O CMI em carótida comum não foi espessado em nenhum indivíduo. A média do CMI na carótida comum direita (CCD) foi de 0,51mm e na carótida comum esquerda foi de 0,53mm. A média automática do CMI da CCD nos casos mostrou-se significantemente menor do que a manual em diversos sítios de medição (subclávia direita origem, segmento médio e femoral), sendo clinicamente significativa apenas a diferença em relação à origem da subclávia direita (0,51mm vs 0,91mm) (p<0,001). Não existiu corelação significante da média automática do CMI da CCD com nenhuma das variáveis analisadas (tempo de HIV, tempo de tratamento com antirretroviral (ARV), uso de IP, uso irregular de ARV, uso de IP por mais de seis meses, classe atual de ARV, tipo de equema atual de tratamento, carga viral (CV) atual, maior CV, CD4 recente, menor CD4 e número de esquemas já utilizados), ou seja, nenhuma dessas variáveis interferem no valor do CMI. Os achados permitem concluir que os indivíduos infectados pelo HIV não apresentam risco mais elevado de aterosclerose do que a população controle, levando em consideração os fatores de risco clássicos da aterosclerose e as características específicas dos infectados pelo HIV nesta população. Comparando a média automática da CCD com as manuais não houve variação clinicamente significativa (menos de 0,1mm). Comparando a média automática da CCD com outros sítios (subclávia origem, segmento médio e femoral comum) a diferença foi estatisticamente e clinicamente significante na origem da subclávia direita. Como o espessamento do CMI em origem de subclávia direita ocorreu em casos e controles estudos complementares são necessários para confirmar se este é realmente um sítio de detecção mais precoce
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Uso do índice tornozelo-braquial (ITB) e da variabilidade pressórica na avaliação de hipertensos : associação com dados de hipertrofia ventricular esquerda e função diastólica

Wittke, Estefania Inez January 2013 (has links)
Resumo não disponível
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Uso do índice tornozelo-braquial (ITB) e da variabilidade pressórica na avaliação de hipertensos : associação com dados de hipertrofia ventricular esquerda e função diastólica

Wittke, Estefania Inez January 2013 (has links)
Resumo não disponível
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Uso do índice tornozelo-braquial (ITB) e da variabilidade pressórica na avaliação de hipertensos : associação com dados de hipertrofia ventricular esquerda e função diastólica

Wittke, Estefania Inez January 2013 (has links)
Resumo não disponível
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Risco cardiovascular, adesão ao tratamento medicamentoso anti-hipertensivo e fragilidade em idosos hipertensos / Cardiovascular risk, adherence to antihypertensive medication and frailty in hypertensive elderly

Coelho, Thaís Cristina, 1983 22 August 2018 (has links)
Orientador: Luiz Cláudio Martins / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-22T00:45:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Coelho_ThaisCristina_M.pdf: 3269478 bytes, checksum: 5e326edaaa0674d80421fe3a0d0f7f0e (MD5) Previous issue date: 2013 / Resumo: A presença da hipertensão arterial sistêmica, doença arterial periférica e de outras comorbidades, podem potencializar as chamadas síndromes geriátricas, como a síndrome da fragilidade. Embora seja um fator de risco modificável para doenças cardiovasculares, o percentual de controle da pressão arterial é baixo, sendo uma das causas, a baixa adesão ao tratamento. Tendo em vista que estas condições estão relacionadas ao desenvolvimento de incapacidades, piora da qualidade de vida dos idosos e aumento dos custos para os serviços de saúde, o objetivo desse trabalho foi investigar as relações entre hipertensão arterial, risco cardiovascular e adesão ao tratamento medicamentoso anti-hipertensivo na fragilidade do idoso. Participaram do estudo 111 idosos hipertensos, usuários de um ambulatório de atenção secundária. Foram realizadas medidas da pressão arterial e do índice tornozelo-braço (ITB), índice de massa corporal, avaliação da adesão ao tratamento medicamentoso anti-hipertensivo através do Teste de Morisk-Green e dos critérios de fragilidade (perda de peso não intencional, fadiga, diminuição da força de preensão manual, lentidão de marcha e inatividade física). Idosos que apresentaram 3 ou mais critérios de fragilidade foram considerados frágeis, 1 ou 2 critérios foram considerados pré-frágeis e os que não apresentaram critério, não-frágeis. A média de idade foi de 73,4 ± 7,37 anos, sendo 85,6% dos idosos do sexo feminino. As médias da pressão arterial sistólica sentado e em pé foram de 129,96 ±20,46 mmHg e 139,37± 22,58 mmHg, respectivamente. A médias da pressão arterial diastólica sentada e em pé foram 68,12 ± 11,24 e 76,78 ± 10,91 mmHg. A média da pressão de pulso foi 61,84 ± 17,19 e do ITB foi de 1,10±0,10. A adesão ao tratamento medicamentoso foi de 56,7%. Foram considerados frágeis 13,5%, pré-frágeis 64% e não-frágeis 22,5% dos indivíduos. Houve diferença significativa entre os 3 grupos de fragilidade para as variáveis idade (p<0,001) e pressão arterial sistólica (p<0,041). Não foram encontradas diferenças significativas com relação ao índice tornozelobraço, índice de massa corporal e adesão ao tratamento medicamentoso. Maior faixa etária e maiores valores de pressão arterial sistólica foram encontrados em idosos hipertensos frágeis do que em idosos hipertensos não-frágeis. É necessário aprimorar o conhecimento sobre a relação entre doenças cardiovasculares e fragilidade para elaboração de estratégias de prevenção e controle de desfechos adversos nessa população / Abstract: Hypertension, peripheral arterial disease and other comorbidities, can potentiate the geriatric syndromes such as frailty. Although it is a modifiable risk factor for cardiovascular disease and even with evidence that antihypertensive treatment is effective, the percentage of blood pressure control is low due to poor adherence to treatment. Considering that these conditions are related to development of disabilities, decreased quality of life of older people and increased costs for health services, the objective of this study is to investigate the relationship between hypertension, cardiovascular risk and adherence to antihypertensive drug treatment in the frailty. The study included 111 hypertensive elderly users of an outpatient secondary care. There were performed blood pressure, ankle-brachial index and body mass index measurements, evaluation of adherence to antihypertensive drug treatment through the Morisk-Green test and frailty criteria (unintentional weight loss, fatigue, decreased grip strength, slowness of gait and physical inactivity). Elderly who presented three or more characteristics were considered frail, 1 or 2 characteristics were considered prefrail and none characteristics were not frail. The mean age was 73.4 ± 7.37 years, and 85.6% were women. As average systolic blood pressure sitting and standing were 129.96 ± 20.46 mmHg and 139.37 ± 22.58 mmHg, respectively. The average diastolic blood pressure sitting and standing were 68.12 ± 11.24 and 76.78 ± 10.91 mmHg. The average pulse pressure was 61.84 ± 17.19 and the ABI was 1.10 ± 0.10. Adherence to medication was 56.7%. 13.5% were considered frail, 64% pre-frail and 22.5% non-frail. There was significant differences among the 3 groups of frailty for age (p <0.001) and for systolic blood pressure (p <0.041). Significant differences were not found in the ankle brachial index, neither in body mass index nor in medication adherence. Higher age and higher systolic blood pressure were found in frail hypertensive elderly than in not frail hypertensive's elderly. It is necessary to improve the knowledge about the relationship between cardiovascular disease and frailty to develop strategies for prevention and control of adverse outcomes in this population / Mestrado / Gerontologia / Mestra em Gerontologia
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Doença da artéria periférica sintomática e assintomática:fatores de risco e associação à filtração glomerular / Peripheral artery disease symptomatic and asymptomatic: risk factors and association to glommerular filtration

Marilia Duarte Brandão Paníco 05 July 2010 (has links)
A Doença da Artéria Periférica (DAP) é o resultado do processo aterosclerótico das artérias dos membros superiores, inferiores, aorta abdominal e seus ramos viscerais. Nosso objetivo foi detectar a DAP correlacionando-a com fatores de risco (FR) e a filtração glomerular estimada (FGe) nos pacientes com &#8805;30 anos, assistidos na Unidade docente - assistencial de Angiologia (UDA) do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Faculdade de Ciências Médicas - UERJ, com o intuito de descrever os FR e associação com doença renal crônica à DAP, a partir da aferição do índice tornozelo-braço (ITB); determinar a alteração da FGe por equações, relacionando-a à progressão da DAP. Foi usado um questionário padrão e o ITB para identificar os pacientes com e sem DAP. Correlacionou-se as variáveis laboratoriais, como os níveis séricos de colesterol, triglicerídeos, HDL-c, LDL-c, glicemia, homocisteína com a FGe e com o ITB. As análises estatísticas foram feitas pelo programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0 Os resultados apontaram para a importância do ITB no diagnóstico da DAP, com configuração de graus de obstrução leve, discreta, moderada e grave para os sintomáticos, e a identificação dos assintomáticos, possibilitando intervenção nos fatores de risco demarcados e o controle de suas complicações. O tabagismo mostou-se como o FR com razão de risco mais importante para DAP. A hipertensão sistólica e a diastólica foram variáveis clínicas mais significativas que o diabetes mellitus. Os marcadores séricos tradicionais para DAP: colesterol total, triglicerídeos e glicemia mostraram significância estatística. A homocisteína foi o marcador mais significativo em relação à DAP. Ocorreu associação entre redução do ITB com a elevação dos níveis pressóricos, das glicemias, da homocisteína, assim como diminuição das médias da FGe. Foi conclído que nos pacientes com DAP a hiperhomocisteinemia está associada à diminuição da FGe, ambas passíveis de prevenção, contribuindo na redução da morbimortalidade da DAP. A estreita associação da DAP com a FGe diminuída representou relevante contribuição do estudo. / Peripheral Artery (DAP) is the result of the atherosclerotic process involving the arteries of the superior and inferior limbs, abdominal aorta and its visceral branches. The objective was detect PAD, using the ankle brachial index (ABI), in patients &#8805; 30 years old attended in the Unidade Docente - Assistencial of Angiology (UDA), correlating it with risk factors (RF) and estimated glomerular filtration rate (eGFR), with intention to describe the RF and association with chronic kidney disease. It was used a standard questionnaire and the ABI to identify patients with and without PAD. Laboratorial tests, as total cholesterol, triglycerides, HDL-c, LDL-c, glycemia, creatinine and homocysteine were correlated to ABI. Statistical analyses were done using the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0 program. The results had pointed to the importance of the ABI in the diagnosis of PAD, with degrees of mild, discrete, moderate and serious stenosis for the symptomatic patients, and the identification of the asymptomatic ones, making possible intervention in the RF and control of their complications. Tabagism was confirmed as the RF with most important odds ratio for PAD. The systolic and diastolic hypertension showed to be more significant than diabetes mellitus, as diseases associated to PAD. In laboratorial evaluation, the traditional blood markers for PAD: total cholesterol, triglycerides and glucose had shown statistics significance. Homocysteine was the marker most significant in PAD. Association between reduction of ABI with systolic and diastolic hypertension and glycemias occurred, as well as reduction of the averages of the eGFR. The conclusion was, in patients with PAD, hyperhomocysteinemia and decrease of eGFR are possible of prevention, contributing in the reduction of the morbimortality of PAD. The narrow association of decrease eGFR in patients with PAD represented excellent contribution of this study.
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Doença da artéria periférica sintomática e assintomática:fatores de risco e associação à filtração glomerular / Peripheral artery disease symptomatic and asymptomatic: risk factors and association to glommerular filtration

Marilia Duarte Brandão Paníco 05 July 2010 (has links)
A Doença da Artéria Periférica (DAP) é o resultado do processo aterosclerótico das artérias dos membros superiores, inferiores, aorta abdominal e seus ramos viscerais. Nosso objetivo foi detectar a DAP correlacionando-a com fatores de risco (FR) e a filtração glomerular estimada (FGe) nos pacientes com &#8805;30 anos, assistidos na Unidade docente - assistencial de Angiologia (UDA) do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Faculdade de Ciências Médicas - UERJ, com o intuito de descrever os FR e associação com doença renal crônica à DAP, a partir da aferição do índice tornozelo-braço (ITB); determinar a alteração da FGe por equações, relacionando-a à progressão da DAP. Foi usado um questionário padrão e o ITB para identificar os pacientes com e sem DAP. Correlacionou-se as variáveis laboratoriais, como os níveis séricos de colesterol, triglicerídeos, HDL-c, LDL-c, glicemia, homocisteína com a FGe e com o ITB. As análises estatísticas foram feitas pelo programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0 Os resultados apontaram para a importância do ITB no diagnóstico da DAP, com configuração de graus de obstrução leve, discreta, moderada e grave para os sintomáticos, e a identificação dos assintomáticos, possibilitando intervenção nos fatores de risco demarcados e o controle de suas complicações. O tabagismo mostou-se como o FR com razão de risco mais importante para DAP. A hipertensão sistólica e a diastólica foram variáveis clínicas mais significativas que o diabetes mellitus. Os marcadores séricos tradicionais para DAP: colesterol total, triglicerídeos e glicemia mostraram significância estatística. A homocisteína foi o marcador mais significativo em relação à DAP. Ocorreu associação entre redução do ITB com a elevação dos níveis pressóricos, das glicemias, da homocisteína, assim como diminuição das médias da FGe. Foi conclído que nos pacientes com DAP a hiperhomocisteinemia está associada à diminuição da FGe, ambas passíveis de prevenção, contribuindo na redução da morbimortalidade da DAP. A estreita associação da DAP com a FGe diminuída representou relevante contribuição do estudo. / Peripheral Artery (DAP) is the result of the atherosclerotic process involving the arteries of the superior and inferior limbs, abdominal aorta and its visceral branches. The objective was detect PAD, using the ankle brachial index (ABI), in patients &#8805; 30 years old attended in the Unidade Docente - Assistencial of Angiology (UDA), correlating it with risk factors (RF) and estimated glomerular filtration rate (eGFR), with intention to describe the RF and association with chronic kidney disease. It was used a standard questionnaire and the ABI to identify patients with and without PAD. Laboratorial tests, as total cholesterol, triglycerides, HDL-c, LDL-c, glycemia, creatinine and homocysteine were correlated to ABI. Statistical analyses were done using the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 16.0 program. The results had pointed to the importance of the ABI in the diagnosis of PAD, with degrees of mild, discrete, moderate and serious stenosis for the symptomatic patients, and the identification of the asymptomatic ones, making possible intervention in the RF and control of their complications. Tabagism was confirmed as the RF with most important odds ratio for PAD. The systolic and diastolic hypertension showed to be more significant than diabetes mellitus, as diseases associated to PAD. In laboratorial evaluation, the traditional blood markers for PAD: total cholesterol, triglycerides and glucose had shown statistics significance. Homocysteine was the marker most significant in PAD. Association between reduction of ABI with systolic and diastolic hypertension and glycemias occurred, as well as reduction of the averages of the eGFR. The conclusion was, in patients with PAD, hyperhomocysteinemia and decrease of eGFR are possible of prevention, contributing in the reduction of the morbimortality of PAD. The narrow association of decrease eGFR in patients with PAD represented excellent contribution of this study.
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Avaliação da medida do índice tornozelo-braquial em portadores de hipercolesterolemia familiar / Assessment ot the ankle-brachial index in patients with familial hypercholesterolemia

Carolina Pereira 20 February 2014 (has links)
A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença de herança genética autossômica dominante caracterizada pela elevação dos níveis séricos de colesterol total e das lipoproteínas de baixa densidade (LDL- c). Conhecida por estar estreitamente relacionada ao processo aterosclerótico, a HF pode determinar o desenvolvimento de lesões obstrutivas precoces em distintos leitos arteriais. Nesse contexto, a HF também tem sido proposta como um fator de risco para a doença arterial periférica (DAP). Avaliamos assim de forma sistemática por meio de um estudo transversal e observacional, a prevalência de DAP em uma população brasileira de portadores de HF. Estudamos também sua associação com diversos fatores de risco cardiovascular, incluindo sexo, idade, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, tabagismo, perfil lipídico, níveis séricos de glicemia e creatinina. Avaliou-se também a associação da DAP com histórico prévio de doença cardiovascular (DCV) bem como sua associação com marcadores de aterosclerose subclínica representados pela angiotomografia coronariana e escore de cálcio coronário. Foram estudados 212 portadores de HF, sendo que em 86% foi comprovada presença de mutação do receptor da LDL e um grupo de comparação composto por 524 indivíduos normolipidêmicos. O rastreamento da DAP foi realizado por dois avaliadores treinados, pela medida do índice tornozelo-braquial (ITB) avaliado em repouso na posição supina, com Doppler vascular portátil. Houve maior prevalência de DAP definida por ITB <= 0,90 em portadores de HF comparados aos controles (17,5% vs. 2,3%, respectivamente; p < 0,001). As variáveis que se associaram independentemente com a alteração dos valores do ITB nos grupos estudados foram, a idade, antecedente prévio de doença cardiovascular e o indivíduo ser portador de HF (OR= 5,77 IC 95% 2,83-11,77, p < 0,001). Na população de HF as variáveis que se associaram independentemente à alteração dos valores de ITB foram a idade e a presença de histórico de tabagismo ativo ou passado. Houve uma associação univariada entre o histórico de doença cardiovascular e o diagnóstico de doença arterial periférica nesta população (OR= 3,20 IC 95% 1,53-6,67, p=0,001), porém tal associação não se manteve significativa quando ajustada por variáveis de confusão. Da mesma forma não se encontrou associação entre os valores alterados de ITB e a presença de placa coronariana e sua gravidade, bem como com o escore de cálcio coronário. Os dados sugerem dissociação entre o desenvolvimento da aterosclerose em diferentes leitos arteriais .Em conclusão, nossos resultados indicam que a DAP é mais frequente na HF do que em indivíduos normolipidêmicos e que outros fatores de risco potencializam o colesterol para sua presença. Não foi encontrada associação independente da alteração do ITB com manifestação de DCV prévia e com a aterosclerose coronária subclínica. Contudo, mais estudos são necessários para determinar o papel do uso do ITB como ferramenta para avaliação do risco de eventos cardiovasculares nessa população / Familial hypercholesterolemia (FH) is a genetic disease of autosomal dominant inheritance characterized by elevated serum levels of total and low density lipoprotein ( LDL - c ) cholesterol. FH is associated to atherosclerosis and can determine the early development of obstructive lesions in different arterial beds. In this context, FH has also been proposed as a risk factor for peripheral arterial disease (PAD). In a cross-sectional observational study the prevalence of PAD in a Brazilian population of patients with FH was determined . We also study its association with several cardiovascular risk factors, including gender, age , hypertension , diabetes mellitus , smoking , lipid profile , serum glucose and creatinine. The association of PAD with previous manifestations of cardiovascular disease (CVD) and with markers of subclinical coronary atherosclerosis detected by computed tomography coronary angiography and coronary calcium score was also evaluated. We studied 212 patients with FH, of which 86% had a confirmed diagnosis by the presence of LDL receptor mutations, and a comparison group consisting of 524 normolipidemic subjects . PAD diagnosis was made by 2 trained evaluators, by the ankle-brachial index ( ABI ) measured at rest in the supine position. There was a higher prevalence of PAD defined as ABI <= 0.90 in patients with HF compared with controls (17.5 % vs . 2.3% , p < 0.001 ) . The variables that were independently associated with altered ABI values in both groups were age, previous history of CVD and the diagnosis of FH (OR = 5.77 95% CI 2.83 to 11.77 , p < 0.001). In FH subjects variables independently associated with altered ABI values were age and the presence of current or past smoking history. There was a univariate association between CVD history and the diagnosis of PAD in this population (OR = 3.20 95% CI 1.53 to 6.67 , p = 0.001), but this association did not remain significant when adjusted for confounders . Likewise, no association was found between the values of altered ABI and the presence of coronary plaque and its severity, as well with the coronary calcium score. The data suggest that there is a dissociation of atherosclerosis development in different arterial beds. In conclusion, our results indicate that PAD is more common in FH than in normolipidemic subjects and that other risk factors potentiate cholesterol to determine its presence. No independent association was found between the alteration of ABI values with manifestations of prior CVD, as well as with the presence of subclinical coronary atherosclerosis. More studies are needed to determine the role of ABI use as a tool for assessing the risk of cardiovascular events in FH
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Uso do índice tornozelo-braquial como preditor de eventos cardiovasculares no pós-operatório de cirurgias não cardíacas / Ankle-brachial index estimating cardiac complications after general surgery

Gabriel Assis Lopes do Carmo 25 April 2014 (has links)
A avaliação perioperatória é uma etapa importante antes de encaminhar o paciente para a realização de uma operação. Algoritmos e escores podem ajudar durante este processo de estratificação de risco e na tomada de decisões. Entretanto, a maior parte deles foram descritos e desenvolvidos em um contexto diferente que pode não representar a realidade médico atual. O índice tornozelo-braquial (ITB) é capaz de quantificar o risco cardiovascular na população em geral. É um método barato e passível de ser realizado ambulatorialmente e poderia ser útil antes da realização de procedimentos cirúrgicos. O trabalho atual é um estudo observacional e prospectivo que avaliou pacientes de risco cardiovascular perioperatório intermediário a alto antes de serem submetidos a cirurgias não cardíacas. O ITB foi aferido em todos os pacientes. Um valor <=0,9 foi considerado alterado, definindo o grupo portador de doença arterial periférica. Os demais pacientes constituíram o grupo controle. Traçados eletrocardiográficos e dosagem sérica de troponina foram obtidos em todos os pacientes nas primeiras 72 horas após o procedimento. Todos os pacientes foram seguidos por um período de 30 dias, sendo o desfecho primário um combinado de eventos cardiovasculares (mortalidade cardiovascular, síndrome coronariana aguda, elevação isolada de troponina, insuficiência cardíaca descompensada, choque cardiogênico, arritmias instáveis, parada cardíaca não fatal, edema agudo de pulmão, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica descompensada). Foram avaliados 132 pacientes (61,3% do sexo masculino; idade média 65,4 anos). Durante o período de acompanhamento especificado 57,9% dos pacientes com ITB <= 0,9 apresentaram o desfecho primário vs 25,7% no grupo controle (p=0,011). Após análise multivariada por regressão logística, o odds ratio (OR) para a ocorrência desta complicação foi de 7,4 (IC 95% 2,2-25,0, p=0,001) e o valor de P para o teste de Hosmer-Lemeshow foi de 0,626. A elevação isolada de troponina foi o principal evento encontrado (78,9%). Análise de desfecho secundário mostrou um OR de 13,4 para a ocorrência de elevação isolada de troponina após regressão logística (IC 95% 3,0-59,9, p=0,001) com o valor de P do teste de Hosmer-Lemeshow de 0,922. Concluímos então que, no período perioperatório, a presença de ITB anormal está associado a pior prognóstico cardiovascular, principalmente devido à elevação isolada de troponina / Perioperative evaluation is an important step before referring a patient to surgery. Scores and algorithms can help during this process. However, most of them were developed in different context that may not represent the actual medical scenario. The ankle-brachial index (ABI) can quantify cardiovascular risk in general population. It is inexpensive and easy to perform in office care and could be useful before surgery. This is a prospective and observational study that evaluated intermediate to high cardiovascular risk patients referred for general surgery. ABI were performed in all patients before surgery. A value <= 0.9 was considered abnormal and defined the peripheral artery disease group, and the remaining patients constituted the control group. Troponin-I and electrocardiogram were provided in the first 72 hours. All patients were followed for 30 days and primary endpoint was a composite of cardiovascular events (cardiovascular mortality, acute coronary syndrome, isolated troponin elevation, decompensated heart failure, cardiogenic shock, unstable arrhythmias, non fatal cardiac arrest, pulmonary edema, stroke and peripheral artery disease decompensation). We evaluated 132 patients (61.3% male; mean age 65.4 years). During the specified period 57.9% of patients with ABI <= 0.9 had a cardiovascular event vs 25.7% in the control group (p=0.011). After logistic regression, the odds ratio (OR) was 7.4 (CI 95% 2.2-25.0, p=0.001) and Hosmer-Lemeshow P=0.626. Isolated troponin elevation was the main event (78.9%). Secondary analysis revealed an OR of 13.4 for the occurrence of secondary endpoint after logistic regression (CI 95% 3.0-59.9, p=0.001) and Hosmer-Lemeshow P = 0.922. In conclusion, in the perioperative setting, an abnormal ankle-brachial index is associated with a worse cardiovascular prognosis, especially due to isolated troponin elevation

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