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Perfil de automedicação em duas populações do município de Teresina / Profile of automedication in two populations of Teresina’s county

Mendes, Cíntia Maria de Melo January 2010 (has links)
MENDES, Cíntia Maria de Melo. Perfil de automedicação em duas populações do município de Teresina. 2010. 104 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2010. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-03-09T12:37:39Z No. of bitstreams: 1 2010_dis_cmmmendes.pdf: 1703033 bytes, checksum: ca24603db5e2b515c1e6a16cbbd9e99c (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-03-12T12:12:15Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_dis_cmmmendes.pdf: 1703033 bytes, checksum: ca24603db5e2b515c1e6a16cbbd9e99c (MD5) / Made available in DSpace on 2012-03-12T12:12:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_dis_cmmmendes.pdf: 1703033 bytes, checksum: ca24603db5e2b515c1e6a16cbbd9e99c (MD5) Previous issue date: 2010 / The selfmedication refers to a common practice, and therefore concerning, among the Brazilians. It causes several consequences such as side effects, intoxications, delay and slowness for the diagnoses and treatments, besides the feared increase of bacterial resistance to the antimicrobial agents. OBJECTIVES:To analyze the practice of selfmedication in two samples of the population of Teresina that possesses distinct demographic and socioeconomic characteristics. Furthermore, to approach aspects of the pharmacoepidemiology and of the study in medication’s use. METHODOLOGY: Transverse study of population base that evaluated the self medication in two areas of Teresina, divided in: Group 01 with residents interviewed in Planalto Uruguai neighborhood – predomination of social classes C and D. Group 02 residents interviewed in Jóquei Clube neighborhood – predomination of social classes A and B. It was used a reminding period of 15 days for the medication’s use. The sample was acquired through a lottery of streets in each neighborhood and houses in each street. In the residencies assorted, were interviewed all the inhabitants that accepted to participate in the study. RESULTS: It was verified that the general consumption of medications, in both groups, is more frequent between women (67,8% group 01 and 55,8% group 02). As the ageism trate and auto medication, this study is according to the national literature that shows the gap between 20 and 50 years of age being the most practicing in auto medication in Brasil, independently of the gender. Among those that practiced auto medication, in group 01, 26,2% possess health insurance and in group 02, 65,2%. The increase of schooling, of the intervieweds, in both groups, contributes to the rise of selfmedication. The per capita income in group 01 with predominance of auto medication is until 0,5 minimum wage (52,4%) and for group 02 is from 1.6 minimum wage (64,1%). The selfmedication occurs, in majority, between one pharmaceutics’ specialty, in both groups. In both groups, the most frequent pharmacologic class is of the analgesics, followed by the anti-inflammatories( both groups) and the main motivation is pain complaints. CONCLUSION: This research showed interesting nuances of the selfmedication. Some suffers socio-demographic influences and others are independent of these factors. In general lines, it was possible to observe how common and trivial is the act of auto medication diffused in the population, following cultural patterns and aspects subtly influenced by socio-demographic conditions. / A automedicação se constitui numa prática comum e por isso preocupante entre os brasileiros. Causa conseqüências diversas tais como reações adversas, intoxicações, atraso e morosidade para diagnósticos e tratamentos, além do temido aumento da resistência bacteriana aos antimicrobianos. OBJETIVOS: Analisar a prática da automedicação em duas amostras da população de Teresina que possuem características demográficas e socioeconômicas distintas,abordando aspectos de farmacoepidemiologia e de Estudo da Utilização de Medicamentos. METODOLOGIA:Estudo transversal de base populacional que avaliou a automedicação em duas áreas de Teresina,divididas em:Grupo 01 com entrevistados residentes no bairro Planalto Uruguai – predomínio das classes sociais C e D.Grupo 02 entrevistados residentes no bairro Jóquei Clube – predomínio das classes sociais A e B.Utilizou-se período recordatório de 15 dias para o uso de medicamentos.A amostra foi obtida através de sorteio das ruas em cada bairro e de casas em cada rua.Nos domicílios sorteados foram entrevistados todos os moradores que aceitaram participar do estudo.RESULTADOS:Verificou-se que o consumo geral de medicamentos,em ambos os grupos é mais freqüente entre as mulheres (67,8 % grupo 01 e 55,8% grupo 02).Quanto a faixa etária e automedicação este trabalho esta de acordo com literatura nacional que demonstra ser a faixa entre 20 e 50 anos a maior praticante de automedicação no Brasil,independente do gênero.Dentre os que se automedicaram ,no grupo 01,26,2% possuem plano de saúde e para o grupo 02, 65,2%.O aumento da escolaridade do entrevistado ,em ambos os grupos,contribui para acréscimo na automedicação.A renda per capita no grupo 01 com predomínio de automedicação é de até 0,5 salário mínimo (52,4%) e para o grupo 02 é de 1,6 a mais salários mínimos (64,1%).A automedicação se faz em sua maioria através de 1 especialidade farmacêutica ,em ambos os grupos. A classe farmacológica mais freqüente, em ambos os grupos, é a dos analgésicos, seguindo-se os antiinflamatórios e a principal motivação são as queixas álgicas. CONCLUSÃO: Essa pesquisa demonstrou interessantes nuances da automedicação. Algumas destas sofrem influencias sociodemográficas, enquanto outras são independentes destes fatores. Em linhas gerais foi possível observar o quão comum e banal é o ato de se automedicar na população, seguindo aspectos e padrões culturais e sutilmente influenciado pelas condições sociodemográficas.
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Prevalência e fatores associados à automedicação no Brasil : revisão sistemática da literatura e estudo de base populacional no Distrito Federal

Domingues, Paulo Henrique Faria 31 July 2014 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2014. / Submitted by Ana Cristina Barbosa da Silva (annabds@hotmail.com) on 2014-10-13T19:49:12Z No. of bitstreams: 1 2014_PauloHenriqueFariaDomingues.pdf: 1989144 bytes, checksum: aa627cc1c3a419d9a457e043deb0a4e0 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2014-10-14T15:18:10Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_PauloHenriqueFariaDomingues.pdf: 1989144 bytes, checksum: aa627cc1c3a419d9a457e043deb0a4e0 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-10-14T15:18:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_PauloHenriqueFariaDomingues.pdf: 1989144 bytes, checksum: aa627cc1c3a419d9a457e043deb0a4e0 (MD5) / Introdução: a automedicação é prática comum e quando exercida de forma inadequada oferece riscos à saúde. Apesar de ser muito praticada, escassas são as estimativas da automedicação. O Distrito Federal possui poucos estudos realizados sobre o tema, sendo que nenhum analisou quantitativamente a automedicação na população adulta desta região. Objetivo: estimar a prevalência da automedicação entre os adultos de 18 a 65 anos no Brasil e no Distrito Federal, bem como investigar os fatores associados a essa prática. Método: realizaram-se duas pesquisas, na primeira foi elaborada uma revisão sistemática de estudos transversais de base populacional. Pesquisaram-se os seguintes bancos de dados: MEDLINE, Embase, Scopus, ISI, CINAHL, Cochrane Library, CRD, LILACS, SciELO, Banco de Teses da Capes e Domínio Público, sem qualquer tipo de restrição. Os estudos foram selecionados por três pesquisadores independentes e esses extraíram os dados de interesse e avaliaram a qualidade dos estudos incluídos. Na segunda investigação, foi realizado um estudo transversal na população adulta (18 a 65 anos), selecionada por meio de amostragem probabilística com representatividade para o Distrito Federal. Os participantes responderam informações sobre a situação sociodemográfica, a presença de doenças crônicas, a percepção do próprio estado de saúde e o uso de medicamentos nos últimos sete dias. A prevalência da automedicação e seus fatores associados foram obtidos daqueles que referiram utilizar algum medicamento nos últimos sete dias. Empregou-se modelo de regressão de Poisson com variância robusta para identificar os fatores associados à automedicação. Resultados: a revisão sistemática incluiu 12 estudos, sendo a maioria realizada na Região Sudeste, após o ano 2000 e que utilizaram período recordatório de 15 dias. Apenas cinco estudos apresentaram alta qualidade metodológica, dentre os quais um estudo com período recordatório de sete dias, cuja prevalência da 7 automedicação foi 22,9% (IC 95%: 14,6% - 33,9%). A prevalência da automedicação, nos três estudos de alta qualidade metodológica com período recordatório de 15 dias, foi 35,0% (IC 95%: 29,0% - 40,0%; I2 = 83,9%) na população adulta brasileira. Em relação ao estudo transversal, foram identificados 646 adultos que relataram ter utilizado pelo menos um medicamento nos últimos sete dias. A prevalência da automedicação foi 15,0% (IC 95%: 12,6% - 17,5%). A prevalência nos adultos de maior idade, de 50 a 65 anos, foi 4,1% (IC 95%: 2,2% - 7,6%), enquanto nos mais jovens, de 18 a 34 anos, foi 25,5% (IC 95%: 20,2% - 32,1%). Pessoas com problemas na realização de atividades cotidianas apresentaram maior propensão a se automedicarem e aquelas com idade entre 50 a 65 anos ou com doenças crônicas mostraram tendência oposta. Metade dos medicamentos utilizados por quem se automedica precisava de prescrição para serem dispensados. Conclusões: embora os estudos incluídos na revisão sistemática apresentem diferenças entre as suas metodologias, o resultado daqueles com maior qualidade e período recordatório entre 7 e 15 dias indicou que há uma significante proporção da população adulta brasileira que se automedica. No Distrito Federal, a prevalência da automedicação foi mais baixa que a encontrada na revisão sistemática. A prática foi associada aos adultos jovens, com idade entre 18 a 34 anos, e aqueles com problemas na realização de suas atividades cotidianas. _________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: self-medication is a common practice and offers health risks when exercised irrationally. Despite being widely practiced, the estimates of self-medication are scarce. There are few studies in the Federal District on the subject, and none of them analyzed the self-medication quantitatively in the adult population of this region. Objective: to estimate the prevalence of self-medication among adults 18 to 65 years of age in Brazil and in the Federal District as well as to investigate the associated factors with this practice. Method: two surveys were conducted; in the first one a systematic review of population-based cross-sectional studies was performed. The search was carried out through the following databases: MEDLINE, Embase, Scopus, ISI, CINAHL, Cochrane Library, CRD, LILACS, SciELO, Brazilian theses register (Capes theses database) and a public domain source of Brazil (Portal Domínio Público), without any restrictions. Studies were selected by three independent researchers, who extracted data and assessed the quality of included studies. The second survey was a cross-sectional study conducted in the adult population (18 to 65 years old), selected by probability sampling with representativeness for the Federal District. Participants provided information such as sociodemographic status, presence of chronic diseases, the perception of their own state of health and the medication use in the last seven days. The prevalence of self-medication and its associated factors were obtained from those who reported using any medication in the last seven days. Poisson regression model with robust variance was used to identify associated factors with self-medication. Results: the systematic review included 12 studies, mostly conducted in the Southeast, after the year 2000 and that used recall period of 15 days. Only five studies had a high methodological quality. These included a study of recall period of seven days, in which the prevalence of self-medication was 22.9% (95% CI: 14.6% - 9 33.9%). The prevalence of self-medication in three studies of high methodological quality with 15-day recall period was 35.0% (95% CI: 29.0% - 40.0%, I2 = 83.9%) in the adult Brazilian population. Regarding the cross-sectional study, 646 adults who reported having used at least one medication in the last seven days were identified. The prevalence of self-medication was 15.0% (95% CI: 12.6% - 17.5%). The prevalence in older adults, 50 to 65 years of age, was 4.1% (95% CI: 2.2% - 7.6%), while the younger adults, 18 to 34 years of age, was 25.5 % (95% CI: 20.2% - 32.1%). People with problems in performing daily activities were more likely to self-medicate and those with 50 to 65 years of age and those with chronic diseases showed the opposite trend. Half the medications used by those who self-medicate needed prescription to be dispensed. Conclusions: although the studies included in the systematic review showed differences between their methodologies, the results of those with higher quality and recall period between 7 and 15 days indicated that there is a significant proportion of the adult Brazilian population that self-medicates. In the Federal District, the prevalence of self-medication was lower than that found in the systematic review. The practice was associated with young adults, 18 to 34 years old, and those with problems in carrying out their daily activities.
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Perfil da automedicação com antimicrobianos em farmácias de Fortaleza / The profile of self-medication with antimicrobials in pharmacies of Fortaleza

Sousa, Francisco Fabio Oliveira de January 2006 (has links)
SOUSA, Francisco Fábio Oliveira de. Perfil da automedicação com antimicrobianos em farmácias de Fortaleza. 2006. 137 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2006. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-12-18T11:41:58Z No. of bitstreams: 1 2006_dis_ffosousa.pdf: 1519076 bytes, checksum: 3fb69f955a66cc3502ef5461df3752da (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2012-12-19T13:35:51Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_dis_ffosousa.pdf: 1519076 bytes, checksum: 3fb69f955a66cc3502ef5461df3752da (MD5) / Made available in DSpace on 2012-12-19T13:35:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_dis_ffosousa.pdf: 1519076 bytes, checksum: 3fb69f955a66cc3502ef5461df3752da (MD5) Previous issue date: 2006 / A automedicação em farmácias é um fenômeno vivenciado no mundo inteiro. A venda livre de medicamentos ocasiona uma vasta gama de problemas. Os pacientes, em geral, são incapazes de julgar os riscos potenciais do uso inadequado dos medicamentos, particularmente os antimicrobianos. Diversos estudos abordando o uso de antibióticos comprados em farmácias foram realizados em muitos países, contudo poucos realizados no Brasil. O objetivo principal do trabalho foi descrever o perfil de utilização de antimicrobianos na população de Fortaleza, através da prática da automedicação em farmácias comunitárias. Foi realizado um estudo descritivo, observacional, por inquérito, no município de Fortaleza. Foram selecionadas 83 farmácias distribuídas nos diversos bairros, alocados através das seis secretarias executivas regionais. A população considerada para amostragem foi baseada no contingente de pessoas que buscaram a farmácia para comprar um medicamento antimicrobiano sem prescrição médica no momento da visita dos entrevistadores. A coleta de dados ocorreu entre os meses de novembro de 2005 a maio de 2006. Foram utilizados questionários com questões fechadas, pré-codificadas, e outras semi-abertas, que foram codificadas posteriormente. Os dados da pesquisa foram introduzidos em planilha do programa Excell (Microsoft®) e foram analisados no programa SPSS for Windows, versão 10.0. O projeto foi submetido ao parecer do Comitê de Ética em Pesquisa obtendo parecer favorável à realização da pesquisa. O número total de entrevistados foi 129. A maioria destes foi preenchida por pessoas que adquiriram medicamentos para o uso de terceiros, familiares tratando-se de crianças e adolescentes. As mulheres foram a maioria das compradoras dos antimicrobianos. Quanto ao nível de escolaridade dos entrevistados as maiores freqüências foram observadas nos níveis de escolaridade Ensino Médio completo n=38 (29,5%) e ensino Superior Completo/ Pós-graduação n=35 (27,1%). O perfil de renda familiar mensal da nossa amostra concentrou-se na faixa de R$ 2001,00 – 4000,00. Foi constatado que n = 72 ( 55,8 %) dos usuários possuíam plano ou convênio saúde. Sobre o estado de saúde atual, os usuários, em sua maioria, definiram seu estado de saúde como muito bom. Afirmaram ainda em maior freqüência não possuir doenças crônicas e não fazer uso crônico de medicamentos. Apenas 39% (n = 58) das pessoas entrevistadas definiram corretamente para que serve um antibiótico. Com relação ao motivo de uso do antimicrobiano, as doenças de pele foram apontadas como as mais freqüentes. Dentre os entrevistados, n=99 (77%) armazenam medicamentos em suas residências. A neomicina n= 25 (11,7%) foi o princípio ativo mais utilizado. Os entrevistados n= 47 (36,4%) responderam que utilizariam o medicamento por 5 a 7 dias. A receita médica anterior n=55 (42,6 %) foi a indicação mais pronunciada dentre os entrevistados. A compra sem receita médica foi motivada pelo fato das pessoas já terem sido curadas anteriormente pelo antimicrobiano n= 42 (25,9%). Apenas n= 25 (15,9%) dos entrevistados apontaram a resistência como conseqüência de não tomar um tratamento completo com antibióticos. A automedicação é uma prática em nosso meio, e continua contribuindo para o uso indevido de antimicrobianos. Contribuem para isso a falta de informação e a falta de observância da legislação sanitária vigente.
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Consumo cronico de diazepam por pacientes atendidos em unidades basicas de saude de Campinas

Ribeiro, Carmen Sylvia 20 December 2001 (has links)
Orientador : Neury Jose Botega / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-07-31T19:14:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Ribeiro_CarmenSylvia_M.pdf: 23696444 bytes, checksum: 9a057eb3e2a9fc3eb6252466beeda5e9 (MD5) Previous issue date: 2001 / Resumo: o objetivo desta pesquisa é investigar aspectos relacionados ao uso crônico de benzodiazepínicos, no caso, o diazepam. Foram estudados 41 pacientes, provenientes de selViços de atenção primária á saúde em Campinas, e que receberam prescrição desse fármacopor tempo mínimo de 3 anos. o estudo foi delineado em duas fases. Na primeira fase, através de exame de registros, investigamos variáveis relacionadas ao consumo de diazepam, focalizandomaior atenção sobre as doses utilizadas e sobre a origem da prescrição, particularmente quanto à especialidade do médico prescritor. Na segunda fase, estudo de campo, os pacientes foram submetidos à instrumentos psiquiátricos tais como: escala hospitalar de ansiedade e depressão (HAD)e Schedule for Clínical Assessment in Neuropsychiatry (SCAN), e instrumentos específicos para investigação de dados sociodemográficos da Associação Brasileira dos Estudos de Pesquisa de Mercado (ABIPEME).O padrão de uso de diazepam foi investigado atravésde uma entrevista semi-estruturada elaborada para estudar as seguintes variáveis: razões para o uso, efeitos da droga, alternativas para lidar com problemas emocionais sem uso de diazepam, percepções dos pacientes sobre atitudes de seus prescritores, tentativas de intelTompero consumo e sintomas de abstinência, entre outras. Nossos resultados demonstraram que usuários crônicos, em nosso meio, são mulheres, brancas, entre 50-69 anos, de baixa escolaridade, situação econômica desfavorável, que vivem sem companheiros e apresentam quadros depressivos subdiagnosticados, inapropriadamente tratados com benzodiazepínicos. Não houve tendência ao aumento progressivo de doses e a continuidade do consumo deveu-se, na maioria dos casos, a uma grande dificuldade para abandonar o uso devido ao temor em relação às reações de abstinência. Através da escala HAD, detectamos 64% de casos suspeitos de ansiedade, e 69,2% de casos suspeitos de depressão. Em relação aos diagnósticos estabelecidos pelo SCAN, identificamos transtornos depressivos em 63,4% dos casos, dependência de substâncias psicoativas em 29,6% dos casos, e transtornos do sono em 14,6% dos casos. Entre os demais diagnósticos, estabelecidos por esse critério, encontramos casos de transtornos de ansiedade (7,3%), somatoformes(7,3%), e outros emmenor proporção. Nossas conclusões apontam para a ausência de instrumentos diagnósticos específicos para estudar dependência de BDZ em nosso meio, e para a importância dos órgãos públicos de saúde incentivarem programas de intervenção sobre o uso crônico de BDZ, através de orientação de pacientes e profissionais da equipe de saúde / Abstract: The aim of this research waS to investigate aspects related to long-term use of BDZ. For this, we studied 41 outpatients ITomprimary care services in Campinas who had been taking prescribed benzodiazepines (BDZ) daily for a rninimumof 3 years. Our study was divided in two parts. First, we investigated the chronic use of medication, through examination of patient records, focusing on dosage and origin of prescription. On the second part of the study, sociodemographic details were collected using specific criteria (ABIPEME - Brazilian Association for Market Survey Studies). The patients were submitted to an investigation about associated diagnosis using structured psychiatric instruments (HAD - Hospital Anxiety and Depression Scale and SCAN - Schedule for ClínicalAssessment in Neuropsychiatry). The pattem of diazepam use and the drug effects on the subjects was examined using a semistructured interview designed to cover the following areas: reasons for use, drug effects, ways of managing their daily lives apart ITomthe drug, perceptions of their doctor's attitude to the BDZ prescription, efforts to stop taking the tablets and their attempts to withdraw and ways in which they coped with difficulties,other than by using the tablets. Our results showed that long term users tend to be white women, aged between 50-69 years old, not married, divorced or widows, low educational and sociodemographic levels, with depressive illnesses inappropriately diagnosed and treated with BDZ. There was no evidence of progressive increase in dosage and the chronic use was related to great difficulty in abandoning the medication because of a strong apprehension regarding the withdrawal symptoms. We detected by means of the HAD 64% of probable anxiety cases and 69.2% probable depression cases. In the diagnosis established by SCAN we found 63.4% depressive symptoms, 29.6% benzodiazepine dependence, and 14.6% sleep disorders, among other diagnoses. We also found anxiety (7.3%) and somatic disorders (7.3%) in lower rates, among others. Our conclusion points to the absence of specific diagnostic instruments to measure BDZ dependence in Brazil and to the recognized value of establishing guidelines for BDZ prescription and intervention programs based on orientation of patients and professionals ofthe public health system of our city / Mestrado / Saude Mental / Mestre em Ciências Médicas
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Perfil de uso de medicamentos em pré-escolares de zero a 24 meses de idade: uma ênfase na automedicação em condições dermatológicas

Fissmer, Mariane Corrêa January 2013 (has links)
Introduction: The use of medicines in the pediatric population should be cautious, especially when doing self-medication. The World Health Organization (WHO) defines self-medication as the selection and use of non-prescription drugs, being part of self-care in a broader context. Self-medication in childhood consists of the administration of drugs by parents or guardians. Objectives: This study was intended to describe the use of medicines with emphasis on selfmedication for dermatologic conditions in children from birth to 24 months of age, enrolled in the Children's Educational Centers (CEIs) of public and private schools in the city of Tubarão, state of Santa Catarina, Brazil. Methods: A cross-sectional study was conducted, based on interviews with children’s parents or guardians. Information about the child and the family was collected. The use of medications and other therapeutic strategies in the past 30 days was investigated. Dermatopathy (skin condition) symptom encompassed all cutaneous-mucous disorders. A 95% confidence interval was considered to estimate the prevalence of selfmedication. Statistical association test included the chi-square test. The level of significance was set at .05. Results: The study included 184 children between the ages of 3 and 24 months, with a mean of 15.9 (SD: 5.6) months. All children in diapers (n=183; 98.4%) had exclusive use of disposable diapers, and 86 children (46.7%) had current skin diseases, the most common being diaper dermatitis, unspecified allergic dermatitis, and scrofulous affections. With regard to the overall pharmacotherapeutic profile, 89.1% (95% CI: 83.8-92.8) of the children had used at least one medication and/or alternative therapy in the past 30 days. The prevalence of prescription-drug use was 36.8% for dermatologic disorders and 80.2% for conditions not related to skin diseases. The overall self-medication was estimated at 61.5% (95% CI: 54.3 to 68.3), of which 56.5% (95% CI: 48.4 to 63.0) for dermatologic disorders and 13.9% (95% CI: 9.6 to19.7) for conditions not related to skin diseases. However, the majority of respondents reported that they ignored which medications or products should be used for dermatologic disorders, requiring direct identification strategies. The most commonly used drugs for dermatological self-medication were emollient and protective products, characterized, in particular, by creams for the diaper regi. Topical corticosteroids and antifungal medication were the black label drugs most frequently used for dermatologic selfmedication. A statistically significant association was found between sunscreen use (p=0.005), other skin products such as moisturizers (p=0.004) and self-medication for skin disorders. Conclusion: Children were exposed to prescription and non-prescription medication. It was observed that often parents and guardians ignored the proper use of medicines and dermatologic alternatives, especially topically used drugs. These findings demonstrate the need to better address this issue, since these products can affect the health conditions of this age group. / Submitted by Rogele Pinheiro (rogele.pinheiro@unisul.br) on 2017-10-23T17:22:27Z No. of bitstreams: 1 107827_Mariane.pdf: 495873 bytes, checksum: 943951c55d77f387866df1fafad60da8 (MD5) / Approved for entry into archive by Caroline Correa da Cruz (caroline.cruz@unisul.br) on 2017-10-23T20:16:39Z (GMT) No. of bitstreams: 1 107827_Mariane.pdf: 495873 bytes, checksum: 943951c55d77f387866df1fafad60da8 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-10-23T20:16:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 107827_Mariane.pdf: 495873 bytes, checksum: 943951c55d77f387866df1fafad60da8 (MD5) Previous issue date: 2013-07-29 / Introdução: O uso de medicamentos na população pediátrica deve ser realizado com cautela, em especial quando exercido por automedicação. A Organização Mundial da Saúde conceitua a automedicação como a seleção e utilização de medicamentos sem prescrição, neste contexto sendo contemplada nas medidas do autocuidado. Na infância esta prática é definida pela administração de medicamentos pelos pais ou responsáveis. Objetivos: Descrever o perfil de uso de medicamentos enfatizando a prática da automedicação em condições dermatológicas nas crianças de zero a 24 meses de idade, matriculadas nos Centros Educacionais Infantis da rede pública e privada no município de Tubarão (SC). Métodos: Estudo transversal, baseado em entrevistas com os responsáveis pelas crianças. Foram coletadas informações sobre a criança e a família. Investigou-se o uso de medicamentos e outras estratégias terapêuticas observando-se a prescrição atual e a prática de automedicação, considerando-se os medicamentos e as alternativas terapêuticas utilizadas nos últimos 30 dias. Foi considerada dermatopatia (condição dermatológica) toda doença e sintoma de acometimento cutâneomucoso relatada pelos pais ou responsáveis. Estimou-se a prevalência de automedicação considerando um intervalo de confiança de 95%. Na análise estatística para a identificação das associações foi adotado o teste do qui-quadrado, tendo como significância estatística p<0,05 Resultados: O estudo incluiu 184 crianças de três a 24 meses com média de 15,9 (SD: 5,6) meses de idade. Todas as crianças que usavam fraldas (n=183; 98,4%) faziam uso exclusivo de fraldas descartáveis e 86 crianças (46,7%) possuíam dermatopatias atuais, sendo as mais comuns: dermatites das fraldas; dermatites alérgicas não especificadas e estrófulo. Ao avaliar-se o perfil farmacoterapêutico geral observou-se que 89,1% (IC 95%:83,8-92,8) das crianças fizeram uso de pelo menos um medicamento e/ou alternativa terapêutica nos últimos 30 dias. A prevalência de uso de medicamentos por prescrição foi de 36,8% para condições dermatológicas e de 80,2% para condições não dermatológicas. A automedicação geral foi estimada em 61,5% (IC 95%: 54,3-68,3), sendo especificamente de 13,9% (IC 95%: 9,6-19,7) com finalidade não dermatológicas e de 56,5% (IC 95%: 48,4-63,0) para condições dermatológicas. No entanto, observou-se que a maioria dos entrevistados, ignora o uso dos medicamentos ou produtos de uso dermatológico, sendo necessárias estratégias diretas para a identificação deste uso. Os medicamentos mais comumente utilizados para a automedicação dermatológica foram os emolientes e protetores, caracterizados em especial pelos cremes da região das fraldas. Dos medicamentos tarjados utilizados por automedicação para condições dermatológicas, destacam-se os corticosteroides e os antifúngicos de uso tópico. Encontrou-se associação estatisticamente significativa entre uso de protetores solares (p=0,005), outros produtos para a pele como hidratantes (p=0,004) e automedicação para condições dermatológicas. Conclusão: As crianças são expostas ao uso de medicamentos prescritos e por automedicação. Observou-se que alguns responsáveis ignoram o uso de medicamentos e alternativas terapêuticas dermatológicas, principalmente aqueles de uso tópico. Estes achados demonstram a necessidade de melhor direcionar este questionamento, tendo em vista que estes produtos podem afetar as condições de saúde na faixa etária estudada.
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Um novo olhar sobre o tema medicação no ensino de química : uma proposta de educação para a saúde

Camargo, Aline Souza de January 2013 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Instituto de Física, Instituto de Química, Faculdade UnB Planaltina, Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, 2013. / Submitted by Alaíde Gonçalves dos Santos (alaide@unb.br) on 2014-01-03T10:13:48Z No. of bitstreams: 1 2013_AlineSouzadeCamargo.pdf: 2937350 bytes, checksum: e7bf88491721bd65dd5469db5ab30b4f (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2014-01-22T21:19:12Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_AlineSouzadeCamargo.pdf: 2937350 bytes, checksum: e7bf88491721bd65dd5469db5ab30b4f (MD5) / Made available in DSpace on 2014-01-22T21:19:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_AlineSouzadeCamargo.pdf: 2937350 bytes, checksum: e7bf88491721bd65dd5469db5ab30b4f (MD5) / De acordo com dados fornecidos pelo Sistema Nacional de Informações Tóxico- Farmacológicas (SINITOX), o uso não racional de medicamentos é uma prática comum e preocupante em nosso país. Os problemas relacionados a essa prática têm graves consequências sociais, econômicas, ambientais e, dada sua complexidade e extensão, os órgãos responsáveis pela saúde no Brasil, não têm conseguido dar conta de equacioná-los. Com isso, percebeu-se a necessidade de se buscar articulações intersetoriais para promover ações mais efetivas em relação à saúde dos indivíduos. Nesse sentido, entendemos que a escola, como um centro cultural que interliga a comunidade escolar e a comunidade geral, pode contribuir, visto sua capacidade de promover a educação do conhecimento científico sem deixar de lado os aspectos histórico-culturais. Pensando em colaborar para promoção da saúde de quarenta alunos do terceiro ano do Ensino Médio de uma escola da rede pública da cidade de Goiânia, desenvolvemos, aplicamos e avaliamos uma proposta didática a partir da temática Medicação, contextualizando conceitos estruturantes de Química Orgânica. No entanto, como se trata de um tema em que se faz necessário um aporte interdisciplinar do conhecimento, elaboramos atividades em que aspectos químicos, biológicos, históricos se mesclaram a questões de cunho tecnológico, social, ambiental, político e econômicas. O conjunto das ações se constituiu um estudo de caso, nos auxiliando a entender situações vivenciadas por nossos alunos, sendo possível fazer modificação na abordagem e adaptação dos instrumentos em função de situações imprevisíveis surgidas no curso da pesquisa. Com isso, objetivou-se colaborar com o desenvolvimento da capacidade crítico-reflexiva dos alunos em relacionar o conhecimento escolar, como resultante do encontro dos conhecimentos científico e cotidiano, com as aplicações tecnológicas e suas implicações sociais, ambientais, políticas e econômicas. Podemos inferir, pela análise dos resultados, que as estratégias favoreceram reflexões acerca da temática medicação e de aspectos correlatos, associando conceitos científicos, saberes popular e análise crítica. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / According to data provided by the National System for Poison and Pharmacology Information (SINITOX), the uninformed and irrational use of medicines is a common and worrying practice in our country. The problems associated with this practice have serious social, economic, and environmental consequences, and given their complexities and scope, government agencies responsible for health in Brazil have failed about effectively resolve them. With this in mind, we realized the need of achieving combined inter-sectoral plans and develop effective actions to promote better health practices for the citizens. In this sense, we understand that the school, as a cultural center that connects the school community and the general community may contribute, through its ability to promote the education of scientific knowledge without neglecting or overlooking the historical-cultural aspects. Looking for a way to improve health conditions to forty students of the third year of high school in a public school in the city of Goiânia, we developed, applied and evaluated a proposal from the didactic theme Medication, contextualizing Organic Chemistry structuring concepts. However, once this is a topic in which interdisciplinary knowledge is a necessary contribution, we produced activities where chemical, biological, and historical aspects were merged with technological, social, environmental, political and economic issues. All actions together became a case study, assisting us to understand situations experienced by our students, allowing approach changes and instrument adaptation due to unpredictable situations arising in the course of research. Thus, the aim of this work is to colaborate with the critical and reflective students capacity in relating school knowledge, as a result of the jointing of scientific and everyday knowledge with technological applications and social, environmental, political and economic implications. We can infer, by analyzing the results, that the strategies favored reflections on the theme of medication and related aspects, linking scientific concepts, popular knowledge and critical analysis.
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Indicadores para avaliação da prática da automedicação

Martins, Karina Saviatto de Carvalho January 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-11-30T14:53:37Z (GMT). No. of bitstreams: 2 111819_Karina.pdf: 1116984 bytes, checksum: 9634045f746aa8144cb8dcdf08dee87d (MD5) license.txt: 214 bytes, checksum: a5b8d016460874115603ed481bad9c47 (MD5) Previous issue date: 2015 / Introdução: a Automedicação é o processo de consumo de um medicamento sem prescrição de um profissional habilitado; sendo empregada para tratar problemas menores de saúde, conhecidos como autolimitados, ou mesmo para tratar um problema de saúde recorrente. A prática da Automedicação é prevalente em todo o mundo pela necessidade dos indivíduos de cuidarem de sua saúde, e por ineficiência dos sistemas de saúde em prover resposta a esta necessidade. A relevância social desta temática justifica a criação e aplicação de indicadores no processo de avaliação para uma prática responsável. Objetivo: propor indicadores para avaliação da prática da Automedicação. Métodos: caracteriza-se como uma Pesquisa Avaliativa em Saúde, e foi desenvolvido em três etapas: 1. Identificação das etapas de construção dos indicadores para avaliação da prática da Automedicação; 2. Proposição de uma lista de indicadores para a avaliação desta prática; 3. Validação dos indicadores por meio da Técnica Delphi. Resultados: Foram realizadas cinco etapas para a construção dos indicadores de avaliação da prática da Automedicação. Foram identificados 79 fatores relacionados à avaliação da prática da Automedicação, e após o processo de validação, 14 fatores foram classificados como indicadores necessários para avaliação desta prática. Destes, 21,4% estavam relacionados ao fato do medicamento ser correto, apropriado e adequado as necessidades individuais do paciente; 28,6% referiam o alcance dos benefícios esperados pelo paciente; 21,4% relacionam-se a utilização de modo correto e por tempo apropriado e 28,6% apontavam a necessidade do medicamento ser seguro ao paciente. Conclusão: O tema Automedicação foi tratado neste estudo com novidade em sua abordagem, procurou-se estimular um novo olhar para esta prática e uma nova ênfase para sua avaliação. A proposição de indicadores poderá auxiliar para que a prática da Automedicação se torne responsável e segura ao paciente. / Introduction: Self-medication is the use of drugs without prescription from a qualified professional. It is used for treatment of minor, self-limiting ailments or even to treat a persistent health condition. The practice of self-medication is prevalent throughout the world due to health needs of people and because health systems are inefficient to respond to people¿s needs. The social relevance of this issue encourages the creation and application of indicators for a responsible practice of self-medication. Objective: To propose indicators for the assessment of self-medication practice. Methods: This was an evaluative health study developed in three stages: (1) identify the steps for the construction of indicators to assess self-medication practice; (2) propose a list of indicators for the assessment of this practice; (3) validate the indicators by using the Delphi method. Results: Five steps were performed to building indicators for the assessment of self-medication. Out of 79 factors related to the evaluation of self-medication, 14 were selected after the validation process, and deemed necessary for the assessment of self-medication practice. Of these, 21.4% were related to the fact that the medication was correct, appropriate and tailored to individual patient needs; 28.6% were related to meeting patient expectations; 21.4% were related to the correct use of medication, administered in a timely manner; and 28.6% indicated the need for the drug to be safe for the patient. Conclusion: This study presented a novel approach to self-medication assessment, given that it sought to encourage a fresh look at this practice and a new emphasis on its evaluation. The proposition of indicators may help self-medication practice to take responsibility for patient safety.
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A automedicação como tema social no ensino de química para o desenvolvimento da alfabetização científica e tecnológica

Richetti, Graziela Piccoli January 2008 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica. / Made available in DSpace on 2012-10-23T18:42:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 260134.pdf: 2984727 bytes, checksum: ff0b7375a6a97a0a114ab60170413e85 (MD5) / A presente pesquisa pretende apontar a importância da automedicação no Ensino de Química, como tema contextualizador dos conteúdos disciplinares, para alfabetizar científica e tecnologicamente os alunos do Ensino Médio. Buscamos auxílio nas pesquisas em Saúde Pública, que revelaram dados significativos, que podem ser aproveitados sob um enfoque educacional. Na mesma direção, os documentos curriculares brasileiros são favoráveis à abordagem da automedicação na educação básica, em particular no Ensino Fundamental. Dada a importância do tema, buscamos um suporte teórico e metodológico para a contextualização no Ensino de Química por meio da abordagem de temas sociais. A perspectiva da Alfabetização Científica e Tecnológica (ACT) propõe que os conhecimentos científicos sejam trabalhados através de metodologias interdisciplinares, como as Ilhas Interdisciplinares de Racionalidade (IIRs). Para investigar se os temas sociais fazem parte das aulas de Química, em particular a automedicação, foram consultados professores de Química do Ensino Médio. Como forma de verificar o interesse dos alunos sobre o tema, um questionário foi aplicado para estudantes do Ensino Médio. As informações obtidas conduziram à proposição de três IIR em torno da noção de automedicação. Nessa perspectiva, queremos mostrar que a automedicação é um tema que pode ser trabalhado com um enfoque educacional para o desenvolvimento de atributos fundamentais à formação da cidadania. The following research intends to aim the importance of the self-medication in Chemical Education, as social theme to contextualization the contents to discipline, for the scientific and technological literacy the pupils of secondary education. We search assistance in the research in Public Health, that had showed result significant, that can be used for an educational approach. In the same direction, the Brazilian curricular documents are favorable to developing self-medication in basic education, in particular in primary education. Given the importance of the subject, we search a theoretical and methodological support to contextualization in Chemical Education by means to boarding of social themes. The Scientific and technological literacy considers that the scientific knowledge are worked through interdisciplinary methodologies, as the Interdisciplinary Islands of Rationality (IIRs). To investigate if the social themes are part of the class of Chemistry, in particular self-medication, had been consulted professors of Chemistry of secondary education. As form to verify the interest of the pupils on the subject, a questionnaire was applied for students of secondary education. The information had lead to the proposal of three IIR around the self-medication notion. In this perspective, we want to show that the self-medication is a subject that can be worked with an educational approach for the development of basic attributes to the formation of the citizenship.
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Sentidos da automedicação para enfermeiras de hospital público do Município de Niterói / The meaning of self-medication for public hospital nurses in the city of Niterói

Santos, Sonia Regina Belisário dos January 2011 (has links)
Submitted by Gilvan Almeida (gilvan.almeida@icict.fiocruz.br) on 2016-08-10T18:27:53Z No. of bitstreams: 2 1011.pdf: 1744733 bytes, checksum: 1372fb8cbc42c5e1d40fa928cfa050db (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Arruda (maria.arruda@icict.fiocruz.br) on 2016-09-12T12:57:34Z (GMT) No. of bitstreams: 2 1011.pdf: 1744733 bytes, checksum: 1372fb8cbc42c5e1d40fa928cfa050db (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-09-12T12:57:34Z (GMT). No. of bitstreams: 2 1011.pdf: 1744733 bytes, checksum: 1372fb8cbc42c5e1d40fa928cfa050db (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2011 / A automedicação é uma prática disseminada na população em geral e notoriamente entre algumas categorias profissionais, como os de enfermagem. Neste caso, a prática é favorecida pela facilidade de acesso e conhecimento sobre manuseio e utilização dessas substâncias, fato já evidenciado pela literatura. Este estudo de abordagem qualitativa e desenho exploratório, objetivou investigar o tema da automedicação entre enfermeiras de um hospital público do município de Niterói, com ênfase nos fatores que influenciam, condicionam ou favorecem esta prática na perspectiva de gênero e trabalho. Os objetivos específicos: descrever o perfil das enfermeiras em relação às condições de vida e trabalho; conhecer os sentidos atribuídos pela enfermagem à prática de automedicação; identificar os fatores que influenciam, condicionam ou favorecem a automedicação com enfoque nas questões de gênero e condições de trabalho. O lócus do estudo foi o Hospital Universitário Antonio Pedro, localizado na região Metropolitana II do Estado do Rio de Janeiro. Os sujeitos de pesquisa foram enfermeiras de três setores distintos do hospital: Unidade Coronariana, Clínica Médica e Ambulatório. A técnica de pesquisa utilizada foi a entrevista semi-estruturada e os dados produzidos foram analisados a partir do referencial da Análise de Conteúdo/Temática de Bardin e Minayo. Concluiu-se que a prática da automedicação é atribuída pelas enfermeiras ao fácil acesso aos medicamentos, associado a precárias condições de trabalho. / Os medicamentos são em geral utilizados para combater sinais e sintomas decorrentes de carga de trabalho excessiva, que causa malefícios à saúde, tanto física quanto mental. Observou-se que, mesmo estando grande parte do tempo no ambiente hospitalar, as trabalhadoras atribuem a prática de automedicação principalmente à falta de tempo para procurar um médico, em decorrência das demandas familiares e profissionais. Nos relatos das enfermeiras sobre seu cotidiano de trabalho e aspectos relacionados à automedicação surgiu fortemente o tema do não reconhecimento profissional, resultado que precisa ser melhor investigado.
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Uso e abuso de substancias para o alivio imediato da cefaleia

Heinisch, Liana Miriam Miranda January 1996 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias da Saude / Made available in DSpace on 2012-10-16T23:26:34Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / Os objetivos do estudo foram: i) avaliar o nível de consumo atual de medicamentos empregados para o alívio da dor em pacientes com cefaléia atendidos em setor ambulatorial de hospital geral, universitário; ii) quantificar a freqüência de pacientes classificados como sofredores de cefaléia crônica diária e de cefaléia induzida por medicamentos; iii) comparar as principais características clínicas entre o grupo que usava e o que abusava de medicação; iv) identificar as atitudes dos pacientes diante do fato de sentir dor. O estudo incluiu 149 pacientes adultos atendidos no ambulatório de cefaléia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, no período de janeiro a agosto de 1995. A maioria dos pacientes tinha uma história de cefaléia com tempo superior a seis meses. Os resultados demonstraram que 99% dos pacientes usavam substância para alívio imediato da cefaléia, sendo que 50,7% utilizavam de modo abusivo. Comparando os grupos de usadores e abusadores, encontramos diferenças estatisticamente significativas (P<0,05) na intensidade, freqüência e duração da dor. Os dados demonstram que os pacientes estudados possuem um elevado nível de consumo de medicamentos para alívio da cefaléia. Os achados reforçam a idéia da necessidade de um enfoque multidisciplinar nesse grupo de sofredores crônicos, visando assistência, educação continuada e pesquisas nesta área.

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