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Extremidades da nação

Souza, Fábio Francisco Feltrin de 26 October 2012 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História, Florianópolis, 2011 Made available in DSpace on 2012-10-26T06:36:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 296395.pdf: 2762185 bytes, checksum: 60c75b15f42853fac6bf02b0ade7678a (MD5) A nação imaginada pelos letrados de 1837 promoveu a eliminação de todo resíduo de antagonismo social como garantia de sobrevivência da nação e como elemento constitutivo de suas fronteiras cartográficas. Essa eliminação não se deu apenas com repressão, genocídios físicos e corporais, mas também, e antes, no nível discursivo e simbólico. Foi missão do Estado garantir a implementação do hífen que o une à #nação#. Hífen desenhado com o silêncio, o esquecimento e o sangue dos que foram considerados estrangeiros ou danosos. É justamente aí que se insere a discussão desta tese: interromper esse gozo, esse mito, essa origem e levar o discurso da nação em sua extremidade, para, assim, produzir outras genealogias e escrever uma história a contra-pêlo. Esta tese está desenvolvida a partir de três problemas: o discurso político racional de renovação nacional encontra-se contagiado por argumentos teológicos; a íntima relação existente entre o exílio e a construção de um sentimento de nação; e a violência das narrativas fundacionais armadas a partir dos encontros intelectuais entre o viajante Rugendas e os letrados românticos no exílio. Esses três eixos são desdobramentos da intenção de analisar a emergência de sintomas anti-modernos nesses discursos. Chamo esses problemas de extremidades da nação, pois somente no limiar que a nação moderna poderia se realizar. Cada uma dessas extremidades é abordada em um capítulo específico. O quarto capítulo é uma enunciação mais evidente do problema central da tese. The nation imagined by the literati of 1837 promoted the elimination of any residue of social tension like a guarantee of survival of the nation and as a constituent element of its cartographic boundaries. This elimination was not just to repression, genocide and physical body, but also by level of discourse and symbolic. It was the mission of the State to ensure implementation of the hyphen that joins the "nation."Hyphen designed with silence, forgetfulness and the blood that were considered foreign or harmful. It is precisely here that the discussion is part of this thesis: to stop this joy, this myth, the origin and carry the discourse of the nation at its end, to thereby produce other genealogies and write a story to #counter-hair#. This thesis is developed from three problems: the rational political discourse of national renewal is infected by theological arguments; the intimate relationship between exile and building a sense of nation; and the foundational narratives of violence from armed encounters between the romantic intellectuals and Rugendas, in exile. These three axes are offshoots of the intention to examine the emergence of symptoms in these anti-modern discourses. I call these problems the extremities nation, since only the threshold to the modern nation could accomplish. Each of these extremities discussed in a separate chapter. The fourth chapter is a clearer enunciation of the central problem of the thesis.
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Biopolítica em Foucault

Farhi Neto, Leon 2007 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Made available in DSpace on 2012-10-23T10:04:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 246961.pdf: 122870 bytes, checksum: 6cb6fd44fa03c231f184b70c502d8dd0 (MD5) Atualmente, o termo #biopolítica# é empregado por inúmeros autores, e não apenas no domínio da filosofia política. Essa difusão, como era de se esperar, terminou por diluir, quando não alterou completamente, o uso que o filósofo Michel Foucault fez do termo, nos anos 1970. Por esse motivo, pareceu-nos interessante fixar, nesta dissertação, o significado ou significados originalmente atribuídos ao termo #biopolítica#, por Foucault, em seus livros, artigos e entrevistas. A pesquisa identificou cinco formulações, relativas a cinco mecanismos de poder distintos: o poder medical, o dispositivo de raça, o dispositivo de sexualidade, o dispositivo de segurança e a governamentalidade neoliberal. Nesta dissertação, reserva-se um capítulo para a análise de cada um destes mecanismos. Na conclusão, busca-se responder à questão a respeito das diferenças e das identidades entre essas cinco acepções de #biopolítica#.
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Guerra ao terror

Oliveira, Marcus Vinícius Xavier de 2007 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito Made available in DSpace on 2012-10-23T05:25:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 248669.pdf: 835087 bytes, checksum: 61faef92dd701445b5165352d2ab8e7c (MD5) O presente trabalho, partindo do pressuposto de que a guerra ao terror é ilegal e ilegítima, na medida em que não encontra fundamento nas normas-regras e normas-princípios do direito das gentes contemporâneo, busca compreendê-la à luz da biopolítica, segundo o desenvolvimento elaborado por Giorgio Agamben em sua tetralogia "homo sacer". Referida análise restou frutífera, pois logrou comprovar que a guerra ao terror, concebida como uma política de gestão da vida da população atingida por sua conflagração, tem por finalidade tanto a sua proteção como o firme propósito de extingui-la, qualificando-se, desta sorte, em tanatopolítica, isto é, em gestão econômica da morte daqueles a quem se atribui a qualidade de terrorista. Trata-se, portanto, daquilo que se conceituou de bioguerra: uma guerra contra a vida.
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Extravio do jurídico, ocaso do político, ubiqüidade da exceção

Barbosa, Jonnefer Francisco 2007 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito. Made available in DSpace on 2012-10-23T05:47:20Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Objetiva o presente trabalho cujos arranjos estão fixados basicamente na intersecção entre a filosofia do direito e a filosofia política - lançar confrontações e análises instaladas num caráter deliberadamente fragmentário - no plano de três eixos temáticos principais (intitulados, respectivamente: extravio do jurídico; ocaso do político e a ubiqüidade da exceção), compondo-se, cada eixo, de fragmentos-tese - sínteses heurísticas de argumentos e hipóteses - que tentam circunscrever debates topografias sobre algumas aporias ainda pendentes de respostas na teoria e na filosofia do direito contemporâneo, v.g, (eixo I) crise da estatalidade, topografias da decisão jurídica, direito e temporalidade, refuncionalização do direito nas sociedades de massas espetacularizadas contemporâneas; (eixo II) fenecimento das categorias da tradição contratualista (e a urgência de pensar outras referências para a política ocidental), emergência da biopolítica; (eixo III) a força de lei, a ubiqüidade e o tornar-se regra da exceção (aproximação aos conceitos de exceção efetiva e fictícia). Boa parte dos caminhos desta dissertação são margeados a partir dos vetores da filosofia contemporânea representados na teorizações de Walter Benjamin (1892-1940), Hannah Arendt (1906-1975) e Giorgio Agamben (1942 - ).
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Biopolítica em Giorgio Agambem : reflexão crítica sobre a legitimidade do Poder Soberano

Valerio, Raphael Guazzelli. 2011 (has links)
Orientador: Ricardo Monteagudo Banca: Edson Luís de Almeida Teles Banca: Luís Antônio Francisco de Souza Resumo: Pretende-se mapear o conceito de biopolítica na obra do filósofo italiano Giorgio Agamben, mais precisamente em seu trabalho de 1995, inaugurador da série Homo Sacer, cujo título leva o mesmo nome: Homo Sacer: O Poder Soberano e a Vida Nua. Valendo-se do pensamento de Michel Foucault e Hannah Arendt de um lado, e Walter Benjamin e Carl Schmitt de outro, Agamben faz recuar o conceito de biopolítica às fundações da política ocidental. Importa mostrar como estrutura, lógica e topologia de funcionamento a biopolítica anima as relações políticas desde seu fundamento e que a modernidade foi capaz de desvelar, transformando radicalmente os espaços políticos contemporâneos. É sabido que este conceito foi forjado por Foucault e que em seu pensamento ele funciona como uma modalidade de poder, porém em Agamben ele aparece de forma central, algo como um conceito base de onde emergirão outros quatro: homo sacer, poder soberano, estado de exceção e campo de concentração. A política moderna, ao suscitar um permanente estado de exceção, isola e produz a mera vida e toma para si o direito de administrá-la. Nesta estrutura de funcionamento temos como paradigma de espaço político o campo de concentração Abstract: It is intended to map the concept of biopolitics in the work of Italian philosopher Giorgio Agamben, specifically his work in 1995, Homo Sacer inaugurate the series, whose title bears the same name: Homo Sacer: Sovereign Power and Bare Life. Drawing on the thought of Michel Foucault and Hannah Arendt on the one hand, and Walter Benjamin and Carl Schmitt on the other, Agamben is the concept of biopolitics back the foundations of western politics. It should show how the structure, logic, topology and function animates the biopolitical relations policies since its foundation and that modernity was able to uncover, radically transforming political spaces contemporaries. It is known that this concept was coined by Foucault in his thinking and that it functions as a form of power, but it appears in Agamben centrally, something like a basic concept from which emerge four: homo sacer, sovereign power, status exception and a concentration camp. Modern politics by raising a permanent state of exception and produces a mere isolated life and takes to itself the right to manage it, we have this structure functioning as a paradigm of political space the concentration camp Mestre
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Geoprocessamento como prática biopolítica de governo municipal

Stassun, Cristian Caê Seemann 24 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-graduação em Psicologia, 2009 Made available in DSpace on 2012-10-24T18:13:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 270040.pdf: 4295415 bytes, checksum: 4ff657fe45380b748cb5062bfa24cc00 (MD5) Desde que foram lançadas, no primeiro semestre de 2005, as fotos de satélite de alta resolução do "google earth" possibilitaram ao sujeito que tem internet visualizar do espaço sua cidade, bairro e casa. As aerofotografias, que eram feitas com balões de ar quente desde a metade do século XIX, são transformadas agora, numa cartografia que integra um banco de dados numa rede de informações organizadas para gestão de cidades. Com uma velha idéia, uma nova tecnologia surgiu também para outras utilidades. Falamos das geotecnologias. Com o geoprocessamento de um município se obtém camadas de informações de várias áreas como infra-estrutura, saúde, educação, saneamento e criminalidade, permitindo a construção e o planejamento de políticas públicas mais efetivas. Porém, numa sociedade onde esses dados são essencialmente estratégicos, surge um tipo "mercado" de informações que será problematizado por essa pesquisa. O geoprocessamento é uma técnica biopolítica que pode ser caracterizada por Foucault como um dispositivo que articula informações que podem ser cruzadas politicamente na gestão pública municipal? Que agencia práticas de regulação das populações e resulta em formas de subjetividade constituídas pela gestão, vigilância e governo fino das populações? Este dispositivo biopolítico será o objeto e método de análise procurando responder o que essa geotecnologia como recurso de saber e poder consegue conhecer e como se constitui para governar a vida dos indivíduos. Since they were launched in the first half of 2005, the satellite photos of high resolution of the "Google Earth" to the subject that has allowed internet viewing of the space of your city, neighborhood and home. The air photography, which was made with hot-air balloons since half of the nineteenth century, they are now processed in a mapping that integrates a database in a network of information organized for management of cities. With an old idea, a new technology emerged also for other uses. We talk about the geo. With the geoprocessing of a municipality to get layers of information in various areas such as infrastructure, health, education, sanitation, crime allowing the construction and planning of public policies more effective. But in a society where such data are essentially strategic, is a type "market" of information to be problematised by this research. Is the geoprocessing biopolitics a technique that can be characterized by Foucault as a device to articulate information that may be politically in managing public cross-municipal? Does that agency practice to regulate populations and results in forms of subjectivity constituted by the management, monitoring and fine government of the people? This biopolitical device will be the subject and method of analysis seeking to answer the Geotechnical as a resource and be able to understand how it is constituted in order to rule individuals' lives.
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Exercício de ontologia do presente

Oliveira, Gabriela Dias de 2006 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Made available in DSpace on 2012-10-22T06:39:07Z (GMT). No. of bitstreams: 0 O presente ensaio parte da idéia foucaultiana de uma ontologia do presente ou ontologia histórica de nós mesmos para mapear o campo das relações entre política, direito, economia e moral na atualidade. Aceitando o pressuposto de que é preciso conhecer a realidade antes de querer transformá-la, o exercício ontológico proposto por Michel Foucault articula-se em três eixos fundamentais: o da enunciação do verdadeiro, o dos efeitos (mais políticos que epistemológicos) de uma verdade enunciada, o dos modos da relação de si consigo mesmo (processos de subjetivação). No cerne da filosofia política -e de algum modo conferindo unidade a um projeto tão vasto como o foucaultiano-, está o problema do governo dos seres humanos a partir e através da produção de verdades: o regime de produção do verdadeiro e do falso atuando na maneira como os seres humanos se governam, se dirigem, se conduzem a si mesmos e aos demais. Ao cabo desta análise, percebe-se que o pólo ao qual a resistência há de fazer face, hoje, é sobretudo um modo de existência -o que levanta a suspeita de uma coincidência entre sujeição e subjetivação na configuração ontológica contemporânea, a que Foucault nomeou biopolítica. O conceito de biopolítica designa a lógica ou a racionalidade que preside, desde o século XVIII, as técnicas de governo dos vivos. Objeto da segunda parte deste ensaio, tais técnicas põem em jogo uma lógica de majoração da vida, aplicando-se a indivíduos e populações de modo a coordenar e controlar suas forças. Isto significa que a biopolítica mobiliza a política, a economia, a moral, a ciência e o direito a fim de estruturar, ordenar e gerir indivíduos e populações: gestão calculista da vida humana, a biopolítica designa, enfim, uma arte de governar que, como tal, confunde-se inteiramente com o liberalismo. O domínio das artes de governar é evocado por Foucault a fim de apreender as diversas maneiras de racionalizar a prática governamental no exercício da soberania política.
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Biopolítica e direito

Souza, Helder Félix Pereira de 2013 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2013. Made available in DSpace on 2013-07-16T21:03:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 317577.pdf: 1253860 bytes, checksum: 019138715cd9c282b042ce0b7318ff29 (MD5) Esta pesquisa aborda a tese de Agamben cujo paradigma da biopolítica atual é a do campo, onde a vida nua encontra-se no centro das decisões do poder soberano sob um estado de exceção permanente. Em que a natureza existencial da política e do Direito encontram-se diretamente vinculadas, frente à peculiaridade biopolítica do poder soberano em expor a vida à violência e ao poder da morte. Neste caso, a inquietação que conduziu esta dissertação partiu do intuito de apreender as constatações da leitura biopolítica atual proposta por Agamben, utilizando desta perspectiva para analisar sua possível manifestação no poder judiciário, destacando seu funcionamento que, de algum modo, confirmam e o reforçam os espaços biopolíticos da atualidade. Para isso a pesquisa foi dividida essencialmente em quatro partes, na qual as duas primeiras são para a compreensão conceitual e as outras duas funcionam como aplicação e constatação dos conceitos. Assim, primeiramente serão percorridas as obras de Hannah Arendt e Foucault para relacionar a questão da política e da vida. O momento em que a política passa a tratar da mera vida biológica, o que para Foucault passa a ser biopolítica, e para Hannah Arendt, deixa de ser política. Mas também, de uma maneira breve, a questão do domínio totalitário e do campo de concentração. Em segundo lugar, desenvolve-se a perspectiva biopolítica de Agamben. Para isso são feitas algumas distinções dos conceitos de biopolítica, poder soberano, estado de exceção, vida nua, homo sacer e campo. Na terceira parte é feita uma análise de nossa sociedade de risco atual, destacando para isso a exposição aos riscos de morte nos acidentes automobilísticos, que atualmente matam mais do que as guerras. E na quarta parte são destacados casos de acidentes com vítimas que recorrem ao judiciário com pedido de indenização por dano irreparável (especificamente danos morais), em que o juiz terá de realizar um cálculo para determinar valores às partes do corpo lesado ou à própria morte da vítima. Assim como, de maneira breve, a repercussão no legislativo e executivo, com o intuito de criar leis que 'tabelam' precisamente os valores do corpo humano. Nesta análise, será utilizada a perspectiva biopolítica traçada por Agamben, com o intuito de constatar e compreender seu funcionamento nos acontecimentos mais banais do judiciário, consequentemente no Direito atual. Por fim a conclusão, que sintetiza a ideia geral das constatações desta pesquisa e o vislumbre de uma possível saída desse poder sobre a vida, característica da bipolítica atual, através do poder da vida. Como possibilidade de um novo Direito que potencialize novas formas de vida ao invés de uniformizá-las.
Abstract : This research approaches Agamben's thesis of that current paradigm of biopolitics is the field in which bare life is at the center of the decisions of the sovereign power in which the state of exception has become the rule. The existential nature of the politics and also of the law are directly connected to the peculiarity of biopolitics and the sovereign power to expose the lives to violence and the power of death. In this case, the unrest that led this dissertation came from trying to understand the findings of the current biopolitics reading proposed by Agamben and use this perspective to analyze your manifestation in the judiciary highlighting his contribution that somehow confirms and reaffirms the space of biopolitical today. For that, this research was essentially divided into four parts, in which the first two are for the conceptual understanding and the another two operate as application and verification of the concepts. So, firstly will be covered the works of Hannah Arendt and Foucault for relate the issue of politics and life. The moment in which the politics treats the mere biological life, which for Foucault becomes biopolitics, and for Hannah is no longer political. But also, in a brief way, the question of totalitarian rule and the concentration camp. Secondly develops the perspective of biopolitics Agamben. For this some conceptual distinctions are made about the concept of biopolitics, sovereign power, state of exception, bare life, homo sacer and camp. The third part is an analysis of our current risk society, emphasizing that the exposure to the risk of death in automobile accidents currently kills more than wars. And in the fourth part are highlighted cases of accidents with victims who resort to the judiciary to claim indemnification for irreparable harm (specifically moral damages), in which the judge must perform a calculation to determine values for the body parts injured or for the own death of victim. As well as, briefly, the impact on the legislative and executive in order to create laws that are 'tabulated' precisely the values of the human body. This analysis uses the biopolitical perspective described by Agamben in order to observe and understand its operation in the most banal events of the judiciary, consequently in the current law. Finally a conclusion that summarizes the overview of the findings of this research and the glimpses of a possible output of this power over life, characteristic of the current biopolítical, through the power of life. As the possibility of a new Right that potentializes new forms of life rather than standardize them.
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Ao fundo do abismo

Honesko, Vinícius Nicastro 2007 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito. Made available in DSpace on 2012-10-23T03:46:51Z (GMT). No. of bitstreams: 0 O trabalho apresenta-se como desenvolvimento de três vertentes da teoria de Giorgio Agamben: o problema político, o onto-teo-lógico e a conformação messiânica do tempo. Expõe como o modelo político se desenvolve em torno de um princípio de exceção, cuja centralidade é obscurecida pelo aparato do ordenamento político-jurídico. Apresenta uma construção da idéia de biopolítica para além da proposta de Foucault, reconduzindo-a, através do rio subterrâneo da exceção, aos seus fundamentos mais distantes. Através desse desenvolvimento, mostra como do modelo conceitual da polis passa-se, na modernidade, para o modelo da metrópole, que em si carrega uma desomogeneidade essencial, que aponta para a transformação das relações de poder, isto é, de um poder soberania para um poder governo. Abre o caminho para apontar o campo como paradigma do espaço político contemporâneo. Num segundo momento, investiga o problema da linguagem humana e seus desdobramentos na esfera ontológica e, por assim dizer, teológica. Por meio da leitura de um clássico do misticismo cristão, expõe como a metafísica esteve implicada numa dimensão lingüística de modo que, seu problema fundamental - a questão do ser -, sempre esteve conexo àquele da cisão lingüística entre mostrar e significar. Apresenta o conceito de Voz como aquele que funda toda possibilidade de uma ontologia e que se coloca na posição de in-fundamento do homem. Exposto o vazio constitutivo do humano, trabalha com o problema da possibilidade da fundação de uma comunidade humana. Indica como, portanto, um fazer, que desde as mais antigas comunidades humanas é um sacrum facere, é colocado como princípio fundacional da comunidade. Reivindica a superação deste início ficcional, para além do mito do sacrifício. Aponta como a figura do homo sacer está num ponto pré-ficcional, num estágio político originário que deve ser reivindicado para sua própria superação. Num terceiro momento mostra como a idéia de um messianismo levado ao extremo pode ser o mecanismo de interpretação do tempo presente. Como único tempo que resta, a possibilidade de efetivação de um estado de exceção, tal como propõe Benjamin, é vislumbrada a partir do projeto messiânico. Através deste projeto é que a superação das categorias limites do pensamento, tais como a Voz e o campo, poderá ser pensada. Le travail se présente comme développement de trois lignes de la téorie de Giorgio Agamben: le problème politique, le problème onto-teo-logique e la conformation messianique du temps. Il expose comme la modèle politique se développe autour d´un principe d´exception, dont la centralité est obscursi par l´apparat de l´ordre politique-juridique. Il présente une construction de l´idée de biopolitique au delà de la proposte de Foucault, en la ramenent, à travers le rivière souterrain de l´exception, à leurs fondement plus distants. À travers cette développement, il demontre comment de la modèle conceptuelle de la polis on passe, dans la modernité, à la modèle de la métropole, laquelle porte en si-même une desomogénéité essentiel, que points vers la transformation des relations de pouvoir, ça veut dire, d´un pouvoir soveranie envers un pouvoir gouvernement. Il ouvre le chémin pour pointer le camp comme paradigme de l´espace politique contemporain. Dans un deuxième moment, le travail recherche le problème de la langage humaine et leur dédoublement dans l´esphère ontologique et, pour ainsi dire, teologique. Par la lecture d´un classique du mysthicisme chrétien, il expose comme la metaphysique avait été impliqué dans une dimension linguistique de maniere que, son problème fondamentale - la question de l´être -, avait été toujours branché à ce de la scission linguistique entre demontrer e signifier. Il présente le concept de Voix comme ce que fonde tout possibilité d´une ontologie et comme ce que se pose dans la position de in-fondement de l´homme. Une fois exposé le vide constitutive de l´humain, il travail avec le problème de la possibilité de la fondation d´une communauté humaine. Il indique, donc, comme un faire, que depuis les plus vieux communautés humaines est un sacrum facere, est mis comme principe fondationel de la communauté. Le travail revendique la supplantation de ce débout ficcionel, au delà du mythe du sacrifice. Il points comme la figure du homo sacer est dans un point pre-ficcionel, dans un étage politique originaire que doit être revendiqué pour sa propre supplantation. Dans un troisième moment il montre comme l´idée d´un messianisme porté à l´extrême peut être le mecanisme d´interprétation du temps présente. Comme unique temps que reste, la possibilité de réaliser l´état de exception, tel que propose Benjamin, est visualisé à partir du projet messianique. À travers ce projet la supplantation des categories limites de la pensée, tel que la Voix e le camp, pourra être pensé.
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Barebacking sex

Paula, Paulo Sergio Rodrigues de 24 October 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2012-10-24T10:56:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 277100.pdf: 1432910 bytes, checksum: 8ee05bd0555df90d989459f8e7aca3b0 (MD5) Barebacking é um termo de origem Inglesa, que denomina um estilo de montar um cavalo sem o uso da sela e tem sido usado para descrever o envolvimento intencional, deliberado e consciente, em relações sexuais sem uso do preservativo, com risco de contrair HIV. Este estudo teve como objetivo analisar os discursos sobre a prática do bareback na mídia brasileira e da Internet. Ressalto que o objeto desta pesquisa não são necessariamente os Barebackers, mas o discurso sobre bareback no Brasil, ou seja, como têm se constituído as discursividades sobre esta prática no contexto social Brasileiro. O corpus da pesquisa é formado por artigos de pesquisas acadêmicas, artigos de revistas de grande circulação nacional (Veja, Época, Isto É) e outros documentos capturados na Internet, como os jornais, sites e blogs, todos publicados entre o período de 2001 a 2009 e tendo como tema principal o barebacking. Por tratar-se de um tema interdisciplinar e relativamente novo, acredito que os textos e conceitos de Michel Foucault foram fundamentais neste trabalho, especialmente os escritos sobre biopolítica, que direta e indiretamente, abrange todos os conceitos discutidos ao longo do trabalho como dispositivo de sexualidade, anormalidade, vigilância, disciplina, parrhesia. Com base nos documentos analisados, é possível afimar que nas discursidades produzidas sobre a prática do barebacking no contexto brasileiro, predominam os discursos bio- médicos prevencionistas, em que os meios de comunicação, de modos muitas vezes sensacionalistas, cumprem o papel de trazer o tema ao grande público. Entretanto, quando o assunto é o sujeito que pratica bareback, existe uma prevalência em caracterizá-lo via discursos patologizantes, como alguém anormal, portador de distúrbios neuro/psicológico/psiquiátricos; ou criminalizadores, que acabam contribuindo para a manutenção de estigmas que há séculos acompanham os indivíduos homossexuais, com críticas moralizantes, patologizadoras. Nestas discursividades, o homossexual adepto de barebacking é considerado um pré-doente, já que nesta prática, considerada de alto risco, a possibilidade de infecção pelo HIV é tida como certa, transformando seus praticantes em pessoas irresponsáveis e ou criminosas, passíveis de diagnósticos, qualificações e intervenções advindas dos discursos da verdade.

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