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Avaliação da dessaturação induzida pelo exercício em pacientes com bronquiectasia: testes de laboratório versus testes de campo / Evaluación desaturación inducidos por el ejercicio en pacientes con bronquiectasia: frente pruebas de laboratorio e pruebas de campo

Oliveira, Cristiane Helga Yamane de 13 December 2016 (has links)
Submitted by Nadir Basilio (nadirsb@uninove.br) on 2018-07-17T21:01:40Z No. of bitstreams: 1 Cristiane Helga Yamane de Oliveira.pdf: 734503 bytes, checksum: b1eff73874a975c200780b9676f447b3 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-07-17T21:01:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Cristiane Helga Yamane de Oliveira.pdf: 734503 bytes, checksum: b1eff73874a975c200780b9676f447b3 (MD5) Previous issue date: 2016-12-13 / Introduction: Different modalities exercise lead to different magnitudes of pulse oxygen desaturation (DeSpO2) in lung diseases. Objective: To compare the exercise-induced DeSpO2 between incremental cardiopulmonary exercise test on a treadmill (TECPI-E) and the incremental shuttle walk test (ISWT) and between sub-maximum cardiopulmonary exercise test (TECPS-E) and endurance SWT (ESWT) in patients with bronchiectasis (BCT). Material and methods: 72 patients with BCT (28 men, 48 ± 15 years, FEV1:54 ± 23% of predicted) and not oxygen dependent were assessed. The order of the TECPI-E and SWTI was randomized, but not the TECPS-E and ESWT because they require that incremental tests be performed first. Treadmill and hallway tests were performed on two different visits. A reduction  4 was considered DeSpO2. Results: There was no difference in DeSpO2 between TECPI-E (-7.7% ± 6.3%) and ISWT (-6.3% ± 5.8%) and between TECPS-E (-6,8% ± 5,8%) and ESWT (-7.2% ± 6.3%). In the incremental and endurance tests, there was an agreement to DeSpO2 or not DeSpO2 in 56 and 55 patients, respectively. There was a statistically significant difference in heart rate (percentage of the maximum predicted) between TECPI-E (87.0% ± 9.0%) and ISWT (78.9% ± 11.4%) and between TECPS-E (84.5% ± 9.9%) and ESWT (79.3% ± 11.8%). However, when comparing patients who reached 85% of predicted maximum heart rate or not, there was no difference in the magnitude of DeSpO2. Conclusion: In patients with BCT, our results show that field-based tests may replace the laboratory-based tests when the clinic question is the evaluation of exercise-induced DeSpO2. / Introdução: Diferentes modalidades de exercício físico determinam diferentes magnitudes de dessaturação de pulso de oxigênio (DeSpO2) em pneumopatias. Objetivo: Comparar a DeSpO2 induzida pelo exercício entre teste de exercício cardiopulmonar (TECP) incremental em esteira (TECPI-E) e o shuttle walk test (SWT) incremental (SWTI) e entre TECP submáximo em esteira (TECPS-E) e SWT endurance (SWTE) em pacientes com bronquiectasia (BCQ). Material e métodos: Foram avaliados 72 pacientes com BCQ (28 homens, 48  15 anos, VEF1: 54 ± 23 % previsto), não dependentes de oxigênio. A ordem de realização do TECPI-E e SWTI foi randomizada, mas não o TECPS-E e SWTE, pois esses necessitam dos testes anteriores. Os testes em esteira e em corredor foram realizados em duas visitas diferentes. Uma redução  4 foi considerada DeSpO2. Resultados: Não houve diferença na DeSpO2 entre TECPI-E (-7,7% ± 6,3%) e SWTI (-6,3% ± 5,8%) e entre TECPS-E (-6,8% ± 5,8%) e SWTE (-7,2% ± 6,3%). Nos testes incrementais e de endurance, houve concordância de DeSpO2 ou não DeSpO2 em 56 e 55 pacientes, respectivamente. Houve diferença significante na frequência cardíaca (FC, % da máxima prevista) entre TECPI-E (87,0% ± 9,0%) e SWTI (78,9% ± 11,4%) e entre TECPS-E (84,5% ± 9,9% previsto) e SWTE (79,3% ± 11,8% previsto). No entanto, ao comparar os pacientes que atingiram ou não 85% da FC máxima prevista, não houve diferença na magnitude de DeSpO2. Conclusão: Nossos resultados demonstram que, em pacientes com BCQ, os testes de campo podem substituir os testes de laboratório quando a questão clínica é a avaliação da DeSpO2 induzida pelo exercício.
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Bronquiectasias : tratamento cirúrgico : análise de 437 casos

Aquino, Alfredo Angel January 2013 (has links)
-Introdução: Este trabalho apresenta a experiência cirúrgica em 437 pacientes submetidos à ressecção pulmonar para tratamento de bronquiectasias, avaliando evolução pós-operatória e o impacto quanto à melhora dos sintomas. -Métodos: Foram analisados retrospectivamente os prontuários médicos de 437 pacientes submetidos à ressecção pulmonar para tratamento de bronquiectasias em uma única instituição, entre Janeiro de 1978 e Dezembro de 2010. Os pacientes tinham 16 ou mais anos de idade, e as bronquiectasias foram diagnosticadas pelas manifestações clínicas e por tomografia computadorizada do tórax. Pacientes portadores de fibrose cística e os submetidos a transplante pulmonar foram excluídos. -Resultados: A amostra incluiu 437 pacientes (249 do sexo feminino; 188 do masculino). A idade média dos pacientes na época da cirurgia era de 38,45 anos (variando de 16 a 80 anos). O sintoma mais comum na apresentação era tosse produtiva (79,4%). A causa identificada como mais comum das bronquiectasias foi infecção respiratória na infância (49,2%). Cirurgia unilateral foi realizada em 415 pacientes (95,0%), e em 344 toda a área com bronquiectasias foi ressecada. Dentre os procedimentos cirúrgicos utilizados, o principal foi lobectomia média em 147 pacientes (33,6%) e segmentectomia (32,3%). Após a cirurgia, 94,4% de 267 pacientes questionados referiram melhora de seus sintomas, 68,9% deles considerando-se assintomáticos. Ocorreu 1 (um) óbito no pós operatório. -Conclusões: O tratamento cirúrgico das bronquiectasias mostrou-se altamente eficiente, em termos de melhora dos sintomas dos indivíduos acometidos, sendo realizado com taxas de morbidade aceitáveis, mortalidade praticamente nula, e com excelentes resultados em termos de melhora dos sintomas. / Background. This work presents the surgical experience of 437 patients undergoing to lung resection for the treatment of bronchiectasis, evaluating both the impact on postoperative clinical improvement and complications of the surgical procedure. Methods It was retrospectively analyzed the medical charts of 437 consecutive patients who underwent a surgical lung resection for treatment of bronchiectasis in a single institution, between January 1978 and December 2010. Patients were 16 years or older and bronchiectasis was diagnosed by symptoms and computed tomography. Patients with cystic fibrosis and bronchiectasis the ones that underwent to lung transplantation were excluded. Results The study sample included 437 patients (249 females; 188 males). Mean age at time of surgery was 38.45 years old (range: 16 to 80). The most common presenting symptoms were cough (79.4%). The most common etiology of bronchiectais was childhood infections (49.2%). Unilateral approach was performed in 415 (95.0%) and in 344 the total bronchiectasic site were resected. Several surgical procedures were used, the majority was medium lobectomy in 147 (33.6%) and segmentectomy (32.3%). After surgery, 94.4% of the patients improved their symptoms, 68,9% following practically assymptomatic. One postoperative death occurred. Conclusions Bronchiectasis may be treated by surgical management, particularly in developing countries where it is very prevalent. It can be performed with acceptable morbidity rates, practically without mortality, and with excelent results in terms of symptoms improvement.
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Avaliação do desempenho na distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos e qualidade de vida em pacientes com bronquiectasias não-fibrocísticas

Jacques, Patrícia Santos January 2012 (has links)
Objetivos: Avaliar o desempenho no teste de caminhada de seis minutos (TC6M) em pacientes adultos com bronquiectasias não fibrocísticas, estabelecendo associações entre TC6M e qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS). Secundariamente, determinar relações entre TC6M, achados clínicos e função pulmonar a fim de identificar preditores de tolerância ao exercíco. Métodos: Estudo transversal envolvendo pacientes com bronquiectasias não fibrocística, idade ≥ 18 anos, com pelo menos um sintoma respiratório por 2 ou mais anos e volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) ≤ 70% do previsto. Realizou-se avaliação clínica, função pulmonar, TC6M e QVRS pelo questionário Short-Form 36. Resultados: Foram incluídos 70 pacientes (48 mulheres; idade média 54,5±17,7 anos; VEF1 médio 44,9±14,5%). Desempenho alterado no TC6M foi observado em 23 pacientes (Grupo 1) e desempenho normal em 47 pacientes (Grupo 2). Em comparação aos pacientes do Grupo 2, os pacientes do Grupo 1 apresentaram menor idade (p<0,001), menor idade de diagnóstico das bronquiectasias (p=0,006), menor proporção de ex fumantes (p=0,048), menor índice de massa corporal (IMC) (p=0,003), pior VEF1 % previsto (p=0,041) e pior pressão expiratória máxima % previsto (p=0,021). Não houve diferença significante entre grupos nos escores de QVRS (p>0,05). No modelo de regressão logística, idade menor (p=0,002) e IMC menor (p=0,034) se associaram significantemente com desempenho precário no TC6M. Conclusão: Elevada proporção de pacientes com bronquiectasias não fibrocísticas apresenta desempenho precário no TC6M. O desempenho ao exercício não se relacionou com a QVRS. Idade e IMC se associaram com performance ao exercício. / Objective: To determine the performance in 6-minute walk test (6MWT) in adult patients with non-cystic fibrosis bronchiectasis, establishing the relationship between 6-MWT and health-related quality of life (HRQL). Secondarily, to determine the relationship between 6MWT, clinical findings and lung function in order to identify predictors for exercise tolerance. Methods: Cross-sectional study involving patients with non-cystic fibrosis bronchiectasis aged ≥ 18 years, with at least one respiratory symptom for 2 years or more, and with predicted forced expiratory volume in first second (FEV1) ≤ 70%. Patients were submitted to clinical evaluation, pulmonary function tests, 6MWT and HRQL using the Short-Form 36 Questionnaire. Results: Seventy patients were included (48 females; mean age, 54.5±17.7 years; mean FEV1, 44.9 ±14.5%). We observed poor performance in 6MWT in 23 patients (Group 1) and normal performance in 47 patients (Group 2). In comparison with Group 2 patients, Group 1 patients presented lower age (p<0.001), lower age at diagnosis of bronchiectasis (p=0.006), lower proportion of ex-smokers (p=0.048), lower body mass index (BMI) (p=0.003), worse FEV1 % predicted (p=0.041), and worse maximum expiratory pressure % predicted (p=0.021). There was no significant difference between groups on scores for HRQL (p>0.05). In a logistic regression model, lower age (p=0.002) and lower BMI (p=0.034) were significantly associated with poor performance in 6MWT. Conclusion: There is a high rate of poor performance in 6MWT in patients with non-cystic fibrosis bronchiectasis. The exercise performance was not related to HRQL. Age and BMI were associated with the exercise performance.
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Alterações tomográficas e funcionais pulmonares em pacientes com hipogamaglobulinemia primária em reposição de imunoglobulina humana / Pulmonary tomographic and functional abnormalities in patients with primary hypogammaglobulinemia receiving human immunoglobulin replacement

Mayra de Barros Dorna 04 December 2012 (has links)
Introdução: A Agamaglobulinemia, a Imunodeficiência Comum Variável (IDCV) e a Síndrome Hiper IgM (SHIGM) são imunodeficiência primárias predominantemente humorais que se beneficiam da reposição de imunoglobulina humana, com redução da morbimortalidade. No entanto, apesar da reposição adequada de imunoglobulina, complicações pulmonares podem ocorrer, influenciando o prognóstico destes pacientes. Objetivo: O objetivo do estudo foi descrever as alterações morfológicas e funcionais pulmonares em pacientes com hipogamaglobulinemia primária em tratamento com reposição de imunoglobulina humana. Métodos: Foram avaliados 30 pacientes (agamaglobulinemia n=14; IDCV n=9; SHIGM n=7) que receberam imunoglobulina e antibioticoterapia profilática regularmente. A avaliação utilizou dados dos prontuários sobre o início e a evolução da doença, bem como dados de espirometria e tomografia computadorizada de tórax. O escore de Bhalla foi aplicado à tomografia mais recente de cada um dos pacientes para correlacionar as alterações tomográficas pulmonares com os dados clínicos, resultados das espirometrias e ocorrência de processos infecciosos sino-pulmonares após o início da reposição de imunoglobulina. Para as análises estatísticas utilizou-se o programa SPSS 13.0, e valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significantes. As variáveis nominais foram comparadas através do teste de Fisher e as contínuas, através de testes não paramétricos (Mann-Whitney, Kruskal- Wallis e Wilcoxon). Para as correlações do escore de Bhalla com as demais variáveis foi utilizado o coeficiente de Spearman. Resultados: Houve diminuição na frequência de pneumonias (p<0,001) e aumento na frequência de sinusites (p<0,001) após o início da reposição de imunoglobulina. Distúrbios ventilatórios foram evidenciados em 14 dos 23 pacientes que puderam realizaram espirometria (7 obstrutivos, 5 restritivos e 2 inconclusivos). Pacientes com bronquiectasias ao diagnóstico e aqueles à primeira avaliação tomográfica apresentaram mediana de idade mais elevada ao diagnóstico (p=0,015 e p=0,001, respectivamente) e tempo mais prolongado entre o início dos sintomas e o diagnóstico que aqueles sem bronquiectasias (p=0,010 e p=0,001, respectivamente). Sete pacientes desenvolveram bronquiectasias durante o tratamento. Pacientes com bronquiectasias à avaliação final apresentaram maior frequência de sinusites antes do início da reposição de imunoglobulina que aqueles sem bronquiectasias (p=0,010). Houve correlação estatisticamente significante do escore de Bhalla com VEF1 pré e pós-broncodilatador (r= -0,778 e r= -0,837, respectivamente), CVF (r= -0,773), FEF25-75% (r= -0,571) e com a frequência de pneumonias após o início do tratamento (r= 0,561). Conclusões: O tratamento com reposição regular de imunoglobulina e antibioticoterapia profilática reduziu a frequência e gravidade das infecções pulmonares, porém não evitou a ocorrência de sinusites, o aparecimento de bronquiectasias nem de outras alterações morfológicas e funcionais pulmonares / Introduction: Agammaglobulinemia, Common Variable Immunodeficiency (CVID) and Hyper IgM Syndrome (HIGM) are predominantly antibody deficiencies that benefit from immunoglobulin replacement therapy, with reduction of their morbidity and mortality. Despite regular immunoglobulin replacement, pulmonary complications may occur in those patients, affecting their prognosis. Objective: The aim of this study was to describe tomographic and functional pulmonary abnormalities in patients with primary hypogammaglobulinemia receiving immunoglobulin replacement therapy. Methods: Thirty patients (agammaglobulinemia n=14, CVID n=9, HIGM n=7) receiving antimicrobial prophylaxis and regular immunoglobulin infusions were evaluated. Clinical records were reviewed to obtain data concerning the onset and evolution of the disease and the results of spirometry and computed tomography of the chest. Bhalla score was applied to the most recent tomography of each patient to correlate tomographic pulmonary abnormalities with clinical data, spirometry results and the occurrence of sinusal and pulmonary infections after the onset of the immunoglobulin replacement. Statistical analysis was performed using the software SPSS 13.0 and p values < 0.05 were interpreted as statistically significant. Nominal variables were tested using Fisher´s exact test and continuous variables were tested using non-parametric tests (Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e Wilcoxon). Spearman coefficient was used to correlate Bhalla score with the other variables. Results: The frequency of pneumonias decreased (p<0.001) and the frequency of sinusitis increased (p<0.001) after the onset of immunoglobulin replacement. Pulmonary function was abnormal in 14 of 23 patients (7 obstructive, 5 restrictive, 2 inconclusive). Patients with bronchiectasis at diagnosis and those with bronchiectasis at the first tomographic evaluation presented higher median age at diagnosis (p=0.015 and p=0.001, respectively) and longer duration between the onset of symptoms and diagnosis than those without bronchiectasis (p=0.010 e p=0.001, respectively). Seven patients developed bronchiectasis during treatment. Patients with bronchiectasis at the last tomographic evaluation presented a higher frequency of sinusitis before therapy onset than those without bronchiectasis (p=0.001). Statistically significant correlation was found between Bhalla score and pre and post bronchodilator FEV1 (r= -0.778 and r= -0.837, respectively), FVC (r= -0.773) and FEF25-75% (r= -0.571) and between Bhalla score and the frequency of pneumonias after the onset of immunoglobulin replacement therapy (r=0.561). Conclusions: Immunoglobulin replacement therapy and antimicrobial prophylaxis reduced the frequency and severity of pulmonary infections but did not prevent the occurrence of sinusitis, the development of bronchiectasis or other morphological and functional pulmonary abnormalities
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Alterações tomográficas e funcionais pulmonares em pacientes com hipogamaglobulinemia primária em reposição de imunoglobulina humana / Pulmonary tomographic and functional abnormalities in patients with primary hypogammaglobulinemia receiving human immunoglobulin replacement

Dorna, Mayra de Barros 04 December 2012 (has links)
Introdução: A Agamaglobulinemia, a Imunodeficiência Comum Variável (IDCV) e a Síndrome Hiper IgM (SHIGM) são imunodeficiência primárias predominantemente humorais que se beneficiam da reposição de imunoglobulina humana, com redução da morbimortalidade. No entanto, apesar da reposição adequada de imunoglobulina, complicações pulmonares podem ocorrer, influenciando o prognóstico destes pacientes. Objetivo: O objetivo do estudo foi descrever as alterações morfológicas e funcionais pulmonares em pacientes com hipogamaglobulinemia primária em tratamento com reposição de imunoglobulina humana. Métodos: Foram avaliados 30 pacientes (agamaglobulinemia n=14; IDCV n=9; SHIGM n=7) que receberam imunoglobulina e antibioticoterapia profilática regularmente. A avaliação utilizou dados dos prontuários sobre o início e a evolução da doença, bem como dados de espirometria e tomografia computadorizada de tórax. O escore de Bhalla foi aplicado à tomografia mais recente de cada um dos pacientes para correlacionar as alterações tomográficas pulmonares com os dados clínicos, resultados das espirometrias e ocorrência de processos infecciosos sino-pulmonares após o início da reposição de imunoglobulina. Para as análises estatísticas utilizou-se o programa SPSS 13.0, e valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significantes. As variáveis nominais foram comparadas através do teste de Fisher e as contínuas, através de testes não paramétricos (Mann-Whitney, Kruskal- Wallis e Wilcoxon). Para as correlações do escore de Bhalla com as demais variáveis foi utilizado o coeficiente de Spearman. Resultados: Houve diminuição na frequência de pneumonias (p<0,001) e aumento na frequência de sinusites (p<0,001) após o início da reposição de imunoglobulina. Distúrbios ventilatórios foram evidenciados em 14 dos 23 pacientes que puderam realizaram espirometria (7 obstrutivos, 5 restritivos e 2 inconclusivos). Pacientes com bronquiectasias ao diagnóstico e aqueles à primeira avaliação tomográfica apresentaram mediana de idade mais elevada ao diagnóstico (p=0,015 e p=0,001, respectivamente) e tempo mais prolongado entre o início dos sintomas e o diagnóstico que aqueles sem bronquiectasias (p=0,010 e p=0,001, respectivamente). Sete pacientes desenvolveram bronquiectasias durante o tratamento. Pacientes com bronquiectasias à avaliação final apresentaram maior frequência de sinusites antes do início da reposição de imunoglobulina que aqueles sem bronquiectasias (p=0,010). Houve correlação estatisticamente significante do escore de Bhalla com VEF1 pré e pós-broncodilatador (r= -0,778 e r= -0,837, respectivamente), CVF (r= -0,773), FEF25-75% (r= -0,571) e com a frequência de pneumonias após o início do tratamento (r= 0,561). Conclusões: O tratamento com reposição regular de imunoglobulina e antibioticoterapia profilática reduziu a frequência e gravidade das infecções pulmonares, porém não evitou a ocorrência de sinusites, o aparecimento de bronquiectasias nem de outras alterações morfológicas e funcionais pulmonares / Introduction: Agammaglobulinemia, Common Variable Immunodeficiency (CVID) and Hyper IgM Syndrome (HIGM) are predominantly antibody deficiencies that benefit from immunoglobulin replacement therapy, with reduction of their morbidity and mortality. Despite regular immunoglobulin replacement, pulmonary complications may occur in those patients, affecting their prognosis. Objective: The aim of this study was to describe tomographic and functional pulmonary abnormalities in patients with primary hypogammaglobulinemia receiving immunoglobulin replacement therapy. Methods: Thirty patients (agammaglobulinemia n=14, CVID n=9, HIGM n=7) receiving antimicrobial prophylaxis and regular immunoglobulin infusions were evaluated. Clinical records were reviewed to obtain data concerning the onset and evolution of the disease and the results of spirometry and computed tomography of the chest. Bhalla score was applied to the most recent tomography of each patient to correlate tomographic pulmonary abnormalities with clinical data, spirometry results and the occurrence of sinusal and pulmonary infections after the onset of the immunoglobulin replacement. Statistical analysis was performed using the software SPSS 13.0 and p values < 0.05 were interpreted as statistically significant. Nominal variables were tested using Fisher´s exact test and continuous variables were tested using non-parametric tests (Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e Wilcoxon). Spearman coefficient was used to correlate Bhalla score with the other variables. Results: The frequency of pneumonias decreased (p<0.001) and the frequency of sinusitis increased (p<0.001) after the onset of immunoglobulin replacement. Pulmonary function was abnormal in 14 of 23 patients (7 obstructive, 5 restrictive, 2 inconclusive). Patients with bronchiectasis at diagnosis and those with bronchiectasis at the first tomographic evaluation presented higher median age at diagnosis (p=0.015 and p=0.001, respectively) and longer duration between the onset of symptoms and diagnosis than those without bronchiectasis (p=0.010 e p=0.001, respectively). Seven patients developed bronchiectasis during treatment. Patients with bronchiectasis at the last tomographic evaluation presented a higher frequency of sinusitis before therapy onset than those without bronchiectasis (p=0.001). Statistically significant correlation was found between Bhalla score and pre and post bronchodilator FEV1 (r= -0.778 and r= -0.837, respectively), FVC (r= -0.773) and FEF25-75% (r= -0.571) and between Bhalla score and the frequency of pneumonias after the onset of immunoglobulin replacement therapy (r=0.561). Conclusions: Immunoglobulin replacement therapy and antimicrobial prophylaxis reduced the frequency and severity of pulmonary infections but did not prevent the occurrence of sinusitis, the development of bronchiectasis or other morphological and functional pulmonary abnormalities
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Efeitos da taquipneia e hiperinsuflação dinâmica sobre a resistência do sistema respiratório em pacientes com bronquiectasias / Effects of respiratory rate and dynamic hyperinflation on respiratory system resistance in patients with bronchiectasis

Moroli, Ricardo Grassi 14 March 2019 (has links)
Introdução: Bronquiectasias (BQC) são caracterizadas pela dilatação patológica e irreversível dos brônquios. Nestas situações pode-se observar redução da capacidade de exercício e limitações ao esforço por dispneia, aumento da frequência respiratória e hiperinsuflação dinâmica. Objetivo: Avaliar os efeitos do aumento da demanda ventilatória sobre a mecânica do sistema respiratório, simulando o que acontece no exercício, em indivíduos com BQC e em indivíduos controles. Métodos: Foram avaliados 30 voluntários com BQC (49,47±15,31 anos) e 16 SDP (40,19±15,74 anos). A capacidade vital e inspiratória foram avaliadas pela ventilometria. A resistência a 5 e 20 Hz (R5 e R20) e subtração de R5-R20, reatância a 5 Hz (X5), frequência de ressonância (Fres) e área de reatância (Ax) foram avaliadas pelo sistema de oscilometria de impulso (IOS), com respirações ao volume corrente e frequência respiratória basal (Fb); com aumento da frequência respiratória (F) a 30 e 40 incursões respiratórias por minuto (irpm) (F30 e F40), e hiperinsuflado basal (Hb) e com aumento da F (H30 e H40). Resultados: No IOS, nas comparações entre os grupos, houve diferença (p<0,05) para R5, R5-20, X5, Fres e Ax, apenas R20 não apresentou diferença significativa (p>0,05). No grupo BCQ, quando comparadas as frequências (Fb, F30 e F40) houve diferença para R5, R5-20, X5, Fres e Ax, (p<0,05). Quando comparadas a hiperinsuflação voluntária com aumento de F (Hb, H30 e H40) houve diferença para R5, R5-20, X5 e Ax, (p<0,05). Entre as situações de aumento de F, e, aumento de volume, houve diferença para R5, R20, R5-20, X5, Fres e Ax, (p<0,05). No grupo controle, para a R20, houve diferença entre H30 e H40 com F40. A X5 apresentou diferença entre Hb e as frequencias (Fb, F30 e F40) e aumento volume (H30 e H40), p<0,05. Conclusão: A taquipneia aumentou a resistência total, central e periférica das vias aéreas em indivíduos com BQC e a resistência central no grupo controle. Por outro lado, a hiperinsuflação voluntária promoveu um efeito protetor sobre a resistência, aproximando-a dos valores basais, em ambos os grupos / Introduction: Bronchiectasis (NFCB) are characterized by pathological and irreversible bronchial dilation. Reduction of exercise capacity, dyspnea, increased respiratory rate, and dynamic hyperinflation can be observed in patients with this condition. Objective: To evaluate the effects of increased and ventilatory demand and increase of respiratory rate of the respiratory system, during simulation of physical exercise in individuals with NFCB and in control subjects. Methods: Thirty volunteers with NFCB (49.47±15.31 years old) and 16 control (40.19±15.74 years old) were evaluated. The vital and inspiratory capacity was evaluated by ventilometry. Resistance at 5 and 20 Hz (R5 and R20, respectively) and R5-R20, reactance at 5 Hz (X5), resonance frequency (Fres), and reactance area (Ax) were evaluated by impulse oscillometry system (IOS). Measurements included basal tidal volume (TV), basal TV and respiratory rate (R), 30 breaths (RR30) per min (bpm), basal TV and rate 40 (RR40) bpm, basal hyperinflation (bh), hyperinflation and r30 bpm (h30), and hyperinflation and r40bpm (h40). Results: In IOS, the comparisons between groups, there was difference (p<0.05) for R5, R5-20, X5, Fres and Ax, only R20 did not present significant difference (p>0.05). In the BCQ group, when comparing the frequencies (TV, RR30 and RR40) there was difference for R5, R5- 20, X5, Fres and Ax, p <0.05. When comparing the voluntary hyperinflation with increase of F (Hb, HRR30 and HRR40) there was difference for R5, R5-20, X5 and Ax, (p<0.05). Among the situations of increase of R, and increase of volume, there was difference for R5, R20, R5-20, X5, Fres and Ax, (p<0.05). In the control group, for R20, there was a difference between HRR30 and HRR40 with RR40. The X5 presented difference between Hb and the rate (TV, RR30 and RR40) and volume increase (HRR30 and HRR40), p <0.05.Conclusion: Tachypnea increased total, central and peripheral airway resistance in individuals with BQC and central resistance in the control group. And voluntary hyperinflation promoted a protective effect on resistance, approaching baseline values in both groups
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ANÁLISE DA BIOMECÂNICA DA DEGLUTIÇÃO EM PORTADORES BRONQUIECTASIA / ANALYSIS OF THE BIOMECHANICS OF SWALLOWING IN BRONCHIECTASIS

Gonçalves, Bruna Franciele da Trindade 16 March 2015 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Swallowing is considered a dynamic and complex process that needs the integrity of distinct neuronal systems for suitable operation, and in the the inadequacy has dysphagia. In pulmonary diseases such as bronchiectasis, there may be impairment of swallowing, especially by compromised respiratory function. Objective: To characterize qualitatively and quantitatively by videofluoroscopy the parameters of the biomechanics of swallowing in bronchiectasis. Method: exploratory research, field, descriptive, quantitative and cross. Participated in this study nine subjects diagnosed with bronchiectasis, the average age was 47.89 years with a standard deviation (± 16.54), minimum 21 years and maximum 73 years. Videofluoroscopy was performed to characterize the biomechanics of swallowing in this population. The analysis of these data was done by three judges blinded in relation to the research objectives and is used to evaluate the temporal and visual-spatial parameters. Results: The agreement between the judges varied from moderate to almost perfect, being statistically significant (P<0.001). There was an early escape later; residue in valecule in consistency honey and pudding; absence of residue in piriform sinuses of all consistencies; percentage predominance absence of penetration and or aspiration, though, has been observed penetration in all consistencies and aspiration consistency nectar; the beginning of the pharyngeal phase was in position between the tongue base and valecule; on average the oral transit times were 1,93s to liquid consistency; 2,07s to nectar; 1,9s for honey and 2,04s for pudding. The pharyngeal transit time on average was 0,87s to liquid consistency; 0,87s to nectar; 0,79s to honey 0,78s and for pudding. The number of swallowing a liquid consistency for on average was 1.93 swallowing; for nectar was 2.56 swallowing; for swallowing honey was 2.89 and the pudding was 2.33 swallows. It can be seen that there was a correlation between variables penetration and aspiration and early escape (r=0.69087) and later beginning of the pharyngeal phase consistency nectar (r=0.67854). Conclusion: biomechanical characterization of swallowing was observed that several parameters were found changed, even with the presence of penetration and aspiration. This fact shows the importance to performing a clinical and objective speech assessment of swallowing for the conduct to be established early, avoiding the worsening of the patology. / A deglutição é considerada um processo dinâmico e complexo que precisa da integridade de distintos sistemas neuronais para o adequado funcionamento, na inadequação tem-se a disfagia. Em doenças pulmonares, como a bronquiectasia, pode haver o comprometimento da deglutição, principalmente pelo comprometimento da função respiratória. Objetivo: caracterizar qualitativa e quantitativamente através da videofluoroscopia os parâmetros da biomecânica da deglutição na bronquiectasia. Método: pesquisa exploratória, de campo, descritivo, quantitativo e transversal. Participaram desta pesquisa nove sujeitos com diagnóstico de bronquiectasia, a média de idade foi de 47,89 anos com desvio padrão (±16,54), mínima 21 anos e máxima 73 anos. Foi realizada avaliação videofluoroscópica a fim de caracterizar a biomecânica da deglutição nessa população. A análise dos exames foi realiza por três juízes cegados em relação aos objetivos da pesquisa, sendo utilizado para avaliar os parâmetros temporais e visuoespaciais. Resultados: a concordância entre os avaliadores variou de moderada a quase perfeita, sendo estatisticamente significante (P<0.001). Houve escape posterior precoce; resíduo em valécula nas consistências mel e pudim; ausência de resíduo em recessos piriformes em todas as consistências; predomínio percentual de ausência de penetração e ou aspiração, embora, tenha sido observada penetração em todas as consistências e aspiração na consistência néctar; o início da fase faríngea foi na posição entre base de língua e valécula; em média os tempos de trânsito oral foram 1,93s para a consistência líquida; 2,07s para a néctar; 1,9s para mel e 2,04s para a pudim. O tempo de trânsito faríngeo em média foi 0,87s para a consistência líquida; 0,87s para a néctar; 0,79s para mel e 0,78s para a pudim. O número de deglutição para a consistência líquida, em média, foi de 1,93 deglutições; para a néctar foi de 2,56 deglutições; para a mel foi de 2,89 deglutições e para a pudim foi de 2,33 deglutições. Pode-se observar que houve correlação entre as variáveis penetração e aspiração e escape posterior precoce (r=0.69087) e início da fase faríngea na consistência néctar (r=0.67854). Conclusão: na caracterização da biomecânica da deglutição observou-se que vários parâmetros se encontraram alterados, inclusive, com presença de penetração e aspiração. Tal fato demonstra a importância de realizar avaliação fonoaudiológica clínica e objetiva da deglutição para que a conduta seja precocemente estabelecida evitando o agravamento da patologia.
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Doença obstrutiva grave = similaridades e diferenças em pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva cronica (DPOC) e/ou bronquiectasias / Severe obstructive disease : similarities and differences between patients with chronic obstructive pulmonary disease (COPD) and/or bronchiectasis

Gonçalves, Junia Rezende 15 August 2018 (has links)
Orientador: Ilma Aparecida Paschoal / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-15T04:05:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Goncalves_JuniaRezende_M.pdf: 2793315 bytes, checksum: a11a3e9105bc9d4d5a46d6c49862bb90 (MD5) Previous issue date: 2010 / Resumo: Pacientes com defeito obstrutivo podem responder aos broncodilatadores (BD) na espirometria com aumento do volume expiratório forçado no 1° segundo (VEFi) e/ou da capacidade vital forçada (CVF), sendo chamados respondedores de fluxo e/ou de volume, respectivamente. No entanto, ainda acontece debate considerável na definição de resposta ao BD, com a existência de critérios distintos propostos pelas sociedades de pneumologia. Estudos prévios demonstraram que a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave caracteriza-se por uma maior resposta de volume (RV) e menor resposta de fluxo (RF). Os objetivos principais deste trabalho foram descrever e comparar pacientes portadores de doença obstrutiva grave, com ou sem história prévia de tabagismo (> 10 anos/maço), por meio da análise de seus parâmetros funcionais, de repercussão sistêmica, e estruturais; testar se os respondedores de volume são pacientes mais graves que os respondedores de fluxo e os não respondedores, de acordo com as definições da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), da ATS/ERS (American Thoracic Society/European Respiratory Society), e de Paré et al. (AVEF1/ACVF > 1 = RF ou < 1 = RV). Sessenta e oito pacientes (idade 55,9 ± 13,7 anos; VEF1 31,9 ± 10,2 % do previsto) realizaram espirometria pré e pós-BD, manovacuometria, bioimpedância, teste de caminhada dos 6 minutos (TC6), radiograma e tomografia de alta resolução do tórax (TCAR), e responderam a um questionário clínico. Dos 68 incluídos, 37 tinham o diagnóstico clínico de DPOC e 31, de bronquiectasias extensas. Comparando os 33 fumantes aos 35 não fumantes, não houve diferença estatisticamente significativa nas variáveis clínicas, funcionais e de repercussão sistêmica, exceto pela capacidade vital, significativamente menor nos não fumantes (p = 0,000). No radiograma, o diafragma rebaixado na incidência em perfil foi mais frequentemente encontrado nos fumantes (p = 0,0470). Na TCAR, bronquiectasias foram encontradas em 48,5% dos fumantes. Os sinais de bronquiolite foram significativamente mais pronunciados nos não fumantes (p = 0,0004), visualizados em 94,3% da amostra. Contudo, eles foram expressivos também nos fumantes, encontrados nas tomografias de 57,6% deles. Encontramos 16, 20 e 29 pacientes com RV de acordo com a SBPT, ATS/ERS e Paré et al., respectivamente. Segundo os critérios de Paré et al., houve 18 pacientes com VEF1 < 30% do previsto entre 29 com RV, e 12 com VEF1 < 30% do previsto entre 39 sem RV (p = 0,0101). Os 32 pacientes com distância caminhada > 350 metros no TC6 apresentaram a mediana da relação massa magra/massa gorda significativamente maior que os 18 com distância caminhada < 350 metros (p = 0,0076). A abordagem conjunta de doenças de via aérea de várias etiologias mostrou-se corroborada por vários dos achados deste estudo. Os critérios de Paré et al. detectaram mais RV entre os pacientes com doença brônquica grave do que os critérios tradicionais. A RV associou-se à maior gravidade da obstrução brônquica quando os critérios de Paré et al. foram empregados. O aumento proporcional da massa gorda, e não somente a perda de massa magra, pode ser um precursor do desenvolvimento de limitação funcional / Abstract: Patients with obstructive disease in spirometry can respond to inhaled bronchodilators (BD) with an increase in forced expiratory volume in the first second (FEVi) and/or in forced vital capacity (FVC) what makes them flow and/or volume responders. However, there is still considerable discordance in the definition of bronchodilator response, with the existence of distinct criteria proposed by the societies of Pulmonology. Previous studies have demonstrated that a large volume response (VR) is accompanied by a small flow response (FR) in patients with severe chronic obstructive pulmonary disease (COPD). The main purposes of this study were to describe and compare patients with severe obstructive disease, with or without previous history of smoking (> 10 pack/years), by means of the evaluation of their functional, systemic and structural features; to test the hypothesis that patients with volume response are more severe than that with flow response or without response, according to the criteria of SBPT (Brazilian Society of Pulmonology and Phthisiology), ATS/ERS (American Thoracic Society/European Respiratory Society) and Paré et al. (AFEV1/AFVC > 1 = FR or < 1 = VR). Sixty-eight patients with stable bronchial disease (age 55.9 ± 13.7 years; FEV1 31.9% ± 10.2 predicted) underwent spirometry before and after BD, manovacuometry, evaluation of body mass composition, six-minute-walk test (6MWT), radiological and thorax high-resolution CT scanning (HRCT), and answered to a clinical questionnaire. Of 68 enrolled patients, 37 had chronic obstructive pulmonary disease (COPD) and 31, extensive bronchiectasis. Comparing 33 smokers to 35 not smokers, there weren't statistically significant differences in clinical, functional and systemic features, except for vital capacity, significantly smaller in non smokers (p = 0.000). A flattened diaphragm in lateral chest radiograms was more frequently found in smokers (p = 0.0470). Eighteen of 37 patients with COPD (48.6%) had bronchiectasis on HRCT. CT signs of bronchiolar disease were more frequently found in not smokers (p = 0.0004), and they were detected in 94.3% of them. However, they were also important in smokers and were found on HRCT of 57.6% of them. There were 16, 20 and 29 patients with VR according to SBPT, ATS/ERS, and Pare et al., respectively. We found 18 patients with FEV1 < 30% predicted among 29 with volume response, and 12 patients with FEV1 < 30% predicted among 39 without volume response (p = 0.0101), considering Pare et al. criteria. The 32 patients with walk distance > 350 meters in 6MWT had median of lean-to-fat body mass ratio significantly higher than the 18 with walk distance < 350 meters (p = 0.0076). The analysis of airway diseases of several etiologies as a whole was supported by many findings of this study. Pare et al. criteria can detect more VR among patients with severe bronchial disease. According to these criteria, a greater degree of airflow obstruction was associated with volume response. The proportional increase of fat mass, and not simply the loss of lean mass, is an important precursor for the development of functional limitation / Mestrado / Clinica Medica / Mestre em Clinica Medica
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Efeitos da reabilitação pulmonar associada à fisioterapia respiratória vs fisioterapia respiratória na capacidade física, força muscular periférica e qualidade de vida em pacientes com bronquiectasia: ensaio clínico randomizado e controlado / Effects of pulmonary rehabilitation associated with respiratory physiotherapy vs. respiratory physiotherapy in peripheral muscle strength, physical ability and quality of life in patients with bronchiectasis: randomized and controlled clinical trial

Camargo, Anderson Alves de 16 December 2015 (has links)
Submitted by Nadir Basilio (nadirsb@uninove.br) on 2018-06-21T18:14:35Z No. of bitstreams: 1 Anderson Alves de Camargo .pdf: 1030153 bytes, checksum: 6ca31fab8598bd8ac6319e473c1dac59 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-06-21T18:14:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Anderson Alves de Camargo .pdf: 1030153 bytes, checksum: 6ca31fab8598bd8ac6319e473c1dac59 (MD5) Previous issue date: 2015-12-16 / Introduction: There is a shortage of studies evaluating the effects of respiratory physiotherapy isolated and linked to pulmonary rehabilitation in adults with bronchiectasis (BCT), and inflammatory level comparison of these patients with a control group. Aim: Study 1: To correlate the inflammatory and oxidative stress state with lung function and physical capacity, and with basal physical capacity after a pulmonary rehabilitation program associated with the respiratory physiotherapy; and Study 2: To compare the effects of a pulmonary rehabilitation program associated to respiratory physiotherapy with respiratory physiotherapy singly in physical capacity, peripheral muscle function and quality of life in patients with bronchiectasis. Methods: In the first study, 74 patients and 29 controls performed cardiopulmonary exercise test on cycle ergometer (CPET) and incremental shuttle walking test (ISWT), in addition to the assessment of the total number of steps/day (NSD) and the Pro and anti-inflammatory mediators and Pro and anti-oxidants in plasma. In the second study, 82 patients were randomized into two groups: respiratory physiotherapy (RP) and RP associated to pulmonary rehabilitation (RP+PR). Patients performed the ISWT and SWT endurance (ESWT), the maximum and submaximal CPET (sub), test of strength for the biceps brachii (BB), medium deltoids (MD) and quadriceps femoris (QF) and responded to the St. George's Respiratory Questionnaire (SGRQ) for assessment of health-related quality of life (HRQOL). NSD was obtained by pedometer and dyspnoea was measured by the Medical Research Council (MRC). Results: Study 1 – The level of cytokines IL1-β and IL-6 was significantly higher compared to the control group, but for Pro markers and antioxidants no differences were found. There was significant negative correlation of VO2 with IL1-β (r: -0.42), IL-6 (r: -0.31), thiobarbituric acid (T-BARS, r: 0.30), Carbonyl (r: -0.39) and nitrite (r: 0.32). The ISWT correlated with Catalase (r: 0.25) and total antioxidant capacity (TRAP, r: 0.23). Study 2 – Comparing the pre-and post-intervention intra-group effects, there was significant increase in ISWT, ESWT, CPET load, and muscle strength of DM and BB for the RP+PR group, while the endurance time in CPETsub increased both in RP+PR and RP groups; there was improvement for the RP group in all domains of SGRQ, while the RP+PR group only improved in symptoms. When comparing the effects of treatment in both groups (RP vs RP+PR), there was no statistically significant difference for any of the outcomes studied. Conclusion: Study 1 – Patients with BCT presented high systemic inflammation even in the stable phase of the disease, with equivalent Pro markers and antioxidants compared to the control group. Oxidative and inflammatory markers correlate with the aerobic and functional capacity. Study 2 – Although there was increasing exercise tolerance only at the RP+PR group, both groups showed improvement in HRQOL. Even though there wasn’t difference between interventions, it is preferable to associate RP to PR, because the latter promoted significant benefits in peripheral muscle strength and physical ability. / Introdução: Há escassez de estudos avaliando os efeitos da fisioterapia respiratória (FR) isolada e associada à reabilitação pulmonar (RP) em adultos com bronquiectasia (BCQ) e a comparação do nível inflamatório destes doentes com a de um grupo controle. Objetivos: Estudo 1: Correlacionar o estado inflamatório e estresse oxidativo com a função pulmonar e capacidade física e com a capacidade física após o programa de RP associado à FR e Estudo 2 – Comparar os efeitos de um programa de RP associado à FR com a FR isoladamente na capacidade física, função muscular periférica e qualidade de vida em pacientes com bronquiectasia. Método: No primeiro estudo, 74 pacientes e 29 controles realizaram o teste de exercício cardiopulmonar máximo em cicloergômetro (TECP) e o shuttle walking teste incremental (SWTI), além da avaliação do número total de passos/dia (NTP) e dos mediadores pró e anti-inflamatórios e pró e anti-oxidantes no plasma. No segundo estudo, 82 pacientes foram randomizados em dois grupos (Grupo 1 – FR e Grupo 2 – FR associada à RP). Os pacientes realizaram o SWTI e o SWT endurance (SWTE), o TECP máximo e submáximo (sub), teste de força para o bíceps braquial (BB), deltóide médio (DM) e quadríceps femoral (QF) e responderam ao Saint George’s Respiratory Questionnaire (SGRQ) para avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS). O NTP foi obtido por pedômetro e a dispneia foi mensurada pela escala Medical Research Council (MRC). Resultados: Estudo 1 - O nível de citocinas IL-1β e IL-6 foi significantemente maior em comparação ao grupo controle, mas para os marcadores pró e anti-oxidantes não foram encontradas diferenças. Houve correlação negativa significante do VO2 com IL-1β (r = -0,42), IL-6 (r = -0,31), ácido tiobarbitúrico (T-BARS, r = 0,30), Carbonila (r = -0,39) e Nitrito (r = 0,32). O SWTI correlacionou-se com a Catalase (r = 0,25) e a capacidade anti-oxidante total (TRAP, r = 0,23). Estudo 2 – Ao compararmos os efeitos pré e pós-intervenção intragrupo: houve aumento significante no SWTI, SWTE, carga no TECP, força muscular do BB e DM para o grupo FR+RP, enquanto o tempo de endurance no TECPsub aumentou tanto neste grupo quanto no grupo FR; no grupo FR houve melhora em todos os domínios do SGRQ, enquanto para o grupo FR+RP apenas no domínio sintomas. Ao comparar os efeitos do tratamento em ambos os grupos (FR vs FR+RP) não houve diferença estatisticamente significante para quaisquer dos desfechos estudados. Conclusão: Estudo 1 - Os pacientes com BCQ apresentaram elevada inflamação sistêmica, mesmo na fase estável da doença, com equivalentes marcadores pró e anti-oxidantes em relação ao grupo controle. Marcadores inflamatórios e oxidativos se correlacionam com a capacidade aeróbia e funcional. Estudo 2 – Embora ocorreu aumento da tolerância ao exercício apenas no grupo FR+RP, ambos os grupos demonstraram melhora da QVRS. Embora não tenha ocorrido diferença entre ambas as intervenções, é preferível associar à FR a RP, pois esta última promoveu benefícios significativos na capacidade física e força muscular periférica.
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Avaliação da qualidade de vida, função pulmonar, e capacidade de exercício de pacientes com bronquiectasia não fibrocística antes e após cirurgia de ressecção pulmonar / Quality of life, pulmonary function and exercise capacity assessment of patients with non-cystic fibrosis (CF) bronchiectasis before and after pulmonary resection surgery

Camilla Carlini Vallilo 20 May 2016 (has links)
INTRODUÇÃO: O papel da ressecção pulmonar em controlar as complicações e períodos de exacerbação de sintomas em pacientes com bronquiectasia é bem descrito na literatura. No entanto, não existem estudos com um instrumento objetivo e validado para avaliação de qualidade de vida no pós-operatório desses pacientes. OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida de pacientes com diagnóstico clínico e radiológico de bronquiectasia não fibrocística, ainda sintomáticas após o tratamento clínico adequado, antes e após a ressecção das áreas bronquiectásicas mais afetadas. MÉTODOS: Estudo longitudinal prospectivo, realizado entre 2010 e 2013. Foram incluídos todos os pacientes encaminhados ao ambulatório de Cirurgia Torácica com diagnóstico de bronquiectasia que apresentavam ausência de resposta ao tratamento clínico adequado após 1 ano de seguimento e/ou presença de complicações da doença. Foram avaliadas qualidade de vida por meio de dois questionários - SF36v2 e WHOQOL, função de pulmonar completa e capacidade de exercício dos indivíduos antes a após a ressecção da área pulmonar mais comprometida pela bronquiectasia. RESULTADOS: Sessenta e um pacientes foram incluídos consecutivamente no estudo. Oito pacientes foram excluídos por diversas razões. Após isso, 53 pacientes (50,9% do sexo masculino, com idade 41,3 anos, ± 12,9) foram submetidos a cirurgia, mas apenas 44 completaram os nove meses de follow-up. A tuberculose foi a causa de bronquiectasias em 60,4% dos pacientes e 26,4% apresentavam doença bilateral, mas apenas a área mais afetada foi ressecada. Os resultados cirúrgicos foram pneumonectomia (direita 3 - 5,7% / esquerda 6 - 11,3%), lobectomia superior (direito 13 - 24,5% / esquerda 10 - 18,9%), lobectomia média (5 - 9,4%) e lobectomia inferior (direito 6 - 11,3% / esquerda 10 -18,9%). Dois pacientes apresentaram complicações graves e morreram e, além disso, treze pacientes (24,5%) tiveram complicações clínicas e cirúrgicas. Após a ressecção do pulmão, os pacientes apresentaram valores ligeiramente inferiores a espirometria, mas por causa de volumes pulmonares inferiores, uma vez que o FEV1/FVC permaneceu constante. A DLCO não foi alterada após a intervenção, o que sugere que predominantemente não-funcionantes áreas pulmonares foram ressecadas. No teste cardiopulmonar, o desempenho do exercício em geral não mudou, mas cerca de 52% dos pacientes melhoraram seu consumo máximo de oxigênio e carga de trabalho após a intervenção. Os domínios do questionário de qualidade de vida SF36 melhoraram no pós-operatório - capacidade física 81,1 (± 26,2) p = 0,000; limitação física 79,2 (± 38,7) p = 0,000; saúde geral 70,9 (± 23,7) p = 0,000; vitalidade 72,1 (± 20,5) p = 0,002; aspectos sociais 85,8 (± 22,5) p = 0,000; dor 78,6 (± 27,3) p = 0,034; aspectos funcionais 81,8 (± 36,3) p = 0,000 e saúde mental 74,3 (± 19,7) p 0,019; apenas o domínio dor apresentou uma melhora negativa, provavelmente devido à dor incisional apresentada após a cirurgia. Os mesmos resultados foram observados no WHOQOL. A regressão logística (backward stepwise) mostrou que o sexo masculino foi um preditor independente de complicações pós-operatórias - OR 5,185, IC 1,085-24,791, p = 0,039. O modelo de regressão linear múltipla não identificou um preditor que poderia explicar o aumento da qualidade dos resultados vida após a cirurgia; no entanto, VEF1 apareceu de forma consistente como um preditor limítrofe (entre 0,05 e 0,1, em todas as análises). CONCLUSÃO: O estudo mostrou uma melhora significativa na qualidade de vida após a ressecção pulmonar de indivíduos com diagnóstico de bronquiectasia sintomática sem comprometer a sua capacidade de se exercitar. Nessa amostra, apenas baixo escores de qualidade de vida no pré-operatório foram melhores preditores de qualidade de vida no dia 9 de pós-operatório e também descobrimos que as fórmulas comumente usadas para prever o desempenho pós-operatório subestimaram os valores reais observadas nos períodos de 3 e 9 meses após a ressecção pulmonar / BACKGROUND: The role of pulmonary resection in controlling complications and periods of exacerbation of symptoms in patients with bronchiectasis is well described in the literature. However, there are no studies with an objective and validated instrument for assessing quality of life in the postoperative period in these patients. OBJECTIVE: To evaluate the quality of life measured after resection of bronquiectásicas areas in patients with clinical and radiological diagnosis of bronchiectasis non-fibrocystic and persistent symptoms after appropriate clinical treatment. METHODS: This is a prospective longitudinal study conducted between 2010 and 2013. We included all patients referred to our outpatient clinic during the study period with symptomatic bronchiectasis and failed medical treatment. We assessed quality of life through two questionnaires - SF36v2 and WHOQOL, complete lung function and exercise capacity of individuals before and after resection of lung area most affected by bronchiectasis. RESULTS: Sixty-one patients were sequentially enrolled in the study. Eight patients were excluded for several reasons. After that, 53 patients (50.9% male; age 41.3 years, ± 12.9) underwent surgical resection, but only 44 complete the nine months of follow-up. Tuberculosis is the cause of bronchiectasis in 60.4% of the patients and 26.4% has bilateral disease, but only the most affected area was resected. The surgical outcomes are pneumonectomy (right 3 - 5.7% and left 6 - 11.3%), Upper lobectomy (right 13 - 24.5% and left 10 - 18.9%), right middle lobectomy (5 - 9.4%) and lower lobectomy (right 6 - 11.3% and left 10 - 18.9%). Two patients had serious complications and died and in addition, thirteen patients (24.5%) had clinical and surgical complications. After lung resection, patients had mildly lower values at spirometry, but because of lower lung volumes, since the FEV1/FVC remained constant. The DLCO was not changed after intervention, suggesting that predominantly non-functioning lung areas were resected. At cardiopulmonary test, exercise performance generally has not changed but around 52% patients improved their VO2 and workload after intervention. The domains of the quality of life questionnaire SF36v2 improved after ninth month postoperatively - physical functioning 81.1 (±26.2) p=0.000; role physical 79.2 ( ± 38.7) p=0.000; general health 70.9 ( ± 23.7) p=0.000; vitality 72.1 ( ± 20.5) p=0.002; social functioning 85.8 (± 22.5) p=0.000; bodily pain 78.6 ( ± 27.3) p=0.034; role emotional 81.8 (±36.3) p=0.000; mental health 74.3 ( ± 19.7) p 0,019, only the bodily pain had a negative improvement probably due to incisional pain presented after surgery. The same results were seen in the WHOQOL. The stepwise backward logistic regression showed that male gender was an independent predictor of postoperative complications - OR 5.185, IC 1.085 - 24.791, p = 0.039. The multiple linear regression model do not identified a predictor that could explain the increase in quality of life results after surgery; nevertheless, FEV1 appeared consistently as a borderline predictor (between 0.05 and 0.1 in all analysis). CONCLUSION: Our study showed a significant improvement in quality of life after pulmonary resection in patients diagnosed with symptomatic bronchiectasis without compromising their ability to exercise. In this sample, only low quality of life scores in the preoperative period were better predictors of quality of life in the 9th postoperative and we also found that the commonly used formulas for predicting postoperative performance underestimated the actual values observed in periods of 3 and 9 months after pulmonary resection

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