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Impacto da obesidade sobre o sistema nervoso autonômico cardíaco e a capacidade funcional em mulheresThommazo, Luciana Di 24 February 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011-02-24 / Financiadora de Estudos e Projetos / Obesity is a chronic disease associated with autonomic nervous system (ANS) dysfunctions and with functional capacity limitation. In this context, two studies were developed to understand the cardiac autonomic nervous system and cardiopulmonary systems behavior in obese women in response to different situations. The first study, entitled "Impact of obesity in the autonomic nervous system in response to active postural changes and to treadmill six-minute walking test" was designed to evaluate and compare the cardiac autonomic modulation in obese and eutrophic women at rest and in response to postural changes, and to the treadmill six-minute walking test (tread-6MWT). In addition, we assessed the distance covered, walking work and physiological responses to the tread-6MWT in both groups. Heart rate (HR) and RR intervals were registered at resting supine position, active postural changes and during the tread-6MWT in 14 obese women (OG) and 15 eutrophic women (EG). Our results suggested that obese women present depressed ANS response to active postural changes and to the tread-6MWT, reduced functional capacity and higher walking work over the tread-6MWT, which increases the physiological responses to exercise. The second study was entitled "Clinical, ventilatory and metabolic comparative analysis of treadmill six-minute walking test and cardiopulmonary exercise testing in obese women". The objectives were to analyze and compare the metabolic, cardiopulmonary, and perceptual responses to the cardiopulmonary exercise testing (CPET) and to the tread- 6MWT in the same sample of the first study. The tread6MWT was able to elicit ventilatory, metabolic and cardiovascular responses in accordance with the CPET, and it seemed to be an appropriate method to evaluate the functional limitation in obese women without submitting them to such a significant increase in the perceived dyspnea as CPET does. / A obesidade é uma doença crônica associada à disfunções do sistema nervoso autônomo (SNA) e limitação da capacidade funcional. Nesse contexto, foram realizados dois estudos para elucidação do comportamento do SNA cardíaco e do sistema cardiopulmonar em mulheres obesas frente a diferentes situações. O primeiro estudo, intitulado Impacto da obesidade no sistema nervoso autonômico cardíaco em resposta às mudanças posturais ativas e ao teste de caminhada de seis minutos na esteira teve como objetivo avaliar e comparar a modulação autonômica cardíaca em mulheres obesas e eutróficas em repouso e em resposta às mudanças posturais, bem como ao teste de caminhada de seis minutos (TC6) na esteira. Além disso, foram avaliados distância percorrida, trabalho da caminhada e respostas fisiológicas ao TC6 na esteira em ambos os grupos. Foram registrados frequência cardíaca (FC) e intervalos R-R no repouso em posição supina, nas mudanças posturais ativas e durante o TC6 na esteira em 14 mulheres do grupo de obesas (GO) e 15 do grupo de eutróficas (GE). Nossos resultados sugerem que mulheres obesas apresentam resposta deprimida do SNA às mudanças posturais ativas e ao TC6 na esteira, reduzida capacidade funcional e maior trabalho de caminhada, aumentando as respostas fisiológicas ao exercício. O segundo estudo foi intitulado Análise comparativa dos parâmetros clínicos, ventilatórios e metabólicos entre o teste de caminhada de seis minutos e o teste de exercício máximo em mulheres obesas . Os objetivos foram analisar e comparar as respostas cardiopulmonares, metabólicas e subjetivas ao teste de exercício cardiopulmonar (TECP) e ao TC6est na mesma amostra do primeiro estudo. O TC6 na esteira foi capaz de suscitar respostas ventilatórias, metabólicas e cardiovasculares em acordo com o TECP, parecendo ser um método adequado para avaliar a limitação funcional em mulheres obesas sem submetê-las a uma sensação de dispnéia tão significativa como a desencadeada pelo TECP. Palavras-chave: obesidade, variabilidade da frequência cardíaca, exercício, capacidade funcional.
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Complexidade da variabilidade da frequência cardíaca na síndrome da fragilidadeBonjorni, Lélia Arantes 18 February 2014 (has links)
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Previous issue date: 2014-02-18 / Background: Frailty is a critical state of physiological complexity loss. Evaluation measures of complexity could contribute for a better comprehension regarding the frailty process. Objective: to evaluate complexity of HRV, at rest and after postural change, on frailty syndrome. Design: cross-sectional. Setting: community. Subjects: 100 individuals over 60 years old, distributed in groups according to the frailty phenotype: frail (n=8), pre-frail (n=46) and non-frail (n=46). Methods: The electrocardiogram was made in supine and orthostatic postures, for 10 minutes in each position. Sequences of 256 RR intervals were analyzed through linear (spectral analysis low frequency in normalized units (LFnu) and high frequency in absolute units (HFabs)) and non-linear methods (symbolic analysis 0V% and 2UV%, Shannon entropy (SE), conditional entropy (normalized complexity index NCI)). Results: The NCI did not show difference among the evaluated groups in rest supine, however NCI presented reduced values in all 3 groups after orthostatic challenge. Except AFabs, other indices did not differ between groups at rest supine. Conclusion: The results of this study indicate that there is no decrease of complexity on frailty syndrome, possibly because it already presents decreased values with the senescence. The postural change was unable to detect any impairment in HRV complexity associated with the frailty process. / A fragilidade é um estado crítico de perda da complexidade fisiológica, que resulta em maior vulnerabilidade. Medidas de avaliação da complexidade poderiam contribuir para melhor compreensão sobre o processo de fragilização. Objetivo: avaliar a complexidade da variabilidade da frequência cardíaca (VFC), em repouso e após mudança postural, na síndrome da fragilidade. Desenho experimental: estudo transversal. Ambiente de pesquisa: comunidade. Sujeitos: 100 idosos maiores de 60 anos, divididos em grupos, segundo o fenótipo da fragilidade: frágil (n=8), pré-frágil (n=46) e não-frágil (n=46). Métodos: O eletrocardiograma foi coletado na postura supina e ortostática, por 10 minutos em cada posição. Trechos de 256 intervalos RR foram analisados por metodologias lineares (análise espectral baixa frequência em unidades normalizadas (BFun) e alta frequência em unidades absolutas (AFabs)), bem como não lineares (análise simbólica - 0V% e 2VD%, entropia de Shannon (ES), entropia condicional (índice de complexidade normalizado - ICN)). Resultados: o ICN não apresentou diferenças entre os grupos avaliados, no entanto teve seus valores reduzidos em todos os grupos após a mudança postural. Com exceção da AFabs, os demais índices não diferiram entre os grupos, na condição de repouso supino. Conclusão: Os resultados deste estudo indicam que não há redução da complexidade na síndrome da fragilidade, possivelmente pelo fato desta já apresentar valores reduzidos na senescência. A resposta da complexidade cardíaca à mudança postural não apresentou diferenças na presença da síndrome da fragilidade.
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Isquemia silenciosa e arritmias ventriculares são preditores independentes de evenos no pós-infarto do miocárdio de baixo riscoSobral Filho, Dário Celestino January 2003 (has links)
pós-infarto agudo do miocárdio (IAM) têm mostrado baixo valor preditivo positivo quando estudados isoladamente. A possibilidade da Eletrocardiografia Dinâmica de 24 horas (ECGD) fornecer dados referentes a isquemia silenciosa (IS), arritmias ventriculares e modulação autonômica do coração pelo estudo da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC), levou o autor a empregar este método em pacientes acometidos de IAM com o objetivo de avaliar se estas três variáveis estariam relacionadas a presença de eventos desfavoráveis em evolução a médio prazo. Material e Métodos – Foram selecionados 91 pacientes acometidos de um primeiro IAM não-complicado e realizados exames de ECGD de 24 h por dois dias consecutivos, antes da alta hospitalar. Os parâmetros pesquisados nos exames foram: isquemia silenciosa, identificação e quantificação de arritmias ventriculares e determinação dos índices de VFC pelos métodos do domínio do tempo e do mapa de retorno tridimensional. Foram considerados como desfechos: re-infarto, angina instável, taquicardia ventricular sustentada e morte. Resultados – No seguimento médio de 27,7 meses (DP=15,45), 23 (25%) dos pacientes apresentaram eventos, sendo nove fatais. Os eventos foram mais freqüentes entre os pacientes que apresentaram extra-sístoles ventriculares ≥10/hora (p=0,01) e também naqueles com IS (p=0,02). Em modelo de análise multifatorial, a presença de dislipidemia elevou o valor preditivo positivo dessas variáveis. Nenhum dos índices de VFC esteve significativamente relacionado ao surgimento de eventos. Conclusões – Em pacientes pós-IAM de baixo risco, a presença de arritmias ventriculares freqüentes ou de isquemia silenciosa está relacionada a um prognóstico desfavorável. O estudo da VFC não mostrou utilidade na estratificação de risco destes pacientes. / Introduction and objective – The noninvasive methods used in post-acute myocardial infarction (AMI) risk stratification have been shown to have a low predictive value when studied in isolation. The possibility that ambulatory electrocardiographic monitoring (AEM) may provide data on silent ischemia (SI), ventricular arrhythmias (VA) and autonomic modulation of the heart through the study of heart rate variability (HRV) led the present author to use this method in AMI patients with the aim of assessing whether these three variables could be related to the presence of unfavorable events in the medium term follow-up. Methods – Ninety-one patients with a first, uncomplicated AMI were selected and submitted to AEM for two consecutive days prior to discharge from the hospital. The parameters studied in the examination were as follows: presence of SI, identification and quantification of VA and determination of the HRV indices by the time domain and three-dimensional return map methods. The following were regarded as outcomes: new AMI, unstable angina, sustained ventricular tachycardia and death. Results – In the mean follow-up of 27.7 months (SD=15.45), 23 (25%) of the patients presented events, nine of which were fatal. Events occurred most frequently in the patients who presented ventricular premature contractions >= (p=0.01) and also in those with SI (p=0.04). In the multifactorial analysis the presence of dislipidemia raised the positive predictive value of these variables. None of the HRV indices was significantly correlated with the occurrence of events. Conclusions – In low-risk post-AMI patients the presence of frequent ventricular arrhythmias or silent ischemia is associated with an unfavorable prognosis. The study of HRV was not shown to be useful in the risk stratification of these patients.
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Terapia de reposição hormonal não altera a variabilidade da frequência cardíaca em mulheres pós-menopáusicasFernandes, Eney Oliveira January 2002 (has links)
INTRODUÇÃO. Mulheres pós-menopáusicas apresentam maior risco de desenvolvimento de doença arterial coronariana. Estudos observacionais demonstraram que a terapia de reposição hormonal produz efeitos benéficos no perfil lipídico e na modulação autonômica cardíaca. O aumento da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC), até então atribuído à reposição hormonal, não foi testado em estudos randomizados, placebo-controlados, delineados para permitir a comparação entre as duas formas mais utilizadas de reposição hormonal. A VFC de 24 horas calculada pelo método não linear Mapa de Retorno Tridimensional permite avaliar tanto a modulação vagal como a simpática. OBJETIVOS Avaliar a modulação autonômica cardíaca de mulheres pósmenopáusicas através da análise da VFC no domínio do tempo e dos índices do Mapa de Retorno Tridimensional no ECG de 24 horas. Testar a hipótese de que a reposição hormonal contínua, seja com estradiol isolado (TRE), seja com estradiol associado à noretisterona (TRH), por um período de três meses, aumenta a VFC nessas mulheres. MÉTODOS Quarenta mulheres pós-menopáusicas (46 a 63 anos; média = 54,6 ± 4,2) foram randomizadas para um dos três tratamentos, de forma contínua: TRH, estrogenioterapia (TRE) ou placebo, por três meses consecutivos. Previamente, todas as mulheres foram submetidas a exames clínico, ginecológico e laboratorial (glicose, estradiol, HDL, LDL, triglicerídios; mamografia e ultrassonografia transvaginal). O ECG de 24 horas foi gravado em cada paciente, antes e após o tratamento, para calcular os índices da VFC. RESULTADOS Não houve diferença estatisticamente significativa entre os três grupos, após 3 meses de tratamento, nos índices da VFC e do Mapa de Retorno Tridimensional. A TRH diferiu da TRE apenas quanto ao perfil lipídico. A associação com a noretisterona provocou uma redução de 12,4 % no HDL (p = 0,008). CONCLUSÃO Em mulheres pós-menopáusicas, a terapia de reposição hormonal contínua com estradiol, ou com estradiol associado à noretisterona, por um período de 3 meses, não altera a modulação autonômica cardíaca avaliada pela VFC. / Background: Postmenopausal women are at greater risk of coronary heart disease. Observational studies have demonstrated that hormone replacement therapy (HRT) improves lipid profile and cardiac autonomic modulation. The cardioprotective effect attributed to HRT has not been tested in randomized, placebo-controlled trials to compare the two most frequently used regimens. This study evaluates cardiac autonomic modulation in postmenopausal women using time domain indices of heart rate variability (HRV) and indices derived from the three-dimensional return map, and investigates whether continuous HRT for three months, either with estradiol alone (ERT) or with estradiol and norethisterone (HRT), increases HRV in postmenopausal women. Methods: Forty postmenopausal women aged 46 to 63 years were consecutively and randomly assigned to one of three treatment groups: HRT, ERT, or placebo. For all women, clinical, gynecological and laboratory data (glucose, estradiol, HDL, LDL, triglycerides, mammography and transvaginal sonography) were collected. Patients underwent 24-h ECG before and after the treatment to evaluate HRV indices. Results: Time domain indices of HRV as well as indices derived from the threedimensional return map presented no significant changes after interventions. The only significant difference between HRT and ERT groups was in lipid profile. HDL cholesterol levels decreased 12.4% (p = 0.008) for women who used HRT. Conclusion: In postmenopausal women, continuous hormone replacement therapy with estradiol or estradiol with norethisterone for 3 months does not affect cardiac autonomic modulation evaluated by HRV.
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Teste de caminhada de seis minutos e síndrome da fragilidade : repercussões na modulação autonômica da frequência cardíacaFarche, Ana Claudia Silva 26 February 2016 (has links)
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Previous issue date: 2016-02-26 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Physical exercise is considered as a key in frailty syndrome treatment. However, until this moment, HR autonomic evaluation after exercise was not explored. This type of analysis would be important, once the presence of autonomic imbalance after performing exercise is related with cardiovascular events and sudden death. Moreover, this syndrome has been associated with deficits in the autonomic control of heart rate (HR). In this context, the aims of this study were to evaluate the performance in the 6-minute walk test (6MWT) and the heart rate autonomic modulation at rest and in recovery period in frail, pre-frail and non-frail elderly. The RR intervals of 49 elderlies were collected by a heart rate monitor (S810i Polar ®) at rest, during the 6MWT and in recovery period. Heart rate variability
analysis was performed by linear analysis (spectral components) and non-linear analysis (symbolic and normalized complexity indexes). Frail group showed shorter distance walked than other groups (F= 197,8 ± 132; PF= 441,2 ± 132; R= 568,3 ± 176,2). No significant differences between groups were observed in supine rest. Changes in autonomic modulation were observed only in non-frail group in recovery period and demonstrated by symbolic analysis (0V%pre= 25,7 ± 15,5; 0V%post= 32,5 ± 15,8; 2LV%pre= 7,9 ± 4,16; 2LV%post= 5,33 ± 3,67). Despite distance walked similar to non-frail, pre-frail group presented no changes in autonomic modulation after exercise. This results indicates that regulation deficit in autonomic nervous system is already present in the beginning of the frailty process. / O exercício físico é considerado peça fundamental no tratamento da síndrome da fragilidade. No entanto, até o momento a avaliação autonômica da FC após a realização de exercício não foi explorada. Este tipo de análise seria importante uma vez que alterações no período de recuperação estão relacionadas a eventos cardiovasculares e morte súbita. Ainda, esta síndrome já foi associada a prejuízos no controle autonômico da frequência cardíaca (FC). Deste modo, o objetivo deste estudo foi avaliar o desempenho no teste de caminhada de seis minutos (TC6) e a modulação autonômica da FC no repouso e no período de recuperação em idosos frágeis (F), pré-frágeis (PF) e robustos (R). Os intervalos RR de 49 idosos foram coletados por um cardiofrequencímetro (Polar® S810i) no repouso, durante o TC6 e no período de recuperação. A VFC foi analisada por meio da análise linear (componentes espectrais) e não-linear (análise simbólica e índice de complexidade normalizado). Os idosos frágeis apresentaram menor distância percorrida (m) em relação aos demais grupos (F= 197,8 ± 132; PF= 441,2 ± 132; R= 568,3 ± 176,2). Em relação ao repouso inicial na postura supina, não foram observadas alterações nos índices da VFC em nenhum dos grupos. Na comparação pré TC6 e período de recuperação somente o grupo robusto apresentou mudanças na modulação autonômica da FC. Este resultado foi evidenciado apenas nos índices da análise simbólica (0V%pré= 25,7 ± 15,5; 0V%pós= 32,5 ± 15,8; 2VS%pré= 7,9 ± 4,16; 2VS%pós= 5,33 ± 3,67). Os pré-frágeis, apesar de caminhar distância similar aos robustos, não apresentam modificações da modulação autonômica após o exercício. Este resultado indica que um déficit de regulação do SNA já estaria presente no início do processo de fragilização. / FAPESP: 2014/24163-9
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Limiar de variabilidade da freqüência cardíaca em diferentes protocolos ergométricos / Heart rate variability threshold in different ergometric protocolsFronchetti, Lenise 22 February 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008-02-22 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The heart rate variability (VFC) decreases gradually during progressive exercise, which tends to stabilization in intermediate loads. Initially, the possibility of identification of a threshold of this variable (LiVFC1), assumed as demarcating of the transition of the vagal withdrawal for the predominance of the sympathetic activity in the control of the FC was demonstrated. Later, a possibility of a second point of transition was presented (LiVFC2). The objective of this research was to obtein more evidences of validity of the determination of this LiVFC, verifying the influence of the protocol of test in the diverse employed methods. Twenty one healthy subjects (24,8 ± 5,2 years; 76,7 ± 11,4 kg; 178,8 ± 7,8 cm) were submitted randomly to three experimental tests in an ergometer cycle: PAi5w/i ; PB30w/1 and PC45w/3 . The VFC - SD1 index of the Poincaré plots - (Polar® S810i) and blood lactate concentrations was measured (YSI@1500 Sport). Determination of LiVFC1 was considered by these methods: 1°) LiVFCLIM - SD1 minor the 3 ms; 2°) LiVFCTUL - difference between the SD1 of two consecutive stages < 1 ms; of LiVFC2: 1°) LiVFC2LIM - subdivision of curve of VFC in two straight lines, from the LiVFCLIM. The lactate thresholds was identified from the following method for LL1 : 1°) LLINADIR - smaller value equivalent of [La] /load; 2°) LL1FIXO - 2 mmol.1-1 for LL2: 1°) LL2THO - previous load to two consecutive increases, higher or equal the1 mmol.1-¹ ; 2°) LL2FIXO - 4 mmol-1-1. In analysis intra-protocol for the first threshold of transition (LT1), it was verified that the referring load to the LiVFCLIM method was similar between the protocols; whereas, in the LiVFCTUL the values of PC45w/3 was greater and different of the PA15w/1 (p≤ 0,05). Moreover, it was verified, that as much under effect of the increment and/or duration of stage, the LiVFC1 followed the alterations in the LL1. The distinct methods of LT1, it was observed that are in comparable levels in the PA15w/ı (r = 0,45 - 0,47; p≤ 0,05) and in the PB30w/1. On the other hand, the second threshold of transition (LT2), the load in the LjVFC2LIM presented higher values in the PB30w/1 compared with PA15w/ı (p ≤ 0,05). To testing it influences the distinct protocols, the LiVFC2 LIM varied contrary direction the alterations in the LL2. The diverse methods of the LT2 differ in the three protocols, but they present moderate degree of association (r = 0,43 - 0,72). These data show that, the spite of the evidences of that the LiVFCLIM is not dependent protocol, is necessary caution in the use of this as an indicator of aerobic fitness, which had low the association to the LL1 . On the other hand, the LiVFC2LIM suffers modifications because the alteration in the amplitude and duration of the protocols, however, shows enough discriminatory power of the aerobic fitness, that exactly situated in distinct intensity of the LL2. / A variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) diminui gradativamente durante exercício progressivo, com tendência a uma estabilização em cargas intermediárias. Inicialmente, foi demonstrada a possibilidade de identificação de um primeiro limiar desta variável (LiVFC1), assumido como demarcador da transição da retirada vagal para a predominância da atividade simpática no controle da FC. Posteriormente, foi apresentada a possibilidade de um segundo ponto de transição (LiVFC2). O objetivo deste estudo foi obter evidências adicionais de validade na determinação destes LiVFC, verificando a influência do protocolo de teste nos diversos critérios empregados. Vinte e um sujeitos saudáveis (24,8 ± 5,2 anos; 76,7 ± 11,4 kg; 178,8 + 7,8 cm) foram submetidos aleatoriamente a três testes experimentais em cicloergômetro: PA15w/1 ; PB30w/1 ; e PC45w/3 . Foram medidas a VFC índice SD1 da plotagem de Poincaré (Polar® S810i) e concentrações sangüíneas de lactato (YSI@1500 Sport). Para determinação do LiVFC1 considerou-se os métodos: 1°) LiVFCLIM SD 1 inferior a 3 ms; 2°) LiVFCTUL diferença entre o SD1 de dois estágios consecutivos for menor que 1 ms; e para o LiVFC2: 1°) LiVFC2LIM subdivisão da curva de VFC em duas retas, a partir do LiVFCLIM . Os limiares de lactato foram identificados a partir dos seguintes critérios para LL1: 1°) LLINADIR - menor valor equivalente de [La]/carga; 2°) LL1FIXO - 2 mmol.1-¹; e para LL: 1°) LL2THO carga que precede dois aumentos consecutivos, superiores ou iguais a 1 mmol.1-¹ ; 2°) LL2FIXO 4 mmol.1-¹. Na análise intra-protocolo para o primeiro limiar de transição (LT1), verificou-se que a carga referente ao método LiVFCLIM foi similar entre os protocolos; enquanto que, no LiVFCTUL os valores do PC45w/3 foram superiores e diferentes do PA15w/1 (p≤ 0,05). Além disso, verificou-se, que tanto sob efeito da amplitude quanto da duração do estágio, os LiVFC1 acompanharam as alterações nos LL1. Para os distintos critérios de LT1, observou-se que estão em intensidades semelhantes no PA15w/ı (r = 0,45 0,47; p≤ 0,05) e no PB30w/1 . Por outro lado, para o segundo limiar de transição (LT2), a carga no LiVFC2LIM apresentou valores maiores no PB30w/1 comparada aos do PA15w/1 (p≤ 0,05). Ao se testar a influência dos distintos protocolos, o LiVFC2 LIM variou em magnitude e direção contrária as alterações no LL2. Os diversos métodos do LT2 diferem nos três protocolos, mas apresentam moderado grau de associação (r = 0,43 a 0,72). Desse modo, pode-se concluir que a despeito das evidências de que o LiVFCLIM não é protocolo-dependente, é necessário cautela na utilização deste como variável indicadora da aptidão aeróbia devido à baixa associação aos LL1. Contudo, o LiVFC2 LIM sofre modificações com as alterações na amplitude e duração dos protocolos, no entanto, apresenta razoável poder discriminatório da aptidão aeróbia, mesmo que situado em intensidade distinta dos LL2.
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Efeitos de diferentes intensidades de exercício resistido sobre a modulação autonômica da frequência cardíaca e metabolismo láctico de diabéticos tipo 2 / Effects of different intensities of resistance exercise on the autonomic modulation of heart rate and lactic metabolism of type 2 diabeticsCruz, Angélica Cristiane da [UNESP] 22 February 2018 (has links)
Submitted by Angélica Cristiane da Cruz (angelica.cristianedc@hotmail.com) on 2018-04-18T11:39:42Z
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Previous issue date: 2018-02-22 / Introdução: Durante o exercício físico, os ramos simpático e parassimpático, por meio dos mecanismos centrais e periféricos, interagem entre si causando ajustes nas respostas da frequência cardíaca (FC) de acordo com a carga, os quais podem estar alterados na presença de Diabetes Melitus tipo 2. Essas alterações também podem ocorrer durante o momento de recuperação pós exercício resistido. Objetivo: Investigar os ajustes autonômicos cardíacos durante exercício físico resistido dinâmico com diferentes níveis de estresse metabólico, abaixo e acima do limiar de anaerobiose. Material e método: A amostra foi composta por 14 indivíduos diabéticose 10 indivíduos aparentemente saudáveis, de ambos os sexos com idade a partir 40 anos. Na condição de repouso a frequência cardíaca (FC) e os intervalos R-R (iR-R) foram analisados no domínio do tempo, da frequência e pelo plot de Poincaré. O limiar de anaerobiose (LA) foi determinado durante o exercício de extensão de joelho (mesa romana) e aplicado dois testes: um com 10% abaixo e outro com 10% acima do LA, com duração de um minuto cada um, mantendo respiração espontânea e sem apneia. A FC e os iRR foram registrados continuamente durante 65s de repouso, durante a contração isotônica e 5 minutos de recuperação. A partir desses dados serão estudados os ajustes da FC e da sua variabilidade durante o esforço e também no período de recuperação. Resultados e conclusão: Os resultados do nosso estudo mostraram que houve alterações mais significativas do lactato mensurado pelo sangue a partir de 30% de 1RM para o GC bem como para o grupo DM2, este último com alterações mais expressivas quando comparado também com as cargas de 40 e 50% de 1RM. Quanto a VFC foi observado uma redução significativa em relação ao repouso nos índices RMSSD e SD1 do CG e nenhuma alteração significativa no grupo DM2, apresentando em ambos os grupos uma tendência de estabilização após 30% de 1RM e não sendo possível encontrar o LA, determinado pela VFC, nessa população em especifico submetida a um protocolo incremental de exercício resistido de membros inferiores. / Introduction: During exercise, the branchs sympathetic and parasympathetic, central and peripheral mechanisms interact inducing adjustments on of heart rate (HR) responses according to the intensity, which can be changed in the presence of type 2 diabetes mellitus. Those changes may occur during the time after resistance exercise recovery. Objective: To investigate cardiac autonomic adjustments during dynamic exercise with different levels of metabolic stress, below and above the anaerobic threshold, and in the recovery period in diabetics patients. Methods: The sample consisted by 14 diabetcs subjects and 10 apparently healthyof both sexes aged starting 40 years old. At rest HR and R-R intervals (R-Ri) wereanalyzed in the time and frequency domain and the Poincaré plot. The anaerobic threshold (AT) was determined during the performance of knee extension exercise in the Roman table and was applied two tests: one with 10 % below and the other 10 % above the AT, during one minute, keeping spontaneous breathing and no apnea. The HR and R-Riwere recorded continuously for 65 seconds at rest, during isotonic contraction and 5 minutes of recovery. From these data, were studied the adjustments of HR,their variability during exercise and also during the recovery period. Results and conclusion: The results of our study show that you have more than 30% of 1RM for the GC as well as for the DM2 group, the latter containing more expressive when compared also with as 40 and 50% loads of 1RM. What is a HRV was observed a significant reduction in relation to the rest in the RMSSD and SD1 indices of CG and soon without a GM2 group, showing in both groups a tendency of stabilization after 30% of 1RM and not being possible to find the LA, determined by HRV, in this specific population submitted to an incremental protocol of resisted lower limb exercise.
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Alterações metabólicas e hemodinâmicas na obesidade visceral em ratos : repercussões na função autonômicaKonrad, Signorá Peres January 2010 (has links)
Principais causas de morbi-mortalidade mundial, as doenças cardiovasculares têm o inicio de sua fisiopatologia em idade precoce e, maior predisposição para seu desenvolvimento na vigência das manifestações clinicas da síndrome metabólica como intolerância à glicose, resistência à insulina, obesidade, dislipidemia e hipertensão. Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar o efeito da dieta de cafeteria em ratos, sobre variáveis morfométricas, metabólicas e hemodinâmicas associadas às alterações no controle autonômico. Foram utilizados 32 animais, distribuídos em 2 grupos, com delineamento experimental que compreendeu o tratamento com a dieta (24 semanas) e a coleta dos dados. O modelo experimental usado permitiu observar presença de maior adiposidade abdominal, triacilglicerídeos aumentados caracterizando dislipidemia, aumento da glicemia de jejum e redução da resposta de decaimento da glicose, mostrando aumento da resistência à ação periférica da insulina. Observaram-se também HDL-c mais baixo, similaridade nos valores de pressão arterial e frequência cardíaca e alterações importantes no controle autonômico como, redução da variabilidade da frequência cardíaca, modificação no balanço simpato-vagal em favor da modulação simpática sobre a vagal, e correlação direta com os níveis de triacilglicerídeos. Em conjunto, esses achados demonstraram que a dieta de cafeteria induziu alterações de peso corporal e dos depósitos de gordura visceral (TAB) e muscular (TAM) em ratos normotensos acompanhadas de alterações precoces do sistema nervoso autônomo, identificando-se um papel relevante e precoce desse sistema na fisiopatologia da doença cardiovascular associada à alterações metabólicas. / Cardiovascular disease that has been the leading causes of morbidity and mortality in the global world has the beginning of its pathophysiology in precocious age and, greater predisposition for its development in the validity of the clinical manifestations of the metabolic syndrome as to the glucose intolerance, insulin resistance, dyslipidemia, obesity and hypertension. This study was lead with the objective to evaluate the effect of the cafeteria diet in rats, on morphometric, metabolic and hemodynamic parameters associated with the alterations of autonomic control. Rats (n=32) were distributed in 2 groups, one under cafeteria diet and the other on standard food (24 weeks). At the end of the experimental period data were collected. The treated animals presented bigger abdominal adiposity, increased tryacilglicerides characterizing dyslipidemia and increased of the fasting glycemia. The rate of glucose decay was also reduced showing increased peripheral insulin resistance. It was also observed lower HDL-c levels while values of arterial pressure and heart rate did not change. However significant changes in autonomic control of circulation as reduction of heart rate variability as well as increased sympathovagal balance were also observed. These changes were positively correlated with tryacilglicerides levels indicating that cafeteria diet induced not only alterations of body weight but also of the adipose deposits characterizing visceral (WAT) and muscular fat (BAT). Finally the results suggest that autonomic changes may be the early marker of cardiovascular impairment associated with metabolic illness.
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Heart Rate Variability / Herzratenvariabilität: Was bleibt am Ende des Tages übrig?Uhlig, Stefan 09 February 2018 (has links) (PDF)
Ein gesunder Herzschlag zeichnet sich nicht dadurch aus, dass er besonders regelmäßig ist. Vielmehr sollte ein gesunder Herzschlag, selbst in Phasen augenscheinlicher körperlicher Inaktivität, variabel sein (z.B. Appelhans & Luecken, 2006; Berntson et al., 1997; Shaffer, McCraty, & Zerr, 2014). Historisch gesehen ist dies keine völlig neue Erkenntnis – bereits in der frühen chinesischen und griechischen Medizin konnte dieses Phänomen beobachtet werden (einen schönen Überblick hierzu gibt Billman, 2011). Das Zusammenwirken der sympathischen und parasympathischen Bestandteile des autonomen Nervensystems, welches sich unter anderem in der Herzratenvariabilität (HRV) widerspiegelt, erlaubt uns nicht nur Einblicke in die physiologische Adaptionsfähigkeit, sondern auch in die psychische Flexibilität und Regulationsfähigkeit des Menschen, um so auf sich ständig ändernde Umweltanforderungen angemessen reagieren zu können (z.B. Appelhans & Luecken, 2006; Beauchaine, 2001; ChuDuc, NguyenPhan, & NguyenViet, 2013; Porges, 1995b; Quintana & Heathers, 2014; Riganello, Garbarino, & Sannita, 2012; Shaffer et al., 2014; Stein & Kleiger, 1999; Thayer & Lane, 2000). Mit ganz einfachen Worten: Die Variabilität unseres Herzschlages stellt eine Art Interface dar, welches Auskunft über das Zusammenspiel physiologischer und psychologischer Prozesse gibt.
In der vorliegenden Monografie beschäftige ich mich intensiv mit dem Thema HRV, insbesondere mit der Anwendung und Durchführung von HRV-Kurzzeitmessungen (meistens fünf Minuten) im Kontext (bio-) psychologischer Forschung. Während ich im Rahmen des ersten Kapitels eine komprimierte Einführung in die Thematik und einen Überblick über die nachfolgenden Kapitel gebe, beschäftigt sich Kapitel II mit der Frage, welche methodischen Standards für HRV-Kurzzeitmessungen derzeit vorliegen. Ausgangspunkt hierfür sind vereinzelte Hinweise (z.B. im Rahmen meta-analytischer Bestrebungen) darauf, dass die Erfassung, Darstellung und Interpretation von HRV-Messungen durch ein nicht unerhebliches Maß an Diversität gekennzeichnet ist (z.B. de Vries, 2013; Ellis, Zhu, Koenig, Thayer, & Wang, 2015; Quintana & Heathers, 2014; Tak et al., 2009; Zahn et al., 2016). Ferner fehlen bis heute belastbare Normwerte für die gängigsten HRV-Parameter, die typischerweise in Kurzzeitmessungen berechnet werden können (vgl. Nunan, Sandercock, & Brodie, 2010). Ausgehend von diesen Beobachtungen stellen wir ein systematisches Literaturreview vor. In einem ersten Schritt haben wir aktuelle Standards zur Erhebung und Auswertung von HRV-Messungen identifiziert, auf deren Basis wir ein Klassifikationssystem zur Beurteilung von HRV-Studien erstellt haben. Nachfolgend wurden zwischen 2000 und 2013 publizierte Artikel (N = 457), im Hinblick auf die extrahierten methodischen Standards, überprüft. Unsere Ergebnisse legen das Vorhandensein einer beträchtlichen methodischen Heterogenität und einen Mangel an wichtigen Informationen nahe (z.B. in Bezug auf die Erhebung essentieller Kontrollvariablen oder das Berichten von HRV-Parametern), einhergehend mit der Tatsache, dass sich gängige Empfehlungen und Richtlinien (z.B. Task Force, 1996) nur partiell in der empirischen Praxis wiederfinden. Auf der Grundlage unserer Ergebnisse leiten wir Empfehlungen für weitere Forschung in diesem Bereich ab, wobei sich unsere „Checkliste“ besonders an forschende Psychologen richtet. Abschließend diskutieren wir die Einschränkungen unseres Reviews und unterbreiten Vorschläge, wie sich diese - bisweilen unbefriedigende - Situation verbessern lässt.
Während unserer umfangreichen Literaturrecherche ist uns sehr schnell aufgefallen, dass HRV-Kurzzeitmessungen auf ein breites wissenschaftliches Interesse stoßen, wobei verschiedenste Konzepte und Forschungsfragen mit spezifischen HRV-Mustern in Verbindung gebracht werden (vgl. Beauchaine, 2001; Dong, 2016; Francesco et al., 2012; Makivić, Nikić, & Willis, 2013; Nunan et al., 2010; Pinna et al., 2007; Quintana & Heathers, 2014; Sammito et al., 2015; Sandercock, 2007). Darunter befinden sich sowohl eher eigenschaftsähnliche (z.B. Trait-Angst; Miu, Heilman, & Miclea, 2009; Watkins, Grossman, Krishnan, & Sherwood, 1998) als auch stark situationsabhängige Konstrukte (z.B. akute emotionale Erregung; Lackner, Weiss, Hinghofer-Szalkay, & Papousek, 2013; Papousek, Schulter, & Premsberger, 2002). Während die beiden einflussreichsten Theorien zur HRV, die Polyvagal-Theorie (Porges, 1995b, 2001, 2007) und das Modell der neuroviszeralen Integration (Thayer & Lane, 2000, 2009), einen dispositionellen Charakter der HRV nahelegen, sind zahlreiche Einflussfaktoren bekannt, die unmittelbare Auswirkungen auf das autonome Nervensystem haben (Fatisson, Oswald, & Lalonde, 2016; Valentini & Parati, 2009). Demzufolge haben wir uns die Frage gestellt, wie zeitlich stabil individuelle HRV-Messungen sind (siehe Kapitel III). Da die existierende Literatur hierzu ambivalente Ergebnisse bereithält (Sandercock, 2007; Sandercock, Bromley, & Brodie, 2005) und die zeitliche Stabilität von HRV-Messungen bisher vornehmlich über sehr kurze Zeiträume mit wenigen Messzeitpunkten untersucht wurde (z.B. Cipryan & Litschmannova, 2013; Maestri et al., 2009; Pinna et al., 2007), haben wir eine längsschnittliche Studie mit fünf Messzeitpunkten, verteilt auf ein Jahr, konstruiert (N = 103 Studierende). In Abhängigkeit von der Körperhaltung der Probanden während der Messung (liegend, sitzend, stehend), haben wir nachfolgend die Retest-Reliabilität (absolute und relative Reliabilität; siehe Atkinson & Nevill, 1998; Baumgartner, 1989; Weir, 2005) der gängigsten HRV-Parameter ermittelt. Unsere Ergebnisse deuten auf ein beachtliches Ausmaß an Zufallsschwankungen der HRV-Parameter hin, welches weitgehend unabhängig von der Körperhaltung der Probanden und dem zeitlichen Abstand der Messzeitpunkte ist. Da diese Ergebnisse weitreichende Folgen suggerieren, diskutieren wir diese, unter Berücksichtigung vorhandener Einschränkungen, ausführlich.
Während in Kapitel II und III vornehmlich methodische Fragen im Fokus stehen, stelle ich in Kapitel IV dieser Monografie eine Feldstudie vor. Im Rahmen dieser Studie haben wir die Zusammenhänge zwischen subjektivem Stress, Coping-Strategien, HRV und Schulleistung untersucht. Sowohl die bereits erwähnten Theorien (Porges, 1995b, 2001, 2007, Thayer & Lane, 2000, 2009), als auch eine beträchtliche Anzahl an Forschung, lassen Zusammenhänge zwischen HRV und Stress (z.B. Berntson & Cacioppo, 2004; Chandola, Heraclides, & Kumari, 2010; Krohne, 2017; Michels, Sioen, et al., 2013; Oken, Chamine, & Wakeland, 2015; Porges, 1995a; Pumprla, Howorka, Groves, Chester, & Nolan, 2002) sowie HRV und kognitiver Leistung vermuten (z.B. Duschek, Muckenthaler, Werner, & Reyes del Paso, 2009; Hansen, Johnsen, & Thayer, 2003; Luque-Casado, Perales, Cárdenas, & Sanabria, 2016; Shah et al., 2011). Allerdings fehlt es bislang an Studien, welche die komplexeren Zusammenhänge zwischen all den genannten Konstrukten untersuchen. Dies gilt insbesondere für die Untersuchung von Kindern und Jugendlichen. Um zur Schließung dieser Wissenslücke beizutragen, haben wir Gymnasiasten (N = 72, zwischen zehn und 15 Jahren alt) im Rahmen eine Querschnittstudie zu deren Stresserleben und Bewältigungsstrategien (mittels SSKJ 3-8; Lohaus, Eschenbeck, Kohlmann, & Klein-Heßling, 2006) befragt. Außerdem wurden bei all diesen Schülern HRV und Zeugnisdurchschnittsnoten erhoben. Unsere Ergebnisse unterstreichen die Bedeutung konstruktiver Coping-Strategien zur Vermeidung von physischen und psychischen Stresssymptomen, welche ihrerseits negative Auswirkungen auf die Schulleistung haben. Demgegenüber lassen sich die erwarteten Zusammenhänge zwischen HRV und Stress/Coping (Berntson & Cacioppo, 2004; Dishman et al., 2000; Fabes & Eisenberg, 1997; Lucini, Di Fede, Parati, & Pagani, 2005; Michels, Sioen, et al., 2013; O’Connor, Allen, & Kaszniak, 2002; Porges, 1995a) sowie HRV und kognitiver Leistung (Hansen et al., 2003; Suess, Porges, & Plude, 1994; Thayer, Hansen, Saus-Rose, & Johnsen, 2009) anhand unserer Daten nicht bestätigen. Mögliche Gründe für dieses Befundmuster sowie Anforderungen an zukünftige Studien dieser Art werden abschließend diskutiert.
Schlussendlich (a) fasse ich alle gesammelten Erkenntnisse prägnant zusammen, (b) diskutiere deren Implikationen, (c) stelle deren Beitrag zum wissenschaftlichen Forschungsstand heraus, und (d) gebe einen kurzen Einblick in die jüngsten Entwicklungen der HRV-Forschung (Kapitel V). Außerdem, und damit schließe ich den inhaltlichen Part dieser Monografie ab, möchte ich den Leser an meinen zehn wichtigsten Lernerfahrungen teilhaben lassen.
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Impact of artifact correction methods on R-R interbeat signals to quantifying heart rate variability (HRV) according to linear and nonlinear methods. / Impactos das correções de artefatos em sinais de intervalos R-R para a quantificação da variabilidade da frequência cardíaca (HRV) de acordo com métodos lineares e não lineares.Anderson Ivan Rincon Soler 10 March 2016 (has links)
In the analysis of heart rate variability (HRV) are used temporal series that contains the distances between successive heartbeats in order to assess autonomic regulation of the cardiovascular system. These series are obtained from the electrocardiogram (ECG) signal analysis, which can be affected by different types of artifacts leading to incorrect interpretations in the analysis of the HRV signals. Classic approach to deal with these artifacts implies the use of correction methods, some of them based on interpolation, substitution or statistical techniques. However, there are few studies that shows the accuracy and performance of these correction methods on real HRV signals. This study aims to determine the performance of some linear and non-linear correction methods on HRV signals with induced artefacts by quantification of its linear and nonlinear HRV parameters. As part of the methodology, ECG signals of rats measured using the technique of telemetry were used to generate real heart rate variability signals without any error. In these series were simulated missing points (beats) in different quantities in order to emulate a real experimental situation as accurately as possible. In order to compare recovering efficiency, deletion (DEL), linear interpolation (LI), cubic spline interpolation (CI), moving average window (MAW) and nonlinear predictive interpolation (NPI) were used as correction methods for the series with induced artifacts. The accuracy of each correction method was known through the results obtained after the measurement of the mean value of the series (AVNN), standard deviation (SDNN), root mean square error of the differences between successive heartbeats (RMSSD), Lomb\'s periodogram (LSP), Detrended Fluctuation Analysis (DFA), multiscale entropy (MSE) and symbolic dynamics (SD) on each HRV signal with and without artifacts. The results show that, at low levels of missing points the performance of all correction techniques are very similar with very close values for each HRV parameter. However, at higher levels of losses only the NPI method allows to obtain HRV parameters with low error values and low quantity of significant differences in comparison to the values calculated for the same signals without the presence of missing points. / Na análise da variabilidade da frequência cardíaca (Heart Rate Variability - HRV) são usadas séries temporais que contém as distancias entre batimentos cardíacos sucessivos, com o m de avaliar a regulação autonômica do sistema cardiovascular. Estas séries são obtidas a partir da análise de sinais de eletrocardiograma (ECG), as quais podem ser afetados por distintos tipos de artefatos, levando a interpretações incorretas nas análises feitas sob as séries da HRV. Abordagem clássica para lidar com esses artefatos implica a utilização de métodos de correção, alguns deles com base na interpolação, substituição ou técnicas estatísticas. No entanto, existem poucos estudos que mostram a precisão e desempenho destes métodos de correção em sinais reais da HRV. Assim, o presente estudo tem como objetivo determinar cómo os diferentes níveis de artefatos presentes no sinal afetam as caraterísticas da mesma, utilizando-se diferentes métodos lineares e não lineares de correção e posteriormente quanticação dos parâmetros da HRV. Como parte da metodología utilizada, sinais ECG de ratos obtidas mediante a técnica da telemetria foram usadas para gerar séries de HRV reais sem nenhum tipo de erro. Nestas séries foram simulados batimentos perdidos para diferentes taxas de pontos a m de emular a situação real com a maior precisão possível. Adicionalmente, foram aplicados os métodos de eliminação de segmentos (DEL), interpolação linear (LI) e cúbica (CI), janela de média móvel (MAW) e interpolação preditiva não lineal (NPI) como métodos de correção dos artefatos simulados sob as séries com erros. A precisão de cada método de correção foi conhecida através dos resultados obtidos com a quanticação do valor médio da série (AVNN), desvio padrão (SDNN), erro quadrático médio das diferenças entre batimentos sucessivos (RMSSD), periodograma de Lomb (LSP), análise de flutuações destendenciadas (DFA), entropia multiescala (MSE) e dinâmica simbólica (SD) sob cada sinal de HRV com e sem erros. Os resultados obtidos mostram que para baixos níveis de perdas de batimentos o desempenho das técnicas de correção é similar, com valores muito semelhantes para cada parámetro quanticado da HRV. Não obstante, em níveis de perdas maiores só NPI permite obter valores muito próximos e sem muitas diferenças signicativas para os mesmos parâmetros da HRV, em comparação com os valores calculados para as séries sem perdas.
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