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Breve estudo clínico da doença de Glénard

Lima, João Andrade January 1922 (has links)
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A plicatura em plano único para correção da diástase de retos é a técnica mais rápida e eficaz / Single-Layer Plication for Repair of Diastasis Recti: the Most Rapid and Efficient Technique

Gama, Luiz José Muaccad [UNIFESP] January 2015 (has links) (PDF)
Submitted by Maria Anália Conceição (marianaliaconceicao@gmail.com) on 2016-06-27T14:19:42Z No. of bitstreams: 1 Publico-NOVO-17.pdf: 2749723 bytes, checksum: b900e18f221979931c0ee5d4a7ace686 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Anália Conceição (marianaliaconceicao@gmail.com) on 2016-06-27T14:21:32Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Publico-NOVO-17.pdf: 2749723 bytes, checksum: b900e18f221979931c0ee5d4a7ace686 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-06-27T14:21:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Publico-NOVO-17.pdf: 2749723 bytes, checksum: b900e18f221979931c0ee5d4a7ace686 (MD5) Previous issue date: 2015 / Introdução: A plicatura é a técnica mais utilizada para correção da diástase dos retos do abdome, porém, consome tempo. O objetivo é avaliar eficácia e tempo necessário para correção da diástase comparando diferentes técnicas de plicatura. 0pWRGR: Incluídas 30 candidatas à abdominoplastia, com história de pelo menos uma gestação e deformidades da parede abdominal semelhantes. Foram randomizadas em três grupos: Grupo Controle - plicatura em dois planos com mononylon 00; Grupo Estudo I - plano único contínuo com o mesmo fio; Grupo Estudo II - plicatura contínua em plano único usando sutura farpada Quill Nylon 1. Mediu-se o tempo para cada técnica. Realizou-se ultrassonografia pré-operatória, com três semanas e seis meses de pós-operatório para avaliar recidiva da diástase. A força para trazer a aponeurose dos retos à linha média foi medida em dois níveis – supra e infra-umbilical – com dinamômetro digital. Definiu-se pd0,05 (5%) para os testes de ANOVA, T-Student pareado e correlação de Pearson. 5HVXOWDGRV: Houve diferença significante quando o tempo de plicatura do grupo Controle (média: 35min22seg) foi comparado ao Grupo Estudo I (14min22seg) e ao Grupo Estudo II (15min23seg), ambos com p-valor <0,001. Três pacientes do Grupo II apresentaram recidiva da diástase, porém, não houve diferença significante das trações medidas na aponeurose destes indivíduos comparadas àquelas das demais pacientes, tanto intragrupo quanto intergrupos. &RQFOXVmR: Plicatura com sutura contínua em plano único é eficaz e rápida para correção da diástase dos músculos retos do abdome. / Abstract: Plication of the anterior rectus sheath is the most commonly used technique for repair of diastasis recti, but also a timeconsuming procedure. 2EMHFWLYH The aim of this study was to compare the efficacy and time required to repair diastasis recti using different plication techniques. 0HWKRGV Thirty women with similar abdominal deformities, who had had at least one pregnancy, were randomized into three groups to undergo abdominoplasty. Plication of the anterior rectus sheath was performed in two layers with 2-0 monofilament nylon suture (control group) or in a single layer with either a continuous 2-0 monofilament nylon suture (group I) or using a continuous barbed suture (group II). Operative time was recorded. All patients underwent ultrasound examination preoperatively and at 3 weeks and 6 months postoperatively to monitor for diastasis recurrence. The force required to bring the anterior rectus sheath to the midline was measured at the supraumbilical and infraumbilical locations. 5HVXOWV Patient age ranged from 26 to 50 years and body mass index from 20.56 to 29.17 kg/m2 . A significant difference in mean operative time was found between the control and study groups (control group, 35min:22s; group I, 14min:22s; group II, 15min:23s; P<0.001). Three patients in group II had recurrence of diastasis. There were no significant within- and between-group differences in tensile force on the aponeurosis. &RQFOXVLRQ Plication of the anterior rectus sheath in a single-layer with a continuous suture showed to be an efficient and rapid technique for repair of diastasis recti.
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Estudo comparativo de retração, resposta inflamatória e fibroplasia em prótese de polipropileno de alta e baixa gramatura

Dias, Luciano Zogbi January 2012 (has links)
Introdução: Na cirurgia das hérnias da parede abdominal, as próteses de baixa gramatura têm sido valorizadas por conter menor quantidade de material sintético, diminuindo o desconforto crônico e ainda assim permitindo um reforço seguro. Durante a cicatrização, a tela está sujeita a uma diminuição de sua área, conhecida por retração. Os objetivos deste estudo são avaliar e comparar entre telas de alta (A) e baixa (B) gramatura: o percentual de retração, a resposta inflamatória e a fibroplasia. Métodos: Os dois tipos de tela foram fixados anteriormente à fáscia abdominal íntegra de 25 ratos Wistar. Os animais foram divididos em 3 grupos e reoperados em 7, 28 e 90 dias, para a aferição das dimensões das próteses. A resposta inflamatória foi avaliada pela análise histológica corada com hematoxilina-eosina, quantificando-se neutrófilos, linfócitos, células gigantes e macrófagos perifilamentares. A fibroplasia foi avaliada por imuno-histoquímica mensurando os tipos I e III de colágeno. Resultados: A taxa mediana de retração da tela A foi nula em 7 dias (p 0,647); de 2,76% em 28 dias (p 0,020) e de 2,5% em 90 dias (p 0,013). A tela B retraiu 3,71% em 7 dias (p 0,040), 4,52% em 28 dias (p 0,014) e 5,0% em 90 dias (p < 0,001). Houve maior retração na tela B do que na A em 7 (p 0,036) e 90 dias (p 0,038). Na análise histológica, a quantidade de neutrófilos foi significativamente maior na tela B no 7º dia pós-operatório (p 0,008), diminuindo em ambos os tipos de telas e assemelhando-se à tela A aos 90 dias. Os linfócitos apresentaram níveis semelhantes no 7º dia pós-operatório, diminuindo em ambos os tipos de telas, especialmente na tela B, com uma diferença de aproximadamente 50% (p < 0,001). Conforme o tempo pós-implante, houve aumento progressivo da razão de colágeno I/III, de cerca de 5x aos 90 dias, nos 2 tipos de tela (p < 0,001), sem diferença entre elas. Conclusão: A tela B apresentou maior retração tanto precoce quanto tardiamente, maior resposta inflamatória precoce e menor reação tardia de corpo estranho do que a tela A, sem comprometer a adequada formação de colágeno.
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Estudo comparativo de retração, resposta inflamatória e fibroplasia em prótese de polipropileno de alta e baixa gramatura

Dias, Luciano Zogbi January 2012 (has links)
Introdução: Na cirurgia das hérnias da parede abdominal, as próteses de baixa gramatura têm sido valorizadas por conter menor quantidade de material sintético, diminuindo o desconforto crônico e ainda assim permitindo um reforço seguro. Durante a cicatrização, a tela está sujeita a uma diminuição de sua área, conhecida por retração. Os objetivos deste estudo são avaliar e comparar entre telas de alta (A) e baixa (B) gramatura: o percentual de retração, a resposta inflamatória e a fibroplasia. Métodos: Os dois tipos de tela foram fixados anteriormente à fáscia abdominal íntegra de 25 ratos Wistar. Os animais foram divididos em 3 grupos e reoperados em 7, 28 e 90 dias, para a aferição das dimensões das próteses. A resposta inflamatória foi avaliada pela análise histológica corada com hematoxilina-eosina, quantificando-se neutrófilos, linfócitos, células gigantes e macrófagos perifilamentares. A fibroplasia foi avaliada por imuno-histoquímica mensurando os tipos I e III de colágeno. Resultados: A taxa mediana de retração da tela A foi nula em 7 dias (p 0,647); de 2,76% em 28 dias (p 0,020) e de 2,5% em 90 dias (p 0,013). A tela B retraiu 3,71% em 7 dias (p 0,040), 4,52% em 28 dias (p 0,014) e 5,0% em 90 dias (p < 0,001). Houve maior retração na tela B do que na A em 7 (p 0,036) e 90 dias (p 0,038). Na análise histológica, a quantidade de neutrófilos foi significativamente maior na tela B no 7º dia pós-operatório (p 0,008), diminuindo em ambos os tipos de telas e assemelhando-se à tela A aos 90 dias. Os linfócitos apresentaram níveis semelhantes no 7º dia pós-operatório, diminuindo em ambos os tipos de telas, especialmente na tela B, com uma diferença de aproximadamente 50% (p < 0,001). Conforme o tempo pós-implante, houve aumento progressivo da razão de colágeno I/III, de cerca de 5x aos 90 dias, nos 2 tipos de tela (p < 0,001), sem diferença entre elas. Conclusão: A tela B apresentou maior retração tanto precoce quanto tardiamente, maior resposta inflamatória precoce e menor reação tardia de corpo estranho do que a tela A, sem comprometer a adequada formação de colágeno.
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Estudo comparativo de retração, resposta inflamatória e fibroplasia em prótese de polipropileno de alta e baixa gramatura

Dias, Luciano Zogbi January 2012 (has links)
Introdução: Na cirurgia das hérnias da parede abdominal, as próteses de baixa gramatura têm sido valorizadas por conter menor quantidade de material sintético, diminuindo o desconforto crônico e ainda assim permitindo um reforço seguro. Durante a cicatrização, a tela está sujeita a uma diminuição de sua área, conhecida por retração. Os objetivos deste estudo são avaliar e comparar entre telas de alta (A) e baixa (B) gramatura: o percentual de retração, a resposta inflamatória e a fibroplasia. Métodos: Os dois tipos de tela foram fixados anteriormente à fáscia abdominal íntegra de 25 ratos Wistar. Os animais foram divididos em 3 grupos e reoperados em 7, 28 e 90 dias, para a aferição das dimensões das próteses. A resposta inflamatória foi avaliada pela análise histológica corada com hematoxilina-eosina, quantificando-se neutrófilos, linfócitos, células gigantes e macrófagos perifilamentares. A fibroplasia foi avaliada por imuno-histoquímica mensurando os tipos I e III de colágeno. Resultados: A taxa mediana de retração da tela A foi nula em 7 dias (p 0,647); de 2,76% em 28 dias (p 0,020) e de 2,5% em 90 dias (p 0,013). A tela B retraiu 3,71% em 7 dias (p 0,040), 4,52% em 28 dias (p 0,014) e 5,0% em 90 dias (p < 0,001). Houve maior retração na tela B do que na A em 7 (p 0,036) e 90 dias (p 0,038). Na análise histológica, a quantidade de neutrófilos foi significativamente maior na tela B no 7º dia pós-operatório (p 0,008), diminuindo em ambos os tipos de telas e assemelhando-se à tela A aos 90 dias. Os linfócitos apresentaram níveis semelhantes no 7º dia pós-operatório, diminuindo em ambos os tipos de telas, especialmente na tela B, com uma diferença de aproximadamente 50% (p < 0,001). Conforme o tempo pós-implante, houve aumento progressivo da razão de colágeno I/III, de cerca de 5x aos 90 dias, nos 2 tipos de tela (p < 0,001), sem diferença entre elas. Conclusão: A tela B apresentou maior retração tanto precoce quanto tardiamente, maior resposta inflamatória precoce e menor reação tardia de corpo estranho do que a tela A, sem comprometer a adequada formação de colágeno.
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Enxerto homólogo congelado de diafragma na correção dos defeitos da parede abdominal de ratos

Santis-Isolan, Paola Maria Brolin 10 March 2010 (has links)
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Avaliação fitoterápica da Jatropha gossypiifolia L. na cicatrização de suturas na parede abdominal ventral de ratos

Aquino, José Ulcijara, Czeczko, Nicolau Gregori January 2003 (has links)
Orientador: Nicolau Gregori Czeczko / Inclui apendice / Dissertação (mestrado) - Programa de Mestrado Interinstitucional em Clínica Cirúrgica, Universidade Federal do Paraná e Universidade Federal do Maranhão. Defesa: Curitiba, 2004 / Inclui bibliografia e anexos / Área de concentraçao: Clínica cirúrgica / Resumo: A espécie vegetal Jatropha gossypiifolia L., conhecida vulgarmente como pião roxo, é utilizada na medicina popular como anti-hipertensivo, purgativo e como diurético. Objetivos - Avaliar a influência da administração intraperitônial da Jatropha gossypiifolia L., na cicatrização de suturas da parede abdominal ventral de ratos, observando-se os seus aspectos macroscópicos, tensiométricos e microscópicos. Material e método - Foram utilizados no procedimento 40 ratos da linhagem Wistar, machos, distribuídos em dois grupos de 20 animais. Após incisão da parede e abertura da cavidade abdominal, foi instilado 1 ml/kg/peso rato de cloreto de sódio a 0,9% no grupo controle e no grupo Jatropha foi instilado o extrato bruto etanólico de Jatropha gossypiifolia L., na concentração de 1 ml/kg/ peso rato. Realizou-se a sutura da parede abdominal com fio de polipropileno, com pontos separados. Os animais foram avaliados na sua evolução pós-operatória e mortos em dois subgrupos, no 3o e 7o dias. Analisou-se a parede abdominal ventral macroscopicamente, mediu-se a força de resistência a tensão e foram estudados os aspectos histológicos do reparo cicatricial. Resultados - No exame macroscópico encontraram-se aderências mais intensas nos subgrupos Jatropha no 3o e 7o dias. A avaliação tensiométrica foi significantemente maior nos subgrupos Jatropha no 3o e 7o dias. A avaliação histológica comparativa entre os subgrupos demonstrou que o processo inflamatório agudo foi significantemente maior no subgrupo Jatropha no 3o e 7o dias; a neoformação capilar foi significante maior no 3o dia pós-operatório do subgrupo Jatropha sendo os outros parâmetros histológicos semelhantes. Conclusão - O uso do extrato bruto de Jatropha gossypiifolia L. intraperitoneal não demonstrou uma melhora significativa na cicatrização da sutura da parede abdominal ventral de ratos avaliados no 3o e 7o dias do período pós-operatório. / Abstract: The vegetable species Jatropha gossypiifolia L. commonly known here by "Bellyache bush", which is in popular medicine applied for treating hypertension and as a diuretic and laxative drug. Objective - Evaluate the influence of intraperitoneum administration of Jatropha Gossypiifolia L., in suture healing in ventral abdominal wall of rats, analyzing its tensiometric, macro and microscopic aspect on postoperative state. Method - Forty wistar male rates were allocated in two groups of 20 animals for this procedure. After the incision and exposure of abdominal cavity 1 ml/kg/weight rat of 0,9% sodium chloride solution was injected in control group and for the other group the injection was of 1 ml/kg/weight rat of a gross ethanol extract of Jatropha gossypiifolia L. The suture of the abdominal wall was than performed with polypropylene separated stitches. The animals were followed-up and killed in the third and seventh days. The ventral abdominal wall was macroscopically analyzed, the resistance strength to strain was measured and it was also studied the histological aspects of scars. Results - On macroscopic examination more intense adhesion was found on the group of Jatropha in both third and seventh post-operative days. The strain evaluation was meanly greater on Jatropha group also in third and seventh days. The histological comparative analyses between the different groups showed that the acute inflammatory process was meanly greater for the Jatropha group in third and seventh post- operative days; The capillaries neoformation was significantly greater in third pos-operative days of Jathopha group, the other histological parameters were just alike. Conclusion -The intraperitoneum injection of Jatropha extract did not demonstrate any significant improvement for the wound healing on ventral abdominal wall on the evaluated animals in this study, no matter if analyzed in third or seventh pos-operative days.
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Sensação cutânea abdominal em obesidade e após obesidade com e sem abdominoplastia pós-cirurgia bariátrica / Abdominal skin sensation in obesity and after obesity with and without post-bariatric surgery abdominoplasty

Bussolaro, Rodolpho Alberto [UNIFESP] 24 November 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:50:47Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-11-24 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Programa de pós-graduação em cirurgia plástica da UNIFESP / Introdução: Obesos e ex-obesos apresentam flacidez e excesso de pele que é um órgão que pode apresentar prejuízo sensorial na obesidade. A função sensorial cutânea é imprescindível para a vida cotidiana; compreender o seu comportamento na obesidade e após a mesma com e sem abdominoplastia reparadora é útil para a adequada assistência à saúde de obesos e ex-obesos graves. Objetivo: Quantificar a sensação táctil da pele abdominal de obesas e ex-obesas bem como a repercussão sensorial da abdominoplastia. Métodos: Monofilamentos de Semmes-Weinstein foram usados para quantificar a sensação táctil inócua à pressão na pele abdominal em casuística de 25 mulheres obesas, 56 ex-obesas pós-cirurgia bariátrica e 43 magras. E 28 ex-obesas submeteram-se a abdominoplastia sem descolamento de retalho, com a função sensorial cutânea quantificada antes e seis meses após a operação, seu resultado foi comparado com um grupo controle. O nível de significância estatística adotado foi 0,05. Resultados: Os limiares sensoriais (de obesas foi de 6,9g/mm2, ex-obesas 4,4g/mm2 e magras 3,4g/mm2) são diferentes (teste de Mann-Whitney & Bonferroni). A sensação táctil da pele infra-umbilical de obesas (9,6g/mm2) diferiu do nível umbilical (5,9g/mm2) e supra-umbilical (5,4g/mm2), teste de Wilcoxon & Bonferroni. A abdominoplastia pós-bariátrica não alterou a função sensorial (Mann Whitney). Conclusão: A função sensorial cutânea abdominal está prejudicada na obesidade (em maior grau no nível infraumbilical) e em menor grau após o emagrecimento. A abdominoplastia pós-cirurgia bariátrica sem descolamento de retalho preserva essa função. / Introduction: Obeses and former obeses have flaccidity and excedent skin. The skin can have its neurologic function impaired by obesity. The cutaneous sensory tactile function is essential for the human behavior in cotidien life, and a satisfactory health assistance must understand this function inside the obesity context. Objective: To quantify the abdominal wall skin sensation in obesity and after obesity with and without postbariatric abdominoplsty. Methods: Semmes-Weinstein monofilaments were used to measure the innocuous tactile abdominal skin sensation in 25 obeses, 56 post-bariatrics and 43 thin women. And 28 former obeses were submitted to no flap undermining abdominoplasty with their skin sensation quantified before and six months after the surgery; the result was compared to a control group. The statistical significance level was 0.05. Results: Sensory limiars (Obeses = 6,9g/mm2, former obeses = 4,4g/mm2 and thins = 3,4g/mm2) are different (Wilcoxon test & Bonferroni correction). Infraumbilical abdominal skin’s sensory limiar (9,6g/mm2) is different from the umbilical (5,9g/mm2) e supra-umbilical (5,4g/mm2) levels, Wilcoxon & Bonferroni. The post-bariatric abdominoplasty kept the abdominal skin sensation function (Mann Whitney test). Conclusion: The skin sensory function is impaired in obesity and, at a lower level, after obesity; the abdominoplasty without flap undermining do not impair this skin function. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Influência do deslocamento do tecido subcutâneo na resistência a tração da parede abdominal apos a dissecção dos músculos abdomianis em cadáveres / The influence of the subcutaneos tissue undermining in the tensile strengh of the abdominal wall after disseccion of the abdominal muscles in cadavers

Kimura, Alexandro Kenji [UNIFESP] January 2005 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:06:38Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2005 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Introdução: A dissecção dos músculos abdominais reduz a tensão no fechamento de defeitos ventrais do abdome. Amplos descolamentos do tecido subcutâneo associados à estas dissecções são responsáveis por desvascularização, denervação e formação de espaço morto. Realizar descolamentos mais econômicos do tecido subcutâneo sem prejudicar a tensão é uma tática operatória desejada para reduzir complicações. Objetivo: Avaliar a influência do descolamento do tecido subcutâneo na resistência à tração da parede abdominal após a dissecção dos músculos abdominais em cadáveres. Métodos: Foram estudados 20 cadáveres. A resistência à tração medial, das lâminas anterior e posterior do músculo reto, foi medida em dois níveis - 3 cm acima e 2 cm abaixo do umbigo e, relacionada em um coeficiente de tração. Os coeficientes de tração foram obtidos em três fases seqüenciais de dissecção: 1) descolamento do tecido subcutâneo até a linha semilunar; 2) dissecção do músculo oblíquo externo e da lâmina posterior do músculo reto do abdome; 3) descolamento do tecido subcutâneo até a linha axilar anterior. A análise de variância de Friedman foi utilizada nas comparações dos coeficientes regionias de tração nas três fases de dissecção. O teste de Wilcoxon foi utilizado para comparação, em uma mesma fase, entre os coeficientes da região supra e infraumbilical e, entre os da lâmina anterior e posterior. O teste de Spearman foi utilizado na correlação entre os coeficientes regionais de tração, o IMC e as espessuras do tecido subcutâneo. Resultados: Após as dissecções músculoaponeuróticas não houve diferença estatisticamente significante quando o descolamento reduzido do tecido subcutâneo (fase 2) foi comparado ao xvi descolamento ampliado (fase 3). Os coeficientes dos níveis supra-umbilicais foram maiores que os infra-umbilicais, exceto para a lâmina anterior na fase 1. Os coeficientes da lâmina anterior foram maiores que os da posterior. Não houve correlação destes coeficientes com os valores de IMC e espessura do tecido subcutâneo. Conclusão: O descolamento do tecido subcutâneo além da linha semilunar não influi na resistência à tração da parede abdominal após a dissecção dos músculos abdominais em cadáveres. / Introduction: The dissection of the abdominal muscle decreases tension of the edges of the abdominal wall defect, allowing a tensionless closure. Large subcutaneous tissue underminig associated with these dissections are correlated with damage to vascularization, innervation and dead space. The techniques to corret abdominal wall defects should aim to reduce complications by performing economical subcutaneous tissue undermining, mantaining the reduction of tension.Objective: The purpouse of this study is to evaluate the influence of the undermining of the subcutaneous tissue in the tensile strength of the abdominal wall, after abdominal muscle dissection in cadavers.Methods: Twenty adult cadavers were studied. The resistance of the medial advancement of both anterior and posterior rectus sheaths were related to the traction index and measured in two levels - 3cm above and 2 cm bellow the umbilicus. Traction index were compared during three situations: (1) after de subcutaneous tissue undermining laterally to the semilunar line; (2) after the dissection of the rectus muscle from its posterior sheat associated with the release of the external oblique muscle; (3) after de subcutaneous tissue undermining laterally to the anterior axilar line. Friedman test was used to compare the mean traction index of each site in the three different stages of dissection. Wilcoxon test was used for comparison of the traction index of both supraumbilical and infraumbilical sites. It was also used to compare the traction indices of the anterior and posterior sheaths after each stage of dissections. Spearman test was used for the correlation between the traction index, body mass index (BMI), and the width of the subcutaneous tissue. Results: There was not a significant statistic difference 74 between the subcutaneous tissue undermining laterally to the semilunar line and that laterally the anterior axilar line, when associated with the musculoaponeurotic dissections. Comparison between supra-umbilical levels and infra-umbilical levels showed significant difference in all points, except in the anterior sheath in the first situation . Values of the traction index of the anterior rectus sheath showed statistically significant greater values than the posterior ones. There was not a correlation between the BMI and subcutaneous tissue width with the traction index. Conclusion: Subcutaneous tissue underminig beyond the semilunar line does not influence the tensile strength of the abdominal wall after the abdominal muscle dissection in cadavers. / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Ultra-sonografia para medir a diátase dos músculos retos do abdome / Ultrasonography for mesuring rectus abdominis muscles diastasis

Mendes, Denise de Almeida [UNIFESP] January 2006 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:44:37Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2006 / Introdução: Métodos de diagnósticos por imagem podem ser úteis para determinar a posição dos músculos retos do abdome antes de sua correção. Objetivo: avaliar o uso da ultra-sonografia para medir a largura da diástase dos músculos retos do abdome. Métodos: A diástase dos músculos retos do abdome foi medida pela ultra-sonografia, no período pré-operatório em 20 mulheres candidatas à abdominoplastia, por dois examinadores independentes. Seis níveis da bainha anterior dos músculos retos do abdome foram estudados pela ultra-sonografia após inspiração profunda sustentada. A diástase dos músculos retos do abdome, nos mesmos níveis, foi também medida após sua exposição durante a abdominoplastia, por dois observadores independentes, usando compasso cirúrgico. As medidas foram comparadas usando o teste estatístico de Wilcoxon. Resultados: Não houve diferença estatística significante entre as medidas ultra-sonográficas dos dois examinadores nos níveis supra-umbilicais. Houve diferença estatística significante entre as medidas ultra-sonográficas nos níveis do umbigo e infra-umbilical. Conclusão: A ultra-sonografia é um método válido para medir a diástase de retos na região supra-umbilical. / BV UNIFESP: Teses e dissertações

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