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Les difficultés de la notion de sources littéraires

Golliet, Pierre. January 1959 (has links)
Rede--Nijmegen (aanvaarding van het ambt van gewoon hoogleraar in de Franse letterkunde) 1959.
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La Historia de la Teoría Literaria del s. xx: El estructuralismo

Agüero Negrete, Jaime Francisco January 2006 (has links)
Esta tesis tiene como objetivo primordial proponer una versión completa de la Teoría Literaria Estructuralista en el contexto histórico del siglo XX. Implica, por lo tanto, una integración de los conceptos de “Historia”, “Teoría”, “Literatura” y “Estructuralismo”, y de los sintagmas “Teoría Literaria” y “Teoría Literaria Estructuralista”.
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XXX: Pornografía e Intransitividad en alguna parte de El lugar sin límites, de José Donoso

Arriagada Amaya, Rubén January 2007 (has links)
Este Informe de Grado para optar al grado académico de Licenciado en Lengua y Literatura Hispánica no tiene por objetivo el dar, con respecto a la pornografía, una respuesta definitiva. Ni siquiera, una respuesta tentativa. Su meta es tan sólo la de recurrir a la pornografía, parasitáriamente, como categoría de lectura válida para ser aplicable sobre una superficie textual determinada. Para ello, ha sido necesario previamente buscar comprender los usos y acepciones que la pornografía, teóricamente, ha implicado a lo largo de su historia. Por tanto, se ha debido pesquisar el concepto más allá de aquella amplia cantidad de volúmenes en torno a la pornografía y la literatura, para entender el impacto que esta actividad ha tenido en las sociedades occidentales desde tiempos remotos.
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Uma leitura da dialetica e a dialetica do texto : duas posições no debate da teoria literaria contemporanea

Durão, Fábio Akcelrud, 1969- 29 August 1997 (has links)
Orientador: Iunna Maria Simon / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem / Made available in DSpace on 2018-07-22T20:00:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Durao_FabioAkcelrud_M.pdf: 8226776 bytes, checksum: 40e2215ff16b4de5f2ecfb2d6f7e3ffd (MD5) Previous issue date: 1997 / Resumo: A presente dissertação constrói um agon teórico. No primeiro capítulo a desconstrução lê O Inconsciente Político de F. Jameson visando mostrar como o autor desenvolve uma noção de textualidade incompatível com o marxismo que sustenta. Para tanto a argumentação ressalta um uso reificado do conceito de reificação e o desenvolvimento de um aparato hermenêutico movido por uma lógica onírica. No segtmdo capítulo há o contrário: a noção pós-estruturalista de texto é analisada em O prazer do texto, de Roland Barthes, como um estágio último do Esclarecimento na linguagem, que gera Um terror indiferenciado a partir da racionalidade mais extrema, e como uma fase específica de desenvolvimento do capitalismo tardio. No terceiro capítulo, ambas as posições são medidas através do confronto com o texto literário concebido como lugar de negatividade. Não há conclusão / Abstract: This dissertation enacts a critical agon. In the first chapter, Deconstruction reads The Political Unconscious, by Fredric Jameson, in order to show how its author develops a notion of textuality that bears a sharp contradiction with its Marxism. The great achievements of the book are credited to precise this blindness. The main argument points to a reified concept of reification, and the elaboration of an hermeneutic apparatus moved by a dream logic. In the second chapter the contrary happens: the post-structuralist notion of Text is first analyzed in The Pleasure of the Text, by Roland Barthes, as a late stage of penetration of the Enlightenrnent in the realm of language, which generates terror from the most updated rationality; then it is seen as representing a specific phase in late capitalismo In the third chapter both positions are weighed in face of that( literary text conceived as a locus of negativity. No conclusion is provided. / Mestrado / Mestre em Teoria Literaria
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Fantomas contra los vampiros multinacionales: o diálogo entre arte e política na narrativa de Julio Cortázar / Fantomas contra los vampiros multinacionales: el dialogo entre arte y política en la narrativa de Julio Cortázar

Suzane Pacheco Martins Pereira 26 April 2012 (has links)
O presente trabalho tem como propósito verificar como Julio Cortázar articula arte e política na obra Fantomas contra los vampiros multinacionales (1975). Considerando a época em que a obra foi escrita, uma época marcada pela ditadura nos países da América do Sul, percebe-se que o intelectual não deve ser aquele preocupado somente com a arte em si, mas sim uma figura pensante capaz de disseminar ideais de luta, de crítica ao sistema através de sua obra,. O aporte teórico está baseado nos estudos acerca do conceito de intelectual, segundo Jean Paul Sartre e Sérgio Paulo Rouanet, e na ideia do antropofagismo criado por Oswald de Andrade, que inaugura o termo, a fim de se referir à devoração cultural do que vem de fora em benefício de uma literatura original, e além disso, dissociada da costumeira cópia. Os resultados demonstram que ao se posicionar contra a ditadura, Cortázar tem a intenção de invocar a sociedade a rejeitar todo e qualquer tipo de submissão, não só política mas também cultural. O autor rompe com a narrativa tradicional, fato que se reflete na estética, ao transgredir os limites existentes entre arte popular e arte culta, realidade e ficção, através da construção de uma narrativa fantástica, a qual estudaremos, segundo as teorias de Victor Bravo e de Irène Bessière / El presente trabajo tiene como propósito verificar como Julio Cortázar articula arte y política en su obra Fantomas contra los vampiros multinacionales (1975). Al considerarse la época cuya obra fue escrita, una época marcada por la dictadura en los países da la América del Sur, se percibe en ella una crítica al intelectual tradicional y al mismo tiempo una propuesta a un nuevo concepto de intelectual que no sólo se preocupe con el arte, sino que intente, con su obra, diseminar ideales de lucha, de crítica al sistema. El aporte teorico está basado en los estudios acerca del tema del intelectual, según los conceptos de Jean Paul Sartre y de Sérgio Paulo Rouanet, bien como en la idea del antropofagismo, creado por Oswald de Andrade, que inaugura el término con el objetivo de referirse a la devoración cultural de lo que viene de fuera en beneficio de una literatura original, y más que eso, disociada de la habitual copia. Los resultados demuestran que al posicionarse contra la dictadura, Cortázar tiene la intención de invocar la sociedad a rechazar todo y cualquier tipo de sumisión, no sólo política sino cultural. El autor rompe con la narrativa tradicional, hecho que se refleja en la estética, al transgredir los límites entre el arte popular y el arte culto, realidad y ficción, de modo a crear un texto fantástico, el cual estudiaremos según las teorías fantásticas de Victor Bravo e Irène Bessière
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Fantomas contra los vampiros multinacionales: o diálogo entre arte e política na narrativa de Julio Cortázar / Fantomas contra los vampiros multinacionales: el dialogo entre arte y política en la narrativa de Julio Cortázar

Suzane Pacheco Martins Pereira 26 April 2012 (has links)
O presente trabalho tem como propósito verificar como Julio Cortázar articula arte e política na obra Fantomas contra los vampiros multinacionales (1975). Considerando a época em que a obra foi escrita, uma época marcada pela ditadura nos países da América do Sul, percebe-se que o intelectual não deve ser aquele preocupado somente com a arte em si, mas sim uma figura pensante capaz de disseminar ideais de luta, de crítica ao sistema através de sua obra,. O aporte teórico está baseado nos estudos acerca do conceito de intelectual, segundo Jean Paul Sartre e Sérgio Paulo Rouanet, e na ideia do antropofagismo criado por Oswald de Andrade, que inaugura o termo, a fim de se referir à devoração cultural do que vem de fora em benefício de uma literatura original, e além disso, dissociada da costumeira cópia. Os resultados demonstram que ao se posicionar contra a ditadura, Cortázar tem a intenção de invocar a sociedade a rejeitar todo e qualquer tipo de submissão, não só política mas também cultural. O autor rompe com a narrativa tradicional, fato que se reflete na estética, ao transgredir os limites existentes entre arte popular e arte culta, realidade e ficção, através da construção de uma narrativa fantástica, a qual estudaremos, segundo as teorias de Victor Bravo e de Irène Bessière / El presente trabajo tiene como propósito verificar como Julio Cortázar articula arte y política en su obra Fantomas contra los vampiros multinacionales (1975). Al considerarse la época cuya obra fue escrita, una época marcada por la dictadura en los países da la América del Sur, se percibe en ella una crítica al intelectual tradicional y al mismo tiempo una propuesta a un nuevo concepto de intelectual que no sólo se preocupe con el arte, sino que intente, con su obra, diseminar ideales de lucha, de crítica al sistema. El aporte teorico está basado en los estudios acerca del tema del intelectual, según los conceptos de Jean Paul Sartre y de Sérgio Paulo Rouanet, bien como en la idea del antropofagismo, creado por Oswald de Andrade, que inaugura el término con el objetivo de referirse a la devoración cultural de lo que viene de fuera en beneficio de una literatura original, y más que eso, disociada de la habitual copia. Los resultados demuestran que al posicionarse contra la dictadura, Cortázar tiene la intención de invocar la sociedad a rechazar todo y cualquier tipo de sumisión, no sólo política sino cultural. El autor rompe con la narrativa tradicional, hecho que se refleja en la estética, al transgredir los límites entre el arte popular y el arte culto, realidad y ficción, de modo a crear un texto fantástico, el cual estudiaremos según las teorías fantásticas de Victor Bravo e Irène Bessière
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Inventores de asas, arquitetos de labirintos: Raduan Nassar, Guimarães Rosa e a Estética da Recepção / Inventors of wings, architects of labyrinths:Raduan Nassar, Guimarães Rosa and the aesthetic effect of reception

Alexandre de Amorim Oliveira 30 April 2009 (has links)
Este trabalho visa analisar os livros Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, autores conscientes da abertura interpretativa de sua criação ficcional. A presença permanente de novas interpretações em suas obras se traduz na recriação de realidades, como se entrássemos em um labirinto em constante expansão. A mímesis ocorrida é o processo de construção do labirinto, e as direções que esse labirinto vai tomar são imprevisíveis. Para que esse evento possa ser analisado nas obras de Nassar e Rosa, é indispensável que se identifique o efeito estético da recepção proposto por Hans Robert Jauss: uma compreensão da obra ligada ao horizonte estético do leitor, que também pode ser expandido através da interação entre obra e receptor. Assim, o labirinto passa a ser construído também pelo leitor da obra, sendo a interpretação um constante devir através dessa interação / This work aims at analyzing Grande Sertão: Veredas, by João Guimarães Rosa and Lavoura Arcaica, by Raduan Nassar, two authors aware of their texts being open to different interpretations. The continuous presentations of new interpretations of their books are translated in the recreation of many different realities, as if one enters a labyrinth while it is being expanded. Mimesis occurs as a process of building of a labyrinth, and the directions of this labyrinth are unpredictable. This event can only be analyzed happen if the aesthetic effect of reception proposed by Hans Roberto Jauss is identified as an occurence. An understanding of the literary work connected to the aesthetic background of the reader, which can also be expanded through the interaction between the text and the reader. Thus, the labyrinth is also built by the reader, and interpretation becomes an eternal devenir through this interaction
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Nem Deus, nem demo: Diadorim. O homem humano no palco polifônico em Grande Sertão: Veredas / Ni Dieu, ni dèmon: Diadorim. L'homme humain sur scène polyphonique du Grande Sertão: Veredas

Cristiano Santos Araujo 31 March 2011 (has links)
Ce travail se propose enquêter l'homme humain rosiano à travers le personnage figural Diadorim. En suivant par les trainées Bakhtinienne et Ricoeurienne nous arriverons à la scène polyphoniques par excellence, le grande sertão. Dans lui, analyserons les voix de la passion dans Diadorim: le corps, la religio et l'annonce de l'homme humain rosiano dans le `Grande Sertão: Veredas'. Nous analyserons les passages depuis le garçon, Reinaldo, Diadorim, Deodorina de la foi jusqu'à la naissance de l'homme humain : il accomplit passage nonada. Diadorim est `coincidentia oppositorum', la réunion des contraires est déterminé à éliminer `celui que non est'. Nous faisons la synthèse de la modernité rosiana: Ni Dieu, ni démon: Diadorim - l'homme humain sur scène polyphonique du Grande Sertão: Veredas, espace où le diable n'a pas, existe est homme humain / Este trabalho se propõe investigar o homem humano rosiano através do personagem figural Diadorim. Seguindo pelas veredas Bakhtinianas e Ricoeurianas chegaremos ao palco polifônico por excelência, o grande sertão. Nele, analisaremos as vozes da paixão em Diadorim: o corpo, a religio e a proclamação do homem humano rosiano no Grande Sertão: Veredas. Investigaremos as travessias desde o menino, Reinaldo, Diadorim, Deodorina da fé até o nascimento do homem humano: a efetiva travessia nonada. Logo, Diadorim é coincidentia oppositorum, a reunião dos contrários, que está determinada a eliminar aquele que não é. Apresentaremos a síntese da modernidade rosiana: Nem Deus, nem demo: Diadorim - o homem humano no palco polifônico do grande sertão, espaço onde o diabo não há, existe é homem humano
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O tema da demência em Machado de Assis: uma abordagem sobre as obras Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e O alienista / The theme of madness in Machado de Assiss works: an approach about these books Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba and O Alienista

Anne Marylin da Silva Santos 26 November 2013 (has links)
Este trabalho tem por finalidade analisar a concepção da loucura nos livros Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e O Alienista. A análise destas três obras pretende mostrar o empenho de Machado de Assis em desmascarar as imposturas arquitetadas pela racionalização e que foram sancionadas pelo prestígio social da ciência. O trabalho, em resumo, se dividirá em três partes: na primeira, farei uma reconstrução da fortuna crítica do autor, em seguida, discutirei a abordagem machadiana sobre a ciência e a loucura; e finalmente, focalizarei o uso da linguagem irônica nas obras, como forma de evidenciar aspectos da crítica machadiana à Ciência. Ao se traçarem tais relações, podemos contribuir para uma visão mais rica e complexa dos saberes psicológicos no Brasil no fim do séc. XIX e levantar algumas hipóteses sobre o posicionamento de Machado frente às idéias de seu tempo. Como resultado, destacamos o modo como o escritor desenvolve e articula em sua ficção a noção de inconsciente. Além disso, sua obra mostra-se um terreno privilegiado para uma representação mais complexa e unitária do ser humano, não apenas como ser psicológico, mas também como ser social, histórico, político, moral, biológico, em suma: o homem vivente. A ficção, justamente por mostrar as personagens no tempo e no espaço, revela como a consciência e os comportamentos se dão na dinâmica entre homem e mundo, e entre o homem e os outros homens. Além disso, Machado de Assis refletiu em sua obra a relação entre linguagem e a consciência. E foi mais longe ao explorar os limites da linguagem para se descrever a interioridade humana / This dissertation analyzes the concept of madness in the books Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba and O Alienista. The analysis of these three works is intended to show the commitment of Machado de Assis to expose the imposture devised by streamlining and were sanctioned by the social prestige of science. The work, in short, will be divided into three parts: first, make a reconstruction of critical fortune of the author, then discuss the approach Machado on science and madness, and finally, will focus on the use of ironic language in works such as way to highlight critical aspects of Machado to Science. Doing it, we can contribute to a richer and more complex vision of the History of Psychology in Brazil in the end of the nineteenth century; besides, this material allows us to raise some hypothesis about how Machado saw the ideas of his time. This research gives us many results. First, we bring to light the way Machado developed in his characters the concept of unconscious, as a link between mind and behavior. Second, his work represents the human being with unity and complexity, because he doesnt show the human being as a psychological being, but historical, political, moral, biological, or to put all his qualities in one word: the man that lives, always in a circumstance and in a time. The fiction, for showing the human being in time and space, reveals in a rich way the dynamic between behavior, conscience and environment, and of man with his peers. Moreover, we can find in Machados works some meditations concerning the limit of language to represent the man and his inner self
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O que faz do conselheiro Aires um cético? / What makes councelor Aires skeptic?

Luciano Oliveira Camara 24 November 2011 (has links)
Há um consenso nos meios crítico e acadêmico de que Joaquim Maria Machado de Assis é o maior ficcionista brasileiro. Além da qualidade inegável, sua ficção é notável por sua dimensão, atingindo uma dezena de romances e mais de duzentos contos. Com esta união singular entre extensão e qualidade, a obra machadiana acumulou a maior fortuna crítica no Brasil e uma das maiores da literatura universal. Ainda assim, sua fortuna é a que mais cresce no Brasil. Diante de tamanha dedicação dos estudiosos, em que seria relevante a apresentação de mais uma dissertação sobre o Bruxo do Cosme Velho? Acreditando que, apesar do tamanho da investigação que já se fez sobre Machado, alguns dos aspectos cruciais da vida e da obra do escritor ainda não foram devidamente elucidados, este trabalho nasce com a intenção de contribuir para a diminuição dessa lacuna. Um desses aspectos é o conteúdo filosófico da ficção machadiana. Durante muitas décadas, a ideia de que Machado de Assis se alinhara filosoficamente ao pessimismo foi hegemônica. Entretanto, muitas características da ficção machadiana, tais como o humour e a ironia, podem ser sinais de outra orientação filosófica: o ceticismo. A identificação entre Machado e ceticismo não é, entretanto, algo novo, mas durante a maior parte do tempo, a crítica identificou o ceticismo de Machado com a acepção popular do termo: descrença no campo metafísico e desengano no campo político-social. Este modo de ver o ceticismo acaba por aproximar o termo, e reaproximar Machado de Assis, ao pessimismo. Por outro lado, há algumas décadas, alguns estudiosos brasileiros começaram a verificar que a filosofia da ficção machadiana estaria de fato associada ao ceticismo, mas a outro tipo de ceticismo, o ceticismo pirrônico ou filosófico, iniciado com Pirro de Elis, filósofo grego que viveu entre 360 e 270 a.C., e estabelecido pelos escritos de Sexto Empírico, filósofo e médico do século 2. Fazendo jus à origem grega do termo skepticós, aquele que investiga, o ceticismo pirrônico prima não pela descrença, mas pela busca contínua da verdade. Esta busca se mantém indeterminada em virtude da limitação dos sentidos e do pensamento humanos. Não podemos alcançar a verdade das coisas, mas apenas descrever como elas aparentam. Esta impossibilidade não conduz o pirrônico ao pessimismo, o conduz, ao contrário, à tranquilidade, pois ele aceita a sua limitação, não fica se debatendo contra ela. Na ficção machadiana, o conselheiro Aires é o personagem cético por excelência, a começar pelo tão famoso tédio à controvérsia. Entretanto, apesar da semelhança entre a ficção de Machado de Assis e a filosofia cética, há um problema a ser enfrentado: como o escritor poderia ter criado um personagem tão próximo do pirronismo se Machado nunca chegou a ler uma página de Sexto Empírico? / Joaquim Maria Machado de Assis is the most important Brazilian fictionist, according to the critics and the academy. Together with its undeniable quality, his fiction is notable for its dimension, reaching ten novels and over two hundred short stories. Because of its unique union between quality and size, Machados work has garnered the biggest critical fortune among Brazilian writers and one of the greatest in literature all over the world. Still, his fortune is the fastest growing in Brazil. Faced with such dedication of the scholars, it would be relevant to present a new paper on the Warlock of Cosme Velho? Believing that some of the crucial aspects of his life and work have not been elucidated, despite of the size of the research that has been done on Machado, this work comes with the intention to contribute reducing this gap. One of these aspects is the philosophical content of Machado's fiction. For many decades, the idea that Machado de Assis is philosophically aligned with pessimism was hegemonic. However, many features of Machado's fiction, such as humour and irony, may be signs of other philosophical orientation: skepticism. However, the identification between Machado and skepticism is not something new. But during most of the time, the critics identified the skepticism of Machado with the popular sense of that word: disbelief concerning metaphysical dimension and disappointment concerning politics and social environment. This view of skepticism, however, approximates the term to pessimism; and reconnects Machado de Assis to it. Decades ago, some Brazilian scholars began to see that the philosophy of Machado's fiction was actually associated with skepticism, but another kind of skepticism, the Pyrrhonian or philosophical skepticism, which began with Pyrrho of Elis, a Greek philosopher who lived between 360 and 270 BC, and was established by the writings of Sextus Empiricus, philosopher and physician of the second century. True to the Greek origin of the term skepticos, the one who inquires, the Pyrrhonian skepticism is distinguished not by disbelief, but by its continual search for the truth. This search remains undetermined due to the limitation of human senses and thought. We cannot reach the truth of things, but only describe how they look. This failure does not lead the Pyrrhonian to pessimism, leads him instead to the tranquility, because he accepts his limitations and is not struggling against them. In Machado's fiction, counselor Aires is the skeptical character par excellence, starting with his famous aversion to controversy. However, despite the similarity between the fiction of Machado de Assis and skeptical philosophy, there is a problem to be faced: Machado had never read a single page from Sextus Empiricus. So, how could the writer created a so closed to the Pyrrhonism character?

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