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Interação entre o peptídeo sinal RALF e as citocininas e sua função na regulação do crescimento de raízes de Arabidopsis thaliana / Interaction between the RALF signal peptide and cytokinins and their role in regulation of root growth of Arabidopsis thalianaMarina de Lyra Soriano 09 September 2014 (has links)
Peptídeos sinais determinam o crescimento, desenvolvimento e defesa das plantas. RALF (Rapid Alkalinization Factor) é um peptídeo de sinalização ubíquo no reino vegetal e que está envolvido com a expansão celular. Os peptídeos RALF em arabidopsis estão organizados em uma família multigênica de 37 membros, alguns com expressão tecido-específica, outros expressos em toda a planta. Os mecanismos envolvidos na expansão celular são regulados por vários hormônios, entre os quais as citocininas. A relação existente entre os peptídeos RALF e os demais hormônios é pouco conhecida e um melhor entendimento dessa relação poderá auxiliar na modulação dos processos de crescimento e desenvolvimento vegetal por engenharia genética. O objetivo desse trabalho foi estudar a relação entre o peptídeo AtRALF e as citocininas, principalmente no que diz respeito aos efeitos de ambos no crescimento e desenvolvimento das raízes. Para isso, selecionou-se as isoformas AtRALF1, AtRALF19 e AtRALF34 que apresentam diferentes padrões de expressão. Os resultados sugerem que AtRALF19 e AtRALF34, ambas expressas em toda a planta, contribuem mais com a transdução de sinal da citocinina do que a isoforma AtRALF1, com padrão de expressão específico de raízes. Os peptídeos AtRALF19 e 34 reprimem parcialmente a expressão dos genes reguladores de resposta, ARRs tipo-A, que são reguladores negativos da via de sinalização de citocinina. / Peptides signals influence the growth, development and plant defense. RALF (Rapid Alkalinization Factor) is a ubiquitous signaling peptide in the plant kingdom and is involved in cell expansion. The RALF peptides in arabidopsis are organized in a multigene family of 37 members, some with tissue-specific expression, others expressed throughout the plant. The mechanisms involved in cellular growth are regulated by various hormones, including cytokinins. The relationship between RALF peptides and other hormones is poorly understood and a better understanding of this relationship assists in modulating the processes of plant growth and development. The aim of this work was to study the relationship of AtRALF peptide with cytokinins, especially with regard to the effects of both in the growth and development of roots. For this, we selected the AtRALF1, AtRALF19 and AtRALF34 isoforms that have different expression patterns. The results suggest that AtRALF19 and AtRALF34, both expressed throughout the plant, contribute more to cytokinin signal transduction than isoform AtRALF1, with specific expression pattern in roots. The AtRALF19 and 34 repressed the expression of type-A Arabidopsis Response Regulators (ARRs), whose products act as negative regulators of cytokinin signaling.
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Estudo cefalométrico radiográfico da relação entre os tipos faciais, a inclinação do plano oclusal e a discrepância sagital maxilo-mandibular em indivíduos com oclusão normal / Cephalometric and radiographic study of the relation between the facial type, the inclination of the occlusal plane and the maxillomandibularsagittal discrepancy in subjects with normal occlusionPaulo Augusto Leal de Carvalho 08 August 2014 (has links)
Objetivo: avaliar a relação entre o tipo facial e as variações da inclinação do Plano Oclusal e do ângulo ANB em indivíduos com oclusão normal. Material e Método: a amostra foi composta por 98 telerradiografias em norma lateral de 98 indivíduos (47 homens e 51 mulheres) com idade média de 15,2 anos (desvio padrão de 1,4 anos), com oclusão normal e perfil harmonioso. As radiografias foram digitalizadas em escala 1:1 eo programa Nemoceph (Nemotec® - Espanha), foi usado para a análise cefalométrica, que incluiu as cinco variáveis que segundo Ricketts definem o padrão facial, a relação sagital (SNA, SNB, ANB, N.S.Ba, SN.Go-Me, ANB individualizado, AP-BP e Wits)e ainclinação do Plano Oclusal (PLO.Linha S-N, PLO.PF, PLO.PP, PLO.XiPm e PLO.PM). Os dados foram analisados estatisticamente com um nível de significância de 5%. Resultados: acomposição dos tipos faciais foi: 11% dólicofaciais, 39% mesofaciais e 50% braquifaciais. Os valores médios e intervalo de confiança de 95% das variáveis que avaliaram a inclinação do plano oclusal, para os tipos faciais dólico, meso e braqui foramrespectivamente: PLO.SN: 21,7° (± 2,14°), 17,0° (± 1,10°) e 15,1° (± 1,43°); PLO.PF: 13,5° (±1,77)°, 10° (SD 1,01°) and 8,1° (± 1,25°); PLO.PP: 12,2° (±1,99°), 9.1° (± 1,31°) e 8,1° (± 1,21°); PLO.Xi-Pm: 20,5° (± 1,76°), 19,2° (± 0,96°) e 16,4° (± 1,12°); PLO.PM: 17,5° (± 2,02°), 15,3° (± 1,27°) e 12,1° (± 1,19°). Os valores médios das variáveis que avaliam a relação sagital maxilomandibular respectivamente foram: ANB: 3,8° (± 0,98°), 2,5° (± 0,62°) e1,3° (± 0,53°); distância AP-BP: 7,3mm (± 2,19mm), 3,4mm (± 0,94mm) e 1,9mm (± 0,78mm); ANB Individualizado: 4,7° (± 0,70°), 4,4° (± 0,43°) e 3,7° (± 0,39°); Wits: 1,8mm (± 1,27mm), -2,4mm (± 0,83mm) e -3,5mm (± 0,92mm). Conclusões: Tanto as variáveis que avaliam a inclinação do Plano Oclusal como as variáveis que avaliam a relação sagital maxilo-mandibular ANB e AP-BP, caracterizam-se diferencialmente segundo o tipo facial, observando-se um decréscimo dos valores do tipo dólicofacial para o braquifacial. / Objective: evaluate the relation between the facialtype and the inclination of the occlusal plane and ANB angle in individuals with normal occlusion.Material and Methods: the sample was composed of 98 radiographs, in lateral norm, of 98 individuals (47 men, 51 women), with an average age of 15.2 years (standard deviation of 1.4 years), normal occlusion and harmonic profile.The radiographs were digitalized in a 1:1 scale and the software Nemoceph (Nemotec® - Spain) was used for the cephalometric analysis, which included Rickettsfive variables thatdetermine the facial type, the saggital relation (SNA, SNB, ANB, N.S.Ba, SN.Go-Me, ANB individualized, AP-BP and Wits) and theinclination of the occlusal plane (OPL.S-N, OPL.PF, OPL.PP, OPL.XiPmand OPL.PM). The data was analyzed statistically with a significance level of 5%.Results: the composition of the sample by facial type was: 11% dolichofacial, 39% mesofacial e 50% braquifacial. The averagevalues and 95% confidence interval of the variables that measured the inclination of the occlusal plane, for the dolichofacial, mesofacial and braquifacialgroups were,respectively: OPL.SN: 21.7° (± 2.14°), 17.0° (± 1.10°) and 15.1° (± 1.43°); OPL.PF: 13.5° (±1.77)°, 10° (SD 1.01°) and 8.1° (± 1.25°); OPL.PP: 12.2° (± 1.99°), 9.1° (± 1.31°) and 8.1° (± 1.21°); OPL.Xi-Pm: 20.5° (± 1.76°), 19.2° (± 0.96°) and 16.4° (± 1.12°); OPL.PM: 17.5° (± 2.02°), 15.3° (± 1.27°) and 12.1° (± 1.19°). The average values and 95% confidence interval of the variables that measure the maxilar-mandibular saggital relation were respectively: ANB: 3.8° (± 0.98°), 2.5° (± 0.62°) and1.3° (± 0.53°);distance AP-BP: 7.3mm (± 2.19mm), 3.4mm (± 0.94mm)and 1.9mm (± 0.78mm); ANB Individualized: 4,7° (± 0.70°), 4.4° (± 0.43°) and 3.7° (± 0.39°); Wits: 1.8mm (± 1.27mm), -2.4mm (± 0.83mm)and -3.5mm (± 0.92mm). Conclusion: Both variables that measure the inclination of the occlusal plane and the variables that measure the ANB and AP-BP maxillomandibularsaggital relation have different characteristics according to the facial type, being observed a decrease in values from the dolichofacial type to the brachifacial type.
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Morfotectônica de províncias distensionais ativas: implicações para o modelo de preenchimento de bacias tipo rift / not availableSamar dos Santos Steiner 25 June 2012 (has links)
Bacias sedimentares distensionais estão entre as estruturas geológicas mais importantes e melhor estudadas, mas os modelos geológicos que associam tectônica, áreas de captação de drenagem, e distribuição e evolução de ambientes deposicionais ainda são qualitativos, apontando a falta de uma base estatística. Isso posto, é apresentado um estudo das características morfotectônicas de 25 bacias sedimentares distensionais e suas áreas de captação, representativas de cinco grandes províncias distencionais ativas: Rift do Leste Africano, Província Basin and Range, Rift Baikal, Graben do Reno e Sistema de Rift do Platô Tibetano. Os resultados mostram que as áreas de deformação total de cada bacia variam de 2.700 a 137.300 Km2, com 50% de bacias com áreas entre 8.500 e 33.600 Km2. A área com sedimentação ativa varia de 1.400 a 43.000 km2, e 50% destas estão entre 3.600 e 12.000 km2. Áreas de captação de drenagem apresentam um a variação muito maior, de 2.700 até 740.000 km2, 50% delas entre 15.000 e 112.000 km2. A relação entre área deformada e área de captação mostra uma clara divisão em duas classes, uma com bacias com área de captação com mais do dobro de tamanho da área deformada e outra composta por bacias com área de captação com tamanho até 10% maior que sua área deformada. Taxas de sedimentação aproximadas, calculadas a partir de dados coletados na literatura, variam de 0,05 até 0,49 m/Ka e a comparação deste dado com a área de captação não revela uma clara relação. 65% das zonas de transferência analisadas nas províncias distensionais estudadas apresentam drenagens, porém apenas 38% dos pontos de entrada de rios maiores, com parte de sua área de captação fora da área deformada, são associados a zonas de transferência. Esses dados contradizem modelos correntes no tocante à entrada de grandes rios na bacia sedimentar, que são responsáveis por grande parte do aporte sedimentar e não estão necessariamente ligados a estruturas deformacionais, como esperado. Sob outro ponto de vista, análises morfotectônicas das cinco áreas selecionadas revelaram o inesperado fato de que todas as bacias com grande área estão relacionadas a lagos profundos, independentemente da sua taxa de sedimentação ou tamanho da área de captação. Esta constatação sugere que talvez estes fatores não sejam o principal controle na formação de lagos profundos, mas que por outro lado a presença do próprio lago possa favorecer o desenvolvimento de um grande depocentro. De acordo com o modelo teórico proposto, a maior densidade do preenchimento sedimentar, quando comparada com a da água, pode por si só levar à divisão de depocentros e criar pequenas sub-bacias, através da ativação de planos de alto ângulo das falhas menores, cabendo às falhas lístricas mestras acomodar a distensão regional. Neste modelo, em bacias preenchidas com sedimento aluvial, o grande deslocamento das falhas antitéticas e sintéticas pode levar ao desenvolvimento de altos topográficos (associados à lapa das falhas) responsáveis por individualizar sub-bacias. A correlação entre lagos profundos e grandes depocentros também pode ser observada no Sistema de Rift Eocretáceo do leste da América do Sul, sugerindo que esta relação possa ser usada como ferramenta preditiva de fases famintas prolongadas em bacias sedimentares continentais, com implicações na previsão de rochas geradoras de hidrocarbonetos em bacias fósseis com base em dados geofísicos de sub-superfície. / Extensional sedimentary basins are among the most important and best studied geological structures, but geological models linking tectonics, drainage catchment and the distribution and evolution of depositional environments are still qualitative, lacking support from a statistical database. In order to addresses this problem we present and comprehensive study on the morphotectonic characteristics of 25 active extensional basins and their catchment areas, representative of five major active extensional provinces: the East African Rift System, the Basin and Range Province, the Baikal Rift, the Rhine Graben and the Tibetan Plateau Rift System. Our results show that the total areas of deformation of individual basins range from 2,700 km2 to 137,300 km2, with 50% of the basins having areas between 8,500 and 33,600 km2. The area with active sedimentation varies from 1,400 to 43,000 km2, and in 50% of the basins it is between 3,600 and 12,000 km2. Catchment areas of individual basins vary much more, from 2,700 to 740,000 km2, 50% of them measuring between 15,000 and 112,000 km2. The ratio of deformed area to catchment area for each basin shows a clear division into two natural classes, one composed of basins with a catchment more than twice the size of the deformed area, and another composed of basins with catchments less than 10% larger than the deformed area. Approximated long term sedimentation rates calculated from published data for several basins vary from 0,05 to 0,49 m/Ka, and the comparison of these rates with the catchment area of individual basins shows no clear relationship. 65% of the transfer zones in the studied extensional provinces show river channels but only 38% of the inlets of rivers with part of their catchment outside the deformed area are related to transfer zones. This contradicts current models, as most of the points of entrance of larger rivers, which are responsible for the greater part of the sediment input, are not clearly related to deformational structures. On the other hand, morphotectonic analysis of selected active extensional basins and their catchment areas from studied areas, lead to the recognition of the unexpected fact that the largest basins are those with deep lakes, regardless of sedimentation rate or relative size of catchment area, suggesting that maybe it is not the contribution of the area to the tridimensional accommodation that leads to the formation of a starved lake, but the other way round: an starved lake may favor the development of a large depocenter. According to our new theoretical model, the higher density of the sedimentary infill, when compared to that of water, can itself cause the division of a main depocenter into smaller sub-basins, through the activation of the steeper planes of minor faults, with the main listric faults accouting mostly for the regional extension. In basins filled with alluvial sediment through most of their evolution, the greater displacement of minor faults could lead to the development of foot-wall highs separating individual sub-basins. The correlation of deep lakes with larger depocenters is also observed in the Early Cretaceous Rift System of Eastern South America, suggesting that this relation can be used as a predictive model for the presence of long phases of sediment starvation in continental basins, with implications for the prediction of hydrocarbon source rocks based on geophysical subsurface data.
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Estudo das mutações no gene COL2A1 em uma coorte de pacientes com displasias esqueléticas do grupo colagenopatia tipo II segundo critérios clínico-radiológicos / Study of mutations in the COL2A1 gene in a cohort of patients with skeletal dysplasias of type 2 collagenopathy group according to clinical and radiological criteriaSilveira, Karina da Costa, 1989- 24 August 2018 (has links)
Orientadores: Denise Pontes Cavalcanti, Luciana Cardoso Bonadia / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-24T20:03:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2014 / Resumo: As displasias esqueléticas ou osteocondrodisplasias são doenças genéticas que afetam o crescimento e o desenvolvimento do tecido ósseo e cartilaginoso produzindo, em geral, baixa estatura. Mutações em heterozigose no gene COL2A1 são responsáveis por uma série de displasias esqueléticas conhecidas como colagenopatias do tipo II que geralmente apresentam um padrão espondiloepifisário típico. Apesar das mutações no COL2A1 serem, em geral, "privadas", o estudo molecular desse gene em pacientes com fenótipos sugestivos de colagenopatia do tipo II pode contribuir seja para um melhor entendimento das colagenopatias do tipo II seja para refinar, quando possível, a correlação genótipo-fenótipo. O objetivo desse estudo foi investigar o gene COL2A1 numa coorte de pacientes com fenótipo de colagenopatia do tipo II de modo a melhorar o conhecimento sobre essas colagenopatias. Foram estudados 33 pacientes com fenótipo de colagenopatia do tipo II. A análise molecular foi feita por sequenciamento automático bidirecional direto do gene COL2A1, começando pelos domínios relacionados a cada fenótipo seguido de sequenciamento completo das regiões codificantes do gene quando as primeiras foram negativas. Foram identificadas alterações potencialmente deletérias em heterozigose em 23 dos 33 pacientes (69,7%): 18 alterações do tipo missense (11 inéditas, 7 descritas), 4 alterações que alteram sítio de splice (2 inéditas, 2 descritas) e uma deleção inédita. Das mutações do tipo missense encontradas, duas foram recorrentes em 5 pacientes: p.G594E e p.R989C. Ambas as mutações recorrentes foram associadas a fenótipos graves: a p.R989C foi observada em displasia espondiloepifisária congênita (SEDC) grave enquanto que a p.G594E foi associadaa 2 recém-nascidos com fenótipo de SEDC-letal. Para todas as mutações novas, a análise in silico, estudo em controles e/ou dos pais confirmaram a patogenicidade de todas elas. Concluindo, os resultados deste estudo permitiram a identificação de 14 mutações novas no gene COL2A1 e um melhor refinamento da correlação genótipo-fenótipo / Abstract: Skeletal dysplasias are genetic disorders that affect the growth and development of the bone and cartilage tissues producing, in general, short stature. Heterozygous mutations in the COL2A1 gene are responsible for a number of skeletal dysplasias that usually exhibit a pattern spondyloepiphyseal and are called type II collagenopathies. Although the mutations in COL2A1 are usually privates, molecular studies of this gene in patients with suggestive phenotypes can contribute to a better understanding of the type II collagenopathies. The aim of this study was to sequence the COL2A1 in a cohort of patients with type II collagenopathy phenotypes in order to refine the knowledge regarding the genotype-phenotype correlation. Thus, 33 patients with suggestive phenotype were studied. The molecular analysis was performed by automated Sanger bidirectional sequencing of the COL2A1 gene, starting with the domains related to each phenotype followed by whole sequencing of the gene coding regions when the first ones were negative. Potentially deleterious changes in heterozygosity were identified in 23 of 33 patients (69.7 %): 18 missense changes (11 undescribed), 4 changes that modify the splice site (2 undescribed) and a new deletion. The pathogenicity of the undescribed changes were confirmed by in silico analysis, study of control individuals and/or of the respective parents. Among the found missense mutations, two were recurrent and associated with severe phenotypes. These mutations, p.G594E and p.R989C, were found in five patients. The R989C change was observed in three children presenting a phenotype of spondyloepiphyseal dysplasia congenita (SEDC), which follow up showed a pattern of severe SEDC featured by severe disproportioned short stature with coxa vara and kyphoscoliosis. The G594E change was associated with two newborns presenting also a SEDC phenotype, however with lethal evolution. In conclusion, the results of this study allowed the identification of 14 new mutations in COL2A1 gene and a better refinement of the genotype-phenotype correlation / Mestrado / Ciencias Biomedicas / Mestra em Ciências Médicas
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Análise genético-populacional das mutações do gene TCF7L2 em diabéticos de Triunfo - PernambucoVinicius Cardoso Matos Silva, Marcus 31 January 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / A diabetes é uma doença crônico-degenerativa que envolve alterações no metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Caracteriza-se por deficiência de secreção e/ou de ação da insulina com consequente hiperglicemia. É preocupante saber que dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) prevêem um aumento no número de diabéticos de 171 milhões no ano de 2000 para 336 milhões em 2030, o que se assemelha a uma epidemia. A diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é a principal responsável pelo incremento da doença no mundo atual. Este estudo teve como objetivo analisar a ocorrência das principais mutações do gene TCF7L2 (fator de transcrição 2 semelhante ao 7) relacionadas a DM2. Usando a técnica de PCR em tempo real com sondas TaqMan, foram genotipados quatro polimorfismos de um único nucleotídeo (Single Nucleotide Polymorphisms - SNPs) do gene TCF7L2: rs7903146 (C/T), rs7901695 (T/C), rs12255372 (G/T) e rs11196205 (G/C). A partir do resultado da genotipagem dos 340 indivíduos residentes no município de Triunfo - Pernambuco (112 diabéticos e 228 não diabéticos) foram calculadas as frequências alélicas, genotípicas e haplotípicas para o conjunto de SNPs, utilizando o programa UNPHASED. Uma associação significativa foi encontrada entre os SNPs rs7901695 e rs12255372 com DM2 (p = 0,0379 e p = 0,0119, respectivamente) na população estudada. As frequências alélicas corroboraram o que foi observado com os genótipos para o SNP rs7901695. Na análise haplotípica, os pares rs7901695 x rs11196205 e rs11196205 x rs12255372 apresentaram associação com DM2 (p = 0,007 e p = 0,015, respectivamente). Entre os haplótipos triplos, apenas um conjunto (rs7901695 x rs7903146 x rs12255372) não mostrou associação com diabetes (p = 0,2903). Portanto, no presente estudo, os SNPs do TCF7L2 encontraram-se em associação com DM2, sendo que se estes haplótipos forem estendidos, com a adição de outros do mesmo gene, podem-se ter haplótipos que, segregando nas famílias e caracterizando-as, permitam estabelecer um diagnóstico probabilístico preventivo a partir dessas mutações. Uma vez que esses dados sejam replicados, essa associação pode ser utilizada como marcador genético de risco para famílias, cujos ancestrais mais recentes tenham DM2, bem como para monitoração das mesmas. Neste estudo, foi também realizado um levantamento de dados das famílias do distrito de Canaã em Triunfo, a fim de estabelecer a prevalência de DM2 nessa população. Numa amostragem de 198 indivíduos, a prevalência de DM2 correspondeu a 13,6% da população adulta deste distrito, demonstrando que também no sertão nordestino esse é um quadro preocupante
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Aplicações do tipo Twist e curvas invariantesHenrique de Santana, Luís 31 January 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Estuda-se aspectos relacionados às aplicações do tipo twist. Discute-se a existência e
propriedades de uma função geratriz de uma aplicação do tipo twist. Depois, apresenta-se
uma versão simplificada do último teorema geométrico de Poincaré. Por fim, encontra-se o
resultado conhecido como teorema das curvas invariantes de Birkhoff
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Apnéia obstrutiva do sono: correlação entre gravidade da síndrome, estresse oxidativo e sintomas depressivos e ansiososFRANCO, Clélia Maria Ribeiro 31 January 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009 / Universidade Federal de Pernambuco / A Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) é considerada um transtorno
respiratório relacionado ao sono, caracterizada por episódios repetitivos de completa
(apnéia) ou parcial (hipopnéia) obstrução da passagem do ar na via aérea superior
(VAS) durante o sono, em vigência de esforço respiratório. A fisiopatologia da
obstrução da VAS na SAOS é multifatorial, levando a situação crônica recorrente de
hipoxemia intermitente e reoxigenação em sono, mantendo estado de estresse
oxidativo, que parece ser a chave das manifestações fisiopatológicas da SAOS,
estando associada ao desenvolvimento de várias complicações sistêmicas de alta
morbi-mortalidade, tais como a obesidade, diabetes tipo 2, síndrome metabólica,
hipertensão arterial e doenças cárdio e cérebrovascular, transtornos
neuropsiquiátricos, além do aumento do risco de acidentes de trabalho e de trânsito,
podendo ter desfecho fatal. Este estudo é um ensaio clínico, aberto, transversal e
comparativo, cujo objetivo geral foi avaliar a correlação entre a gravidade da SAOS,
marcadores de estresse oxidativo e presença de sintomas depressivos e ansiosos em
pacientes portadores da SAOS. Estudamos 38 adultos, do sexo masculino, com
diagnóstico de SAOS por polissonografia de noite inteira, com idade entre 18-60
anos, divididos em 3 grupos: Grupo I: 10 indivíduos com SAOS de grau leve (IAH
entre 5-14,9/hora); Grupo 2: 13 indivíduos com SAOS de grau moderado (IAH
entre 15-30/hora); Grupo 3: 15 indivíduos com SAOS grave (IAH > 30/hora).
Todos foram avaliados para nível de sonolência subjetiva utilizando a escala de
Epworth, para sintomas depressivos e ansiosos pelas escalas de Hamilton depressão
(HAM-D) e ansiedade (HAM-A) e para parâmetros do estado de estresse oxidativo,
dosando radical superóxido e nitratos e nitritos séricos. Houve aumento progressivo
e significativo do estado de estresse oxidativo (p < 0,05), no escore total de sintomas
depressivos (p=0,001) e no escore geral dos sintomas ansiosos (p=0,004)
diretamente proporcional a gravidade da apnéia, comparando os grupos leve e grave.
Foram verificadas correlações positivas entre a produção de superóxido e o índice
apnéia-hipopnéia (IAH) (r= 0,48), escore de sonolência de Epworth (r= 0,36) e com
o escore de Hamilton-depressão (HAM-D) (r= 0,40); entre os níveis de nitritos e
nitratos séricos e o SpO2mín (r= 0,44); entre o IAH e os escores HAM-D (r=0,51) e
escore HAM-A (r=0,40). Foram observadas correlações negativas entre o IAH e os
níveis de nitritos e nitratos séricos (r= -042), entre a produção de superóxido e a
SpO2 mín (r= -0,31), entre os níveis de nitritos e nitratos séricos e os escores HAMD
(r= -0,50) e HAM-A (-0,42) e entre a SpO2 mín e os os escores HAM-D (r= -
0,48) e HAM-A (r= -0,40). Conclusões: a) Indivíduos portadores de SAOS
apresentam aumento na produção de radical superóxido e redução nos níveis de
nitritos e nitratos séricos, sinais objetivos de um estado de estresse oxidativo. b)
Quanto maior a gravidade da SAOS, maior fragmentação do sono e maior
hipoxemia noturna, mais grave é o estado de estresse oxidativo e maior é a
incidência de sintomas diurnos, principalmente sonolência, sintomas depressivos e
ansiosos
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Avaliação da condição periodontal e dos marcadores de controle metabólico em pacientes diabéticosMaria de Aguiar Bello, Darcyla 31 January 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Avaliar a condição periodontal em pacientes diabéticos tipo 2 e relacionar com os
marcadores de controle metabólico.
Metodologia: 92 pacientes diabéticos que faziam tratamento em dois centros de referência
na cidade do Recife, Brasil, foram convidados a participar deste estudo. Foi realizado exame
clínico periodontal em seis sítios de cada dente, avaliando a profundidade de sondagem,
sangramento à sondagem, perda de inserção, placa dental e número de dentes presentes. A
doença periodontal foi definida como a presença de 4 + sítios com perda de inserção de ≥ 5
mm com um ou mais destes sítios com profundidade de sondagem de 4 + mm. Exames
hematológicos foram realizados para avaliar os marcadores metabólicos (hemoglobina
glicosilada, glicemia em jejum, triglicerídeos, colesterol total, colesterol HDL e LDL).
Resultados: Quanto às condições periodontais 59,8% dos pacientes diabéticos tinham
doença periodontal , a média de sangramento e placa foi 33,8% e 61,07%, respectivamente.
A maioria dos pacientes com níveis glicêmicos elevados (≥126 mg/dL) apresentaram DP
(62,3%), em relação ao perfil lipídico os pacientes com doença periodontal apresentaram-se
controlados. Não foi observada associação estatística significante entre a condição
periodontal e os marcadores de controle metabólico (p>0,05).
Conclusão: Para população estudada não houve associação entre a condição periodontal e
os marcadores de controle metabólico
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Condição periodontal de crianças e adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1dos Santos Souza, Luana 31 January 2011 (has links)
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Previous issue date: 2011 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / A questão norteadora da pesquisa foi: Qual a condição periodontal de crianças e adolescentes com Diabetes Mellitus tipo 1? O diabetes é um grave problema de saúde pública, com elevada prevalência e potencial de morbidade e mortalidade, que promove danos em vários órgãos e na cavidade bucal. Inclusive, a periodontite é considerada a sexta complicação clássica do diabetes. Por isso, objetivou-se verificar a condição periodontal dessa população e avaliar a sua associação com parâmetros clínicos do diabetes, fatores socioeconômico-demográficos e relacionados à saúde bucal. Pesquisaram-se 132 crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, de ambos os sexos, idades entre 6 e 19 anos, atendidos em três hospitais da rede pública da cidade do Recife, entre maio e novembro de 2010. As variáveis foram coletadas através de entrevista com pais, responsáveis ou pacientes e de exame clínico bucal (avaliação da presença de placa bacteriana visível, sangramento gengival, profundidade de sondagem e nível de inserção clínica). A freqüência de gengivite na população foi baixa (12,9%), apesar da condição de higiene bucal precária. Pacientes que usavam insulina NPH apresentaram maior freqüência da doença do que os que usavam Lanthus. A renda familiar abaixo de dois salários mínimos também aumentou a freqüência de gengivite. Contudo, mostrou-se significante a associação entre gengivite e o índice de placa visível (IPV), onde a presença de gengivite esteve associada ao IPV individual acima de 60%. Concluiu-se que a gengivite não se mostrou associada aos parâmetros clínicos do diabetes, e sim foi induzida pela placa bacteriana abundante
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Avaliação de função pulmonar e aptidão cardiorrespiratória em mulheres obesas e portadoras de apneia obstrutiva do sono no climatérioPASSOS, Vívian Maria Moraes 16 March 2012 (has links)
Submitted by Heitor Rapela Medeiros (heitor.rapela@ufpe.br) on 2015-03-05T18:34:23Z
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Previous issue date: 2012-03-16 / Mulheres no climatério têm maior predisposição a
desenvolver apneia obstrutiva do sono (AOS), distúrbio respiratório que pode
acarretar prejuízos na função pulmonar e redução da tolerância aos esforços,
além de ser capaz de promover alterações peculiares sobre variáveis
cardiovasculares desde o repouso até o exercício. Objetivos: Avaliar, em
mulheres no climatério, as repercussões da obesidade e da AOS sobre função
pulmonar, distância máxima percorrida no teste de caminhada de 6 minutos
(TC6M) e comportamento dos parâmetros respiratórios e cardiovasculares
antes e após submissão ao teste de esforço submáximo. Métodos: Estudo
descritivo analítico, tipo corte transversal, em que foram avaliadas 40 mulheres
com idade entre 45 e 60 anos (Idade=51,4anos ± 5,2anos), sedentárias e sem
história de fumo há no mínimo um ano, submetidas previamente à
polissonografia. As participantes foram divididas em 4 grupos: Eutróficas sem
AOS (IMC=22,77 ± 1,99kg/m2), Eutróficas com AOS (IMC=22,06 ± 2,40kg/m2),
Obesas sem AOS (IMC=33,88 ± 3,09kg/m2) e Obesas com AOS (IMC=34,01 ±
1,79kg/m2). Todas passaram por avaliação clínica e antropométrica, seguida de
testes de função pulmonar e TC6M. Resultados: Índice apneia-hipopneia (IAH)
foi diferente entre grupos, sendo maior em mulheres eutróficas com AOS
(IAH=8,94 ± 2,93eventos/hora) quando comparadas a eutróficas sem AOS
(IAH=1,78 ± 1,48eventos/hora) e maior em obesas com AOS (IAH=17,98 ±
10,73eventos/hora) quando comparadas a eutróficas, com ou sem AOS, e
quando comparadas a obesas sem AOS (IAH=2,33 ± 1,74eventos/hora)
(p<0,05). O índice de qualidade do sono de Pittsburgh (IQSP) foi menor em
obesas sem AOS (IQSP=6,17 ± 2,48) ao ser comparado ao de eutróficas sem
AOS e com AOS (IQSP=9,08 ± 3,04 e 9,80 ± 3,63, respectivamente) e ao ser
comparado aos valores de obesas com AOS (IQSP=9,73 ± 3,53) (p<0,05).
Quanto às variáveis de função pulmonar, apenas o percentual do predito da
relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo e capacidade
vital forçada foi maior no grupo de obesas com AOS, quando comparadas a
eutróficas com AOS (%pred VEF1/CVF=105,73 ± 5,73 vs. 97,60 ± 6,07,
respectivamente; p<0,05). A distância máxima percorrida no TC6M não diferiu entre grupos. Em relação às variáveis respiratórias e cardiovasculares no
repouso, saturação periférica de oxigênio foi menor em obesas com AOS
comparadas a eutróficas com AOS (SpO2=97,47 ± 1,46% vs. 98,60 ± 0,55%,
respectivamente). Mulheres obesas com AOS apresentaram níveis de pressão
arterial sistólica maiores do que eutróficas com e sem esse distúrbio
(PAS=136,53 ± 18,37mmHg vs. 110,20 ± 18,28mmHg e PAS=136,53 ±
18,37mmHg vs 124,31 ± 9,60mmHg, respectivamente; p<0,05). A pressão
arterial diastólica em obesas com AOS foi maior quando comparada a
eutróficas sem AOS (PAD=89,67 ± 7,70mmHg vs. 81,31 ± 8,50mmHg; p<0,05).
Durante a recuperação, a frequência cardíaca foi maior em obesas com AOS
(FC=77,0 ± 9,05bpm) quando comparadas eutróficas sem AOS (FC=74,33 ±
7,88bpm) (p<0,05). As demais variáveis cardiorrespiratórias não foram
diferentes entre grupos. A análise intragrupos mostrou que em mulheres
eutróficas sem AOS houve incremento significativo de frequência respiratória
(FR) (14,92 ± 3,71ipm vs. 17,23 ± 2,80ipm; p=0,011) e de PAD (81,31 ±
8,50mmHg vs. 85,46 ± 10,22mmHg; p=0,029), em eutróficas com AOS houve
aumento de PAS (110,20 ± 18,28mmHg vs. 131,60 ± 20,02mmHg; p=0,043) e,
em obesas com AOS, observou-se aumento tanto de FC (71,40 ± 7,94bpm vs.
77,0 ± 9,05bpm; p=0,010) quanto de FR (18,40 ± 5,28ipm vs. 20,80 ± 4,07ipm;
p=0,032). Outras variáveis não se modificaram do repouso até a recuperação
do exercício intragrupos, assim como não houve diferenças no grupo de
obesas sem AOS. Conclusão: De acordo com os resultados deste estudo,
sugere-se que em mulheres obesas no climatério a AOS não provoca maiores
prejuízos sobre função pulmonar e distância percorrida no TC6M. Nessa
população, a AOS isoladamente influenciou os parâmetros cardiorrespiratórios
no repouso, mas não na recuperação do exercício, e ficou demonstrado que a
obesidade foi fator contribuinte para potencializar as alterações ocorridas,
especialmente no repouso.
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