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Auto-relatos: os efeitos da tarefa alvo, de tarefas intermediárias e das topografias exigidas / Self-reports: the effects of the target task, of the intermediary tasks and the required topographiesPereira, Maria Amália Morais 30 September 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008-09-30 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The purpose of the present study was to investigate the emission of a self-report after
the passage of time depending on the events that occur during that period. Specifically,
we intended to investigate the effects of the topographies and the number of
intermediary responses on the self-report accuracy. Eleven undergraduate students were
subjects on two different experiments. Both consisted on a Delayed Matching to Sample
(DMTS) task, the self report target behavior, followed by one or three Matching to
Sample (MTS) or Anagram tasks, which were the intermediary tasks, being the first one
the topography similar and the second one the distinguishable topography. The
computer task ended with two self-reports: 1) Which one have you chosen? In
which the participant should indicate the comparison stimuli he had chosen on the
DMTS trial and 2) Did you get it right? In which the subject could say YES , I
DON T KNOW and NO . The results analysis showed that: 1) for the subjects who
had made mistakes on the DMTS tasks there was an imprecision tendency after the
DMTS mistakes; 2) those imprecisions were False-alarm for 7 at 11 participants and for
all participants there also were Omissions; 3) in general, the most imprecise self-reports
were those preceded by the MTS tasks; 4) more imprecision was found on the selfreports
preceded by three intermediaries tasks for both MTS and Anagram and 5)
considering hits and mistakes on DMTS task, with the exception of one participant, the
most inaccurate self-reports was on the topographical self-report condition. The results
suggest that the occurrence of other behaviors between a given behavior and its selfreport
might produce inaccurate self-reports depending on the complexity of the
stimulus control from that verbal response / O presente estudo teve como objetivo investigar a emissão de um auto-relatos após a
passagem de um intervalo de tempo, a depender dos eventos que ocorrem durante tal
período. Mais especificamente, pretendeu-se averiguar o efeito da topografia e do
número de respostas intermediárias na precisão do auto-relato. Onze estudantes
universitários participaram de dois estudos: ambos consistiam na realização das
seguintes tarefas com o auxílio de um software: 1) uma Delayed Matching to Sample
(DMTS) tarefa-alvo do relato; 2) uma ou três tarefas de Matching to Sample (MTS)
tarefa intermediária topograficamente semelhante ou uma ou três de Anagrama tarefa
intermediária topograficamente distinta e 3) duas tarefas de relato sendo: 1) Qual você
escolheu? , em que o participante deveria indicar o estímulo comparação selecionado na
tarefa de DMTS e 2) Você acertou? , tendo como respostas possíveis SIM , NÃO
SEI e NÃO . A análise dos resultados indicou que 1) para os participantes que
cometeram erros na tarefa de DMTS houve uma tendência de imprecisões depois de
erro em DMTS; 2) tais imprecisões foram do tipo Alarme-falso para 7 dos 11
participantes e para todos os participantes também foram registradas Omissões; 3) em
geral houve mais erros nos relatos depois da tarefa intermediária de MTS; 4) houve
mais imprecisões nos relatos depois de três tarefas intermediárias, tanto para MTS como
para Anagrama e 5) considerando os acertos e erros em DMTS, com exceção de um
participante, houve mais imprecisões nos auto-relatos topográficos. Os resultados
sugerem que a ocorrência de outros comportamentos entre um comportamento emitido e
os auto-relatos sobre tal comportamento produz uma diminuição da correspondência das
respostas verbais a depender da complexidade de controle de estímulos atuando sobre
cada resposta verbal
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Algumas variáveis de controle envolvidas na explicação de um comportamento observado / Some controlling variables involved in the explanation of an observed behaviorBraga, Paula Ferreira 13 May 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009-05-13 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Very few attempts to identify a set of variables that control the emission of explanations
to behavior have been made in the field of Behavior Analysis. Describing and
explaining are typical examples of tacts. When someone describes the behavior of
another, this behavior is to be considered as a discriminative stimulus. This study aimed
to verify: (a) What are the controlling variables to the emission of explanations to
observed behavior; (b) What role a more dynamic antecedent condition plays in
controlling the participant s explaining behavior; (c) Does access to history, or parts of
the history of reinforcement of a specific response interferes with explanation precision;
(d) Are the explanations emitted in the context of two different speech procedures
comparable and (e) Are the explanations to human behavior mainly mentalistic. An
adult individual (Character) was taped while in a computer task that could be best
described as a slot machine simulation. Two movies showing the Character s
performance, lasting around 6 minutes, were produced. In Training Movie the history of
reinforcement of the Character s clicking response was displayed, while in the Test
Movie only his stable performance at the same task, errorless, was displayed. 12 adults
instructed to explain the behavior of clicking the mouse displayed at the Test Movie
served as participants. They were split up in 4 experimental groups: Six participants had
access to history (Training Movie) but not the other six; a free operant speaking
procedure was imposed to six of the participants, and a tentative procedure was imposed
to the other six. The lines emitted by the participants were time located onto the
Character s performance, and split up into verbalizations. These verbalizations were
tagged according 3 sets of criteria: (a) Describing style; (b) Temporal Location and (c)
Predominant Control. According to the obtained results, among the participants, those
who had access to history typically emitted verbalizations tagged as Explains ,
Background scream color and containing the most autoclitics. Those who had no
access typically emitted verbalizations tagged as Relationship between response and
consequence and Consequence . Participants submitted to a tentative procedures
emitted more verbalizations. Autoclitics were emitted mainly at the final parts of the
movie, when major changes in the stimulus condition happened. Very few mentalistcs
terms were emitted, their emission here considered to be the participant s explanation
style / Na Análise do Comportamento algumas poucas tentativas de se identificar conjuntos de
variáveis que controlariam a emissão de explicações do comportamento foram
realizadas. Descrições e explicações são exemplos de tatos. Quando um indivíduo
descreve o comportamento de outro, este exerce a função de estímulo discriminativo. O
presente estudo pretendeu verificar: (a) Que variáveis controlariam a emissão de
explicações de um comportamento observado; (b) Qual o papel de uma condição
antecedente mais dinâmica para o controle do comportamento de explicar dos
participantes; (c) Se o acesso a história, ou a partes da história de reforçamento de
determinada resposta alteram a precisão de explicações; (d) Se são comparáveis as
explicações produzidas a partir de dois diferentes procedimentos de solicitação e (e) Se
explicações do comportamento humano seriam predominantemente mentalistas. Um
indivíduo adulto (Personagem) foi filmado enquanto submetido a uma tarefa de
computador que consistiu da simulação de um jogo de caça níqueis. Dois filmes de
duração aproximada 6 minutos foram produzidos a partir de seu desempenho. No Filme
Treino vê-se a história de aquisição da resposta do Personagem de clicar com o mouse, e
no Filme Teste vê-se o seu desempenho estável, sem erros, na mesma tarefa.
Participaram deste estudo 12 adultos instruídos a explicar o comportamento de clicar
com o mouse observado no Filme Teste. Os participantes foram divididos em 4 grupos
experimentais: seis participantes tiveram acesso à história (Filme Treino) e seis não
tiveram; seis dos participantes foram submetido a um procedimento de solicitação de
relato do tipo operante livre e seis a um do tipo tentativa. As falas emitidas pelos
participantes foram temporalmente localizadas em relação ao desempenho do
Personagem, e separadas em verbalizações. Estas verbalizações foram classificadas
segundo 3 conjuntos de critérios: (a) Estilo de Descrição; (b) Localização Temporal e
(c) Controle Predominante. De acordo com os resultados obtidos, os participantes que
tiveram acesso à história emitiram mais verbalizações classificadas como Explica ;
Cor do fundo de tela e contendo um maior número de autoclíticos. Os participantes
que não tiveram acesso emitiram mais verbalizações classificadas como Relação entre
resposta e conseqüência e Conseqüência . Os participantes expostos a um
procedimento do tipo tentativa emitiram mais verbalizações. Mais autoclíticos foram
emitidos nos trechos finais do filme, quando mudanças mais marcadas nas condições de
estímulo ocorrem. Poucos termos mentalistas foram emitidos, a sua emissão parecendo
ser função de um estilo de explicar de cada participante
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Teleoperadoras ativas: estresse e expressividade oralPimentel, Aline Tavares 09 October 2007 (has links)
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Previous issue date: 2007-10-09 / Background: the professional voice, the verbal behavior and the mode as
the communication interpersonal can be define the relations of job. To relate
the verbal expressivity about stress, of form that if can think about who these
aspects intervene is something recent in the speech-therapy. The
telemarketing and the conditions of job have been explored in the research,
the field of the professional voice. Objective: to investigate the relation
between the symptoms of stress and the characteristics of verbal expressivity
in active teleoperators of a central office of telemarketing of Salvador.
Method: 52 teleoperators of the active sector had been selected, in the
period between March and June of 2007. In this group, two protocols had
been applied. First one investigated aspects about general health and the
second the protocol approached aspects relative the occupational questions.
Also the questionnaire Job Stress Scale for the verification was applied of
stress in the work environment. Were select the records of the two
teleoperators that had presented high consuming and low consuming for
analyzes of the verbal expressivity for a speech therapy specialist in voice.
Results: high consuming in 50% of the teleoperators was verified, haven t
significance statistics between perception of the teleoperators and stress.
The teleoperator with high consuming related great number of health
problems. About your verbal expressivity this was positive, a time that
presented intonations variations, adequate pauses and emphases and
contextualized inflection. The teleoperator with low consuming, related little
symptoms of health problems and about your verbal expressivity can be
considered more negative, she show less emphases and phrases.
Conclusion: The stress affected positively the verbal expressivity of the
teleoperator with high consuming and refusal of the teleoperator with low
consuming. Suggests work groups and discussion about stress inside the
company, similar to increase the perception and assistant in the development
of management for stress / Introdução: a voz profissional, a expressividade oral e o modo como a
comunicação interpessoais pode definir as relações de trabalho. Relacionar
a expressividade oral com estresse, de forma que se possa pensar em como
esses aspectos interferem é algo recente na Fonoaudiologia. O
teleatendimento e as condições de trabalho têm sido temas explorados nas
pesquisas, no campo da voz profissional. Objetivo: investigar a relação
entre os sintomas de estresse e as características de expressividade oral em
teleoperadoras ativas de uma central de teleatendimento de Salvador.
Método: foram selecionados 52 teleoperadoras do setor ativo, no período
entre março e junho de 2007. Nesse grupo foram aplicados dois protocolos.
O primeiro investigou aspectos da saúde geral e o segundo protocolo
abordou aspectos relativos a questões ocupacionais. Também foi aplicado o
questionário Job Stress Scale para a verificação do estresse no ambiente de
trabalho. Foram selecionadas as gravações de duas teleoperadoras que
apresentaram alto desgaste e baixo desgaste para analise da
expressividade oral por uma fonoaudióloga especialista. Resultados:
verificou-se alto desgaste em 50% das teleoperadoras, não teve significância
estatística entre a percepção das teleoperadoras e estresse. A teleoperadora
com alto desgaste referiu grande número de problemas de saúde. Quanto à
expressividade oral esta foi positiva, uma vez que apresentou variações
entonacionais, pausas e ênfases adequadas e inflexão contextualizada. A
teleoperadora com baixo desgaste, referiu menos sintomas de problemas de
saúde e quanto a expressividade oral pode ser considerada mais negativa,
por apresentar menos ênfases e frases mais curtas. Conclusão: O estresse
afetou positivamente a expressividade oral da teleoperadora com alto
desgaste e negativa a da teleoperadora com baixo desgaste. Sugere-se
grupos de trabalho e discussão sobre o estresse na empresa, a fim de
aumentar a percepção e auxiliar no desenvolvimento de gerenciamento para
o estresse
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Leitura compartilhada de histórias e a aprendizagem incidental de vocabulário / Shared book reading and the incidental vocabulary learningVaz, Aline Melina 05 February 2015 (has links)
A leitura repetida de uma mesma história favorece a aprendizagem incidental de vocabulário. Possivelmente, um dos processos envolvidos nesta aprendizagem seja o responder por exclusão (seleção de um estímulo indefinido dentre estímulos conhecidos) que pode ocorrer a partir da exposição a palavras indefinidas em contextos naturais diversos, como a leitura de livros. Muitos estudos indicam que o nível de vocabulário prévio da criança interfere na aprendizagem de novas palavras. Além disso, outros processos estão envolvidos neste tipo de aprendizagem, mas ainda não há clareza quanto às variáveis que podem favorecê-la ou dificultá-la. Este trabalho investigou a aprendizagem de novos substantivos em contexto de leitura compartilhada de livro infantil, manipulando a seguinte variável independente: a apresentação ou não da função/utilidade dos referentes (objetos desconhecidos que apareceram nas ilustrações) no contexto da história para crianças de três e sete anos (com desenvolvimento típico). Além disso, foi investigado: a) se as crianças aprenderiam quatro pseudopalavras; b) se as pseudopalavras e seus referentes apresentados na história sustentariam o posterior responder por exclusão na apresentação de uma nova pseudopalavra, e c) se a aprendizagem se mantinha em testes de retenção posteriores. Para tanto, uma história infantil (especialmente elaborada para esta pesquisa) foi lida para 10 crianças de cada grupo etário (3 e 7 anos), para as quais foram apresentadas quatro pseudopalavras (substantivos). Para duas palavras, a história definiu a função dos referentes; para as outras duas palavras, não foi apresentada essa definição. Sondas de Aprendizagem, Exclusão, Nomeação e Descrição da função foram aplicadas logo após a Fase de Leitura e uma semana após, verificando a aprendizagem imediata das pseudopalavras e a consolidação desta aprendizagem. Apenas o grupo de crianças mais velhas respondeu de forma consistente às sondas de exclusão. Os participantes de ambos os grupos demonstraram terem aprendido parcialmente as pseudopalavras apresentadas, desempenho que se manteve uma semana depois. Não foram encontradas diferenças significativas entre as pseudopalavras que haviam sido apresentadas com uma função específica daquelas que não tinham função. Parte das crianças mais velhas descreveu adequadamente a função das pseudopalavras. Pesquisas futuras devem investigar melhor o papel da apresentação da função/utilidade de uma palavra e de outras dicas contextuais neste tipo de aprendizagem. / Reading the same book more than once induces an improvement in the incidental vocabulary learning. One of the vocabulary learning process is denominated responding by exclusion (selection of an undefined stimulus among known stimuli) that may occur incidentally, when undefined words are exposed in natural contexts, such as shared book reading. Many studies indicate that childs prior vocabulary levels interfere in the process of learning a new word. Many processes are involved in vocabulary learning from shared book reading, and a series of variables can affect the learning process positively or negatively. This study investigated the learning of new nouns in the context of shared book reading manipulating the presentation of the function/utility of the referents (unknown objects that appeared in the illustrations) in the context of the story to three and seven years old children (with typical development). Furthermore, this study investigated: a) if children would be able to learn four pseudowords; b) if the pseudowords presented in the story would sustain the subsequent exclusion responding in the presentation of a new pseudoword, and c) if the learning would endure in later retention tests. Therefore, a children\'s story book (especially made for this research) was read to ten children in each age group (3 and 7 years old), in which four pseudowords were presented. Only two of the four words had their referents function explicitly defined in the story while the others did not. Learning probes, Exclusion probes, Nomination and function description probes were applied firstly after the reading phase and also a week later, checking the immediate learning and its consolidation. Only the group of older children responded consistently to the exclusion probes. Participants in both groups showed they have partially learned the pseudowords presented, and the results remained the same a week later. No significant differences were found between the pseudowords that had been presented with a specific function and those which had not, part of the older children properly described the function of the former. Futher researches should investigate more the role of the presentation of the function/utility of a word and other contextual clues in this type of learning.
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Metacontingência, dilema do prisioneiro e cooperação: efeitos da interação verbal e da forma de apresentação da consequência cultural / Metacontingency, prisoners dilemma, and cooperation: effects of verbal interaction and form of cultural consequence presentationSampaio, Angelo Augusto Silva 13 June 2016 (has links)
Em uma metacontingência, respostas de dois ou mais indivíduos interagindo (denominadas um culturante) produzem estímulos (denominados de consequências culturais) capazes de afetar a recorrências daquelas respostas. Resultados de experimentos sobre metacontingência têm sido tratados como demonstrações de um tipo de seleção cultural. Além de sugerir a importância de interações verbais entre participantes, alguns desses experimentos têm empregado tarefas baseadas no dilema do prisioneiro repetido (iterated prisoners dilemma, IPD) interpretando-o, porém, como a programação apenas de contingências operantes. O Experimento 1 avaliou se um IPD com mais de 200 tentativas produziria escolhas cooperativas simultâneas de modo fidedigno e se a interação verbal entre participantes aumentaria a cooperação. 4 quartetos de universitários utilizaram 4 computadores conectados em rede (sem contato visual) e foram expostos a condições com ou sem permissão para usar uma sala de bate-papo pelo computador (chat) em um delineamento de linhas de base múltiplas entre quartetos. Os resultados demonstraram claramente que escolhas cooperativas unânimes podem ocorrer fidedignamente em um IPD e que a interação verbal entre participantes aumenta rapidamente tais escolhas. Esses resultados destacam a semelhança entre estudos sobre IPD e sobre metacontingências, nos quais são programadas consequências para comportamentos inter-relacionados de vários indivíduos. No Experimento 2, uma consequência cultural foi sobreposta às consequências já programadas pelo IPD: os quartetos podiam produzir pontos iguais para todos os participantes (feedback do mercado) contingentes a diferentes números de escolhas cooperativas. Como no Experimento 1, condições nas quais o uso do chat eram ou não permitidos foram arranjadas em um delineamento de linhas de base múltiplas entre quartetos. A interação verbal promoveu rápida e marcadamente a seleção cultural pelo feedback do mercado. Um quarteto apresentou algum controle dos culturantes pelo feedback do mercado antes das interações verbais, mas após o uso do chat a produção das consequências culturais aumentou substancialmente. O Experimento 3 replicou o Experimento 2 apresentando o feedback do mercado da mesma forma que os pontos do IPD, i.e., sem diversos estímulos verbais que sugerem a sua produção pelo quarteto como um todo. A interação verbal promoveu ao menos algum controle das escolhas pelo feedback do mercado em 2 dos 3 quartetos, sugerindo que a forma de apresentação da consequência cultural é irrelevante para os efeitos de uma consequência cultural. Os resultados dos 3 experimentos destacam a importância da interação verbal para a seleção cultural. Além disso, sugerem que um IPD programa uma situação análoga à programada em estudos sobre metacontingência, esclarecendo as diferenças entre os procedimentos empregados no estudo do IPD e de metacontingências e permitindo que avanços em uma área possam ser aproveitados pela outra / In a metacontingency, responses of two or more interacting individuals (a culturant) produce stimuli (called cultural consequences) that affect the recurrence of those responses. Results of metacontingency experiments are said to demonstrate a kind of cultural selection. Besides suggesting the importance of verbal interactions between participants, some of these experiments have used tasks based on the iterated prisoner\'s dilemma (IPD) interpreting it, however, as programming only operant contingencies. Experiment 1 examined whether an IPD with 200-plus trials would produce simultaneous cooperative choices reliably and whether verbal interaction between participants would increase cooperation. 4 quartets of undergraduate and graduate students used 4 networked computers (without visual contact), and were exposed to conditions with or without permission to use the computer chat room in a multiple baseline design between quartets. Results clearly demonstrate that unanimous cooperative choices can occur reliably in an IPD, and that verbal interaction between participants rapidly increases such choices. These results highlight the similarity between IPD and metacontingencies studies, both of which program consequences for inter-related behaviors of many individuals. In Experiment 2, a cultural consequence was superimposed on the consequences already programmed by the IPD: quartets could produce equal points for all participants (market feedback) contingent on different numbers of cooperative choices. As in Experiment 1, we arranged conditions in which chat use were or not allowed in a multiple baseline design between quartets. Verbal interaction quickly and markedly promoted cultural selection by the market feedback. One quartet presented some control of culturants by the market feedback before verbal interactions, but production of cultural consequences increased substantially after using the chat. Experiment 3 replicated Experiment 2 presenting the market feedback the same way that the IPD points, i.e., without several verbal stimuli that suggest its production by the quartet as a whole. Verbal interaction promoted at least some control of the choices by the market feedback in 2 of the 3 quartets, suggesting that the form of cultural consequence presentation is irrelevant for the effects of a cultural consequence. The results of the three experiments highlight the importance of verbal interaction for cultural selection. Furthermore, they suggest that an IPD program a situation analogous to the one employed in metacontingency studies, clarifying differences between procedures used in the study of IPD and of metacontingencies, and allowing advances in one area be employed by another
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Emissão de sequências de baixa probabilidade inicial em esquemas de reforçamento contínuo concorrentes a reforçamento por variação: efeitos de instruções / Emission o low probability sequences in a continuous reinforcement schedule concurrent to reinforcement for variation: effects of instructionsStrapasson, Bruno Ângelo 17 April 2013 (has links)
A variação comportamental coloca o organismo em contato com diferentes contingências, possibilitando o fortalecimento de comportamentos incialmente pouco prováveis. Entretanto, a literatura experimental sobre a aprendizagem de comportamentos de baixa probabilidade inicial influenciada por reforçamento da variação tem encontrado diferenças marcantes entre desempenhos de humanos e não humanos. Dentre as variáveis sugeridas como responsáveis por essas diferenças está o controle verbal pelas instruções fornecidas aos humanos que pode interagir com as contingências em vigor. Foram realizados dois experimentos visando o teste dessa variável. No Exp.1 foi analisado o efeito de instruções para descobrir o que deveria ser feito (ID), comparado ao de instruções mínimas (IM). A tarefa consistiu em sequências de quatro pressões em duas teclas (Q e P) de um computador, sendo a ordem dessas teclas na sequência o que diferenciou as 16 sequências possíveis. Após uma linha de base em que os participantes produziam reforços independente da configuração das sequências emitidas, todos foram expostos a duas contingências concorrentes: FR1 contingente à sequência menos emitida na fase anterior (sequência alvo - SA) ou reforçamento de sequências que variassem entre si dentre as 15 restantes. Dois grupos de estudantes universitários participaram desse experimento. Os participantes de um dos grupos (n=14) foram submetidos à instrução ID e os participantes do outro grupo (n=14) foram submetidos à instrução IM. Cada grupo foi subdividido em dois em função do padrão de variação apresentado na linha de base (alto ou baixo). Nenhuma diferença significante foi encontrada entre os grupos como função das instruções, mas o nível de variabilidade apresentado pelos participantes em linha de base se mostrou um preditor consistente da emissão de SAs. Hipotetizou-se que os reforços dispensados em FR 1 na linha de base poderiam ter fortalecido padrões que se mantiveram na fase seguinte, interferindo no eventual efeito das instruções. Para avaliar essa hipótese, foi realizado um segundo experimento, similar ao anterior, no qual foi excluída a fase de linha de base. Dezoito novos estudantes serviram como participantes sendo divididos em grupos ID e IM. Os resultados mostraram não haver diferenças significantes entre os grupos. Sugere-se que, nas condições testadas, a apresentação de vii instruções que especificam uma tarefa de descobrir a regra (ID) não constitui variável significativa na determinação do desempenho dos participantes humanos. Portanto, essa interpretação não parece ser adequada para justificar as diferenças entre humanos e não humanos submetidos a procedimentos aparentemente similares. São apresentadas sugestões de experimentos que poderão contribuir para o melhor entendimento do papel das variáveis envolvidas nessa diferença entre espécies / The behavioral variation puts the organism in contact with different contingencies, therefore strengthening unlikely behaviors. The experimental literature about learning of behaviors of low initial probability influenced by reinforcement of variation, however, has found striking differences between performances of humans and nonhumans. One of the variables suggested as responsible for these differences is the control by verbal instructions given to humans that can interact with the contingencies in place. Two experiments were conducted in order to test this variable. The Exp.1 analyzed the effect of instructions to \"find out what should be done\" (ID), compared to minimal instructions (IM). The task consisted of four presses sequences on two keyboard keys (P and Q), the order of these key presses in the sequence is what differentiated the 16 possible sequences. After a baseline in which the participants produced reinforcement regardless of the configuration of the sequences emitted, all of them were exposed to two competing contingencies: FR1 contingent to the least emitted sequence in the previous phase (target sequence - TS) or reinforcement for variation among the 15 remaining sequences. Two groups of students participated in this experiment. Participants in one group (n = 14) received instruction ID and participants in the other group (n=14) received instruction IM. Each group was subdivided into other two groups depending on the variation pattern shown at baseline (high or low). No significant differences were found between the groups as a function of the instructions, but the level of variability presented by participants at baseline proved to be a consistent predictor of emitting TSs. It was hypothesized that the reinforcements dispensed in FR 1 over baseline patterns could have strengthened the patterns which remained in the next phase, possibly interfering on the effect of the instructions. To assess this hypothesis, a second experiment, similar to the previous one, was performed in which the baseline phase was excluded. Eighteen new students served as participants and were divided into groups and IM and ID. The results showed no significant differences between groups. It is suggested that, under the conditions tested, the presentation of instructions that specify a task of \"discovering the rule\" (ID) is not a significant variable in determining the performance of human participants. Therefore, this interpretation does not seem adequate to explain the differences between human and nonhuman exposed to apparently similar procedures. Experiments that could ix contribute to a better understanding of the role of the variables involved in this difference between species were suggested
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Emissão de sequências de baixa probabilidade inicial em esquemas de reforçamento contínuo concorrentes a reforçamento por variação: efeitos de instruções / Emission o low probability sequences in a continuous reinforcement schedule concurrent to reinforcement for variation: effects of instructionsBruno Ângelo Strapasson 17 April 2013 (has links)
A variação comportamental coloca o organismo em contato com diferentes contingências, possibilitando o fortalecimento de comportamentos incialmente pouco prováveis. Entretanto, a literatura experimental sobre a aprendizagem de comportamentos de baixa probabilidade inicial influenciada por reforçamento da variação tem encontrado diferenças marcantes entre desempenhos de humanos e não humanos. Dentre as variáveis sugeridas como responsáveis por essas diferenças está o controle verbal pelas instruções fornecidas aos humanos que pode interagir com as contingências em vigor. Foram realizados dois experimentos visando o teste dessa variável. No Exp.1 foi analisado o efeito de instruções para descobrir o que deveria ser feito (ID), comparado ao de instruções mínimas (IM). A tarefa consistiu em sequências de quatro pressões em duas teclas (Q e P) de um computador, sendo a ordem dessas teclas na sequência o que diferenciou as 16 sequências possíveis. Após uma linha de base em que os participantes produziam reforços independente da configuração das sequências emitidas, todos foram expostos a duas contingências concorrentes: FR1 contingente à sequência menos emitida na fase anterior (sequência alvo - SA) ou reforçamento de sequências que variassem entre si dentre as 15 restantes. Dois grupos de estudantes universitários participaram desse experimento. Os participantes de um dos grupos (n=14) foram submetidos à instrução ID e os participantes do outro grupo (n=14) foram submetidos à instrução IM. Cada grupo foi subdividido em dois em função do padrão de variação apresentado na linha de base (alto ou baixo). Nenhuma diferença significante foi encontrada entre os grupos como função das instruções, mas o nível de variabilidade apresentado pelos participantes em linha de base se mostrou um preditor consistente da emissão de SAs. Hipotetizou-se que os reforços dispensados em FR 1 na linha de base poderiam ter fortalecido padrões que se mantiveram na fase seguinte, interferindo no eventual efeito das instruções. Para avaliar essa hipótese, foi realizado um segundo experimento, similar ao anterior, no qual foi excluída a fase de linha de base. Dezoito novos estudantes serviram como participantes sendo divididos em grupos ID e IM. Os resultados mostraram não haver diferenças significantes entre os grupos. Sugere-se que, nas condições testadas, a apresentação de vii instruções que especificam uma tarefa de descobrir a regra (ID) não constitui variável significativa na determinação do desempenho dos participantes humanos. Portanto, essa interpretação não parece ser adequada para justificar as diferenças entre humanos e não humanos submetidos a procedimentos aparentemente similares. São apresentadas sugestões de experimentos que poderão contribuir para o melhor entendimento do papel das variáveis envolvidas nessa diferença entre espécies / The behavioral variation puts the organism in contact with different contingencies, therefore strengthening unlikely behaviors. The experimental literature about learning of behaviors of low initial probability influenced by reinforcement of variation, however, has found striking differences between performances of humans and nonhumans. One of the variables suggested as responsible for these differences is the control by verbal instructions given to humans that can interact with the contingencies in place. Two experiments were conducted in order to test this variable. The Exp.1 analyzed the effect of instructions to \"find out what should be done\" (ID), compared to minimal instructions (IM). The task consisted of four presses sequences on two keyboard keys (P and Q), the order of these key presses in the sequence is what differentiated the 16 possible sequences. After a baseline in which the participants produced reinforcement regardless of the configuration of the sequences emitted, all of them were exposed to two competing contingencies: FR1 contingent to the least emitted sequence in the previous phase (target sequence - TS) or reinforcement for variation among the 15 remaining sequences. Two groups of students participated in this experiment. Participants in one group (n = 14) received instruction ID and participants in the other group (n=14) received instruction IM. Each group was subdivided into other two groups depending on the variation pattern shown at baseline (high or low). No significant differences were found between the groups as a function of the instructions, but the level of variability presented by participants at baseline proved to be a consistent predictor of emitting TSs. It was hypothesized that the reinforcements dispensed in FR 1 over baseline patterns could have strengthened the patterns which remained in the next phase, possibly interfering on the effect of the instructions. To assess this hypothesis, a second experiment, similar to the previous one, was performed in which the baseline phase was excluded. Eighteen new students served as participants and were divided into groups and IM and ID. The results showed no significant differences between groups. It is suggested that, under the conditions tested, the presentation of instructions that specify a task of \"discovering the rule\" (ID) is not a significant variable in determining the performance of human participants. Therefore, this interpretation does not seem adequate to explain the differences between human and nonhuman exposed to apparently similar procedures. Experiments that could ix contribute to a better understanding of the role of the variables involved in this difference between species were suggested
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Metacontingência, dilema do prisioneiro e cooperação: efeitos da interação verbal e da forma de apresentação da consequência cultural / Metacontingency, prisoners dilemma, and cooperation: effects of verbal interaction and form of cultural consequence presentationAngelo Augusto Silva Sampaio 13 June 2016 (has links)
Em uma metacontingência, respostas de dois ou mais indivíduos interagindo (denominadas um culturante) produzem estímulos (denominados de consequências culturais) capazes de afetar a recorrências daquelas respostas. Resultados de experimentos sobre metacontingência têm sido tratados como demonstrações de um tipo de seleção cultural. Além de sugerir a importância de interações verbais entre participantes, alguns desses experimentos têm empregado tarefas baseadas no dilema do prisioneiro repetido (iterated prisoners dilemma, IPD) interpretando-o, porém, como a programação apenas de contingências operantes. O Experimento 1 avaliou se um IPD com mais de 200 tentativas produziria escolhas cooperativas simultâneas de modo fidedigno e se a interação verbal entre participantes aumentaria a cooperação. 4 quartetos de universitários utilizaram 4 computadores conectados em rede (sem contato visual) e foram expostos a condições com ou sem permissão para usar uma sala de bate-papo pelo computador (chat) em um delineamento de linhas de base múltiplas entre quartetos. Os resultados demonstraram claramente que escolhas cooperativas unânimes podem ocorrer fidedignamente em um IPD e que a interação verbal entre participantes aumenta rapidamente tais escolhas. Esses resultados destacam a semelhança entre estudos sobre IPD e sobre metacontingências, nos quais são programadas consequências para comportamentos inter-relacionados de vários indivíduos. No Experimento 2, uma consequência cultural foi sobreposta às consequências já programadas pelo IPD: os quartetos podiam produzir pontos iguais para todos os participantes (feedback do mercado) contingentes a diferentes números de escolhas cooperativas. Como no Experimento 1, condições nas quais o uso do chat eram ou não permitidos foram arranjadas em um delineamento de linhas de base múltiplas entre quartetos. A interação verbal promoveu rápida e marcadamente a seleção cultural pelo feedback do mercado. Um quarteto apresentou algum controle dos culturantes pelo feedback do mercado antes das interações verbais, mas após o uso do chat a produção das consequências culturais aumentou substancialmente. O Experimento 3 replicou o Experimento 2 apresentando o feedback do mercado da mesma forma que os pontos do IPD, i.e., sem diversos estímulos verbais que sugerem a sua produção pelo quarteto como um todo. A interação verbal promoveu ao menos algum controle das escolhas pelo feedback do mercado em 2 dos 3 quartetos, sugerindo que a forma de apresentação da consequência cultural é irrelevante para os efeitos de uma consequência cultural. Os resultados dos 3 experimentos destacam a importância da interação verbal para a seleção cultural. Além disso, sugerem que um IPD programa uma situação análoga à programada em estudos sobre metacontingência, esclarecendo as diferenças entre os procedimentos empregados no estudo do IPD e de metacontingências e permitindo que avanços em uma área possam ser aproveitados pela outra / In a metacontingency, responses of two or more interacting individuals (a culturant) produce stimuli (called cultural consequences) that affect the recurrence of those responses. Results of metacontingency experiments are said to demonstrate a kind of cultural selection. Besides suggesting the importance of verbal interactions between participants, some of these experiments have used tasks based on the iterated prisoner\'s dilemma (IPD) interpreting it, however, as programming only operant contingencies. Experiment 1 examined whether an IPD with 200-plus trials would produce simultaneous cooperative choices reliably and whether verbal interaction between participants would increase cooperation. 4 quartets of undergraduate and graduate students used 4 networked computers (without visual contact), and were exposed to conditions with or without permission to use the computer chat room in a multiple baseline design between quartets. Results clearly demonstrate that unanimous cooperative choices can occur reliably in an IPD, and that verbal interaction between participants rapidly increases such choices. These results highlight the similarity between IPD and metacontingencies studies, both of which program consequences for inter-related behaviors of many individuals. In Experiment 2, a cultural consequence was superimposed on the consequences already programmed by the IPD: quartets could produce equal points for all participants (market feedback) contingent on different numbers of cooperative choices. As in Experiment 1, we arranged conditions in which chat use were or not allowed in a multiple baseline design between quartets. Verbal interaction quickly and markedly promoted cultural selection by the market feedback. One quartet presented some control of culturants by the market feedback before verbal interactions, but production of cultural consequences increased substantially after using the chat. Experiment 3 replicated Experiment 2 presenting the market feedback the same way that the IPD points, i.e., without several verbal stimuli that suggest its production by the quartet as a whole. Verbal interaction promoted at least some control of the choices by the market feedback in 2 of the 3 quartets, suggesting that the form of cultural consequence presentation is irrelevant for the effects of a cultural consequence. The results of the three experiments highlight the importance of verbal interaction for cultural selection. Furthermore, they suggest that an IPD program a situation analogous to the one employed in metacontingency studies, clarifying differences between procedures used in the study of IPD and of metacontingencies, and allowing advances in one area be employed by another
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Efeitos de comportamento verbal metafórico sobre respostas verbais subsequentes / Effects of metaphorical verbal behavior upon subsequent verbal responsesSidinei Fernando Ferreira Rolim 13 April 2015 (has links)
A presente dissertação apresenta um estudo experimental do comportamento verbal metafórico, verificando os efeitos deste fenômeno sobre respostas verbais subsequentes de vinte e cinco participantes universitários de uma universidade pública do Estado de São Paulo. Por meio de situações problemas, foi proposta uma investigação do controle de estímulos presente em tatos metafóricos (fera e vírus) como antecedentes verbais descritos pelo experimentador. Houve distintas condições experimentais para cada tato metafórico que exigiu a emissão de respostas verbais subsequentes de cada participante, após a leitura de um texto informativo. As respostas verbais subsequentes envolveram indicar entre alternativas a melhor para a resolução de problemas fictícios entre medidas preventivas e corretivas e informar a uma pessoa desconhecida sobre o texto informativo lido. O experimento foi arranjado, sob a hipótese de que os participantes tenderiam para medidas preventivas, se lessem o texto informativo com o tato metafórico da violência comparada a um vírus, ou para medidas corretivas, se lessem o texto informativo com o tato metafórico da violência comparada a uma fera. Os participantes, individualmente, foram convidados a realizar o mesmo protocolo de tarefas solicitadas na Linha de Base e na Condição Experimental. Este protocolo envolveu quatro tarefas, a saber (1) leitura de um texto informativo (2) escolha de alternativa preventiva ou corretiva para solução de problemas sociais, como fome na Linha de Base e violência na Condição Experimental, (3) indicação de trecho de controle para realização da tarefa anterior e (4) emissão de comportamento intraverbal, ou seja, contar sobre o texto informativo lido na primeira tarefa para uma pessoa desconhecida, que veria virtualmente. Na Condição Experimental, os participantes de cada grupo tiveram contato com informação apresentada por meio de metáforas distintas (grupo G-I e grupo G-II), sem metáfora (grupo G-III) e com estímulos arbitrários (palavra sem sentidos) comparados a metáforas distintas (grupo G-IV e grupo GV). Em todas as condições experimentais, houve avaliação do comportamento do participante como falante e ouvinte de seu próprio comportamento verbal. O experimento trouxe dados instigantes entre os grupos experimentais, visto que os participantes do grupo (a) G-I replicaram os dados de estudos anteriores em apenas 20% das respostas dos participantes, (b) G-II mantiveram controle verbal em 80% das respostas verbais subsequentes, ao assinalarem por medidas preventivas diante da metáfora vírus, (c) G-III mostrou uma prevalência dos participantes por medidas preventivas, visto que todos responderam por esta alternativa, (d) G-IV replicaram os dados de pesquisas anteriores mantendo uma relação entre o tato metafórico fera para 60% respostas verbais subsequentes com medidas corretivas, enquanto que (e) G-V estabeleceram o controle verbal metafórico sobre 100% das respostas verbais subsequentes com medidas preventivas. Na discussão de dados, são tecidas considerações acerca do desempenho dos participantes por grupo ressaltando (1) história de vida e história experimental, (2) contextos atuais e culturais presentes na vida dos participantes, (3) estabelecimento do controle de estímulos pelo tato metafórico, (4) comparativos entre os grupos, entre outras variáveis relevantes. Os achados do presente estudo são curiosos para a temática e mostra a pertinência de novos estudos no campo experimental para a temática / This work presents an experimental study of the metaphorical verbal behavior by checking the effects of this phenomenon on subsequent verbal responses. Twenty-five college student from a public university in the state of São Paulo were participants. Through problem situations, it was proposed an investigation of the stimulus control of metaphorical tact (\"beast\" and \"virus\") as verbal history described by the experimenter. There were different experimental conditions for each metaphorical tact which required a subsequent verbal responses of each participant, after reading an informational text. Subsequent verbal responses were: the participants indicated among the best alternatives for resolving problems between fictitious preventive and corrective measures and the participants reported to an unknown person about the text that the participants read. The experiment had the hypothesis that participants tend to give preventive measures, when read the text with the metaphorical tact of \"violence\" compared to a \"virus\" or corrective measures, if they read the information text with tact metaphorical of \"violence\" compared to a \"beast\". The individual participants were asked to perform the same protocol tasks requested in the Baseline and Experimental Condition. This protocol had four tasks, namely (1) reading informational text (2) choosing between preventive or corrective alternative to solve social problems such as hunger in the Baseline and violence in Experimental Condition, (3) showing control on the responses of previous tasks and (4) intraverbal behavior, that is, telling about the informational text read in the first task for an unknown person, which showed up virtually. In the Experimental Condition, participants in each group had contact with informational text presented through different metaphors (G-I and G-II groups), without metaphor (G-III group) and arbitrary stimuli (words without meanings) compared to different metaphors (G-IV and GV groups). In all experimental conditions, there was participant\'s performance evaluation as speaker and listener of his own verbal behavior. The experiment brought compelling data between the experimental groups, as members of the group (a) G-I replicated data from previous studies in only 20% of participants\' responses, (b) G-II remained verbal control in 80% of verbal responses subsequent, by pointing by preventive options before the \"virus\" metaphor (c) G-III showed a prevalence of participants with preventive options, since all accounted for this alternative, (d) G-IV confirmed the previous survey data keeping a relationship between the \"beast\" metaphorical tact and 60% subsequent verbal responses with corrective options, while (e) G-V established the metaphorical verbal control over 100% of subsequent verbal responses with preventive measures. In the data discussion, it was emphasize (1) life history and experimental history, (2) current and cultural contexts present in the lives of the participants, (3) stimulus control of metaphorical tact, (4) comparison between groups, and other relevant variables. The findings of present study are curious and inspires more studies in the experimental field of the theme
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Comparação entre procedimentos baseados em seleção de estímulos e topografia de respostas no aprendizado de tatos em crianças diagnosticadas com TEA / Comparison between procedures based on Stimuli Selection and Response Topography in tacts training for children with ASDMarcelo Cabral de Souza 05 September 2016 (has links)
Há ainda resultados controversos na literatura indicando a superioridade ou não do procedimento de seleção de estímulos em relação ao de emissão de diferentes topografias de respostas no ensino de comportamento verbal para indivíduos não verbais ou com repertório verbal limitado. Os resultados dos estudos publicados anteriormente, por possuírem dados conflitantes em diferentes populações com atraso no desenvolvimento, parecem não ser generalizáveis. O estudo teve por objetivo realizar comparações entre os dois procedimentos, em que diferentes tatos foram treinados, buscando com isso, caracterizar o procedimento que produzisse a) menor quantidade de respostas necessárias para atingir critério de aprendizagem e b) menor número de erros e c) maior número de respostas corretas no pós-teste de simetria. No presente estudo foram empregados três participantes, com idades entre três e treze anos, diagnosticados com o transtorno do espectro autista, sem outras comorbidades psiquiátricas. Para o estudo foram criadas duas condições experimentais divididas em duas fases cada, duas para Seleção de Estímulos e duas para Topografia de Respostas e cada uma das fases se utilizou de conjuntos de estímulos (um objeto, um símbolo não familiar e um sinal de linguagem de sinais) especialmente desenvolvidos para o estudo. A primeira condição foi a de resposta baseada em Topografia, em que o participante é exposto a um objeto e o experimentador pergunta o que é isso? . A criança tem até cinco segundos para fazer o sinal de língua de sinais arbitrária correspondente ao estímulo. A segunda condição foi a de resposta baseada em seleção de estímulos ( tais condições foram invertidas na Fase 2). O experimentador apresentava um objeto e a criança tinha até cinco segundos para apontar o símbolo não familiar correspondente, que era randomizado com outros dois estímulos arbitrários. A randomização foi produzida por sorteio dos conjuntos de estímulos e a posição dos mesmos foi alterada em posição e ordem de apresentação. Após a aplicação de C1 e C2 na fase 1 e aplicação de C2-C1 na fase 2, foi aplicado um pós-teste de simetria para os tatos treinados. Os resultados apontam que apesar de haver vantagem no procedimento baseado em Topografias de Respostas, pode haver um efeito de ordem significativo e que a direção de aplicação dos procedimentos não apresenta diferenças significativas entre si. Tais achados parecem coadunar com as ideias de Shaffer (1993) que defende a busca de métodos individualizados de acordo com os repertórios particulares de cada aluno e a união de procedimentos deve ser adotada como principal estratégia de ensino para crianças com TEA / There still are controversies in the literature regarding the superiority or not of the Selection Based procedure as compared to Topography Based in verbal behavior teaching for nonverbal individuals or individuals with limited verbal repertoire. The results of previously published studies, having conflicting data in different populations with developmental delay, do not seem to be generalizable. The study aimed to make comparisons between the two procedures in which different tacts were trained, seeking thereby to characterize the procedure that produced a) lower number of responses needed to meet criteria for learning, b) fewer errors and c) higher number of correct answers in symmetry posttest. The present study employed three participants, aged between three and thirteen, diagnosed with autism spectrum disorder without other psychiatric comorbidities. For the study were created two experimental conditions divided into two stages each, two for Stimuli Selection and two for Responses Topography. Each phase used stimuli sets (an object, an unfamiliar symbol and a speech signal signals) specially developed for the study. The first condition was the topography based response, in which the participant is exposed to an object and the experimenter asks \"what is this? \". The child had up to five seconds to make the arbitrary language sign corresponding to the stimulus. The second condition was a response based on stimuli selection (such conditions are reversed in phase 2). The experimenter had an object and the child had up to five seconds to point the corresponding unfamiliar symbol, which was randomized with two other arbitrary stimuli. Randomization was produced by drawing of the sets of stimuli and the position thereof was changed in position and presentation order. After application of C1 and C2 in phase 1 and applying C1-C2 in step 2, a symmetry post-test for trained tacts was applied. The results show that although the Topography Based procedure has its advantages, there may be a significant order effect. Also, the direction of application of the procedures does not show significant differences. These findings appear to be consistent with the ideas of Shaffer (1993) who argues for the pursuit of methods customized to the particular repertoires of each student and that a unification of procedures should be adopted as the main teaching strategy for children with ASD
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