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Satisfação com os cuidados perinatais e tipo de parto de adolescentes da zona urbana da cidade de PelotasGarcia, Rodrigo Ferreira 10 December 2013 (has links)
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Previous issue date: 2013-12-10 / PURPOSE: This descriptive study to determine factors influencing the perception of adolescents with perinatal care, type of delivery and choice of future procedures. METHODS: Cross-sectional study nested in a cohort study conducted in the city of Pelotas included 481 pregnant teenagers up to 19 years. Frequency analysis of the independent variables (age, skin color, social class, education, living with a partner and perform pre-natal) and perception of perinatal care (satisfaction with the type of delivery) were made eight variables were listed (birth to term, baby with syndrome or problem at birth, type of delivery, pain, satisfaction with health care professionals, control of the situation, or would recommend the procedure and required ICU) which were compared with the type of delivery. RESULTS: It was found that 49,1% (235) of the babies were delivered vaginally and 50,9% (244) by caesarean section. 77,3% (368) of the adolescents showed themselves satisfied with the quality of care provided by health professionals during childbirth, the greatest degree of dissatisfaction was those who underwent cesarean delivery (67,9%). The pain was experienced intensely by 43,7% (209) of adolescents, reported not having felt pain was higher among those who underwent cesarean delivery (71,2%). About how much control of the situation felt 35,3% (159) felt inserted in the process, with no significant difference between the different types of delivery. Recommend or repeat the same procedure experienced 45,9 % (213) of the adolescents, and of these 65,3% (139) underwent vaginal delivery and 34,7% (74) C-section. CONCLUSION: Although the percentage of pain sensation in pregnant adolescents who underwent vaginal delivery was higher than in those who underwent cesarean delivery, most of these proved to be satisfied with the quality of the care and recommend and/or do the same procedure on future / OBJETIVO: Estudo descritivo para determinar fatores capazes de influenciar a percepção de adolescentes com o atendimento perinatal, tipo de parto e a escolha de futuros procedimentos. MÉTODOS: estudo transversal aninhado em um estudo de coorte, realizado na cidade de Pelotas-RS, incluiu 481 gestantes adolescentes com até 19 anos. Foram feitas análises de frequência das variáveis independentes (idade, cor da pele, classe social, escolaridade, morar com companheiro e realizar pré-natal) e para percepção do atendimento perinatal (satisfação com o tipo de parto) foram elencadas oito variáveis (nascimento a termo, bebê com síndrome ou problema ao nascer, tipo de parto, dor, satisfação de cuidados com os profissionais de saúde, controle da situação, recomendaria ou faria o procedimento e precisou de UTI) as quais foram comparadas com o tipo de parto. RESULTADOS: foi constatado que 49,1% (235) dos partos foram realizados por via vaginal e 50,9% (244) por cesariana. 77,3% (368) das adolescentes se mostravam satisfeitas com a qualidade dos cuidados prestados pelos profissionais de saúde durante o parto, o maior grau de insatisfação foi daquelas que realizaram parto cesariano (67,9%). A dor foi vivenciada de forma intensa por 43,7% (209) das adolescentes, o relato de não ter sentido dor foi maior naquelas que realizaram parto cesariano (71,2%).Sobre o quanto sentiu controle da situação 35,3% (159) sentiram-se inseridas no processo, não havendo diferença significativa entre os diferentes tipos de parto.Recomendariam ou repetiriam o mesmo procedimento vivenciado 45,9% (213) das adolescentes, sendo que destas 65,3% (139) realizaram parto por via vaginal e 34,7% (74) cesariana.CONCLUSÃO: Embora o percentual de sensação de dor nas gestantes adolescentes que realizaram parto normal tenha sido maior do que naquelas que realizaram parto cesariano, a maioria destas se mostrou satisfeita com a qualidade dos cuidados dos profissionais e recomendaria e/ou faria o mesmo procedimento no futuro
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Análise dos diagnósticos e distribuição nos níveis de atenção à saúde da mulher / Diagnosis analysis and distribution in women\'s healthcare levelsSilva, Adna Thaysa Marcial da 18 September 2018 (has links)
Introdução: O atendimento à saúde da mulher no Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido realizado nos diferentes níveis de atenção à saúde e a abordagem terapêutica das principais doenças ginecológicas não oncológicas dependem das características dos equipamentos disponíveis nas redes de atenção à saúde do SUS. A associação entre diagnósticos ginecológicos e sua distribuição nos setores de saúde proporcionam benefícios no campo da prevenção e promoção das doenças, na educação médica e interdisciplinar, além de racionalização de recursos de acordo com o nível de complexidade assistencial. Objetivo: Avaliar a correlação dos diagnósticos não oncológicos em saúde de mulheres referenciadas e sua distribuição nos níveis de atenção à saúde. Método: Trata-se de estudo transversal e analítico a partir de 428 prontuários de mulheres atendidas em Ambulatório Universitário de Saúde da Mulher, de referência em ginecologia e de treinamento para Residentes de Medicina de Família e Comunidade, São Paulo - Brasil, entre 2012 - 2014. Foram descritas informações clínico demográficas, diagnósticos ginecológicos (Classificação Internacional das Doenças - 10a versão) e distribuição dos serviços de saúde (primário, secundário e terciário). Na análise estatística, foram descritas medidas de tendência central e dispersão. O teste Qui-quadrado foi utilizado para variáveis qualitativas e Risco Relativo Bruto para a proporção de diagnóstico de ginecologia em relação à distribuição de setores de saúde e intervalo de confiança de 95. Resultados: Verificou-se que as mulheres tinham idade entre 13 a 94 anos, eram provenientes principalmente da UBS Jardim São Jorge 39,72% (n = 170), com mediana etária da menarca de 13 anos (Intervalo interquartil 12 a 14 anos), início da atividade sexual aos 18 anos (Intervalo interquartil 16 a 20 anos) e menopausa aos 50 anos (Intervalo interquartil 45 a 53 anos). Em relação à presença de doenças concomitantes, 17,78% (n = 72) apresentaram duas ou mais morbidades associadas. Os principais diagnósticos não oncológicos observados na população total do estudo foram os transtornos não inflamatórios do trato genital feminino 70,10% (n = 300) e as doenças do aparelho urinário 18,22% (n= 78). As chances de ter doenças da mama e transtornos não inflamatórios do trato genital feminino durante o período reprodutivo correspondem a 3,61 (IC 1,00-16,29) e 2,56 vezes (IC 1,00-4,16) maior, respectivamente, do que a chance de ter essa doença no período não reprodutivo (p < 0,001). Conclusão: Os principais diagnósticos não oncológicos em ginecologia são transtornos não inflamatórios do trato genital feminino (N80-99) e doenças do aparelho urinário (N30-N39). Doenças do aparelho urinário (N30-N39), exame geral, contracepção e procriação (Z00-31) foram os diagnósticos que permaneceram entre os setores primário e secundário / Introduction: Women\'s healthcare in Unified Health System (SUS) has been performed in different levels of healthcare, and the therapeutic approach of the main non-oncological gynecological diseases depend on the equipment characteristics available in SUS healthcare networks. The association between gynecological diagnoses and their distribution in health sectors provides benefits in prevention and promotion diseases area, in medical and interdisciplinary education, and rationalization of resources according to the level of care complexity. Objective: To assess the correlation of non-oncological diagnoses in health of referenced women and their distribution in healthcare levels. Methods: This is a cross-sectional and analytical study based on 428 medical records of women attending a University Outpatient Clinic for Women\'s Health, a reference in gynecology and training for Residents of Family and Community Medicine, São Paulo, Brazil, from 2012 to 2014. Clinical-demographic data, gynecological diagnoses (International Classification of Diseases - 10th version) and distribution of health services (primary, secondary and tertiary) have been described. In statistical analysis, measures of central tendency and dispersion were described. The Chi-square test was used for qualitative variables and Gross Relative Risk for the proportion of gynecological diagnosis in relation to the distribution of health sectors and confidence interval of 95%. Results: It was verified that 13 to 94 years old women, mainly from UBS Jardim São Jorge, 39.72% (n = 170) with median age of menarche of 13 years old (interquartile range 12 to 14 years old), sexual onset at 18 years old (interquartile Interval 16 to 20 years old) and menopause at 50 years old (interquartile Interval 45 to 53 years old). Regarding the presence of concomitant diseases, 17.78% (n = 72) had two or more associated morbidities. The main non-oncological diagnoses observed in the total study population were non-inflammatory disorders of female genital tract, 70.10% (n = 300), and urinary tract diseases, 18.22% (n = 78). The chances of breast diseases and non-inflammatory disorders of female genital tract during the reproductive period correspond to 3.61 (CI 1.00-16.29) and 2.56 times (CI 1.00-4.16) higher, respectively than the chance of disease in the non-reproductive period (p < 0.001). Conclusion: The main non-oncological diagnoses in gynecology are non-inflammatory disorders of female genital tract (N80-99) and diseases of urinary tract (N30-N39). Urinary tract diseases (N30-N39), general examination, contraception and procreation (Z00-31) were the diagnoses that remained between the primary and secondary sectors
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Perfil de mães adolescentes de São José do Rio Preto e cuidados na assistência pré-natal.Faria, Denise Gonzales Stellutti de 27 June 2007 (has links)
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Previous issue date: 2007-06-27 / The growing index of pregnancy in adolescence represents a social and public health issue for Brazil as well as for other countries, due to the organic, psychological and social consequences that pregnancy accounts for this age group. Studies have been showing that the pregnant adolescents begin prenatal care later, and they receive them in a smaller number when compared to the twenty year-old women or over. The quality of the prenatal influences directly on the results of the pregnancy among adolescents. This study aims to: identify the sociodemographic profile and cares in the prenatal care of adolescent mothers assisted by SUS; know the characteristics of the sexual and reproductive life, identify the characteristics of the prenatal and childbirth type, describe the type of orientations received in the prenatal care and evaluate the perinatal outcome according to low weight, prematurity and Apgar. In this descriptive study, 84 adolescent mothers with childbirth between 01/10/2004 to 01/12/2004 were interviewed. The results were: 96.4% in the age group between 15 to 19 years; 73.8% lived with a partner; 65% received up to three minimum wages; 79.3% had never worked; 52.4% were enrolled at a school when they became pregnant. The mean age of the first sexual relationship was 15 years; 64.3% reported the use of contraceptive method; only 9.5% used it when they became pregnant; 100% of the adolescents received prenatal care; 58.5% began in the first quarter of pregnancy; 84.6% had six to twelve consultations; 83.3% were primiparas and 83.3% had not planned their pregnancy. The following complications were observed during pregnancy in the mothers: 44% anemia; 35.7% urinary infection; 14.3% vaginal bleeding;14.2% high blood pressure; 2.4% gestational diabetes and 1.2% eclampsia. Caesarian childbirth was performed in 61.9%. Regarding the orientation type received in the prenatal care; 85.7% of the adolescents received orientation for not taking use of medication without medical prescription; 73.8% for not using drugs; 72.6% the damages of smoking and alcoholic drink; 70.2% in relation to the feeding type in the gestation; 54.8% on the cares with the teeth; 72.6% on the signs of the labor beginning; 60.7% the childbirth types; 76.2% on the importance of the maternal breastfeeding; 17.9% the baby's bath and 18.3% on the umbilical cord. According to the newborns: 6% had low weight; 6% were premature; Apgar was superior to 8 in 86.9% of the cases in the first minute, and 95.1% in the fifth minute. In this group of adolescents, appropriate prenatal care (the beginning in the first quarter and minimum number of six consultations) allowed good results, in spite of the mothers' age to be associated with risk pregnancies. The percentage of complications in the newborns was low. / O índice crescente de gravidez na adolescência representa um problema social e de saúde pública para o Brasil, assim como para outros países, devido às repercussões orgânicas, psicológicas e sociais que a gravidez acarreta nesta faixa etária. Estudos têm mostrado que as adolescentes grávidas iniciam o pré-natal mais tardiamente e o fazem em menor número quando comparadas às mulheres de vinte anos ou mais. A qualidade da assistência pré-natal tem influência direta sobre os resultados da gravidez entre adolescentes. Este estudo teve como objetivos: identificar o perfil sócio-demográfico e cuidados na assistência pré-natal de mães adolescentes atendidas pelo SUS; conhecer as características da vida sexual e reprodutiva, identificar as características do pré-natal e tipo de parto, descrever o tipo de orientações recebidas no pré-natal e avaliar os resultados perinatais quanto ao baixo peso, prematuridade e Apgar. Trata-se de um estudo descritivo, em que foram entrevistadas 84 mães adolescentes com parto entre 01/10/2004 a 01/12/2004. Os resultados encontrados foram: 96,4% na faixa etária de 15 a 19 anos; 73,8% viviam com o companheiro; 65% recebiam até três salários mínimos; 79,3% nunca tinham trabalhado; 52,4% estavam matriculadas na escola quando engravidaram. A média de idade da primeira relação sexual foi de 15 anos; 64,3% disseram fazer uso de método contraceptivo; apenas 9,5% usavam quando engravidaram; 100% das adolescentes fizeram pré-natal; 58,5% iniciaram no primeiro trimestre de gravidez; 84,6% fizeram de seis a doze consultas; 83,3% eram primíparas e 83,3% não planejaram a gravidez. Durante a gravidez, observou-se as seguintes complicações nas mães: 44% de anemia; 35,7% infecção urinária; 14,3% sangramento vaginal;14,2% pressão alta; 2,4% diabetes gestacional e 1,2% eclampsia. Parto cesárea foi feito em 61,9%. Em relação ao tipo de orientação recebida no pré-natal, 85,7% das adolescentes receberam orientação para não fazer uso de medicação sem ordem médica; 73,8% para não fazer uso de drogas; 72,6% quanto aos prejuízos do fumo e bebida alcoólica; 70,2% em relação ao tipo de alimentação na gestação; 54,8% sobre os cuidados com os dentes; 72,6% sobre os sinais do início do trabalho de parto; 60,7% quanto aos tipos de parto; 76,2% sobre a importância do aleitamento materno; 17,9% quanto ao banho do bebê e 18,3% sobre o curativo do umbigo. Encontrou-se 6% de recém-nascidos de baixo peso; 6% recém-nascidos prematuros; o Apgar foi superior a 8 em 86,9% dos casos no primeiro minuto e 95,1 % no quinto minuto. Neste grupo de adolescentes, assistência pré-natal adequada (início no primeiro trimestre e número mínimo de seis consultas) permitiu bons resultados, apesar da idade das mães estar associada com gravidezes de risco. A porcentagem de complicações no recém-nascido foi baixa.
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Pesquisa de Streptococcus Agalactiae em gestantes residentes em Belém-ParáRIBEIRO, Kleber Dias 12 December 2003 (has links)
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Previous issue date: 2003 / Na infecção por Streptococcus agalactiae são reconhecidas duas formas neonatais, a de início precoce, cujo quadro clínico é caracterizado por bacteremia com envolvimento pulmonar, meningite é a manifestação clínica predominante. Considerando-se a gravidade da patologia, o desconhecimento da incidência desta bactéria em gestantes residentes na região Norte do Brasil e a importância do seu diagnóstico em exames pré-natais, é fundamental a determinação da ocorrência dos estreptococos do B neste referido grupo populacional. Portanto, este estudo objetivou a realização do diagnóstico laboratorial de Streptococcus agalactiae no trato genital feminino de gestantes, no último trimestre de gestação, determinando a incidência e alertando sobre a importância do diagnóstico no exame pré-natal. O estudo foi realizado no período de fevereiro a agosto de 2002, em 50 gestantes voluntárias residentes e domiciliadas na cidade de Belém-Pará, procedentes do setor de Tocoginecologia da Universidade Federal do Pará, e a identificação da bactéria foi realizada através da bacterioscopia e da cultura do conteúdo vaginal. Das 50 gestantes estudadas, sete (14 %) apresentavam cultura positiva para Streptococcus agalactiae. Destas, duas (28,6 %) eram primigestas e cinco (71,4 %) secundigestas. Os resultados obtidos indicaram a presença significativa da bactéria, indicando a necessidade da adoção de medidas profiláticas da infecção por este agente, devido às altas taxas de morbidade e mortalidade associadas ao estreptococo do grupo B. / In the Steptococus agalactiaie infections in newly born two forms are recognized, that of precocious beginning, whose clinical picture is characterized by bacteremia with lung involvement, meningitis, septic shock and neutropenia, and the of late beginning, where the bacteremia associated to the meningitis is the predominant clinical manifestation. Being considered the gravity of the pathology, the absence of information about the incidence of this bacterium in resident pregnant women in the north area of Brazil and the importance of diagnosis, is fundamental the determination of the occurrence of the estreptococos of the group B in this population. Therefore, this study aimed the laboratorial diagnosis of streptocuccus agalactiae in the pregnant women feminine genital treat, in the last quarter of gestation, determining the incidence and alerting about the importance of the diagnosis in the prenatal exam. This study was realized in the period of February to August of 2002, in 50 pregnant women resident and domiciled in the city of Belem-Para, coming from the section of gynecology of the Federal University of Para. The bacteria identification carry out through the bacterioscopy and culture of the vaginal contents. Of the 50 studied pregnant women, seven (14%) presented positive culture for Streptococcus agalactiae. Of these, two (28,6%) were first gestation and five (71,4%) second gestation. This results to indication the significant presence of the bacterium, indicating the need of the adoption procedures for prevention of the infection by this agent, due the high index morbidade and mortality associated to the estreptococo of the group B.
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Estudo da frequência das neoplasias intra-epiteliais cervicais em mulheres portadoras do vírus da imunodeficiência humana / Frequency study of cervical squamous intraepithelial lesions in HIV-Infected womenAZEVEDO, Valéria Nascimento da Gama January 2003 (has links)
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Previous issue date: 2003 / Dentre as manifestações ginecológicas mais importantes nas mulheres soropositivas para o HIV, estão o câncer do colo uterino e as neoplasias intra-epiteliais cervicais que lhe são as lesões precurssoras. Neste estudo foram analisadas 36 mulheres soropositivas para o vírus da imunodeficiência humana e 54 soro negativas, com a finalidade de analisar a freqüência de lesões precursoras do câncer uterino cervical. Todas as pacientes foram submetidas ao exame clínico ginecológico, colheita de colpocitologia cérvico-vaginal, colposcopia e à biópsia genital quando o exame colposcópico revelava achados anormais. Nas pacientes soropositivas foram quantificados os linfócitos com receptores CD4 e verificado a aderência ao esquema antiretroviral. Os resultados demonstraram que a freqüência das neoplasias intra-epiteliais cervicais foi semelhante nos dois grupos estudados. Observamos ainda que a maioria das pacientes soropositivas apresentavam contagem de CD4 acima de 200 células / mm3, ou seja eram consideradas imunocompetentes. E que trinta e três pacientes das trinta e seis estudadas eram aderentes ao esquema antiretroviral. Concluímos que as mulheres HIV soropositivas consideradas imunocompetentes e em uso de antiretrovirais apresentaram freqüência de neoplasias intraepiteliais cervico-uterinas semelhantes às mulheres soro negativas incluídas neste estudo. Observamos, ainda, que o HPV é importante cofator no desenvolvimento das neoplasias intra-epiteliais cervicais. / Cervical cancer and its prescursor lesions are the most important gynecologic manifestations of human immunodeficiency virus infection. Thirty six women infected with human immunodeficiency vírus (HIV) and fifty four uninfected were studied to evaluate the frequency by cervical squamous intraepithelial lesions (SILs), the precursors to invasive cervical cancer. All pacients were interviewed and had a gynecologic examination including Papanicolaou (Pap) test and colposcopy. Biopsies were done on colpocopic abnormalities. The CD4 cell levels were assessed in HIV infected women and we asked about use of antiretrovíral therapy on incidence of SILs, and almost all them used the drugs. The results showed that the frequency of SILs was similar in the two groups. The most of infected women had CD4 levels over than 200 cells/mm3. They were considered immunocompetent. And thirty three women trom thirty six used antiretroviral therapy. In our study the women infected with human immunodeficiency virus, using antiretroviral therapy, with immunocompetent status, had the same frequency of SILs observed on uninfected women.
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Profilaxia e evolução clínica de gestantes com síndrome dos anticorpos antifosfolipídeos.Franco, Lígia Cosentino Junqueira 14 April 2005 (has links)
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Previous issue date: 2005-04-14 / Antiphospholipid antibody syndrome is considered to be one of the principal causes of miscarriages. The objective of this study was to evaluate and compare with literature prophylaxis against miscarriages utilizing low doses of heparin and aspirin with emphasis on the clinical complications of the syndrome. In a prospective study, 34 gestations of women with histories of multiple miscarriages and positive levels of antiphospholipid antibodies were studied in the period from April 1998 to July 2004. These patients were compared with a control group of 40 gestations of women without history of miscarriages. Complications such as hypertensive disease in pregnancy, fetal growth restriction, oligohydramnios, premature separation of the placenta, prematurity and miscarriages were investigated. Serologic tests for anticardiolipin antibodies and lupus anticoagulant were also performed for all the women who had suffered from miscarriages. Diagnosis of anticardiolipin antibodies was achieved using the ELISA test. Investigation of the lupus anticoagulants was made by the partial activated thromboplastin time. Women with positive antiphospholipid antibodies were submitted to prophylactic treatment during the gestation using low doses of acetylsalicylic acid (100 mg/day) associated with low doses of subcutaneous heparin (5,000 IU twice daily). Statistical analysis was made using percentages, the Fisher exact test and the non-paired t-test. An alpha error of 0.05 was considered acceptable. The age range of the study group was from 17 to 41 years old and of the control group the ages varied from 18 to 36 years old. Three miscarriages (8.8%) occurred in the study group and none in the control group. Hypertensive disease specifically related to pregnancy, oligohydramnios and separation of the placenta were not associated to these antibodies. However, there was a correlation between the antibodies and intrauterine growth restriction, low birth weights and prematurity. In conclusion, prophylaxis is efficient in the prevention of miscarriages, however it does not prevent against low birth weights, prematurity and intrauterine growth restriction. / A síndrome dos anticorpos antifosfolipídeos é considerada umas das principais causas de aborto. Os objetivos do estudo foram avaliar a eficácia da profilaxia de perda fetal, comparando com a literatura, e avaliar as complicações obstétricas de gestantes com SAAF que utilizaram a profilaxia com heparina e a aspirina em baixas doses. Foram avaliadas em estudo prospectivo e aleatório, no período de abril de 1998 ajulho de 2004, 34 gestações de mulheres com história pregressa de perdas fetais e positividade para os anticorpos antifosfolipídeos. Foi comparado com um grupo controle, também prospectivo e aleatório, de 40 gestações de mulheres sem história pregressa de perdas gestacionais. Investigaram-se complicações como doença hipertensiva, restrição de crescimento fetal, oligoâmnio, descolamento prematuro de placenta, prematuridade e aborto. Os testes sorológicos para os anticorpos anticardiolipina e o anticoagulante lúpico foram realizados em todas as mulheres com história pregressa de perda fetal. O diagnóstico dos anticorpos anticardiolipina foi realizado pelo teste ELISA. A investigação do anticorpo anticoagulante lúpico foi feito com o tempo de tromboplastina parcial ativado. As mulheres portadoras de anticorpos antifosfolipídeos fizeram tratamento profilático durante a gestação com baixas doses de ácido acetilsalicílico (1 00mg/dia) associado a baixas doses de heparina subcutânea (5.000 U duas vezes ao dia). Os dados foram expressos em forma de percentagem (freqüência), e os testes estatísticos utilizados foram o teste exato de Fisher e teste t não pareado, admitindo-se um erro alfa de 5%. A faixa etária do grupo estudado variou entre 17 e 41 anos e a do grupo controle entre de 18 a 36 anos. Ocorreram três perdas gestacionais (8,8%) no grupo de estudo e nenhuma no grupo controle. A Restrição de Crescimento Intrauterino, o baixo peso dos Recém-nascidos e prematuridade foram relacionados (p <0,05).
Nota de Resumo Conclui-se que a profilaxia foi eficaz na prevenção do aborto, porém não preveniu o baixo peso, a prematuridade e a restrição de crescimento intra-uterino. Não foram observadas as associaçoes destes anticorpos com a Doença Hipertensiva Específica da Gestação, o Descolamento Prematuro da Placenta e o oligoâmnio (p < 0,05), porém observa-se uma tendência ao oligoâmnio, o que seria mais bem avaliado com um estudo com maior número de gestantes.
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Qualidade da imagem nas pacientes com suspeita de Endometriose infiltrada profunda : comparação entre a ultrassonografia transvaginal antes e após a realização do preparo retal / Picture quality in patients with suspected deep endometriosis infiltrating : comparison transvaginal ultrasonography before and after performing the rectal preparationJuliana Vieira de Mendonça 25 July 2011 (has links)
Comparar a qualidade da imagem entre a ultrassonografia transvaginal sem preparo intestinal e após preparo intestinal nas pacientes com suspeita de endometriose infiltrativa profunda do compartimento posterior e avaliar do grau de desconforto das pacientes em relação ao preparo intestinal. Estudo transversal com dados coletados prospectivamente, incluindo 39 pacientes com suspeita clínica de endometriose do compartimento posterior do ambulatório de Endometriose do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), no Rio de Janeiro. As pacientes foram submetidas à ultrassonografia transvaginal (USTVG) sem preparo intestinal prévio, seguido de nova USTVG uma hora após realização do enema retal. Os vídeos dos exames gravados foram editados, com ênfase na avaliação do compartimento posterior, com interesse na identificação do nódulo retrocervical e do retossigmóide. Foram graduados conforme a qualidade da imagem pelo examinador e por um radiologista (ambos mascarados), que marcaram uma nota de 0 a 10, usando a escala analógica visual. Restaram apenas 26 pacientes. Em relação ao desconforto devido a realização do enema retal, todas pacientes (100%) relataram apenas um desconforto discreto. Conforme a opção escolhida pelos avaliadores em relação ao melhor método, eles concordaram em 13 (50%) pacientes que a ultrassonografia transvaginal com preparo retal é melhor. Foi usado o teste não-paramétrico de Wilcoxon para amostras dependentes. O p-valor obtido foi de 0.042, considerado significativo (abaixo de 0.05). Isto significa que a realização do enema retal antes da realização da ultrassonografia transvaginal proporcionou uma qualidade melhor na avaliação dos nódulos. A diferença entre as avaliações com e sem preparo retal é maior nos nódulos menores que 2cm, porque encontramos a diferença de 1,1 entre os valores das medianas dos dois tipos de exames. Nos nódulos maiores que 2cm, a diferença encontrada foi de apenas 0,65. A realização do enema retal previamente à realização da ultrassonografia transvaginal no diagnóstico do nódulo endometriótico mostra uma melhora discretamente significativa na qualidade da imagem, comparativamente a não realização de preparo intestinal prévio. Somente nos casos onde o nódulo era menor que 2 cm, foram encontrados valores estatisticamente significativos com o preparo retal. O enema retal causa discreto desconforto, porém isto não parece ser um fator limitante na realização da ultrassonografia com preparo intestinal. / To compare image quality between the transvaginal ultrasound without bowel preparation and after bowel preparation in patients with suspected deep infiltrating endometriosis of the posterior compartment and evaluate the degree of discomfort of patients in relation to bowel preparation. Cross sectional data collected prospectively, including 39 patients with clinical suspicion of endometriosis of the posterior compartment of the endometriosis clinic of the Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) State University of Rio de Janeiro (UERJ), in Rio de Janeiro . The patients underwent transvaginal sonography (USTVG) without prior bowel preparation, followed by new USTVG one hour after completion of the rectal enema. The recorded videos of the tests were published, with emphasis on evaluation of the posterior compartment, with interest in the identification of the nodule retrocervical and rectosigmoid. Were graded according to the quality of the image by the examiner and by a radiologist (both masked), which marked a score from 0 to 10, using the visual analog scale. That left only 26 patients. Regarding the realization of discomfort due to rectal enema, all patients (100%) reported only mild discomfort. Depending on the option chosen by the evaluators regarding the best method, they agreed in 13 (50%) patients with transvaginal ultrasound rectal preparation is better. We used the nonparametric Wilcoxon test for dependent samples. The p-value obtained was 0042 and considered significant (less than 0.05). This means that the completion of rectal enema prior to the transvaginal ultrasound provided a better quality in the evaluation of nodules. The difference between evaluations with and without rectal preparation is higher in nodules smaller than 2 cm, because we found a difference of 1.1 between the median values of the two types of tests. In nodules larger than 2cm, the difference was only 0.65.
The performance of the rectal enema prior to the performance of transvaginal sonography in the diagnosis of endometriotic nodule shows a slightly significant improvement in image quality, compared to non-completion of bowel preparation prior. Only in cases where the lump was less than 2 cm were found statistically significant values with rectal preparation. The rectal enema cause mild discomfort, but this does not seem to be a limiting factor in the performance of ultrasound with bowel preparation
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Análise da presença de metilação dos genes P16INK4a e TIMP-2 em pacientes com líquen escleroso vulvarGusmão, Lívia Fernandes Sampaio January 2013 (has links)
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Previous issue date: 2013 / Hospital Icaraí / O líquen escleroso vulvar está envolvido em uma das vias da carcinogênse da vulva ligada à neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada. A metilação da região promotora do DNA é a principal alteração epigenética pela qual um gene é inativado em seres humanos. A metilação do gene P16INK4a, que é um supressor de tumor e atua como inibidor da cinase dependente da ciclina, tem sido descrita como um evento precoce na carcinogênese vulvar. A metilação do gene TIMP-2, que atua como regulador de metaloproteinases, tem sido descrito como marcador de matriz extracelular. Esta pesquisa tem como objetivo estudar a presença da metilação dos genes P16INK4a e TIMP-2 no líquen escleroso vulvar e avaliar a associação das variáveis idade, doença de tireóide, tabagismo, uso de hormônio e prurido vulvar com a metilação dos referidos genes. Trata-se de um estudo transversal, onde foram analisadas 32 amostras obtidas por biópsia de pacientes com líquen escleroso vulvar. As amostras foram submetidas à extração do DNA por meio da técnica do fenol:clorofórmio e à avaliação da metilação dos genes P16INK4a e TIMP-2 pela modificação química do DNA pelo método do bissulfito. O DNA modificado foi submetido à PCR e a visualização do produto pelo gel de poliacrilamida. O estudo da associação de cada uma das variáveis com a metilação de ambos genes não mostrou significado estatístico. Notou-se que 39% (11/28) das amostras exibiram metilação somente para o gene TIMP-2, e nenhuma para o gene P16INK4a isoladamente, enquanto 32% (9/28) apresentaram metilação em ambos genes de forma simultânea. A análise da associação da metilação entre ambos genes mostrou significado estatístico (p=0,0292). Esses resultados sugerem que a associação da metilação entre os genes P16INK4a e TIMP-2 possa promover instabilidade genômica, podendo funcionar como marcador na evolução da doença. Estudos futuros sobre alterações moleculares da matriz extracelular, que por precederem as alterações morfológicas, talvez possam funcionar como sinalizador, individualizando as pacientes com maior risco de evolução do líquen escleroso vulvar para a NIV diferenciada e/ou câncer de vulva / The vulvar lichen sclerosus is involved in one of the pathways of vulvar carcinogenesis linked to differentiated vulvar intraepithelial neoplasia. The methylation of the promoter region of the DNA is the main epigenetic modification in humans in which a gene is inactivated. Methylation of P16INK4a gene, which is a tumor suppressor and acts as an inhibitor of cyclin-dependent kinase, has been described as an early event in carcinogenesis vulva. Methylation of TIMP-2 gene, which acts as a regulator of metalloproteinases, has been described as a marker of extracellular matrix. This research aims to study the presence of methylation of the P16INK4a gene and TIMP-2 in vulvar lichen sclerosus and evaluate the association of age, thyroid disease, smoking, hormone use and vulvar itching with methylation of these genes. It is a cross-sectional study, which analyzed 32 samples obtained by biopsy from patients with vulvar lichen sclerosus. The samples were subjected to DNA extraction by using the technique of phenol: chloroform and evaluation of methylation of the p16INK4a gene and TIMP-2 by chemical modification of DNA by the method of bisulfite. The modified DNA was subjected to PCR and visualization of the product by polyacrylamide gel electrophoresis. The association of each variable in the methylation of both genes showed no statistical significance. It was noted that 39% (11/28) samples showed methylation only to TIMP-2 gene, and none only for the P16INK4a gene, while 32% (9/28) exhibited methylation on both genes simultaneously. The analysis of the association between methylation of both genes showed statistical significance (p = 0.0292). These results suggest that the association between methylation of the P16INK4a gene and TIMP-2 can promote genomic instability, which can act as a marker in the evolution of the disease. Future studies on the molecular alterations of the extracellular matrix, which precede morphological changes, maybe they can function as a signal, separating the patients with higher risk of evolution of vulvar lichen sclerosus to differentiated VIN and / or cancer of the vulva
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SÍNDROME DO CLIMATÉRIO: inquérito populacional domiciliar em São Luís, MA / CLIMACTERIC SYNDROME: a population survey on household St. Louis, MAMalheiros, Elizabeth Santos de Andrade 20 December 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010-12-20 / The climacterium is the period of a woman's life that marks the transition from reproductive stage and non reproductive stage, resulting from the gradual decline of ovarian function and the occurrence of menopause. It is marked by changes in the female body, such as vasomotor symptoms, psychological, genitourinary, sexual and sleep disturbance. The aim of this study was to evaluate the prevalence of climacteric symptoms. This is a descriptive and cross-sectional population-based study. It enrolled 1210 perimenopausal women from 45 to 60 years old. Interviews were conducted by a specific questionnaires in the period from April to July 2008. Data analysis was performed by chi-squared test and Kruskal-Wallis variance. The intensity of climacteric symptoms was analyzed by circulatory and psychological index. The mean age of natural menopause was 48 years (SD ± 4.61), and the minimum age was 25 and maximum was 58 years. The prevalence of symptoms associated with the climacteric syndrome was 77,8%, especially hot flashes and sweating that was most prevalent vasomotor symptoms. Nervousness and irritability were most frequent psychological disturb. The intensity of vasomotor symptoms and psychological, calculated by circulatory and psychological index, do not have a significant differences according to menopausal stage. There was a prevalence of vaginal dryness as the most prevalent genitourinary complaint. It was observed that most menopausal women of São Luis is in the age group of 55-60 years, brown color, with 09 to 11 years of schooling, married, with gainfully employed, Catholic and from social class C. This study concluded that the prevalence of climacteric symptoms was high in climacteric women living in São Luis, especially: hot flashes, sweating, nervousness, irritability, vaginal dryness and dyspareunia. The intensity of vasomotor and psychological symptoms was significantly higher in peri and postmenopause / O climatério representa o período de vida da mulher que marca a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva, resultante do declínio gradual da função ovariana e a ocorrência da menopausa. É marcado por alterações no organismo feminino, tais como: sintomas vasomotores, psicológicos, urogenitais, sexuais e distúrbio do sono. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência dos sintomas climatéricos. Realizou-se um estudo descritivo e exploratório de corte transversal, tipo inquérito populacional domiciliar. Foram selecionadas 1210 mulheres climatéricas de 45 a 60 anos de idade. As entrevistas foram aplicadas por questionários com perguntas abertas, fechadas e pré-testadas no período de abril a julho de 2008. A análise dos dados foi realizada pelo teste do qui-quadrado e variância de Kruskall-Wallis. A intensidade dos sintomas climatéricos foi analisada pelos índices circulatório e psicológico. A média etária da menopausa natural foi de 48 anos (DP±4,61), sendo que a idade mínima foi de 25 e a máxima de 58 anos. A prevalência de sintomas associados à síndrome do climatério foi de 77,8%, destacando-se fogachos e sudorese como os sintomas vasomotores mais prevalentes. Os sintomas psicológicos mais freqüentes foram nervosismo e irritabilidade. A intensidade dos sintomas vasomotores e psicológicos, calculada pelo índice circulatório e psicológico, não evidenciou diferença significativa de acordo com o estado menopausal. Houve predomínio do ressecamento vaginal como a queixa urogenital mais prevalente. Observou-se que a maioria das mulheres climatéricas de São Luís está na faixa etária de 55 a 60 anos, de cor parda, com 09 a 11 anos de escolaridade, casada, com emprego remunerado, católica e de classe social C. Conclui-se que a prevalência dos sintomas climatéricos foi elevada em mulheres climatéricas residentes em São Luís, destacando-se: fogachos, sudorese, nervosismo, irritabilidade, ressecamento vaginal e dispareunia. A intensidade dos sintomas vasomotores e psicológicos foi significativamente mais elevada na peri e pós menopausa.
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Estudo da composição corporal, parâmetros bioquímicos, imunológicos e qualidade de vida em mulheres climatéricas em um município no nordeste do Brasil / Study of body composition, biochemical, immunological parameters and quality of life in climacteric women in a municipality in northeastern BrazilManiçoba, Anna Cyntia Brandão Nascimento 25 November 2016 (has links)
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Previous issue date: 2016-11-25 / The climacteric is the organic phase comprising the transition from the reproductive period and not reproductive, may start at age 35 and extend to 65, studying with hormonal changes that impact on different organ systems and quality of life. This study aimed to assess the body composition (anthropometry and bioimpedance), biochemical profile (fasting glucose, total cholesterol, LDL, HDL, VLDL, triglycerides, PCR) hormonal profile (FSH, LH, estradiol and progesterone), immunological profile (leptin IL-2, IL-4, IL-6, IL-10, TNF, IFN-, IL-17), and quality of life in climacteric women. We conducted a case-control study with postmenopausal women in the case group and the control group who had not yet entered menopause. 136 women were included, 52 (38.2%) in the group of menopausal and 84 patients (61.8%) in patients not menopausal Statistical analysis was performed with the following tests: Chisquare, Mann-Whitney and t Student. No significant differences were found in relation to quality of life, hypertension, assessment of body composition (bioimpedance, anthropometric parameters BMI), CRP levels, triglycerides, HDL and VLDL. We found significant differences in leptin levels with significantly higher values in the group of postmenopausal women compared to women not menopausal., Indicating that leptin is important immune parameter in the evaluation of climacteric women by regulating the homeostasis of the organism. / O climatério é a fase biológica que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo, podendo iniciar aos 35 anos e estender-se até os 65, cursando com alterações hormonais com impacto em diferentes sistemas orgânicos e na qualidade de vida. Objetivou-se avaliar a composição corporal (antropometria e bioimpedância), perfil bioquímico (glicemia em jejum, colesterol total, LDL, HDL, VLDL, triglicerídeos, PCR,), perfil hormonal (FSH, LH, estradiol e progesterona), perfil imunológico (leptina, IL-2, IL-4, IL-6, IL-10, TNF, IFN-y, IL-17), e qualidade de vida em mulheres climatéricas. Realizou-se um estudo caso-controle com mulheres menopausadas no grupo caso, e no grupo controle que ainda não haviam entrado na menopausa. Foram incluídas 136 mulheres, 52 (38,2%) no grupo das pacientes menopausadas e 84 (61,8%) nas pacientes não menopausadas A análise estatística foi realizada com os seguintes testes: Qui-quadrado, Mann-Whitney e o t-Student. O software utilizado foi SPSS versão 22.0. Não foram encontradas diferenças significativas em relação a qualidade de vida, hipertensão, na avaliação da composição corporal (bioimpedância, parâmetros antropométricos, IMC), nos níveis de PCR, triglicérides, HDL e VLDL. Encontramos diferenças significativas nos níveis de leptina com valores significativamente maiores no o grupo das menopausadas comparadas às mulheres não menopausadas, evidenciando que a leptina é importante parâmetro imunológico na avaliação de mulheres no climatério, regulando a homeostase do organismo.
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