Spelling suggestions: "subject:"lla salud mental"" "subject:"laa salud mental""
301 |
Mulheres invisíveis, mentes esquecidas: a saúde mental de mulheres sob privação de liberdade.Silva, Jeferson Barbosa 29 February 2016 (has links)
Submitted by Maike Costa (maiksebas@gmail.com) on 2016-12-06T12:23:43Z
No. of bitstreams: 1
arquivo total.pdf: 4619100 bytes, checksum: 836707aa031eca3bea9ddd7d78e8669b (MD5) / Made available in DSpace on 2016-12-06T12:23:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1
arquivo total.pdf: 4619100 bytes, checksum: 836707aa031eca3bea9ddd7d78e8669b (MD5)
Previous issue date: 2016-02-29 / The gradual increase of violence in Brazilian society has resulted in the expansion of the prison population over the past few years. The growth of prison institutions did not pursue the accelerated growth in the number of prisoners generating inappropriate conditions and penal system, whose character is strongly punitive. These events culminate in a difficulty in practice of human rights, readjustment of citizenship, health assistance, rehabilitation and subsequent reintegration into the society. In such a situation, it can be seen in national and international searches, a high prevalence of psychiatric disorders in the prison population, especially in the female prison population. Thereby, this work aimed to investigate the prevalence of mental distress in women who are in position of deprivation of liberty. A descriptive study of quantitative approach was developed at the penitentiary with the greater concentration of female population in a prison in the State of Paraiba, called Centro de Reeduação Maria Júlia Maranhão, in the city of João Pessoa. A total of 269 women were studied at the prison. Data collection was performed through sociodemographic and legal questionnaire, the Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20) and the Inventory of Stress Symptoms for Adults Lipp (ISSL). Data were grouped into the Excel spreadsheets, and processed statistically with the SPSS software version 20.0. To obtain reliable test data were carried out: descriptive and exploratory data analysis and qui-quadrado association test. In this the study, women were predominantly native from Paraíba, aged between 18 and 30 years old (64.7%), with incomplete elementary school (54.2%), no marital relationship (63.6%) and children (82%) . Drug trafficking (46%) associations with the illegal drug trade (22%) are the main causes of imprisonment. It shows that only 17.8% are workers and 20.1% study at the prison. The prevalence of mental disorder was testified in 82.4% of women holding in custody, and the prevalence of stress was observed in 95.2% of them. The statistical association was seen between the variables, the presence of mental distress and pregnancy in prison (p = 0.01), and the presence of stress and overcrowding in the cells (p = 0.02). Through this research, it was noticed that the female prison profile are women aged in a group of young adults, single, with a history of emotional abandonment after incarceration, on average they are mothers of two children, with low education level and exercising labor activities with a low social prestige. Specifically regard to mental health, it was found that the female prison population suffer from a high rate of mental stress and suffering, and the birth of these problems is more prevalent in women who do not experience motherhood in prison and those who are found in places with large gatherings of people (which is pretty common in this environment). / El aumento gradual de la violencia en la sociedad brasileña ha dado lugar a la expansión de la población reclusa en los últimos años. El crecimiento de las prisiones no siguió el rápido avance de la cantidad de presos que generan condiciones inadecuadas y sistema penal, cuyo carácter es fuertemente punitivo. Estos eventos culminan en una dificultad en la práctica de los derechos humanos, la recuperación de la ciudadanía, la asistencia sanitaria, rehabilitación y posterior reinserción en la sociedad. Por lo tanto, se puede observar en la alta prevalencia Estudios nacionales e internacionales de los trastornos psiquiátricos en la población reclusa, especialmente en la población reclusa femenina. Por lo tanto, se propone investigar la prevalencia de los trastornos mentales en las mujeres que están en situaciones de privación de libertad. Se realizó un estudio descriptivo de abordaje cuantitativo desarrollado en el centro penitenciario con una mayor concentración de la población femenina en prisión del Estado de Paraiba, el Centro de Reeducación María Julia Maranhão, en la ciudad de João Pessoa. La población estudiada fue de 269 prisioneras mujeres. Fueron utilizados para recoger los datos del cuestionario sociodemográfico y legal, el Ser-Reporting Questionnaire (SRQ-20) y el Inventario de Síntomas de Estrés para Adultos Lipp (ISSL). Los datos se agrupan en programa de hojas de cálculo Excel y tratados estadísticamente con el programa SPSS versión 20.0. Para obtener los resultados se llevaron a cabo: análisis de datos descriptivo y exploratorio y la asociación de ensayo de chi-cuadrado. El estudio de las mujeres eran predominantemente Paraíba, con edades entre 18-30 años (64,7%), con educación primaria incompleta (54,2%), sin relación de pareja (63,6%) y los niños (82%) . El tráfico de drogas (46%) y el tráfico de asociación (22%) son las principales causas de la prisión. Parece ser que sólo el 17,8% trabaja y el 20,1% del estudio en la cárcel. La prevalencia de los trastornos mentales estaba presente en el 82,4% de las mujeres privadas de libertad y se observó la incidencia del estrés en el 95,2% de ellos. La asociación estadística se observó entre las variables, la presencia de la angustia mental y el embarazo en la cárcel (p = 0,01) y la presencia de estrés y el hacinamiento en las células (p = 0,02). A través de esta investigación, se observó que el perfil de la prisión femenina son mujeres en el grupo de edad de los adultos jóvenes, solteras, con una historia de abandono emocional después de su encarcelamiento, en las madres promedio de dos hijos, con bajo nivel de educación y que ejerzan actividades de mano de obra prestigio social. Específicamente en relación con la salud mental, se encontró que la población reclusa femenina sufre de un alto índice de estrés y sufrimiento mental, y la aparición de estos problemas más frecuentes en las mujeres que no experimentan la maternidad en la cárcel y los que se encuentran en lugares con grandes concentraciones de personas (que es común en este entorno). / O aumento gradativo da violência na sociedade brasileira vem resultando no expansão da população carcerária ao longo dos últimos anos. O crescimento das instituições prisionais não acompanhou o rápido avanço do número de presos gerando condições inadequadas e um sistema penal, cujo caráter, é fortemente punitivo. Tais fatos, culminam em uma dificuldade na prática dos direitos humanos, resgate da sua cidadania, assistência a saúde, reabilitação e consequente reinserção na sociedade. Diante disso, percebe-se em estudos internacionais e nacionais altas prevalências de quadros psiquiátricos na população prisional, em especial na população prisional feminina. Deste modo, objetivou-se investigar a prevalência de sofrimento mental em mulheres que se encontram em situação de privação de liberdade. Foi realizado um estudo descritivo de abordagem quantitativa desenvolvido na penitenciária com maior concentração de população feminina sob cárcere do Estado da Paraíba, o Centro de Reeducação Maria Júlia Maranhão, na cidade de João Pessoa. A população de mulheres detentas estudada foi de 269 mulheres. Foram utilizados na coleta de dados o questionário sociodemográfico e jurídico, o Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20) e o Inventário de Sintomas de Stress para adultos de Lipp (ISSL). Os dados foram agrupados em planilhas do programa Excel, e tratados estatisticamente com o software SPSS versão 20.0. Para obtenção dos resultados foram realizados: análise descritiva e exploratória de dados e teste de associação de qui-quadrado. As mulheres do estudo eram predominantemente paraibanas, na faixa etária de 18 a 30 anos (64,7%), com ensino fundamental incompleto (54,2%), sem relação conjugal (63,6%) e com filhos (82%). O tráfico de drogas (46%) e associação ao tráfico (22%) são as principais causas de aprisionamento. Verifica-se que apenas 17,8% trabalham e 20,1% estudam na prisão. A prevalência de sofrimento mental estava presente em 82,4% das mulheres privadas de liberdade e a prevalência de estresse foi constatada em 95,2% delas. A associação estatística foi percebida entre as variáveis, presença de sofrimento mental e gravidez na prisão (p= 0,01) e presença de estresse e aglomeração nas celas (p= 0,02). Através dessa pesquisa, percebeu-se que o perfil prisional feminino são de mulheres na faixa etária de adultos jovens, solteira, com histórico de abandono afetivo após o encarceramento, mães de em média 2 filhos, com baixa escolaridade e que exerciam atividades laborativas de baixo prestigio social. No que se refere especificamente à saúde mental, verificou-se, que a população prisional feminina padece de um alto índice de sofrimento mental e estresse, sendo o aparecimento desses problemas mais prevalentes em mulheres que não vivenciam a maternidade no cárcere e as que encontram-se em locais com grandes aglomerações de pessoas (o que é comum nesse ambiente).
|
302 |
Expectativas de familiares de adultos jovens quanto ao tratamento proposto em um centro de atenção psicossocial / Expectations of young adults family about the treatment proposed at a psychosocial attention center / Expectativas de familiares de adultos jóvenes con respecto al tratamiento ofrecido en un centro de atención psicosocialPereira, Flávia Pimentel January 2016 (has links)
Ao longo da história da Psiquiatria, a família tem sido pouco estimulada a participar do cuidado ao familiar em sofrimento psíquico. Na atenção psicossocial, o objeto do cuidado das equipes de saúde mental é a unidade familiar em toda sua complexidade, entendendo-a como integrante fundamental no tratamento, na recuperação e no processo de reabilitação. Assim, tornou-se importante pesquisar o que expressam as famílias de jovens adultos atendidos em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Deste modo, esta pesquisa teve como objetivo conhecer as expectativas dos familiares de adultos jovens quanto ao tratamento proposto em um CAPS. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que utiliza a Pesquisa Convergente Assistencial (PCA) como referencial metodológico. Nessa estratégia o foco da PCA está na síntese criativa de um processo associativo da abordagem de pesquisa e prática em caráter de simultaneidade. O campo de estudo foi um Centro de Atenção Psicossocial II adulto no município de Porto Alegre, onde participaram 4 familiares de adultos jovens atendidos no serviço. A coleta de informações aconteceu no mês de fevereiro de 2015, com dois encontros, utilizando a entrevista conversação enquanto instrumento de coleta, com a seguinte questão norteadora: Qual a sua expectativa quanto ao tratamento recebido pelo seu familiar no CAPS? No primeiro encontro emergiu uma categoria, em que se pode compreender as expectativas dos familiares relacionadas às atitudes dos usuários frente à terapêutica, bem como a atenção às demandas do familiar envolvido no processo de cuidar. No segundo encontro emergiram as expectativas dos familiares relacionadas às atividades do usuário, a compreensão do sofrimento psíquico por diferentes pessoas da família e a melhora da relação pai-filho, as quais estão imbricadas no contexto sociofamiliar. Em busca das expectativas dos familiares sobre o tratamento proposto no CAPS, este estudo buscou encontrar subsídios para a melhoria das práticas assistenciais, como aspecto crucial para o desenvolvimento no âmbito da reabilitação psicossocial. Nesse sentido, este estudo se justifica pela importância de conhecer as expectativas de familiares e da reflexão quanto ao tratamento proposto ao usuário adulto jovem em um CAPS, propiciando saúde mental aos mesmo e aos seus familiares. / Throughout the history of Psychiatry, the family has been little encouraged to participate in the care of its member when in psychiatric distress. In psychosocial care, the object of care of mental health teams is the family unit in all its complexity, understanding it as a essential member in the treatment, recovery and rehabilitation process. Thus, it became important to search what the families of young adults who go to a Psychosocial Attention Center (CAPS) express. This research aimed to meet the expectations of the families of young adults regarding the treatment proposed at a CAPS. It is a qualitative research utilizing a Convergent Care Research (CCR) as methodological source. In this strategy the focus of CCR is in the creative synthesis of an associative process of research and practice in a concurrent way. The field of study was at a Psychosocial Attention Center II in the city of Porto Alegre where 4 families of young adults users participated in the research. The collection of information happened in February 2015, with two groups, using conversation interview as the instrument of collection, with the following guiding question: What is your expectation about the treatment received by your family member at CAPS? In the analysis, two categories emerged. One in which expectations of the family related to the attitudes of patient facing the therapy could be understood as well as the attention to the demands of the family member who participates in the process of care. In the second meeting, expectations of the family related to the patient’s activities, to the understanding of their psychic suffering by different people and to the improvement of parent-child relationships which are interwoven in the social/family context could also be understood. In the search of the family members’ expectations about the treatment proposed at CAPS, this study sought to find fundaments for the improvement of social assistance practices, as a crucial aspect for the development in the area of psychosocial rehabilitation. In this sense, this study was justified by the importance of knowing the expectations of family members and the reflection regarding the treatment proposed to the young adult user at a CAPS providing mental health service for them and their families. / A lo largo de la historia de la psiquiatría, la familia ha sido poco estimulada a participar de los cuidados para con los familiares en sufrimiento psíquico. En la atención psicosocial, el objeto de cuidado de los equipos de salud mental, es la unidad familiar en toda su complejidad, considerándola como integrante fundamental del tratamiento, de la recuperación y del proceso de rehabilitación del paciente. Así, se tornó importante pesquisar lo que expresan las familias de jóvenes adultos atendidos en un centro de atención psicosocial (CAPS). De esta forma, la pesquisa tuvo como objetivo conocer las expectativas de los familiares de adultos jóvenes al respecto del tratamiento propuesto en un CAPS. Se trata de una pesquisa cualitativa que utiliza la Pesquisa Convergente Asistencial (PCA) como referencial metodológico. En esta estrategia, el foco de la PCA está en la síntesis creativa de un proceso asociativo del abordaje de pesquisa y práctica en carácter de simultaneidad. El campo de estudio fue un centro de atención psicosocial II adulto, en el municipio de Porto Alegre, donde participaron 4 familiares de adultos jóvenes atendidos en el servicio. Se recolectaron informaciones en el mes de febrero de 2015, con 2 encuentros, utilizando la entrevista conversación como instrumento de colecta, teniendo como norte la siguiente pregunta: ¿Cuál es la expectativa al respecto del tratamiento recibido por su familiar en el CAPS? En el primer encuentro, emergió una categoría de la cual se infirió la expectativa referente a las actitudes del usuario frente a la terapéutica empleada, así como respecto a la atención de las demandas del familiar involucrado en el proceso de cuidados. En el segundo encuentro, surgieron expectativas de los familiares relacionadas a las actividades del usuario a la comprensión del sufrimiento psíquico por diferentes personas de la familia y a la mejoría de la relación padre e hijo, entrañada en el contexto sociofamiliar. En busca de las expectativas de los familiares sobre el tratamiento propuesto en el CAPS, este estudio intentó encontrar bases para la mejoría de las prácticas asistenciales, como aspecto crucial que condujese al desarrollo en el ámbito de la rehabilitación psicosocial. En este sentido, este estudio se justifica por la importancia de conocer las expectativas de los familiares, así como por la reflexión al respecto del tratamiento propuesto al usuario adulto joven en un CAPS, para poder propiciar salud mental a éste y a sus familiares.
|
303 |
Narrativas de cuidado de “usuários de drogas” : um estudo etnográfico na rua e suas territorialidades / The street : narratives of care for "drug users" : an ethnographic study on the street and its territorialities / Narrativas de cuidado de "usuarios de drogas" : un estudio etnográfico en la calle y sus territorialidadesSilva, Aline Basso da January 2018 (has links)
Este estudo tem por objetivo analisar como o usuário de drogas vivencia a rua enquanto um território de cuidado. A partir da Etnografia, a pesquisa mostra a saída para às ruas, buscando uma aproximação com as realidades e modos de vida das pessoas em situação de rua. Para tal, houve o apoio do Movimento Nacional da População de rua (MNPR), em que se considera uma análise macrossocial das observações participantes desse coletivo (MNPR) e a participação de alguns de seus apoiadores. E uma análise microssocial com a ajuda das histórias de vida e trajetórias pessoais dos interlocutores privilegiados com experiência no tema das drogas. Nesses percursos, encontros, escuta e diálogo construídos com os experientes da rua foi possível identificar uma cultura da rua, em que a droga aparece enquanto estilo de vida, formação de uma identidade de resistência aos estigmas, sofrimentos e construção de relações no território. Percebeu-se também que as histórias de vida nos revelam o sofrimento social, a exclusão e a não adaptação ao sistema convencional e formal, demonstrando que a área da saúde não entende essas experiências de vida/saúde/doença em seus modelos de cuidado. Observa-se que o cuidado não é só realizado pelas redes formais, como é também realizado nas redes sociais de cuidado na rua, a partir das relações com o grupo, nas aldeias, no envolvimento com MNPR, nas praças e viadutos. Assim, a rua é um território com potência para o cuidado em saúde mental ao usuário de drogas. É nesses espaços sociais que as pessoas vivem suas histórias de vida, redes sociais de cuidado, cultura e identidades. As territorialidades de cuidado apontam para a necessidade de uma atenção em saúde pensada em um modelo dialógico e sociocultural, junto às diversidades territoriais e formas de vida, entendendo o território como espaço para produção de saúde. / This study aims to analyze how the drug user experiences the streets as care territory. From the Ethnography, the research shows this environment activity, seeking an approximation with the realities and ways of life of homeless people. Therefore, there has been support from the Movimento Nacional da População de Rua (MNPR), which considers a macrosocial analysis from the observations of the participants in this group (MNPR) and some of its supporters' participation as well. Also, a microsocial analysis with life histories and personal trajectories from privileged interlocutors that have had experience in the drug's field. On these routes, encounters, listening and dialogues that were built with the experts from the street, it was possible to identify a street culture in which drugs appear as a way of life, forming an identity of resistance to stigma, sorrows and building relationships in the territory. It was also realized that life histories reveal social suffering, exclusion and non-adaptation to the conventional and formal society system, demonstrating that the health area does not understand these life / health / illness experiences in their models of care. In addition, it was observed that care is not only carried out by the formal networks, but also in the social networks on the street care, from the relations with the group, in the villages, in the involvement with MNPR, in the town squares and overpasses. Thus, the street is a territory with power to the mental health care for drug users. In these social spaces, people live their life histories, social care networks, culture and identities. The territorialities of care point out to the necessity of health care thought in a dialogical and sociocultural model, together with the territorial diversities and life forms, understanding the territory as space for health production. / Este estudio tiene por objetivo analizar como el usuario de drogas vivencia la calle como un territorio de cuidado. Desde la Etnografía, la investigación muestra la salida a las calles, buscando una aproximación con las realidades y formas de vida de las personas en situación vulnerable en la calle Para eso, hubo el apoyo del Movimiento Nacional de la Populación de calle (MNPR), en que se considera un análisis macrosocial de las observaciones participantes de ese colectivo (MNPR) y la participación de algunos de sus apoyadores. Y un análisis micro social con la ayuda de las historias de vida y trayectorias personales de los interlocutores privilegiados con experiencia en el tema de las drogas. En esos recorridos, encuentros, escucha y diálogo construidos con los expertos de la calle fue posible identificar una cultura de la calle, en que la droga aparece como estilo de vida, formación de una identidad de resistencia a los estigmas, sufrimientos y construcción de relaciones en el territorio. Se pudo notar también que las historias de vida nos revelan el sufrimiento social, la exclusión y la no adaptación al sistema convencional y formal, demonstrando que el área de la salud no entiende esas experiencias de vida/salud/enfermedad en sus modelos de cuidado Se observa que el cuidado no es solamente realizado por las redes formales, como es también realizado en las redes sociales de cuidado en la calle, a partir de las relaciones con el grupo, en las aldeas, en la participación con el MNPR, en las plazas y viaductos. Así, la calle es un territorio con potencia para el cuidado en salud mental al usuario de drogas. Es en esos espacios sociales que las personas viven sus historias de vida, redes sociales de cuidado, cultura e identidades. Las territorialidades de cuidado señalan para la necesidad de una atención en salud pensada en un modelo de diálogo y un modelo sociocultural, junto a las diversidades territoriales y formas de vida, entendiendo el territorio como espacio para producción de salud.
|
304 |
O cuidado ao usuário de crack : análise da concepção de território de trabalhadores de um CAPS AD / Care to crack users : an analysis of the concept of territory of workers CAPS AD / El cuidado al consumidor de crack : análisis de la concepción de territorio de trabajadores de un CAPS ADSilva, Aline Basso da January 2014 (has links)
O principal objetivo deste estudo é analisar a concepção de território dos trabalhadores de um CAPS AD, buscando identificar as ações em saúde mental desenvolvidas para o usuário de crack no território e conhecer os desafios, as potencialidades e as dificuldades para o cuidado do usuário de crack no território. O referencial teórico-metodológico utilizado é o territóriorede de Marcelo Lopes de Souza, que se caracteriza como uma rede que articula dois ou mais territórios contínuos. Observa-se a superposição de vários territórios, com formas variadas e limites não coincidentes de diversos territórios, podendo haver diversas territorialidades que se complementam ou se contradizem, dando um caráter de diferentes relações de poder e movimento. Os dados foram coletados por meio de uma entrevista aberta, realizada com oito profissionais que compõem a equipe de saúde mental do CAPS AD de Viamão/RS. Foi utilizada a análise temática para a análise dos dados. Os resultados apontam uma concepção de território dinâmica e complexa, que envolve, além do espaço geográfico, o espaço social dos usuários, o cotidiano, seus desejos e vivências. O território do uso do crack é apresentado para além do uso da substância e da dependência química, sendo um espaço rico de simbolismo, o lugar onde o usuário constrói sua identidade, suas escolhas e suas histórias de vida. Trata-se também de um território diverso e descontínuo, constituído por diferentes territórios: os serviços de saúde, a rede intersetorial, a rua, a casa e o espaço por onde o usuário transita. Esses territórios se complementam e se contradizem, e o desafio é a articulação entre eles, formando uma rede, uma teia complexa de relações. Tendo como norte os conceitos de território, são trabalhadas questões de gestão do cuidado no território, abordando o planejamento e a gestão do espaço geográfico. Observa-se a necessidade da territorialização para a efetivação de ações dos serviços substitutivos, bem como para a organização da rede intersetorial. Alguns trabalhadores apontam que, para cuidar no território, é preciso delimitá-lo e conhecê-lo, incorporando práticas direcionadas ao território de “uso” da população. Por fim, são abordadas estratégias de cuidado no território, como as equipes itinerantes, as visitas domiciliares, a clínica ampliada e o território de trabalho ser o mesmo da residência do profissional. Espera-se que este estudo possa trazer subsídios para repensar o cuidado no campo psicossocial, cuidado esse que vai além dos muros e das instituições, sendo refletido e organizado a partir do espaço em que as pessoas vivem. / The main goal of this study is to analyze the concept of worker’s territory in a CAPS AD, seeking to identify the actions on mental health developed for crack users in the territory and to know the challenges, the potential and the difficulties in the caring of a crack user in the territory. The theoretical and methodological framework used is network-territory, from Marcelo Lopes de Souza, which is characterized as a network that links two or more continuous territories. We note the superposition of several territories, with different shapes and noncoincident boundaries of various territories. There may be several territorialities, which complement or contradict each other, giving a character of different power and movement relations. Data were collected through an open interview, conducted with eight professionals who make up the mental health team of CAPS AD, in the city of Viamão/RS. Thematic analysis was used for the data analysis. The results indicate a dynamic and complex conception of territory, which involves, beyond geographical space, the social space of users, daily life, their desires and experiences. The territory of crack use is presented here beyond the ideas of substance use and chemical dependency. It’s actually a rich space of symbolism, where the users build their identity, their choices and their life stories. It is also a diverse and discontinuous territory, consisting of different territories: health services, intersectoral network, the street, the house and the space where the user moves. These territories complement and contradict each other, and the challenge is the link between them, making a network, a complex web of relations. Having as a direction the concepts of territory, questions of management of the caring territory are discussed, addressing the planning and management of geographic space. We note the need of territorialization toward the effective of actions by substitute services, as well as for the organization of intersectoral network. Some workers suggest that, to take care of the territory, it’s necessary to enclose and know the latter, incorporating practices directed at the territory of "use" of the population. Finally, care strategies in the territory are addressed, such as itinerant teams, home visits, expanded clinic and the territory of labor being the same of the professional residence. We hope that this study may provide support for rethinking care in the psychosocial field, care which goes beyond the walls and the institutions, being reflected and organized from the space in which people live. / El objetivo principal de este estudio es analizar la concepción de territorio de los trabajadores de un CAPS AD, buscando identificar las acciones en salud mental desarrolladas para el usuario de crack en el territorio y conocer los desafíos, las potencialidades y las dificultades para el cuidado del usuario de crack en el territorio. El referencial teórico-metodológico es el territoriored de Marcelo Lopes de Souza que se caracteriza como una red que articula dos o más territorios continuos. Se puede observar la superposición de muchos territorios, con formatos variados y límites no coincidentes, pudiendo haber diversas territorialidades que se complementan o se contradicen. Los datos fueran recolectados a través de una entrevista abierta, realizada con ocho profesionales que componen el equipo de salud mental de CAPS AD de Viamão/RS. Para el análisis de los datos, se utilizó un análisis temático. Los resultados indican una concepción de territorio dinámica y compleja, que envuelve, además del espacio geográfico, el espacio social para los usuarios, el cotidiano, sus deseos y sus experiencias. El territorio del uso de crack es presentado para además de la dependencia química, siendo un espacio rico de simbolismo, el sitio del usuario, que construye su identidad, sus preferencias y su historia de vida. También reflejase un territorio diverso y descontinuo, apuntando los diferentes territorios, que son: los servicios de salud, la red intersectorial, la calle, la casa, el espacio por donde el usuario se mueve. Estos territorios se complementan y se contradicen, siendo el desafío la articulación entre ellos, formando una red, una tela compleja de relaciones. Teniendo como norte los conceptos de territorio, se trabajan las cuestiones de gestión del cuidado en el territorio, versando la planificación y la gestión del espacio geográfico. Se percibe la necesidad de la territorialización para efectivar acciones de los servicios substitutivos, así como, la organización de la red intersectorial. El trabajador señala para cuidar del territorio es necesario delimitarlo y conocerlo, incorporando practicas dirigidas a él de “uso” de la población. Por último, son tratadas estrategias de cuidado en el territorio, como los equipos itinerantes, las visitas domiciliares, la clínica ampliada y el territorio de trabajo es el mismo de residencia del profesional. Se espera que este estudio pueda proporcionar subsidios para repensar el cuidado en el campo psicosocial, cuidado ese que va más allá de los muros de las instituciones, siendo reflejado y organizado desde el espacio que vive la gente.
|
305 |
Rede de apoio social de familiares de usuários de crack / Social support networks of familiars of crack users / Red de apoyo social de familiares de consumidores de crackSiniak, Débora Schlotefeldt January 2014 (has links)
O modo psicossocial prioriza o cuidado dos usuários em seus contextos de vida, considerando sua família e o território onde estão inseridos. Nesse sentido, é essencial aos serviços de saúde mental a ideia de que o cuidado seja produzido para além das fronteiras do serviço e que inclua, nos processos de trabalho a articulação com outros recursos e outras redes. O objetivo deste estudo é identificar as redes de apoio social de familiares de usuários de crack. É um estudo qualitativo, do tipo estudo de caso, realizado com três familiares de usuários de crack do CAPS AD de Viamão/RS. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista, conforme roteiro previamente estabelecido. Para a análise de dados utilizou-se aspectos da classificação de apoio social proposta por Due et al (1999), que são: apoio emocional, apoio material, apoio de informação e interação social positiva. Constatou-se que as familiares buscam as primeiras respostas ou possíveis soluções com suas redes informais, formadas por pessoas mais próximas de seu círculo de relações, como parentes, vizinhos, amigos e colegas de trabalho. Cada um deles atua na conformação dessas redes de apoio de maneiras distintas, mas complementares, podendo constituir-se em uma importante estratégia para minimizar os encargos físicos e emocionais do familiar cuidador. Os familiares conseguem se sentir amparados e fortalecidos para exercer seu papel diante de uma problemática tão complexa como a do uso do crack. Além das redes informais, há também o papel das redes formais nessa costura das redes de apoio de familiares. Destacaram-se, por exemplo, a importância da participação dos trabalhadores de determinados serviços de saúde como o CAPS AD e Pronto Atendimento Psiquiátrico, e, equipamentos sociais, como instituições religiosas, Conselho Tutelar, escola e Narcóticos Anônimos. Frente aos resultados obtidos e diante de tantos reflexos no cotidiano de vida das famílias, destaca-se a importância de se explorar essas redes pelo trabalhador dos serviços de saúde mental, pois, ao compreender o modo de vida e a relação que essas famílias estabelecem com suas redes de apoio, é possível ajudá-la no fortalecimento e manutenção destas redes, potencializando o cuidado para fora dos serviços de saúde. / The psychosocial way prioritizes the users care in their life contexts, considering his family and the territory where they live. Therefore, it is essential to mental health services the idea that care is produced beyond the boundaries of the service and to incorporate in the work process coordination with other resources and other networks. The aim of this study is to identify the social support networks of familiars of crack users. It is a qualitative study, the case study type, conducted with three familiarsof crack users from CAPS AD Viamão/RS. It was based on the theoretical and methodological assumptions of Due et al. (1996). Data collection occurred through interviews, as previously established screenplay. Data were analyzed from the four dimensions of social support, as the benchmark: emotional support, material support, information support and positive social interaction. It was found that the familiars seek first answers or possible solutions with informal networks, formed by his closest circle of relationships, such as relatives, neighbors, friends and co-workers people. Each of them acts in conformation of these support networks in different ways, but complementary, and could be used in an important strategy to minimize physical and emotional burden of caregivers. Familiars can feel supported and empowered to exercise their role in such a complex issue as the use of crack. Apart from informal networks, there is also the role of formal networks that seam of support networks of family. It highlights, for example, the importance of employee participation in certain health services such as CAPS AD and Emergency Psychiatric, and, socials equipment, such as religious institutions, Guardian Council, school and Narcotics Anonymous. Given our results and considering many reflections in the daily lives of families, highlights the importance of exploring these networks by the mental health services worker, therefore, to understand the way of life and the relationship that these families have with their support networks can help you in building and maintaining these networks, enhancing the care out of health services. / Los aspectos psicosociales de la atención prioriza a los usuarios en sus contextos de vida, teniendo en cuenta a su familia y el territorio en el que viven. Por lo tanto, es esencial que los servicios de salud mental de la idea de que la atención se produce más allá de los límites del servicio e incorporar en la coordinación del proceso de trabajo con otros recursos y otras redes. El objetivo de este estudio es identificar las redes de apoyo social de familiares de consumidores de crack. Se trata de un estudio cualitativo, el estudio de caso realizado con tres miembros de la familia de la grieta CAPS AD Viamão/RS. Fue sobre la base de los supuestos teóricos y metodológicos de Due et al. (1996). Los datos fueron recolectados a través de entrevistas, según lo establecido anteriormente rutina. Los datos fueron analizados a partir de las cuatro dimensiones del apoyo social, como punto de referencia: apoyo emocional, apoyo material, apoyo a la información y la interacción social positiva. Se encontró que la primera familia busca respuestas o posibles soluciones con redes informales, formados por su círculo más cercano de relaciones, tales como parientes, vecinos, amigos y compañeros de trabajo de personas. Cada uno de ellos trabaja en la conformación de estas redes de apoyo de diferentes maneras, pero complementarios, y se podría utilizar en una estrategia importante para reducir al mínimo la carga física y emocional de los cuidadores. Los familiares pueden sentirse apoyados y capacitados para ejercer su función en un tema tan complejo como el consumo de crack. Además de las redes informales, también es el papel de las redes formales que la costura de las redes de apoyo de la familia. Los aspectos más destacados, por ejemplo, la importancia de la participación de los empleados en ciertos servicios de salud, tales como CAPS AD y Psiquiatría de Emergencia, social y inalámbrico de equipos de red, tales como instituciones religiosas, el Consejo de Guardianes, la escuela y Narcóticos Anónimos. Teniendo en cuenta los resultados y teniendo en cuenta los muchos reflejos en la vida cotidiana de las familias, pone de relieve la importancia de la exploración de estas redes por el trabajador de los servicios de salud mental, por lo tanto, para entender la forma de vida y la relación que estas familias tienen con su redes de apoyo que pueden ayudar en la construcción y el mantenimiento de estas redes, la mejora de la atención de los servicios de salud.
|
306 |
Expectativas de familiares sobre uma unidade de internação psiquiátrica / Expectations of family over a psychiatric inpatient unit / Las expectativas de la familia acerca de una unidad de hospitalización psiquiátricaOliveira, Gustavo Costa de January 2014 (has links)
Ao longo da história da Psiquiatria, a família tem sido pouco estimulada a participar do cuidado ao familiar em sofrimento psíquico. Por meio das lutas do movimento da reforma psiquiátrica brasileira, ações em saúde são (re)pensadas e serviços substitutivos instituídos, dentre os quais as Unidades de Internação Psiquiátrica em Hospital Geral, para oferecer novas práticas em saúde mental ao sujeito em sofrimento psíquico e à família. Assim, torna-se relevante pesquisar o que expressam as famílias sobre a Unidade de Internação Psiquiátrica. Deste modo, esta pesquisa tem como objetivo compreender as expectativas de familiares sobre uma Unidade de Internação Psiquiátrica na perspectiva da sociologia fenomenológica de Alfred Schutz. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, cujo referencial teórico é a sociologia fenomenológica de Schutz. O campo de estudo foi uma Unidade de Internação Psiquiátrica no município de Porto Alegre, onde foram entrevistados 15 familiares. A coleta de informações ocorreu no período de agosto a setembro de 2013, por meio de entrevista fenomenológica com a seguinte questão orientadora “Quais são suas expectativas com relação à Unidade de Internação Psiquiátrica?”. Na análise compreensiva dos depoimentos emergiram três categorias, em que se pode compreender o que o familiar espera da Unidade: melhora do estado de saúde do paciente; o tratamento como projeto e ação de cuidado qualificado; o cuidado à família. A análise permitiu considerar que as expectativas de familiares sobre a Unidade de Internação Psiquiátrica estão atreladas à interpretação e vivências que estes têm do mundo da vida cotidiana; devem ser valorizadas no cuidado ao paciente e à família; podem integrar a família ao cuidado do paciente. Por fim, espera-se contribuir para que profissionais e gestores reflitam sobre a importância de se compreender as expectativas de familiares sobre uma Unidade de Internação Psiquiátrica, visando à implementação de ações em saúde mais efetivas, pautadas nas relações sociais entre os sujeitos, e que possibilitem a transformação da realidade social das pessoas. / Throughout the history of psychiatry, the inpatient’s family has not been much encouraged to participate in his care in psychological distress. Through the struggles of the movement of the Brazilian psychiatric reform, health actions are reconsidered and replacement services, among which the Inpatient Psychiatric Units in General Hospitals are established to provide new practices in mental health to the subject in psychological distress and his family. Thus, it becomes important to find what are the families accounts on Psychiatric Inpatient Unit. Thus, this research aims to understand the expectations of family over a Psychiatric Inpatient Unit in view of Alfred Schutz’s phenomenological sociology. This is a qualitative study, theoretically based on Schutz’s phenomenological sociology. The field of study was a Psychiatric Inpatient Unit in Porto Alegre, and 15 families were interviewed. Data collection occurred from August to September 2013, through phenomenological interviews with the guiding question "What are your expectations regarding the Psychiatric Inpatient Unit?". In a comprehensive analysis of the testimonies three categories emerged in which one can understand what the family hopes from the Unit: improved health status of the patient, the treatment design and action as qualified care; the care family. The analysis allowed us to consider the expectations of family on Psychiatric Inpatient Unit are related to the interpretation and experiences they have in the world of everyday life; these expectations should be valued in patient care and family; they may integrate the family in the care of the patient. Finally, we hope to contribute so that professionals and managers reflect on the importance of understanding the expectations of family over a Psychiatric Inpatient Unit, aiming at implementing more effective health actions, guided in social relations between the subjects, and that enable the transformation of the social reality of people. / A lo largo de la historia de la psiquiatría, la familia no se ha fomentado un tanto para participar en el cuidado para la persona en el sufrimiento psíquico. A través de las luchas del movimiento de la reforma psiquiátrica brasileña, las acciones de salud son (re)diseñado y servicios de sustitución, entre los que las unidades de hospitalización psiquiátrica en hospitales generales, se han establecido para proporcionar nuevas prácticas de salud mental para la persona en el sufrimiento psíquico y familia. Por lo tanto, es importante investigar lo que expresan las familias acerca de la unidad de hospitalización psiquiátrica. Así, esta investigación tiene como objetivo comprender las expectativas de la familia acerca de una Unidad de Hospitalización Psiquiátrica en vista de la sociología fenomenológica de Alfred Schutz. Se trata de un estudio cualitativo, basada en la sociología fenomenológica de Schutz. El estudio de campo fue una Unidad de Hospitalización Psiquiátrica en Porto Alegre, y entrevistó a 15 personas. Los datos fueron recolectados a partir de agosto a septiembre 2013, através de entrevistas fenomenológicas con la pregunta orientadora "Cuáles son sus expectativas con respecto a la Unidad de Hospitalización Psiquiátrica?". En un análisis exhaustivo de los testimonios revelaron tres categorías en las que uno puede entender lo que la familia espera de la unidad: la mejora del estado de salud del paciente; el tratamiento como diseño y acción de cuidado cualificado; cuidado a familia. El análisis permitió considerar las expectativas de la familia sobre la Unidad de Hospitalización Psiquiátrica están relacionados con la interpretación y la experiencia que tienen en el mundo de la vida cotidiana; deben valorarse en la atención al paciente y la familia; pueden unirse a la familia en el cuidado del paciente. Por último, se espera que contribuya a los profesionales y gestores de reflexionar sobre la importancia de la comprensión de las expectativas de la familia acerca de una Unidad de Hospitalización Psiquiátrica, con miras a la ejecución de acciones de salud más eficaces, orientados en las relaciones sociales entre los sujetos, y que permitir la transformación de la realidad social de las personas.
|
307 |
O apoio matricial em saúde mental na Estratégia da Saúde da Família : concepção da equipe de apoiadores / Matrix support in mental health in Family Health Strategy : staff supporters’ conceptions / Apoyo matrix en la salud mental en la Estrategia Salud de la Familia : concepciones partidarios del personalAntunes, Beatriz January 2015 (has links)
A Reforma Psiquiátrica apontou novos instrumentos de atenção à saúde mental; dentre eles, o apoio matricial, o qual oferece retaguarda especializada à Estratégia da Saúde da Família, consolidando o cuidado em saúde mental no território. A pesquisa tem como objetivo conhecer a concepção dos apoiadores de matriciamento quanto ao apoio matricial oferecido às equipes de Estratégia da Saúde da Família. Estudo qualitativo descritivo, exploratório, tipo estudo de caso. Foram informantes seis profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família que realizam apoio matricial em uma gerência distrital do município de Porto Alegre/RS. A coleta de dados deu-se por meio de entrevista semiestruturada. Para análise de dados foi utilizada análise de conteúdo de Bardin, no qual quatro eixos temáticos emergiram: conhecimento a respeito do apoio matricial; ações de apoiador matricial em saúde mental; facilidades para o trabalho do apoiador matricial; dificuldades no processo de trabalho de apoio matricial. A equipe de apoiadores realiza ações do apoio matricial em saúde mental no território dentro de uma perspectiva interdisciplinar, buscando uma prática em saúde mental integral e singular. O estigma, a grande demanda, exigência de especialidades, fragilidade da rede, ausência de formação para o trabalho como apoiador matricial foram algumas dificuldades apontadas. A equipe pontuou como facilidades para o trabalho o vínculo com as unidades, a valorização e o reconhecimento das equipes de saúde da família e da gerência distrital, o trabalho interdisciplinar entre os apoiadores, a relação horizontal entre os profissionais do apoio matricial e das equipes de ESF, o conhecimento do fluxo e da rede de atenção de profissionais. Este estudo permitiu reconhecer que o apoio matricial é um tipo de trabalho que qualifica as ações da saúde da família no território, consolidando a Reforma Psiquiátrica. / The Psychiatric reform evidenced new devices in mental health care; among them, matrix support is a tool which aims at working in conjunction with Family Health Strategy, consolidating care in the territory. The objectives of this study were the following: (1) getting to know actions of matrix support in mental health in Family Health Strategy; (2) identifying the potentialities in matrix support in mental health in conjunction with Family Health Strategy teams; and (3) identifying the challenges of matrix support in conjunction with Family Health Strategy teams. Descriptive qualitative exploratory study, case study. Six professionals from the support nucleus of the Family Health Program, which work with matrix support in a district management in the town of Porto Alegre/RS, were our informants. For data analysis was used Bardin content analysis. During data analysis, four theme axes emerged: knowledge about matrix support; actions of the matrix support helper in mental health; easiness for the matrix support helper’s work; difficulties in the process of matrix support work. The team of helpers works in matrix support in mental health in the territory within an interdisciplinary perspective, seeking an integrative and singular practice in mental health. Apart from the difficulties which were met – a need for specialization in mental health, the stereotype attached to mental health, a great demand in mental health, lack of structure to make matrix support happen, the frailty of the attention network, the constant change of health professionals, lack of training to work as a matrix support helper – the team points out as being positive, the link between the units; valuing and recognizing the Family Health team and the district management, the interdisciplinary work among the helpers; the horizontal relationship between the matrix support teams and Family Health Strategy teams, knowing the flux and network of attention professionals.This study enabled the recognition of matrix support as a kind of work which qualifies the actions in family health in the territory, thus consolidating the psychiatric reform. / La Reforma Psiquiátrica nombrado instrumentos nueva atención a la salud mental; entre ellos, el apoyo de la matriz, que ofrece especializada de nuevo a la Estrategia Salud de la Familia mediante la consolidación de la atención de salud mental en el territorio. La investigación tiene como objetivo evaluar el diseño de los partidarios matriciales como el soporte de la matriz se ofreció a los equipos de la Estrategia Salud de la Familia. Estudio cualitativo descriptivo, exploratorio de tipo estudio de caso. Los informantes fueron de seis Unidad de Apoyo a la Salud de la familia profesional que realizan soporte de la matriz en una gestión del distrito de la ciudad de Porto Alegre / RS. La recolección de datos se llevó a cabo a través de entrevista semi-estructurada. Para el análisis de los datos se utilizó el análisis de contenido de Bardin, en la que cuatro temas surgieron: el conocimiento del soporte de la matriz; Matrix partidario de las acciones en materia de salud mental; instalaciones para el trabajo de aficionados matriz; dificultades en el proceso de trabajo de apoyo de matriz. El equipo de partidarios realiza acciones de apoyo a la matriz en la salud mental en el territorio dentro de una perspectiva interdisciplinaria, la búsqueda de una plena salud mental y singular práctica. El estigma, la gran demanda, la demanda de especialidades, la debilidad de la red, la falta de capacitación para el trabajo como partidario de la matriz fueron algunas dificultades señaladas. El equipo anotó como facilidades para trabajar el vínculo con las unidades, el aprecio y el reconocimiento de los equipos de salud de la familia y el distrito de la gestión, el trabajo interdisciplinario entre los partidarios, la relación horizontal entre profesionales del soporte de la matriz y los equipos de FSE, el flujo de conocimiento y la red de atención profesional. Este estudio permitió reconocer que el soporte de la matriz es un tipo de trabajo que califica las acciones de salud de la familia en el territorio, la consolidación de la reforma psiquiátrica.
|
308 |
Fragmentos da memória e o cuidado de quem cuida no cenário da loucuraRauber, Ana Lua Sarmento January 2015 (has links)
Esta pesquisa mescla as vivências da pesquisadora e as de trabalhadores da Atenção Psicossocial Estratégica no campo da Saúde Mental Coletiva. Discutimos sobre as condições e o cuidado desses trabalhadores. Resgatamos valores iniciais do processo de luta pela Reforma Psiquiátrica no Rio Grande do Sul. Para isso, elegemos o Método da Escavação, proposto por Eliana Anjos, como ferramenta metodológica qualitativa. A Saúde Coletiva, a Saúde Mental Coletiva, a Saúde do Trabalhador e trabalhar em saúde foram pontos de ancoragem em nossas argumentações. / Esta investigación combina la experiencia del investigador con la experiencia de los empleados de la Atención Psicosocial Estratégica en Salud Mental Colectiva. Discutimos las condiciones y el cuidado de estos trabajadores. Valores iniciales rescatados de la lucha por la Reforma Psiquiátrica en Rio Grande do Sul-Brasil. Por lo tanto, se optó por el Método da Escavação propuesto por Eliana Anjos, como herramienta metodológica cualitativa. La salud de la comunidad, la Salud Mental Colectiva, la Salud Ocupacional y el trabajo en salud fueran los puntos de abordaje en nuestros argumentos.
|
309 |
O cuidado ao usuário de drogas : uma análise das tecnologias presentes no cotidiano do trabalho de uma equipe itinerante / The care for the drug user : an analysis of the technologies present in the daily life in the work of an itinerant team / El cuidado al usuario de drogas : un análisis de las tecnologías presentes en el cotidiano del trabajo de un grupo itineranteEslabão, Adriane Domingues January 2016 (has links)
O presente estudo tem como objetivo a análise das tecnologias presentes no trabalho da Equipe Itinerante da Rede de Saúde Mental do município de Viamão/RS. Para realizar o presente estudo foi utilizado o referencial teórico do processo de trabalho em saúde, articulado ao debate sobre o modo psicossocial. O estudo é de abordagem qualitativa, do tipo estudo de caso. A coleta de dados ocorreu nos meses de julho, agosto e setembro, através da observação participante, com anotações em diários de campo, análise documental e por meio de uma entrevista semiestruturada. Os participantes do estudo são três profissionais da Equipe Itinerante de Saúde Mental. Para realizar a análise dos dados foi utilizada a análise de conteúdo, modalidade temática. A análise evidenciou três categorias, a saber: Elementos constituintes do trabalho da equipe itinerante – seu objeto e tecnologias; Organização do trabalho da equipe itinerante; e, Potencialidades e desafios do trabalho da equipe itinerante para a rede de atenção psicossocial. Em relação à primeira categoria, os resultados apontaram para a clareza do objeto de trabalho, sendo este o usuário. O papel da equipe é relativizado como sendo de apoiador das equipes de referência, responsáveis pela inserção dos usuários nos serviços de saúde e pela aproximação e resposta ao judiciário em relação à judicialização da saúde. Em relação às tecnologias de trabalho, são usadas as reuniões de equipe, as visitas domiciliares e outras tecnologias, como as Guias de Encaminhamentos. Na segunda categoria foram identificadas ações de desburocratização das atividades da equipe itinerante, avanços em articulações e intervenções em conjunto com os serviços de referência - com maior abertura dos serviços de saúde mental à equipe itinerante -, e a necessidade de melhores diálogos com o setor judiciário para repensar prazos processuais e sanar dúvidas dos trabalhadores. Na terceira categoria, em relação às potencialidades, os participantes destacam a criação de uma equipe para atuar com o judiciário, a autonomia no processo de trabalho e abertura para trabalho em conjunto com a atenção básica e o CAPS AD. Já em relação aos desafios, são destacadas: a dificuldade de encontrar o usuário em sua casa, a mediação de conflitos familiares e as questões relacionadas ao tráfico, à violência e ao preconceito da sociedade com o usuário. Deste modo, acredito que o estudo possa contribuir no processo de reforma psiquiátrica ao propor novos modos de cuidado no território a partir da criação de equipes itinerantes. / The present study aims the analysis of the technologies present in the work of an Itinerant Team from the Mental Health Network in the city of Viamão-RS. In order to carry out the present study, a theoretical benchmark of the process in health work was used, linked to the debate on psychosocial level. It is a qualitative approach study, similar to a case study. The data was collected in the months of July, August and September, through the participating observation with note taking in field diaries and through semi structured interview. The study participants are three professionals from the Itinerant Team of mental health. To analyze the data we used the content analysis, thematic review. The analysis highlighted three categories, which are: Elements members of the itinerant working team - their purpose and technologies; Organization of the itinerant working team and potentials and challenges of the itinerant working team for the network of psychosocial attention. Concerning the first category, results pointed out for the clearness of the working object, that is, the user. The role of the team is seen as a supporting one for the reference teams, responsible for introducing the users in the health services and approximation and response to the judicial power concerning the judicialization of health. Concerning the working technologies, we used the team meetings, the visits and the new technologies as Referral Guidelines. In the second category, debureaucratization actions of the itinerant team activities were identified as well as advances in connections and interventions with the reference services – with bigger access of mental health services for the itinerant team – and the need of better dialogues with the judicial power to rethink procedural deadlines and solve doubts of the workers. In the third category, concerning the potentials: the participants highlight the creation of a team to work with the judicial power, the autonomy in the working process and the opening of joint work with the basic attention and the CAPS AD. The challenges are highlighted concerning the difficulty to find the user at home, the mediation of family conflicts and the issues involving traffic, violence and prejudice from the society against the user. Thus, I believe this study can contribute in the process of psychiatric reform when it proposes new ways to care for in the territory based on the creation of itinerant teams. / El presente estudio tiene como objetivo el análisis de las tecnologías presentes en el trabajo del Grupo Itinerante de la Red de Salud Mental del municipio de Viamão-RS. Para realizar tal estudio fue utilizado el referencial teórico del proceso de trabajo en salud, articulado al debate sobre el modo psicosocial. El estudio es de abordaje cualitativo, tipo estudio de caso. La recolección de los datos ocurrió en los meses de julio, agosto y septiembre, a través de la observación participante con apuntes en diarios de campo y por medio de una entrevista semiestructurada. Los participantes del estudio fueron los tres profesionales que componen el Grupo Itinerante de la Red de Salud Mental del municipio de Viamão-RS. Para realizar el análisis de los datos fue utilizado el análisis de contenido modalidad temática. El análisis evidenció tres categorías, a saber: Elementos constituyentes del trabajo del grupo itinerante – su objeto y tecnologías; organización del trabajo del grupo itinerante y Potencialidades y desafíos del trabajo del grupo itinerante para la red de atención psicosocial. Sobre la primera categoría, los resultados señalaron la claridad del objeto de trabajo, siendo éste, el usuario. El papel del grupo es relativizado como siendo de apoyador de los grupos de referencia, responsables por la inserción de los usuarios en los servicios de salud y por la aproximación y respuesta al judiciario en relación a la judicialización de la salud. En relación a las tecnologías de trabajo, son usadas las reuniones de grupo, las visitas domiciliares y otras tecnologías, como las Guías de Encaminamientos. En la segunda categoría fueron identificadas acciones de desburocratización de las actividades del grupo itinerante, avances en articulaciones e intervenciones en conjunto con los servicios de referencia – con mayor apertura de los servicios de salud mental al grupo itinerante -, y la necesidad de mejores diálogos con el sector judiciario para repensar plazos procesuales y sanar dudas de los trabajadores. En la tercera categoría, en relación a las potencialidades, los participantes señalan la creación de un grupo para actuar con el judiciario, la autonomía en el proceso de trabajo y apertura para trabajo en conjunto con la atención básica y CAPS AD. Ya cuanto a los desafíos, son señalados: la dificultad de encontrar el usuario en su casa, la mediación de conflictos familiares y las cuestiones relacionadas al tráfico, violencia y prejuicio de la sociedad con el usuario. De este modo, creo que este estudio pueda contribuir en el proceso de reforma psiquiátrica al proponer nuevos modos de cuidado en el territorio a partir de la creación de grupos itinerantes.
|
310 |
Família e o cuidado de saúde mental no domicílio : estudo avaliativoLavall, Eliane January 2010 (has links)
O modelo de atenção psicossocial orienta o cuidado da pessoa com transtorno mental para o território, preocupando-se com o cotidiano e a inserção da família e da sociedade. O cuidado realizado no domicílio pela família adquire importância, possibilitando as ações de saúde mental que considerem as individualidades, as particularidades e a subjetividade da pessoa no seu contexto de vida. O objetivo deste estudo é avaliar o cuidado em saúde mental realizado no domicílio pela família. O estudo é avaliativo, com abordagem qualitativa, tipo estudo de caso, utilizando os pressupostos da Avaliação de Quarta Geração, tendo como sujeitos famílias de pessoas com transtorno mental acompanhada em uma (unidade) Estratégia Saúde da Família, do município de Porto Alegre/RS. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevistas individuais semiestruturadas. Na análise dos dados utilizou-se o Método Comparativo Constante, emergindo três categorias: cuidado em saúde mental realizado no domicílio pela família; facilidades para realizar esse cuidado e dificuldades para realizar o cuidado em saúde mental no domicílio. O cuidado no domicílio se organiza nas dimensões psicossocial, clínica e afetiva, possibilitando a construção de um cuidado ampliado a integral. As facilidades do cuidado envolvem o cuidar em casa, cuidado clínico e os apoios — família, amigos, igreja, a ESF, Grupo Evolução, escuta e fé. Foram consideradas dificuldades a sobrecarga, as interferências e o preconceito. Avaliou-se que o cuidado realizado pela família no domicílio deve ser valorizado e incorporado à construção da atenção psicossocial no território. / The psychosocial care model guides the care of the subject with mental disorder onto the territory, concerned with the day-to-day life and the insertion of the family and the society. The care performed in the domicile by the family acquires importance because it makes possible actions of mental health that consider the individualities, the particularities and the subjectivity of the person in his or her life context. The objective of this study is evaluating the mental health care performed in the domicile by the family. The study is evaluating with qualitative approach, of the case study type, and utilizes the presuppositions of the Fourth Generation Evaluation. The subjects are families of persons with mental disorder followed up in a Family Health Strategy (unit) of the municipality of Porto Alegre – RS. The data collection was done by means of individual semi-structure interviews. From the data analysis performed through the Constant Comparative Method, three categories emerged: mental health care carried out by the family in the domicile; facility to perform such care; and, difficulty to perform mental health care in the domicile. The care in the domicile is organized in the psychosocial, clinic and affective dimensions so that it allows the construction of a broad to an integral care. The care facilities involve taking care at home, clinical care and the supports – family, friends, church, the ESF, Evolution Group, listening and faith. Among the difficulties, overcharge, interferences and prejudice stood out. The evaluation showed that the care performed by the family in the domicile must be appreciated and incorporated in the construction of the psychosocial care in the territory. / El modelo de atención psicosocial orienta el cuidado de la persona con trastorno mental para el territorio, preocupándose con el cotidiano y la inserción de la familia y de la sociedad. El cuidado realizado en el domicilio por la familia adquiere importancia, posibilitando las acciones de salud mental que consideran las individualidades, las particularidades y la subjetividad de la persona en su contexto de vida. Este estudio tuvo el objetivo de evaluar el cuidado en salud mental realizado en el domicilio por la familia. El estudio es evaluativo, con abordaje cualitativo, tipo estudio de caso, utilizando los presupuestos de la Evaluación de Cuarta Generación, tiendo como sujetos familias de personas con trastorno mental acompañada en una (unidad) Estrategia Salud de la Familia, de la municipalidad de Porto Alegre - RS. La recolección de datos ocurrió por medio de entrevistas individuales semiestructuradas. Para el análisis de los datos se utilizó el Método Comparativo Constante, Del cual emergieron tres categorías: cuidado en salud mental realizado en el domicilio por la familia; facilidades para realizar ese cuidado; y, dificultades para realizar el cuidado en salud mental en el domicilio. El cuidado en el domicilio se organiza en las dimensiones psicosocial, clínica y afectiva, lo que posibilita la construcción de un cuidado ampliado a integral. Las facilidades del cuidado envuelven el cuidar en casa, cuidado clínico y los apoyos — familia, amigos, iglesia, la ESF, el Grupo Evolución, escucha y fe. Se consideraron dificultades la sobrecarga, as interferencias y el prejuicio. La evaluación mostró que el cuidado realizado por la familia en el domicilio debe ser valorado e incorporado en la construcción de la atención psicosocial en el territorio.
|
Page generated in 0.1086 seconds