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Concepções de professores sobre agressão e violência em crianças no início da escolarização /

Stolfi, Paula Furine. January 2009 (has links)
Orientador: Maria Alice de Campos Rodrigues / Banca: Maria de Lourdes Morales Horiguela / Banca: Silvia Regina Ricco Lucato Sigolo / Resumo: Este trabalho teve como objetivo examinar as concepções de professores de Educação Infantil e das primeiras séries do Ensino Fundamental, sobre agressividade humana, com especial atenção para agressão e violência entre crianças na escola, e levantar alguns subsídios para reflexão sobre a formação de professores. Apresenta-se um levantamento das pesquisas no Brasil no período de 2000 a 2008, sobre violência na escola, seguido de uma breve referência às principais teorias que procuram explicar a violência em humanos, e depois a alguns pontos básicos da pesquisa sobre desenvolvimento humano, crianças, visando-se a chamar atenção para as explicações sobre os possíveis fatores de desenvolvimento de comportamento agressivo em crianças. Método: Dezesseis professoras, sendo onze da Educação Infantil (pré-escolas, crianças de 4 e 5 anos de idade) e cinco do Ensino Fundamental (1º e 2º anos, crianças de 7 e 8 anos), em escolas de um município no interior de São Paulo, foram entrevistadas com vistas a exporem suas idéias sobre agressão e violência mediante um roteiro de entrevista semi-estruturada. Foram geradas sete categorias de análise com base nas falas das professoras. As professoras também responderam a uma lista para assinalar, com 36 itens de comportamento, classificando cada item, como "agressão" e/ou, "indisciplina" e/ou como "outra". Resultados: Agressão e violência entre crianças na escola, nas concepções das professoras, são atos de natureza física ou verbal infligidos aos colegas com a intenção de ferí-los ou atingí-los. Mesmo um mau comportamento como insolência, por exemplo, é visto antes como indisciplina do que como agressão. Na estrutura e no ambiente familiar, principalmente, estão os fatores da violência, assim como do mau e do bom comportamento da criança. Nenhuma menção foi feita a fatores de desenvolvimento... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: This study aimed to examine the conceptions of elementary school's and early childhood education's teacher about human aggressive, focusing on children's behavior in an angry and violent way towards students in school and get some subsidies for reflection on teachers training. It presents researches in Brazil from 2000 up to 2008 about violence in schools, followed by a brief reference to major theories that try to explain violence in humans and then some basic researches on human development, focusing on the possible factors for the development of aggressive behavior in children. Method: Sixteen elementary school's and early childhood education's teachers, being eleven teachers who work with children aged 4 and 5 years old and five teachers working with children aged 7 and 8 years old in public schools of São Paulo's countryside, were interviewed aiming to show teacher's idea about aggression and violence through a report structured interview. The study generated seven categories of analysis based on teachers' speech. The teachers also answered a list to mark, with 36 items of behavior, rating each item as "aggression" and / or" indiscipline" and / or as "other". Results: Aggression and violence among students in teacher's conception are acts of physical or verbal inflicted schoolmates with the intention of hurting or reaching them. Even a bad behavior as insolence, for example, is seen as indiscipline not aggression. In the family circle are the factors of violence, as well as the bad and the good behavior of the child. No mention was made of developmental factors. The notion of innateness permeates the conceptions of the teachers. The adverse effect of children's aggressive behavior on their school performance and on other children is clearly recognized. The teachers don't agree completely with each others about genre, someone think that don't exist difference... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Agressividade e depressão em escolares

Silva, Diego Dewes da January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:08:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000449616-Texto+Parcial-0.pdf: 361612 bytes, checksum: 28d2e71988b66cf61ec4bb28f568b86f (MD5) Previous issue date: 2013 / This dissertation follows the rules proposed by the Graduate Program in Psychology at PUCRS and is divided in two studies. The first study is a systematic review of the literature, untitled Aggressiveness and Depression Expressions in Children and Adolescents: Systematic Review, whose objectives are: a) perform a systematic review of the literature about aggressiveness in children and adolescents assessed by the Children Behavior Checklist (CBCL); b) perform a systematic review of the literature about depression in children and adolescents assessed by the CBCL; c) to assess how aggression and depression manifest themselves in childhood and adolescence. Were used descriptors and criteria for inclusion and exclusion in pre-defined searches in the databases MedLine, Embase, PsycInfo, Lilacs, SCielo and BVS for the two systematic reviews performed considering specific descriptors for aggressiveness and depression, used in separate searches. It was found that children and adolescents manifest aggressiveness and depression in different ways according to sex and age around the world. The second study, untitled Age and Gender Differences in Aggressiveness and Depression in Schoolchildren aimed to analyze relationships existents between aggressiveness, anxiety-depression, withdrawn-depression, sex and age and to characterize the sample, which consists of schoolchildren protocols CBCL answered by parents. The results identified boys with significantly higher T scores than girls on the three subscales studied in CBCL. Was identified moderate positive association between aggressiveness, anxiety-depression and withdrawn-depression. Lastly, the manifestation of aggressiveness could be covering the depression more than half of the time. / A presente dissertação de Mestrado é composta por dois estudos, seguindo as normas do programa de Pós-Graduação em Psicologia da PUCRS. O primeiro estudo é uma revisão sistemática de literatura intitulada “Manifestações da Agressividade e depressão em crianças e adolescentes: revisão sistemática”, cujos objetivos são: a) realizar revisão sistemática da literatura sobre a temática da agressividade em crianças e adolescentes avaliados pelo Children Behavior Checklist (CBCL); b) realizar revisão sistemática da literatura sobre a temática da depressão em crianças e adolescentes avaliados pelo CBCL; c) avaliar como a agressividade e depressão se manifestam na infância e adolescência. Foram utilizados descritores e critérios de inclusão e exclusão pré-definidos em buscas às bases de dados MedLine, Embase, PsycInfo, Lilacs, SCielo e BVS para as duas revisões sistemáticas realizadas, considerando descritores específicos para agressividade e depressão, utilizados em buscas separadas. Identificou-se que crianças e adolescentes manifestam agressividade e depressão de diferentes formas quanto ao sexo e idade, em diferentes regiões do mundo. O segundo estudo, intitulado “Diferenças de Gênero e Idade na Agressividade e Depressão em Escolares” objetivou analisar relações existentes entre agressividade, ansiedade-depressão, retraimento-depressão, sexo e idade e caracterizar a amostra, que é composta por protocolos CBCL de escolares respondidos por pais e mães. Os resultados identificaram meninos com escores T significativamente mais elevados que meninas nas três subescalas estudadas do CBCL. Identificou-se associação moderada positiva entre a agressividade, ansiedade-depressão e retraimento-depressão. Por fim, a manifestação de agressividade pode estar encobrindo depressão em mais da metade das vezes.
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Agressividade no período da latência através do teste contos de fadas

Lovera, Renata de Rezende January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:09:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000409859-Texto+Completo-0.pdf: 766210 bytes, checksum: 13c685f3ad9b4e3371f95fb2c6302459 (MD5) Previous issue date: 2009 / Aggression is one of the actions performed by humans that can be define as a behavior that is part of the daily lives of people, and if well managed, helps the individual to become established and to obtain satisfaction, considering the social context in which it is inserted. However, the aggression is commonly associated with violence, which is considered a bad adaptive behavior as destructive character of the people. This can be found since the early stages of development, and it is important to understand the phenomenon of psychological aggression in childhood as a way to meet and identify ways to appropriate intervention in child clinical psychology with the goal of the preventive actions. In order to accomplish this goal, two study sections were developed: a theoretical and an empirical. The section presents a review of the theoretical contribution of psychoanalysis to the understanding of aggression. It discusses the importance of aggression for the various authors and also contextualizes such as aggressiveness is present in the infant stages of development, from a focus on the latency period. At this stage of development, characterized by a balance between impulse and more elaborate defenses, the use of defensive mechanisms such as sublimation, help the child to overcome aggressive difficult situations. In the empirical section, is portrayed a quantitative study, a cross section type that identify the presence of evidence of aggressive content in the responses to the Fairy Tale Test (TCF), a projective instrument theme. The participants of the study were 72 female and male children, aged between 6 and 11 years of public and private schools in the city of Porto Alegre. A socio-demographic data form was used for the sample characterization. To delete suspicious cases of intellectual impairment was given the Raven’s Progressive Matrices - Special Scale.All material expressed by the children to the Fairy Tale Test (FTT) was evaluated by three judges (J1, J2 and J3), which made assessments based on the categorization system of the test. To assess the degree of agreement between them, it was used the statistic Kappa. It was subsequently conducted a survey of frequencies of the aggressive types identified in the responses, and for comparison between groups and associations of the variables as school, sex and age, thematic/conflict in the series of cards, it was used Fisher's Exact Test. The results show that the degree of agreement among the judges were mostly satisfactory, since the agreement was achieved predominantly values of moderate, substantial and almost perfect in most categories of aggression. The aggressive content with greater frequency of responses were: Fear of Aggression (f = 54), Aggression Type A (f = 49) and Aggression as Retaliation (f = 34). It identified a significant association between the variable Aggression Type A and males (p = 0. 042). It was possible to identify the frequencies of variable aggression in six of the seven sets of cards (Little Red Riding Hood, Wolf, Dwarfs, Witch, Giant, Little Red Riding Hood Scenes). The results suggest that even the period of latency is considered a period of"waiting" for the later stages, in which the child is more calm you can identify the existence of motives that lead the child to act aggressively. / Como uma das ações desempenhadas pelos seres humanos, encontra-se a agressão - comportamento que faz parte do cotidiano das pessoas, e, se bem gerenciada, auxilia o indivíduo a se afirmar e a obter satisfação, considerando o contexto social no qual está inserido. Entretanto, a agressão está comumente associada à violência, que é considerada um comportamento mal-adaptativo, como caráter destrutivo das pessoas. Presente desde as etapas iniciais do desenvolvimento, torna-se relevante compreender o fenômeno psíquico da agressão na infância, como forma de conhecer e definir formas de intervenções adequadas na clínica psicológica infantil com o objetivo de ações de prevenção. Para tanto, foram elaboradas duas seções de estudo: uma teórica e uma empírica. A seção teórica apresenta uma revisão da contribuição dos teóricos da psicanálise para compreensão da agressividade. Discute-se a importância da agressão para os diferentes autores e também se contextualiza como a agressividade está presente nas fases do desenvolvimento infantil, a partir de um enfoque no período da latência. Nesta etapa do desenvolvimento, que se caracteriza por um equilíbrio entre impulso e defesas mais elaboradas, a utilização de mecanismos defensivos, como a sublimação, instrumentaliza a criança para superar situações difíceis de caráter agressivo. Na seção empírica, é retratado um estudo quantitativo, do tipo transversal, que busca identificar a presença de evidências de conteúdos agressivos nas respostas ao Teste dos Contos de Fadas (TCF), instrumento projetivo temático. Participaram do estudo 72 crianças dos sexos feminino e masculino, com idades entre 6 e 11 anos, de escolas públicas e privadas da cidade de Porto Alegre. A fim de obter dados que caracterizem os participantes, foi utilizada uma Ficha de Dados Sociodemográficos.Para excluir casos com suspeita de comprometimento intelectual, foi administrado o Teste Matrizes Progressivas Coloridas de Raven - Escala Especial. Todo o material verbalizado pelas crianças ao Teste dos Contos de Fadas (TCF) foi avaliado por três juízes (J1, J2 e J3) que realizaram avaliações com base no sistema de categorização de respostas. Para avaliar o grau de concordância entre eles, foi utilizada a estatística Kappa. Posteriormente, foi realizado um levantamento de freqüências dos tipos de conteúdos agressivos identificados nas respostas e, para a comparação entre grupos e associações das variáveis conforme escola, sexo e idade, temática/conflito da série de cartões, foi utilizado o Teste Exato de Fisher. Os resultados mostram que o grau de concordância entre os juízes, na sua maioria, foi satisfatório, uma vez que a concordância alcançada foi, predominantemente, de valores moderados, substancias e quase perfeitos na maioria das categorias da agressão. Os conteúdos agressivos com maior freqüência de respostas foram: Medo de Agressão (f = 54), Agressão Tipo A (f=49) e Agressão como Retaliação (f=34). Foi identificada associação significativa entre a variável Agressão Tipo A e sexo masculino (p=0,042). Foi possível identificar as freqüências da variável agressão em seis das sete séries de cartões (Chapeuzinho Vermelho, Lobo, Anões, Bruxa, Gigante, Cenas do Conto Chapeuzinho Vermelho). Os resultados obtidos apontam que, mesmo o período da latência sendo considerado um período de “espera” para as etapas posteriores, na qual a criança está mais calma, é possível identificar a existência de motivações que levam a criança a agir de forma agressiva.
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Estabelecimento, reconhecimento e defesa territorial em Stegastes fuscus

Silveira, Mayara Cristina Moura Silva dos Prazeres 30 March 2015 (has links)
Submitted by Automa??o e Estat?stica (sst@bczm.ufrn.br) on 2016-04-05T20:10:56Z No. of bitstreams: 1 MayaraCristinaMouraSilvaDosPrazeresSilveira_DISSERT.pdf: 2298782 bytes, checksum: 47ff79aad6817e89fb3be4ba26b004ae (MD5) / Approved for entry into archive by Arlan Eloi Leite Silva (eloihistoriador@yahoo.com.br) on 2016-04-05T20:17:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 MayaraCristinaMouraSilvaDosPrazeresSilveira_DISSERT.pdf: 2298782 bytes, checksum: 47ff79aad6817e89fb3be4ba26b004ae (MD5) / Made available in DSpace on 2016-04-05T20:17:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MayaraCristinaMouraSilvaDosPrazeresSilveira_DISSERT.pdf: 2298782 bytes, checksum: 47ff79aad6817e89fb3be4ba26b004ae (MD5) Previous issue date: 2015-03-30 / Os estudos da territorialidade e de comportamentos associados a ela favorecem o entendimento da maneira como as intera??es ecol?gicas afetam a composi??o de esp?cies e a din?mica de uma comunidade. No presente estudo tivemos como objetivo geral investigar o comportamento de Stegastes fuscus, um peixe-donzela territorialista, em ambiente natural e em cativeiro, com foco na capacidade de localiza??o territorial, reconhecimento e defesa de uma ?rea estabelecida. Para tanto subdividimos o trabalho em 3 cap?tulos. O primeiro teve como foco o estudo da esp?cie em ambiente natural objetivando estimar a ?rea do territ?rio ocupado e os padr?es comportamentais da por ela expressos. Sendo encontrado que a ?rea m?dia ocupada por S. fuscus foi de 274 cm2 e os comportamentos mais observados foram: vigil?ncia, ingest?o de alimento, tempo no abrigo/toca e displays agressivos. O segundo cap?tulo teve como alvo investigar a capacidade de localiza??o espacial da esp?cie mediada por pistas visuais. Os resultados demonstraram que S. fuscus apresenta marcante aprendizagem condicionada e possibilidade de exist?ncia de orienta??o espacial na esp?cie. O terceiro cap?tulo teve como objetivo avaliar a influ?ncia da resid?ncia pr?via estabelecida e do reconhecimento de coespec?ficos nos resultados de confrontos agon?sticos. Os resultados apontaram a resid?ncia como fator priorit?rio na din?mica das disputas agon?sticas e que aspectos relacionados ? familiaridade como relevantes e destacam-se mais quando n?o existe um territ?rio previamente estabelecido. Diante disso nossos resultados podem favorecer o entendimento da din?mica estrutural da comunidade na qual S. fuscus esta inserida, sendo isto significativo tendo em vista a import?ncia ecol?gica da esp?cie para o ecossistema.
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A descontinuidade entre agressividade e violência: uma contribuição psicanalítica às práticas educacionais / The discontinuity between aggression and violence: a psychoanalytic contribution to educational practice

Elaine Vasconcelos de Andrade 24 August 2014 (has links)
O objetivos deste trabalho é oferecer aos profissionais de saúde e educação uma ferramenta que ilumine sua compreensão acerca dos comportamentos agressivos e das situações violentas comumente encontradas na instituição escolar. Para isso, a pesquisa se desenvolve em três capítulos e uma seção de considerações e contribuição finais. No primeiro, são apresentadas diferentes ideias sobre as noções de agressividade e violência. Os psicanalistas enfocados são Sigmund Freud, Jacques Lacan e Donald Winnicott. No segundo, é feito um estudo da teoria do desenvolvimento emocional de Winnicott. No segundo, é feito um estudo da teoria do desenvolvimento emocional de Winnicott para, no capítulo que se segue, serem analisados os significados dados pelo autor a tais fenômenos, que nos encaminham à despatologização da agressividade e à desnaturalização da violência. Por último, como uma contribuição mais direta ao campo da educação, são sugeridas reflexões e propostas para que o espaço escolar possa ser um ambiente facilitador da criatividade do sujeito e do exercício de poder do cidadão, colaborando assim, para diminuir as chances de irrupção e reprodução da violência que vem assolando o mundo contemporâneo. / This dissertation aims at providing health and education professional with a tool that can enlighten their understanding of aggressive behaviors and violent situations, both commonly found at educational institutions. This research is developed in three chapters plus a final section of conclusions. The first one, present different ideas about the concepts of aggressiveness and violence. For that, the works of three psychoanalysts are used, Sigmund Freud, Jacques Lacan and Donald Winnicott. The second chapter approaches Winnicotts emotional development theory, so that, in the third chapter, those two processes mentioned above can be analyzed, through the perspective of the author. The latter guides us to a process that denaturalizes violence and also withdraws the concept of aggressiveness from being considered pathological. At last, as a more direct contribution to the field of the education, reflections and proposals are suggested so that the school environment can be able to give way to the creativity of the individuals, and also to the full power of being a citizen. These two processes happening at the schools can collaborate to the decrease in violence irruption and reproduction, that devastates the contemporary world.
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Comportamento agonístico e deslocamento em ambiente natural de anomuros de água doce (Crustacea, Decapoda, Aeglidae)

Ayres-Peres, Luciane January 2011 (has links)
Os eglídeos (Anomura, Aeglidae) são um grupo de crustáceos endêmicos do sul da América do Sul e restritos ao ambiente de água doce. Muitos aspectos da biologia e ecologia desses animais são bem conhecidos, porém, pouco se sabe sobre seu comportamento, principalmente o comportamento agressivo e a atividade em ambiente natural. É sabido que entre os animais, os conflitos são resolvidos por comportamentos agonísticos, termo que abrange uma gama de comportamentos de escape, exibições (“displays”), até um extremo do combate físico. Em um contexto ecológico, informações sobre os movimentos e a atividade dos animais são importantes para uma compreensão das exigências de hábitat, padrões de utilização dos recursos e o potencial de interações interespecíficas. A presente tese teve como objetivos: padronizar uma metodologia para análise do comportamento agressivo de eglídeos em laboratório; descrever o comportamento agressivo de Aegla longirostri; avaliar o comportamento agonístico de espécies provenientes de vertentes do lado Pacífico (espécies basais) e Atlântico (espécies derivadas) da América do Sul; comparar os padrões agressivos de fêmeas de A. longirostri e A. manuinflata, e; examinar os padrões de deslocamento, de atividade diária e de ocupação dos diferentes substratos por A. manuinflata em ambiente natural. Para os estudos sobre comportamento agressivo, os animais coletados foram mantidos em aclimatação por uma semana em aquários individuais, pareados para realização de interações intra-específicas e filmados durante 20 minutos, período que foi subdivido para realização das análises. A parir dos confrontos com A. longirostri foram descritos os atos comportamentais, com 16 atos agressivos, e foi estabelecida uma tabela de intensidade da agressividade, variando de -2 (fuga) a 5 (combate intenso). No estudo comparativo entre quatro espécies de Aegla, foi verificado que todas apresentaram comportamentos semelhantes, porém um indivíduo de Aegla denticulata denticulata, apresentou tanatose. O período de latência foi superior ao tempo investido em todos os encontros agressivos. Aegla longirostri, a espécie mais derivada (da vertente do Atlântico) foi a que apresentou maior intensidade agressiva média e a mais basal (da vertente do Pacífico), A. d. denticulata a menor intensidade. Aegla abtao, A. longirostri e A. manuinflata gastaram significativamente mais tempo lutando, prendendo ou agarrando o oponente do que os demais atos, enquanto A. d. denticulata passou 18,2% do tempo sem deslocamento, e não apresentou confronto intenso. Em todas as espécies foi verificada reversão da dominância. Entre as fêmeas, o comportamento é semelhante àquele observado nos machos das mesmas espécies. O período de latência foi mais longo do que qualquer encontro, e o primeiro foi em média mais longo que os demais. Houve uma baixa freqüência na reversão da dominância, o animal que venceu o primeiro encontro, conseqüentemente teve uma probabilidade maior de ser o vencedor final. Para ambas as espécies, o ato mais freqüente foi o de lutar e/ou prender e agarrar com o quelípodo, seguido pelo uso das antenas. A agressividade das fêmeas pode chegar a altos níveis, por vezes, superando a agressividade observada em machos. Para avaliar o deslocamento e a atividade de A. manuinflata em ambiente natural, machos adultos e em intermuda foram monitorados a cada três horas durante nove dias, através da técnica de rádio-telemetria. Os eglídeos apresentaram um deslocamento significativamente maior à montante e apresentaram maior atividade de deslocamento na fotofase escura; a atividade locomotora não foi constante, sendo verificado que os animais passaram um ou mais dias sem deslocamento. Os indivíduos apresentaram especificidade em relação à ocupação dos diferentes tipos de substrato. Esses estudos trazem informações inéditas relativas ao comportamento agressivo de eglídeos, o qual é semelhante ao observado em outros decápodos com quelípodos bem desenvolvidos, porém, muitas peculiaridades foram observadas. Além disso, os resultados do estudo de rádio-telemetria forneceram mais uma informação importante para estudos de conservação das espécies, demonstrando a importância da manutenção dos ambientes naturais para esses indivíduos. / The aeglids (Anomura, Aeglidae) are endemic crustaceans from south region of South America and restricted to freshwater environments. Although several biological and ecological aspects of these animals has already been studied little is known about their behavior, mainly its aggressive behavior and activity in the natural environment. It is known that among animals, conflicts are resolved through agonistic behavior, an expression of which embraces a range of fleeing behaviors, displays, up to the extreme of physical combat. In an ecological context, information on the movements and activity of animals is important for understanding their requirements of habitat, resource usage patterns and the potential of interspecific interactions. This thesis has the following goals: to standardize a method in order to analyze the aggressive behavior of aeglids in laboratory; to describe the aggressive acts of Aegla longirostri; to evaluate the agonistic behavior of species originated from slopes on the Pacific (basal species) and Atlantic (derived species) sides of South America; to compare aggressive pattern of A. longirostri and A. manuinflata females; and to examine the displacement pattern on daily activity and occupancy of substrates by A. manuinflata in natural environment. For the aggressive behavior studies the animals were kept for one week of acclimation in individual fishbowls, then paired for experiments of intraspecific interactions and videotaped for 20 minutes, period which were subdivided for analyzes. From combats with A. longirostri the behavioral acts were described, 16 were considered aggressive acts, and a table of aggression intensity was established, ranging from -2 (fleeing) to 5 (intense combat). Concerning the comparative study among four species of Aegla it was verified that all of them exhibited similar behaviors, but one individual of Aegla denticulata denticulata displayed thanatosis. The latency period was greater than the time invested in all aggressive encounters. Aegla longirostri, the most derived species (from Atlantic slope), was the species that displayed the highest average aggressive intensity and, the most basal species (from Pacific slope), A. d. denticulata the lowest intensity. Aegla abtao, A. longirostri and A. manuinflata spent significantly more time fighting, holding or catching the opponent than the other acts, while A. d. denticulata spent 18.2% of the time without any displacement and did not exhibit intense combat. Reversal of dominance was observed in all species. Female’s behavior is similar to that observed in conspecific males. The latency period was longest than any other encounter and the first one was in average the longest. There was a low reversal of dominance; the animal which won the first encounter consequently had a higher probability of being the final winner. For both species the most frequent act was fighting and/or holding and catching with the cheliped, following by the use of antennae. Female’s aggressiveness can reach high levels, overcoming sometimes the aggressiveness observed in males. To evaluate the displacement and activity of A. manuinflata in natural environment adult males in intermolt stage were monitored at every three hours during nine days through radio-telemetry technique. The aeglids showed a significantly greater displacement toward upstream and had the highest displacement activity on dark photophase; the locomotor activity was not constant, it was observed that the animals spent one or more days without any displacement. Individuals showed specific occupation of different types of substrate. These studies bring novel information concerning aggressive behavior of aeglids which is similar to the behavior observed in other decapods with developed chelipeds, although several peculiarities were noticed. Besides, the results from the radio-telemetry study provided more important information for conservation studies of species, demonstrating the importance of maintenance of natural environment for these animals.
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Estresse laboral e suas consequÃncias psicossociais em policiais militares no exercÃcio de suas funÃÃes

Verlene Sousa de Castro Alves 00 October 2018 (has links)
nÃo hà / The police institution is present in several countries and is identified by the use of force and coercion to try to maintain good social functioning. Specifically, the profession of military police is associated with the characteristics of abuse of power and authoritarianism, being considered also a labor activity of potential stress and risk of professionals losing their lives in their work routines. The surveys so far suggest the lack or little psychological follow-up of these professionals after the initial psychological examination for admission into office. With the objective of understanding the impacts of the working context, the relationship they have with some indicators of mental illness, such as: stress, anxiety, depression and suicidal ideation, and ultimately aggression, this study proposed an explanatory model of Aggression from the analyzed variables. For the realization of this research, it was counted with a sample of 229 military police officers. Participants responded to the work context scale (EACT) belonging to the work inventory and risk of illness (ITRA); Stress scale at work (EET); General Health Questionnaire (QSG); Multi-attitudinal range of suicidal tendencies (EMATS); Buss-Perry Aggression questionnaire. The data collection occurred in the police units. It is emphasized that all ethical procedures were adopted in order to make the research viable. The analysis of the data was carried out by IBM SPSS Statistics 22 and Amos 22. The hypotheses tested by simple and multiple linear regression presented similar results to the research literature, in which the work context promotes labor stress and mental illness, as well as the stress and variables related to the mental illness explain the aggression. The results supported the explanatory and integral model in which the working context raises the index of labour stress; Which, in turn, favors the mental illness, influencing increased aggression. Therefore, it is entrusted that the results achieved have enabled us to test the suggested variables and obtain relevant information on these indicators contributing to the field of mental health and public safety. / A instituiÃÃo polÃcia està presente em diversos paÃses e à identificada pela utilizaÃÃo de forÃa e coerÃÃo para tentar manter o bom funcionamento social. Especificamente, a profissÃo de policial militar à associada a caracterÃsticas de abuso de poder e autoritarismo, sendo considerada tambÃm uma atividade laboral de potencial estresse e risco dos profissionais perderem a prÃpria vida em suas rotinas de trabalho. As pesquisas atà o momento sugerem a falta de acompanhamento psicolÃgico desses profissionais apÃs o exame psicolÃgico inicial de admissÃo no cargo. Com objetivo de compreender os impactos do contexto de trabalho e a relaÃÃo que esses impactos possuem com alguns indicadores de adoecimento mental, como: estresse, ansiedade, depressÃo, ideaÃÃo suicida e, por fim, a agressividade, esse estudo propÃs um modelo explicativo da agressividade a partir das variÃveis analisadas. Para realizaÃÃo dessa pesquisa, contou-se com uma amostra de 229 policiais militares. Os participantes responderam à Escala de AvaliaÃÃo do Contexto de Trabalho (EACT), pertencente ao InventÃrio de Trabalho e Riscos de Adoecimento (ITRA); à Escala de Estresse no Trabalho (EET); ao QuestionÃrio de SaÃde Geral (QSG); à Escala Multi-Atitudinal de TendÃncia ao SuicÃdio (EMTAS); e ao QuestionÃrio de AgressÃo de Buss-Perry. A coleta dos dados ocorreu nas unidades policiais e ressalta-se que todos os procedimentos Ãticos foram adotados a fim de viabilizar a pesquisa. As anÃlises dos dados foram realizadas pelo IBM SPSS Statistics 22 e Amos 22. As hipÃteses testadas por regressÃo linear simples e mÃltiplas apresentaram resultados semelhantes à literatura pesquisada, em que o contexto de trabalho propicia estresse laboral e adoecimento mental, bem como o estresse e variÃveis relacionadas ao adoecimento mental influenciam a agressividade. Os resultados encontrados apoiaram o modelo explicativo e integrativo, em que o contexto de trabalho eleva os Ãndices de estresse laboral. Isso, por sua vez, favorece o adoecimento mental, influenciando o aumento da agressividade. Portanto, confia-se que os resultados alcanÃados permitiram testar as variÃveis sugeridas e obter informaÃÃes relevantes sobre esses indicadores, contribuindo para o campo da saÃde mental e da seguranÃa pÃblica.
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Correlatos disposicionais e situacionais da propensÃo à agressividade no trÃnsito / Dispositional and situational correlates of propensity for road rage

Thicianne Malheiros da Costa 21 March 2016 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / A presente dissertaÃÃo teve como objetivo avaliar o poder preditivo dos contextos de trÃnsito (capital e interior), da idade, do sexo, do tempo de habilitaÃÃo, dos traÃos de personalidade e da ansiedade traÃo sobre a propensÃo à agressividade no trÃnsito. Para tanto, desenvolveram-se dois estudos: o Estudo 1 teve como objetivo adaptar e validar a escala de propensÃo à agressividade no trÃnsito (EPAT) para o contexto brasileiro; e no Estudo 2, buscou-se testar a influÃncia dos contextos de trÃnsito (capital e interior), da idade, do sexo, do tempo de habilitaÃÃo, dos traÃos de personalidade e da ansiedade traÃo sobre a propensÃo à agressividade no trÃnsito. Especificamente, o primeiro estudo, foi realizado em trÃs etapas. Na primeira, efetivaram-se a traduÃÃo e a validaÃÃo semÃntica dos itens da escala; contou-se com o auxÃlio de dois colaboradores brasileiros bilÃngues, utilizando o mÃtodo do backtranslation, para obter uma Ãnica versÃo apropriada do instrumento em portuguÃs; posteriormente, dez pessoas, escolhidas aleatoriamente da populaÃÃo alvo do estudo, avaliaram os itens e as instruÃÃes da medida, indicando que estavam inteligÃveis. Na segunda, escalonaram-se os diferentes nÃveis de reaÃÃo emocional e retaliaÃÃo das opÃÃes de respostas apresentadas em cada um dos 19 cenÃrios da EPAT; nessa etapa, contou-se com uma amostra nÃo probabilÃstica de 41 estudantes universitÃrios da cidade de Fortaleza (CE), com idade mÃdia de 21 anos (dp = 4,61). Os resultados indicaram que a escala abarca os distintos graus de reaÃÃo de agressividade. A terceira parte contou com 271 motoristas de Fortaleza, idade mÃdia de 35,1 (dp = 13,5). Os participantes responderam aos instrumentos: EPAT, InventÃrio de Busca de SensaÃÃes, Escala de Autocontrole, QuestionÃrio de AgressÃo de Buss-Perry, InventÃrio dos Cinco Grandes Fatores de Personalidade e perguntas biossociodemogrÃficas. Os resultados apontaram que a EPAT apresenta uma estrutura unifatorial, e adequada validade convergente. O Estudo 2, foco desta dissertaÃÃo, contou com uma amostra nÃo probabilÃstica de 256 motoristas das cidades de Fortaleza e Sobral (CE), com idades variando entre 18 e 80 anos (m = 31,87 dp = 12,99) e a maioria com Carteira Nacional de HabilitaÃÃo na categoria B (39,8%). Os participantes responderam a quatro instrumentos: InventÃrio dos Cinco Grandes Fatores de Personalidade; EPAT; InventÃrio de Ansiedade TraÃo-Estado; e Perfil do condutor. Os resultados indicaram que nÃo houve diferenÃas significativas entre as pontuaÃÃes dos motoristas da capital e do interior, bem como entre gÃnero; nas correlaÃÃes, foram significativas apenas idade, neuroticismo e amabilidade com a propensÃo à agressividade no trÃnsito; por fim, a partir da anÃlise de regressÃo linear mÃltipla observou-se que apenas a amabilidade se apresentou como variÃvel preditora de tal construto. NÃo obstante algumas limitaÃÃes, ressalta-se que os objetivos foram alcanÃados, sendo propostos estudos futuros que contribuam para a prevenÃÃo de comportamentos agressivos e acidentes de trÃnsito.
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Comportamento agressivo, vitimização e relações de amizade de crianças em idade escolar : fatores de risco e proteção

Lisboa, Carolina Saraiva de Macedo January 2005 (has links)
O presente estudo investigou três processos que acontecem na esfera interpessoal: vitimização, agressividade e amizade. Foram identificados aspectos de risco e proteção destes três comportamentos, a relação entre os mesmos e também a validade do uso de diferentes instrumentos estrangeiros no Brasil. Em uma amostra de 258 crianças, regularmente matriculadas em escolas de nível sócio-econômico baixo, utilizaram-se duas escalas para investigação do comportamento agressivo, uma respondida pelas próprias crianças e outra pelas suas professoras, e também um instrumento de nomeação baseado em características, respondido pelos colegas. Para investigação da amizade foi utilizada uma escala sobre qualidade da amizade percebida e, para a investigação do processo de vitimização, foi utilizado o instrumento projetivo SCAN-Bullying. As aplicações dos instrumentos foram todas coletivas, com exceção do instrumento projetivo SCAN-Bullying que é acompanhado de uma entrevista estruturada Foram realizadas regressões múltiplas e correlações de Pearson, a fim de verificar as interações entre as variáveis estudadas. Testes T de Student, Teste de Kruskall- Wallis e Testes de Qui-quadrado foram utilizados a fim de verificar possíveis diferenças entre grupos de crianças com amizades recíprocas e sem amizades recíprocas, grupos de crianças classificados como agressores, vítimas, agressores-vítimas e pró-sociais e entre os gêneros. De uma maneira geral, verificou-se que a agressividade individual é um fator de risco para a vitimização entre pares, enquanto a amizade recíproca é um fator de proteção. Verificou-se, entretanto, que a agressividade do amigo pode ser um fator de proteção associado à popularidade da criança e reciprocidade na sua amizade. Estes resultados oportunizaram a compreensão e reflexão sobre a qualidade da interação de comportamentos e características sociais na promoção da resiliência. Os resultados obtidos poderão gerar subsídios para programas de intervenção que visem à adaptação saudável no ciclo vital.
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Coparentalidade em famílias de adolescentes com autismo e comportamento agressivo

Schmidt, Carlo January 2008 (has links)
O presente trabalho é composto por dois estudos com o objetivo de investigar o impacto de adolescentes com autismo e comportamento agressivo. Buscou-se examinar as características de coparentalidade, as influências na adaptação familiar e o impacto do autismo e ocorrência de comportamento agressivo nas relações fraternas com base nos fatores propostos pelo modelo biopicossocial de Bradford. Foram entrevistadas quatro famílias compostas pelo casal, um filho com autismo com idade entre 18 e 23 anos, e seus irmãos. Em duas destas famílias o filho com autismo apresentava comportamento agressivo associado, e nas outras duas não. A análise comparativa dos casos, com base na análise de conteúdo, mostrou que a maioria das dimensões de coparentalidade apresentouse de forma similar em todos os casos, com e sem agressividade. Contudo, as crenças parentais sobre os recursos ou potencialidades do filho, percepção do filho como um sujeito em desenvolvimento e o papel que o pai exerce nos cuidados diretos do filho mostraram-se contrastantes. Discute-se a importância desses fatores para a compreensão do impacto do autismo e comportamentos agressivos na família, bem como para o exercício da coparentalidade e relações fraternas. / The present work comprises two studies aiming to investigate the impact of adolescents with autism and aggressive behavior. More specifically is intended to investigate the coparentig features, the influences on family adaptation and the impact on fraternal relationships using the Bradford´s psychosocial model and the McHale dimensions. Four families were interviewed, including the couple, the autistic child, aged between 18 and 23 years old, with and without aggressive behaviors and his siblings. The case compariosions, using the content analysis sowed that the majority of the coparenting dimensions were similar in all cases, with and without aggressive behavior. However, the parental beliefs about his child resources or deficits, the perception regarding the developing process of the children an father's role in childrearing distinguished the cases with and without aggressive behavior. Implications for understanding the impact of autism and aggressive in the family, coparenting and siblings relationships are discussed.

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