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Estudo de utilização de medicamentos e caracterização dos pacientes com artrite reumatoide atendidos no componente especializado da assistência farmacêutica de Florianópolis/SC

Peres, Kaite Cristiane January 2016 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Farmácia, Florianópolis, 2016. / Made available in DSpace on 2017-06-27T04:04:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 345993.pdf: 4895021 bytes, checksum: 2639d24bf923796b7c292d1b55268f4d (MD5) Previous issue date: 2016 / A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória sistêmica, crônica, autoimune, caracterizada pelo acometimento poliarticular simétrico e progressivo que, frequentemente, resulta em deformidades articulares e dor, resultando na incapacidade e expectativa de vida dos indivíduos inferior à da população em geral. O tratamento medicamentoso tem o objetivo de minimizar as dores, evitar crises e alterar o curso da doença, evitando alterações articulares e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. As comorbidades associadas a AR amplificam a complexidade do tratamento, contudo estudos de utilização de medicamentos (EUM), envolvendo a AR, são escassos, especialmente com dados primários. Diante desse contexto, a presente pesquisa definiu como objetivo a realização de um EUM e o perfil sociodemográfico e clínico dos pacientes com AR, no âmbito do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, em Florianópolis. O estudo caracterizou-se como observacional prospectivo e envolveu a participação de 167 pacientes, de ambos os gêneros, em tratamento para AR, moradores de Florianópolis, cadastrados no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica para receber, pelo menos, um dos medicamentos para o tratamento da doença: naproxeno, sulfassalazina, sulfato de hidroxicloroquina, difosfato de cloroquina, metotrexato, ciclosporina, azatioprina, leflunomida, infliximabe, adalimumabe, etanercepte, certulizumabe, golimumabe, abatacepte (injeção para administração intravenosa) ou tocilizumabe; e estarem em uso do medicamento mensalmente. Os pacientes realizaram uma entrevista inicial, e foram acompanhados por 12 meses com entrevistas bimestrais. Os dados foram coletados utilizando formulários específicos e a ferramenta online google drive. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa estatístico StataCorp LP (?StataCorp) (2016). A amostra do estudo, em sua maioria, consistiu de pacientes de gênero feminino (86,2%), com idade média de 59,9 anos, naturalidade da região Sul (89,2%), com filhos (83,8%), com cônjuge, escolaridade média de 10,7 anos, beneficiários de plano de saúde (67,1%), predomínio socioeconômico na classe B2 e com 55,7% aposentados, sendo que a maioria das aposentadorias (28,7%), foi ocasionada pelo desenvolvimento da AR. O tempo médio de diagnóstico da doença foi de 13,1 anos. As limitações decorrentes da AR determinaram a realização de adaptações na residência (22,8%) e no local de trabalho (2,4%) dos pacientes. Pelo mesmo motivo, 11,4% declararam necessitar de cuidadores para colaborar nas atividades diárias e/ou noturnas. Durante o estudo, pacientes necessitaram de cirurgias, órteses e ocorreram fraturas que podem estar associadas à progressão da AR. As comorbidades predominantes no estudo foram 40,7%, hipertensão arterial sistêmica, 35,9% dislipidemia. Entre os medicamentos utilizados para AR antes do estudo, 64 indivíduos informaram ter apresentado reações adversas a medicamentos (RAM), rituximabe, etanercepte, azatioprina, metotrexato, leflunomida e sulfassalazina. Durante o estudo foram observadas 70 trocas de esquemas terapêuticos, sendo que 26 acarretaram em troca de etapa de tratamento. A polifarmácia foi detectada em média de 85,3% dos pacientes. Como tratamento não farmacológico da AR, nesta amostra, observou-se predomínio de atividades físicas sem custos, como as caminhadas, 43,1%. A fisioterapia foi realizada por 21,5% dos pacientes, sendo 13 com pagamento privado, entretanto, desses, 9 tinham plano de saúde privado. Foram informadas 1.484 consultas, sendo 578 com especialista em reumatologia e 280 consultas com generalista e/ou médico da família e comunidade, identificando a alta procura do serviço de saúde básico. Desse modo, o presente estudo forneceu dados primários essenciais, que permitem conhecer melhor a população com AR e suas necessidades.<br> / Abstract : Rheumatoid arthritis (RA) is a chronic inflammatory autoimmune disease characterized by a progressive, symmetrical and polyarticular onset which often results in joint deformities. These deformities, in addition to pain, cause the individual?s ability and life expectancy to be lower than those of the general population. Drug treatment aims to minimize the pain and alter the course of the disease, preventing joint changes and improving the patient?s quality of life. Comorbidities associated with RA amplify the complexity of the treatment; however, drug utilization research (DUR) on RA is scarce, especially with primary data. In this context, this MA thesis aims to investigate drug utilization involving the socio-demographic and clinical profile of RA patients within the Specialized Component of Pharmaceutical Assistance in the city of Florianópolis, Brazil. This is a prospective observational study with the participation of 167 male and female RA patients living in Florianópolis, registered in the Specialized Component of Pharmaceutical Assistance receiving and using at least one of these drugs, monthly, for the disease treatment: naproxen, sulfasalazine, sulfate hydroxychloroquine, chloroquine diphosphate, methotrexate, cyclosporine, azathioprine, leflunomide, infliximab, adalimumab, etanercept, certulizumabe, golimumab, abatacept (intravenous injection), and tocilizumab. The patients were followed for 13 months with bimonthly interviews. Data were collected using specific worksheets and the online tool Google Drive. Statistical analyzes were carried out using the statistical program StataCorp LP (2016). The study sample comprised mostly females (86.2%) with median age of 59.9 years, born in the South of Brazil (89.2%), with children (83.8%), married, with average schooling of 10.7 years, health plan beneficiaries (67.1%), socioeconomically belonging to class B2, and 55.7% retired; where most of the cases (28.7%) were motivated by RA. The average time to diagnosis was 13,1 years. The limitations imposed by the disease required from the individual?s adaptations in the household (22.8%) and at work (2.4%). For the same reason, 11.4% of the patients declared a need for caregivers to help in their daily and/or nightly activities. During the study, the patients underwent surgery, had orthoses and/or fractures that may be associated with the progression of RA. The comorbidities that mostly appeared in the study were hypertension (40.7%) and dyslipidemia (35.9%). Concerning the use of RA medicines before the start of the study, 64 people reported adverse drug reactions (ADR) to rituximab, etanercept, azathioprine, methotrexate, leflunomide, and sulfasalazine. During the study, 70 treatment regimen changes were observed, out of which 26 resulted in changes in the steps of the therapeutic regimen. Polypharmacy was detected in 85.3% of the patients, with an average use of 15 medicines. The predominant treatment groups were immunosuppressants, analgesics, medicines for acid-related disorders, corticosteroids for systemic use and antianemic preparations. The medicines mostly used in the treatment groups for acid disorders and anemia were omeprazole (84.0%) and folic acid (95.0%), both related mainly to patients taking methotrexate. The non-pharmacological treatment of RA included, for the most part, no-cost physical activities such as walking (43.1%). 21.5% of the patients had physical therapy; 13 paid out of the pocket, of which 9 had a private health plan. 1.484 medical appointments were informed, and 578 of them were with a rheumatologist and 280 with a general practitioner or a family/community doctor, showing the high demand for basic health services. This study therefore provided essential primary data to better understand the population with RA and their needs.
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Relação entre percepção de fadiga e fadiga muscular em pacientes com artrite reumatóide

Espírito Santo, Rafaela Cavalheiro do January 2014 (has links)
Introdução: Fadiga é uma manifestação clínica importante na artrite reumatoide (AR). Atualmente, a avaliação de fadiga em AR é realizada através de questionários subjetivos, incluindo aspectos emocionais e sociais. No entanto, sabe-se que a fadiga pode estar acentuada no plano periférico e esta abordagem é pouco estudada nestes pacientes. Objetivo: Avaliar a relação entre a percepção de fadiga e fadiga muscular em pacientes com artrite reumatoide. Métodos: Trinta e oito pacientes do sexo feminino com AR foram incluídos. Os pacientes foram estratificados por DAS-28 e por três grupos etários (grupo I: 32-48 anos; grupo II: 49-54 anos de idade, e grupo III: 55-65 anos de idade). A fadiga muscular [avaliado por mudanças na magnitude (root mean square-RMS) e freqüência (média de freqüência-MDF) de ativação muscular durante os 60s do teste de força de quadríceps] e percepção de fadiga (FACIT-F) foram avaliadas. Além disso, dados demográficos [duração idade e doença, calculado pelo tempo decorrido a partir de diagnóstico], hemoglobina (g/ dL), DAS-28, HAQ, qualidade de vida (SF-36) e International Physical Activity Questionnaire (IPAQ, versão longa) foram medidos. A significância foi assumida quando p≤0.05. Resultados: Nenhuma associação foi observada quando os pacientes foram estratificados por DAS-28 e quando os pacientes foram estratificados por idade no grupo III. Moderada correlações estatisticamente significativas entre MDF e FACIT-F e FACIT-TOI (r = 0,6; p = 0,03 e r = 0,5; 0,04, respectivamente) foram encontrados no grupo I. No grupo II foram encontradas moderadas correlações estatisticamente significativas entre FACIT-TOTAL e RMS e MDF (r = 0,6; p = 0,01 e r = -0,5; p = 0,04, respectivamente). Conclusão: Moderada relação entre fadiga muscular e percepção de fadiga sugere que ambas as estratégias de avaliação podem ser complementares e têm um efeito benéfico sobre comorbidades AR. / Introduction: Fatigue is a major clinical manifestation in rheumatoid arthritis (RA). Actually, the assessment of fatigue in RA is realized through to subjective questionnaires, including emotional and socials aspects. However, known to that fatigue may be sharp in peripheral plane and this approach is little studied in these patients. Objective: To assess the relationship between perception of fatigue and muscle fatigue in patients with RA. Methods: Thirty eight female patients with RA were included. Patients were stratified by DAS-28 and by three age groups (group I: 32-48 years old; group II: 49-54 years old; group III: 55-65 years old). Muscle fatigue [assessed by changes in magnitude (i.e. root mean square-RMS) and frequency (i.e. median frequency-MDF) of muscle activation during a 60-s quadriceps strength test] and perception of fatigue (FACIT-F) were assessed. In addition, demographic data [age and disease duration, calculated by elapsed time from diagnostic], hemoglobin (Hb-g/dL), DAS-28, HAQ, quality of life (SF-36) and International Physical Activity Questionnaire (IPAQ, long version) were measured. Significance was assumed when p≤0.05. Results: No association was observed when patients were stratified by DAS-28 and when patients were stratified by age in group III. Moderate statistically significant correlations between MDF and FACIT-F e FACIT-TOI (r=0.6;p=0.03 and r=0.5;0.04, respectively) were found in group I. In group II moderate statistically significant correlations were found between FACIT-TOTAL and RMS and MDF (r=0.6;p=0.01 and r=-0.5;p=0.04, respectively). Conclusion: Moderate relationship between muscle fatigue and perception of fatigue suggests that both evaluation strategies can be complementary and have a beneficial effect on RA comorbidities.
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Proposição de um instrumento de levantamento de requisitos para o desenvolvimento de produtos manipulativos das atividades da vida diária

Faust, Fernanda Gomes January 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2016-02-23T04:05:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 337538.pdf: 9154851 bytes, checksum: 62e6105e2d9f74f5e836a0f5f07de495 (MD5) Previous issue date: 2015 / Esta dissertação propõe um instrumento de levantamento de requisitos para o desenvolvimento de produtos manipulativos das atividades da vida diária. Inicialmente, é exposto um entendimento sobre o processo de desenvolvimento de produtos, usabilidade, a biomecânica do corpo, a classificação internacional da funcionalidade (CIF) e os aspectos da artrite reumatoide (AR) e instrumentos de avaliação da capacidade funcional. Esses instrumentos foram avaliados em relação a CIF e, também, analisadas suas similaridades com os métodos e métricas da usabilidade. Com base nesse estudo foi desenvolvido o instrumento e aplicado com dez indivíduos com AR, devido às características progressivas da doença, gerando incapacidades funcionais, principalmente manipulativas, com a finalidade de realizar melhorias e verificar sua viabilidade de aplicação. Como resultados percebeu-se a viabilidade do instrumento no auxílio do desenvolvimento de produtos, na busca por maior conhecimento do usu- ário, podendo assim, desenvolver produtos que facilitam a execução atividades da vida diária, trazendo mais satisfação ao uso e melhorando a qualidade de vida, assim como a viabilidade do uso do instrumento também para profissionais da área da saúde, na amenização e reconhecimento das dificuldades individuais.<br> / Abstract : This thesis proposes an instrument for the gathering of requirements forthe development of products for manipulative activities of daily life. Initiallyit is exposed an understanding of the process of product development,usability, body biomechanics, the International Classification ofFunctionality (ICF) and the aspects of rheumatoid arthritis (RA) and assessmenttools of functional capacity. These instruments were evaluatedbased on the ICF and also compared their similarities to the methods andmetrics of usability. Based on this study it was developed a survey andapplied to ten patients with RA, due to their progressive disease characteristicsthat mainly generate manipulative functional disabilities, in orderto make improvements and to verify its application viability. As a resultit was realized the viability of the instrument in the aid of productdevelopment by the search for greater knowledge of the user thus beingable to develop products by facilitating the implementation activities ofdaily life, bringing more satisfaction to the use and improving the qualityof life, and also the feasibility of using the instrument for health professionals,in mitigation and recognition of individual difficulties.
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Alterações tomográficas pulmonares na artrite reumatoide: CEA (antígeno carcino-embrionário) como marcador de doença de vias aéreas

Koch, Milene Caroline January 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, Florianópolis, 2015 / Made available in DSpace on 2016-10-19T12:43:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 338989.pdf: 509773 bytes, checksum: af680f166f1ab4e4301255bed239699f (MD5) Previous issue date: 2015 / Objetivos: a Artrite Reumatoide (AR) classicamente afeta as articulações, porém pode apresentar manifestações extra-articulares, incluindo pulmonares. Neste estudo, busca-se identificar possíveis fatores de risco ou marcadores laboratoriais para o comprometimento pulmonar na AR, especialmente a presença de Fator Reumatoide (FR), anticorpos contra proteínas citrulinadas (ACPA) e marcadores tumorais, relacionando-os às alterações observadas em tomografias computadorizadas de alta resolução (TCAR) do tórax. Método: estudo transversal com portadores de AR entrevistados e examinados por médico especialista e depois submetidos à TCAR do tórax e a coletas sanguíneas para medidas de proteína C reativa (PCR), velocidade de hemossedimentação (VHS), fator reumatoide (FR), ACPA (anti-vimentina e/ou anti-CCP3) e dos marcadores tumorais antígeno carcinoembrionário (CEA), CA 125, CA 15-3 e CA 19-9. Resultados: 96 pacientes realizaram a TCAR do tórax sendo os achados mais frequentes o espessamento brônquico (27/28,1%) e as bronquiectasias (25/26,0%). O FR esteve presente em 63,2% (55/87) e os ACPA (anti-vimentina ou anti-CCP3) em 72,7% (64/88) dos indivíduos. O CEA apresentou-se elevado em 27,5% dos indivíduos não tabagistas e em 67,6% de tabagistas. O CA 19-9 apresentou-se elevado em 6 (7,0%) de 86 pacientes, o CA 15-3 em 3 (3,5%) de 85 pacientes e o CA 125 em 4 (5,3%) de 75 pacientes. Na análise multivariada, foi identificada uma associação estatisticamente significativa entre a elevação do CEA e a presença de alteração em vias aéreas nos pacientes com AR (p=0,014). Conclusões: A elevação do CEA está associada à presença de alteração em vias aéreas em AR. O CEA pode servir como um preditor de doença pulmonar na AR, selecionando os indivíduos que merecem uma maior investigação do aparelho respiratório.<br> / Abstract : Introduction: Rheumatoid arthritis (RA) classically affects the joints but can present extra-articular manifestations, including pulmonary manifestations. The present study aimed to identify possible risk factors or laboratory markers for lung involvement in RA, particularly the presence of rheumatoid factor (RF), anti-citrullinated peptide antibodies (ACPA), and tumor markers, and to correlate them with changes observed on chest high-resolution computerized tomography (HRCT). Method: This cross-sectional study involved RA patients who were examined and questioned by a specialist physician and later subjected to chest HRCT and blood collection for measurement of C-reactive protein (CRP), erythrocyte sedimentation rate (ESR), rheumatoid factor (RF), ACPA (anti-vimentin and/or anti-CCP3), and the tumor markers carcinoembryonic antigen (CEA), CA 125, CA 15-3, and CA 19-9. Results: A total of 96 patients underwent chest HRCT. The most frequent findings were bronchial thickening (27/28.1%) and bronchiectasis (25/26.0%). RF was present in 63.2% (55/87) of patients, and ACPA (anti-vimentin or anti-CCP3) were present in 72.7% (64/88) of patients. CEA levels were high in 27.5% of non smokers and 67.6% of smokers. CA-19-9 levels were high in 6 of 86 patients (7.0%), CA 15-3 levels were high in 3 of 85 patients (3.5%), and CA 125 levels were high in 4 of 75 patients (5.3%). Multivariate analysis indicated a statistically significant association between high CEA levels and the presence of airway changes in patients with RA (p=0.014). Conclusions: The elevation of CEA is associated with the presence of airway disease in AR .CEA can serve as a predictor of lung disease in RA and can help identify individuals who require more detailed examination for the presence of respiratory disorders.
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Análise do perfil proteico salivar de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico juvenil

Abrão, Aline Lauria Pires 30 June 2017 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2017. / Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2017-08-09T21:29:41Z No. of bitstreams: 1 2017_AlineLauriaPiresAbrão.pdf: 7226575 bytes, checksum: 479d695c040d89b6aa7567756bba9728 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2017-09-19T15:54:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_AlineLauriaPiresAbrão.pdf: 7226575 bytes, checksum: 479d695c040d89b6aa7567756bba9728 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-09-19T15:54:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_AlineLauriaPiresAbrão.pdf: 7226575 bytes, checksum: 479d695c040d89b6aa7567756bba9728 (MD5) Previous issue date: 2017-09-19 / Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico juvenil (LESJ) é uma doença crônica multisistêmica, de natureza autoimune inflamatória, pleomórfica, com múltiplas manifestações, potencialmente progressiva e incapacitante. É rara antes dos 5 anos de idade e costuma apresentar um pico na puberdade. Apesar das manifestações clínicas, alterações imunológicas e tratamento serem similares aos doentes adultos, crianças e adolescentes geralmente apresentam um curso clínico mais grave. É a doença reumática autoimune com maior morbidade e mortalidade na classe pediátrica, sendo o soro sanguíneo de particular importância no diagnóstico e monitoramento de autoanticorpos da doença. Por ser a coleta de sangue um exame desconfortável, principalmente para crianças, torna-se importante encontrar novos recursos não invasivos que possam substituir essa técnica. A avaliação do perfil proteico salivar está se tornando cada vez mais importante para o diagnóstico precoce de diversas doenças. A saliva destaca-se como um fluido biológico de coleta fácil, indolor e sem implicações de risco ao paciente. No entanto, não foram encontrados no banco de dados do PubMed publicações a respeito do perfil molecular da saliva de pacientes com LESJ. Objetivo: Avaliar se o perfil proteico da saliva de pacientes com LESJ, na faixa etária de 9- 18 anos, difere entre os pacientes com artrite idiopática juvenil (AIJ) e indivíduos sem doença autoimune (SDA). Métodos: Trata-se de um estudo transversal. Foi coletada saliva total não-estimulada. As proteínas do pool de saliva dos três grupos foram caracterizadas de acordo com o peso molecular através de eletroforese unidimensional (SDS- PAGE). Além disso, realizou-se espectrometria de massa por dessorção de matriz assistida por laser combinada com o sistema de tempo de voô (MALDI-TOF) das amostras individuais e do pool dos grupos. Os dados estatísticos foram avaliados com testes para grupos dependentes através do ANOVA e teste t de Student, a depender da distribuição das frequências e teste post-hoc testes, quando necessários. As variáveis categóricas foram testadas com o teste qui-quadrado ou com o teste exato de Fisher. Resultados: Foram avaliados 27 pacientes com LESJ, 23 com AIJ e 44 (SDA). Diferenças consistentes não foram obeservadas nos perfis proteicos da saliva entre os grupos avaliados pelo método SDS-PAGE. Através da técnica MALDI-TOF a média da relação/intensidade (95% intervalo de confiança) da faixa de massa/carga de 1315.6027 a 1315.7536 apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p = ,037), onde o grupo SDA apresentou maior média de relação/intensidade 41,3 (31,8 – 50,7) quando comparada à do grupo LESJ 20,5 (15,1 – 25,9) (p = ,026). Análise de subgrupo relativa à atividade do LESJ evidenciou que a faixa de 1471.5897 a 1471.8495 apresentou diferença estatisticamente significativa (p = ,010). A espetrometria do pool de saliva revelou picos mais elevados dos espectros 1224.5036, 1315.5853, 1731.6880 e 1866.7644 m/z, quando comparados aos dos grupos com LESJ e AIJ. Conclusão: O perfil proteico da saliva individual de pacientes com LESJ foi diferente em um dos espectros avaliados quando comparado ao do grupo SDA. / Background: Juvenile systemic lupus erythematosus (JSLE) is a chronic multisystemic disease, with an autoimmune inflammatory nature, pleomorphic, with multiple manifestations, potentially progressive and incapacitating. It is rare before 5 years of age and usually has a peak at puberty. Although clinical manifestations, immunological changes and treatment are similar to adult patients, children and adolescents usually present a more serious clinical course. It is autoimmune rheumatic disease with higher morbidity and mortality in the pediatric class and the blood serum is of particular importance in the diagnosis and monitoring of autoantibodies of the disease. Because blood collection is an uncomfortable test, especially for children, it becomes important to find new non-invasive features that can replace this technique. The evaluation of the salivary protein profile is becoming increasingly important for the early diagnosis of several diseases. Saliva stands out as a biological fluid with easy collection, painless and without risk implications to the patient. However, no publications were found in the PubMed database regarding the molecular profile of saliva in patients with JSLE. Objective: To evaluate whether the protein profile of the saliva of patients with JSLE, in the age group of 9-18 years, differs between patients with juvenile idiopathic arthritis (JIA) and without autoimmune disease. Methods: This was a cross-sectional study. The salivary pool proteins of the three groups were characterized according to molecular weight by one-dimensional electrophoresis (SDS-PAGE). In addition, laser assisted matrix desorption mass spectrometry combined with the time-of-flight (MALDI-TOF) of the individual samples and pool of the groups was performed. The statistical data were evaluated with tests for dependent groups through ANOVA and Student's t-test, depending on frequency distribution and post-hoc tests, when necessary. Categorical variables were tested using the chi-square test or the Fisher's exact test. Results: Twenty-senven patients with JSLE, 23 with JIA and 44 without autoimmune disease were evaluated. Consistent differences were not observed in the protein profiles of saliva among the groups evaluated by the SDS-PAGE method. Through the MALDI-TOF technique, the mean of the relation/ intensity (95% confidence interval) of the mass/load range from 1315.6027 to 1315.7536 presented a statistically significant difference between the groups (p =, 037), where the group without autoimmune diseases had a higher average Of relation / intensity 41.3 (31.8 - 50.7) when compared to the LESJ group 20.5 (15.1 - 25.9) (p =, 026). Subgroup analysis of the activity of the JSLE showed that the range from 1471.5897 to 1471.8495 presented a statistically significant difference (p =, 010). Saliva pool spectrometry revealed higher peaks of the 1224.5036, 1315.5853, 1731.6880 and 1866.7644 m/z spectra as compared to the LESJ and JIA groups. Conclusion: The protein profile of the individual saliva of patients with JSLE was different in one of the evaluated spectra when compared to the group without autoimmune disease.
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Parâmetros nutricionais na artrite idiopática juvenil

Bisotto, Letícia Souza January 2005 (has links)
Resumo não disponível
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Atividade física previne perda óssea em mulheres na pré-menopausa com artrite reumatóide : estudo de coorte

Tourinho, Tatiana Freitas January 2005 (has links)
Resumo não disponível
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Equivalência métrica do Disease Activity Score (DAS 28) e Juvenile Arthritis Disease Activity Score (JADAS) na artrite idiopática juvenil /

Capela, Renata Campos. January 2012 (has links)
Orientador: Claudia Saad Magalhães / Banca: Virginia Paes Leme Ferriani / Banca: Simone Appenzeller / Banca: José Eduardo Corrente / Banca: Ivete Dalben / Resumo: A atividade da artrite pode ser avaliada por diferentes instrumentos. Na Artrite Reumatóide (AR) o Disease Activity Score (DAS 28) e na Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) o Juvenile Arthritis Disease Activity Score (JADAS) são utilizados na prática. Explorar a equivalência de medidas contínuas de atividade, o DAS 28 e as 3 versões do JADAS, pontuando 71, 27 e 10 articulações, em portadores de AIJ. Análise secundária de um ensaio clinico, testando o abatacepte em AIJ poliarticular, foi conduzida em 8 sujeitos durante 178 visitas, registrando-se a contagem articular, avaliação global pelo médico em escala analógica visual 0-10 (VAS-MD), avaliação global pelos pacientes/pais (VAS- P) e velocidade de hemossedimentação (VHS) normatizada para escala de 0-100. A comparação longitudinal foi por ANOVA ou modelo ajustado Gama. As observações pareadas entre o DAS 28 e JADAS 71, 27 e 10, respectivamente, foram analisadas por regressão linear após conversão logarítmica (ln). Medidas secundárias de desfecho da artrite como a capacidade funcional por meio do questionário "Childhood Health Assessment Questionnaire" (CHAQ), qualidade do sono por meio do Questionário de Hábitos do sono, limitação de atividades, peso, altura e adequação pondero-estatural foram avaliados de forma descritiva durante todas as visitas. As observações longitudinais das medidas primárias e secundárias de desfecho da artrite apresentaram diferença estatística entre a primeira e a segunda visita comparada as demais num total de 30 visitas e período de observação até 5 anos. As observações longitudinais indicaram diferença significante nos parâmetros DAS 28, JADAS 71, 27 e 10, VAS-MD, VAS-P entre as primeiras duas visitas do estudo original quando 5 atingiram a resposta ACR-Pedi 30 com melhora. A regressão linear para ajustamento do DAS 28 e JADAS resultou em fórmulas para conversão: DAS 28=1.263 x l.285 x In ... / Abstract: Arthritis activity may be assessed by different tools. For Rheumatoid Arthritis (RA), Disease Activity Score (DAS 28) and for Juvenile Idiopathic Arthritis (JIA) the Juvenile Arthritis Disease Activity Score (JADAS), are both used in practice. Explore equivalence of continuous measures of disease activity comparing DAS 28 and each of the 3 versions of JADAS based on 10-, 27- and 71- joint count, in patients with JIA. A secondary analysis of a randomized trial testing abatacept in polyarticular JIA was conducted. 178 assessments in 8 subjects were performed including standardized joint count, physician global assessment by Visual Analog Scale 0-10 (VAS-MD), global assessment by patients/parents (VAS-P) and erythrocyte sedimentation rate (ESR) normalized to 0-100 scale. Comparison by visit was done by ANOVA or gamma adjustment model. Paired observations of DAS 28 and JADAS 71-, 27- and 10-, respectively, were analysed by linear regression after logarithmic scale conversion (ln). Secondary outcome measures as functional capacity by CHAQ tool (Childhood Health Assessment Questionnaire), Sleep Habits Questionnaire, activity limitations, weight, length according to normative values were assessed by descriptive measures along all study visits. Longitudinal comparison of primary and secondary outcome measures resulted in significant difference among the first and second visits compared to the others making 30 visits until 5 years of long-term follow up. Longitudinal comparison by visit indicated significant difference in the first two visits of the original trial for the following parameters DAS 28, JADAS 71-, 27- and 10-, VAS-MD, VAS-P, when 5 subject reached ACR-Pedi 30 improvement response. Linear regression for adjustment between DAS 28 and each JADAS version resulted in transforming formulae: DAS 28=1.263 x ln (JADAS 71) - 1.267 (r2=0.81); DAS 28= 1.288 x ln (JADAS 27) - 1.297 (r2=0.80) e DAS 28= 1.285 x In ... / Doutor
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Condição periodontal em pacientes com artrite reumatóide /

Ishi, Eduardo de Paula. January 2004 (has links)
Resumo: Tendo em vista que existem controvérsias na literatura quanto à existência de associação entre a doença periodontal e a artrite reumatóide e que as metodologias empregadas são tão diversas quanto os seus resultados e conclusões, este estudo transversal teve por objetivo avaliar a condição periodontal em portadores de artrite reumatóide e verificar se existe associação entre essas duas condições. Para isso, foram aplicados questionários de saúde geral e bucal, e foi realizado o exame periodontal em 49 portadores de artrite reumatóide e em 22 indivíduos não portadores de artrite reumatóide ou qualquer outra doença auto-imune. Fumantes e portadores de diabetes mellitus foram excluídos deste estudo. Os resultados indicaram que portadores de artrite reumatóide possuem menor número de dentes na cavidade bucal, apresentam maior extensão de placa bacteriana e maior proporção de sítios com perda de inserção periodontal avançada do que os indivíduos não portadores de artrite reumatóide Apesar da maior extensão de placa bacteriana dentre portadores de artrite reumatóide, a porcentagem de sítios que apresentaram sangramento marginal foi semelhante nos dois grupos, provavelmente devido ao uso de drogas antiinflamatórias e drogas de base, imunoreguladoras. Além disso, portadores de artrite reumatóide que utilizavam a associação de drogas de base apresentaram menor perda de inserção periodontal do que aqueles que não utilizavam a associação dessas drogas. Os resultados do estudo sugerem que existe associação entre periodontite e artrite reumatóide e que novos estudos serão necessários para identificar os fatores presentes nos portadores de artrite reumatóide que predispõem esses indivíduos a uma maior perda de inserção periodontal. / Abstract: There are controversies in the literature concerning the association between periodontal disease and rheumatoid arthritis. There are no consistent methodologies and results. The aim of this cross-sectional study was to assess periodontal condition in rheumatoid arthritis patients and verify if there is an association between these two conditions. We have produced general and dental health questionnaires and periodontal examination was achieved in 49 rheumatoid arthritis patients and 22 healthy individuals. Smokers and diabetes mellitus patients were excluded of the sample. Our results indicated that rheumatoid arthritis patients had lesser remaining teeth, higher extension of dental plaque and higher proportion of sites presenting advanced attachment loss than controls. Although rheumatoid arthritis patients had higher extension of dental plaque than the control group, gingival bleeding was similar between them, maybe because of the fact that rheumatoid arthritis patients take anti-inflammatory and disease-modifying antirheumatic drugs (DMARDs) for their treatment. Rheumatoid arthritis patients who were taking an association of two or more disease-modifying antirheumatic drugs had lesser attachment loss than patients that were taking only one of these drugs. Our results suggest that there is an association between periodontitis and rheumatoid arthritis and that more studies are required to identify specific risk factors for attachment loss in rheumatoid arthritis patients. / Orientador: Mirian Aparecida Onofre / Coorientador: Carlos Rossa Junior / Coorientador: Manoel Barros Bertolo / Banca: Silvana Regina Perez Orrico / Banca: Ricardo Guimarães Fischer / Mestre
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Relação entre percepção de fadiga e fadiga muscular em pacientes com artrite reumatóide

Espírito Santo, Rafaela Cavalheiro do January 2014 (has links)
Introdução: Fadiga é uma manifestação clínica importante na artrite reumatoide (AR). Atualmente, a avaliação de fadiga em AR é realizada através de questionários subjetivos, incluindo aspectos emocionais e sociais. No entanto, sabe-se que a fadiga pode estar acentuada no plano periférico e esta abordagem é pouco estudada nestes pacientes. Objetivo: Avaliar a relação entre a percepção de fadiga e fadiga muscular em pacientes com artrite reumatoide. Métodos: Trinta e oito pacientes do sexo feminino com AR foram incluídos. Os pacientes foram estratificados por DAS-28 e por três grupos etários (grupo I: 32-48 anos; grupo II: 49-54 anos de idade, e grupo III: 55-65 anos de idade). A fadiga muscular [avaliado por mudanças na magnitude (root mean square-RMS) e freqüência (média de freqüência-MDF) de ativação muscular durante os 60s do teste de força de quadríceps] e percepção de fadiga (FACIT-F) foram avaliadas. Além disso, dados demográficos [duração idade e doença, calculado pelo tempo decorrido a partir de diagnóstico], hemoglobina (g/ dL), DAS-28, HAQ, qualidade de vida (SF-36) e International Physical Activity Questionnaire (IPAQ, versão longa) foram medidos. A significância foi assumida quando p≤0.05. Resultados: Nenhuma associação foi observada quando os pacientes foram estratificados por DAS-28 e quando os pacientes foram estratificados por idade no grupo III. Moderada correlações estatisticamente significativas entre MDF e FACIT-F e FACIT-TOI (r = 0,6; p = 0,03 e r = 0,5; 0,04, respectivamente) foram encontrados no grupo I. No grupo II foram encontradas moderadas correlações estatisticamente significativas entre FACIT-TOTAL e RMS e MDF (r = 0,6; p = 0,01 e r = -0,5; p = 0,04, respectivamente). Conclusão: Moderada relação entre fadiga muscular e percepção de fadiga sugere que ambas as estratégias de avaliação podem ser complementares e têm um efeito benéfico sobre comorbidades AR. / Introduction: Fatigue is a major clinical manifestation in rheumatoid arthritis (RA). Actually, the assessment of fatigue in RA is realized through to subjective questionnaires, including emotional and socials aspects. However, known to that fatigue may be sharp in peripheral plane and this approach is little studied in these patients. Objective: To assess the relationship between perception of fatigue and muscle fatigue in patients with RA. Methods: Thirty eight female patients with RA were included. Patients were stratified by DAS-28 and by three age groups (group I: 32-48 years old; group II: 49-54 years old; group III: 55-65 years old). Muscle fatigue [assessed by changes in magnitude (i.e. root mean square-RMS) and frequency (i.e. median frequency-MDF) of muscle activation during a 60-s quadriceps strength test] and perception of fatigue (FACIT-F) were assessed. In addition, demographic data [age and disease duration, calculated by elapsed time from diagnostic], hemoglobin (Hb-g/dL), DAS-28, HAQ, quality of life (SF-36) and International Physical Activity Questionnaire (IPAQ, long version) were measured. Significance was assumed when p≤0.05. Results: No association was observed when patients were stratified by DAS-28 and when patients were stratified by age in group III. Moderate statistically significant correlations between MDF and FACIT-F e FACIT-TOI (r=0.6;p=0.03 and r=0.5;0.04, respectively) were found in group I. In group II moderate statistically significant correlations were found between FACIT-TOTAL and RMS and MDF (r=0.6;p=0.01 and r=-0.5;p=0.04, respectively). Conclusion: Moderate relationship between muscle fatigue and perception of fatigue suggests that both evaluation strategies can be complementary and have a beneficial effect on RA comorbidities.

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