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O racismo no cotidiano escolar

Trindade, Azoilda Loretto da January 1994 (has links)
Submitted by Nathanne_estagiaria Silva (nathanne.silva@fgv.br) on 2012-01-10T19:42:31Z No. of bitstreams: 1 000304120.pdf: 7515966 bytes, checksum: 04314cde2799eda9bfaaefc72ddbdb8a (MD5) / Made available in DSpace on 2012-01-10T19:42:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000304120.pdf: 7515966 bytes, checksum: 04314cde2799eda9bfaaefc72ddbdb8a (MD5) Previous issue date: 1994 / From the previously proved existence of racismo in the brazilian educational system, this work investigates how ist production and maintenance are done in the school milieu, through systematic and non systematic observation of schools, especially public ones, interviews with education profissionals and researches among teachers of three system atically observed public schools. Focusing racism in a microsocial and micropolitical perspective, this dissertation examines the school life, emphasing practises and speeches that support racism, but perceiving that, unfortunatelly, most of the school staff don't feel these practices and speeches as racist or eurocentric. This work fmishes by challenging the educacional system: or the school beco me sensible to the racial and cultural diversity, stimulating inside the reproduction of the different realities people feel outside, or the school, br the strengthing of its actual role of social inequalities, discriminations and prejudices producer and supporter risks to be surpassed. / Partindo da confirmada existência de racismo na educação, este trabalho investiga como se dá a sua produção e reprodução no cotidiano escolar, através de observações sistemáticas e assistemáticas de escolas, especialmente públicas, de discussões com profissionais de educação e da aplicação de questionários aos professores de três escolas públicas observadas sistematicamente. Abordando o racismo numa perspectiva microssocial e micropolítica, percorre o cotidiano escolar, destacando práticas e discussões que veiculam o racismo, percebendo, contudo, que a maior parte das pessoas do universo escolar não são vistas, nem se vêem como racistas e eurocêntricas. Finalizando com o repto de que ou a escola se abre para a diversidade racial e cultural, para as realidades diferentes vividas por seus usuários, ou corre o risco de fossilizar-se e tornar cada vez mais intenso o seu papel de produtora e reprodutora de desigualdades sociais, discriminações, preconceitos, enfim, de racismo.
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Como se enseñan los otros. Análisis de la presentación racialista de la diversidad étnica en los libros de texto de EGB, BUP y FP utilizados en Cataluña en la década de los 80

Alegret Tejero, Juan Luis 21 September 1993 (has links)
No description available.
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Ser Inmigrante en Chile / La experiencia del racismo cotidiano de peruanos y peruanas en la ciudad de Santiago

Correa T., Josefina January 2011 (has links)
Socióloga / A mediados de la década de 1990 la migración peruana se convirtió en un ámbito de estudio para las ciencias sociales en Chile. El interés en el fenómeno migratorio parecía una respuesta al ‘problema social’ que éste significaba para la sociedad de la época. La llegada a Santiago de migrantes latinoamericanos trajo consigo diversas reacciones negativas en la prensa y otros medios de comunicación que destacaban la supuesta amenaza que éstos representarían para el mercado laboral y el uso de los servicios públicos, además de estereotipos y prejuicios negativos hacia quienes provenían, especialmente, de Bolivia y Perú. Antes de esta fecha, las ciencias sociales escasamente habían prestado atención al fenómeno migratorio. Según Cano y Soffia (2000) la ausencia de la temática se debería, en parte, a la percepción generalizada de que Chile ‘nunca ha sido un país de inmigrantes’. Esta idea pudiese sugerir que la migración aparece como problema recién en los años noventa. Sin embargo, la preocupación tardía por parte de las ciencias sociales no debe oscurecer el hecho de que en Chile siempre ha habido inmigración. Una breve revisión de los procesos migratorios muestra que, pese a que Chile haya mantenido durante toda su historia y hasta la actualidad un porcentaje de población inmigrante inferior al 2%1, ésta no ha dejado de tener presencia a nivel de la opinión pública y las reacciones cotidianas. De hecho, no sólo la migración se concibe como ‘problema’ en distintos momentos de la historia sino que además, de los diferentes grupos de migrantes que han arribado al país, algunos han suscitado discusiones y reacciones negativas, mientras que otros han pasado inadvertidos
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O tema transversal pluralidade cultural : a possibilidade da igualdade étnica e cultural no ambiente escolar ou atualidade do mito da democracia racial? /

Motta, Fernanda Paula de Carvalho. January 2005 (has links)
Orientador: Irene Sales de Souza / Banca: Abigail Aparecida de Paiva Franco / Banca: Djanira Soares de Oliveira e Almeida / Resumo: Conhecer para entender, respeitar e integrar, aceitando as contribuições das diversas culturas presentes na sociedade brasileira, deve ser o objetivo específico da introdução do tema transversal Pluralidade Cultural nas práticas pedagógicas. A adequada inclusão deste tema nos currículos e nos projetos pedagógicos configura-se na possibilidade da igualdade étnica/cultural no ambiente escolar. A proposta de que essa temática ilumine as práticas escolares na promoção da igualdade étnica/cultural no ambiente escolar é muito louvável, mas insuficiente, pois não é combinada a outros esforços de informação, sensibilização, formação continuada dos professores, acesso a pesquisas e propostas concretas para o tratamento adequado deste tema em sala de aula. Neste sentido este trabalho científico tem por objetivo investigar sobre a aplicação e efetivação do tema transversal Pluralidade Cultural nos currículos, nos projetos e nas práticas pedagógicas das escolas da rede pública municipal da cidade de Franca. Para atingi-lo será necessário concentrar informações sobre o apoio institucional que as escolas recebem da Secretaria de Educação; conhecer os projetos e trabalhos desenvolvidos por estas em referência ao tema; conhecer a forma como os professores têm trabalhado o tema Pluralidade Cultural em sala de aula, especialmente em relação à cultura negra, suas práticas pedagógicas e suas dificuldades. / Mestre
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Crime e castigo da raça : o papel da cultura jurídico-criminal na construção de um projeto de embranquecimento da nação (1888-1915)

Nascimento, Franciele Pereira do January 2016 (has links)
Orientador : Prof. Dr. Luís Fernando Lopes Pereira / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito. Defesa: Curitiba, 05/04/2016 / Inclui referências : f. 93-97 / Resumo: O presente trabalho tem como objetivo verificar influências das teorias raciais predominantes no pensamento social brasileiro na cultura jurídico-criminal no período pós-abolição. A proposta nuclear é examinar se essas teorias que tinham uma ampla aceitação pelos intelectuais do período, inclusive por juristas, eram utilizadas pelos operadores do direito (advogados, magistrados ou promotores) e pelos envolvidos (réus, vítimas e testemunhas) nos embates ocorridos no cotidiano forense. Com base no conceito de circularidade jurídica, segundo o qual o direito é também fruto do contexto político, econômico e social, procuramos encontrar reflexos do racialismo dominante à época nos debates legislativos, nas intervenções doutrinárias e nos juízos sociais realizados em artigos de jornais. No momento em que se delineava um projeto de nação branca e mestiça, o direito assume um papel de relevo entre o controle social e a garantia mínima de cidadania. Entre fontes que embranqueceram junto com a nação e permanências da tradição escravista, entre o escravizado e o cidadão, procuramos avaliar se os procedimentos criminais que tramitaram na Curitiba de 1888-1915 foram espaços para que a cor determinasse desfechos processuais. Palavras-chave: teorias raciais; pós-abolição; cultura jurídica; política de branqueamento. / Abstract: This study aims to verify the influence of prevalent racial theories in Brazilian social thought in legal and criminal culture in the post-abolition period. Nuclear proposal is to examine whether these theories were widely accepted by the intellectuals of the period, including jurists, were used by legal professionals (lawyers, judges or prosecutors) and the engaged (defendants, victims and witnesses) in clashes that took place in daily life forensic. Based on the concept of legal circularity, whereby the law is also the result of political, economic and social context, we try to find reflections of dominant racialism at the time in legislative debates, in doctrinal interventions and social judgments made in newspaper articles. The moment that outlined one white and mestizo nation project, the Law plays a major role of social control and the minimum guarantee of citizenship. Among sources whitened along with the nation and continuities of slaveholding tradition among the enslaved and citizens, we seek to assess whether the skin color could determine procedural outcomes in criminal proceedings that took place in Curitiba post-abolition until 1915. Keywords: racial theories; post-abolition period; legal culture; whitened policy.
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A perspectiva do negro: uma possibilidade de pensar a diáspora no Brasil

Conceição, Jessica Grava da [UNESP] 30 March 2015 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-08-20T17:10:06Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2015-03-30. Added 1 bitstream(s) on 2015-08-20T17:27:02Z : No. of bitstreams: 1 000841076.pdf: 1193229 bytes, checksum: 18d4ce3641b907ea4141a0e5a8ee6aa6 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / O presente estudo discute a necessidade e os usos de referências raciais, no meio acadêmico e no cotidiano brasileiro. Para tal são trabalhadas algumas teorias que apontam uma forma inovadora de conceber a diferença e sua relação com a identidade e a representação. Posteriormente, é feito uma breve análise do pensamento social sobre o negro no Brasil, especialmente pelos teóricos afins às Ciências Sociais. Compreendendo como tal concepção pode delinear um espectro do que é ser negro no Brasil, serão analisados alguns espaços onde a ideia do ser negro guarda um sentido diverso apropriado pelos ativistas, religiosos e moradores de bairros negros. Por fim, a análise se debruça sobre alguns conceitos que pretendem contribuir para a discussão teórica pretendida, tais como, diáspora, diffèrance e a concepção de terceiro espaço. Pretende-se desta forma romper com a ideia de um ser negro ontológico que se manteria, ainda que contrário a lógica de sua constituição. Contudo, carregando em sua historicidade a artificialidade da criação de uma teoria racial que dividia o conceito de humano em uma hierarquia perversa, legitimadora de explorações e abusos / This study discusses the need and uses that there are about races references, in academia and in everyday life of Brazil. For such are worked some theories that link an innovative way to conceive the difference and its relation to the identity and representation. Afterwards it is made a brief analysis of social thought about blacks in Brazil, especially by theorists related to Social Sciences. Understanding how this concept can outline a spectrum of what being black in Brazil, will be analyzed some spaces where the idea of being black holds a different meaning appropriated by activists, religious and residents of black neighborhoods. Finally, the analysis focuses on some concepts that aim to contribute to the desired theoretical discussion, such as diaspora, différance and the concept of third space. It is intended in this way to break with the idea of a being black ontological that would remain, even if contrary to the logic of its constitution. However, pressing its historicity artificiality of creating a racial theory that divided the concept of human in a perverse hierarchy, legitimating of exploitation and abuse
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A perspectiva do negro : uma possibilidade de pensar a diáspora no Brasil /

Conceição, Jessica Grava da. January 2015 (has links)
Orientador: Renata Medeiros Paoliello / Banca: Dagoberto José Fonseca / Banca: Elisângela de Jesus Santos / Resumo: O presente estudo discute a necessidade e os usos de referências raciais, no meio acadêmico e no cotidiano brasileiro. Para tal são trabalhadas algumas teorias que apontam uma forma inovadora de conceber a diferença e sua relação com a identidade e a representação. Posteriormente, é feito uma breve análise do pensamento social sobre o negro no Brasil, especialmente pelos teóricos afins às Ciências Sociais. Compreendendo como tal concepção pode delinear um espectro do que é ser negro no Brasil, serão analisados alguns espaços onde a ideia do ser negro guarda um sentido diverso apropriado pelos ativistas, religiosos e moradores de bairros negros. Por fim, a análise se debruça sobre alguns conceitos que pretendem contribuir para a discussão teórica pretendida, tais como, diáspora, diffèrance e a concepção de "terceiro espaço". Pretende-se desta forma romper com a ideia de um ser negro ontológico que se manteria, ainda que contrário a lógica de sua constituição. Contudo, carregando em sua historicidade a artificialidade da criação de uma teoria racial que dividia o conceito de humano em uma hierarquia perversa, legitimadora de explorações e abusos / Abstract: This study discusses the need and uses that there are about races references, in academia and in everyday life of Brazil. For such are worked some theories that link an innovative way to conceive the difference and its relation to the identity and representation. Afterwards it is made a brief analysis of social thought about blacks in Brazil, especially by theorists related to Social Sciences. Understanding how this concept can outline a spectrum of what being black in Brazil, will be analyzed some spaces where the idea of being black holds a different meaning appropriated by activists, religious and residents of black neighborhoods. Finally, the analysis focuses on some concepts that aim to contribute to the desired theoretical discussion, such as diaspora, différance and the concept of "third space". It is intended in this way to break with the idea of a being black ontological that would remain, even if contrary to the logic of its constitution. However, pressing its historicity artificiality of creating a racial theory that divided the concept of human in a perverse hierarchy, legitimating of exploitation and abuse / Mestre
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Enquadramentos e Advocacy sobre o genocídio de jovens negros : análise da cobertura da Folha de S. Paulo

Quirino, Kelly Tatiane Martins 08 December 2017 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Programa de pós-graduação em Comunicação, 2017. / Texto parcialmente liberado pelo autor. Conteúdo restrito: Capítulos 4, 5 e 6. / Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2018-04-17T16:14:31Z No. of bitstreams: 1 2017_KellyTatianeMartinsQuirino_PARCIAL.pdf: 4386552 bytes, checksum: c4daa2b500e2861422cee635025b5c33 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-05-18T12:04:06Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_KellyTatianeMartinsQuirino_PARCIAL.pdf: 4386552 bytes, checksum: c4daa2b500e2861422cee635025b5c33 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-05-18T12:04:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_KellyTatianeMartinsQuirino_PARCIAL.pdf: 4386552 bytes, checksum: c4daa2b500e2861422cee635025b5c33 (MD5) Previous issue date: 2018-05-18 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). / A presente pesquisa faz uma análise de enquadramento dos autos de resistência no jornal Folha de S. Paulo para verificar se há interseccionalidade de gênero, raça e classe nas notícias que citam os autos de resistência. Este estudo parte da hipótese de que o enquadramento da Folha de S. Paulo não relaciona as notícias sobre os autos de resistência com a alta letalidade de jovens negros que aparecem nos dados do Mapa da Violência (2016), inclusão essa que permitiria entender de forma contextualizada o fenômeno do genocídio da juventude negra na cobertura jornalística. Foi realizada uma análise de conteúdo de notícias no período de janeiro de 2003 a julho de 2017. No total foram coletadas 133 notícias, dentre as quais 132 citaram os autos de resistência, 17 apenas citaram a raça, e apenas 5,3% das notícias citou a questão de classe. Nenhuma das notícias da Folha de S. Paulo sobre os autos de resistência relacionou esta questão com o fenômeno do genocídio da juventude negra. As CPIs da Câmara dos Deputados (2015) e do Senado (2016), que investigaram a alta letalidade dos jovens negros no Brasil, também não foram citadas. Também não houve nenhuma notícia que relacionou os autos de resistência com a redução da maioridade penal. A conclusão é que a Folha de S. Paulo faz um enquadramento episódico da cobertura: dentre 99 notícias, apenas 35 apresentam um enquadramento temático, ou seja, a cobertura não relaciona os autos de resistência com o genocídio dos jovens negros e os temas correlatos. A pesquisa também analisa dois episódios relacionados ao genocídio da juventude negra: a morte de Michael Brown em Ferguson, Missouri, Estados Unidos, e a Chacina de Cabula, Salvador, Bahia, Brasil, que são analisados por meio de análise de enquadramento dos jornais The New York Times e Folha de S. Paulo. Na cobertura da Folha, os dois fatos foram tratados em um enquadramento episódico e não dentro de um processo amplo, complexo e consequente do racismo. Já o The New York Times faz um enquadramento temático sobre a morte de Michael Brown. Também entrevistamos atores sociais que possuem vínculo com o tema, e explicamos como as práticas de advocacy, responsiveness e accountability estão relacionados aos temas correlatos sobre o fenômeno do genocídio dos jovens negros. / This study analyzes the framework of Autos de Resistência in the Folha de S. Paulo newspaper, in order to verify if there is an intersectionality of gender, race and class in news reports that cite autos de resistência. The research starts from the hypothesis that the framework of the Folha de S. Paulo does not relate news about autos de resistência to the high death rate of young black men, which is reported in the data of the Map of Violence (2016). This inclusion would permit a contextualized understanding of the phenomenon of the genocide of the black youth population in journalistic coverage. An analysis of the content of news reports was carried out in the period of January 2003 to July 2017. In total, 133 news reports were collected, among which 132 cited resistance to authority, only 17 cited race, and only 5, 3% cited the question of class. None of the news reports of the Folha de S. Paulo about autos de resistênica related this question to the phenomenon of the genocide of the black youth population. The parliamentary committees of inquiry of the Chamber of Deputies (2015) and of the Senate (2016), which investigated the high death rate of young black men in Brazil, were not cited also. In addition, there were not any news reports that related the resistance to authority to the reduction of criminal liability. The conclusion is that the Folha de S. Paulo presents an episodic framework of the coverage: among 99 news reports, only 35 present a thematic framework. In other words, the coverage does not relate resistance to authority with the genocide of young black men and related themes. The research also analyzes two episodes related to the genocide of the black youth population: the death of Michael Brown in Ferguson, Missouri, the United States, and the slaughter in Cabula, Salvador, Bahia, Brazil, which are analyzed based on the framework analysis of the The New York Times and the Folha de S. Paulo newspapers. In the coverage of the Folha, both facts were treated in an episodic framework and not as being part of a complex extensive process, which is a consequence of racism. In contrast, The New York Times constructs a thematic framework regarding the death of Michael Brown. We also interviewed social agents who are associated with the theme, and we explain how the practices of advocacy, responsiveness and accountability are related to other themes connected to the phenomenon of the genocide of young black men. / La recherche présent fait un analyse de l’approche des les Autos de Resistência (Actes de Résistance) dans le journal Folha de S. Paulo pour vérifier s’il existe quelque intersectionnalité de sexe, race et classe dans les nouvelles qui mentionnent ces registres. Cette étude part de l'hypothèse que l’approche de Folha de S. Paulo ne fait aucune corrélation entre les nouvelles sur les registres de les Autos de Resistência avec la létalité élevée des jeunes noirs qui apparaissent dans les données cartographiques de la violence (2016); cette inclusion permettrait quelqu’un de comprendre le phénomène du génocide de la jeunesse noire dans la couverture journalistique, d’une maniéré contextualisé. Une analyse du contenu des nouvelles a été effectuée de janvier 2003 à juillet 2017. Au total, 133 articles de presse ont été recueillis, parmi lesquels 132 ont cité les registres de la résistance à l'autorité, desquels 17 ont cité la race, et seulement 5,3% ont cité la question de classe. Aucun des reportages de Folha de S. Paulo sur les registres de la résistance à l'autorité n'a lié cette question au phénomène du génocide de la jeunesse noire. Les Commissions d'Enquête Parlementaire de la Chambre des Députés (2015) et du Sénat (2016), qui ont enquêté sur la létalité élevée de la jeunesse noire au Brésil, n'ont pas été mentionnés non plus. Il n'y avait pas de nouvelles qui reliaient les registres de la résistance à l'autorité à la réduction de la majorité pénale, non plus. La conclusion est que Folha de S. Paulo a fait une approche épisodique de la couverture: de 99 nouvelles, seulement 35 ont un approche thématique, ce qui signifie la couverture ne fait pas corrélation des registres de la résistance à l'autorité avec le génocide des jeunes noirs et des sujets connexes. La recherche analyse également deux épisodes liés au génocide des jeunes noirs: la mort de Michael Brown à Ferguson, Missouri, États-Unis, et l'abattage de Cabula, à Salvador, Bahia, Brésil; qui sont analysées à l'aide de l'analyse de l’approche des journaux The New York Times et Folha de S. Paulo. Dans la couverture de Folha, les deux faits ont été traités dans une approche épisodique et non dans un processus large, complexe et conséquent de racisme. The New York Times, en revanche, fait une approche thématique sur la mort de Michael Brown. Nous avons également interrogé les acteurs sociaux qui ont des liaisons avec le sujet et expliqué comment les pratiques de advocacy, responsiveness et accountability sont liées à des sujets connexes sur le phénomène du génocide de la jeunesse noire.
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A cor vigiada : uma crítica ao discurso racializado de prevenção ao crime

Formiga, Glêides Simone de Figueiredo 16 March 2010 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2010. / Submitted by Jaqueline Ferreira de Souza (jaquefs.braz@gmail.com) on 2011-04-02T23:00:08Z No. of bitstreams: 1 2010_GleidesSimoneFigueiredoFormiga.pdf: 833882 bytes, checksum: 9c1224e50d236d75b81b08e2f5d2d647 (MD5) / Approved for entry into archive by Jaqueline Ferreira de Souza(jaquefs.braz@gmail.com) on 2011-04-02T23:00:52Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_GleidesSimoneFigueiredoFormiga.pdf: 833882 bytes, checksum: 9c1224e50d236d75b81b08e2f5d2d647 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-04-02T23:00:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_GleidesSimoneFigueiredoFormiga.pdf: 833882 bytes, checksum: 9c1224e50d236d75b81b08e2f5d2d647 (MD5) / O presente estudo apresenta uma análise da noção de prevenção a partir de situações em que o objetivo é a prevenção ao crime. Exploro fontes de natureza variada, observando as interpretações que os sujeitos fazem da violência e da proposta preventiva enquanto solução para a diminuição de crimes. Analiso o modo como discursos e práticas da prevenção projetam-se nas relações e se articulam produzindo tecnologias e estratégias de proteção que vão além do material – muros, alarmes, blindagem de carros etc, sugerindo comportamentos, técnicas de identificação de sujeitos e situações potencialmente perigosas, a fim de poder evitá-las ou modificá-las. A partir desse comportamento, multiplicam-se as regras de evitação e a exclusão, produzindo práticas, relações, bem como diferenças hierarquizadas e identidades. Sugiro que o princípio da prevenção gira em torno de possibilidades evitáveis e que tal premissa não só parte de uma realidade ―X‖, reagindo a ela, mas é produtora de comportamentos de evitação, exclusão e de mais violência. Observando a incidência de um modelo de comportamento entendido como ideal – o preventivo – e de práticas justificadas mediante um contexto de violência, afirmo que este comportamento traduz uma ―metonímia de expansão da violência‖ – termo cunhado pelo antropólogo José Jorge de Carvalho – e que os elementos que acionam a evitação e a exclusão de determinados sujeitos tidos como suspeitos, bem como a identificação de outros compreendidos enquanto prováveis vítimas, estão inscritos em seus corpos enquanto signos sociais. Tais signos são contextuais – espaciais, históricos, circusntanciais – apresentando inclusive especificidades individuais, mas também, e principalmente por mim enfocados, estruturais, denunciando poderes e saberes históricos e naturalizados de constituição de relações e sujeitos. Mediante a grande quantidade de signos e marcas estruturais que apresentam esses sujeitos suspeitos e prováveis vítimas, escolhi trabalhar com um deles, especificamente, a raça/cor como signo de suspeição ou vitimização. Para tanto, utilizo como uma das fontes do trabalho a descrição de um caso, veiculado midiaticamente, em que um sujeito negro foi acusado, no estacionamento do hipermercado Carrefour de uma grande cidade (São Paulo), de roubar seu próprio carro. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / The following study presents an analysis of the notion of prevention from situations in which de goal is crime prevention. I explore several sources, observing the interpretations that subjects do of violence and of the preventive proposal as a solution to crime reduction. I analyze how discourses and practices in prevention are projected in relationships and produce technologies and strategies of protection which go beyond walls, alarms, armored cars and so on, suggesting behaviors, potentially dangerous situations and subject identifications, in order to avoid or modify them. From these behaviors rules of exclusion and avoidance multiply, producing practices, relations, as well as identities and hierarchical difference. I suggest that the bases of prevention treat avoidable possibilities and that such an assumption comes not only from an ―X‖ reality, reacting to it, but is producer of avoidance behaviors, exclusion and more violence. Observing a model of behavior understood as ideal – the preventive one – and of justified practices in a context of violence, I state that this behavior translates a ―metonymy of violence expansion‖ – an expression created by the anthropologist José Jorge de Carvalho – and that the elements which trigger avoidance and exclusion of certain subjects regarded as suspect, as well as the identification of other subjects understood as potential victims are inscribed on their bodies as social signs. Such signs are contextual – spatial, historical, circumstantial – showing individual specificities, but also, and mainly by me emphasized, structural, showing historical and naturalized knowledge of relationships and subjects. Through the great deal of structural marks and signs that these suspect subjects and potential victims show, I chose working with one of them, specifically, race as a suspicion or victimization sign. For this, I use as one of the sources of this paper the description of a case, shown in the media, in which a black subject was accused, on the parking lot of a supermarket in São Paulo, of stealing his own car.
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Uma cartografia da produção do racismo no currículo vivido no cotidiano escolar no ensino fundamental.

MACHADO, S. M. 19 December 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T11:11:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_5981_Sandra Maria Machado.pdf: 9654475 bytes, checksum: 83af3f4d86cb01c1f9c526bbdc394898 (MD5) Previous issue date: 2011-12-19 / Esta pesquisa caracteriza-se em um estudo sobre os processos de perpetuação do racismo no Brasil e suas formas de atualização entre e para com os estudantes das séries iniciais do Ensino Fundamental de uma escola pública localizada na região da Grande São Pedro, município de Vitória, ES. A pesquisa objetivou buscar na cartografia da história oficial as marcas deixadas pela escravidão e como elas se atualizam nos fluxos do cotidiano escolar. Buscou também problematizar as práticas de educadores em relação a posturas que podem ser caracterizadas como racistas que, de acordo com inúmeras pesquisas, acontecem constantemente no cotidiano escolar; como a escola propõe, se propõe a ressignificação dos saberes construídos e/ou adquiridos durante a formação dos professores; de que forma o Continente África é representado no currículo praticado na escola e o que propõe o Projeto Político Pedagógico da instituição sobre a temática em questão. A proposta metodológica desta pesquisa partiu dos conceitos de cartografia defendidos por Rolnik (1989), Kastrup (2007) e outros. Os intercessores teóricos pra discutir os poderes e saberes no cotidiano escolar e para além dele foram Certeau (1994), (1995), Carvalho (2007), (2008) e (2009), Ferraço (2004), (2007), Sousa Santos (2002), (2006) e (2008), Santos (2002) e outros. Para os Estudos Culturais usamos como aportes teóricos, Canclini (2008), Hall (2006), (2008), Gomes (2002), (2003), (2005) e (2008) e outros. A análise histórica, no que se refere à questão de raça e racismo no Brasil nos baseamos em Guimarães (1999), (2002), Munanga (1989), (2000), (2006), (2008), (2009), Hasenbalg (2005), Moore (2005), (2007), (2008) Schwarcz (1997), (2006), (2007) e outros. Os resultados indicam que as discussões sobre a questão racial no espaço escolar começam a aparecer, porém de forma truncada e incipiente

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