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Rede de cuidado ao portador de doença cardiovascular no município de Praia Grande-SP. Que circuito é esse? / Care network for patients with cardiovascular disease in the municipality of Praia Grande-São Paulo. Which circuit is that?Ozawa, Carolina [UNIFESP] 17 February 2016 (has links) (PDF)
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Previous issue date: 2016-02-17 / Repensar estratégias efetivas para o controle e prevenção das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) tem sido um desafio para os sistemas de saúde. Segundo a OMS, as DCNT respondem por 73% dos óbitos no mundo, com destaque para doenças cardiovasculares (31,3%). No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) constituem a primeira causa de morte em todas as regiões brasileiras. O presente estudo teve como campo de pesquisa o município de Praia Grande-SP, com objetivo de avaliar o desempenho da rede de atenção à saúde ao paciente portador de DCV. A pesquisa foi realizada em duas fases. A primeira, de caráter quantitativo, buscou identificar a evolução das taxas de mortalidade por doenças do aparelho circulatório (doenças isquêmicas do coração, doenças cerebrovasculares e doenças hipertensivas) no período entre 1996 e 2012, antes e após a criação do Serviço de Verificação de Óbitos regional no município de Praia Grande. A segunda parte do estudo, de caráter qualitativo, buscou conhecer, por meio de coleta de informações orais, o circuito do atendimento em rede à pessoa que procura os serviços de saúde do município de Praia Grande na perspectiva do usuário com doença cardiovascular, desde o diagnóstico até a ocorrência do óbito, com o objetivo de reconstruir as formas de acesso aos serviços de saúde e continuidade do cuidado. Com essa finalidade realizamos uma seleção aleatória de 17 óbitos por DCV de residentes na Praia Grande ocorridos no período de janeiro a maio de 2013. Os prontuários foram localizados nas Unidades de Saúde da Família e usados para coleta de dados, realizada por meio de questionário semiestruturado. Os familiares e profissionais dos serviços de saúde acessados para o atendimento do evento que levou ao óbito foram entrevistados para recompor a rede de assistência Resultados: Verificamos uma forte correlação positiva entre aumento da mortalidade proporcional por doenças cardiovasculares e número de óbitos investigados por necropsia no Serviço de Verificação de Óbito sugerindo que a investigação da causa de morte e o preenchimento correto da declaração de óbito pode ter sido um fator importante na modificação do perfil de mortalidade do município de Praia Grande no período 2006-2012. A observação do comportamento em espelho das tendências das mortalidades proporcionais por causas mal definidas e doenças cardiovasculares permite supor que o aumento de participação das últimas no obituário se deu à custa do declínio das primeiras. No ano de 2013, este estudo indicou que apenas o aumento quantitativo de equipes da Estratégia de Saúde da Família não se mostrou suficiente para o enfrentamento da DCV de forma efetiva e contínua, embora a rede de atenção básica do município de Praia Grande contasse com uma cobertura de mais de 56 % da população local com a Estratégia de Saúde da Família. Os nós dificultadores identificados neste circuito de serviços de saúde no município de Praia Grande são constituídos pelo desafio de trabalhar em rede, com comunicação entre os pares e transpondo barreiras locais, além do protagonismo fundamental do agente comunitário de saúde na questão do conhecimento, do monitoramento e da vigilância da população moradora em seu território, seja ela usuária do SUS ou da rede de saúde suplementar. À época da pesquisa, as unidades da atenção básica não pareciam ser uma porta aberta quando da agudização da sua condição crônica de saúde, o que leva o usuário a procurar primeiramente por serviços de urgência e emergência, continuando o fluxo para os serviços de internação, cujos procedimentos de alta complexidade também são dificultadores para uma boa evolução antes da ocorrência do óbito por DCV. / Rethinking effective strategies for prevention and control of chronic non-communicable diseases (NCD) has been a challenge for health care systems. According to the WHO, NCDs account for 73% of deaths worldwide, especially cardiovascular diseases (31.3%). In Brazil, cardiovascular diseases (CVD) are the leading cause of death in all Brazilian regions. This study’s research field was the municipality of Praia Grande -São Paulo, and its goal was to evaluate the performance of the health care network for the patient with CVD. The survey was conducted in two phases. The first, of quantitative character, sought to identify the evolution of mortality rates from cardiovascular diseases (ischemic heart disease, cerebrovascular disease and hypertensive disease) in the period between 1996 and 2012, before and after the creation of Regional Coroner's Service in Praia Grande’s municipality. The second part of the study, qualitative, sought to know, through collecting oral information, the path along the service network of the person seeking health services on the Praia Grande’s municipality in the perspective of the patient with cardiovascular disease until death occurred, in order to reconstruct the forms of access to health services and the continuity of care. The authors conducted a random selection of 17 CVD deaths of residents in Praia Grande that occurred in the period from January to May 2013. The records were located on the Family Health Units and used for data collection, carried out through semi-structured questionnaire. Family members and health services’ professionals that had been accessed during the event that led to the death were interviewed to recompose the service network. Results: We found a strong positive correlation between increased proportional cardiovascular mortality and number of deaths investigated by necropsy in the Coroner's Service suggesting that the investigation of the cause of death and the correct completion of death certificates may have been an important factor in mortality profile modification of Praia Grande municipality in the period 2006-2012. The behavioral observation using mirror of the trends of proportional mortality from ill-defined causes and cardiovascular disease suggests that the increase in participation in recent obituary occurred at the expense of the decline of the first. In the year 2013, this study indicated that the quantitative increase of teams of the Family Health Strategy alone was not enough to manage effectively and continuously the CVDs, although the primary care network of Praia Grande municipality had more than 56% of the local population covered with the Family Health Strategy. The knots within the health care circuit in the city of Praia Grande are the challenge to network, to communicate between peers, to transpose local walls and the fundamental role of the Community Health Agent in the matter of knowledge, monitoring and surveillance of the population living in his territory, whether SUS user or of the private healthcare services. At the time of the survey, the primary care units did not seem to be an open door at the moment that their chronic health condition worsens. This lead the user to look first for urgency and emergency services, continuing the flow for inpatient services, whose highly complex procedures are also hindering for a good outcome instead the occurrence of death from CVD. / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Fatores de risco cardiovasculares em pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico e idade maior ou igual a 80 anos / Cardiovascular risk factor in 80-year and older stroke patientsPieri, Alexandre [UNIFESP] 27 April 2011 (has links) (PDF)
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Previous issue date: 2011-04-27 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Introdução: O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) é geralmente um evento catastrófico, particularmente em pacientes com idade maior ou igual a 80 anos. A idade avançada já é um fator de risco para AVCi e o acometimento cardiovascular é a principal causa de AVCi nessa população. A fibrilação atrial também (FA) é um importante fator de risco para AVCi, por isso os esquemas de estratificação de risco são importantes na indicação de tratamento antitrombótico e prevenção do AVCi nestes pacientes. Além disso, nível socioeconômico baixo tem sido descrito como um fator de maior risco para AVCi. Objetivos: Avaliar a prevalência dos fatores de risco cardiovasculares em pacientes com idade maior ou igual a 80 anos em uma população hospitalar com AVCi. Avaliar a relação desta doença com o nível socioeconômico em diferentes grupos etários, utilizando um novo modelo de estratificação socioeconômica. Método: Análise retrospectiva de pacientes consecutivos com diagnóstico de AVCi num serviço de saúde terciário. Nesta população, nós descrevemos a prevalência dos fatores de risco cardiovasculares e para os pacientes com FA, nos aplicamos os esquemas de estratificacao CHADS2 score e CHA2DS2-VASc score. Para avaliar a relacao entre nivel socioeconomico e AVCi, avaliamos a incidencia de AVCi em dois hospitais que atendem populacoes de diferentes niveis socioeconomicos da cidade de Sao Paulo, classificando os pacientes com uma nova ferramenta de segmentacao geografica socioeconomica. Os pacientes foram estratificados por nivel socioeconomico e idade (30 a 64 anos, 65 a 79 anos e maior ou igual a 80 anos). Nos tambem comparamos o numero de pacientes com AVCi com pacientes de um grupo controle dos mesmos hospitais, calculando a taxa de AVCi em cada hospital. O odds ratio entre as taxas de AVCi dos dois hospitais foi calculada. Resultados: Houve um predominio do sexo feminino (p<0.01) em 215 pacientes admitidos com AVCi. Considerando os pacientes com idade maior ou igual a 80 anos, 72% tinham hipertensao arterial sistemica (HAS) e a FA foi mais comum entre os mais idosos (p<0.01). Dentre os pacientes com FA, nenhum apresentou CHADS2 score de 0 e 25.5% tiveram score de 1 previamente ao AVCi. Todos os pacientes com CHADS2 score de 1 nao estavam em uso de anticoagulante oral, mas tinham CHA2DS2-VASc score . 2, apresentando indicacao para este tratamento. Trezentos e setenta e sete pacientes com AVCi e 2.297 pacientes do grupo controle foram estudados nos dois hospitais. Houve uma maior proporção de pacientes mais idosos na população de nível socioeconômico mais alto (χ2obs= 28.7, gl= 2, p-value < 0.0001). Em todas as idades, a taxa de AVCi foi significativamente mais alta nos pacientes com nível socioeconômico mais baixo quando comparado com os pacientes com nível socioeconômico mais alto, com χ2obs=21.3 (valor de p< 0.0001) para idade de 30 a 64 anos; χ2obs=39.8 (valor de p< 0.0001) para idade de 65 a 79 anos; e χ2obs=14.1 (valor de p= 0.0002) para pacientes com idade maior ou igual a 80 anos. O odds ratios entre as taxas de AVCi nos dois hospitais foi de 2.4, 3.6 e 2.7 para os grupos etários 30 a 64 anos, 65 a 79 anos e maior ou igual a 80 anos, respectivamente. Conclusão: HAS e FA são fatores de risco prevalentes e devem ser sempre considerados para tratamento em idosos. Estratificação de risco com CHA2DS2-VASc score poderia ter otimizado a indicação de anticoagulação oral em nossos pacientes. Nosso estudo mostrou que, em uma população estudada do município de São Paulo, nível socioeconômico baixo é associado a mais altas taxas de AVCi, independente da idade. / Background and Purpose – Ischemic stroke is usually a catastrophic event, mostly in the elderly. Advanced age itself is a risk factor for stroke and cardiovascular involvement is the leading cause of ischemic stroke in this age population. Atrial fibrillation is also an important risk factor for ischemic stroke and therefore risk stratification schemes are important in these patients for indicating antithrombotic therapyand prevent stroke. Low socioeconomic status is also associated with a higher risk for ischemic stroke. Objectives - To evaluate the prevalence of cardiovascular risk factors in patients with age 80 or older in a hospital population with ischemic stroke and the relationship between socioeconomic status and ischemic stroke in different age groups, using a new socioeconomic stratification model. Methods – Retrospective analysis of consecutive patients diagnosed with ischemic stroke admitted to a tertiary health facility. For this population, we described the prevalence of cardiovascular risk factors and, for the patients who had the diagnosis of atrial fibrillation, we applied CHADS2 score and CHA2DS2-VASc score. For assessment of the relationship beteween socioeconomic status and ischemic stroke, we evaluated the incidence of ischemic stroke in two hospitals that serve different socioeconomic populations in Sao Paulo, with a new geographic socioeconomic segmentation tool. The patients were stratified by socioeconomic status and age (30 to 64 years, 65 to 79 years and 80 years or older). We also compared the number of ischemic stroke patients with patients from control groups from the same hospitals, to obtain the ischemic stroke rates in both hospitals. The odds ratio between ischemic stroke rates in the hospitals was calculated. Results .There was a female preponderance (p<0.01) in 215 patients admitted for ischemic stroke. Considering patients over eighty, 72% had hypertension and atrial fibrillation was more common among the oldest old (p<0.01). Among those patients who had ischemic stroke and atrial fibrillation, no patient had CHADS2 score of 0 and 25.5% had score of 1. All patients with CHADS2 score of 1 were not under anticoagulation, but in retrospect, had CHA2DS2-VASc score . 2, i.e., with indication for oral anticoagulation. Three hundred and seventy-seven patients with ischemic stroke and 2,297 patients of control group were analyzed in both hospitals. There was a greater proportion of older patients in the higher socioeconomic status population (χ2obs= 28.7, df= 2, p-value < 0.0001). In all ages, the odds of ischemic stroke was significantly higher in patients with lower socioeconomic status than in those with higher status, with χ2obs=21.3 (p-value< 0.0001) for age 30 to 64 years; χ2obs=39.8 (p-value< 0.0001) for age 65 to 79 years; and χ2obs=14.1 (p-value= 0.0002) for ≥ 80 years patients. The odds ratios between ischemic stroke odds in both hospitals were 2.4, 3.6 and 2.7 for groups of ages 30 to 64 years, 65 to 79 years and 80 years or older, respectively. Conclusions – Hypertension and atrial fibrillation are prevalent risk factors and should be treated aggressively in the elderly. Risk stratification using CHA2DS2-VASc score would have optimized indication for oral anticoagulation in our patients. Our study showed that, in São Paulo, lower socioeconomic status is associated with a higher odds of ischemic stroke, independent of age. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Redes de atenção em saúde : o dilema dos pequenos municípiosMedeiros, Cássia Regina Gotler January 2013 (has links)
O avanço da descentralização e a consolidação da municipalização na área da saúde após a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) têm ocorrido gradualmente e com diferenças significativas entre regiões e entre municípios. Realizamos uma investigação que teve como objetivo geral analisar a rede de atenção à saúde aos portadores de doenças cardiovasculares em dois municípios de pequeno porte pertencentes à 16ª Coordenadoria Regional de Saúde do RS. A abordagem foi qualitativa, do tipo estudo de casos múltiplos comparados. Partimos da tese de que municípios com semelhante estrutura de serviços de saúde, número de habitantes e condições socioeconômicas obtêm resultados diferentes no coeficiente de mortalidade (CM) por doenças cardiovasculares devido à organização e funcionamento de sua rede de atenção à saúde. A coleta e produção dos dados ocorreram por meio de pesquisa documental, grupos focais com equipes gestoras municipais e entrevistas com servidor da gestão estadual e gestores do serviço de referência regional em cardiologia, resultando em um total de 13 sujeitos. A trajetória assistencial percorrida por 4 usuários portadores de doenças cardiovasculares também foi utilizada na análise da rede de atenção à saúde. A interpretação de sentidos e a triangulação de dados foram a forma de tratamento do material empírico. A análise, baseada nos dois referenciais teóricos escolhidos (OPAS, 2011a e Fleury e Ouverney, 2007), expôs uma rede de atenção à saúde parcialmente integrada e relações de interdependência que, embora complementares, apresentam interesses divergentes e pouca confiança entre os atores – condição que dificulta o estabelecimento da governança em rede. São fatores que facilitam a organização e o funcionamento da rede: a definição clara do território e das referências regionais; a existência da Comissão Intergestores Regional (CIR) como espaço de pactuação e controle, mesmo que seus atores ainda não tenham assumido na plenitude seu papel; e a Atenção Básica como porta de entrada para o atendimento. Como dificuldades, salientamos: a pouca integração clínica e dos sistemas de informação entre os serviços da rede; a centralidade do Ministério da Saúde (MS) e da Secretaria Estadual da Saúde (SES) no estabelecimento de regras e domínio de recursos, gerando relações de coerção e não de cooperação entre os entes federados; pouco planejamento e monitoramento de avaliação da rede; baixa capacidade gerencial nos municípios e parâmetros definidos fora da rede – isto é, pelo MS; a quase ausência da participação social na governança da rede; o modelo de atenção ainda pouco atuante nas ações de promoção à saúde, prevenção às doenças e na intersetorialidade. Os mecanismos de cooperação identificados são motivados pela interdependência de recursos entre os atores e, como tais, são mantidos enquanto esta necessidade estiver presente. Os atores não aprofundam a cooperação além da prestação pontual de serviços. Não observamos o acompanhamento do usuário ao longo da rede pelos profissionais de saúde. A coordenação da constituição e funcionamento da rede está bastante concentrada na SES, embora a CIR seja o espaço oficial para isto. Ressaltamos o poder dos prestadores privados em todo o processo, fazendo com que o resultado nem sempre seja o mais adequado para atender as necessidades em saúde da população regional. A análise das trajetórias assistenciais dos usuários do SUS revelou obstáculos importantes para a integralidade e equidade na atenção à saúde destes municípios. As principais diferenças entre os municípios que parecem ter influência sobre o CM são: o tempo de emancipação do município e estruturação dos serviços de saúde, principalmente a Estratégia de Saúde da Família; o acesso precoce a exames e procedimentos preventivos; a diferença de expansão territorial e área rural; e a composição etária da população em relação ao percentual de idosos. / The advancing decentralization and the consolidating municipalization in health care post Sistema Único de Saúde (SUS) creation have grown very differently when comparing regions and counties. We’ve launched an investigation to analyze cardiovascular diseases-aimed health care in two small sized counties belonging to the 16th Coordenadoria Regional de Saúde do RS. We’ve approached the subject as a quality survey, comparing multiple cases. Our starting point was the notion that counties with similar health services structure, population and socio-economic profiles obtain different cardiovascular mortality rates due to their variant health care organization and operation. Data was produced and acquired through desk research, focus groups with state management teams and interviews with state and referral cardiology service managers, a total amount of 13 persons. Also, the analysis comprises health assistance paths covered by 4 distinct patients with cardiovascular diseases. The empirical material was handled in thorough rendering and triangulation. The analysis was based on two previously chosen theoretical backgrounds (OPAS, 2011a and Fleury & Ouverney, 2007) and exposed a partially incorporated health care system and interdependence relations which, despite being complementary, show divergent interests and little trust between actors – condition that toils the establishment of intertwined governance. Listed next are factors that ease health care organization and operation: clear definition of state territory and referral services; Comissão Intergestores Regional (CIR)’s existence as a control and settlement negotiation mediator – even though their actors haven’t fully taken over their functions; Primary Health Care as a service gateway. As difficulties encountered, we list: little clinical and information systems integration in health care; Ministério da Saúde (MS) and Secretaria Estadual da Saúde (SES)’s centrality in establishing rules and steering resources, thus creating coercing relationships; little planning and health care evaluation monitoring; counties have little managing aptitude and guidelines are defined elsewhere – in other words, by the MS; the near absence of social participation in health care governance; model care is still not fully active in health promoting events, in preventing illnesses and in intersectorality. The identified cooperation mechanisms are motivated by interdependence in resources between actors and, as such, they are maintained whenever necessary. Actors do not deepen cooperation beyond specific service providing. We have not followed the user through the system as they exchanged medical professionals. SES coordinates system constitution and operation, even though CIR is officially in charge of that. We highlight private providers’ power throughout the process, not always adequately obtaining results which answer to the people’s health necessities. SUS users’ health assistance paths’ analysis revealed noteworthy obstacles to the integrity and equity in health care. The key mortality rate influent differences between counties are: counties’ emancipation date and their health services organization – especially Estratégia de Saúde da Família; early access to medical examinations and preventive procedures; different territorial expansion and rural area extension; counties’ age group when compared to the elderly percentage. / El avance de la descentralización y la consolidación de la municipalización en el área de la salud tras la creación del Sistema Único de Salud (SUS) están ocurriendo gradualmente y con diferencias significativas entre regiones y entre municipios. Hicimos una investigación que tuvo como objetivo general analizar la red de atención a la salud de portadores de enfermedades cardiovasculares en dos pequeños municipios que pertenecen a la 16ª Coordinadoría Regional de Salud del RS. El abordaje fue cualitativo, del tipo estudio de casos comparados múltiples. Empezamos con la idea, en principio, de que municipios con semejante estructura de servicios de salud, número de habitantes y condiciones socioeconómicas obtienen resultados distintos en la tasa de mortalidad por enfermedades cardiovasculares debido a la organización y funcionamiento de su red de atención a la salud. La recolección y producción de los datos ocurrió a través de investigación documental, grupos focales con equipos gestores municipales y entrevistas con funcionario de la gestión estadual y con gestores del servicio de referencia regional en cardiología, totalizando 13 sujetos. La trayectoria asistencial recorrida por 4 usuarios portadores de enfermedades cardiovasculares también se utilizó en el análisis de la red de atención a la salud. La interpretación de sentidos y la triangulación de datos fueron la manera de tratarse el material empírico. El análisis, basado en las dos referencias teóricas elegidas (OPAS, 2011a y Fleury y Ouverney, 2007) expuso una red de atención a la salud parcialmente integrada y relaciones de interdependencia que, aunque complementarias, presentan intereses divergentes y poca confianza entre los actores – condición que dificulta el establecimiento de la gobernanza en red. Son factores que facilitan la organización y el funcionamiento de la red: la definición clara del territorio y de las referencias regionales; la existencia de Comisión Intergestora Regional (CIR) como espacio para concertar y controlar, aunque sus actores todavía no hayan asumido totalmente su papel; y la Atención Básica como pistoletazo de salida para el atendimiento. Como dificultades, se presentan: poca integración clínica y de los sistemas de información entre los servicios de la red; la centralidad del Ministerio de Salud (MS) y de la Secretaría Estadual de Salud (SES) en el establecimiento de reglas y dominio de recursos, generando relación de coerción y no de cooperación entre los entes federados; poca planificación y monitoreo de evaluación de la red; baja capacidad gerencial en los municipios y parámetros fuera de la red, es decir, por el MS; la casi ausencia de la participación social en la gobernanza de la red; el modelo de atención aún poco activo en las acciones de promoción a la salud, prevención de enfermedades y en la intersectorialidad. Los mecanismos de cooperación identificados son motivados por la interdependencia de recursos entre los actores y, siendo así, son mantenidos mientras esta necesidad esté presente. Los actores no profundizan la cooperación para más allá de la prestación puntual de los servicios. No se observó el acompañamiento del usuario a lo largo de la red por los profesionales de salud. La coordinación de la constitución y el funcionamiento de la red están casi totalmente en manos de la SES, a pesar de la CIR ser el espacio oficial para ello. Ponemos en relieve el poder de los prestadores privados en todo proceso, lo que hace que el resultado ni siempre sea el más adecuado para atender a las necesidades en salud de la población regional. El análisis de las trayectorias asistenciales de los usuarios del SUS reveló obstáculos importantes para la integralidad y equidad en la atención a la salud de estos municipios. Las principales diferencias entre los municipios que parecen tener influencia sobre la tasa de mortalidad son: el tiempo de emancipación del municipio y estructuración de los servicios de salud, principalmente la Estrategia de Salud de la Familia; el acceso precoz a exámenes y procedimientos preventivos; la diferencia de expansión territorial y área rural; y la composición etaria de la población con respecto al porcentual de ancianos.
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Transtorno do Estresse Pós-Traumático e alterações lipídicas / Post-traumatic stress disorder and worsened serum lipid profileEliane de Paula Mendonça 31 March 2014 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) e alterações lipídicas são as temáticas principais dessa Dissertação. Seu objetivo principal foi investigar a associação entre o TEPT e as concentrações séricas de colesterol total (CT), lipoproteína de baixa densidade (LDL), lipoproteína de alta densidade (HDL) e triglicerídeos (TG) através de uma revisão sistemática da literatura seguida de metanálise. Adicionalmente, a relação entre essas variáveis lipídicas e os grupos de sintomas do TEPT revivescência, esquiva/entorpecimento emocional e hiperestimulação autonômica foi avaliada em um segundo estudo com dados primários. A metanálise incluiu 18 artigos, totalizando 2.110 indivíduos com TEPT e 17.550 indivíduos sem TEPT. As diferenças de médias ponderadas (DMP) mg/dL dos parâmetros lipídicos foram calculadas por modelos de efeitos aleatórios e modelos de meta-regressão foram ajustados para investigar possíveis fontes de heterogeneidade. O estudo encontrou que o TEPT foi associado a um pior perfil lipídico quando comparados a controles sem o transtorno (DMPCT= 20,57, IC 95% 12,21 28,93; DMPLDL= 12,11, IC 95% 5,89 18,32; DMPHDL= -3,73, IC 95% -5,97 -1,49; DMPTG= 35,87, IC 95% 21,12 50,61). A heterogeneidade estatística entre os resultados dos estudos foi alta para todos os parâmetros lipídicos e a variável que mais pareceu explicar essas inconsistências foi idade. O segundo artigo faz parte de um estudo maior conduzido em 2004 com 157 policiais do sexo masculino do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Estado de Goiás (BPMCHOQUE). Somente oficiais de férias ou em dispensa inclusive dispensa médica não foram avaliados. O instrumento utilizado para o rastreio do TEPT foi a versão em português para civis da Post-Traumatic Stress Disorder Checklist (PCL-C). Trinta e nove participantes (25%) foram excluídos do estudo: dois porque falharam no preenchimento dos questionários e 37 cujas amostras de sangue não foram coletadas por vários motivos. Neste trabalho, encontrou-se uma forte correlação positiva entre as concentrações séricas de CT e LDL com o grupo de sintomas de hiperestimulação autonômica, somente no grupo TEPT: ρ= 0,89 (p<0,01) e ρ =0,92 (p<0,01), respectivamente. Em suma, espera-se que os resultados dessa Dissertação possam colaborar para o estabelecimento de um melhor acompanhamento clínico de pacientes com TEPT, particularmente porque estes parecem estar sob um maior risco de doenças cardiovasculares devido a um pior perfil lipídico. / Post-traumatic stress disorder (PTSD) and lipid profile changes are the main themes of this Dissertation, whose main purpose was to investigate the association between PTSD and serum lipid concentrations of total cholesterol (TC), low-density lipoprotein cholesterol (LDL-C), high-density lipoprotein cholesterol (HDL-C) and Triglycerides (TGs). Additionally, the relationship between these serum lipid parameters and PTSD symptom clusters - re-experiencing, avoidance and hyperarousal was assessed in a second study with primary data. The meta-analysis included 18 articles, for an overall number of 2,110 people with PTSD and 17,550 individuals without PTSD. Pooled weighted mean differences (WMD) - mg/dL - of serum lipid parameters were calculated using random effects model and meta-regression models were fitted to investigate the sources of heterogeneity. The study showed that PTSD was associated with worsened lipid profile when compared to controls without PTSD (DMPCT= 20.57, IC 95% 12.21 28.93; DMPLDL= 12.11, IC 95% 5.89 18.32; DMPHDL= -3.73, IC 95% -5.97 -1.49; DMPTG= 35.87, IC 95% 21.12 50.61). Statistical heterogeneity between the results of the studies was high for all lipid parameters and the variable that most explained these inconsistencies was age. The second article is part of a larger study conducted in 2004 with 157 active duty male police officers of an elite unit of the Police Force of the State of Goiás-Brazil (BPMCHOQUE). Only officers on vacation or on leave including those on sick leave were not assessed. The diagnostic tool applied to screen for PTSD was a Portuguese version of the PTSD Checklist Civilian Version (PCL-C). Thirty nine (25%) participants were excluded: 2 respondents who failed to fill out the questionnaires and 37 whose blood samples were not collected for various reasons. The study found a significant and strong positive correlation between TC and LDL-C with hyperarousal symptom cluster, only in the full PTSD group: ρ= 0.89 (p<.01) and ρ= 0.92 (p<.01), respectively. As a synthesis, the results found in this Dissertation can contribute to a better clinical follow-up of PTSD patients, especially because they appear to be at higher risk for cardiovascular diseases due to worsened serum lipid profile.
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Cardiovascular disease risk profile of the South-African mixed ancestry population with high incidence of diabetes mellitus: baseline and three year follow-upSoita, David Jonah January 2013 (has links)
THESIS SUBMITED IN FULFILMENT OF THE REQUIREMENT FOR THE
AWARD OF THE DEGREE OF DOCTOR OF TECHNOLOGY OF BIOMEDICAL
TECHNOLOGTY IN THE FACULTY OF HEALTH AND WELLNESS SCIENCES
AT THE CAPE PENINSULA UNIVERSITY OF TECHNOLOGY
SUPERVISORS: PROF T.E. MATSHA
PROF R.T. ERASMUS
DR A. ZEMLIN
SUBMITED DECEMBER 2013 / Introduction: Cardiovascular diseases (CVD) have become the leading cause of morbidity and mortality amongst the global population. Originally thought to be a health burden of high income countries, the prevalence is rapidly increasing in developing countries. For example, in 2008, an estimated 17.3 million died from CVD, and 80% of these (13.8 mil) were from low to middle income countries. Epidemiological data on CVD in Africa is scanty and of poor quality and national vital registration is available in only 5% of Africa’s 53 countries. Furthermore, data on CVD risk amongst the South African population and specifically the mixed ancestry community is poorly described. The increasing global population of people with CVD has been largely attributed to increasing rates of determinants and risk factors which include obesity, metabolic syndrome (MetS), type 2 diabetes mellitus (DM) and chronic kidney diseases (CKD). The prevalence of DM in South Africa is known to be on the rise with more affected communities being South African Asians followed by coloureds.
Aims and objectives: The aim of this study was to determine the CVD risk profile of the Bellville South community during a baseline and three year follow-up study, by assessment of known risk factors, MetS, type 2 DM, obesity and CKD.
Methods: Participants for this study were drawn from an urban community of the Bellville South suburb of Cape Town. At baseline (January 2008 and March 2009) 946 individuals aged 16 to 95 participated. All participants received a standardized interview and physical examination during which anthropometric measurements were performed three times and their average used for analysis: weight (kg), height (cm), waist (cm) and hip (cm) circumferences. Body Mass Index (BMI) was calculated as weight per square metre (kg/m2). A blood sample was obtained from all participants after an overnight fast for the determination of biochemical profiles: glucose, glycated haemoglobin, creatinine, total cholesterol, high density lipoprotein cholesterol (HDL-C), triglycerides and low density lipoprotein cholesterol (LDL-C) which was calculated using Friedewald’s formula. Kidney function test was assessed through estimated glomerular filtration rate (eGFR) using the cockcroft-Gault and MDRD equations. Blood pressure was measured according to the World Health Organisation (WHO) guidelines. Participants with no history of doctor diagnosed DM underwent a 75 g oral glucose tolerance test as recommended by the WHO. Metabolic syndrome was determined using JIS, NCEP ATPIII and IDF criteria. The follow-up examination was conducted in 2011 (3 years from vii
baseline) using similar procedures. A total of 198 participants formed the follow-up cohort whose measurements were compared to those of the baseline. Finally, the prediction and processes/progression of the risk factors were determined.
Results: At both baseline and follow-up studies, females had a higher BMI compared to their male counterparts. The crude prevalence of type 2 DM, including the previously diagnosed type 2 DM was 28.59% (age-adjusted = 33.5%, 95%CI: 30.01 – 36.92), and that of undiagnosed type 2 DM was 17.8% (age-adjusted = 12.4%, 95%CI: 9.8 – 14.8). The overall prevalence of CKD was 28.7% (269) and was higher in females (31.4%) compared to 20.2% in males. MetS was present in 46.5% of the participants. Gender-specific prediction for CVD risk calculated using the 30-year CVD interactive risk calculator showed that high CVD risk was present in normoglycaemic and younger subjects (under 35 years). At follow-up, the cumulative incidence of progression in glucose tolerance status was: 16.2% (32 participants including 11 with new-onset diabetes), and increased in a stepwise fashion with the number of components of MetS. Between baseline and 3-year evaluation glomerular filtration rate (eGFR) increased by 8.7 ml/min (95% confidence interval: 6.9-10.7), reflecting variables trajectories across baseline strata of kidney functions.
Conclusion: Given the findings of this study and the estimated increases in the determinants and risk factors of CVD in the mixed ancestry population of South Africa this trend may continue to worsen if current trajectories do not change.
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Effect of rooibos and red palm oil supplementation, alone or in combination, on cardiac function after exposure to hypertension and inflammation in an ischaemial/reperfusion injury modelThamahane-Katengua, Emma Tutu Masechela January 2013 (has links)
Thesis submitted in fulfilment of the requirement for the degree
Doctor of Technologiae (Biomedical Technology)
in the
Faculty of Health and Wellness Sciences
at the
Cape Peninsula University of Technology
Supervisor: Prof J van Rooyen
Co-supervisor: Prof JL Marnewick
Bellville
October 2013 / Cardiovascular disease (CVD) is without a doubt one of the most challenging health issues of our time and accounts for the highest number of deaths in both developed and developing countries. Despite the huge strides that have been achieved in the diagnosis and therapeutic intervention of CVD, the disease burden still remains enormous. Therefore, this calls for novel and innovative interventions to curb the surge of CVD. The use of plant based food with bioactive phytochemicals,has a great potential to reduce the incidence of CVD, specifically in resource-strained countries. Red palm oil (RPO) and the indigenous herbal tea, rooibos have previously been shown to exhibit potential cardioprotective effects. Their health promoting properties have largely been attributed to their antioxidant and anti-inflammatory activities and emerging evidence also showed that they have the potential to modulate cell signalling events. Substancial scientific evidence proposes oxidative stress and inflammation to play an important role in the pathogenesis of cardiovascular disease. Hence, natural plant extracts such as RPO and rooibos could be recommended as adjuvants to clinical therapy to reduce the morbidity and mortality associated with CVD.
This thesis reports on three studies investigating the cardiovascular protective effects that chronic feeding of either RPO, rooibos or their combination have on 1) antioxidant enzymes and the NO-cGMP pathway in myocardial tissue of spontaneous hypertensive rats, 2) the modulation of systemic and myocardial inflammation and 3) the myocardial ischaemic/reperfusion tolerance in a rat model of lypopolysaccharide induced inflammation.
The aim of the first study was to investigate the effect of RPO on cardiac function in sponteneously hypertensive rats. The role of the nitric oxide cyclic-guanosine monophosphate(NO-cGMP) pathway, (as determined by the nitric oxide (NOS) activity) and the antioxidant defence system (selected antioxidant enzymes) were also investigated. Cardiac function was monitored at stabilization and reperfusion using the Langendorff perfusion system. Antioxidant enzymes were determined from left ventricular tissue, while total NOS activity was determined in the aorta and left ventricular tissue. The results show that RPO offered cardiac protection as evidenced by improved left ventricular developed pressure (LVDevP), maximum velocity of pressure rise (+dp/dt) max and fall (-dp/dt) max during reperfusion in sponteneously hypertensive rats (SHR) compared to their control counterparts. Improved function in SHR was associated with increased myocardial superoxide dismutase 2 (SOD2) protein expression compared to the normotensive rats. There was differential modulation of the NOS activity by RPO, an increase in NOS activity was observed in the aorta while a reduction in the activity of NOS was observed in the left ventricular tissue of both RPO supplemented normotensive and hypertensive rats compared
to their respective control groups. These results argue a role for elevated NO production in the aorta for endothelial function maintenance. Increased SOD2 protein might lead to reduced oxidative stress. Thus, NO-cGMP pathway and antioxidant defense systems synergistically acted to restore cardiovascular function in SHR.
The aim of the second study was to investigate the effect of RPO and rooibos supplementation on the modulation of systemic and myocardial inflammation in a rat model. As RPO and rooibos contain different types of antioxidants which reside and exert their biological effects in different cellular compartments, the combination of these two natural food compounds has the potential to enhance the spectrum of available dietary antioxidants in different cellular compartments, which could result in a better protection against certain pathological conditions such as inflammation. The Langendorff system and the lypopolysaccharide (LPS)-induced inflammatory model were used to determine if RPO and rooibos could protect against the negative effect of LPS-induced inflammation on baseline cardiac function. Both inflammation and dietary supplementation did not have any effect on baseline cardiac functional parameters. Our results show that administration of LPS resulted in elevated plasma levels of IL-1β in supplemented and non-supplemented rats indicating that an inflammatory response was triggered in the LPS-treated rats. However, this increase in IL-1β was counteracted by concurrent elevation of plasma IL-10 in LPS-induced rats consuming either rooibos or RPO alone. Furthermore the combination of RPO and rooibos enhanced myocardial IL-10 levels in LPS-induced rats. This data shows a difference in response to LPS injection between the myocardium and the systemic circulation. The results indicate that the combination of these two natural food substances exhibit potential anti-inflammatory properties which could be beneficial in clinically relevant conditions where inflammation plays a role.
Having shown that dietary intervention with RPO and rooibos had the potential to modulate the inflammatory response in the model of inflammation at basal conditions, we then proceeded to the third study to specifically establish if dietary RPO when supplemented alone will improve functional recovery and reduce infarct size in LPS-treated hearts. The Langendorff perfusion system was employed for determination of cardiac function and infarct size. The roles of NFkB, p38 MAPK and the myocardial antioxidant defence systems were investigated as potential mechanisms of protection. LPS-treatment caused significant increases in myocardial IL-1 β indicating that inflammation was induced. However, the levels of myocardial IL-10 was reduced in LPS-treated hearts compared to the non-treated hearts. Intervention with dietary RPO resulted in improved functional recovery and reduced infarct size, in both healthy hearts and in the LPS-treatment group. The RPO-induced cardio-protection was associated with increases in myocardial protein expression of the antioxidant
enzymes, SOD1, SOD2, GPX1 as well as increased p38 phosphorylation during reperfusion. LPS treatment increased myocardial protein expression of NFkB p65 which was reversed by RPO supplementation. Reduction of myocardial NFkB protein expression, increased p38 phosphorylation and elevated mitochondrial antioxidant (SOD2 and GPX1) as well as cytosolic enzymes (SOD 1) are proposed as potential mechanisms underlying the RPO-induced cardio-protection in this model.
Based on these study results, for the first time, having included vasculature aspects in the cardio-protective effects of RPO we have shown that the NO-cGMP pathway and antioxidant defense systems may act synergistically to restore cardiovascular function in spontaneously hypertensive rats. Results from the second study also provide the first scientific evidence that RPO in combination with rooibos (a flavonoid rich endemic herbal tea) could have potential anti-inflammatory activities at systemic as well as myocardial level, which may be beneficial in clinically relevant conditions where inflammation plays a role. From the third study it can be concluded that dietary RPO improved myocardial tolerance to ischaemia-reperfusion injury in a model of inflammation.
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Influ?ncia do tratamento periodontal sobre os n?veis da prote?na c-reativa ultrassens?vel em pacientes com insufici?ncia renal cr?nica em fase de pr?transplanteAmorim, Adriana Gomes 29 February 2012 (has links)
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Previous issue date: 2012-02-29 / The present study evaluated the influence of non-surgical periodontal treatment on the
levels of C- reactive protein (hsCRP) in patients with chronic renal failure (CRF) in pretransplant.
We conducted a controlled and randomized trial to evaluate the periodontal
condition and plasma concentrations of hsCRP, albumin and transferrin in 56 dialysis patients
divided into two groups: experimental and control. The study was conducted at the dental
clinic of Family and Community Health s Unit (USFC), located in Onofre Lopes University
Hospital (HUOL), Federal University of Rio Grande do Norte (UFRN), from December 2010
to November 2011. Severe periodontitis was the type of periodontal disease more common,
affecting 78.6% of patients. Periodontal conditions, evaluated through the means of probing
depth, clinical attachment level, bleeding index and plaque index, proved to be uniform for
both groups at the initial examination. There were no differences in levels of inflammatory
markers between the two groups. The analysis of the concentrations of hsCRP allowed
classifying study participants as at high risk of developing cardiovascular disease. After
completion of periodontal treatment in the experimental group, there was a statistically
significant reduction of the mean of all periodontal parameters assessed; however this
improvement of periodontal health was not accompanied by changes in the levels of hsCRP,
albumin and transferrin in the evaluation time. Given this, the periodontal treatment did not
promote the reduction of systemic inflammatory burden and risk of cardiovascular
complications in patients with CRF / O presente estudo se prop?s a avaliar a influ?ncia do tratamento periodontal n?o
cir?rgico sobre os n?veis da prote?na C reativa (PCR-US) em indiv?duos com Insufici?ncia
Renal Cr?nica (IRC) em fase de pr?-transplante. Realizou-se um ensaio cl?nico, controlado e
randomizado para avaliar as condi??es periodontais e as concentra??es plasm?ticas de PCRUS,
albumina e transferrina em 56 pacientes dial?ticos com doen?a periodontal divididos em
dois grupos: Experimental e Controle. O estudo foi realizado no ambulat?rio odontol?gico da
Unidade de Sa?de Familiar e Comunit?ria (USFC), localizada no Hospital Universit?rio
Onofre Lopes (HUOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no per?odo
de dezembro de 2010 a novembro de 2011. A periodontite severa foi o tipo de doen?a
periodontal mais frequente, acometendo 78,6% dos pacientes. As condi??es periodontais,
avaliadas atrav?s das m?dias da profundidade de sondagem, n?vel de inser??o cl?nica, ?ndice
de sangramento e ?ndice de biofilme se mostraram uniformes para os dois grupos no exame
inicial. Tamb?m n?o foram encontradas diferen?as nos n?veis dos marcadores inflamat?rios
entre os grupos. A an?lise inicial das concentra??es da PCR-US permitiu classificar os
participantes do estudo como de alto risco para o desenvolvimento de doen?as
cardiovasculares. Ap?s a realiza??o do tratamento periodontal no grupo Experimental, houve
redu??o estatisticamente significante das m?dias de todos os par?metros periodontais
avaliados, entretanto esta melhora das condi??es de sa?de periodontal n?o foi acompanhada
pela altera??o dos n?veis da PCR-US, albumina e transferrina no tempo de avalia??o da
pesquisa. Diante disto, o tratamento periodontal n?o promoveu a redu??o da carga
inflamat?ria sist?mica e o risco de desenvolvimento de complica??es cardiovasculares nos
indiv?duos com IRC
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Transtorno do Estresse Pós-Traumático e alterações lipídicas / Post-traumatic stress disorder and worsened serum lipid profileEliane de Paula Mendonça 31 March 2014 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) e alterações lipídicas são as temáticas principais dessa Dissertação. Seu objetivo principal foi investigar a associação entre o TEPT e as concentrações séricas de colesterol total (CT), lipoproteína de baixa densidade (LDL), lipoproteína de alta densidade (HDL) e triglicerídeos (TG) através de uma revisão sistemática da literatura seguida de metanálise. Adicionalmente, a relação entre essas variáveis lipídicas e os grupos de sintomas do TEPT revivescência, esquiva/entorpecimento emocional e hiperestimulação autonômica foi avaliada em um segundo estudo com dados primários. A metanálise incluiu 18 artigos, totalizando 2.110 indivíduos com TEPT e 17.550 indivíduos sem TEPT. As diferenças de médias ponderadas (DMP) mg/dL dos parâmetros lipídicos foram calculadas por modelos de efeitos aleatórios e modelos de meta-regressão foram ajustados para investigar possíveis fontes de heterogeneidade. O estudo encontrou que o TEPT foi associado a um pior perfil lipídico quando comparados a controles sem o transtorno (DMPCT= 20,57, IC 95% 12,21 28,93; DMPLDL= 12,11, IC 95% 5,89 18,32; DMPHDL= -3,73, IC 95% -5,97 -1,49; DMPTG= 35,87, IC 95% 21,12 50,61). A heterogeneidade estatística entre os resultados dos estudos foi alta para todos os parâmetros lipídicos e a variável que mais pareceu explicar essas inconsistências foi idade. O segundo artigo faz parte de um estudo maior conduzido em 2004 com 157 policiais do sexo masculino do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Estado de Goiás (BPMCHOQUE). Somente oficiais de férias ou em dispensa inclusive dispensa médica não foram avaliados. O instrumento utilizado para o rastreio do TEPT foi a versão em português para civis da Post-Traumatic Stress Disorder Checklist (PCL-C). Trinta e nove participantes (25%) foram excluídos do estudo: dois porque falharam no preenchimento dos questionários e 37 cujas amostras de sangue não foram coletadas por vários motivos. Neste trabalho, encontrou-se uma forte correlação positiva entre as concentrações séricas de CT e LDL com o grupo de sintomas de hiperestimulação autonômica, somente no grupo TEPT: ρ= 0,89 (p<0,01) e ρ =0,92 (p<0,01), respectivamente. Em suma, espera-se que os resultados dessa Dissertação possam colaborar para o estabelecimento de um melhor acompanhamento clínico de pacientes com TEPT, particularmente porque estes parecem estar sob um maior risco de doenças cardiovasculares devido a um pior perfil lipídico. / Post-traumatic stress disorder (PTSD) and lipid profile changes are the main themes of this Dissertation, whose main purpose was to investigate the association between PTSD and serum lipid concentrations of total cholesterol (TC), low-density lipoprotein cholesterol (LDL-C), high-density lipoprotein cholesterol (HDL-C) and Triglycerides (TGs). Additionally, the relationship between these serum lipid parameters and PTSD symptom clusters - re-experiencing, avoidance and hyperarousal was assessed in a second study with primary data. The meta-analysis included 18 articles, for an overall number of 2,110 people with PTSD and 17,550 individuals without PTSD. Pooled weighted mean differences (WMD) - mg/dL - of serum lipid parameters were calculated using random effects model and meta-regression models were fitted to investigate the sources of heterogeneity. The study showed that PTSD was associated with worsened lipid profile when compared to controls without PTSD (DMPCT= 20.57, IC 95% 12.21 28.93; DMPLDL= 12.11, IC 95% 5.89 18.32; DMPHDL= -3.73, IC 95% -5.97 -1.49; DMPTG= 35.87, IC 95% 21.12 50.61). Statistical heterogeneity between the results of the studies was high for all lipid parameters and the variable that most explained these inconsistencies was age. The second article is part of a larger study conducted in 2004 with 157 active duty male police officers of an elite unit of the Police Force of the State of Goiás-Brazil (BPMCHOQUE). Only officers on vacation or on leave including those on sick leave were not assessed. The diagnostic tool applied to screen for PTSD was a Portuguese version of the PTSD Checklist Civilian Version (PCL-C). Thirty nine (25%) participants were excluded: 2 respondents who failed to fill out the questionnaires and 37 whose blood samples were not collected for various reasons. The study found a significant and strong positive correlation between TC and LDL-C with hyperarousal symptom cluster, only in the full PTSD group: ρ= 0.89 (p<.01) and ρ= 0.92 (p<.01), respectively. As a synthesis, the results found in this Dissertation can contribute to a better clinical follow-up of PTSD patients, especially because they appear to be at higher risk for cardiovascular diseases due to worsened serum lipid profile.
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Redes de atenção em saúde : o dilema dos pequenos municípiosMedeiros, Cássia Regina Gotler January 2013 (has links)
O avanço da descentralização e a consolidação da municipalização na área da saúde após a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) têm ocorrido gradualmente e com diferenças significativas entre regiões e entre municípios. Realizamos uma investigação que teve como objetivo geral analisar a rede de atenção à saúde aos portadores de doenças cardiovasculares em dois municípios de pequeno porte pertencentes à 16ª Coordenadoria Regional de Saúde do RS. A abordagem foi qualitativa, do tipo estudo de casos múltiplos comparados. Partimos da tese de que municípios com semelhante estrutura de serviços de saúde, número de habitantes e condições socioeconômicas obtêm resultados diferentes no coeficiente de mortalidade (CM) por doenças cardiovasculares devido à organização e funcionamento de sua rede de atenção à saúde. A coleta e produção dos dados ocorreram por meio de pesquisa documental, grupos focais com equipes gestoras municipais e entrevistas com servidor da gestão estadual e gestores do serviço de referência regional em cardiologia, resultando em um total de 13 sujeitos. A trajetória assistencial percorrida por 4 usuários portadores de doenças cardiovasculares também foi utilizada na análise da rede de atenção à saúde. A interpretação de sentidos e a triangulação de dados foram a forma de tratamento do material empírico. A análise, baseada nos dois referenciais teóricos escolhidos (OPAS, 2011a e Fleury e Ouverney, 2007), expôs uma rede de atenção à saúde parcialmente integrada e relações de interdependência que, embora complementares, apresentam interesses divergentes e pouca confiança entre os atores – condição que dificulta o estabelecimento da governança em rede. São fatores que facilitam a organização e o funcionamento da rede: a definição clara do território e das referências regionais; a existência da Comissão Intergestores Regional (CIR) como espaço de pactuação e controle, mesmo que seus atores ainda não tenham assumido na plenitude seu papel; e a Atenção Básica como porta de entrada para o atendimento. Como dificuldades, salientamos: a pouca integração clínica e dos sistemas de informação entre os serviços da rede; a centralidade do Ministério da Saúde (MS) e da Secretaria Estadual da Saúde (SES) no estabelecimento de regras e domínio de recursos, gerando relações de coerção e não de cooperação entre os entes federados; pouco planejamento e monitoramento de avaliação da rede; baixa capacidade gerencial nos municípios e parâmetros definidos fora da rede – isto é, pelo MS; a quase ausência da participação social na governança da rede; o modelo de atenção ainda pouco atuante nas ações de promoção à saúde, prevenção às doenças e na intersetorialidade. Os mecanismos de cooperação identificados são motivados pela interdependência de recursos entre os atores e, como tais, são mantidos enquanto esta necessidade estiver presente. Os atores não aprofundam a cooperação além da prestação pontual de serviços. Não observamos o acompanhamento do usuário ao longo da rede pelos profissionais de saúde. A coordenação da constituição e funcionamento da rede está bastante concentrada na SES, embora a CIR seja o espaço oficial para isto. Ressaltamos o poder dos prestadores privados em todo o processo, fazendo com que o resultado nem sempre seja o mais adequado para atender as necessidades em saúde da população regional. A análise das trajetórias assistenciais dos usuários do SUS revelou obstáculos importantes para a integralidade e equidade na atenção à saúde destes municípios. As principais diferenças entre os municípios que parecem ter influência sobre o CM são: o tempo de emancipação do município e estruturação dos serviços de saúde, principalmente a Estratégia de Saúde da Família; o acesso precoce a exames e procedimentos preventivos; a diferença de expansão territorial e área rural; e a composição etária da população em relação ao percentual de idosos. / The advancing decentralization and the consolidating municipalization in health care post Sistema Único de Saúde (SUS) creation have grown very differently when comparing regions and counties. We’ve launched an investigation to analyze cardiovascular diseases-aimed health care in two small sized counties belonging to the 16th Coordenadoria Regional de Saúde do RS. We’ve approached the subject as a quality survey, comparing multiple cases. Our starting point was the notion that counties with similar health services structure, population and socio-economic profiles obtain different cardiovascular mortality rates due to their variant health care organization and operation. Data was produced and acquired through desk research, focus groups with state management teams and interviews with state and referral cardiology service managers, a total amount of 13 persons. Also, the analysis comprises health assistance paths covered by 4 distinct patients with cardiovascular diseases. The empirical material was handled in thorough rendering and triangulation. The analysis was based on two previously chosen theoretical backgrounds (OPAS, 2011a and Fleury & Ouverney, 2007) and exposed a partially incorporated health care system and interdependence relations which, despite being complementary, show divergent interests and little trust between actors – condition that toils the establishment of intertwined governance. Listed next are factors that ease health care organization and operation: clear definition of state territory and referral services; Comissão Intergestores Regional (CIR)’s existence as a control and settlement negotiation mediator – even though their actors haven’t fully taken over their functions; Primary Health Care as a service gateway. As difficulties encountered, we list: little clinical and information systems integration in health care; Ministério da Saúde (MS) and Secretaria Estadual da Saúde (SES)’s centrality in establishing rules and steering resources, thus creating coercing relationships; little planning and health care evaluation monitoring; counties have little managing aptitude and guidelines are defined elsewhere – in other words, by the MS; the near absence of social participation in health care governance; model care is still not fully active in health promoting events, in preventing illnesses and in intersectorality. The identified cooperation mechanisms are motivated by interdependence in resources between actors and, as such, they are maintained whenever necessary. Actors do not deepen cooperation beyond specific service providing. We have not followed the user through the system as they exchanged medical professionals. SES coordinates system constitution and operation, even though CIR is officially in charge of that. We highlight private providers’ power throughout the process, not always adequately obtaining results which answer to the people’s health necessities. SUS users’ health assistance paths’ analysis revealed noteworthy obstacles to the integrity and equity in health care. The key mortality rate influent differences between counties are: counties’ emancipation date and their health services organization – especially Estratégia de Saúde da Família; early access to medical examinations and preventive procedures; different territorial expansion and rural area extension; counties’ age group when compared to the elderly percentage. / El avance de la descentralización y la consolidación de la municipalización en el área de la salud tras la creación del Sistema Único de Salud (SUS) están ocurriendo gradualmente y con diferencias significativas entre regiones y entre municipios. Hicimos una investigación que tuvo como objetivo general analizar la red de atención a la salud de portadores de enfermedades cardiovasculares en dos pequeños municipios que pertenecen a la 16ª Coordinadoría Regional de Salud del RS. El abordaje fue cualitativo, del tipo estudio de casos comparados múltiples. Empezamos con la idea, en principio, de que municipios con semejante estructura de servicios de salud, número de habitantes y condiciones socioeconómicas obtienen resultados distintos en la tasa de mortalidad por enfermedades cardiovasculares debido a la organización y funcionamiento de su red de atención a la salud. La recolección y producción de los datos ocurrió a través de investigación documental, grupos focales con equipos gestores municipales y entrevistas con funcionario de la gestión estadual y con gestores del servicio de referencia regional en cardiología, totalizando 13 sujetos. La trayectoria asistencial recorrida por 4 usuarios portadores de enfermedades cardiovasculares también se utilizó en el análisis de la red de atención a la salud. La interpretación de sentidos y la triangulación de datos fueron la manera de tratarse el material empírico. El análisis, basado en las dos referencias teóricas elegidas (OPAS, 2011a y Fleury y Ouverney, 2007) expuso una red de atención a la salud parcialmente integrada y relaciones de interdependencia que, aunque complementarias, presentan intereses divergentes y poca confianza entre los actores – condición que dificulta el establecimiento de la gobernanza en red. Son factores que facilitan la organización y el funcionamiento de la red: la definición clara del territorio y de las referencias regionales; la existencia de Comisión Intergestora Regional (CIR) como espacio para concertar y controlar, aunque sus actores todavía no hayan asumido totalmente su papel; y la Atención Básica como pistoletazo de salida para el atendimiento. Como dificultades, se presentan: poca integración clínica y de los sistemas de información entre los servicios de la red; la centralidad del Ministerio de Salud (MS) y de la Secretaría Estadual de Salud (SES) en el establecimiento de reglas y dominio de recursos, generando relación de coerción y no de cooperación entre los entes federados; poca planificación y monitoreo de evaluación de la red; baja capacidad gerencial en los municipios y parámetros fuera de la red, es decir, por el MS; la casi ausencia de la participación social en la gobernanza de la red; el modelo de atención aún poco activo en las acciones de promoción a la salud, prevención de enfermedades y en la intersectorialidad. Los mecanismos de cooperación identificados son motivados por la interdependencia de recursos entre los actores y, siendo así, son mantenidos mientras esta necesidad esté presente. Los actores no profundizan la cooperación para más allá de la prestación puntual de los servicios. No se observó el acompañamiento del usuario a lo largo de la red por los profesionales de salud. La coordinación de la constitución y el funcionamiento de la red están casi totalmente en manos de la SES, a pesar de la CIR ser el espacio oficial para ello. Ponemos en relieve el poder de los prestadores privados en todo proceso, lo que hace que el resultado ni siempre sea el más adecuado para atender a las necesidades en salud de la población regional. El análisis de las trayectorias asistenciales de los usuarios del SUS reveló obstáculos importantes para la integralidad y equidad en la atención a la salud de estos municipios. Las principales diferencias entre los municipios que parecen tener influencia sobre la tasa de mortalidad son: el tiempo de emancipación del municipio y estructuración de los servicios de salud, principalmente la Estrategia de Salud de la Familia; el acceso precoz a exámenes y procedimientos preventivos; la diferencia de expansión territorial y área rural; y la composición etaria de la población con respecto al porcentual de ancianos.
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Sociální dopady nemocí oběhové soustavy a možnosti moderní léčby hypertenze / Social impacts of cardiovascular diseases and posibilities of modern hypertension treatmentBOJIČOVÁ, Ljiljana January 2011 (has links)
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