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Entre contatos, trocas e embates: índios, missionários e outros atores sociais no sul da Bahia (séculoXIX)

Ferreira, David Barbuda Guimarães de Meneses January 2011 (has links)
156f. / Submitted by Oliveira Santos Dilzaná (dilznana@yahoo.com.br) on 2013-06-06T17:43:51Z No. of bitstreams: 1 Dissertação de Mestrado - David Barbuda Guimarães de Meneses Ferreira.pdf: 1851459 bytes, checksum: 657536dcf57e365d8dd8bd07b14158d3 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Portela(anapoli@ufba.br) on 2013-06-07T17:31:09Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação de Mestrado - David Barbuda Guimarães de Meneses Ferreira.pdf: 1851459 bytes, checksum: 657536dcf57e365d8dd8bd07b14158d3 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-06-07T17:31:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação de Mestrado - David Barbuda Guimarães de Meneses Ferreira.pdf: 1851459 bytes, checksum: 657536dcf57e365d8dd8bd07b14158d3 (MD5) Previous issue date: 2011 / CAPES / A presente dissertação busca compreender as relações sociais e interétnicas travadas entre populações indígenas, missionários capuchinhos e demais atores sociais presentes no processo de colonização da Comarca de Caravelas – pertencente ao extremo sul da Bahia – no século XIX. Tem-se como interesse central neste trabalho dar ênfase às agências indígenas frente ao projeto de civilização e catequese. Nesse sentido, buscamos perceber, no desenrolar dos conflitos, intensificados no decorrer daquele século, de que forma os grupos indígenas formularam estratégias, lutaram por seus interesses e se movimentaram diante de um quadro de mudanças significativas decorrente do violento processo de conquista e subjugação. This present work is an attempt to understand social and inter-ethnical relations between indigenous population, the Capuchin missionaries and other characters involved in the colonization process within the County of Caravelas – located in the southernmost part of Bahia – during the nineteenth century. The main interest in this research is to emphasize the indigenous agency facing this colony implementation and catechism process. In this sense, taking the conflicts into consideration, we seek to perceive manners with which indigenous groups created strategies and struggled to preserve their interests and how they navigated within this context of significant changes marked by violence and subjugation of native people. / Salvador
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Gentes da Mata: Histórias, alteridades e socialidades entre os Jamamadi do médio Purus

Souza, Ingrid Daiane Pedrosa de 29 June 2015 (has links)
Submitted by Divisão de Documentação/BC Biblioteca Central (ddbc@ufam.edu.br) on 2017-01-30T14:27:59Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação - Ingrid Souza (SEM FOTOS ANEXAS).pdf: 2222538 bytes, checksum: d4ec09a2a4bd778eb80ea8cfd78d505f (MD5) / Approved for entry into archive by Divisão de Documentação/BC Biblioteca Central (ddbc@ufam.edu.br) on 2017-01-30T14:28:14Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação - Ingrid Souza (SEM FOTOS ANEXAS).pdf: 2222538 bytes, checksum: d4ec09a2a4bd778eb80ea8cfd78d505f (MD5) / Approved for entry into archive by Divisão de Documentação/BC Biblioteca Central (ddbc@ufam.edu.br) on 2017-01-30T14:28:32Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação - Ingrid Souza (SEM FOTOS ANEXAS).pdf: 2222538 bytes, checksum: d4ec09a2a4bd778eb80ea8cfd78d505f (MD5) / Made available in DSpace on 2017-01-30T14:28:32Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertação - Ingrid Souza (SEM FOTOS ANEXAS).pdf: 2222538 bytes, checksum: d4ec09a2a4bd778eb80ea8cfd78d505f (MD5) Previous issue date: 2015-06-29 / FAPEAM - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas / This dissertation is about the oriental Jamamadis, ancestor inhabitants from the firm land forests of the Purus River‘s basin. Nowadays they are located on its medium segment on the Indigenous Land Jarawara/Jamamadi/Kanamati, at the South of Amazonas. Attempting to comprehend part of their social universe, in a balance between the travel literature and the ethnographic bias, I have dived on the group‘s history dated from the mid XX century. On this process I have rescued some of the encounters and alterities experienced by them that were responsible for meaningful changes that are reflected on their configuration as an ―ethnicity‖. Starting with the hypothesis of the Purus indigenous collective's comprehension by their social and territorial dynamics from the past and using as base the categories ―People of the Waters‖ and ―People of the Woods‖ this study aims to bring together elements for discussion. It takes as reference the initial analysis of the ―lived world‖ (Gow, 1997, 1999, 2001...) Jamamadi, as presented on their narratives. This study expects to contribute with the ethnological researches on the Juruá-Purus interfluve, especially with the arawá-speaking indigenous people / Esta dissertação versa sobre os Jamamadi orientais, habitantes ancestrais das matas de terra firme da bacia do rio Purus, atualmente localizados em seu médio curso, na T.I. Jarawara/Jamamadi/Kanamati, ao sul do Amazonas. Na tentativa de compreender parte do seu universo social, num balanço entre as literaturas de viagem e o viés etnográfico, debruço-me sobre a história do grupo, resgatando alguns dos encontros e alteridades vivenciadas, responsáveis por significativas transformações, refletidas em sua configuração enquanto ―etnia‖, datada de meados do século XX. Partindo da hipótese de compreensão dos coletivos indígenas do Purus mediante suas dinâmicas sociais e territoriais do passado, utilizando como base as categorias ―Povos das Águas‖ e ―Gente da Mata‖, busca-se reunir elementos para a discussão, tomando como referência a análise inicial do ―mundo vivido‖ (Gow, 1997, 1999, 2001...) Jamamadi, conforme apresentado em suas narrativas. Espera-se com este estudo contribuir para com as pesquisas etnológicas no interflúvio Juruá-Purus, em especial, junto aos povos indígenas arawá-falantes.
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O índio virou pó de café?: a resistência dos índios Coroados de Valença frente à expansão cafeeira no Vale do Paraíba (1788-1836)

Marcelo Sant'Ana Lemos 07 May 2004 (has links)
Les indigènes Coroados du Moyen Paraíba du Sud eurent leur territoire assiégé à la suíte de lexpansion de la frontière luso-brésilienne, pendant le XVIII ème et le XIX ème siècle. Ce processus, stimulé par lexpansion du marché intérieur du Sud-Est , créa lês conditions favorables à laccumulation de capitaux , nécessaires pour établir la culture du café , dans la région de Valença , ce qui fit accélerer le siège et la destructuration du style de vie Coroado. Il en résulta différents moments de résistance et dalliance avec la société luso- brésilienne et plus tard brésilienne , faits de progrès et de marches en arrière , qui donnèrent naissance à la bourgade de Valença (RJ). Au XIX ème siècle , dune manière générale, le problème indigène finit par être dépendant de la question de la terre néanmoins, ces processus se déroulèrent diféremment ,selon les localités, à des rythmes propres et particuliers, ce qui doit mériter l attention des chercheurs. À Valença (RJ), la question de la main-doeuvre indigène eut de limportance jusqu`a la deuxième décennie du XIX ème siècle et ce nest quà partir de ce moment-là que la question des terres devint fondamentale. La politique envers les indigènes subit dês variations selon la forme dapplication employée par les agents de l` État, laquelle eut dês répercussions sur la démographie des populations indigènes. La disparition politique des Coroados a lieu dès la 3ème décennie du XIX ème siècle.Cette disparition politique ne signifia pas pour autant leur extinction physique ou éthnique, telle quelle est interprétée et diffusée par lhistoriographie régionale. / Os índios Coroados do Médio Paraíba do Sul sofreram um cerco, no seu território, como conseqüência da expansão da fronteira social luso-brasileira, nos sécs. XVIII e XIX. Esse processo foi estimulado pela expansão do mercado interno do Sudeste, que criou condições favoráveis para acumulação de capitais, necessários para o estabelecimento da lavoura cafeeira, na região de Valença (RJ), que acelerou o cerco e a desestruturação do modo de vida Coroado. Esse processo resultou em diferentes momentos de resistência e de composição com a sociedade luso-brasileira e depois brasileira, com avanços e recuos, que deram origem ao aldeamento de Valença (RJ).No século XIX, de uma maneira geral, a questão indígena foi subordinada ao problema da terra, mas cada local desenvolveu os seus processos com ritmos próprios e particulares, que devem merecer a atenção dos estudiosos. Em Valença (RJ) a questão da mão-de-obra indígena esteve presente, com peso, até a segunda década do século XIX, e somente daí em diante a questão de terras passa a ter centralidade. A política indígena variou também pela forma como foi aplicada pelos agentes do Estado, com repercussões demográficas nas populações indígenas. O desaparecimento político dos Coroados ocorre a partir da terceira década do século XIX. Esse desaparecimento político não significou a sua extinção física e nem étnica, como foi interpretado e difundido pela historiografia regional.
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Ecos de liberdade: a Santidade de Jaguaripe entre os alcances e limites da colonização cristã

Cardoso, Jamille Oliveira Santos Bastos January 2015 (has links)
Submitted by PPGH null (poshisto@ufba.br) on 2017-06-20T15:29:22Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Jamille.pdf: 8111516 bytes, checksum: eb4c5be0d77088a54e7c77e8c1b9849d (MD5) / Approved for entry into archive by Uillis de Assis Santos (uillis.assis@ufba.br) on 2017-06-27T23:45:29Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_Jamille.pdf: 8111516 bytes, checksum: eb4c5be0d77088a54e7c77e8c1b9849d (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-27T23:45:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Jamille.pdf: 8111516 bytes, checksum: eb4c5be0d77088a54e7c77e8c1b9849d (MD5) / Capes / Por volta do ano de 1580, jesuítas, autoridades régias, colonos e mais tarde agentes inquisitoriais presenciaram um fenômeno bastante curioso que, para a percepção religiosa ocidental e a ortodoxia católica, causou profundo desassossego e estarrecimento. Conhecida como Santidade de Jaguaripe, o movimento religioso e “sincrético” que despontou no sertão do Orobó, e depois se fixou em Jaguaripe no Recôncavo da Bahia e dali se espalhou também para outras regiões, abalou a colonização em suas duas linhas de frente, evangelização e exploração. Partindo do contexto em que a Santidade foi gestada, o presente trabalho objetiva analisar entre os anos de 1580 a 1595 os processos de propagação e adesão a partir da experiência histórica dos sujeitos que participaram dos rituais, aderiram, creram e propagaram a “seita indígena”, e por isso tiveram que comparecer à mesa do visitador Heitor Furtado de Mendonça, entre 1591 e 1595. As denúncias, confissões e processos produzidos pela Primeira Visitação às partes da Bahia nos dizem muito sobre as heresias que foram praticadas por esses indivíduos; dizem também da maneira pela qual a Inquisição avaliou seus crimes e seus penitentes e como lidou com as práticas gentílicas em um universo tão paradoxal como era a colônia portuguesa. Mas esse arcabouço documental, se lido com o devido cuidado e teor hermenêutico, pode indicar-nos as formas de reelaboração e resistência que os povos indígenas construíram a partir da exploração colonial e da catequização cristã, sendo a Santidade de Jaguaripe não apenas um símbolo da heresia nos trópicos, mas, sobretudo demonstração do agenciamento indígena que, atrelando o político ao religioso, conseguiu impor limites à colonização cristã. Por isso não nos atemos apenas aos significados, aos símbolos e ritos presentes no nosso objeto de análise, mas também ao contexto, às políticas indígenas, às contradições e conflitos que compõem as relações sociais e étnicas especialmente no momento de emergência da Santidade de Jaguaripe, momento no qual diferentes formas culturais, sociais e econômicas entravam em choque com o processo de colonização portuguesa.
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O Diretório Pombalino em Pernambuco

Elizabeth Lago de Azevedo, Anna January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:35:59Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo7740_1.pdf: 4866230 bytes, checksum: 7e2b071e64899b0d253e2c8c60c17bc6 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2003 / Nossa pesquisa analisa a implantação do Diretório Pombalino, também conhecido na Historiografia Luso Brasileira como o Diretório dos Índios, em Pernambuco. Esta lei, promulgada em 1757, para servir à realidade sóciohistórica do Grão-Pará e Maranhão, foi expandida em 1758 para o restante do Brasil. O Diretório foi elaborado e estabelecido em um momento em que o Estado Português enfrentava sérias dificuldades econômicas e políticas. Com a morte de Dom João V e a ascensão ao trono de Dom José I, iniciou-se uma série de medidas reformadoras, levadas a cabo pelo ministro Sebastião José de Carvalho e Melo. Tais medidas tinham como objetivo o soerguimento português, bem como maior centralização do poder e controle sobre as possessões ultramarinas. Dentro deste contexto de reformas, foi pensado e estabelecido o Diretório Pombalino. Este extinguiu a administração dos padres regulares sobre os índios das missões, erigiu vilas e lugares civis, procurou organizar a vida indígena nos moldes portugueses e incorporar os índios ao mercado de bens para exportação. Apesar das características gerais, entendemos que a legislação pombalina precisa ser estudada particularmente, a partir das realidades históricas das áreas em que foi aplicada. Esta nossa perspectiva se explica por acreditarmos que as realidades sócio-históricas de um dado povo influenciam na aplicação de uma lei e assim o foi durante o Diretório. Nossa opção se deu por Pernambuco que no século XVIII englobava administrativamente o Rio Grande do Norte, o Ceará e a Paraíba pela inexistência de trabalhos sobre este tema que privilegiem, em especial, a aplicabilidade do Diretório dos Índios nesta capitania, que estava inserida no mercado produtor internacional, tendo o açúcar como principal produto de exportação até meados do século XIX
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O Povoamento Colonial Do Sudeste Do Piauí: Indígenas E Colonizadores, Conflitos E Resistência

Stela De Negreiros Oliveira, Ana January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:30:38Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo3394_1.pdf: 8236366 bytes, checksum: 5f49af7b5dc4e9bbbd0e02b0fb0e5d83 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2007 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Esta tese tem como objetivo discutir o processo de colonização do Sudeste do Piauí, nos séculos XVIII e XIX, com a proposta de estabelecer uma nova visão da colonização, a partir da relação estabelecida entre os grupos indígenas, colonizadores e o poder governamental, dando ênfase às diversidades e especificidades desse processo na região. Discute-se não só a história política, como também socioeconômica, de forma dinâmica, analisando as etapas do povoamento colonial em sua totalidade, desde a fase em que os agentes da Casa da Torre atravessaram a serra dos Dois Irmãos e se estabeleceram às margens do rio Piauí, construindo fazendas, combatendo os povos indígenas e formando expressivos rebanhos. Busca-se também identificar e localizar os povos indígenas que habitaram a região e verificar a relação estabelecida entre eles e os poderes adventícios. Deste modo, são analisados os interesses conflitantes entre índios, sesmeiros e colonos, para que sejam identificadas as formas de ação para reprimir e resistir. Dentro desse processo, a ênfase recai sobre os Pimenteira, grupo indígena mais evidenciado na documentação do Arquivo Público do Piauí, relativa à região Sudeste, privilegiando, na mencionada documentação, a guerra de colonização e informações sobre a cultura e as formas de resistência. Então, poder-se-á entender como esses povos conseguiram sobreviver em um período no qual todos os outros grupos indígenas encontravam-se praticamente dispersos ou aldeados
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O índio virou pó de café?: a resistência dos índios Coroados de Valença frente à expansão cafeeira no Vale do Paraíba (1788-1836)

Marcelo Sant'Ana Lemos 07 May 2004 (has links)
Les indigènes Coroados du Moyen Paraíba du Sud eurent leur territoire assiégé à la suíte de lexpansion de la frontière luso-brésilienne, pendant le XVIII ème et le XIX ème siècle. Ce processus, stimulé par lexpansion du marché intérieur du Sud-Est , créa lês conditions favorables à laccumulation de capitaux , nécessaires pour établir la culture du café , dans la région de Valença , ce qui fit accélerer le siège et la destructuration du style de vie Coroado. Il en résulta différents moments de résistance et dalliance avec la société luso- brésilienne et plus tard brésilienne , faits de progrès et de marches en arrière , qui donnèrent naissance à la bourgade de Valença (RJ). Au XIX ème siècle , dune manière générale, le problème indigène finit par être dépendant de la question de la terre néanmoins, ces processus se déroulèrent diféremment ,selon les localités, à des rythmes propres et particuliers, ce qui doit mériter l attention des chercheurs. À Valença (RJ), la question de la main-doeuvre indigène eut de limportance jusqu`a la deuxième décennie du XIX ème siècle et ce nest quà partir de ce moment-là que la question des terres devint fondamentale. La politique envers les indigènes subit dês variations selon la forme dapplication employée par les agents de l` État, laquelle eut dês répercussions sur la démographie des populations indigènes. La disparition politique des Coroados a lieu dès la 3ème décennie du XIX ème siècle.Cette disparition politique ne signifia pas pour autant leur extinction physique ou éthnique, telle quelle est interprétée et diffusée par lhistoriographie régionale. / Os índios Coroados do Médio Paraíba do Sul sofreram um cerco, no seu território, como conseqüência da expansão da fronteira social luso-brasileira, nos sécs. XVIII e XIX. Esse processo foi estimulado pela expansão do mercado interno do Sudeste, que criou condições favoráveis para acumulação de capitais, necessários para o estabelecimento da lavoura cafeeira, na região de Valença (RJ), que acelerou o cerco e a desestruturação do modo de vida Coroado. Esse processo resultou em diferentes momentos de resistência e de composição com a sociedade luso-brasileira e depois brasileira, com avanços e recuos, que deram origem ao aldeamento de Valença (RJ).No século XIX, de uma maneira geral, a questão indígena foi subordinada ao problema da terra, mas cada local desenvolveu os seus processos com ritmos próprios e particulares, que devem merecer a atenção dos estudiosos. Em Valença (RJ) a questão da mão-de-obra indígena esteve presente, com peso, até a segunda década do século XIX, e somente daí em diante a questão de terras passa a ter centralidade. A política indígena variou também pela forma como foi aplicada pelos agentes do Estado, com repercussões demográficas nas populações indígenas. O desaparecimento político dos Coroados ocorre a partir da terceira década do século XIX. Esse desaparecimento político não significou a sua extinção física e nem étnica, como foi interpretado e difundido pela historiografia regional.
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Coisa de branco. A queixa e a mágoa da falta de aviso e de indenização; ou socorro e auxílio. A contrariedade senhorial ante a revolução ou golpe fatal do 13 de maio de 1888; e suas complicações (Bahia, Brasil, e um pouco além)

Negro, Antonio Luigi 31 July 2018 (has links)
Submitted by ANTONIO NEGRO (negro@ufba.br) on 2018-08-04T14:40:06Z No. of bitstreams: 1 Coisa de branco.pdf: 2924916 bytes, checksum: 5db885673ce0af212303b3bf514234ca (MD5) / Approved for entry into archive by Oliveira Santos Dilzaná (dilznana@yahoo.com.br) on 2018-08-09T17:58:44Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Coisa de branco.pdf: 2924916 bytes, checksum: 5db885673ce0af212303b3bf514234ca (MD5) / Made available in DSpace on 2018-08-09T17:58:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Coisa de branco.pdf: 2924916 bytes, checksum: 5db885673ce0af212303b3bf514234ca (MD5) / CNPq,FAPESB / Tese de professor titular em História, da Universidade Federal da Bahia, criticando a transição do trabalho escravo para o livre, a tese discorre sobre os debates e embates havidos no Brasil quando do fim da escravidão em 1888, analisando os seus desdobramentos quanto aos problemas da lavoura, da imigração e do pós-abolição. A tese aborda não só a queixa senhorial quanto à falta de indenização, mas também o descarte de promover a imigração asiática como uma política substitutiva, apontando para soluções referidas ao costume, às contingências, resumíveis em esbulho das terras indígenas, seguido de sua proletarização.
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A aldeia de São Nicolau do Rio Pardo : histórias vividas por índios guaranis (séculos XVIII-XIX)

Melo, Karina Moreira Ribeiro da Silva e January 2011 (has links)
Esta dissertação tem como objetivo principal compreender aspectos sobre a formação, manutenção e extinção do aldeamento de São Nicolau do Rio Pardo. De meados do século XVIII até o terceiro quartel do XIX ele se manteve como um espaço eminentemente indígena. Durante os oitocentos sua trajetória e as histórias das pessoas que o compuseram são menos conhecidas. Assim, procura-se recompor as relações sociais e de poder em que estiveram inseridos os indígenas, levando em conta seus papéis de agentes sociais, percebendo suas participações ativas no processo histórico a partir dos contatos que eles estabeleceram com outros agentes. As fontes históricas centrais são documentos da Diretoria Geral dos Índios e do aldeamento, ofícios, editais e correspondências da câmara de vereadores de Rio Pardo, relatórios de presidente de Província e relatos de viajantes. Além disso, a pesquisa aborda questões sobre aspectos que envolvem disputas entre os índios e a sociedade envolvente pelas terras do aldeamento, suas participações nas guerras provinciais e os discursos políticos e eclesiásticos produzidos sobre eles. Tais elementos podem ser articulados com processos de formação de identidade dos índios guaranis no sul do Brasil. / This dissertation's main objective is to understand aspects of the formation, maintenance and dissolution of the village of São Nicolau do Rio Pardo. From the mid eighteenth century until the third quarter of the nineteenth he has remained as a predominantly indigenous area. During his career on the eighteenth the stories of people who composed it are less known. Thus, attempts to reconstruct the social and power relations that were inserted into the Indians, taking into account their roles as social actors, perceiving their active participation in the historical process from which they establish contacts with other agents. The central historical sources are documents of the General Directorate of the Indians and of the village, letters, notices and correspondence from the city council of Rio Pardo, president of Province reports and reports of travelers. Moreover, the research addresses issues about aspects involving disputes between the Indians and the surrounding society for the lands of the village, their participation in provincial wars and political and church speeches produced on them. These elements can be linked with processes of identity formation of the Guarani Indians in southern Brazil.
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De aldeados a súditos: viver, trabalhar e resistir em Nova Abrantes do Espírito Santo - Bahia, 1758-1760.

Brunet, Luciano Campos January 2008 (has links)
Submitted by Suelen Reis (suziy.ellen@gmail.com) on 2013-04-22T18:07:21Z No. of bitstreams: 4 Dissertacao Luciano Brunet4.pdf: 6428423 bytes, checksum: a2601102032d85f9caa9147ef8961b7f (MD5) Dissertacao Luciano Brunet3.pdf: 8084303 bytes, checksum: a3bf19e3a0c3813a138d2a72c71c0542 (MD5) Dissertacao Luciano Brunet2.pdf: 6894465 bytes, checksum: e25bc29f566aced2c2cc99f7e9dec75e (MD5) Dissertacao Luciano Brunet1.pdf: 6283765 bytes, checksum: f0754dc60383f699cb50aec369e147f5 (MD5) / Approved for entry into archive by Rodrigo Meirelles(rodrigomei@ufba.br) on 2013-05-26T11:07:22Z (GMT) No. of bitstreams: 4 Dissertacao Luciano Brunet4.pdf: 6428423 bytes, checksum: a2601102032d85f9caa9147ef8961b7f (MD5) Dissertacao Luciano Brunet3.pdf: 8084303 bytes, checksum: a3bf19e3a0c3813a138d2a72c71c0542 (MD5) Dissertacao Luciano Brunet2.pdf: 6894465 bytes, checksum: e25bc29f566aced2c2cc99f7e9dec75e (MD5) Dissertacao Luciano Brunet1.pdf: 6283765 bytes, checksum: f0754dc60383f699cb50aec369e147f5 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-05-26T11:07:22Z (GMT). No. of bitstreams: 4 Dissertacao Luciano Brunet4.pdf: 6428423 bytes, checksum: a2601102032d85f9caa9147ef8961b7f (MD5) Dissertacao Luciano Brunet3.pdf: 8084303 bytes, checksum: a3bf19e3a0c3813a138d2a72c71c0542 (MD5) Dissertacao Luciano Brunet2.pdf: 6894465 bytes, checksum: e25bc29f566aced2c2cc99f7e9dec75e (MD5) Dissertacao Luciano Brunet1.pdf: 6283765 bytes, checksum: f0754dc60383f699cb50aec369e147f5 (MD5) Previous issue date: 2008 / Nossa pesquisa analisa a história do aldeamento do Espírito Santo no mundo português ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII. Este trabalho almeja resgatar a visibilidade histórica dos índios que nele viveram. Buscamos, então, trazer á luz a participação efetiva desse povo na formação e manutenção da Capitania da Bahia e da própria América portuguesa durante os séculos XVI e XVII. Este aldeamento chegou a se tornar sede da resistência à invasão holandesa à Bahia em 1624, sendo para ele transferida a Capital do Brasil Colonial. A presente dissertação visa também a desvelar um importante momento da historiografia baiana do século XVIII: A implantação do Diretório Pombalino. O Diretório foi a primeira gestão direta, efetiva e centralizada da Coroa para administrar a questão indígena. Apesar de ter sido elaborado para a realidade da Amazônia, a sua transposição para o Estado do Brasil não demorou a ocorrer. Entender porque a Bahia foi o palco inicial desta extensão se faz fundamental. O Aldeamento do Espírito Santo foi o grande laboratório de análise para o Conselho Ultramarino formado nos Trópicos dar andamento às reformas pombalinas nas missões jesuíticas. / Salvador

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