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Mecanismos da ação antioxidante dos ácidos caféico e tânico em sistemas contendo íons ferro

Mattos, Thiago Cardoso Genaro de January 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Química, 2009. / Submitted by Jaqueline Ferreira de Souza (jaquefs.braz@gmail.com) on 2010-04-22T11:26:18Z No. of bitstreams: 1 2009_ThiagoCardosoGdeMattos.pdf: 4130708 bytes, checksum: 2b6cb144621983a786d874f4584d16d9 (MD5) / Approved for entry into archive by Lucila Saraiva(lucilasaraiva1@gmail.com) on 2010-05-04T18:49:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_ThiagoCardosoGdeMattos.pdf: 4130708 bytes, checksum: 2b6cb144621983a786d874f4584d16d9 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-05-04T18:49:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_ThiagoCardosoGdeMattos.pdf: 4130708 bytes, checksum: 2b6cb144621983a786d874f4584d16d9 (MD5) Previous issue date: 2009 / Este trabalho foi dividido em três capítulos distintos. No primeiro capítulo, foi feita uma reavaliação da metodologia da degradação oxidativa da 2-desoxirribose (2-DR) em sistemas geradores de radicais livres mediados por íons ferrosos. Este ensaio é amplamente utilizado para avaliar a atividade pró/antioxidante de moléculas isoladas ou extratos vegetais. Entretanto, verificou-se que o Fe(III) produto das reações de Fenton e autoxidação do Fe(II) reage com a 2-DR levando à formação de malonildialdeído (MDA). Os resultados mostram que a reação entre o Fe(III) e a 2-DR não é influenciada pela presença de antioxidantes, pelo tipo de tampão utilizado ou pela presença de quelantes de ferro. A reação do Fe(III) com a 2-DR consiste em um artefato metodológico, que não descontado propriamente (por meio de um novo branco proposto neste capítulo), pode levar à subestimação da atividade antioxidante ou a incorreta interpretação dos mecanismos de ação dos compostos estudados. Nos capítulos 2 e 3, foram estudados os efeitos do ácido caféico (AC) nas reações de Fenton e da autoxidação do Fe(II), respectivamente. Os resultados foram comparados com o polifenol ácido tânico (AT), composto bastante estudado em nosso laboratório e com conhecida atividade antioxidante. Em ambas as reações, o AC apresentou atividade antioxidante na metodologia da degradação oxidativa da 2-DR, na hidroxilação do DMPO (somente na reação Fenton) e na peroxidação lipídica em fígado de rato. A proteção conferida pelo AC foi diretamente proporcional à sua concentração e inversamente proporcional à concentração de ferro. O efeito do AC em concentrações micromolares sugere que o seu mecanismo de ação antioxidante seja do tipo quelante, ao formar um complexo 1:2 Fe(II):AC que inibe a oxidação proporcionada pelo radical hidroxil. Além disso, o AC apresentou uma componente sequestradora de radicais livres, o que foi verificado por meio da redução do radical ABTS e pelo prolongamento da fase lag da peroxidação lipídica. Tanto o AC como o AT aceleram o consumo de oxigênio pela reação de autoxidação do Fe(II) e foram capazes de reduzir Fe(III) a Fe(II) por uma transferência eletrônica de esfera interna. ________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The present work was divided in three distinct chapters. In the first chapter, we performed a reevaluation of the 2-deoxyribose (2-DR) degradation assay for metal-mediated free radical formation.This assay is widely employed to evaluate the pro/antioxidant activity of pure compounds or plant extracts. However, we observed that Fe(III) a product of Fenton and Fe(II) autoxidation reactions reacts with 2-DR generating greats amounts of malondialdehyde (MDA). The results show that the reaction between Fe(III) and 2-DR is not influenced by buffer composition, by the addition of antioxidant compounds or iron chelators. This reaction consists in a methodological artifact that leads to antioxidant capacity underestimation or/and incorrect interpretation of the studied mechanisms. To correct this interference, we proposed a new assays blank based on the use of Fe(III). In chapters 2 and 3, we studied the effects of caffeic acid (CA) on Fenton and Fe(II) autoxidation reactions, respectively. Results were compared to tannic acid (TA), a polyphenol largely studied in our lab with known antioxidant activity. In both Fenton and Fe(II) autoxidation reactions, CA acted as antioxidant by inhibiting the iron-mediated 2-DR degradation, DMPO hydroxylation (only in the presence of Fenton reactants) and rat liver lipid peroxidation. The protection was dose-depedent on CA concentration and inversely correlated to iron concentration. CA performed its antioxidant activity in the micromolar range, which suggests a chelating antioxidant mechanism. Furthermore, we suggested a 1:2 Fe(II)-CA ratio that could be responsible for the inhibition of hydroxyl radical mediated oxidations. CA also presented a free radical scavenger activity by reducing ABTS radical and extending the lag phase of lipid peroxidation. Moreover, we observed that both CA and TA increased the rate of Fe(II) autoxidation reaction (by accelerating the oxygen consumption) and were able to reduce Fe(III) to Fe(II) by an inner-sphere electron transfer.
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Metabolismo de radicais livres durante o ciclo estral de ratas

Uzuelli, Fernando Henrique de Paula January 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2006. / Submitted by Thaíza da Silva Santos (thaiza28@hotmail.com) on 2009-12-01T18:18:51Z No. of bitstreams: 1 DISSERTACAO FERNANDO H P UZUELI.pdf: 1460992 bytes, checksum: 6b299b76f6dac35a814f6d3bd1ff51df (MD5) / Approved for entry into archive by Joanita Pereira(joanita) on 2009-12-02T11:01:55Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTACAO FERNANDO H P UZUELI.pdf: 1460992 bytes, checksum: 6b299b76f6dac35a814f6d3bd1ff51df (MD5) / Made available in DSpace on 2009-12-02T11:01:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTACAO FERNANDO H P UZUELI.pdf: 1460992 bytes, checksum: 6b299b76f6dac35a814f6d3bd1ff51df (MD5) Previous issue date: 2006 / As variações hormonais durante o ciclo estral trazem modificações morfológicas e funcionais em diferentes órgãos envolvidos no processo reprodutivo, dentre eles o ovário, a adrenal e o útero. A variação de hormônios como o estrogênio (E2) e o hormônio luteinizante (LH), que exercem influência sobre o metabolismo dos radicais livres, demonstram que essas espécies químicas também participam das alterações do ciclo reprodutivo. Assim, nossa investigação procurou identificar alterações no metabolismo dos radicais livres durante o ciclo estral. Utilizando ratas, como modelo experimental para o estudo do ciclo reprodutivo, realizou-se citologia vaginal diária para determinar-se a regularidade e a fase do ciclo em que cada animal se encontrava. Vinte e um dias após o início da análise citológica diária, os animais foram sacrificados e alocados em cada uma das 4 (quatro) fases do ciclo, constituindo-se quatro grupos: proestro (PE), estro (E), diestro I (D I), e diestro II (D II). No útero, ovário e adrenal, foram dosados os danos oxidativos em lipídios pelo método TBARS e alaranjado de xilenol, danos oxidativos em proteínas pelo método de proteína carbonilada, dosagem do antioxidante endógeno glutationa (GSHeq) e da atividade de três enzimas antioxidantes GR, GPx e GST. Nossos resultados, em útero, demonstram um aumento de dano oxidativo em lipídeos e proteína no D II, o que foi acompanhado por um aumento dos níveis de GSHeq e da atividade da GST. No ovário verificou-se um aumento dos níveis de peroxidação lipídica no E, do dano oxidativo em proteínas no D II, juntamente com uma redução na relação GSHeq/GSSG e um aumento da atividade de GPx. Na adrenal não foram observadas mudanças ao longo do ciclo nos níveis de peroxidação lipídica e proteínas carboniladas, mas encontrou-se uma redução na relação GSHeq/GSSG na fase do diestro I. Os resultados obtidos mostram a presença de estresse oxidativo no útero nas fases do D I e D II, o que parece provocar no órgão uma resposta com o aumento da atividade de GST e GSHeq. Esse estresse oxidativo poderia estar relacionado às alterações inflamatórias que ocorrem no endométrio, nesse momento do ciclo estral. A peroxidação lipídica do ovário no estro mostra um dano oxidativo que pode ocorrer em membranas, o que poderia conduzir à ruptura folicular e à presença de estresse oxidativo, nas fases do diestro I e II representado pelos resultados de proteína carbonilada e pelos níveis de glutationa que poderiam estar associados ao fenômeno da luteólise. Na adrenal, a observação de estresse oxidativo ocorreu no D I. Assim, o aumento do estresse oxidativo no ovário, útero e adrenal parece ter um papel fisiológico junto a esses órgãos, nas fases do diestro I e II. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The hormones variations during the estral cycle bring morphologic and functional variations to different involved organs in the reproductive process, among them ovary, adrenal and uterus. The hormone variation as the E2 and the LH, that exert influence on the metabolism of the free radicals, also demonstrates that to these chemical species participation of the alterations of the reproductive cycle. Using rats as experimental models for the study of the reproductive cycle, daily vaginal smears was become fullfilled to determine its regularity and the phase of the cycle in each animal if it found, being sacrificed after 21 days, taking the ovary, uterus and adrenal, after the samples were divided in four groups according to the phase where the animals at the moment of the sacrifice met. The oxidative damage in uterus was quantified by the TBARs method and xylenol orange, carbonyl protein and the levels of the endogenous glutatione. Three enzymes of antioxidant system had activities determined by GR, GPx and GST in the three different tissues, adrenal, ovary and uterus. Our results demonstrate that to have an increase of oxidative damage in lipids and proteins in Diestro II, followed for an increase of the levels of GSHeq and the activity of the GST. In the ovary it exists together with an increase of the levels of lipid peroxidation in the Estrus and an increase of the oxidativo damage in proteins in diestro II with a reduction in the GSHeq/GSSG relation and an increase of the activity of GPx. In the adrenal changes throughout the cycle in the levels of lipid peroxidation and proteins it was observed a reduction in the relation of GSHeq/GSSG met in the phase of diestro I. The numbers show the presence of oxidative stress in the uterus in the second half of the reproductive cycle, which seems to provoke in the organ a reply with the increase in the activity of GST and the GSHeq levels, this oxidative stress could be related with the inflammatory alterations that occurs in the endometrium at this moment of the estrous cycle. In the ovary the lipid peroxidation in estrus shows an oxidative damage that can occur in membranes that could lead to a follicular rupture, and the presence of oxidative stress in the diestro I and II represented for the carbonyl protein results and the levels of glutationa could be associated to the phenomenon of luteolise. In the adrenal occurs a oxidative stress in diestro I. Thus an increase of oxidative stress in the ovary, uterus and adrenal seems to have a physiological paper next to these organs.
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Mecanismos de ação de antioxidantes de origem vegetal : estudo do polifenol ácido elágico e do extrato de caqui (Diospyros kaki)

Dalvi, Luana Taquette 06 October 2008 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2008. / Submitted by Rosane Cossich Furtado (rosanecossich@gmail.com) on 2010-03-03T14:58:14Z No. of bitstreams: 1 2008_LuanaTaquetteDalvi.pdf: 2512255 bytes, checksum: 0d81db8ec95697904bd70129d6f0dddd (MD5) / Approved for entry into archive by Lucila Saraiva(lucilasaraiva1@gmail.com) on 2010-03-03T21:39:22Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_LuanaTaquetteDalvi.pdf: 2512255 bytes, checksum: 0d81db8ec95697904bd70129d6f0dddd (MD5) / Made available in DSpace on 2010-03-03T21:39:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_LuanaTaquetteDalvi.pdf: 2512255 bytes, checksum: 0d81db8ec95697904bd70129d6f0dddd (MD5) Previous issue date: 2008-10-06 / O presente trabalho foi dividido em dois capítulos. No primeiro capítulo, investigamos o mecanismo antioxidante do ácido elágico (AE) contra formação de oxirradicais em sistemas contendo íons Cu(II) e ascorbato. A propriedade antioxidante da polpa de caqui em processos oxidativos mediados por Fe(III) in vitro foi estudada no segundo capítulo. O estudo do AE demonstrou que este polifenol inibe a degradação da 2-desoxirribose (2-DR) mediada por 15 μM de Cu(II) e 500 μM de ascorbato, mostrando uma atividade antioxidante máxima com 15 μM de AE. Além disso, o percentual de proteção contra a degradação da 2-DR diminuiu com o aumento da concentração de Cu(II). Estes resultados sugerem que o AE inibe a degradação da 2-DR devido à formação de um complexo 1:1 cobre-AE. Entretanto, ao variar a concentração de 2-DR, foi observado que o percentual de proteção diminuiu significativamente à medida que a concentração de 2-DR aumentou. Este resultado sugere que a atividade antioxidante do AE se deve também à capacidade do complexo cobre-AE em seqüestrar radicais livres. O AE também foi capaz de prevenir a quebra do DNA plasmidial e inibir consideravelmente a oxidação do ascorbato e o consumo de oxigênio na razão 1:1 Cu(II):AE. Experimentos de EPR mostraram que o AE inibe a formação de radical ascorbil mediada por Cu(II) e ascorbato e uma completa inibição ocorre com uma relação 1:1 Cu(II):AE. Concluímos que o AE diminui a velocidade de redução de Cu(II) mediada por ascorbato e que o complexo cobre-AE pode ser capaz de seqüestrar radical hidroxil, prevenindo assim o dano oxidativo ao DNA e à 2-DR. Com relação ao estudo antioxidante do caqui, foi observado que o extrato da polpa de caqui inibe a degradação oxidativa da 2-DR induzida por 50 μM de Fe(III)-citrato e 500 μM de ascorbato (I50 ~0,5 a 1,5 mg/mL). O efeito antioxidante varia entre frutas (2 mg/mL de diferentes frutas inibem a degradação da 2-DR de 52 a 91%). A prevenção do dano oxidativo à 2-DR pelo extrato de caqui foi inversamente proporcional à concentração de ferro-ligante (citrato ou EDTA). Entretanto, a concentração de EDTA e o tempo de pré-incubação não alteraram a capacidade antioxidante do extrato de caqui indicando, possivelmente, que compostos com propriedades quelantes não estariam presentes em meio aquoso. No ensaio de peroxidação lipídica feito em homogenato de fígado de rato induzido por Fe(III)-citrato e ascorbato, o extrato de caqui apresentou atividade antioxidante somente em pequenas concentrações de ascorbato e apresentou efeito pró-oxidante em concentrações de ascorbato superiores a 0,25 mM. O extrato de caqui também aumentou o sinal de EPR do radical ascorbil na presença de 1 mM de ascorbato e Fe(III)-citrato. Tais resultados sugerem que compostos oxidados presentes no caqui podem oxidar ascorbato a ascorbil. Entretanto, quando o estudo foi feito com reagentes de Fenton, o extrato do caqui apresentou efeitos antioxidantes ao inibir a peroxidação lipídica. Este perfil antioxidante também foi observado na presença de 50 μM de ascorbato. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The present work was divided in 2 chapters. In the first chapter, we investigated the antioxidant mechanism of ellagic acid (EA) to prevent oxyradical formation in a system containing Cu(II) plus ascorbate. The antioxidant property of persimmon pulp in oxidative processes mediated by Fe(III) in vitro was studied in the second chapter. EA study demonstrated that this polyphenol inhibited 2-deoxyribose (2-DR) degradation mediated by 15 μM Cu(II) and 0.5 mM ascorbate, showing a maximum antioxidant activity with 15 μM EA. Moreover, the protection against 2-DR degradation decayed with the increase in Cu(II) concentration. These results suggest that EA inhibits 2-DR degradation due to the formation of a 1:1 copper-EA complex. However, performing a variation of 2-DR concentration it was observed that the percent protection highly decreased as the 2-DR concentration increased. This result suggested that EA antioxidant activity was also due to the copper-EA complex ability to scavenge free radicals. In addition, EA prevented in vitro plasmid DNA breakage and strongly inhibited ascorbate oxidation and O2 consumption with a 1:1 Cu(II):EA ratio. EPR studies showed that EA inhibits ascorbyl formation mediated by Cu(II) and ascorbate and a complete inhibition is observed at 1:1 Cu(II):EA ratio. We concluded that AE slows down ascorbate-mediated Cu(II) reduction and that the copper-EA complex may scavenge hydroxyl radicals, thus preventing DNA damage and 2-DR degradation. Relating to persimmon antioxidant study, it was observed that persimmon pulp extract inhibited the 2-DR oxidative degradation induced by 50 μM Fe(III)-citrate and 0.5 mM ascorbate (I50 ~ 0.5 to 1.5 mg/mL). The antioxidant effect varied among the fruits (2 mg/mL of different individual fruit extracts protect 2-DR degradation in a range of 52 to 91%). The prevention of 2-DR oxidative degradation by persimmon extract was inversely dependent to the iron-complex (with EDTA or citrate) concentration. Although, the EDTA concentration and pre-incubation time variation did not change antioxidant capacity of persimmon extract indicating that chelating properties does not exist in aqueous solution. When determining lipid peroxidation in rat liver homogenates induced by Fe(III)-citrate plus ascorbate, the persimmon extract presented an antioxidant effect only with low ascorbate concentrations and exhibited pro-oxidative effect in ascorbate concentrations higher than 0.25 mM. Persimmon extract also increased ascorbyl radical EPR signals in the presence of ascorbate (1 mM) and Fe(III)- citrate. Those results suggest that oxidized compounds present in persimmon may oxidize ascorbate to ascorbyl. Although, when Fenton reagents were employed, persimmon extract showed an antioxidant effect inhibiting lipid peroxidation. The same antioxidant profile was observed in the presence of 50 μM ascorbate.
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Desenvolvimento de metodologias de síntese de piridazinonas e dicetopiperazinas com interesse farmacológico

Souza, Luciana de Boer Pinheiro de 25 October 2012 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, Programa de Pós-Graduação em Química, Florianópolis, 2010 / Made available in DSpace on 2012-10-25T07:59:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 278176.pdf: 12306724 bytes, checksum: 7fc611d3ec40c16ced4da6f04307f7ae (MD5) / A primeira parte desta tese descreve o estudo sobre o mecanismo de desidrogenação de uma série de dihidropiridazinonas 4,6-dissubstituidas 15a-f promovida por CuCl2 em CH3CN. A reação de desidrogenação de 15a-f levou a formação dos produtos oxidados 16a-f em rendimentos satisfatórios juntamente com os correspondentes produtos laterais 17a-f. Os intermediários da reação 18a-f foram isolados e caracterizados. A reação pôde ser direcionada para a formação dos produtos 16a-f pela adição de benzoquinona, um supressor radicalar. Por outro lado, a presença de HCl(g) na mistura reacional promove a formação quase que exclusiva dos produtos 17a-f. A segunda parte desta tese descreve um trabalho preliminar sobre uma nova metodologia para construção de dicetopiperazinas derivadas da L-prolina (S,S) e (S,R)-70a-b via alquilação intramolecular baseada na química de radical livre. Um estudo detalhado sobre a influência do ester do centro estereogênico da oxima 66 e do volume do radical alquila como fatores de controle estereoseletivo foi realizado e uma alta diastereoseletividade foi obtida com um radical terciário. O uso de BF3OEt2, como ácido de Lewis, para reações de adição de radicais secundários e terciários as oximas 66 e 67 inibiu a formação dos produtos de competição etilados 68a e 69a.
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Efeitos de extratos de café na proteção contra oxidantes em Saccharomyces cerevisiae

Crisóstomo, Layane Millena Soares 31 July 2014 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, Programa de Pós-Graduação em Nutrição Humana, 2014. / Submitted by Jaqueline Ferreira de Souza (jaquefs.braz@gmail.com) on 2014-12-08T13:58:30Z No. of bitstreams: 1 2014_LayaneMillenaSoaresCrisostomo_Parcial.pdf: 1029788 bytes, checksum: 7fa2b21c825abadf766d6bac139d7c7b (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2014-12-11T14:28:21Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_LayaneMillenaSoaresCrisostomo_Parcial.pdf: 1029788 bytes, checksum: 7fa2b21c825abadf766d6bac139d7c7b (MD5) / Made available in DSpace on 2014-12-11T14:28:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_LayaneMillenaSoaresCrisostomo_Parcial.pdf: 1029788 bytes, checksum: 7fa2b21c825abadf766d6bac139d7c7b (MD5) / O aumento da população idosa traz preocupações importantes para as políticas públicas de saúde, devido à prevalência de doenças crônicas não transmissíveis e ao aumento dos gastos com saúde pública. Grande parte dessas doenças tem sido associada com o estresse oxidativo, que é causado pelo desequilíbrio entre pró-oxidantes e antioxidantes. Os antioxidantes estão presentes na dieta e, portanto, surgem como alternativa para prevenir ou reduzir os danos oxidativos. Nesse contexto, o café, uma bebida consumida mundialmente, contribui para a ingestão de antioxidantes, devido a compostos que ocorrem naturalmente nos seus grãos. Vários estudos publicados investigaram in vitro as propriedades antioxidantes do café, no entanto, não tem sido descrito na literatura ensaios que avaliam o efeito da pré-exposição de extratos de café em Saccharomyces cerevisiae. O uso de células vivas representa um modelo adequado para avaliar o efeito antioxidante na capacidade de sobrevivência da célula em estado de estresse oxidativo. Considerando os danos que as espécies reativas de oxigênio (EROs) podem causar nas biomoléculas e que antioxidantes naturais podem diminuir ou prevenir estes danos, este trabalho teve como objetivo principal avaliar a capacidade do café orgânico, em comparação com o café convencional, em proteger as células de Saccharomyces cerevisiae contra o dano oxidativo na exposição ao peróxido de hidrogênio (H2O2). Para isso foram testados extratos aquosos e etanólicos de três diferentes cafés (café acaiá cerrado torrado, café acaiá cerrado verde e café convencional torrado) no ensaio de viabilidade celular pelo teste de “spot” usando a linhagem S288c de levedura. Os extratos dos três cafés testados conferiram uma proteção antioxidante em todas as concentrações testadas (0,18 mg/mL a 10 mg/mL). Especificamente, as menores concentrações tornaram as células menos susceptíveis à ação do H2O2 5 mM. Aparentemente, o extrato aquoso apresentou maior proteção em relação ao extrato etanólico. Não houve diferença significativa na proteção das células pelos diferentes extratos de café torrado. Portanto, o extrato do café acaiá cerrado torrado foi escolhido para avaliar a capacidade do café (na presença de H2O2 1mM) em reestabelecer o crescimento de S. cerevisiae em placa de 96 poços. Foram testadas oito concentrações (0,0009 mg/mL a 0,2 mg/mL) de extrato de café em quatro linhagens celulares (S288c, EG 103, EG 110 e EG 118). Nessas condições, nenhuma concentração de café foi capaz de reverter o dano causado pelo H2O2. Contudo, os resultados de teste de “spot” indicam que o café apresenta um significativo potencial antioxidante em células de leveduras pré-expostas a seus extratos, podendo servir como um importante alimento funcional com ação protetora. Como perspectivas, são necessários outros testes para avaliar diferentes solventes de extração e determinar quais as concentrações ideais para a prevenção do dano celular. / The increasing elderly population brings important concerns to the public health policies, due to the prevalence of non-transmissible chronic diseases and increased expenditure with public health. Many of these diseases have been associated with oxidative stress, which is caused by an imbalance between oxidants and antioxidants. Antioxidants are present in the diet, and thus appear as an alternative to prevent or reduce oxidative damage. In this context, coffee, a beverage consumed worldwide, contributes to the intake of antioxidants, due to naturally occurring compounds in its grains. Several published studies have investigated the in vitro antioxidant properties of coffee, however, assays that evaluate the effect of pre-exposure of coffee extracts in Saccharomyces cerevisiae have not been described. The use of living cells is an adequate model to evaluate the antioxidant effect on the survival ability of the cell in a state of oxidative stress. Considering the damage that reactive oxygen species (ROS) can cause to biomolecules and that natural antioxidants can reduce or prevent this damage, this study aimed to evaluate the ability of organic coffee, compared to conventional coffee, in protecting S. cerevisiae cells against oxidative damage on exposure to hydrogen peroxide (H2O2). Aqueous and ethanol extracts of three different coffees (roasted and green organic coffee and roasted non-organic coffee) were tested in the cell viability spot test using the S288C yeast strain. Extracts of the three coffees conferred an antioxidant protection at all concentrations tested (0.18 mg/mL to 10 mg/mL). Specifically, the lower coffe extract concentrations made the cells less susceptible to the action of 5 mM H2O2. Apparently, the aqueous extract showed higher protection compared to the ethanolic extract. There was no significant difference in the protection by the two roasted coffee extracts. Therefore, the roasted organic coffee extract was chosen to assess the ability of coffee (in the presence of 1 mM H2O2) to restore the growth of S. cerevisiae on a 96 well plate assay. Eight coffee extract concentrations (0.0009 mg / ml to 0.2 mg / ml) were tested in four yeast cell strains (S288c, EG 103, EG 110 and EG 118). Under these conditions, no concentration of coffee was able to reverse the damage caused by H2O2 and restore growth. However, the results of the spot test indicate that coffee has a significant antioxidant activity in yeast cells pre-exposed to its components, and may serve as an important functional food with protective action. As perspectives, other tests for evaluating different extraction solvents and determine the optimal concentrations for the prevention of cellular damage are needed.
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Metabolismo de radicais livres durante a diapausa da lagarta do girassol (Chlosyne lacinia)

Moreira, Daniel Carneiro 21 February 2014 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Biologia Molecular, 2014. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2014-12-18T12:27:32Z No. of bitstreams: 1 2014_DanielCarneiroMoreira.pdf: 2329036 bytes, checksum: 08d99c70b577bcf6e55f7bb1911c4669 (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2015-01-14T12:54:05Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_DanielCarneiroMoreira.pdf: 2329036 bytes, checksum: 08d99c70b577bcf6e55f7bb1911c4669 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-01-14T12:54:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_DanielCarneiroMoreira.pdf: 2329036 bytes, checksum: 08d99c70b577bcf6e55f7bb1911c4669 (MD5) / Em diferentes processos de depressão metabólica animal (e.g. hibernação, estivação e diapausa), o sistema antioxidante endógeno exerce relevante papel, sendo um importante componente da maquinaria de adaptação fisiológica. Dentre as situações de depressão metabólica nas quais o metabolismo redox foi estudado, a diapausa destaca-se por ter sido pouco estudada, e menos ainda se conhece sobre o papel de antioxidantes na diapausa de insetos tropicais. O objetivo deste estudo foi identificar adaptações do metabolismo redox associadas à diapausa tropical, utilizando como modelo lagartas do girassol Chlosyne lacinia. Neste estudo, foram determinadas as atividades de enzimas do metabolismo intermediário e do sistema antioxidante, além das concentrações de glutationa e de indicadores de estresse oxidativo em homogeneizados de corpo inteiro. Foram analisados animais coletados em três períodos, janeiro e março de 2010 e junho de 2011. Os grupos experimentais foram animais ativos (controle), animais em diapausa por menos de 24 horas, 20, 40, 60 e 120 dias, e animais ativos por 48-72h após 120 dias de diapausa. A atividade de citrato sintase (CS) diminuiu 70% no início da diapausa, sendo restabelecida no final da diapausa. As atividades das enzimas antioxidantes ascorbato peroxidase, glutationa peroxidase e catalase seguiram o mesmo padrão, diminuindo 64%, 51% e 43% respectivamente no inicio da diapausa e retornando aos valores de animais ativos no final da diapausa. As atividades de glicose 6-fosfato desidrogenase e piruvato quinase permaneceram inalteradas. No inicio da diapausa, houve um aumento abrupto (360%) da atividade de isocitrato desidrogenase dependente de NADP+ (ICDH), cuja atividade permaneceu elevada até o quadragésimo dia de diapausa. A atividade de glutationa transferase (GST) aumentou em resposta à diapausa, nas primeiras 24 horas de diapausa de animais amostrados em 2011 (370%). Em janeiro e março de 2010, o aumento da atividade de GST foi influenciado por variações na atividade dos grupos controles. As concentrações de equivalentes de glutationa (GSH-eq), glutationa reduzida (GSH) e de glutationa dissulfeto (GSSG) diminuíram significativamente durante a diapausa e retornaram aos níveis do controle após a diapausa. A razão GSSG/GSH-eq permaneceu inalterada. As concentrações de TBARS e proteínas carboniladas foram reduzidas ou permaneceram inalteradas durante a diapausa. A diminuição da atividade de CS sugere redução do metabolismo aeróbico, também observada em diferentes casos de diapausa. Uma menor potencial de produção de espécies reativas de oxigênio em conjunto com os mecanismos de economia energética durante a diapausa podem explicar a diminuição dos níveis de antioxidantes endógenos. O início da diapausa é marcado por um elevado potencial de produção de NADPH, que pode ser empregado no sistema antioxidante, na síntese de ácidos graxos e na síntese de polióis – servindo como um mecanismo de proteção à desidratação. A elevada atividade de GST, observada também em outros insetos em diapausa, pode exercer funções além da destoxificação de xenobióticos, incluindo a ligação e transporte de biomoléculas. A ausência de evidencias de aumento de estresse oxidativo e de desequilíbrio redox indica que C. lacinia apresenta adaptações bioquímicas eficientes para sobreviver às transições metabólicas de entrada e saída da diapausa. ___________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Animals challenged with adverse environmental conditions rely on metabolic depression is as an important adaptive response. Endogenous antioxidant defenses play important roles in different metabolic depression processes (e.g. hypoxia tolerance, freezing, hibernation, estivation and diapause). Among the situations of metabolic depression in which the redox metabolism have been addressed, diapause is one of the least studied, especially in tropical insects. The aim of this work was to identify adaptations of the redox metabolism associated to tropical diapause employing as an animal model the bordered patch Chlosyne lacinia caterpillars. The determination of antioxidant and intermediary metabolism enzymes activity and of glutathione and oxidative stress markers concentrations were conducted in whole body homogenates. Animals were collected in three different months, January and March (2010), and June (2011). Experimental groups were active animals (control), diapausing animals for 0-24 hours, 20, 40, 60 and 120 days, and post-diapause active animals. Citrate synthase (CS) activity decreased (70%) at the diapause beginning and returned to control levels at the end of diapause. The activities of the antioxidant enzymes ascorbato peroxidase, catalase and glutathione peroxidase (selenium independent) also decreased by 64%, 51% and 43% respectively at the diapause beginning and returned to control levels at the end of diapause. The activities of glutathione reductase and selenium dependent glutathione peroxidase were not detected in C. lacinia. There were significant correlations between antioxidant activities and CS activity. Glucose 6-phosphate dehydrogenase and pyruvate kinase activity remained unchanged is response to diapause. Isocitrate dehydrogenase (NADP+) activity increased at diapause beginning and remained higher than control until the 40th day of diapause. Glutathione transferase (GST) activity increased in response to diapause. In the first 24 hours of diapause GST activity increased by 370%. The concentrations of glutathione equivalents (GSH-eq), reduced glutathione (GSH) and oxidized glutathione (GSSG) decreased significantly during diapause and returned to control levels after diapause. Thus, the GSSG/GSH-eq ratio was unaltered. The levels of oxidative stress markers (TBARS and protein carbonyls) either decreased or remained constant during diapause. The results indicate decreased mitochondrial density and reduced aerobic metabolism those were already related during diapause in other species. Potentially diminished production of reactive oxygen species together with mechanisms of reduced energetic demand justify the reduction of endogenous antioxidants. Diapause beginning is accompanied by an increased potential production of NADPH, which could be used by the antioxidant system, by fatty acid synthesis and by polyol synthesis – as dehydration resistance mechanism. Increased GST activity, also observed in other diapausing insects, could play roles other than xenobiotics detoxication, including the binding and transport of biomolecules. The biological function of GST during diapause must be further investigated. The lack of evidences showing oxidative stress or redox imbalance indicates that C. lacinia presents efficient biochemical adaptation to survive the metabolic transitions occurring in the tropical diapause under low humidity.
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Síntese, investigação eletroquímica, titulação potenciométrica e estudos farmacológicos do trans-diclorotetraquis-(3,5-dicarboxipiridina) rutênio (II)

Seifriz, Ilana January 1999 (has links)
Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Pós-Graduação em Química / Made available in DSpace on 2012-10-18T23:52:43Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2016-01-09T01:36:04Z : No. of bitstreams: 1 182715.pdf: 2032535 bytes, checksum: 0c82e7ee671a89f21d0f47bc09fbdb88 (MD5) / Este trabalho relata síntese, a caracterização espectroscópica, a titulação potenciométrica, a investigação eletroquímica e o estudo das propriedades biológicas do complexo trans-[RuCl2(dinic)4] (dinic= ácido piridinadicarboxílico). O complexo foi sintetizado utilizando-se uma solição de azul de rutênio como precursor da rota sintética. O composto foi caracterizado por análise elementar, espectroscopia eletrônica, espectroscopia FT-IR, espectroscopia Raman e de RMN de 1H e 13C. Os resultados indicaram que o complexo apresenta geometria trans com simetria D4h. Experimentos de Voltametria Cíclica foram conduzidas em uma solução binária água/acetona 1:1, revelando um processo quasi-reversível centrado no átomo de rutênio, bem como uma dependência do potencial redox (E1/2) com o pH. O espectro eletrônico revelou uma banda de transferência de carga metal ligante (MLCT), a qual apresentou um deslocamento hiposocrômico com o aumento do pH. As análises espectroeletroquímicas indicaram que a banda na região do UV-Visível desapareceu progressivamente durante o processo de oxidação. Estudos potenciométricos revelaram a presença de 16 espécies em solução, cujas constantes de protonação foram determinadas. O complexo exibiu ainda a habilidade de complexar íons cálcio. O complexo estudado não exibiu a atividade da enzima óxido nítrico sintase e também não atuou como captador de monóxido de nitrogênio. Entretanto, o complexo mostrou propriedades antinociceptivas e foi capaz de captar radicais hidroxilas.
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Avaliação da atividade antioxidante, antinociceptiva e antiinflamatória do extrato bruto, frações, sub-frações e compostos isolados da Croton celtidifolius

Nardi, Geisson Marcos January 2002 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologia. / Made available in DSpace on 2012-10-19T22:19:17Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / Foram testadas as atividades antioxidantyes, analgésicas e antiinflamatórias do extrato bruto EB, das frações acetato de etila FAE, n-butranol FbuOH, aquosa Faq, das subfrações, 19SF, 26SF, 35SF, 51SF, 63SF, caterquina e galocatequina da Croton celtidifolius. In vitro, reduziram a degradação da desoxiribosse, inibiram a redução do NBT e a peroxidação lipídica do homogenato de fígado de rato. O EB por v.o. reduziu as contorções abdominais, do mesmo modo o EB por v.o., FbuOH por v.o. e via i.p. reduziram a segunda fase de nocicepção a formalina. A FAE por v.o. e por via i.p. e a 63SF por via i.p. reduziram as duas fases de nocicepção. O EB, FAE, FbuOH, Faq, 35SF, 63SF e a catequina reduziram, tanto por v.o. e via i.p. o edema de pata de camundongos. A FAE, e a 63SF, reduziram o extravasamento plasmático e a migração celular de polimorfonucleares no espaço pleural. Mecanismos envolvidos na atividade antiinflamatória é a redução da peroxidação lipídica, aumento da atividade da enzima superóxido dismutade SOD, redução da produção de O2·-. No entanto não houve redução dos níveis de nitrito/nitrato no exudato e não ocorreu redução de danos promovidos pelos Eros no DNA. Os resultados mostram que a Croton celtidifolius, apresenta substâncias com atividade antioxidante, antinociceptiva e parte da atividade antiinflamatória é devido a modulação do estresse oxidativo.
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Propriedades antioxidantes da melatonina

Teixeira, Adriana January 2003 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências. / Made available in DSpace on 2012-10-21T05:02:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1 196052.pdf: 1136342 bytes, checksum: 2377ad00614b8271a5d1ecaddbd5304d (MD5) / Foram investigadas as ações da melatonina (MEL) contra a lipoperoxidação (LPO) induzida por hidroxil (OH), ascorbil (Asc) e peroxinitrito (ONOO-) em diversos modelos de membranas como lipossomas de fosfatidilcolina (LipPC) e asolecitina (LipASO), microssomas de cérebro (MicC) e fígado (MicF) e homogeneizado de cérebro (HC); e seu efeito contra enzimas pró-oxidantes como xantina oxidase
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Formação de radicais livres induzida por cromo trivalente (Cr3+) e hexavalente (Cr6+)

Lopes, Ana Carolina de Freitas 04 March 2013 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Nutrição, Programa de Pós-Graduação em Nutrição Humana, 2013. / Submitted by Luiza Silva Almeida (luizaalmeida@bce.unb.br) on 2013-07-22T17:54:51Z No. of bitstreams: 1 2013_AnaCarolinadeFreitasLopes.pdf: 2375093 bytes, checksum: 4d3e1d02be7e7e27cdcf4d94efa32efb (MD5) / Approved for entry into archive by Leandro Silva Borges(leandroborges@bce.unb.br) on 2013-07-23T17:12:43Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_AnaCarolinadeFreitasLopes.pdf: 2375093 bytes, checksum: 4d3e1d02be7e7e27cdcf4d94efa32efb (MD5) / Made available in DSpace on 2013-07-23T17:12:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_AnaCarolinadeFreitasLopes.pdf: 2375093 bytes, checksum: 4d3e1d02be7e7e27cdcf4d94efa32efb (MD5) / Íons trivalente (3+) e hexavalente (6+) são os estados de oxidação mais estáveis do metal de transição cromo. Enquanto a forma Cr 3+ é um micronutriente essencial para a adequada regulação da homeostase glicêmica, Cr 6+ é reconhecidamente tóxico e carcinogênico. Estudos prévios tem indicado, entretanto, que ambas espécies de cromo podem ter em comum uma expressiva capacidade em gerar espécies reativas de oxigênio (EROs). Assim, procurou-se aprofundar o estudo da formação de EROs a partir da interação entre íons cromo e H2O2 in vitro e as características dessa produção, a fim de contribuir com a discussão dos mecanismos químicos desse processo. Além disso, o efeito oxidativo em proteínas isoladas (albumina sérica bovina e β- lactoglobulina) também foi estudado. A presença de radical hidroxil (OH) após incubação de Cr 3+ e H2O2 foi identificada de forma direta em EPR com a formação característica do aduto DMPO/OH, e reiterada com os resultados de degradação oxidativa da 2-desoxirribose (2-DR), hidroxilação do ácido tereftálico (TPA) e oxidação de dimetilsulfóxido (DMSO). A formação de OH por Cr 3+ mostrou-se dependente do tempo de incubação, com produção contínua por 10 dias no experimento de oxidação de 2-DR em temperatura ambiente (Cr 3+ 0,1 mM, H2O2 1 mM, 2-DR 5 mM, tampão fosfato 5 mM, pH 7,2). Foi descartada experimentalmente uma influência significativa da própria 2-DR ou de metais contaminantes durante essa produção contínua. A concentração de Cr 3+ e H2O2 manteve relação direta com a formação de OH e é sugerido uma produção concomitante de H2O2 durante a formação de OH, num processo de “reciclagem” de H2O2. Ocorre porém a decomposição espontânea dos níveis de H2O2 ao longo do tempo. Não foi observada produção significativa de proteínas carboniladas a partir da oxidação de albumina ou β-lactoglobulina induzida por Cr 3+ 0,1 mM, mesmo na presença de H2O2. O cromo hexavalente também mostrou- se capaz de gerar OH, sendo neste caso um processo extremamente rápido (inferior a 10 min, possivelmente de segundos). A concentração de Cr 6+ e H2O2 também influencia diretamente a produção de OH, sem interferência significativa de metais contaminantes, e da mesma forma sugere-se um mecanismo de reciclagem de H2O2. A oxidação de proteínas por Cr 6+ foi significativa e mostrou-se independente da adição de H2O2. Os resultados sugerem ainda que os mecanismos de geração de OH mediados por Cr 3+ e/ou Cr 6+ sejam independentes e que não há oxidação/redução até a outra forma mais estável do metal. Os mecanismos sugeridos compreendem a formação de OH a partir de reação similar ao Fenton “clássico”, envolvendo as formas Cr 3+ e Cr 6+ e compostos intermediários (possivelmente radical superóxido e O2) em interação com o H2O2. Dessa forma, atribui-se mais peso a evidência da capacidade tóxica do Cr 6+ e alerta quanto a utilização terapêutica do Cr 3+ , especialmente de forma crônica. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Trivalent (3+) and hexavalent (6+) ions are the most stable forms of the transition metal chromium. Whereas Cr 3+ is an essential nutrient for the accurate regulation of glycaemia homeostasis, Cr 6+ is acknowledged as toxic and carcinogenic. Previous studies have indicated that both chromium species might have in common a significant ability of generating reactive oxygen species (ROS). Thus, we sought to deepen the study of the formation of ROS from the interaction between chromium and H2O2 in vitro and the characteristics of this production, in order to contribute to the discussion of the chemical mechanisms of this process. Moreover, the oxidative effect in isolated proteins (bovine serum albumin and β-lactoglobulin) is also presented. The presence of hydroxyl radical after incubation of Cr 3+ and H2O2 was directly identified on EPR by the characteristic adduct DMPO/OH, and confirmed with results from oxidative degradation of 2- deoxyribose (2-DR), hydroxylation of terephthalic acid (TPA) and oxidation of dimethylsulfoxide (DMSO). The formation of OH-radical by Cr 3+ was dependent on incubation time, with persistent production even after 10 days on the experiment with 2- DR at room temperature (0.1 mM Cr 3+ , 1 mM H2O2, 5 mM 2-DR, 5 mM phosphate buffer, pH 7,2). It was experimentally ruled out a significant influence of 2-DR or contaminant metals during the continuous production of OH-radical. Concentration of Cr 3+ and H2O2 was directly related with OH-radical formation and it is suggested a production of H2O2 during free radical production, in a H2O2 “recycle” process. Spontaneous decay of H2O2 do occurs over time. It was not observed significant production of carbonyl protein from the oxidation of albumin and β-lactoglobulin induced by 0.1 mM Cr 3+ , even in the presence of H2O2. Hexavalent chromium also proved capable of generating OH-radical, but extremely rapid (less than 10 min, possibly seconds). Concentration of Cr 6+ and H2O2 also directly influenced the production of OH-radical, without significant interference of contaminant metals, and similarly it is suggested a mechanism with H2O2 recycle. Oxidation of proteins was significant by Cr 6+ and it was independent on the addition of H2O2. The results suggest the mechanisms of generation of OH-radical mediated by Cr 3+ and/or Cr 6+ are independent and there is no oxidation / reduction to the other stable form of the metal. The suggested mechanisms of OH-radical formation is similar to the “classic” Fenton reaction, involving Cr 3+ and Cr 6+ forms and its intermediate compounds (possibly superoxide radical and O2) in interaction with H2O2. Thus, more weight is assign to the evidence of the toxic ability of Cr 6+ and warning about the therapeutic use of Cr 3+ , especially in a chronic routine.

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